Disponibilizado pelo Tiago Inácio
(Facebook - Gente que Ama Pataias, publicado em 14 de junho de 2018)
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domingo, 12 de agosto de 2018
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Inauguração da Cibra
Fotografia disponibilizada pelo Tiago Inácio
(Facebook - Gente que Ama Pataias, publicado a 13 de junho de 2018)
(Facebook - Gente que Ama Pataias, publicado a 13 de junho de 2018)
domingo, 12 de novembro de 2017
As atividades económicas em Pataias nos finais da década de 1940
«Sobre a indústria da cal branca há em número bastante elevado, os fornos de Pataias, que exportam para todo o país.
«Temos a considerar naquela localidade duas grandes fábricas de garrafas de vidro e uma na Martingança, as quais comportam uma população operária de 800 indivíduos de ambos os sexos.
«Com uma grandiosidade não só em edifícios como em área ocupada está a construir-se, em Pataias, uma fábrica denominada «Companhia Portuguesa de Cimentos Brancos» indústria esta que em muito fará prosperar não só auela região como ainda o concelho de Alcobaça e que certamente bastante contribuirá para a valorização económica do país.»
A freguesia de Pataias tinha, de acordo com os Censos de 1950, um total de 5666 habitantes, dos quais 2589 sabiam ler e escrever. A indústria vidreira empregava cerca de 800 trabalhadores.
Em 2011, de acordo com os Censos, as freguesias de Pataias e Martingança tinham uma população total de 6596 habitantes. A população empregada era de 2641 indivíduos, dos quais 1319 trabalhavam no sector seundário (Indústria e Construção Civil).
Por estas pequena amostra, pode deduzir-se da importância que a indústria vidreira tinha no emprego da freguesia de Pataias, no início da segunda metade do século XX.
«Temos a considerar naquela localidade duas grandes fábricas de garrafas de vidro e uma na Martingança, as quais comportam uma população operária de 800 indivíduos de ambos os sexos.
«Com uma grandiosidade não só em edifícios como em área ocupada está a construir-se, em Pataias, uma fábrica denominada «Companhia Portuguesa de Cimentos Brancos» indústria esta que em muito fará prosperar não só auela região como ainda o concelho de Alcobaça e que certamente bastante contribuirá para a valorização económica do país.»
Alberto Santos Carvalho, "Alguns apectos dos valores de Alcobaça e seu Concelho" in Segundo Congresso das Actividades do Distrito de Leiria, setembro de 1948
A freguesia de Pataias tinha, de acordo com os Censos de 1950, um total de 5666 habitantes, dos quais 2589 sabiam ler e escrever. A indústria vidreira empregava cerca de 800 trabalhadores.
Em 2011, de acordo com os Censos, as freguesias de Pataias e Martingança tinham uma população total de 6596 habitantes. A população empregada era de 2641 indivíduos, dos quais 1319 trabalhavam no sector seundário (Indústria e Construção Civil).
Por estas pequena amostra, pode deduzir-se da importância que a indústria vidreira tinha no emprego da freguesia de Pataias, no início da segunda metade do século XX.
sexta-feira, 8 de julho de 2016
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Secil Pataias - Declaração Ambiental 2013
Secil Pataias - Declaração Ambiental de 2013
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLc1dDOV9aSXduTGc/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLc1dDOV9aSXduTGc/view?usp=sharing
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Secil Pataias (Cibra) - Declarações ambientais 2006/2012
Depois do que se passou ("alguns" dias em aparente escape livre) e a pedido de algumas "famílias":
Declaração de impacto ambiental da exploração das pedreiras de Alva de Pataias e Olhos de Água (2006)
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLQnVTSjF6cnhUUDA/edit?usp=sharing
Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2006
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLWlhya2x5dXI0YVk/edit?usp=sharing
Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2007
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLRkhQSE9nbkpLaGc/edit?usp=sharing
Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2008
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLUUl4MjNhVkFKTjg/edit?usp=sharing
Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2009
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLd296TXZIeHJ3MlE/edit?usp=sharing
Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2010
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLTWFDRnF5a2tUeDg/edit?usp=sharing
Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2011
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLRDd0dHFFVGl6VTA/edit?usp=sharing
Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2012
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLLWZacHI0bTdXUzg/edit?usp=sharing
Declaração de impacto ambiental da exploração das pedreiras de Alva de Pataias e Olhos de Água (2006)
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLQnVTSjF6cnhUUDA/edit?usp=sharing
Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2006
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLWlhya2x5dXI0YVk/edit?usp=sharing
Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2007
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLRkhQSE9nbkpLaGc/edit?usp=sharing
Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2008
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLUUl4MjNhVkFKTjg/edit?usp=sharing
Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2009
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLd296TXZIeHJ3MlE/edit?usp=sharing
Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2010
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLTWFDRnF5a2tUeDg/edit?usp=sharing
Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2011
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLRDd0dHFFVGl6VTA/edit?usp=sharing
Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2012
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLLWZacHI0bTdXUzg/edit?usp=sharing
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Co-inicineração: garantias da Secil desvalorizadas
A notícia está na edição escrita nº959 do Região de Cister de 5 de Janeiro de 2012
Fábrica de Pataias afirma que exclui queima de resíduos perigosos
Advogado do grupo contra co-incineração desvaloriza garantias prestadas pela Secil
Depois de a Secil ter assegurado que não fará co-incineração de matérias perigosas na fábrica de Pataias, Castanheira Barros, o advogado do grupo que inclui várias câmaras e associações contra a co-incineração, veio a terreiro desvalorizar as garantias da empresa.
“Ao fim de 10 anos que já levo de luta contra a coincineração, o que os representantes da Secil afirmam entra-me por um ouvido e sai pelo outro”, refere o causídico, para quem “só os ingénuos é que acreditam que uma empresa produtora de cimento prescindirá de um negócio chorudo de muitos milhões de euros por ano em que ganha duplamente: pelo que poupa em carvão ou petcock e ainda pelo que recebe de quem produz os resíduos perigosos a queimar e que funcionam como combustível alternativo”.
A fábrica situada na freguesia de Pataias tem uma Comissão de Acompanhamento Ambiental, entidade que integra a Câmara de Alcobaça, a Junta de Freguesia de Pataias, o Agrupamento Escolar local, a Delegação de Saúde de Alcobaça, a Oikos - Associação de Defesa do Ambiente e do Património da Região de Leiria e a ADEPA - Associação de Defesa e Património de Alcobaça.
Fábrica de Pataias afirma que exclui queima de resíduos perigosos
Advogado do grupo contra co-incineração desvaloriza garantias prestadas pela Secil
Depois de a Secil ter assegurado que não fará co-incineração de matérias perigosas na fábrica de Pataias, Castanheira Barros, o advogado do grupo que inclui várias câmaras e associações contra a co-incineração, veio a terreiro desvalorizar as garantias da empresa.
“Ao fim de 10 anos que já levo de luta contra a coincineração, o que os representantes da Secil afirmam entra-me por um ouvido e sai pelo outro”, refere o causídico, para quem “só os ingénuos é que acreditam que uma empresa produtora de cimento prescindirá de um negócio chorudo de muitos milhões de euros por ano em que ganha duplamente: pelo que poupa em carvão ou petcock e ainda pelo que recebe de quem produz os resíduos perigosos a queimar e que funcionam como combustível alternativo”.
A fábrica situada na freguesia de Pataias tem uma Comissão de Acompanhamento Ambiental, entidade que integra a Câmara de Alcobaça, a Junta de Freguesia de Pataias, o Agrupamento Escolar local, a Delegação de Saúde de Alcobaça, a Oikos - Associação de Defesa do Ambiente e do Património da Região de Leiria e a ADEPA - Associação de Defesa e Património de Alcobaça.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Ainda a co-incineração em Pataias
Ainda a mesma notícia, desta vez na Rádio Cister.
Alcobaça de fora da co-incineração de resíduos perigosos
A Secil de Pataias não irá receber qualquer queima de resíduos industriais perigosos. A garantia foi dada à Câmara Municipal.
«A co-incineração, que esteve recentemente em consulta pública e incluía a cimenteira de Pataias, referia-se, no caso do concelho de Alcobaça, apenas à queima de resíduos normais», explicou Paulo Inácio, presidente da Câmara Municipal, depois de ter recebido a informação por parte da cimenteira, que por sua vez havia requerido explicações sobre todo o processo.
Pelo meio desta «não notícia», como apelidou Paulo Inácio, surgiu um advogado, Castanheira de Barros, que levantou a questão de Alcobaça nunca ter aderido a uma comissão de pessoas e municípios que se insurgiam contra a co-incineração, sendo mesmo a única autarquia a ter ficado de fora.
O autarca de Alcobaça reuniu com o causídico, que lhe confirmou não ter sido criada nenhuma entidade, nos últimos meses, com tal propósito.
Perante essa confirmação, Paulo Inácio volta a afirmar que Alcobaça nunca poderia aderir a algo que não existe e que, como tal, também nunca poderia ter surgido qualquer convite.
Entretanto, o Município de Alcobaça continua à espera de uma resposta da Agência Portuguesa do Ambiente, entidade responsável pela consulta pública sobre a co-incineração. Sobre esta última matéria, Paulo Inácio assegura que se manterá “vigilante”.
Alcobaça de fora da co-incineração de resíduos perigosos
A Secil de Pataias não irá receber qualquer queima de resíduos industriais perigosos. A garantia foi dada à Câmara Municipal.
«A co-incineração, que esteve recentemente em consulta pública e incluía a cimenteira de Pataias, referia-se, no caso do concelho de Alcobaça, apenas à queima de resíduos normais», explicou Paulo Inácio, presidente da Câmara Municipal, depois de ter recebido a informação por parte da cimenteira, que por sua vez havia requerido explicações sobre todo o processo.
Pelo meio desta «não notícia», como apelidou Paulo Inácio, surgiu um advogado, Castanheira de Barros, que levantou a questão de Alcobaça nunca ter aderido a uma comissão de pessoas e municípios que se insurgiam contra a co-incineração, sendo mesmo a única autarquia a ter ficado de fora.
O autarca de Alcobaça reuniu com o causídico, que lhe confirmou não ter sido criada nenhuma entidade, nos últimos meses, com tal propósito.
Perante essa confirmação, Paulo Inácio volta a afirmar que Alcobaça nunca poderia aderir a algo que não existe e que, como tal, também nunca poderia ter surgido qualquer convite.
Entretanto, o Município de Alcobaça continua à espera de uma resposta da Agência Portuguesa do Ambiente, entidade responsável pela consulta pública sobre a co-incineração. Sobre esta última matéria, Paulo Inácio assegura que se manterá “vigilante”.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Co-incineração em Pataias
Da edição 956 do Região de Cister de 15 de Dezembro, ainda os ecos e explicações da co-incineração.
Secil garante que não faz co-incineração de matérias perigosas em Pataias
A Fábrica Cibra-Pataias executa acções de co-incineração de resíduos industriais banais, como CDR ou pneus, e biomassa vegetal, "não estando prevista a co-incineração de resíduos industriais perigososa", assegura a Secil.
A empresa garante ainda que não equaciona iniciar o processo de queima de resíduos perigosos no concelho de Alcobaça, como acontece na unidade do Outão.
A Secil lembra também que o processo de consulta pública relativo à co-incineração em Pataias "decorreu dentro da legalidade, e com toda a normalidade, não sendo de conhecimento da empresa a existência de qualquer pedido de informação que não tenha sido respondido".
Entretanto, o presidente da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio, reuniu esta semana com o advogado Castanheira Barros, representante de uma comissão que inclui várias câmaras municipais, associações ambientais e grupos de cidadãos e que pretende travar a co-incineração de matérias perigosas em alguns locais do País. O encontro surgiu depois de, em notícia publicada na passada semana, Castanheira Barros ter garantido que a Câmara de Alcobaça não tinha respondido aos pedidos de reunião, enquanto Paulo Inácio disse que não recebeu qualquer pedido.
"Estou contra a queima de resíduos industriais perigosos, mas neste momento não posso estar contra o que não existe", afirmou Paulo Inácio esta segunda-feira na reunião do executivo. Na mesma reunião, os vereadores do PS, Jorge Agostinho, e da CDU, Rogério Raimundo, pediram à maioria social-democrata que, numa acção consertada com a empresa e o Ministério do Ambiente, informe os cidadãos dos níveis de poluição do ar e que transmita dados, de forma periódica, "para descansar a população".
Secil garante que não faz co-incineração de matérias perigosas em Pataias
A Fábrica Cibra-Pataias executa acções de co-incineração de resíduos industriais banais, como CDR ou pneus, e biomassa vegetal, "não estando prevista a co-incineração de resíduos industriais perigososa", assegura a Secil.
A empresa garante ainda que não equaciona iniciar o processo de queima de resíduos perigosos no concelho de Alcobaça, como acontece na unidade do Outão.
A Secil lembra também que o processo de consulta pública relativo à co-incineração em Pataias "decorreu dentro da legalidade, e com toda a normalidade, não sendo de conhecimento da empresa a existência de qualquer pedido de informação que não tenha sido respondido".
Entretanto, o presidente da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio, reuniu esta semana com o advogado Castanheira Barros, representante de uma comissão que inclui várias câmaras municipais, associações ambientais e grupos de cidadãos e que pretende travar a co-incineração de matérias perigosas em alguns locais do País. O encontro surgiu depois de, em notícia publicada na passada semana, Castanheira Barros ter garantido que a Câmara de Alcobaça não tinha respondido aos pedidos de reunião, enquanto Paulo Inácio disse que não recebeu qualquer pedido.
"Estou contra a queima de resíduos industriais perigosos, mas neste momento não posso estar contra o que não existe", afirmou Paulo Inácio esta segunda-feira na reunião do executivo. Na mesma reunião, os vereadores do PS, Jorge Agostinho, e da CDU, Rogério Raimundo, pediram à maioria social-democrata que, numa acção consertada com a empresa e o Ministério do Ambiente, informe os cidadãos dos níveis de poluição do ar e que transmita dados, de forma periódica, "para descansar a população".
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Reunião de Câmara - Assuntos sobre a freguesia
Da reunião de Câmara de 6 de Dezembro, os assuntos relativos à freguesia de Pataias (via blogue do vereador Rogério Raimundo). Consultar na íntegra em: http://uniralcobaca.blogspot.com/2011/12/52886dez201119h23-ordem-de-trabalhos-e.html
Paio do Meio
Moradores reclamam sobre licenciamento recente de pecuária e da falta de condições na paragem de autocarro.
Co-incineração na Cibra-Pataias
Vereador Jorge Agostinho declara-se favorável à co-incineração e recomenda que a população de Pataias seja informada regularmente sobre a qualidade do ar.
Presidente da Câmara e vereador Hermínio Rodrigues negam que esteja prevista co-incineração de resíduos perigosos para Pataias.
Vereador Rogério Raimundo diz, a propósito de reunião com Ministro do Ambiente sobre so-incineração, que, se a Câmara não foi convidada devia ter-se feito convidar «porque é assunto que compete à Câmara defender a saúde e a qualidade ambiental».
Perímetro urbano de Pedra do Ouro
Alteração ao Plano Director de Alcobaça – proposta de alteração por adaptação decorrente da entrada em vigor do POOC Alcobaça-Mafra.
Perímetro urbano de Água de Madeiros
Retificação do perímetro urbano de Água de Madeiros – correção de escalas.
Foi retirada da ordem de trabalhos a retificação do perímetro urbano de Paredes da Vitória.
Paio do Meio
Moradores reclamam sobre licenciamento recente de pecuária e da falta de condições na paragem de autocarro.
Co-incineração na Cibra-Pataias
Vereador Jorge Agostinho declara-se favorável à co-incineração e recomenda que a população de Pataias seja informada regularmente sobre a qualidade do ar.
Presidente da Câmara e vereador Hermínio Rodrigues negam que esteja prevista co-incineração de resíduos perigosos para Pataias.
Vereador Rogério Raimundo diz, a propósito de reunião com Ministro do Ambiente sobre so-incineração, que, se a Câmara não foi convidada devia ter-se feito convidar «porque é assunto que compete à Câmara defender a saúde e a qualidade ambiental».
Perímetro urbano de Pedra do Ouro
Alteração ao Plano Director de Alcobaça – proposta de alteração por adaptação decorrente da entrada em vigor do POOC Alcobaça-Mafra.
Perímetro urbano de Água de Madeiros
Retificação do perímetro urbano de Água de Madeiros – correção de escalas.
Foi retirada da ordem de trabalhos a retificação do perímetro urbano de Paredes da Vitória.
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Co-incineração em Pataias
Na edição escrita 955 do Região de Cister de 9 de Dezembro de 2012
Grupo que inclui quatro câmaras pediu audiência ao primeiro-ministro
Alcobaça fora de comissão contra a co-incineração
A Câmara de Alcobaça não integra uma comissão que inclui outras quatro autarquias, duas associações ambientais e um grupo de cidadãos e que aguarda uma reunião com o primeiro-ministro e a ministra do Ambiente para pedir ao Governo que revoge as licenças concedidas à Secil e à Cimpor para co-incineração de resíduos industriais perigosos. Castanheira Barros, o advogado que coordena a comissão, que integra as Câmaras de Coimbra, Setúbal, Palmela e Sesimbra, diz que não obteve qualquer resposta aos emails que enviou à Camara de Alcobaça, nem à conversa que manteve “com a secretária do presidente”. Por seu lado, Paulo Inácio garante não ter recebido qualquer pedido de reunião e diz desconhecer o assunto, que assegura ter ouvido pela primeira vez através do REGIÃO DE CISTER. “Vou tomar diligências no sentido de contactar os responsáveis”, acrescenta o presidente da Câmara de Alcobaça.
Em causa está o início da co-incineração de resíduos industriais perigosos na Secil, na freguesia de Pataias, mas também em outras cimenteiras do País, como as de Souselas e Outão. Ao que tudo indica, em Pataias iniciar-se-á a breve prazo.
A comissão contesta aquilo que considera “grosseiras anomalias” dos tribunais administrativos quanto às queixas e acções cautelares que têm vindo a ser apresentadas ao longo dos anos, tendo já feito seguir uma queixa para o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. A comissão quer sobretudo sensibilizar o Governo para os perigos do processo de queima daqueles resíduos, que, entre outros aspectos, “liberta para a atmosfera duas substâncias cancerígenas que se formam durante a combustão de resíduos”, garante Castanheira Barros em declarações ao REGIÃO DE CISTER.
A comissão assegura que apresentou “diversos pareceres que provam existir elevada perigosidade”, estudos esses elaborados por engenheiros superiores técnicos, biólogos e geógrafos. Como alternativa à co-incineração, o grupo apresenta a Pirólise, que é a queima de resíduos não recicláveis sem libertação de gases, uma solução que implica a criação de unidades de raiz para o efeito. “Este é, aliás, um método previsto no Decreto que consagra a co-incineração”, sublinha Castanheira Barros.
Em 2008, a Secil publicou um Estudo de Impacte Ambiental que fez, de forma voluntária, sobre a co-incineração de resíduos industriais perigosos na fábrica Secil-Outão. No documento, a empresa explica que “um dos modos de reduzir as exigências energéticas e a dependência do petróleo é através da co-incineração, que é a queima de resíduos que não possuam alternativa de tratamento “de uma forma ambientalmente correcta e economicamente viável”. Por outro lado, “a quantidade de metais preciosos e de cloro presente no combustível de uma fábrica de cimento é maior do que nos resíduos perigosos que a Secil se propõe valorizar”.
Já foi feita a consulta pública sobre o processo de coincineração na Secil de Pataias, pelo que o processo está em condições de avançar. “O facto de ter decorrido até 23 de Setembro a consulta pública para a co-incineração de resíduos perigosos na cimenteira da Secil de Pataias - Alcobaça prova que está em curso uma estratégia para fazer de Portugal o caixote do lixo da União Europeia”, escreveu Castanheira Barros num blogue.
Grupo que inclui quatro câmaras pediu audiência ao primeiro-ministro
Alcobaça fora de comissão contra a co-incineração
A Câmara de Alcobaça não integra uma comissão que inclui outras quatro autarquias, duas associações ambientais e um grupo de cidadãos e que aguarda uma reunião com o primeiro-ministro e a ministra do Ambiente para pedir ao Governo que revoge as licenças concedidas à Secil e à Cimpor para co-incineração de resíduos industriais perigosos. Castanheira Barros, o advogado que coordena a comissão, que integra as Câmaras de Coimbra, Setúbal, Palmela e Sesimbra, diz que não obteve qualquer resposta aos emails que enviou à Camara de Alcobaça, nem à conversa que manteve “com a secretária do presidente”. Por seu lado, Paulo Inácio garante não ter recebido qualquer pedido de reunião e diz desconhecer o assunto, que assegura ter ouvido pela primeira vez através do REGIÃO DE CISTER. “Vou tomar diligências no sentido de contactar os responsáveis”, acrescenta o presidente da Câmara de Alcobaça.
Em causa está o início da co-incineração de resíduos industriais perigosos na Secil, na freguesia de Pataias, mas também em outras cimenteiras do País, como as de Souselas e Outão. Ao que tudo indica, em Pataias iniciar-se-á a breve prazo.
A comissão contesta aquilo que considera “grosseiras anomalias” dos tribunais administrativos quanto às queixas e acções cautelares que têm vindo a ser apresentadas ao longo dos anos, tendo já feito seguir uma queixa para o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. A comissão quer sobretudo sensibilizar o Governo para os perigos do processo de queima daqueles resíduos, que, entre outros aspectos, “liberta para a atmosfera duas substâncias cancerígenas que se formam durante a combustão de resíduos”, garante Castanheira Barros em declarações ao REGIÃO DE CISTER.
A comissão assegura que apresentou “diversos pareceres que provam existir elevada perigosidade”, estudos esses elaborados por engenheiros superiores técnicos, biólogos e geógrafos. Como alternativa à co-incineração, o grupo apresenta a Pirólise, que é a queima de resíduos não recicláveis sem libertação de gases, uma solução que implica a criação de unidades de raiz para o efeito. “Este é, aliás, um método previsto no Decreto que consagra a co-incineração”, sublinha Castanheira Barros.
Em 2008, a Secil publicou um Estudo de Impacte Ambiental que fez, de forma voluntária, sobre a co-incineração de resíduos industriais perigosos na fábrica Secil-Outão. No documento, a empresa explica que “um dos modos de reduzir as exigências energéticas e a dependência do petróleo é através da co-incineração, que é a queima de resíduos que não possuam alternativa de tratamento “de uma forma ambientalmente correcta e economicamente viável”. Por outro lado, “a quantidade de metais preciosos e de cloro presente no combustível de uma fábrica de cimento é maior do que nos resíduos perigosos que a Secil se propõe valorizar”.
Já foi feita a consulta pública sobre o processo de coincineração na Secil de Pataias, pelo que o processo está em condições de avançar. “O facto de ter decorrido até 23 de Setembro a consulta pública para a co-incineração de resíduos perigosos na cimenteira da Secil de Pataias - Alcobaça prova que está em curso uma estratégia para fazer de Portugal o caixote do lixo da União Europeia”, escreveu Castanheira Barros num blogue.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Co-incineração em Pataias - Esclarecimento
Recebido via e-mail
A minha resposta
Exmo. Senhor Nuno Maia Silva
Agradeço desde já o seu contacto.
Depreendo que o seu contacto seja resultado de um post colocado no meu blogue «sapinhogelasio.blogspot.com» na passada 5ª feira dia 1 de Dezembro de 2011.
Cumpre informar, que o mesmo é, na sua essência e no que se refere à v/ empresa, uma cópia da notícia saída no diário digital «rostos» e que pode consultar no seguinte endereço http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=261273&mostra=2&seccao=moldura&titulo=Camaras-de-Setubal-Palmela-e-Sesimbra-b, também ele referido e disponível no mesmo post.
Relativamente ao processo de consulta pública de co-incineração, não é a sua legalidade que está em causa, mas a forma como a mesma decorreu, e o desconhecimento generalizado que a população da freguesia de Pataias teve do mesmo.
Como é óbvio, a Secil não tem qualquer responsabilidade na forma como decorreu a consulta pública.
No entanto, penso que a Cibra, numa política de transparência e de aproximação às populações directamente afectadas pelas suas actividades, deveria ter um papel mais pro-activo e de maior proximidade às populações locais na divulgação destas questões. Mas é apenas uma opinião.
Se algo falhou na questão da consulta pública, também na minha opinião, foi por parte das entidades oficiais, da Agência Portuguesa do Ambiente, da CCDR-LVT e do centralismo destes processos e da Câmara Municipal e Junta de Freguesia que deveriam ter especial atenção a estas questões.
Quanto à questão do tipo de resíduos co-incinerados em Pataias, agradeço o esclarecimento. Chamo no entanto a atenção que essa alusão não é minha e surge no corpo da notícia do diário digital «rostos» onde o advogado Castanheira de Barros é citado, e refere que «[...] Alcobaça, concelho onde deverão iniciar-se as primeiras operações de resíduos industriais perigosos».
Aproveito também a oportunidade para solicitar-lhe que, no desempenho das suas funções, estimule a Comissão de Acompanhamento Ambiental da Cibra-Pataias a divulgar as suas actividades e eventuais relatórios junto da população local. Certamente que uma maior proximidade entre todas as partes trará uma maior comunicação, uma informação mais clara e eventuais mal entendidos serão evitados.
Vou tomar a liberdade de divulgar o seu e-mail, por o achar pertinente e do maior interesse para a população de Pataias, esclarecendo cabalmente todas as questões.
Atenciosamente, ao seu dispor
Paulo Grilo
Exmo. Senhor Paulo Grilo
Tendo sido a nossa Empresa referida no vosso blogue, cumpre-nos esclarecer o seguinte:
O Processo de consulta pública relativo à co-incineração em Pataias decorreu dentro da legalidade, e com toda a normalidade, não sendo de conhecimento da Empresa a existência de qualquer pedido de informação que não tenha sido respondido.
A Fábrica Cibra-Pataias executa acções de co-incineração de Resíduos Industriais Banais, como CDR ou pneus, e biomassa vegetal, não estando prevista a co-incineração de resíduos industriais perigosos, pelo que as alusões a esse processo são desenquadradas, não fundamentadas e, logo, estéreis.
Cumprimentos
Nuno Maia Silva
Director
Departamento de Comunicação Institucional
Secil – Companhia Geral de Cal e Cimento, SA
A minha resposta
Exmo. Senhor Nuno Maia Silva
Agradeço desde já o seu contacto.
Depreendo que o seu contacto seja resultado de um post colocado no meu blogue «sapinhogelasio.blogspot.com» na passada 5ª feira dia 1 de Dezembro de 2011.
Cumpre informar, que o mesmo é, na sua essência e no que se refere à v/ empresa, uma cópia da notícia saída no diário digital «rostos» e que pode consultar no seguinte endereço http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=261273&mostra=2&seccao=moldura&titulo=Camaras-de-Setubal-Palmela-e-Sesimbra-b, também ele referido e disponível no mesmo post.
Relativamente ao processo de consulta pública de co-incineração, não é a sua legalidade que está em causa, mas a forma como a mesma decorreu, e o desconhecimento generalizado que a população da freguesia de Pataias teve do mesmo.
Como é óbvio, a Secil não tem qualquer responsabilidade na forma como decorreu a consulta pública.
No entanto, penso que a Cibra, numa política de transparência e de aproximação às populações directamente afectadas pelas suas actividades, deveria ter um papel mais pro-activo e de maior proximidade às populações locais na divulgação destas questões. Mas é apenas uma opinião.
Se algo falhou na questão da consulta pública, também na minha opinião, foi por parte das entidades oficiais, da Agência Portuguesa do Ambiente, da CCDR-LVT e do centralismo destes processos e da Câmara Municipal e Junta de Freguesia que deveriam ter especial atenção a estas questões.
Quanto à questão do tipo de resíduos co-incinerados em Pataias, agradeço o esclarecimento. Chamo no entanto a atenção que essa alusão não é minha e surge no corpo da notícia do diário digital «rostos» onde o advogado Castanheira de Barros é citado, e refere que «[...] Alcobaça, concelho onde deverão iniciar-se as primeiras operações de resíduos industriais perigosos».
Aproveito também a oportunidade para solicitar-lhe que, no desempenho das suas funções, estimule a Comissão de Acompanhamento Ambiental da Cibra-Pataias a divulgar as suas actividades e eventuais relatórios junto da população local. Certamente que uma maior proximidade entre todas as partes trará uma maior comunicação, uma informação mais clara e eventuais mal entendidos serão evitados.
Vou tomar a liberdade de divulgar o seu e-mail, por o achar pertinente e do maior interesse para a população de Pataias, esclarecendo cabalmente todas as questões.
Atenciosamente, ao seu dispor
Paulo Grilo
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Co-incineração em Pataias
A notícia já tem alguns dias (uma semana) e "escapou-se-me"... No entanto, não deixa de ser pertinente a divulgação da mesma.
http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=261273&mostra=2&seccao=moldura&titulo=Camaras-de-Setubal-Palmela-e-Sesimbra-b
Câmaras de Setúbal, Palmela e Sesimbra
Participam hoje na delegação que vai pedir audiência ao Primeiro Ministro
As Câmaras de Setúbal, Palmela e Sesimbra participam hoje [23 de Novembro] na delegação que vai pedir audiência ao Primeiro Ministro .
Hoje, dia 23 de Novembro, pelas 17 horas, uma delegação composta por sete entidades, desloca-se ao Gabinete do Primeiro Ministro, para entregar o pedido de audiência relativa aos processos de co-incineração de resíduos industriais perigosos em Souselas e na Serra da Arrábida.
O pedido de audiência é apresentado por 7 entidades : 4 Câmaras Municipais - Coimbra, Setúbal , Palmela e Sesimbra , 2 Associações Ambientais de Cidadãos pela Arrábida e Estuário do Sado e pelo Grupo de Cidadãos de Coimbra que intentou acções populares contra a co-incineração de resíduos industriais perigosos.
Sensibilizar o Governo para a revogação das licenças concedidas à Cimpor e à Secil
“Recordo que o pedido de audiência visa apresentar ao Primeiro Ministro e à Ministra do Ambiente um conjunto vasto de graves anomalias cometidas pelos tribunais administrativos em processos relativos à co-incineração de resíduos industriais perigosos já findos e sensibilizar o Governo para a revogação das licenças concedidas à Cimpor e à Secil para a co-incineração daqueles resíduos nas cimenteiras de Souselas / Coimbra, Outão / Setúbal e Pataias / Alcobaça e para adopção de um método adequado e não nocivo para a saúde pública e para o ambiente, como é o caso da pirólise” – refere o advogado Castanheira de Barros, em nota que enviou para a nossa redacção.
Em curso 2 acções populares sob a forma de acções administrativas
“Neste momento estão em curso 2 acções populares sob a forma de acções administrativas especiais no Tribunal Administrativo de Almada com a 2ª audiência de julgamento marcada para 7 de Dezembro e outras 3 idênticas acções no Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra em recurso para o Tribunal Central Administrativo- Norte da sentença da 1ª instância” – sublinha Castanheira de Barros.
Câmara Municipal de Alcobaça não participa no pedido de audiência
“A única entidade que não aderiu à iniciativa do Grupo de Cidadãos de Coimbra de pedido de audiência ao Primeiro Ministro e à Ministra do Ambiente foi a Câmara Municipal de Alcobaça, concelho onde deverão iniciar-se em breve as primeiras operações de resíduos industriais perigosos , pelo que foi coroada de êxito a iniciativa de que sou o coordenador, uma vez que a ela aderiram 7 das 8 entidades convidadas a participar” – refere o advogado.
Comentário
Não deixa de ser curiosa a posição da Câmara Municipal de Alcobaça.
Depois da existência de um processo quase secreto de consulta pública à co-incineração na Secil de Pataias, da qual nunca se souberam resultados, há agora uma não aderência a esta iniciativa.
«A única entidade que não aderiu à iniciativa do Grupo de Cidadãos de Coimbra de pedido de audiência ao Primeiro Ministro e à Ministra do Ambiente foi a Câmara Municipal de Alcobaça, concelho onde deverão iniciar-se em breve as primeiras operações de resíduos industriais perigosos»
A bem da nação, acrescento eu.
Será que a falta de dinheiro para construir o Centro Escolar de Pataias tem alguma coisa a haver com o assunto?
http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=261273&mostra=2&seccao=moldura&titulo=Camaras-de-Setubal-Palmela-e-Sesimbra-b
Câmaras de Setúbal, Palmela e Sesimbra
Participam hoje na delegação que vai pedir audiência ao Primeiro Ministro
As Câmaras de Setúbal, Palmela e Sesimbra participam hoje [23 de Novembro] na delegação que vai pedir audiência ao Primeiro Ministro .
Hoje, dia 23 de Novembro, pelas 17 horas, uma delegação composta por sete entidades, desloca-se ao Gabinete do Primeiro Ministro, para entregar o pedido de audiência relativa aos processos de co-incineração de resíduos industriais perigosos em Souselas e na Serra da Arrábida.
O pedido de audiência é apresentado por 7 entidades : 4 Câmaras Municipais - Coimbra, Setúbal , Palmela e Sesimbra , 2 Associações Ambientais de Cidadãos pela Arrábida e Estuário do Sado e pelo Grupo de Cidadãos de Coimbra que intentou acções populares contra a co-incineração de resíduos industriais perigosos.
Sensibilizar o Governo para a revogação das licenças concedidas à Cimpor e à Secil
“Recordo que o pedido de audiência visa apresentar ao Primeiro Ministro e à Ministra do Ambiente um conjunto vasto de graves anomalias cometidas pelos tribunais administrativos em processos relativos à co-incineração de resíduos industriais perigosos já findos e sensibilizar o Governo para a revogação das licenças concedidas à Cimpor e à Secil para a co-incineração daqueles resíduos nas cimenteiras de Souselas / Coimbra, Outão / Setúbal e Pataias / Alcobaça e para adopção de um método adequado e não nocivo para a saúde pública e para o ambiente, como é o caso da pirólise” – refere o advogado Castanheira de Barros, em nota que enviou para a nossa redacção.
Em curso 2 acções populares sob a forma de acções administrativas
“Neste momento estão em curso 2 acções populares sob a forma de acções administrativas especiais no Tribunal Administrativo de Almada com a 2ª audiência de julgamento marcada para 7 de Dezembro e outras 3 idênticas acções no Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra em recurso para o Tribunal Central Administrativo- Norte da sentença da 1ª instância” – sublinha Castanheira de Barros.
Câmara Municipal de Alcobaça não participa no pedido de audiência
“A única entidade que não aderiu à iniciativa do Grupo de Cidadãos de Coimbra de pedido de audiência ao Primeiro Ministro e à Ministra do Ambiente foi a Câmara Municipal de Alcobaça, concelho onde deverão iniciar-se em breve as primeiras operações de resíduos industriais perigosos , pelo que foi coroada de êxito a iniciativa de que sou o coordenador, uma vez que a ela aderiram 7 das 8 entidades convidadas a participar” – refere o advogado.
Comentário
Não deixa de ser curiosa a posição da Câmara Municipal de Alcobaça.
Depois da existência de um processo quase secreto de consulta pública à co-incineração na Secil de Pataias, da qual nunca se souberam resultados, há agora uma não aderência a esta iniciativa.
«A única entidade que não aderiu à iniciativa do Grupo de Cidadãos de Coimbra de pedido de audiência ao Primeiro Ministro e à Ministra do Ambiente foi a Câmara Municipal de Alcobaça, concelho onde deverão iniciar-se em breve as primeiras operações de resíduos industriais perigosos»
A bem da nação, acrescento eu.
Será que a falta de dinheiro para construir o Centro Escolar de Pataias tem alguma coisa a haver com o assunto?
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Co-incineração na Cibra
A notícia é da Rádio Cister
Co-incineração a caminho de Pataias sem consulta ao Município
Faltam poucos dias para terminar o período de consulta pública sobre a instalação da co-incineração na cimenteira de Pataias, mas a autarquia de Alcobaça ainda não foi formalmente notificada sobre o assunto.
Paulo Inácio mantém a postura de não comentar a consulta, que termina no próximo dia 23 de Setembro, enquanto a Agência Portuguesa do Ambiente nada disser a Alcobaça, ou os serviços técnicos da autarquia emitirem um parecer sobre a matéria.
Logo que o relatório dos serviços lhe chegar às mãos, Paulo Inácio garante que irá divulgar à população do concelho, e em particular à da freguesia de Pataias, a posição do município sobre esta questão.
O site da Agência Portuguesa do Ambiente informa que se encontram disponíveis para Consulta Pública, durante 20 dias úteis, de 29 de Agosto a 23 de Setembro de 2011, o projeto de alteração da instalação de co-incineração da Fábrica CMP Cibra-Pataias.
O Município de Alcobaça não foi notificado. O executivo camarário diz-se «atento ao processo», mas prefere não fazer comentários em público.
Co-incineração a caminho de Pataias sem consulta ao Município
Faltam poucos dias para terminar o período de consulta pública sobre a instalação da co-incineração na cimenteira de Pataias, mas a autarquia de Alcobaça ainda não foi formalmente notificada sobre o assunto.
Paulo Inácio mantém a postura de não comentar a consulta, que termina no próximo dia 23 de Setembro, enquanto a Agência Portuguesa do Ambiente nada disser a Alcobaça, ou os serviços técnicos da autarquia emitirem um parecer sobre a matéria.
Logo que o relatório dos serviços lhe chegar às mãos, Paulo Inácio garante que irá divulgar à população do concelho, e em particular à da freguesia de Pataias, a posição do município sobre esta questão.
O site da Agência Portuguesa do Ambiente informa que se encontram disponíveis para Consulta Pública, durante 20 dias úteis, de 29 de Agosto a 23 de Setembro de 2011, o projeto de alteração da instalação de co-incineração da Fábrica CMP Cibra-Pataias.
O Município de Alcobaça não foi notificado. O executivo camarário diz-se «atento ao processo», mas prefere não fazer comentários em público.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Co-incineração na Cibra (CMP-Pataias)
Na edição escrita nº943 do Região de Cister de 15 de Setembro
Decorre a consulta pública relativa à fábrica de Pataias
Vereador garante que co-incineração na Cibra não é de matérias tóxicas
Até à próxima semana ainda pode ser consultado o projecto de alteração da instalação de co-incineração da Cibra, em Pataias, mas o vice-presidente da Câmara de Alcobaça, que tem o pelouro do Ambiente, garantiu esta terça-feira que não se trata de co-incinerar matérias perigosas.
“O que está em causa é a renovação da licença actual”, disse também o autarca, que assegurou que naquela fábrica já são queimados alguns detritos, como pneus e pasta cerâmica. “Não são resíduos perigosos, mas vamos estar atentos”, acrescentou Hermínio Rodrigues.
A consulta pública decorre até dia 23 e pode ser efectuada no Centro de Documentação da Agência Portuguesa do Ambiente, na Amadora, ou na Divisão de Documentação e Recursos Informáticos da CCD RLVT, em Lisboa.
A fábrica de Pataias tem licença para co-incinerar pneus usados desde 2006. De acordo com informação da Europe Direct, nesse ano valorizou cerca de 12 mil toneladas de resíduos.
Decorre a consulta pública relativa à fábrica de Pataias
Vereador garante que co-incineração na Cibra não é de matérias tóxicas
Até à próxima semana ainda pode ser consultado o projecto de alteração da instalação de co-incineração da Cibra, em Pataias, mas o vice-presidente da Câmara de Alcobaça, que tem o pelouro do Ambiente, garantiu esta terça-feira que não se trata de co-incinerar matérias perigosas.
“O que está em causa é a renovação da licença actual”, disse também o autarca, que assegurou que naquela fábrica já são queimados alguns detritos, como pneus e pasta cerâmica. “Não são resíduos perigosos, mas vamos estar atentos”, acrescentou Hermínio Rodrigues.
A consulta pública decorre até dia 23 e pode ser efectuada no Centro de Documentação da Agência Portuguesa do Ambiente, na Amadora, ou na Divisão de Documentação e Recursos Informáticos da CCD RLVT, em Lisboa.
A fábrica de Pataias tem licença para co-incinerar pneus usados desde 2006. De acordo com informação da Europe Direct, nesse ano valorizou cerca de 12 mil toneladas de resíduos.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Co-incineração na Cibra - Pataias
Câmara diz que vai acompanhar o processo.
Na edição escrita do Região de Cister nº942.
Co-incineração na Cibra em consulta pública
Decorre, até ao próximo dia 23 deste mês, a consulta pública referente ao projecto de alteração da instalação de co-incineração da Fábrica CM P Cibra-Pataias. A consulta pode ser efectuada no Centro de Documentação da Agência Portuguesa do Ambiente, na Amadora, ou na Divisão de Documentação e Recursos Informáticos da CCD RLVT, em Lisboa. O presidente da Câmara de Alcobaça garantiu ao REGIÃO DE CISTER que a autarquia vai estar atenta a todo o processo e que o mesmo será consultado por técnicos do município.
Na edição escrita do Região de Cister nº942.
Co-incineração na Cibra em consulta pública
Decorre, até ao próximo dia 23 deste mês, a consulta pública referente ao projecto de alteração da instalação de co-incineração da Fábrica CM P Cibra-Pataias. A consulta pode ser efectuada no Centro de Documentação da Agência Portuguesa do Ambiente, na Amadora, ou na Divisão de Documentação e Recursos Informáticos da CCD RLVT, em Lisboa. O presidente da Câmara de Alcobaça garantiu ao REGIÃO DE CISTER que a autarquia vai estar atenta a todo o processo e que o mesmo será consultado por técnicos do município.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Co-incineração na Cibra (CMP-Pataias)
Está a decorrer entre os dias 29 de Agosto e 23 de Setembro de 2011 a Consulta Pública referente ao projecto de alteração da instalação de co-incineração da Fábrica CMP Cibra-Pataias.
A consulta pode ser efectuada no Centro de Documentação da Agência Portuguesa do Ambiente, na Amadora, ou na Divisão de Documentação e Recursos Informáticos da CCDRLVT, em Lisboa.
Do site da Agência Portuguesa do Ambiente
http://www.apambiente.pt/listas/Lists/Consulta%20pblica/DispFormAPA.aspx?ID=30&source=/
Fábrica CMP-Pataias
Instalação:
De: 2011-08-29 a 2011-09-23
Descrição:
Para efeito do disposto nos números 1 e 2 do artigo 36.º do Decreto-Lei n.º 85/2005, de 28 de Abril, conjugado com o disposto no artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 173/2008, de 26 de Agosto, a Agência Portuguesa do Ambiente informa que se encontram disponíveis para Consulta Pública, durante 20 dias úteis, de 29 de Agosto a 23 de Setembro de 2011, o projecto de alteração da instalação de co-incineração da Fábrica CMP Cibra-Pataias, apresentados nos termos do artigo 16.º (Revisão e renovação das licenças) do Decreto-Lei n.º 85/2005.
Espero, pelo menos, que quer a Câmara Municipal, quer a Junta de Freguesia, consultem o processo. Porque, quem é que de Pataias vai perder um dia de trabalho para ir a Lisboa, sabe-se lá bem onde, consultar o processo?
A consulta pode ser efectuada no Centro de Documentação da Agência Portuguesa do Ambiente, na Amadora, ou na Divisão de Documentação e Recursos Informáticos da CCDRLVT, em Lisboa.
Do site da Agência Portuguesa do Ambiente
http://www.apambiente.pt/listas/Lists/Consulta%20pblica/DispFormAPA.aspx?ID=30&source=/
Fábrica CMP-Pataias
Instalação:
De: 2011-08-29 a 2011-09-23
Descrição:
Para efeito do disposto nos números 1 e 2 do artigo 36.º do Decreto-Lei n.º 85/2005, de 28 de Abril, conjugado com o disposto no artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 173/2008, de 26 de Agosto, a Agência Portuguesa do Ambiente informa que se encontram disponíveis para Consulta Pública, durante 20 dias úteis, de 29 de Agosto a 23 de Setembro de 2011, o projecto de alteração da instalação de co-incineração da Fábrica CMP Cibra-Pataias, apresentados nos termos do artigo 16.º (Revisão e renovação das licenças) do Decreto-Lei n.º 85/2005.
Comentário
Neste país continuam a existir procedimentos que apenas se fazem porque a lei assim obriga.
Uma consulta pública realizada em Lisboa sobre um tema que interessa às pessoas de Pataias, e sobre o qual a população local não tem conhecimento...
Seria pedir muito colocar os documentos para consulta na Junta de Freguesia de Pataias ou até na Câmara Municipal de Alcobaça ou mesmo na fábrica da Cibra em Pataias-Gare. Certamente que a consulta, nesses moldes, teria muito mais participação.
Até parece que querem esconder alguma coisa.Espero, pelo menos, que quer a Câmara Municipal, quer a Junta de Freguesia, consultem o processo. Porque, quem é que de Pataias vai perder um dia de trabalho para ir a Lisboa, sabe-se lá bem onde, consultar o processo?
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Secil Cibra-Pataias distinguida nos Troféus Afonso Lopes Vieira
Secil Cibra-Pataias distinguida nos Troféus Afonso Lopes Vieira
A fábrica da Secil Cibra-Pataias foi distinguida pelo Região de Leiria na XII Gala & Honra Troféus Afonso Lopes Vieira.
A distinção foi na área de Inovação/ Ambiente.
Inovação/ Ambiente
Secil Cibra-Pataias
A história da SECIL escreve-se há mais de 100 anos. A empresa assegura a produção de cerca de 4 milhões de toneladas de cimento por ano, dividida pelas suas três fábricas, duas das quais sediadas na nossa região: Maceira-Liz e Cibra-Pataias. Foi através desta última que a Secil desenvolveu um projecto de biotecnologia que mereceu já distinções nacionais e internacionais.
O troféu que o REGIÃO DE LEIRIA lhe atribui este ano vem reconhecer o papel de uma empresa que é parceira no desenvolvimento do país.
In Região de Leiria, nº3837 de 1 de Outubro
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