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sexta-feira, 24 de agosto de 2018
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
quinta-feira, 26 de julho de 2018
sexta-feira, 16 de março de 2018
Doação de livros à Biblioteca de Pataias
A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/filha-doa-mil-livros-do-pai-biblioteca-de-pataias
Filha doa mil livros do pai à biblioteca de Pataias
O martingancense Severino da Silva tinha várias paixões na vida. Uma delas era a terra natal e a outra eram os livros. Depois do seu falecimento, no ano passado, a filha decidiu doar cerca de um milhar de livros do pai, antigo professor primário, à Biblioteca de Pataias.
A União de Freguesias de Pataias e Martingança organizou uma sessão de homenagem ao antigo professor na passada sexta-feira, na qual fez questão de agradecer o gesto de Severino da Silva e da sua filha, emigrada na Suíça. “Por razões familiares, a filha do benemérito não pôde estar presente. No seu lugar esteve um antigo amigo de Severino da Silva que presenciou a homenagem simbólica” que a União de Freguesias de Pataias e Martingança “fez questão de organizar em honra do doador”, explica o autarca Valter Ribeiro.
Severino da Silva esteve emigrado em Angola e, depois do 25 de Abril, regressou a Portugal para dar aulas de instrução primária em Vila Nova de Gaia. Durante a carreira de professor, desenvolveu um gosto especial pela história do Ultramar.
Os mil livros que faziam parte da biblioteca pessoal de Severino da Silva são, naturalmente, muito diversos. Mas os romances e os livros sobre História e, em particular, sobre a história das colónias portuguesas. “Trata-se de uma doação que vem enriquecer significativamente o espólio da biblioteca”, defende Valter Ribeiro. O presidente da União de Freguesias de Pataias e Martingança avança, aliás, que “devido ao grande número de volumes doados”, a Biblioteca de Pataias pode muito bem ser a “biblioteca do País com maior riqueza bibliográfica no que toca à História do Ultramar”.
http://regiaodecister.pt/noticias/filha-doa-mil-livros-do-pai-biblioteca-de-pataias
Filha doa mil livros do pai à biblioteca de Pataias
O martingancense Severino da Silva tinha várias paixões na vida. Uma delas era a terra natal e a outra eram os livros. Depois do seu falecimento, no ano passado, a filha decidiu doar cerca de um milhar de livros do pai, antigo professor primário, à Biblioteca de Pataias.
A União de Freguesias de Pataias e Martingança organizou uma sessão de homenagem ao antigo professor na passada sexta-feira, na qual fez questão de agradecer o gesto de Severino da Silva e da sua filha, emigrada na Suíça. “Por razões familiares, a filha do benemérito não pôde estar presente. No seu lugar esteve um antigo amigo de Severino da Silva que presenciou a homenagem simbólica” que a União de Freguesias de Pataias e Martingança “fez questão de organizar em honra do doador”, explica o autarca Valter Ribeiro.
Severino da Silva esteve emigrado em Angola e, depois do 25 de Abril, regressou a Portugal para dar aulas de instrução primária em Vila Nova de Gaia. Durante a carreira de professor, desenvolveu um gosto especial pela história do Ultramar.
Os mil livros que faziam parte da biblioteca pessoal de Severino da Silva são, naturalmente, muito diversos. Mas os romances e os livros sobre História e, em particular, sobre a história das colónias portuguesas. “Trata-se de uma doação que vem enriquecer significativamente o espólio da biblioteca”, defende Valter Ribeiro. O presidente da União de Freguesias de Pataias e Martingança avança, aliás, que “devido ao grande número de volumes doados”, a Biblioteca de Pataias pode muito bem ser a “biblioteca do País com maior riqueza bibliográfica no que toca à História do Ultramar”.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
Assembleia de Freguesia de Dezembro de 2017
Decorreu no passado dia 28 de dezembro de 2017 a primeira Assembleia de Freguesia do atual mandato autárquico. A Assembleia apresentou 8 pontos na ordem de trabalhos.
A recuperação do edifício das escolas velhas da praia das Paredes é o grande desígnio para o ano de 2018. A obra, que tem um custo total previsto de 150 mil euros, foi sujeita a candidatura no âmbito do FEDER e dos projetos comunitários do 2020. A informação presente no Orçamento de 2018 e Plano Plurianual de Investimentos da União de Freguesias, foi explicada pelo presidente da Junta. No total, e caso hajam fundos comunitários, haverá um investimento de 80 mil euros em 2017 e 70 mil euros em 2018.
O presidente da Junta afirmou ainda que uma solução semelhante (candidatura aos fundos comunitários) está a ser procurada para o edifício das antigas escolas primárias, onde se encontra instalada a Universidade Sénior, Biblioteca e Espaço Cultura. Propriedade da Câmara Municipal, o projeto de reabilitação/ requalificação do espaço andará sempre na ordem do milhão de euros.
Ainda na explanação do Orçamento de 2018 e Plano Plurianual de Investimentos, o presidente da Junta referiu a reflorestação da Alva de Pataias ardida em agosto de 2015. Apesar dos proventos recebidos pelo ICNF (Instituto de Conservação da natureza e das Florestas) relativo corte da madeira ardida (mais de 200 mil euros), o mesmo organismo solicitou uma verba de 7000 euros à autarquia para proceder rapidamente à rearborização da área. Esta, será feita com pinheiro manso (junto à lagoa de Pataias) e pinheiro bravo na restante área. Informou ainda, que devido ao incêndio deste ano, foi solicitado ao ICNF a suspensão do concurso público relativo ao corte da restante Alva de Pataias onde será ampliada a Área Industrial.
Outro assunto em destaque foi a discussão do mapa de pessoal da União de Freguesias para 2018. Valter Ribeiro afirmou que os 9 lugares em aberto serão previsivelmente ocupados durante o ano, através da integração dos precários ao serviço da autarquia.
No período de antes da ordem do dia, as intervenções dos representantes eleitos pelo PS e pelo CDS foram dominadas (uma vez mais e como sempre) pela sinalética nos arruamentos da freguesia. Mereceu destaque apenas a intervenção de Célia Santos (PS) que questionou sobre a qualidade do abastecimento de água na freguesia, ao que lhe foi respondido que de acordo com os serviços municipalizados a água tem qualidade e que em janeiro a normalidade do serviço já estará reposta.
A recuperação do edifício das escolas velhas da praia das Paredes é o grande desígnio para o ano de 2018. A obra, que tem um custo total previsto de 150 mil euros, foi sujeita a candidatura no âmbito do FEDER e dos projetos comunitários do 2020. A informação presente no Orçamento de 2018 e Plano Plurianual de Investimentos da União de Freguesias, foi explicada pelo presidente da Junta. No total, e caso hajam fundos comunitários, haverá um investimento de 80 mil euros em 2017 e 70 mil euros em 2018.
O presidente da Junta afirmou ainda que uma solução semelhante (candidatura aos fundos comunitários) está a ser procurada para o edifício das antigas escolas primárias, onde se encontra instalada a Universidade Sénior, Biblioteca e Espaço Cultura. Propriedade da Câmara Municipal, o projeto de reabilitação/ requalificação do espaço andará sempre na ordem do milhão de euros.
Ainda na explanação do Orçamento de 2018 e Plano Plurianual de Investimentos, o presidente da Junta referiu a reflorestação da Alva de Pataias ardida em agosto de 2015. Apesar dos proventos recebidos pelo ICNF (Instituto de Conservação da natureza e das Florestas) relativo corte da madeira ardida (mais de 200 mil euros), o mesmo organismo solicitou uma verba de 7000 euros à autarquia para proceder rapidamente à rearborização da área. Esta, será feita com pinheiro manso (junto à lagoa de Pataias) e pinheiro bravo na restante área. Informou ainda, que devido ao incêndio deste ano, foi solicitado ao ICNF a suspensão do concurso público relativo ao corte da restante Alva de Pataias onde será ampliada a Área Industrial.
Outro assunto em destaque foi a discussão do mapa de pessoal da União de Freguesias para 2018. Valter Ribeiro afirmou que os 9 lugares em aberto serão previsivelmente ocupados durante o ano, através da integração dos precários ao serviço da autarquia.
No período de antes da ordem do dia, as intervenções dos representantes eleitos pelo PS e pelo CDS foram dominadas (uma vez mais e como sempre) pela sinalética nos arruamentos da freguesia. Mereceu destaque apenas a intervenção de Célia Santos (PS) que questionou sobre a qualidade do abastecimento de água na freguesia, ao que lhe foi respondido que de acordo com os serviços municipalizados a água tem qualidade e que em janeiro a normalidade do serviço já estará reposta.
sábado, 25 de novembro de 2017
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Bibliotecas de praia
A notícia em:
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2017-08-04-Mais-de-50-bibliotecas-em-praias-e-piscinas-em-todo-o-pais
PAÍS
Mais de 50 bibliotecas em praias e piscinas em todo o país
Mais de 50 praias e piscinas em todo o país já dispõem de bibliotecas de verão, espaços que disponibilizam gratuitamente livros, revistas e jornais para leitura e, nalguns casos, até internet e atividades para crianças.
O mapa das bibliotecas de praia e piscina de 2017, disponibilizado pela Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas (DGLAB), permite identificar 34 praias, 12 piscinas e cinco praias fluviais que, de norte a sul do país, dispõem destes polos sazonais pertencentes às bibliotecas municipais.
As bibliotecas de verão são espaços localizados em praias ou piscinas, que disponibilizam livros vários, desde literatura juvenil e infantil até literatura para adultos, em português, mas também em línguas estrangeiras, e em áreas que podem ir da banda desenhada ao romance e à ficção científica.
Muitas destas bibliotecas dispõem de acesso livre à internet, bem como atividades lúdicas dirigidas às crianças, desde jogos, a oficinas de expressão plástica, segundo informação disponibilizada em páginas de internet de municípios.
Algumas destas bibliotecas funcionam já há alguns anos, outras surgiram mais recentemente, como é o caso da biblioteca da praia de Faro, que abriu no início de julho deste ano e deverá manter-se até final de agosto, entre as 10h00 e as 18h00.
Ainda no Algarve, é possível requisitar livros, jornais ou revistas na biblioteca da praia de Monte Gordo (existente desde 2015), em Vila Real de Santo António.
As praias do Carvalhal e de Melides, em Grândola, no Alentejo, convidam igualmente os visitantes a ler no areal, sem terem de carregar de casa livros ou revistas.
Em Sintra, a Praia Grande e Praia das Maçãs têm, desde o ano passado, esses espaços de leitura à beira mar, que disponibilizam ao público livros, jogos e acesso "wireless", de 15 de julho a 18 de setembro, todos os dias, das 10h00 às 18h00, segundo informação da autarquia local.
Também o município de Oeiras conta com uma destas instalações na praia de Paço de Arcos, enquanto Sesimbra dispõe de quatro bibliotecas, nas praias de Lagoa de Albufeira, do Moinho de Baixo, da Califórnia e do Ouro, com livros, imprensa diária e diversas atividades lúdicas para os mais novos.
No norte do país, as bibliotecas estão distribuídas por locais como Figueira da Foz (Praia da Torre do Relógio), Póvoa de Varzim (Praia da Lagoa e Diana Bar), Viana do Castelo (Praia do Norte) ou Esposende (Praias de Cepães, Suave mar, Ofir e Apúlia).
Nas regiões interiores, que não estão servidas de praia, é possível descansar entre banhos na companhia de livros e jornais disponibilizados por bibliotecas de piscina, como é o caso das piscinas de Guimarães, Vila Nova de Foz Coa e Ferreira do Alentejo, ou por bibliotecas situadas em praias fluviais, como a de Zibreiros (Gondomar), Ana de Aviz (Figueiró dos Vinhos), Rio de Figueira (Santiago do Cacém) e Tapada Grande (Mértola).
Comentário
Ainda sou do tempo em que, quando se falou pela primeira vez, abrir uma biblioteca de praia em Paredes da Vitória, só faltou chamar tonto a quem apresentou a ideia. Mas lá que pensaram, pensaram. Mas também como isso não representava custos para a Junta e todo o trabalho foi feito à pala, de borla, por um conjunto de voluntários idiotas (leia-se, cheios de ideias), não havia problema.
Hoje em dia, a Biblioteca de Verão de Paredes da Vitória é um marco incontornável na praia, de tal forma, que até a Câmara Municipal nos seus cartazes faz referência à mesma.
No entanto, quando se olha para as bibliotecas de Paredes e de S. Martinho do Porto, a diferença é enorme.
Em S. Martinho do Porto, a responsabilidade é da Biblioteca Municipal e da Câmara Municipal tendo 8 (oito!) funcionários que asseguram o seu funcionamento.
Em Paredes da Vitória, a responsabilidade é da Junta da União de Freguesias de Pataias e Martingança que tem 2 (dois) funcionários, que inclusivamente têm de gozar férias nos meses de julho e agosto porque no resto do ano são precisos em Pataias para assegurar a Universidade Sénior. Ou seja, na maior parte do Verão a biblioteca de praia de Paredes da Vitória funciona com 1 (um) funcionário (da junta). Isso não é obstáculo para que a Câmara faça referência à biblioteca das Paredes como uma das suas (da Câmara) iniciativa para verão no litoral norte do concelho. Mas na prática, o que contribui para isso: ZERO.
E o que faz a Junta da União de Freguesias para capitalizar esse grande trabalho em prol do turismo das Paredes, nomeadamente exigindo à Câmara apoios para que a biblioteca de verão funcione ainda melhor, ou qualquer outra melhoria no apoio ao turismo no litoral da freguesia: NADA.
Ou seja, o trabalho e o mérito são da Junta mas quem colhe os louros são da Câmara.
Ele há coisas assim...
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2017-08-04-Mais-de-50-bibliotecas-em-praias-e-piscinas-em-todo-o-pais
PAÍS
Mais de 50 bibliotecas em praias e piscinas em todo o país
Mais de 50 praias e piscinas em todo o país já dispõem de bibliotecas de verão, espaços que disponibilizam gratuitamente livros, revistas e jornais para leitura e, nalguns casos, até internet e atividades para crianças.
O mapa das bibliotecas de praia e piscina de 2017, disponibilizado pela Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas (DGLAB), permite identificar 34 praias, 12 piscinas e cinco praias fluviais que, de norte a sul do país, dispõem destes polos sazonais pertencentes às bibliotecas municipais.
As bibliotecas de verão são espaços localizados em praias ou piscinas, que disponibilizam livros vários, desde literatura juvenil e infantil até literatura para adultos, em português, mas também em línguas estrangeiras, e em áreas que podem ir da banda desenhada ao romance e à ficção científica.
Muitas destas bibliotecas dispõem de acesso livre à internet, bem como atividades lúdicas dirigidas às crianças, desde jogos, a oficinas de expressão plástica, segundo informação disponibilizada em páginas de internet de municípios.
Algumas destas bibliotecas funcionam já há alguns anos, outras surgiram mais recentemente, como é o caso da biblioteca da praia de Faro, que abriu no início de julho deste ano e deverá manter-se até final de agosto, entre as 10h00 e as 18h00.
Ainda no Algarve, é possível requisitar livros, jornais ou revistas na biblioteca da praia de Monte Gordo (existente desde 2015), em Vila Real de Santo António.
As praias do Carvalhal e de Melides, em Grândola, no Alentejo, convidam igualmente os visitantes a ler no areal, sem terem de carregar de casa livros ou revistas.
Em Sintra, a Praia Grande e Praia das Maçãs têm, desde o ano passado, esses espaços de leitura à beira mar, que disponibilizam ao público livros, jogos e acesso "wireless", de 15 de julho a 18 de setembro, todos os dias, das 10h00 às 18h00, segundo informação da autarquia local.
Também o município de Oeiras conta com uma destas instalações na praia de Paço de Arcos, enquanto Sesimbra dispõe de quatro bibliotecas, nas praias de Lagoa de Albufeira, do Moinho de Baixo, da Califórnia e do Ouro, com livros, imprensa diária e diversas atividades lúdicas para os mais novos.
No norte do país, as bibliotecas estão distribuídas por locais como Figueira da Foz (Praia da Torre do Relógio), Póvoa de Varzim (Praia da Lagoa e Diana Bar), Viana do Castelo (Praia do Norte) ou Esposende (Praias de Cepães, Suave mar, Ofir e Apúlia).
Nas regiões interiores, que não estão servidas de praia, é possível descansar entre banhos na companhia de livros e jornais disponibilizados por bibliotecas de piscina, como é o caso das piscinas de Guimarães, Vila Nova de Foz Coa e Ferreira do Alentejo, ou por bibliotecas situadas em praias fluviais, como a de Zibreiros (Gondomar), Ana de Aviz (Figueiró dos Vinhos), Rio de Figueira (Santiago do Cacém) e Tapada Grande (Mértola).
Bibliotecas Municipais de Praia em 2017
Comentário
Ainda sou do tempo em que, quando se falou pela primeira vez, abrir uma biblioteca de praia em Paredes da Vitória, só faltou chamar tonto a quem apresentou a ideia. Mas lá que pensaram, pensaram. Mas também como isso não representava custos para a Junta e todo o trabalho foi feito à pala, de borla, por um conjunto de voluntários idiotas (leia-se, cheios de ideias), não havia problema.
Hoje em dia, a Biblioteca de Verão de Paredes da Vitória é um marco incontornável na praia, de tal forma, que até a Câmara Municipal nos seus cartazes faz referência à mesma.
No entanto, quando se olha para as bibliotecas de Paredes e de S. Martinho do Porto, a diferença é enorme.
Em S. Martinho do Porto, a responsabilidade é da Biblioteca Municipal e da Câmara Municipal tendo 8 (oito!) funcionários que asseguram o seu funcionamento.
Em Paredes da Vitória, a responsabilidade é da Junta da União de Freguesias de Pataias e Martingança que tem 2 (dois) funcionários, que inclusivamente têm de gozar férias nos meses de julho e agosto porque no resto do ano são precisos em Pataias para assegurar a Universidade Sénior. Ou seja, na maior parte do Verão a biblioteca de praia de Paredes da Vitória funciona com 1 (um) funcionário (da junta). Isso não é obstáculo para que a Câmara faça referência à biblioteca das Paredes como uma das suas (da Câmara) iniciativa para verão no litoral norte do concelho. Mas na prática, o que contribui para isso: ZERO.
E o que faz a Junta da União de Freguesias para capitalizar esse grande trabalho em prol do turismo das Paredes, nomeadamente exigindo à Câmara apoios para que a biblioteca de verão funcione ainda melhor, ou qualquer outra melhoria no apoio ao turismo no litoral da freguesia: NADA.
Ou seja, o trabalho e o mérito são da Junta mas quem colhe os louros são da Câmara.
Ele há coisas assim...
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Biblioteca de Verão na praia das Paredes
A notícia na edição 1195 do Região de Cister de 7 de julho de 2016
Pataias
Biblioteca de Pataias "viaja" até à praia de Paredes da Vitória
A Biblioteca de Pataias já se “instalou” no Espaço da Biblioteca de Verão na Praia das Paredes de Vitória, à semelhança do que tem acontecido em anos anteriores.
Os veraneantes poderão requisitar livros para levar para a praia ou para casa, e ter acesso a jogos infantis e juvenis e à Internet. Até final deste mês estão agendadas atividades para as crianças todos os dias, das 14 às 15 horas.
Pataias
Biblioteca de Pataias "viaja" até à praia de Paredes da Vitória
A Biblioteca de Pataias já se “instalou” no Espaço da Biblioteca de Verão na Praia das Paredes de Vitória, à semelhança do que tem acontecido em anos anteriores.
Os veraneantes poderão requisitar livros para levar para a praia ou para casa, e ter acesso a jogos infantis e juvenis e à Internet. Até final deste mês estão agendadas atividades para as crianças todos os dias, das 14 às 15 horas.
terça-feira, 5 de julho de 2016
terça-feira, 3 de maio de 2016
segunda-feira, 14 de março de 2016
A Rede de Bibliotecas do Concelho de Alcobaça, em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares e com o Plano Nacional de Leitura vem apresentar o seu programa da Semana da Leitura, que irá realizar-se na próxima semana, entre 14 e 18 de março.As escolas são desafiadas pelo Plano Nacional de Leitura a fazerem a festa do livro e da leitura.
Na 10ª edição da SEMANA DA LEITURA, sugere-se que, a par do prazer de ler, se criem momentos de reflexão em torno de questões atuais e determinantes, como a globalização e a necessidade de aprendermos a lidar com a complexidade de um mundo heterogéneo, desenvolvendo ELOS que suportem o entendimento entre os povos. A leitura suporta e ilustra a diferença, o pluralismo e a multiculturalidade, criando elos de informação e de compreensão que nos ajudam a lidar com a heterogeneidade da Humanidade e a aceitarmos valores universais, unindo-nos em torno dos direitos humanos, na construção de sociedades inclusivas.
O evento é aberto ao público em geral e terá entrada gratuita.
Promovendo estes Elos de Leitura, a Biblioteca Municipal de Alcobaça, o Externato Cooperativo da Benedita e o Centro de Estudos Superiores da Universidade de Coimbra em Alcobaça, enquanto membros igualmente fundadores da Rede de Bibliotecas do Concelho de Alcobaça, também quiseram integrar os festejos e, juntos, prepararam um atrativo programa para que toda a comunidade pudesse participar.
Assim, os festejos terão abertura oficial na próxima segunda-feira, dia 14 de março, pelas 15h, no Jardim do Amor (traseiras da Biblioteca Municipal de Alcobaça), com a realização de um LANCHE COM LEITURAS.
Os alunos das escolas envolvidas (Agrupamento de Escolas de Cister, Agrupamento de Escolas da Benedita, Agrupamento de Escolas de São Martinho do Porto e Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Cister) irão declamar leituras para os participantes e os alunos da EPADRC, além das leituras, irão também presentear os presentes com um pequeno lanche.
Serão instalados, nas árvores do jardim, pequenos apontamentos literários e haverá, ainda, surpresas e convidados.
A semana será preenchida com atividades individuais em cada biblioteca parceira e, nas noites de 15 e 17 março, serão promovidos SERÕES ENTRE LIVROS, nas Bibliotecas Escolares da Escola Básica e Secundária São Martinho do Porto, Escola Básica 2.º e 3.º Ciclo D. Pedro I e Escola Básica 2.º ciclo da Benedita, respetivamente. Na noite de 19 de março, a Biblioteca Municipal de Alcobaça convida todos os interessados a DORMIR ENTRE LIVROS, bastando inscrever-se atempadamente para o efeito.
A Semana da Leitura surge, pois, como uma grande festa, que envolve não só escolas e encarregados de educação, mas também autarquias, empresas, assim como escritores, artistas, jornalistas, atores ou individualidades públicas, que desenvolvem atividades de leitura junto das populações, ultrapassando-se em muito a sala de aula pela apropriação do espaço público, que se torna espaço de festa onde nascem e se cimentam ELOS de LEITURA.
Comentário
Porque é que a Biblioteca de Pataias não faz parte da rede de bibliotecas do concelho de Alcobaça?
quinta-feira, 10 de março de 2016
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Biblioteca de Pataias - Feira do Livro
Feira do Livro no Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias, de 10 a 19 de Dezembro, com o objetivo de comemorar o 3º aniversário do Espaço/ Biblioteca.
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
A biblioteca de Pataias em entrevista a blogue especializado
Vamos doar livros à nossa biblioteca
Uma entrevista do blogue "Vamos doar livros à nossa biblioteca" à Biblioteca de Pataias, que pode ser consultada (com fotografias que ilustram as atividades) em: http://vamosdoarlivrosanossabiblioteca-pt.blogspot.pt/2015/11/entrevista-biblioteca-de-pataias.html?spref=fb
Uma entrevista do blogue "Vamos doar livros à nossa biblioteca" à Biblioteca de Pataias, que pode ser consultada (com fotografias que ilustram as atividades) em: http://vamosdoarlivrosanossabiblioteca-pt.blogspot.pt/2015/11/entrevista-biblioteca-de-pataias.html?spref=fb
[Entrevista à...] Biblioteca de Pataias
Para ficarem a conhecer ainda melhor a Biblioteca de Pataias, aqui está a entrevista respondida pela responsável da biblioteca, Fátima Mota.
Liliana Carvalho (LC):
Biblioteca de Pataias (BP)
LC: Qual a história da Biblioteca de Pataias?
BP:O Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias foi inaugurado em 8 dezembro de 2012. A (re)abertura da biblioteca deve-se muito ao Sr. José Castro que tendo conhecimento da existência de um significativo número de livros arrumados em caixas na Junta de freguesia de Pataias (de uma antiga biblioteca), propôs e concretizou a sua abertura. As instalações encontram-se num edifício construído na década de 1940, inicialmente utilizado como escola primária, tendo sido depois usado como Casa do Povo e durante as décadas de 1980 e 1990 foi transformado em quartel dos bombeiros. Foi agora reconvertido em Espaço Cultural/Biblioteca Pataias.
O Espaço Cultural/ Biblioteca é propriedade da agora União de Freguesias de Pataias e Martingança. O funcionamento do espaço tem sido assegurado, maioritariamente, por um conjunto de voluntários que asseguram o respetivo funcionamento, desde o atendimento ao público, até tarefas como a catalogação dos livros, montagem de exposições e dinamização de atividades. Atualmente possui dois funcionários e dois voluntários e ainda um conjunto de colaboradores pontuais na realização de atividades específicas.
LC: Qual considera ser a importância das Bibliotecas na nossa comunidade/sociedade?
BP: As Bibliotecas desempenham um papel fundamental na promoção da leitura e da cultura das populações. No nosso caso, a articulação entre o Espaço Cultural e a Biblioteca tem resultado numa vasta dinamização de atividades, desde a promoção de palestras informativas relativas da mais variada temática e destinadas ao publico mais diversificado, passando pela realização de workshops e pequenos cursos, até aos saraus de poesia e literatura. A concretização de exposições temporárias de pintura e fotografia e a realização de passeios e visitas guiadas ao património local têm sido outros importantes vectores da nossa atividade. Ainda durante os meses de verão, a biblioteca é transferida para a praia de Paredes da Vitória, onde disponibiliza livros para os veraneantes, realiza exposições e promove atividades lúdicas para as crianças e visitas guiadas ao património histórico local.
É ainda efetuado pelo Espaço Cultural/ Biblioteca, a promoção da leitura, levando até às Instituições de Solidariedade Social (jardins de infância e lares de 3ª idade), de forma regular, livros e sessões de leitura e promovendo ainda o “Clube de Leitura” como atividade da Universidade Sénior de Pataias.
Todas estas atividades visam, por um lado, promover a oferta cultural à população local e por outro, promover um conjunto de atividades que de outra forma os diferentes setores da população dificilmente teriam acesso. Curiosamente, o número de leitores e de requisições, assim como o número de visitantes/ participantes nas nossas iniciativas tem vindo a crescer de forma lenta mas sustentável.
LC: Até que ponto as bibliotecas levam ao hábito da leitura?
BP: Como referi anteriormente, as atividades de promoção de leitura junto das Instituições da freguesia (Lares, Centros de Dia, Jardins de Infância, Universidade Sénior) têm-se refletido num aumento do número de leitores e de requisições de livros. Não é suficiente a simples existência da biblioteca, é muitas vezes necessário levar o livro até aos leitores e criar o hábito da leitura e do ouvir histórias e até de discutir/ conversar sobre os mesmos. Os hábitos de leitura é algo que se ganha através de um trabalho sistemático e permanente e não através de iniciativas pontuais. E aí, o lançamento e apresentação de livros, e a existência de saraus de poesia e culturais são outra forma de chegar até aos leitores, criando hábitos de ouvir (e falar) sobre livros, literatura, poesia e cultura.
LC: O que é que as pessoas que pretendem doar livros à BP têm de fazer, e como é gerido pela biblioteca a doação de livros por particulares?
BP: É muito simples. Basta entrar em contato com a Biblioteca, quer pessoalmente, quer por e-mail ou telefone. O Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias tem já pré-definidos um conjunto de documentos que permitem, de forma simples, ao dador definir os termos em que os documentos são doados e como deseja que sejam consultados.
Há depois algum tempo entre a doação e a disponibilização dos documentos aos utentes. Como é evidente, os mesmos têm de ser registados e catalogados, entre outras, de forma a que sejam disponibilizados ao público da melhor forma possível.
LC: Que tipo de artigos aceitam para doação?
BP: Para já não há restrições ao tipo de doações. Para além da Biblioteca, o Espaço Cultural funciona também como espaço de convívio e de internet, com salas para crianças, pelo que todos os materiais são bem vindos, inclusive jogos computador e playstation, além dos jogos didácticos. Curiosamente, temos também recebido objetos e documentação diversa que mais tarde será integrada num futuro museu etnográfico da freguesia. Temos ainda uma secção de manuais escolares que estão atualmente em utilização e que são orientados para famílias que necessitem deles com a coordenação da assistente social ou que são utilizados pelos alunos e professores da universidade sénior.
Nota pessoal LC: A Biblioteca de Pataias também aceita com muito agrado livros de culinária, costura, croché, bordados, artesanato, auto-ajuda, e claro, livros que despertem muito o interesse das crianças.
LC: E quais o que não aceitam como doação?
BP: Como referi, de momento aceitamos tudo, fazendo depois a distribuição dos mesmos pelas diversas áreas: biblioteca, espaço cultural, serviço social, universidade sénior e núcleo museológico.
LC: A BP empresta outras coisas, além de livros?
BP: A biblioteca empresta também dvd`s e cd`s.
LC: Quando a biblioteca têm demasiados exemplares do mesmo livro, o que faz?
BP: Quando acontece, propomos fazer trocas com outras bibliotecas ou fazemos a distribuição dos mesmos pelas bibliotecas escolares locais.
LC: De que tipo de livros a BP tem maior necessidade?
BP: Todos, pois somos uma biblioteca pequena e recente e todos servirão para engrandecer e aumentar a oferta aos nossos utentes (ou leitores). No entanto, destacam-se os romances mais recentes e livros sobre a história local.
LC: Se os livros doados não ficarem na biblioteca e forem reencaminhados para outros sítios, os doadores serão avisados?
BP: Nenhum livro doado à biblioteca é reencaminhado para outro local.
LC: Os livros a que a biblioteca deixa de dar uso e são doados, a que instituições são doados, que instituições os aceitam?
BP: De momento, essa questão ainda não foi colocada.
LC: Fora as doações, quais os outros meios que a biblioteca tem para arranjar livros?
BP: A biblioteca tem um sistema de empréstimo dos particulares à biblioteca durante um determinado período tempo, que nos tem permitido suprir algumas lacunas. Temos ainda protocolos com outras bibliotecas que nos fazem empréstimos temporários dos seus livros, permitindo-nos assim ter sempre novidades para apresentar aos nossos leitores e utentes.
LC: O que fazem com os livros mais antigos, estragados, sem condições, “a cair aos pedaços”?
BP: Temos tentado a sua recuperação, através do trabalho de alguns voluntários e de um protocolo com a Universidade Sénior de Pataias através da disciplina de trabalhos manuais.
LC: Como são abatidos os livros que já não têm salvação possível?
BP: De momento, essa questão ainda não foi colocada. Como afirmei anteriormente, os livros em pior estado de conservação estão a tentar ser recuperados.
LC: Que tipo de livros são os mais requisitados?
BP: Os livros mais requisitados são os romances e novidades editoriais recentes e os livros para crianças.
LC: Quais os livros que não podem ser requisitados e porquê?
BP: Os livros do fundo local, dicionários e enciclopédias. Os livros de fundo local pelo seu valor e raridade (há pouquíssima informação publicada sobre a freguesia) e pela procura assídua que têm por parte de alguns investigadores, e os dicionários e enciclopédias para poderem estar sempre disponíveis. Temos também uma secção de livros mais antigos, de primeiras edições e edições raras, que pelo seu valor têm uma consulta condicionada.
LC: Quantos livros existem na BP?
BP: Aproximadamente 7000.
LC: Quem são os maiores doadores de livros à BP?
BP: Maioritariamente residentes na freguesia.
LC: Costumam colocar as novas aquisições em destaque? Onde?
BP: As aquisições e novidades são colocadas em sítio específico para efeito.
LC: Encontram-se na biblioteca livros noutras línguas? De que tipo? São requisitados?
BP: Sim, a biblioteca dispõe de livros em várias línguas (espanhol, inglês, francês e alemão) e de várias tipologias. Este tipo de livros são muito especialmente importantes e muito requisitados na biblioteca de verão na praia das Paredes da Vitória.
LC: Como estão organizadas as prateleiras? O que significa o número da lombada dos livros?
BP: A organização obedece à Classificação Decimal Universal. Na lombada é colocada uma abreviatura da notação da CDU, referente ao tema e ao nome do autor.
LC: Quais são os maiores utilizadores da biblioteca?
BP: O nosso público é variado, embora em virtude do espaço também ter uma Universidade Sénior o maior número é adultos.
LC: Que faixa etária mais frequentemente requisita livros na biblioteca?
BP: O público entre 8 e os 80 anos.
LC: Quem pode utilizar a biblioteca?
BP: Todos.
LC: Tem de se pagar alguma coisa para usar a biblioteca ou pelo cartão de utilizador?
BP: Não, todos os serviços são gratuitos.
LC: O que é necessário para fazer o cartão de utilizador da biblioteca BP?
BP: Para se tornar leitor, basta preencher uma ficha com os dados pessoais (nome, morada, contatos, BI).
LC: No caso de perder se perder o cartão da biblioteca, como se deve proceder?
BP: Solicitar a emissão de outro junto da biblioteca.
LC: As crianças podem fazer o cartão e requisitarem livros sozinhas? O que têm de fazer?
BP: Todas as crianças se podem inscrever. Contudo na ficha de inscrição tem de constar a autorização dos pais/ encarregados de educação para a inscrição.
LC: Quantos livros se pode levar por empréstimo? Qual o prazo da requisição? Pode renovar-se por mais dias? Quantos dias adicionais e como se faz para renovar o prazo de requisição?
BP: Pode requisitar 2 livros por um período de 15 dias, que pode, em certas circunstâncias, ser renovado por um período idêntico. A renovação pode ser feita pessoalmente ou pelos contactos da biblioteca.
LC: E outro material que se possa requisitar (filmes, jogos, cds de música, vhs, …) quantos se pode requisitar e prazos?
BP: Os dvd`s podem ser requisitados por 5 dias.
LC: O que se pode requisitar, no máximo, de uma só vez (x de livros + x de dvds, …) e por quanto tempo?
BP: 2 livros e 1 dvd, pelos prazos já referidos anteriormente.
LC: O que acontece quando se entrega livros fora do prazo? Há penalizações?
BP: Não há penalizações.
LC: Somos avisados de quando o prazo está para acabar ou que tipo de informação recebemos para saber o prazo de entrega?
BP: No cartão de utilizador o leitor sabe quando tem de entregar os livros e quando estão atrasados são avisados telefonicamente.
LC: Outra pessoa pode devolver os livros por mim? E requisitar por mim?
BP: A devolução pode ser feita por outra pessoa mas requisição tem ser feita obrigatoriamente pelo titular.
LC: Qual o nível de compromisso dos usuários da biblioteca em relação ao cumprimento do prazo de entrega dos livros?
BP: Regra geral e na sua vasta maioria, cumprem os prazos estipulados.
LC: Quem perder ou danificar um livro acidentalmente, o que tem de fazer? Qual o processo que se segue a partir dai?
BP: Se perder ou danificar o livro tem repôr o livro (de preferência) ou pagar o valor do mesmo.
LC: Quais os cuidados que as pessoas que requisitam os livros devem de ter com os mesmos, de modo a serem preservados?
BP: Os leitores devem ter o cuidado com o seu manuseamento, com a dobragem das lombadas e das páginas e o contacto com o pó, água, exposição excessiva à luz solar e com a proximidade de fontes de calor.
LC: Acontece ou já aconteceu quem requisite livros nunca mais os devolver? O que acontece nesses casos? E como evitar que isso aconteça?
BP: O leitor não pode voltar a requisitar.
LC: Que serviços da biblioteca se pode utilizar sem o cartão de leitor?
BP: A leitura e consulta de livros nas instalações da biblioteca.
LC: É mais comum as pessoas requisitarem livros ou ficarem a ler na biblioteca?
BP: As pessoas ficam a ler ou a estudar na biblioteca mas é mais comum requisitarem livros.
LC: Por que motivo é sempre pedido silêncio na biblioteca e por que motivo é tão importante as pessoas perceberem a importância desse pedido?
BP: As bibliotecas devem ter um ambiente tranquilo. O barulho, nomeadamente a conversa e o riso são fatores desestabilizadores da concentração de quem procura ler e estudar numa biblioteca. É uma simples questão de respeito pelos outros utilizadores.
LC: Qual o dia mais movimentado da biblioteca?
BP: Todos os dias são movimentados mas o mais movimentado é ao sábado.
LC: Como considera que deve ser uma biblioteca de qualidade?
BP: A biblioteca de qualidade é aquele que fornece informação à sua comunidade e que cria atividades que favoreçam os hábitos de leitura e interagir com públicos diversificados.
LC: Quantos funcionários existem e que tipo de funções desempenham na BP?
BP: A Biblioteca tem uma funcionária que desempenha as funções de bibliotecária e de gestão e ainda o desenvolvimento de promoção de atividades de leitura e uma outra que assegura outras funções administrativas e o atendimento ao público.
LC: Que tipo de atividades a BP oferece ao público?
BP: A biblioteca de Pataias através do “Carrinho de Aventuras” assegura a divulgação da leitura às instituições da freguesia. Dinamiza o “Clube de Leitura” como atividade na Universidade Sénior de Pataias. Apresenta exposições diversas, apresentações de livros, workshops e sessões de atividades especificas para as crianças em período de férias escolares; o “Encontro de Agulhas” que se reúne semanalmente e onde as participantes partilham conhecimentos nos bordados mas também camaradagem e afetos .
LC: Os autores de livros podem marcar palestras/apresentações dos seus livros na BP? Qual o processo que os interessados têm de seguir para o fazer e quais os custos?
BP: Os autores dos livros contactam a biblioteca e propõem a apresentação dos seus livros não tendo de pagar nada para o efeito.
LC: Quais os meios que a biblioteca usa para o incentivo à leitura?
BP: A Biblioteca leva a leitura as instituições da freguesia que vai desde os jardins de infância até aos lares .E convida as escolas da freguesia a visitarem o espaço e a participarem nas atividades da biblioteca.
LC: Quais os espaços da BP mais visitados/usados?
BP: Todos.
LC: A biblioteca é também utlizada para outras atividades, por exemplo reuniões, festas, entrevistas?
BP: Sim nomeadamente em parceria com a Universidade Sénior de Pataias. O espaço tem sido utilizado também para a apresentação de livros, a realização de saraus ou a comemoração de datas específicas (Dia da Criança, por exemplo).
LC: Que potencialidades acha que a BP poderá oferecer no futuro?
BP: A biblioteca é neste momento um espaço transversal na oferta cultural local. Em termos futuros, a constituição de um acervo local de cariz fotográfico e multimédia é uma das nossas aspirações, a criação de um espaço museológico e a dinamização de conferências e tertúlias de temáticas diversas, mas sobretudo de cariz/ interesse local.
LC: Em termos de espaços, considera a BP atrativa e funcional?
BP: Não, ainda temos muitas lacunas pois o espaço originalmente não foi idealizado para ser utilizado como espaço cultural e biblioteca. Tem existido um esforço em adaptar as instalações às necessidades mas há um evidente desajustamento entre a qualidade dos espaços existentes e os fins a que se destinam, assim como falta de salas para os mais diversos fins (leitura, arquivo, serviços administrativos).
LC: Quais considera serem as maiores limitações da biblioteca?
BP: Como referido, as maiores limitações é em termos de espaço e de material de apoio à biblioteca, assim como a insuficiência de recursos humanos.
LC: A biblioteca tem um catálogo online onde se pode consultar os livros disponíveis para empréstimo? Qual o link? E como podem os usuários inscrever-se para ter acesso online?
BP: Não existe de momento um catálogo online.No entanto podem consultar as novidades no blog da biblioteca.
LC: Se não encontro o que procuro, a quem me posso dirigir para me ajudar?
BP: Pode pedir ajuda aos funcionários.
LC: Podemos usar os computadores da biblioteca? Ouvir música? Ver filmes? Fazer impressões/tirar fotocópias? Quais as regras?
BP: A biblioteca possui computadores disponíveis para uso dos utilizadores, com acesso à internet. Há ainda equipamentos disponíveis para ouvir música, ver televisão ou DVD’s. No entanto, para acesso a estes equipamentos é necessário estar inscrito como utente da biblioteca.
LC: Acha que os livros impressos serão sempre valorizados ou já sofrem com a era da Internet?
BP: Os livros continuam a ter um encanto especial. É notório que as novas tecnologias e a própria internet vieram facilitar o acesso ao conhecimento e representam um atrativo que a leitura, aparentemente, não consegue oferecer. No entanto, um livro continua a exercer um fascínio único e a descoberta de um livro, seja em que idade for ou de que tipo for, é sempre uma ocasião única e insubstituível. A internet apenas complementa a utilização do livro.
LC: Que diferenças se notaram na biblioteca nos últimos 5 anos?
BP: A biblioteca ainda é ainda muito recente (vai para o 3º ano) mas o que se nota é um acréscimo de público e em consequência das atividades da Biblioteca que é já ponto de referência na freguesia.
LC: Que funções a biblioteca desempenha agora, que não desempenhava antes?
BP: Como referi, a biblioteca é muito recente e está integrada com o espaço cultural. Estamos ainda numa fase inicial de aprendizagem e descoberta, pelo que ainda não é possível fazer esse balanço.
LC: Atualmente, quais as maiores dificuldades que a BP atravessa?
BP: As principais dificuldades estão relacionadas com a falta de espaço que decorre não só da maior procura por parte do público, mas também do aumento do espólio da biblioteca. Há ainda necessidades ao nível da climatização e da melhoria do conforto/comodidade das instalações. Há ainda uma lacuna ou nível dos recursos humanos e da formação dos mesmos.
LC: E o que é mais compensador, no meio de tudo?
BP: A Biblioteca é um espaço onde o público se sente bem, num ambiente familiar com atividades direcionadas a públicos diversificados. A reação das pessoas às iniciativas e as críticas recebidas (na maior parte positivas) acabam por compensar a maioria das dificuldades encontradas.
LC: Considera que a biblioteca tem horários compatíveis com as necessidades de quem a frequenta? Qual é o horário?
BP: Segunda feira das 09:00 às 12:30 e das 13:30 às 18:00
Terça a Sexta-feira das 09:00 às 18:00.
Sábado das 09:30 às 12:30 e das 13:30 às 17:30.
LC: Como podem as pessoas fazer para receber as novidades (newsletter) da biblioteca no e-mail?
BP: As novidades estão disponíveis através do blog da biblioteca de Pataias: http://bibliotecadepataias.blogspot.pt/ ou o grupo do facebook.
LC: Que mensagem gostaria de transmitir aos leitores desta entrevista?
BP: Fica o convite para nos visitar e participar nas nossas atividades.
Entrevista respondida por:
Fátima Mota , Responsável pela Biblioteca
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Bibliotecas do concelho - cartão único
A notícia em:
http://cister.fm/cister/noticias/cultura-e-musica/camara-municipal-cria-cartao-unico-da-rede-de-bibliotecas-do-concelho-de-alcobaca/
Câmara Municipal cria Cartão Único da Rede de Bibliotecas do Concelho de Alcobaça
Para assinalar o Dia da Biblioteca Escolar em Portugal, a 26 de outubro, a Câmara Municipal de Alcobaça deu início à iniciativa “Cartão Único da Rede de Bibliotecas do Concelho de Alcobaça” com uma entrega simbólica do cartão na escola EB2/3 e Secundária de São Martinho do Porto.
Perante uma plateia de alunos que frequentam regularmente a biblioteca da escola, a vereadora da Educação, Inês Silva, apelou para a “importância da leitura e para o valor da persistência quando se inicia um novo livro da mesma forma que se inicia uma etapa nova na vida”. A autarca destacou esta iniciativa da Câmara de Alcobaça como “uma estratégia de promoção e de facilitação do acesso ao conhecimento.
Deste modo um aluno do concelho de Alcobaça tem à sua disposição todo o espólio bibliográfico de modo a que possa realizar o seu trabalho sem constrangimentos geográficos e/ou burocráticos.” Com este cartão e a par dos utilizadores da Biblioteca Municipal de Alcobaça, todas as crianças e jovens que frequentam os jardins de infância e as escolas do Concelho de Alcobaça, passam a dispor de um cartão único que lhes permite, simultaneamente, aceder ao serviço de empréstimo na Biblioteca Municipal de Alcobaça e nas bibliotecas escolares da Rede, a saber:
Escola Secundária D. Inês de Castro;
EB2/3 Frei Estêvão Martins;
EB2/3 D. Pedro I;
Centro Escolar de Alcobaça;
EB2/3 de Pataias;
EB1 de Pataias;
EB2 Frei António Brandão;
Centro Escolar da Benedita;
EB1 do Vimeiro;
EB1 do Ardido;
Externato Cooperativo da Benedita;
EB2/3 e Secundária de São Martinho do Porto;
EB1 de São Martinho do Porto;
EB1 de Alfeizerão.
Foi também criada uma Base de Dados, consultável na internet, via http://biblioteca.cm-alcobaca.pt, ou a partir de qualquer biblioteca escolar concelhia, onde consta a totalidade do catálogo bibliográfico disponível no concelho de Alcobaça.
Comentário
A Biblioteca de Pataias ficou de fora desta iniciativa, não sequer recebido qualquer contacto no sentido de participar na mesma.
http://cister.fm/cister/noticias/cultura-e-musica/camara-municipal-cria-cartao-unico-da-rede-de-bibliotecas-do-concelho-de-alcobaca/
Câmara Municipal cria Cartão Único da Rede de Bibliotecas do Concelho de Alcobaça
Para assinalar o Dia da Biblioteca Escolar em Portugal, a 26 de outubro, a Câmara Municipal de Alcobaça deu início à iniciativa “Cartão Único da Rede de Bibliotecas do Concelho de Alcobaça” com uma entrega simbólica do cartão na escola EB2/3 e Secundária de São Martinho do Porto.
Perante uma plateia de alunos que frequentam regularmente a biblioteca da escola, a vereadora da Educação, Inês Silva, apelou para a “importância da leitura e para o valor da persistência quando se inicia um novo livro da mesma forma que se inicia uma etapa nova na vida”. A autarca destacou esta iniciativa da Câmara de Alcobaça como “uma estratégia de promoção e de facilitação do acesso ao conhecimento.
Deste modo um aluno do concelho de Alcobaça tem à sua disposição todo o espólio bibliográfico de modo a que possa realizar o seu trabalho sem constrangimentos geográficos e/ou burocráticos.” Com este cartão e a par dos utilizadores da Biblioteca Municipal de Alcobaça, todas as crianças e jovens que frequentam os jardins de infância e as escolas do Concelho de Alcobaça, passam a dispor de um cartão único que lhes permite, simultaneamente, aceder ao serviço de empréstimo na Biblioteca Municipal de Alcobaça e nas bibliotecas escolares da Rede, a saber:
Escola Secundária D. Inês de Castro;
EB2/3 Frei Estêvão Martins;
EB2/3 D. Pedro I;
Centro Escolar de Alcobaça;
EB2/3 de Pataias;
EB1 de Pataias;
EB2 Frei António Brandão;
Centro Escolar da Benedita;
EB1 do Vimeiro;
EB1 do Ardido;
Externato Cooperativo da Benedita;
EB2/3 e Secundária de São Martinho do Porto;
EB1 de São Martinho do Porto;
EB1 de Alfeizerão.
Foi também criada uma Base de Dados, consultável na internet, via http://biblioteca.cm-alcobaca.pt, ou a partir de qualquer biblioteca escolar concelhia, onde consta a totalidade do catálogo bibliográfico disponível no concelho de Alcobaça.
Comentário
A Biblioteca de Pataias ficou de fora desta iniciativa, não sequer recebido qualquer contacto no sentido de participar na mesma.
sábado, 10 de outubro de 2015
Importante espólio literário entregue à Biblioteca de Pataias
A notícia na edição 1155 do Região de Cister de 8 de outubro de 2015
Pataias - Obras literárias são de valor incalculável
Livros de Abílio Baldaque Romão foram doados à Biblioteca
Mais de 600 livros do espólio bibliotecário de Abílio Baldaque Coutinho Romão, filho de Abílio Coutinho Romão, foram oferecidos à Biblioteca de Pataias. “De valor incalculável”, o conjunto de obras agrupa livros de filosofia, política, literatura, história, economia e farmácia. A maioria das obras foi editada nas décadas de 60 e 70 do século passado, havendo mesmo vários livros com dedicatória dos autores da época.
Kant, Freud, Platão, Pablo Neruda, Sartre e Marx são alguns dos autores das obras que podem encontrar-se na Biblioteca de Pataias. Entre as seis centenas de livros existem várias primeiras edições, cujo valor vai ser agora apurado.
Fátima Mota, bibliotecária do Espaço Cultural de Pataias, garante que “há livros de valor incalculável”. As obras que perfilavam na biblioteca pessoal de Abílio Baldaque Coutinho Romão estão, para já, guardadas num lugar seguro até a autarquia decidir onde e como as vai colocar à disposição dos utentes da Biblioteca.
Valter Ribeiro, presidente da União de Freguesias de Pataias e Martingança, assume que o executivo vai “analisar a melhor forma de acondicionar e expor os livros”, tendo em conta que o espaço disponível na Biblioteca de Pataias não é suficiente para expor as 640 obras.
A solução poderá passar pelo adiamento da exposição das obras de Abílio Baldaque Coutinho Romão até que a Biblioteca de Pataias, a par dos serviços da Junta de Freguesia e da Universidade Sénior, passe para as instalações da EB 1 de Pataias, no próximo ano letivo, data em que a escola deverá ser transferida para as instalações da EB 2,3.
Apesar do apelido de Abílio Baldaque Coutinho Romão ser familiar aos pataienses, poucos saberão de quem estamos a falar. Filho de Abílio Coutinho Romão, herdou as várias farmácias que o pai detinha em Lisboa e em África, assim como a casa de Pataias, vulgarmente apelidade de “palacete”, devido à sua arquitetura.
Comentário
A quem impediu a destruição/ perda destes livros e que agora os fez chegar ao Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias, disponibilizando-os para o usufruto da população:
MUITO, MUITO OBRIGADO.
Pataias - Obras literárias são de valor incalculável
Livros de Abílio Baldaque Romão foram doados à Biblioteca
Mais de 600 livros do espólio bibliotecário de Abílio Baldaque Coutinho Romão, filho de Abílio Coutinho Romão, foram oferecidos à Biblioteca de Pataias. “De valor incalculável”, o conjunto de obras agrupa livros de filosofia, política, literatura, história, economia e farmácia. A maioria das obras foi editada nas décadas de 60 e 70 do século passado, havendo mesmo vários livros com dedicatória dos autores da época.
Kant, Freud, Platão, Pablo Neruda, Sartre e Marx são alguns dos autores das obras que podem encontrar-se na Biblioteca de Pataias. Entre as seis centenas de livros existem várias primeiras edições, cujo valor vai ser agora apurado.
Fátima Mota, bibliotecária do Espaço Cultural de Pataias, garante que “há livros de valor incalculável”. As obras que perfilavam na biblioteca pessoal de Abílio Baldaque Coutinho Romão estão, para já, guardadas num lugar seguro até a autarquia decidir onde e como as vai colocar à disposição dos utentes da Biblioteca.
Valter Ribeiro, presidente da União de Freguesias de Pataias e Martingança, assume que o executivo vai “analisar a melhor forma de acondicionar e expor os livros”, tendo em conta que o espaço disponível na Biblioteca de Pataias não é suficiente para expor as 640 obras.
A solução poderá passar pelo adiamento da exposição das obras de Abílio Baldaque Coutinho Romão até que a Biblioteca de Pataias, a par dos serviços da Junta de Freguesia e da Universidade Sénior, passe para as instalações da EB 1 de Pataias, no próximo ano letivo, data em que a escola deverá ser transferida para as instalações da EB 2,3.
Apesar do apelido de Abílio Baldaque Coutinho Romão ser familiar aos pataienses, poucos saberão de quem estamos a falar. Filho de Abílio Coutinho Romão, herdou as várias farmácias que o pai detinha em Lisboa e em África, assim como a casa de Pataias, vulgarmente apelidade de “palacete”, devido à sua arquitetura.
Comentário
A quem impediu a destruição/ perda destes livros e que agora os fez chegar ao Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias, disponibilizando-os para o usufruto da população:
MUITO, MUITO OBRIGADO.
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Biblioteca de verão ultrapassa o milhar de utentes
A notícia na edição 1153 do Região de Cister
Pataias
Biblioteca de Verão registou visita de 1.300 veraneantes
A Biblioteca de Verão de Paredes da Vitória encerrou a atividade no dia 31 de agosto, “com o sucesso habitual”, conforme confirmam os responsáveis pelo polo da Biblioteca/ Espaço Cultural de Pataias.
No decorrer do período de atividade, o espaço registou a visita de 1.324 veraneantes, que requisitaram 134 livros, consultaram jornais diários e regionais ou usaram a rede da Internet. Encerrada em julho e agosto, a Biblioteca de Pataias voltou a abrir portas no dia 1 de setembro. No próximo dia 5 de outubro aquele espaço é palco do regresso às aulas da Universidade Sénior de Pataias (USP), acolhendo até dia 9 a Semana Aberta da USP.
Pataias
Biblioteca de Verão registou visita de 1.300 veraneantes
A Biblioteca de Verão de Paredes da Vitória encerrou a atividade no dia 31 de agosto, “com o sucesso habitual”, conforme confirmam os responsáveis pelo polo da Biblioteca/ Espaço Cultural de Pataias.
No decorrer do período de atividade, o espaço registou a visita de 1.324 veraneantes, que requisitaram 134 livros, consultaram jornais diários e regionais ou usaram a rede da Internet. Encerrada em julho e agosto, a Biblioteca de Pataias voltou a abrir portas no dia 1 de setembro. No próximo dia 5 de outubro aquele espaço é palco do regresso às aulas da Universidade Sénior de Pataias (USP), acolhendo até dia 9 a Semana Aberta da USP.
sábado, 22 de agosto de 2015
Paredes da Vitória - atelier de aguarela
A notícia na edição 1148 do Região de Cister de 20 de agosto de 2015
Paredes da Vitória
Biblioteca de verão promove eventos para crianças e adultos
“A Ciência vai a banhos” é a sugestão para amanhã na Biblioteca de verão das Paredes da Vitória.
Aberta à participação de crianças com idade superior a seis anos, a iniciativa conta com inscrições gratuitas e tem início agendado para as 14:30 horas. Dirigidos aos adultos, a Biblioteca de Verão promove um workshop de aguarelas e sketchs urbanos, nos dias 29 e 30 de agosto. Orientado pelo arquiteto e aguarelista argentino-italiano Cláudio Pia, parte do workshop decorre ao ar livre, com o objetivo de se captarem cantos urbanos e paisagens. As inscrições encontram-se abertas pelo telemóvel 963 142 247 (Ana Sílvia Malhado) ou pelo email smalhado@gmail.com.
Paredes da Vitória
Biblioteca de verão promove eventos para crianças e adultos
“A Ciência vai a banhos” é a sugestão para amanhã na Biblioteca de verão das Paredes da Vitória.
Aberta à participação de crianças com idade superior a seis anos, a iniciativa conta com inscrições gratuitas e tem início agendado para as 14:30 horas. Dirigidos aos adultos, a Biblioteca de Verão promove um workshop de aguarelas e sketchs urbanos, nos dias 29 e 30 de agosto. Orientado pelo arquiteto e aguarelista argentino-italiano Cláudio Pia, parte do workshop decorre ao ar livre, com o objetivo de se captarem cantos urbanos e paisagens. As inscrições encontram-se abertas pelo telemóvel 963 142 247 (Ana Sílvia Malhado) ou pelo email smalhado@gmail.com.
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