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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Concelho de Alcobaça com balança comercial positiva

A notícia em:
https://jornaloeste.pt/Balanca_comercial_de_Alcobaca_com_saldo_positivo_superior_a_81ME_em_2016

Balança comercial de Alcobaça com saldo positivo superior a 81ME em 2016

O concelho de Alcobaça é responsável por 22 por cento das exportações de toda a região Oeste e atingiu em 2016 uma balança positiva superior a 81 milhões de euros, de acordo com dados do Observatório Social revelados hoje.
“Temos uma balança comercial positiva acima do 150%, o que revela a dinâmica económica do concelho”, disse à agência Lusa o presidente da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio, com base nos resultados dos indicadores económicos, recolhidos ao longo do ano pelo Observatório Social.
O documento, apresentado hoje à comunicação social, precisa que o concelho exportou, em 2016, bens no valor de 238 milhões de euros, e importou apenas 156 milhões, o que resultou num saldo positivo de 81,2 milhões de euros.
Números que, para o autarca, fazem de Alcobaça o município “com melhores resultados” entre os 12 concelhos que integram a Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCim), que no conjunto atingiram, no ano passado, uma balança comercial negativa de 221,9 milhões de euros, revela o Observatório.
Os indicadores atribuem ainda a Alcobaça a responsabilidade por “22 por cento do total das exportações da região”, apesar de no concelho viverem apenas 14 por cento (56.693) dos 362.540 habitantes da área da OesteCim, composta pelos municípios de Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Óbidos, Nazaré, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras.
O concelho registou igualmente o maior número de projetos aprovados (84) no âmbito do Portugal 2020 na região onde Torres Vedras se situou na segunda melhor posição, com 48 projetos aprovados e, na última posição ficou o Cadaval, com apenas quatro.
Os 84 projetos representam investimentos superiores a 26 milhões de fundos comunitários aprovados e uma despesa elegível de 41,8 milhões de euros.
Dos indicadores apresentados, Paulo Inácio ressalva ainda o facto de Alcobaça ter uma taxa de desemprego de 6,4%, “quase metade da média nacional [11,1], tendo-se registado, desde junho do ano passado, todos os meses, uma descida do número de inscritos no Centro de Emprego”.
Segundo o Observatório, o número de inscritos no Centro de Emprego manteve uma tendência ascendente entre janeiro e junho, mas desceu nos últimos meses do ano para os 1.679 desempregados.
O Observatório, criado em abril de 2016, é uma ferramenta de recolha, tratamento e divulgação de estatísticas sobre o concelho, sendo os dados disponibilizados através de uma página na internet.
Entre os dados disponibilizados contam-se indicadores relativos à demografia, emprego, mobilidade social, atividade económica, educação e turismo.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Facilitada a atividade de animação turística

A notícia na edição on-line do jornal Público
http://www.publico.pt/economia/noticia/governo-liberaliza-acesso-a-actividade-de-animacao-turistica-1594281
Governo liberaliza acesso à actividade de animação turística
Secretaria de Estado do Turismo facilita a criação de empresas de animação turística.


O Conselho de Ministros alterou o decreto-lei que regula as condições de acesso e de exercício da actividade das empresas de animação turística. O Governo tem como objectivo facilitar a criação de empresas de animação turística, deste modo fomentando o emprego e a diversificação da oferta turística.
Por empresas de “animação turística” entende-se empresas que proporcionam “experiências turísticas”. Por exemplo, empresas que dão aulas de surf, organizam degustações de vinho, ou fazem passeios a cavalo.
“As empresas e actividades de animação turística são uma excelente oportunidade de negócio e de emprego, sobretudo para as novas gerações”, diz o secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, citado num comunicado. “A animação turística de qualidade precisa de criatividade e inovação: e só existe criatividade e inovação quando o Estado sai de cima! É por isso que liberalizámos o acesso à profissão e baixámos drasticamente as taxas de acesso à actividade e os seus custos de contexto”.
Assim, a Secretaria de Estado do Turismo propõe uma redução de até 80% nas taxas para aceder à actividade. As microempresas que antigamente pagavam 950 euros para registarem a sua actividade, agora pagam 160 euros. As restantes empresas agora pagam 240 euros, em vez de 1500 euros.
Para além de ser mais barato começar uma empresa de animação turística, o registo das empresas poderá agora ser realizado pela internet, deixando este de ser obrigatório para exercer actividade. Os seguros deixaram também de ser obrigatórios se, no âmbito da legislação específica de cada actividade, as empresas já estiverem seguradas, deste modo eliminando a duplicação de custos para as empresas actualmente existente, adianta o comunicado.

sábado, 30 de abril de 2011

Mega loja chinesa abre em Pataias

Reportagem na edição 923 de 28 de Abril de 2011 do Região de Cister

Armazém tem 1.700 metros quadrados e conta com oito colaboradores a tempo inteiro
Empresário chinês investe 400 mil euros em Pataias


O Armazém do Oriente abriu no passado sábado, em Pataias, num investimento que atingiu os 400 mil euros. O primeiro dia com as portas abertas surpreendeu até o próprio empresário. Segundo Wu Tint, passaram pelo novo espaço cerca de duas mil pessoas.
Mas engane-se quem pensa que o Armazém do Oriente, que conta actualmente com oito colaboradores, tem o aspecto das típicas lojas chinesas. Com 1.700 metros quadrados, o empreendimento situado próximo ao Intermarché, conta com “um espaço organizado” e que se procura diferenciar “de outros espaços semelhantes”.
“Tentamos fazer algo diferente, mas sempre com o objectivo de conseguir o preço mais barato em todos os artigos”, refere o empresário, que conta com mais cinco armazéns: três em Lisboa, um em Leiria e outro em Vila Franca de Xira.
Com investimentos em cidades de maior dimensão, porquê a aposta num espaço em Pataias? Para Wu Tint, o facto de “não existirem muitas  lojas semelhantes” fez com que investisse em Pataias. O empreendedor revela que até nem “conhecia bem a vila”, passando apenas pela localidade no período de férias.
Para já o sucesso tem sido acima das expectativas, o que faz o investidor prever que possa ter recuperado todo o capital investido dentro de dois anos.
A abertura nesta época do ano não foi feita ao acaso. Para o empresário chinês, os meses de Junho a Dezembro são sempre os “mais produtivos do ano”. Quando questionado se não hesitou em investir numa época de crise como esta, Wu Tint não deixou dúvidas: “Todos os momentos são bons para se investir, desde que seja bem feito”.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Empresa local é líder nas exportações

A notícia é do Região de Cister, edição Nº901 de 25 de Novembro de 2010

Moldegama assume liderança na exportação

A Moldegama foi a empresa da região que mais exportou em 2009, assumindo a posição que em 2008 pertenceu à Socem. A empresa de Pataias exportou para o estrangeiro cerca de 6,9 milhões de euros, pouco mais que os 6,7 milhões conseguidos pela Socem.
Na lista das maiores exportadoras do distrito, destaque para a presença da Spal (6,6 milhões), Recauchutagem 31 (4,2 milhões) e Icel (4,2 milhões). De recordar que a região aumentou este ano o número de empresas na lista de exportadoras, conseguindo mais uma contra as quatro do ano passado.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Cavaco Silva visita Alcobaça

A notícia é do "Jornal de Leiria". edição 1346 de 30 de Abril de 2010

Dia 7 de Maio
Cavaco Silva visita Alcobaça


O Presidente da República visita Alcobaça no próximo dia 7 no âmbito de uma viagem presidencial que inclui outros municípios da região, adiantou o presidente da câmara, Paulo Inácio. Cavaco Silva iniciará uma ronda de visitas no âmbito da Rota das Comunidades Inovadoras, um programa que tem entre os seus objectivos o incentivo à participação activa das comunidades locais na recuperação económica do País, através da capacidade competitiva das pequenas e médias empresas para actuar nos mercados externos.

Comentário
Será que Paulo Inácio trará o Presidente até Pataias para conhecer as pequenas e médias empresas que estão implantadas nos mercados externos (Polónia e Angola são dois exemplos) ou que equacionam a deslocalização (para o exterior), por falta de condições e de apoios do Estado?