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terça-feira, 26 de junho de 2018

Oceanário na praia de Paredes da Vitória

A notícia em:
https://gazetacaldas.com/sociedade/vaivem-do-oceanario-vai-estar-na-praia-paredes-vitoria/

O Vaivém do Oceanário vai estar na praia de Paredes de Vitória

Entre 25 de Junho e 1 de Julho o Vaivém do Oceanário estaciona na praia de Paredes de Vitória (Alcobaça). Este é um projecto de educação ambiental do Oceanário de Lisboa que pretende ajudar a compreender os oceanos de uma forma lúdica e para todas as idades.
Ali é possível perceber o funcionamento dos oceanos e o seu impacto na vida terrestre, mas também descobrir qual o nosso impacto neles e o nosso papel na sua conservação.
O projecto tem também como meta sensibilizar e ensinar a combater uma das maiores ameaças que o oceano enfrenta: o plástico.
A entrada é livre. De 25 a 29 de Junho destina-se a escolas, grupos e ATL’s. Nos dias 30 de Junho e 1 de Julho está aberto ao público em geral.
Mais informações e inscrições através do e-mail: sofia.quaresma@cm-alcobaca.pt ou do tel. 262580800.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Embaixadores do bosque

A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/alunos-de-alcobaca-plantam-e-prometem-cuidar-de-arvores

Alunos de Alcobaça plantam e prometem cuidar de árvores

Os alunos do 6.º B e 6.º C da Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto trocaram, esta quarta-feira, o lápis e o caderno pela enxada e pelo farpão para cumprir o projeto “Embaixadores do Bosque”, que tem o objetivo de “recuperar áreas ardidas ou degradadas”.
Nesse âmbito, os mais novos plantaram um carvalho português e um sobreiro. Mas a tarefa não se fica por aqui. É que ao longo dos próximos anos, até que concluam o ciclo de ensino daquela escola, os alunos vão ficar responsáveis por cuidar e manter estas duas novas árvores. “Quando sairmos da escola as árvores já vão ser maior que nós?”, questionou, curioso, um aluno. Os mais pequenos vão acompanhar nos próximos três anos o crescimento das árvores, esperando-se que em pouco tempo, “se tudo correr bem”, as mesmas os ultrapassem em altura.
A tarefa de plantar as árvores não assustou, nem por sombras, os alunos. Mas são as tarefas de manutenção que mais os preocupam, especialmente durante o verão. Será preciso regar, cortar e podar. Mas a ajudar as crianças nesta tarefa vão estar os professores Luís Silva e João Costa, que aplaudiram a iniciativa dos pelouros da Educação e do Ambiente da Câmara de Alcobaça.  A vereadora da Câmara de Alcobaça com o pelouro da Educação destacou o “carácter transversal” da atividade. “Os alunos vão poder aprender sobre a floresta, a biologia e muitas outras disciplinas, mas mais importante que isso é a responsabilidade que vão precisar de ter para cuidar das árvores”, sublinhou Inês Silva. 
O projeto “Embaixadores do Bosque” foi desenvolvido, também, na Fonte da Senhora, onde mais de três dezenas de alunos do Externato Cooperativo da Benedita participaram na ação de reflorestação. Esta quinta-feira, a iniciativa da autarquia envolveu 55 alunos da Escola Básica de Pataias, que contribuiram para a reflorestação das áreas queimadas pelos fogos do passado mês de outubro. Além disso, também os alunos da Escola Primária do Bárrio vão plantar árvores na Quinta do Campo. No total, são cerca de 150 os alunos que vão participar na atividade, que decorre em parceria com as Juntas e a Associação de Produtores Florestais dos Concelhos de Alcobaça e da Nazaré.
As crianças de hoje vão cuidar das árvores e da floresta de amanhã.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Inquilino em prisão preventiva

Gineta.
Este é o novo inquilino cá do casal.
Penso que era já visita assídua, mas só agora foi apanhado em flagrante delito.
Encontra-se em prisão preventiva, aguardando a chegada da brigada ambiental da GNR.
O malandro andava a tratar-se bem: ovos (de galinha e de pato) e também alguns patos pequenos.

domingo, 8 de outubro de 2017

Baleia anã vai para o Museu de História Natural

A notícia em:
https://www.dn.pt/lusa/interior/museu-de-historia-natural-recolhe-baleia-em-praia-de-alcobaca-8824045.html

Museu de História Natural recolhe baleia em praia de Alcobaça

O esqueleto de uma baleia anã com sete metros de comprimento e aproximadamente nove toneladas de peso está hoje a ser recolhido na Praia da Polvoeira, Alcobaça, para integrar a coleção do Museu de História Natural.

A baleia anã deu à costa na terça-feira "em avançado estado de decomposição", o que levou a equipa do Museu Nacional de História Natural e da Ciência a, "inicialmente", recolher apenas o crânio, "por ser a peça com mais interesse científico", disse à agência Lusa a bióloga Judite Alves.

O facto de o corpo se encontrar completo acabou, no entanto, por suscitar o interesse da equipa que hoje de manhã iniciou, na praia da Polvoeira, no concelho de Alcobaça, o "esquartejamento do animal para retirar o esqueleto que será levado para o Museu", explicou a mesma responsável.

Munidos de serrotes para esquartejar o corpo do animal, cuja "carne e vísceras serão enviadas para incineração", dois biólogos, um geólogo e um técnico de logística procedem ao desmantelamento da baleia, operação que Judite Alves estima que se prolongue até cerca das 16:00.

Com o jardim do Museu fechado ao público, temporariamente, devido a obras no âmbito do Orçamento Participativo de Lisboa, o esqueleto "vai ser depositado numa área reservada do jardim botânico" onde, segundo Judite Alves, "vai ser limpo e tratado pelo taxidermista".

A tarefa deverá estar concluída dentro de uma semana, após o que o esqueleto "vai, numa primeira fase, integrar as coleções científicas" e, posteriormente, serão "desenvolvidos esforços para que seja exposto ao público, mesmo que apenas temporariamente", adiantou a bióloga.

A dimensão da baleia será, no entender de Judite Alves, "um dos aspetos com bastante interesse para o público", que através do trabalho desenvolvido pelo Museu poderá conhecer melhor a espécie "relativamente comum na nossa costa" e que está catalogada como "vulnerável, tendo em conta o baixo número de indivíduos".

A baleia-anã (Balaenoptera acutorostrata), a mais pequena e também a mais abundante das baleias, está assim classificada no Livro Vermelho de Vertebrados de Portugal (que segue a classificação da União Internacional para a Conservação da Natureza para espécies ameaçadas) por a espécie "apresentar uma população inferior a 10.000 indivíduos maduros e estar a ocorrer um declínio continuado", sublinhou.

As solitárias baleias, "que não fazem cardume", mas podem ser a avistadas em grupos de dois ou três", são vistas com regularidade na costa portuguesa e visitam "os Açores e ocasionalmente a Madeira", explicou a investigadora à Lusa durante os trabalhos de desmantelamento da baleia, salvaguardando não se tratar de um animal perigoso, já que se alimenta de "kril, peixes e cefalópodes pelágicos [como lulas ou polvos]".

A baleia anã arrojou na Praia Água de Madeiros (a Norte de Paredes da Vitória e a Sul de São Pedro de Moel) na terça-feira e foi na quarta-feira arrastada por técnicos do setor de ambiente da Câmara de Alcobaça para a Praia da Polvoeira, a cerca de dois quilómetros, para a preservar do público e facilitar o acesso da equipa do museu ao animal.

O desmantelamento da baleia foi autorizado pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e acompanhado pela Polícia Marítima.

E  ainda em:
https://www.publico.pt/2017/10/06/ciencia/reportagem/uma-baleia-deu-a-costa-e-os-cientistas-foram-buscala-para-museu-de-lisboa-1787974

Uma baleia deu à costa e os cientistas foram buscá-la para museu de Lisboa




Uma equipa do Museu de História Natural e da Ciência, em Lisboa foi esta sexta-feira recolher o esqueleto de uma baleia-anã de uma praia de Alcobaça. Vai ser o novo membro da colecção de mamíferos do museu.

Estamos a meio da manhã e o dia parece estar calmo na praia da Polvoeira, no concelho de Alcobaça. Mas o som tranquilizante do mar e o extenso areal quase sem a presença humana são enganadores. A alguns metros da linha de água está uma baleia-anã (Balaenoptera acutorostrata) que deu à costa numa outra praia ali perto.

Um grupo de cientistas veste os fatos-de-macaco, luvas e botas verde-tropa para enfrentar a guerra que se avizinha: esquartejar a baleia para que seja possível levar o seu esqueleto para o Museu de História Natural e da Ciência (MUHNAC), em Lisboa.

“Bem, o primeiro desafio do dia é mesmo o cheiro”, brinca Judite Alves, bióloga do museu, mesmo antes de se aproximar da baleia. Faz então uma manobra de aproximação. “Até nem cheira assim tão mal. Por enquanto”, diz a rir. “É uma brisa do mar”, diz ainda de forma sarcástica alguém. Entretanto, as facas afiam-se e há quem meta máscaras. A operação começa: vai finalmente tirar-se a pele e o músculo da baleia.

A acompanhar Judite Alves está Bruno Ribeiro (geólogo), Jorge Prudêncio (biólogo) e Carlos Delgado (da equipa de manutenção). Pertencem todos ao MUHNAC. “Esta praia é linda”, diz o geólogo. E lá começam a talhar. Uma tarefa que pela força dos seus movimentos parece ser difícil: ora há um tendão pelo caminho, ora há uma pele mais grossa.

Os cientistas estão a recolher uma baleia relativamente pequena. Tem cerca de sete metros. Aliás, as baleias desta espécie têm entre sete e oito metros, podendo alcançar os dez. Mais pequena do que ela, só a baleia-pigmeu. “É uma baleia de hábitos relativamente solitários”, descreve Judite Alves, acrescentando que pode andar em grupos de dois. E distribui-se pelo Norte do Atlântico, Pacífico Norte e todo o Hemisfério Sul. A nível global, está classificada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) com o estatuto de “não preocupante”. Esta classificação é diferente se considerarmos só o contexto português. “Em Portugal, é residente em toda a costa”, adianta a bióloga. E tem o estatuto de “vulnerável” pelo Livro Vermelho de Vertebrados de Portugal (que segue a classificação do IUCN), porque tem uma população inferior a dez mil indivíduos. Uma das principais razões para a diminuição da sua população são os acidentes com artes de pesca próximos da costa.

De vez em quando lá passa um curioso. Um grupo de surfistas comenta entre si que é uma baleia e até conversa com os investigadores. Mas um casal de turistas ingleses ainda tem as suas dúvidas e pergunta mesmo se é uma baleia. Afinal, este mamífero, com tons amarelados da decomposição, já não tem lá o crânio. Como andou à deriva, quem encontrou a baleia já a conheceu com o crânio separado do resto do corpo. O crânio está agora guardado no canil municipal de Alcobaça para depois seguir para Lisboa.

E como chegaram os cientistas do museu aqui? A bióloga da Câmara Municipal de Alcobaça, Sofia Quaresma, informou na terça-feira o museu que uma baleia tinha dado à costa numa praia do concelho. Este arrojamento foi detectado por pescadores que informaram a Polícia Marítima. Daí foi um passo até chegar à câmara e ao museu. “Inicialmente, pensávamos em recolher só o crânio, que do ponto de vista científico tem mais relevância. Até porque é complicado a nível da logística trazer um animal de sete metros para Lisboa”, explica Judite Alves. “Depois reflectimos bem e achámos que seria positivo e possível trazer um animal desta dimensão.”

Outro dos desafios esta sexta-feira era a subida da maré. Os cientistas lutam com todas as forças contra o tempo e o avanço do mar. Ouve-se um grito de glória. “Estava difícil”, rejubila Bruno Ribeiro. Juntamente com Carlos Delgado, conseguiram tirar a mandíbula da baleia cortando as articulações. Do outro lado, Judite Alves e Jorge Prudêncio encontram a coluna vertebral do animal. Digamos que não foi tarefa fácil. “Olha, como a carne está fresca acho que podemos levar um bocado de músculo para o ADN”, diz bióloga.

Estudar a biodiversidade 

Esta baleia vai integrar a colecção científica de mamíferos do MUHNAC, que está aberta à comunidade científica. Quando chegar ao Lisboa, os seus ossos vão ser limpos pelo taxidermista do museu, Pedro Andrade. Depois, vão atribuir um número de colecção a este exemplar, que será o segundo desta espécie. Já há na colecção um crânio e alguns ossos de uma fêmea. 

“Esta é sempre uma colecção que cresce a um ritmo mais lento”, comenta a bióloga. Afinal, não se pode capturar mamíferos. E ter um esqueleto destes é um bem precioso para se estudar a biodiversidade. “Por muito que se julgue já se saber, há sempre muito a investigar.”. Além disso, com novas tecnologias a surgir é possível saber mais. E também com as alterações climáticas cresce a necessidade de se estudar a biodiversidade e o que está a mudar nela.

Entre os curiosos está Rui Vieira, de 30 anos, doutorado em oceanografia. Vive em Inglaterra, mas por acaso estava em Portugal e a sua terra natal é a dez quilómetros. Veio à praia e encontrou estes trabalhos. “De vez em quando dão baleias à costa”, diz. 

Sofia Quaresma refere que já houve 130 ocorrências de dez espécies de animais em 15 anos, desde que chegou à câmara municipal. Este é o terceiro exemplar de uma baleia-anã. Diz ainda que já tinha contactado o MUHNAC  por causa de uma tartaruga-de-couro e um cachalote-pigmeu. 

Entretanto, começam-se a ver os ossos da baleia e a carne que foi sendo retirada, e guardada em sacos de plástico, vai ser incinerada. Ao mesmo tempo, as dificuldades desta missão intensificam-se. A maré sobe e cobre com as ondas o corpo do mamífero. E o cheiro ganha intensidade. Mas os cientistas vencem as adversidades. “Ainda pensei que não fosse possível e que iríamos só levar o crânio”, assume a bióloga.  As várias partes do esqueleto da baleia estão espalhadas pela areia, ainda com alguns pedaços de carne agarrados, e prontas para seguir para Lisboa numa carrinha. 


A missão está cumprida. E acaba de se saber que um golfinho também deu à costa nesta praia. Baleia e golfinho vão agora os dois para o museu. Quem sabe se os veremos numa exposição num futuro próximo. 

sábado, 7 de outubro de 2017

Baleia dá à costa em Água de Madeiros

A notícia em:
https://www.regiaodeleiria.pt/2017/10/baleia-ana-da-costa-na-praia-da-polvoeira/

Baleia-anã dá à costa na praia da Polvoeira

Uma baleia-anã, já morta, deu à costa, terça-feira, na Praia da Polveira, concelho de Alcobaça.
A carcaça da baleia está a ser recolhida pelo Museu de História Natural na manhã desta sexta-feira. A operação está a ser acompanhada por responsáveis da Capitania do Porto da Nazaré e da Câmara de Alcobaça.
O esqueleto de uma baleia-anã com sete metros de comprimento e aproximadamente nove toneladas de peso está  a ser recolhido na Praia da Polvoeira, Alcobaça, para integrar a coleção do Museu de História Natural.
A baleia-anã deu à costa na terça-feira “em avançado estado de decomposição”, o que levou a equipa do Museu Nacional de História Natural e da Ciência a, “inicialmente”, recolher apenas o crânio, “por ser a peça com mais interesse científico”, disse à agência Lusa a bióloga Judite Alves.
O facto de o corpo se encontrar completo acabou, no entanto, por suscitar o interesse da equipa que hoje de manhã iniciou, na praia da Polvoeira, no concelho de Alcobaça, o “esquartejamento do animal para retirar o esqueleto que será levado para o Museu”, explicou a mesma responsável.
Munidos de serrotes para esquartejar o corpo do animal, cuja “carne e vísceras serão enviadas para incineração”, dois biólogos, um geólogo e um técnico de logística procedem ao desmantelamento da baleia, operação que Judite Alves estima que se prolongue até cerca das 16:00.
Com o jardim do Museu fechado ao público, temporariamente, devido a obras no âmbito do Orçamento Participativo de Lisboa, o esqueleto “vai ser depositado numa área reservada do jardim botânico” onde, segundo Judite Alves, “vai ser limpo e tratado pelo taxidermista”.
A tarefa deverá estar concluída dentro de uma semana, após o que o esqueleto “vai, numa primeira fase, integrar as coleções científicas” e, posteriormente, serão “desenvolvidos esforços para que seja exposto ao público, mesmo que apenas temporariamente”, adiantou a bióloga.
A dimensão da baleia será, no entender de Judite Alves, “um dos aspetos com bastante interesse para o público”, que através do trabalho desenvolvido pelo Museu poderá conhecer melhor a espécie “relativamente comum na nossa costa” e que está catalogada como “vulnerável, tendo em conta o baixo número de indivíduos”.
A baleia-anã (Balaenoptera acutorostrata), a mais pequena e também a mais abundante das baleias, está assim classificada no Livro Vermelho de Vertebrados de Portugal (que segue a classificação da União Internacional para a Conservação da Natureza para espécies ameaçadas) por a espécie “apresentar uma população inferior a 10.000 indivíduos maduros e estar a ocorrer um declínio continuado”, sublinhou.
As solitárias baleias, “que não fazem cardume”, mas podem ser a avistadas em grupos de dois ou três”, são vistas com regularidade na costa portuguesa e visitam “os Açores e ocasionalmente a Madeira”, explicou a investigadora à Lusa durante os trabalhos de desmantelamento da baleia, salvaguardando não se tratar de um animal perigoso, já que se alimenta de “kril, peixes e cefalópodes pelágicos [como lulas ou polvos]”.
A baleia anã arrojou na Praia Água de Madeiros (a Norte de Paredes da Vitória e a Sul de São Pedro de Moel) na terça-feira e foi na quarta-feira arrastada por técnicos do setor de ambiente da Câmara de Alcobaça para a Praia da Polvoeira, a cerca de dois quilómetros, para a preservar do público e facilitar o acesso da equipa do museu ao animal.
O desmantelamento da baleia foi autorizado pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e acompanhado pela Polícia Marítima.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Resgate de ave em vias de extinção em Vale Furado

A notícia em:
http://www.regiaodecister.pt/noticias/militares-salvam-ave-em-vias-de-extincao-em-vale-furado

e ainda em: 
http://www.diarioleiria.pt/noticia/23493

Alcobaça: Militares resgatam ave em vias de extinção

Militares salvam ave em vias de extinção em Vale Furado

Os militares da Marinha, em apoio à Autoridade Marítima local na área de jurisdição da Capitania da Nazaré resgataram, este domingo, uma ave marinha que se encontra em vias de extinção na costa na praia do Vale Furado.

O Airo (Uria aalge), a mais emblemática ave das Berlengas e símbolo da Reserva Natural, foi entregue pelos militares pertencentes à tripulação de uma das viaturas Amarok do “Projeto Sea Watch” aos biólogos do Centro de Reabilitação de Animais Marinhos de Quiaios (CRAM-Q), a fim de lhe serem prestados os devidos cuidados para que, logo que possível, seja devolvida ao seu habitat natural.​

A ave encontra-se presentemente em vias de extinção.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Limpeza da praia das Paredes

A notícia na edição 1188 do Região de Cister de 26 de maio de 2016

Pataias
Limpeza na Praia de Paredes da Vitória marcada para sábado

A ação “Vamos limpar o Litoral de Alcobaça!” decorre no próximo sábado, a partir das 10 horas, na praia de Paredes da Vitória. A iniciativa, que estava marcada para o passado dia 7, não se realizou devido às condições climatéricas.
O ponto de encontro é às 10 horas junto à ETAR. Haverá transporte a partir de Alcobaça para Paredes da Vitória. Para usufruir deste transporte deverá inscrever-se previamente até hoje. O transporte sai às 9:15 horas dos Paços do Concelho e efetua uma paragem às 9:40 horas junto ao Largo do Cruzeiro (Centro Médico) em Pataias.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Pataias volta a ter "Praias de Ouro"

As praias de Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua voltaram a ver reconhecida a qualidade das suas águas balneares com a atribuição do galardão "Praia de Ouro" da responsabilidade da Quercus.

A lista disponível aqui.

A notícia em: http://www.quercus.pt/comunicados/2016-col-150/maio/4754-quercus-classifica-382-praias-com-qualidade-de-ouro-em-2016


Quercus classifica 382 praias com Qualidade de Ouro em 2016

bandeira logoTal como tem vindo a ser hábito em épocas anteriores, a Quercus voltou a atribuir a classificação de “Praias com Qualidade de Ouro” às zonas balneares do pais cujas águas balneares apresentam melhores resultados em termos de qualidade. Este ano, foram distinguidas 382 praias com “Qualidade de Ouro”, 338 zonas balneares costeiras, 36 interiores e 8 de transição.

À semelhança dos anos anteriores, a Quercus identifica, de acordo os critérios estabelecidos pela própria Associação, as águas balneares em Portugal classificadas como tendo “Qualidade de Ouro”, com base na informação pública oficial, disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (SNIRH - http://snirh.pt/).

Assim, a Quercus identificou, em 2016, 382 praias com “Qualidade de Ouro” em Portugal – mais 68 que no ano anterior. Deste total, 321 praias situam-se em Portugal continental, 41 na Região Autónoma dos Açores e 20 na Região Autónoma da Madeira. Este ano temos mais 57 praias costeiras, 10 interiores, e 3 de transição, a receber esta distinção.

O concelho com maior número de praias com qualidade de ouro é Albufeira (22 zonas balneares), seguido de Vila Nova de Gaia (18 zonas balneares), Almada (16 zonas balneares), Torres Vedras e Vila do Bispo (12 zonas balneares).

Em comparação com o ano 2015, perdem o galardão 2 praias fluviais e três costeiras, sendo de realçar as praias de D. Ana, em Lagos, e da Leirosa, na Figueira da Foz, uma vez que a partir deste ano, passou a ser igualmente ponderado na atribuição do galardão, a existência de eventuais atentados ambientais ou paisagísticos nas praias.

Critérios a para atribuição do galardão praia com “Qualidade de Ouro”

Para receber a classificação de praia com “Qualidade de Ouro”, a água balnear das praias tem de respeitar os seguintes critérios:
Qualidade da água EXCELENTE nas cinco últimas épocas balneares de 2011 a 2015;
TODAS as análises realizadas, sem exceção, na última época balnear (2015) deverão ter apresentado resultados melhores que os valores definidos para o percentil 95 do anexo I da Diretiva relativa às águas balneares; ou seja, para águas costeiras e de transição, todas as análises deverão apresentar valores inferiores a 100 ufc/100ml para os Enterococos intestinais e inferiores a 250ufc/100ml para Escherichia coli, e para águas interiores 200 ufc/100ml e 500 ufc/100ml, respectivamente.

Esta avaliação efetuada pela Quercus é mais limitada em comparação com os múltiplos critérios para atribuição da Bandeira Azul, ao basear-se apenas na qualidade da água das praias, sendo contudo mais exigente neste aspeto em específico, para além de incluir todas as águas balneares, não envolvendo qualquer processo de candidatura.

O objetivo da Quercus é realçar as praias que ao longo de vários anos (cinco), apresentam sistematicamente uma água balnear de qualidade excelente (tendo em conta a classificação da legislação em vigor), e que, nesse sentido, oferecem assim uma maior fiabilidade no que respeita à qualidade da sua água.

Ficam de fora desta lista, as águas balneares cuja classificação abranja menos de cinco anos e aquelas que só mais recentemente viram resolvidos os seus problemas de poluição ou onde se tenha verificado na última época balnear uma qualquer análise de qualidade inferior à estabelecida como mínimo pela Quercus.

Este ano, pela primeira vez, será hasteada oficialmente a Bandeira “Qualidade de Ouro” na praia da Formosa, na ilha de St.ª Maria, Açores, no dia 13 de Junho.

Lisboa, 19 de Maio 2016

A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Limpeza do areal da praia das Paredes

A informação no jornal on-line Tinta Fresca
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=767a3109-eda9-48a8-aa9d-b34f5e99738f&edition=187



No dia 28 de maio
Município de Alcobaça promove limpeza da praia de Paredes da Vitória

Entre os dias 6 e 8 de maio de 2016 realizou-se a 3ª edição da iniciativa “Vamos Limpar a Europa!”. Este evento tem lugar em toda a Europa e pretende sensibilizar os cidadãos para o problema da produção de resíduos, através da realização de ações de limpeza em espaços naturais. 

Devido às condições climatéricas, a iniciativa municipal “Vamos limpar o Litoral de Alcobaça!”, inserida neste âmbito, não se realizou na data previamente agendada (7 de maio) pelo que decorrerá no sábado, 28 de maio, a partir das 10h00, na praia de Paredes da Vitória. A inscrição inclui lanche, sacos e luvas para todos os voluntários. 

O ponto de encontro é às 10h00 junto à ETAR. Haverá transporte a partir de Alcobaça para a praia das Paredes da Vitória. Para usufruir deste transporte deverá inscrever-se previamente até ao dia 5 de maio. O transporte sai às 9h15 dos Paços do Concelho e efetua uma paragem às 9h40 junto ao Largo do Cruzeiro (Centro Médico) em Pataias. 

Inscrições e mais informações para o mail aev@cm-alcobaca.pt ou pela linha gratuita do Ambiente 800 206 624

terça-feira, 10 de maio de 2016

Paredes da Vitória é Bandeira Azul

A praia de Paredes da Vitória voltou a receber o galardão da Bandeira Azul, símbolo de qualidade das águas balneares e dos areais. Na proximidade, receberam também o galardão as praias do Pedrógão, Nazaré e S. Martinho do Porto.
A praia de Paredes da Vitória recebeu viu reconhecida já por 19 vezes a qualidade das suas águas e areais.
A primeira atribuição da Bandeira Azul ocorreu em 1989, apenas dois anos após o início do galardão. Sucessivamente até 2001, a praia viu reconhecidos os seus méritos, embora não sem problemas. Em 1992 e 2001 viu arraiada a Bandeira por falta de qualidade das águas. No caso de 2001, a situação era tão grave que a Câmara decidiu pela não candidatura ao galardão enquanto não fosse resolvido o problema da falta de saneamento básico nos aglomerados de Paredes e Mina do Azeche. Com a requalificação urbana do lugar e a construção da ETAR, Paredes da Vitória voltou a receber a Bandeira Azul, de forma ininterrupta desde 2010. Em 2015, a Bandeira foi arraiada temporariamente durante dois dias pela avaria das condutas de saneamento o que levou a que as águas decorrentes da limpeza da via pública tivessem entrado (naturalmente) nas condutas de escoamento das águas pluviais e, consequentemente, tivessem chegado até ao rio.
Também desde 2011 a praia de Paredes da Vitória tem recebido o galardão de "Praia Acessível".
As praias de Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua são reconhecidas desde 2006 como "Praias de Ouro" pelas consecutivas excelentes análises das suas águas balneares.
Mais informações em: http://bandeiraazul.abae.pt/galardoados/

sábado, 30 de abril de 2016

Ação de limpeza da praia das Paredes

A notícia no Região de Cister nº1184 de 28 de abril de 2016

Autarquia quer limpar praias de São Martinho e Paredes

“Vamos limpar o Litoral de Alcobaça!”, no dia 7 do próximo mês, das 9:30 às 12:30 horas, nas praias de São Martinho do Porto e de Paredes da Vitória.
É este o desafio do município de Alcobaça, que se associou à 3.ª edição da iniciativa “Vamos Limpar a Europa!”, que terá lugar entre os dias 6 e 8 de maio em toda a Europa e que pretende sensibilizar os cidadãos para o problema da produção de resíduos, através da realização de ações de limpeza em espaços naturais.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Efluentes domésticos na lagoa de Pataias

A notícia na edição 1159 do região de Cister de 5 de novembro de 2015

Pataias - Moradores que estiverem em infração vão ser multados
Lagoa vai ter estação elevatória para evitar poluição das águas

O problema de poluição da lagoa de Pataias pode ter os dias contados. Nas próximas semanas, as obras de construção da nova estação elevatória da zona da lagoa vão iniciar, de acordo com informação de Paulo Inácio, presidente da Câmara de Alcobaça.
“Vamos implementar a estação para que o saneamento básico não reporte diretamente para a lagoa”, explica o autarca, acreditando que este é o primeiro passo do processo de despoluição da lagoa.
Depois de concluídas as obras, “irá ser efetuada uma fiscalização casa a casa para identificar todas as residências que não estejam ligadas à rede de saneamento básico”. Até agora, este levantamento não foi feito, tendo em conta que “a parte pública também estava a falhar”, logo não havia legalidade para exigir que todas as residências estivessem a cumprir a lei.
Com a construção da estação elevatória, o cenário muda de figura. “Sabemos que existem casas que estão a remeter as fossas céticas ilegalmente para a lagoa”, confessa Paulo Inácio, garantindo que todos esses “casos serão sinalizados”. Depois será dado um período para que os proprietários infratores se liguem à rede de saneamento básico de forma voluntária. “Ultrapassado esse período, iremos responsabilizar os proprietários e aplicar as coimas devidas”, afirma o presidente da Câmara de Alcobaça.
Numa das últimas Assembleias Municipais, António Ascenso, deputado em substituição da bancada do PS, apelou à intervenção da Câmara no processo de fiscalização e punição dos infratores. Segundo António Ascenso, são mais de 40 as casas que se encontram a remeter as águas residuais para o lençol freático da lagoa.
Na semana passada, os serviços da Câmara de Alcobaça limparam a zona envolvente da Lagoa, eliminando as zonas de mato e caniçais.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Adiamento do percurso interpretativo da Lagoa de Pataias

A informação no jornal digital Tintafresca
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=102f7463-74ca-495d-87a5-8feda30cb533&edition=171


Devido ao mau tempo

Percurso interpretativo na Lagoa de Pataias adiado para os dias 8 e 9 de fevereiro
Integrado nas Comemorações do Dia Mundial das Zonas Húmidas, o Município de Alcobaça irá promover um percurso interpretativo na Lagoa de Pataias, nos dias 8 e 9 de fevereiro de 2015 (esta atividade, inicialmente prevista para os dias 1, 2 e 3 de fevereiro, foi adiada devido ao mau tempo). O objetivo passa por conhecer a Lagoa de Pataias, compreender as suas funções sociais, económicas e ambientais, identificar impactos negativos no ecossistema e compreender como podem ser minimizados.

Público-alvo / NOVA DATA / Horários:

Escolas, IPPS's e Universidades Sénior - dias 9 e 10 de fevereiro / 10h30-12h00 e 13h30-15h30

Inscrições:

sofia.quaresma@cm-alcobaca.pt (não se garante transporte nos dias de semana)
Existem muitas definições para o termo "Zonas Húmidas", algumas baseadas em critérios principalmente ecológicos e outras orientadas para questões associadas à sua gestão. A Convenção sobre Zonas Húmidas (ou Convenção de Ramsar) adotou uma definição extremamente ampla:
- áreas de sapal, paul, turfeira, ou água, sejam naturais ou artificiais, permanentes ou temporários, com água que está estagnada ou corrente, doce, salobra ou salgada, incluindo águas marinhas cuja profundidade na maré baixa não exceda seis metros? A esta acrescenta, com a última revisão, que:
As "Zonas Húmidas" podem incluir zonas ribeirinhas ou costeiras a elas adjacentes, assim como ilhéus ou massas de água marinha com uma profundidade superior a seis metros em maré baixa, integradas dentro dos limites da zona húmida.
Esta definição inclui, assim, todos os ambientes aquáticos do interior e a zona costeira marinha.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Consulta Pública - Abastecimento de Água e Saneamento de Águas Residuais

Consulta Pública - Abastecimento de Água e Saneamento de Águas Residuais
Mais informação em: http://www.apambiente.pt/

Plano Estratégico de Abastecimento de Água e Saneamento de Águas Residuais 2020

“PENSAAR 2020 - Uma nova estratégia para o setor de abastecimento de água e saneamento de águas residuais"

A proposta do PENSAAR 2020 – Uma nova Estratégia para o Setor de Abastecimento de Água e Saneamento de Águas Residuais – foi elaborada por uma comissão criada pelo despacho n.º 9304/2013, de 2 de julho, tendo por base os seguintes pressupostos:

Apoiar a nova estratégia para o setor nos pilares em que assentaram os anteriores planos estratégicos para o setor, designadamente o PEAASAR I (Plano Estratégico de Abastecimento de Água e de Saneamento de Águas Residuais 2000-2006) e o PEAASAR II para o período 2007-2013;
Identificar e clarificar de forma consistente os problemas que afetam o setor;
Definir a estratégia com base em objetivos de sustentabilidade em todas as suas vertentes – técnica, ambiental, económica, financeira e social – de modo a criar um contexto de aceitação global a médio (2014-20) e a longo prazo (para além de 2020);
Agregar essa estratégia de sustentabilidade a médio e longo prazo a uma parceria ganhadora em que todos os atores setoriais possam associar-se e obter ganhos partilhados, permitindo um salto qualitativo do setor, à semelhança do passado, quando foi possível reunir esse consenso e compromisso alargados;
Criar uma estratégia dinâmica cuja implementação possa ser assegurada através de um Grupo de Apoio à Gestão (GAG), que garanta o apoio à boa governança do setor de uma forma contínua, formulada no Plano de Gestão proposto, incluindo a monitorização e atualização anual do PENSAAR 2020 a partir de uma plataforma de informação setorial a nível nacional que integre os dados das entidades responsáveis pelo planeamento e regulação do setor, partilhada por todos os parceiros setoriais e acessível aos utilizadores e cidadãos;
Contribuir para um setor de excelência com desempenho elevado num contexto que exige também solidariedade e equidade, permitindo conciliar forças potencialmente divergentes intrínsecas a um setor que produz um bem económico e social.


Consulta Pública
Avaliação Ambiental Estratégica

Encontra-se a decorrer o procedimento de elaboração do Plano Estratégico de Abastecimento de Água e Saneamento de Águas Residuais 2020: “PENSAAR 2020 - Uma nova estratégia para o setor de abastecimento de água e saneamento de águas residuais" e respetiva Avaliação Ambiental, da qual a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) é a entidade responsável.

Neste enquadramento e de acordo com o previsto no artigo 7º do decreto-lei n.º 232/2007, de 15 de junho, estão disponíveis para Consulta Pública, o Plano, o Relatório Ambiental e o Resumo Não Técnico da Avaliação Ambiental. A consulta decorrerá durante 30 dias úteis de 15 de dezembro de 2014 a 27 de janeiro de 2015, encontrando-se os documentos disponíveis na Agência Portuguesa do Ambiente, nas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve.

Poderá ainda consultar os documentos aqui:

Resumo Não Técnico
http://www.apambiente.pt/_zdata/Politicas/Agua/PlaneamentoeGestao/PENSAAR2020/RNT_Relatorio_Ambiental_Preliminar_D.pdf

Relatório Ambiental Preliminar
http://www.apambiente.pt/_zdata/Politicas/Agua/PlaneamentoeGestao/PENSAAR2020/Relatorio_Ambiental_Preliminar_C.pdf

Relatório Preliminar - Volume 1
http://www.apambiente.pt/_zdata/DESTAQUES/2014/PENSAAR_2020_Relatorio_final_Volume1.pdf

Relatório Preliminar - Volume 2
http://www.apambiente.pt/_zdata/DESTAQUES/2014/PENSAAR_2020_Relatorio_final_Volume2.pdf

Relatório Preliminar - Volume 3
http://www.apambiente.pt/_zdata/DESTAQUES/2014/PENSAAR_2020_Relatorio_final_Volume3.pdf

No âmbito do processo de Consulta Pública serão consideradas e apreciadas todas as opiniões e sugestões relativas ao Plano e respetiva avaliação ambiental. Essas exposições deverão ser apresentadas por escrito e dirigidas ao Presidente do Conselho Diretivo da Agência Portuguesa do Ambiente e remetidas por via eletrónica para PENSAAR2020@apambiente.pt até à data de termo da consulta.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Microalgas de Pataias despertam interesse das arábias

A notícia na Gazeta das Caldas
http://www.gazetacaldas.com/44384/producao-de-microalgas-de-pataias-interessa-a-arabia-saudita/

Produção de microalgas de Pataias interessa à Arábia Saudita

O ministro das Pescas do Reino da Arábia Saudita, Jaber Al Sheri, esteve no concelho de Alcobaça acompanhado do secretário de Estado das Pescas, Manuel Pinto de Abreu, para conhecer a tecnologia de produção de microalgas desenvolvida na Algafarm do parque empresarial da Secil, em Pataias.
A visita resultou do interesse daquele país em importar a tecnologia da Algafarm, “que é única”, destacou Hermínio Rodrigues, vice-presidente da Câmara de Alcobaça.
A Algafarm, que labora desde 2007, aproveita o dióxido de carbono produzido pela fábrica de cimentos da Cibra como alimento para as microalgas, que consomem o carbono e libertam oxigénio através do processo de fotossíntese. A empresa, que é a única a trabalhar neste sector na Península Ibérica, estuda a produção de biocombustíveis a partir de microalgas e estima atingir no próximo ano um volume de vendas na ordem dos 6 milhões de euros. Para além dos combustíveis, as algas são aplicáveis nos ramos da alimentação, estética, cosmética e saúde.
A Algafarm já venceu, em 2009, o Prémio Nacional de Inovação Ambiental e foi segunda no European Environmental Press Award, em Paris.
Paulo Inácio, presidente da Câmara de Alcobaça, destacou ainda que a presença de Jabel Al Sheri representou também “uma oportunidade para falarmos de projectos nossos, para ver se entusiasmamos investidores internacionais”.
A visita do ministro saudita realizou-se no âmbito da Biomarine Business Convention, que decorreu na semana passada em Cascais.