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segunda-feira, 27 de agosto de 2018
segunda-feira, 23 de julho de 2018
Cister Música
A notícia em:
https://gazetacaldas.com/cultura/especialistas-e-jovens-musicos-actuam-em-alcobaca-num-festival-que-quer-quebrar-as-fronteiras/
Especialistas e jovens músicos actuam em Alcobaça num festival que quer quebrar as fronteiras
O Cistermúsica surge este ano sob o mote Música Sem Fronteiras, numa tentativa de combater os nacionalismos. O programa tem apresentado concertos de músicos conceituados nacionais e estrangeiros, mas também tem espaço para os jovens locais.
Já se realizou o 7º concurso Pequenos Grandes Talentos no cine-teatro e a festa de encerramento da Academia de Música no Parque dos Monges. No passado sábado, no dia non-stop, na Praça D. Afonso Henriques, encontramos alunos da classe de percussão a actuar.
Os jovens, entre os 12 e 15 anos, apresentam temas de Monti, Bomhof e Schinstine, entre outros. E as pessoas nas esplanadas aplaudem o quarteto dirigido por António Casal e formado por António Campos, Tiago Morgado, Lucas Pina e Miguel Traquina.
No final da actuação, disseram à Gazeta das Caldas que por um lado preferiam ter tocado numa sala, porque a acústica seria melhor e não teriam de lidar com o vento, mas por outro, tocar ao ar livre é uma experiência diferente que chama mais pessoas e permite um envolvimento maior com o público e com a natureza.
No dia non-stop também houve uma apresentação do coro da Banda de Alcobaça e da Orquestra de Clarinetes da Academia de Música. Um trio de percussão actuou na Sala dos Monges, um duo japonês tocou piano a quatro mãos e à noite realizou-se a mini-ópera Domitila na Sala do Capítulo.
O Claustro D. Afonso VI recebeu um espectáculo de dança contemporânea dos Vórtice Dance. Tratou-se de uma produção que envolveu vários elementos multimédia combinados com o cenário do claustro. O dia non-stop terminou com um trio de percussão no Mosteiro.
Até ao fim do mês muito mais há para ver. Hoje há teatro no Mosteiro, com a companhia de Teatro Triacto a apresentar o teatro inclusivo A Maior Flor do Mundo. Amanhã o Claustro D. Dinis recebe um recital de piano de Alexander Ghindin e no domingo a Orquestra de Atenas actua na Cerca do Mosteiro.
Para o dia 25 está previsto um recital de canto e piano na Igreja de São Martinho do Porto. No dia seguinte a Orquestra Estágio Gulbenkian irá apresentar um concerto sinfónico com obras de Manuel Durão, Mozart e Ravel.
No dia 27 o alcobacense Daniel Bernardes apresenta na Benedita a obra A Liturgia dos Pássaros – Homenagem a Messiaen, e no dia 28 os Músicos do Tejo e a S.A. Marionetas actuam no cine-teatro.
O espectáculo de encerramento é um bailado intitulado “Murmúrios de Pedro e Inês”.
https://gazetacaldas.com/cultura/especialistas-e-jovens-musicos-actuam-em-alcobaca-num-festival-que-quer-quebrar-as-fronteiras/
Especialistas e jovens músicos actuam em Alcobaça num festival que quer quebrar as fronteiras
O Cistermúsica surge este ano sob o mote Música Sem Fronteiras, numa tentativa de combater os nacionalismos. O programa tem apresentado concertos de músicos conceituados nacionais e estrangeiros, mas também tem espaço para os jovens locais.
Já se realizou o 7º concurso Pequenos Grandes Talentos no cine-teatro e a festa de encerramento da Academia de Música no Parque dos Monges. No passado sábado, no dia non-stop, na Praça D. Afonso Henriques, encontramos alunos da classe de percussão a actuar.
Os jovens, entre os 12 e 15 anos, apresentam temas de Monti, Bomhof e Schinstine, entre outros. E as pessoas nas esplanadas aplaudem o quarteto dirigido por António Casal e formado por António Campos, Tiago Morgado, Lucas Pina e Miguel Traquina.
No final da actuação, disseram à Gazeta das Caldas que por um lado preferiam ter tocado numa sala, porque a acústica seria melhor e não teriam de lidar com o vento, mas por outro, tocar ao ar livre é uma experiência diferente que chama mais pessoas e permite um envolvimento maior com o público e com a natureza.
No dia non-stop também houve uma apresentação do coro da Banda de Alcobaça e da Orquestra de Clarinetes da Academia de Música. Um trio de percussão actuou na Sala dos Monges, um duo japonês tocou piano a quatro mãos e à noite realizou-se a mini-ópera Domitila na Sala do Capítulo.
O Claustro D. Afonso VI recebeu um espectáculo de dança contemporânea dos Vórtice Dance. Tratou-se de uma produção que envolveu vários elementos multimédia combinados com o cenário do claustro. O dia non-stop terminou com um trio de percussão no Mosteiro.
Até ao fim do mês muito mais há para ver. Hoje há teatro no Mosteiro, com a companhia de Teatro Triacto a apresentar o teatro inclusivo A Maior Flor do Mundo. Amanhã o Claustro D. Dinis recebe um recital de piano de Alexander Ghindin e no domingo a Orquestra de Atenas actua na Cerca do Mosteiro.
Para o dia 25 está previsto um recital de canto e piano na Igreja de São Martinho do Porto. No dia seguinte a Orquestra Estágio Gulbenkian irá apresentar um concerto sinfónico com obras de Manuel Durão, Mozart e Ravel.
No dia 27 o alcobacense Daniel Bernardes apresenta na Benedita a obra A Liturgia dos Pássaros – Homenagem a Messiaen, e no dia 28 os Músicos do Tejo e a S.A. Marionetas actuam no cine-teatro.
O espectáculo de encerramento é um bailado intitulado “Murmúrios de Pedro e Inês”.
segunda-feira, 2 de julho de 2018
Cister Música 2018
A notícia em:
https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/quarenta-espectaculos-para-ver-num-mes-8893
Quarenta espectáculos para ver num mês
Cistermúsica Cinema, dança, música, teatro e marionetas
“Música sem Fronteiras numa matriz universalista, celebrando a música de um mundo multicultural e sem fronteiras”, é o lema deste ano do Cistermúsica – Festival de Música de Alcobaça.
A organização do evento, que decorre de 29 de Junho a 29 de Julho, optou por marcar uma posição numa época onde os nacionalismos regressaram como ameaça e a programação desta edição não deixa espaço para dúvidas quanto a esse objectivo.
No dia 1, domingo, às 18 horas, a nave central do Mosteiro de Alcobaça, acolheu a Missa de Notre Dame, de Guillaume de Machaut, primeira versão musical completa do ordinário da missa e obra fundadora no cânone da música ocidental, que abriu a programação principal, interpretada pelo Ensemble Gilles Binchois.
O Cistermúsica 2018, organizado pela Banda de Alcobaça (BA) e pela Câmara Municipal local, apresentará perto de 40 propostas artísticas, em Alcobaça, na Marinha Grande (Teatro Stephens) e nos mosteiros cistercienses de Arouca, Évora, Penacova e São Pedro do Sul.
A aposta na descentralização do festival é a continuação de um objectivo que o certame prossegue há anos. No concelho, haverá ainda espectáculos no Mosteiro de Cós, na vila da Benedita, em Pataias e em São Martinho do Porto.
No dia 20 de Julho, assinalando os 20 anos da atribuição do Prémio Nobel a José Saramago, o grupo de teatro Triacto apresentará A Maior Flor do Mundo. No dia 6, regressa a música de câmara, com o Quarteto Casals que apresentará um programa beethoveniano que inclui o quarteto op. 130, a Grande Fuga e uma estreia do compositor espanhol de origem catalã Benet Casablancas.
Mais uma vez, haverá a aposta nos mais novos. “A atracção de um público jovem que, como sabemos, não é habitual na música clássica tem vindo a ser uma aposta ano após ano. Desde logo, através da programação didáctica – Cistermúsica Júnior e Famílias – que conta com várias produções pensadas para os maior novos. Acresce que a maioria dos espectáculos júnior e famílias são assegurados pela Academia de Música de Alcobaça (AMA), promovendo assim uma ligação pedagógica entre o festival e os mais de 600 alunos que estudam na escola artística de música e dança”, diz Rui Morais, presidente da Banda de Alcobaça e co-director artístico do evento, juntamente com Alexandre Delgado.
No dia 8, a actriz Dalila do Carmo, narrará as Memórias de um Burro, da Condessa de Ségur com o pianista Daniel Cunha e música de Paul Ladmirault.
Homenagem a compositores
O centenário da morte de Debussy e de António Fragoso e os 150 anos do nascimento de Vianna da Motta serão assinalados, no dia 21, num recital do pianista russo Alexander Ghindin, num concerto de trios com piano pelo Trio Pangea e num recital da soprano Filipa Portela e do pianista Stefano Amitrano.
O património musical português também será celebrado com a ópera joco-séria Guerras de Alecrim e Mangerona (1737), de António José da Silva (o Judeu) e António Teixeira, interpretada pelos Músicos do Tejo e pelas SA Marionetas, numa encenação de Carlos Antunes.
Já Requiem de Frei Manuel Cardoso, uma das obras da polifonia portuguesa, será cantado pelo Grupo Vocal Olisipo num concerto que inclui poesia declamada por Ana Zanatti e a estreia de uma obra encomendada a Tiago Derriça.
Daniel Bernardes, autor da banda sonora do filme Peregrinação, apresentará uma peça sua dedicada a Messiaen. Haverá ainda dança com a companhia de dança Quorum Ballet, acompanhada pela Orquestra Filarmónica Portuguesa, a interpretar o bailado A Sagração da Primavera, de Stravinsky, e, ao nível da dança contemporânea, estão programadas três estreias: uma por Cristina Planas Leitão, outra pela companhia Vórtice Dance, que, a encerrar o festival fará uma homenagem ao mito de Pedro e Inês, com coreografia de Fernando Duarte.
Rui Morais, presidente da BA
"Imagem de marca de Portugal"
A nova imagem do Cistermúsica está mais ligada à ideia de identidade e património. Depois do quarto de século, houve necessidade de mudar?
Utilizávamos o mesmo logótipo desde 2012 e entendemos que esta seria a edição adequada para refrescar a imagem, introduzindo um novo conceito de comunicação que se reflectiu não apenas num novo logótipo, onde o desenho do lettering foi criado de raiz, mas também na associação de um símbolo – a rosácea do Mosteiro de Alcobaça estilizada -, que, no seu conjunto, simbolizam de forma eficaz a ligação do festival ao mosteiro e à região. A nova marca, visualmente mais arrojada, apela a um público mais jovem.
Com concertos, bailados e apresentações artísticas fora de Alcobaça, assistimos a uma descentralização do festival?
O Cistermúsica 2018 apresentará perto de 40 propostas artísticas não só em Alcobaça, mas também na região e nos outros pontos do País. A aposta na descentralização do festival não é uma novidade, mas a continuação de um objectivo prosseguido há vários anos, quer dentro do concelho de Alcobaça, com concertos previstos para Cós (mosteiro), Benedita, Pataias e São Martinho, quer na região, com um concerto no Teatro Stephens (Marinha Grande), parceiro já habitual do festival. Ao nível da região é ainda possível que se confirmem mais concertos noutros concelhos com os quais estamos a dialogar. De salientar ainda a programação Rota de Cister, que levará alguns dos agrupamentos aos mosteiros cistercienses de Arouca, Évora, Penacova e São Pedro do Sul.
Sente que o Cistermúsica é uma imagem de marca do Oeste? De onde vêm os espectadores?
Diria, sem falsa modéstia, que mais do que uma imagem de marca do Oeste, é já uma imagem de marca de Portugal. Trata-se não só do maior festival de música clássica que se realiza em Portugal, mas principalmente, é aquele onde, além de apresentar alguns dos mais conceituados músicos e agrupamentos da cena nacional e internacional, promove de forma regular e sustentada o património musical português e a divulgação dos jovens valores, só para dar dois exemplos que fazem dele um evento único. A somar a estas características não nos esqueçamos que o Cistermúsica é um dos festivais que melhor conjuga a arte com o património, ao realizar a maioria da sua programação no Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, que é Património Mundial da Unesco.
https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/quarenta-espectaculos-para-ver-num-mes-8893
Quarenta espectáculos para ver num mês
Cistermúsica Cinema, dança, música, teatro e marionetas
“Música sem Fronteiras numa matriz universalista, celebrando a música de um mundo multicultural e sem fronteiras”, é o lema deste ano do Cistermúsica – Festival de Música de Alcobaça.
A organização do evento, que decorre de 29 de Junho a 29 de Julho, optou por marcar uma posição numa época onde os nacionalismos regressaram como ameaça e a programação desta edição não deixa espaço para dúvidas quanto a esse objectivo.
No dia 1, domingo, às 18 horas, a nave central do Mosteiro de Alcobaça, acolheu a Missa de Notre Dame, de Guillaume de Machaut, primeira versão musical completa do ordinário da missa e obra fundadora no cânone da música ocidental, que abriu a programação principal, interpretada pelo Ensemble Gilles Binchois.
O Cistermúsica 2018, organizado pela Banda de Alcobaça (BA) e pela Câmara Municipal local, apresentará perto de 40 propostas artísticas, em Alcobaça, na Marinha Grande (Teatro Stephens) e nos mosteiros cistercienses de Arouca, Évora, Penacova e São Pedro do Sul.
A aposta na descentralização do festival é a continuação de um objectivo que o certame prossegue há anos. No concelho, haverá ainda espectáculos no Mosteiro de Cós, na vila da Benedita, em Pataias e em São Martinho do Porto.
No dia 20 de Julho, assinalando os 20 anos da atribuição do Prémio Nobel a José Saramago, o grupo de teatro Triacto apresentará A Maior Flor do Mundo. No dia 6, regressa a música de câmara, com o Quarteto Casals que apresentará um programa beethoveniano que inclui o quarteto op. 130, a Grande Fuga e uma estreia do compositor espanhol de origem catalã Benet Casablancas.
Mais uma vez, haverá a aposta nos mais novos. “A atracção de um público jovem que, como sabemos, não é habitual na música clássica tem vindo a ser uma aposta ano após ano. Desde logo, através da programação didáctica – Cistermúsica Júnior e Famílias – que conta com várias produções pensadas para os maior novos. Acresce que a maioria dos espectáculos júnior e famílias são assegurados pela Academia de Música de Alcobaça (AMA), promovendo assim uma ligação pedagógica entre o festival e os mais de 600 alunos que estudam na escola artística de música e dança”, diz Rui Morais, presidente da Banda de Alcobaça e co-director artístico do evento, juntamente com Alexandre Delgado.
No dia 8, a actriz Dalila do Carmo, narrará as Memórias de um Burro, da Condessa de Ségur com o pianista Daniel Cunha e música de Paul Ladmirault.
Homenagem a compositores
O centenário da morte de Debussy e de António Fragoso e os 150 anos do nascimento de Vianna da Motta serão assinalados, no dia 21, num recital do pianista russo Alexander Ghindin, num concerto de trios com piano pelo Trio Pangea e num recital da soprano Filipa Portela e do pianista Stefano Amitrano.
O património musical português também será celebrado com a ópera joco-séria Guerras de Alecrim e Mangerona (1737), de António José da Silva (o Judeu) e António Teixeira, interpretada pelos Músicos do Tejo e pelas SA Marionetas, numa encenação de Carlos Antunes.
Já Requiem de Frei Manuel Cardoso, uma das obras da polifonia portuguesa, será cantado pelo Grupo Vocal Olisipo num concerto que inclui poesia declamada por Ana Zanatti e a estreia de uma obra encomendada a Tiago Derriça.
Daniel Bernardes, autor da banda sonora do filme Peregrinação, apresentará uma peça sua dedicada a Messiaen. Haverá ainda dança com a companhia de dança Quorum Ballet, acompanhada pela Orquestra Filarmónica Portuguesa, a interpretar o bailado A Sagração da Primavera, de Stravinsky, e, ao nível da dança contemporânea, estão programadas três estreias: uma por Cristina Planas Leitão, outra pela companhia Vórtice Dance, que, a encerrar o festival fará uma homenagem ao mito de Pedro e Inês, com coreografia de Fernando Duarte.
Rui Morais, presidente da BA
"Imagem de marca de Portugal"
A nova imagem do Cistermúsica está mais ligada à ideia de identidade e património. Depois do quarto de século, houve necessidade de mudar?
Utilizávamos o mesmo logótipo desde 2012 e entendemos que esta seria a edição adequada para refrescar a imagem, introduzindo um novo conceito de comunicação que se reflectiu não apenas num novo logótipo, onde o desenho do lettering foi criado de raiz, mas também na associação de um símbolo – a rosácea do Mosteiro de Alcobaça estilizada -, que, no seu conjunto, simbolizam de forma eficaz a ligação do festival ao mosteiro e à região. A nova marca, visualmente mais arrojada, apela a um público mais jovem.
Com concertos, bailados e apresentações artísticas fora de Alcobaça, assistimos a uma descentralização do festival?
O Cistermúsica 2018 apresentará perto de 40 propostas artísticas não só em Alcobaça, mas também na região e nos outros pontos do País. A aposta na descentralização do festival não é uma novidade, mas a continuação de um objectivo prosseguido há vários anos, quer dentro do concelho de Alcobaça, com concertos previstos para Cós (mosteiro), Benedita, Pataias e São Martinho, quer na região, com um concerto no Teatro Stephens (Marinha Grande), parceiro já habitual do festival. Ao nível da região é ainda possível que se confirmem mais concertos noutros concelhos com os quais estamos a dialogar. De salientar ainda a programação Rota de Cister, que levará alguns dos agrupamentos aos mosteiros cistercienses de Arouca, Évora, Penacova e São Pedro do Sul.
Sente que o Cistermúsica é uma imagem de marca do Oeste? De onde vêm os espectadores?
Diria, sem falsa modéstia, que mais do que uma imagem de marca do Oeste, é já uma imagem de marca de Portugal. Trata-se não só do maior festival de música clássica que se realiza em Portugal, mas principalmente, é aquele onde, além de apresentar alguns dos mais conceituados músicos e agrupamentos da cena nacional e internacional, promove de forma regular e sustentada o património musical português e a divulgação dos jovens valores, só para dar dois exemplos que fazem dele um evento único. A somar a estas características não nos esqueçamos que o Cistermúsica é um dos festivais que melhor conjuga a arte com o património, ao realizar a maioria da sua programação no Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, que é Património Mundial da Unesco.
terça-feira, 13 de março de 2018
Festival de Teatro
A notícia em:
https://www.noticiasaominuto.com/cultura/969289/ao-teatro-reune-seis-companhias-em-palcos-de-alcobaca
'Ao Teatro' reúne seis companhias em palcos de Alcobaça
'Ao Teatro' é o mote para o grupo Gambuzinos com 1 Pé de Fora levar ao concelho de Alcobaça, entre os dias 10 e 31, seis peças de teatro, duas das quais de companhias internacionais.
A 5.ª edição do 'Ao Teatro' Festival, será este ano marcada pela "participação, pela primeira vez, de duas companhias estrangeiras" e pelo facto de "todas as companhias convidadas serem profissionais", disse hoje José Saramago, coordenador do evento.
Seis espetáculos, repartidos por quatro fins de semana, entre os dias 10 e 31, são a proposta dos Gambuzinos com 1 Pé de Fora, grupo de teatro amador com sede na Benedita, no concelho de Alcobaça.
O festival arranca no dia 10, com a companhia Comuna Teatro de Pesquisa a apresentar, no Cine Teatro de Alcobaça João D'Oliva Monteiro, a peça 'Crise no Parque Eduardo VII'.
No dia 17, Ángel Fragua sobe ao palco do Centro Cultural Gonçalves Sapinho, na Benedita, com 'Stand Down'.
No dia seguinte, o festival estende-se a Maiorga, outras das freguesias do concelho, desta feita para os Gambuzinos com 1 Pé de Fora apresentarem, no Centro de Bem Estar Social, "(...) e a vida, afinal, é como as orquídeas", peça que, em janeiro, levaram ao Brasil, num intercâmbio com uma companhia daquele país.
A 23, o teatro volta ao Centro Cultural Gonçalves Sapinho para receber a primeira das duas companhias internacionais, a EME2 que apresentará 'A noiva de dom Quixote'. No dia seguinte, no mesmo palco, será a vez da Companhia Do Chapitô mostrar 'ATM - atelier de tempos mortos'.
No último fim de semana de festival, no dia 31, também no Centro Cultural Gonçalves Sapinho, mostra-se o coletivo de teatro Resta 1, companhia brasileira, que, além de participar no festival, prepara para o mês de abril a apresentação de uma peça conjunta com os anfitriões.
Com um orçamento de 6.500 euros, dos quais 3.500 comparticipados pela Câmara de Alcobaça, o festival 'Ao Teatro' é entendido pela autarquia de Alcobaça como "o festival de teatro do concelho", num "reconhecimento pela importância e dimensão que tem vindo a ganhar", afirmou a vereadora da Cultura, Inês Silva, durante a apresentação do evento, realizada hoje, na Benedita.
O festival movimenta "em média cerca de 200 espetadores" por espetáculo, afirmou José Saramago, para quem se trata de "uma afluência bastante positiva" ao evento, com entradas a cinco euros, para os adultos, e três euros, para as crianças.
O Festival começou em 2014 com o objetivo de levar à Benedita e ao concelho de Alcobaça "espetáculos de teatro, produzidos por companhias profissionais e amadoras", e contribuindo, segundo os organizadores, para "a formação de públicos e de criadores amadores".
Os Gambuzinos com 1 Pé de Fora são uma associação cultural sem fins lucrativos, formada em 2012, a partir do grupo de teatro do Externato Cooperativo da Benedita.
https://www.noticiasaominuto.com/cultura/969289/ao-teatro-reune-seis-companhias-em-palcos-de-alcobaca
'Ao Teatro' reúne seis companhias em palcos de Alcobaça
'Ao Teatro' é o mote para o grupo Gambuzinos com 1 Pé de Fora levar ao concelho de Alcobaça, entre os dias 10 e 31, seis peças de teatro, duas das quais de companhias internacionais.
A 5.ª edição do 'Ao Teatro' Festival, será este ano marcada pela "participação, pela primeira vez, de duas companhias estrangeiras" e pelo facto de "todas as companhias convidadas serem profissionais", disse hoje José Saramago, coordenador do evento.
Seis espetáculos, repartidos por quatro fins de semana, entre os dias 10 e 31, são a proposta dos Gambuzinos com 1 Pé de Fora, grupo de teatro amador com sede na Benedita, no concelho de Alcobaça.
O festival arranca no dia 10, com a companhia Comuna Teatro de Pesquisa a apresentar, no Cine Teatro de Alcobaça João D'Oliva Monteiro, a peça 'Crise no Parque Eduardo VII'.
No dia 17, Ángel Fragua sobe ao palco do Centro Cultural Gonçalves Sapinho, na Benedita, com 'Stand Down'.
No dia seguinte, o festival estende-se a Maiorga, outras das freguesias do concelho, desta feita para os Gambuzinos com 1 Pé de Fora apresentarem, no Centro de Bem Estar Social, "(...) e a vida, afinal, é como as orquídeas", peça que, em janeiro, levaram ao Brasil, num intercâmbio com uma companhia daquele país.
A 23, o teatro volta ao Centro Cultural Gonçalves Sapinho para receber a primeira das duas companhias internacionais, a EME2 que apresentará 'A noiva de dom Quixote'. No dia seguinte, no mesmo palco, será a vez da Companhia Do Chapitô mostrar 'ATM - atelier de tempos mortos'.
No último fim de semana de festival, no dia 31, também no Centro Cultural Gonçalves Sapinho, mostra-se o coletivo de teatro Resta 1, companhia brasileira, que, além de participar no festival, prepara para o mês de abril a apresentação de uma peça conjunta com os anfitriões.
Com um orçamento de 6.500 euros, dos quais 3.500 comparticipados pela Câmara de Alcobaça, o festival 'Ao Teatro' é entendido pela autarquia de Alcobaça como "o festival de teatro do concelho", num "reconhecimento pela importância e dimensão que tem vindo a ganhar", afirmou a vereadora da Cultura, Inês Silva, durante a apresentação do evento, realizada hoje, na Benedita.
O festival movimenta "em média cerca de 200 espetadores" por espetáculo, afirmou José Saramago, para quem se trata de "uma afluência bastante positiva" ao evento, com entradas a cinco euros, para os adultos, e três euros, para as crianças.
O Festival começou em 2014 com o objetivo de levar à Benedita e ao concelho de Alcobaça "espetáculos de teatro, produzidos por companhias profissionais e amadoras", e contribuindo, segundo os organizadores, para "a formação de públicos e de criadores amadores".
Os Gambuzinos com 1 Pé de Fora são uma associação cultural sem fins lucrativos, formada em 2012, a partir do grupo de teatro do Externato Cooperativo da Benedita.
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Festival Acaso vem até aos Pisões
A notícia em:
https://www.dn.pt/lusa/interior/festival-acaso-de-regresso-para-um-mes-de-teatro-musica-e-contos-na-regiao-centro-8798683.html
Festival Acaso de regresso para um mês de teatro, música e contos na região Centro
O festival Acaso está de volta à cidade e região de Leiria entre quinta-feira e o dia 31 de outubro, com duas dezenas de espetáculos de teatro, música, performances e contos, numa edição marcada pela mudança.
"Há muitos nomes novos", explicou à agência Lusa o responsável pela programação do festival, Pedro Oliveira, fundador de "O Nariz" - Teatro de Grupo, que há 22 anos dá vida ao Acaso.
Este ano "deu-se uma volta à programação em relação à última fase do festival. São já 22 anos, já houve muitas mudanças", nota o também ator e encenador.
Pelo Acaso passaram já, desde o início, mais de 200 estruturas do teatro e formações musicais. Mas em 2017 a opção foi encontrar "outros grupos e outras pessoas, para virem a Leiria mostrar os seus trabalhos".
Pedro Oliveira diz que o objetivo do festival é manter o efeito surpresa.
"Ao fim de alguns anos, o trabalho dos grupos começa a cristalizar e é muito difícil a chamada novidade existir. Com esta renovação, conseguimos trazer a novidade. Tentamos trazer sempre que possível grupos e pessoas que de outra forma não passariam aqui e, até, outros tipos de teatro".
Este ano, a programação chega a Leiria, Marinha Grande, Batalha, Pedrógão Grande, Pataias e Fátima, e integra o Teatro da Terra, Tenda Produções, Escola de Mulheres ou Lama. E na música há muitas estreias, como os discos de Surma e mARCIANO ou a primeira apresentação ao vivo de Knok Knok.
O festival começa na quinta-feira em Leiria, com o lançamento de um livro de textos de teatro de Luís Mourão e Constantino Mendes Alves.
A performance "Lullaby", de Rui Paixão, é apresentada no Auditório Municipal da Batalha na sexta-feira e, no sábado, o Teatro da Terra leva "O cravo espanhol" ao Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria.
"Exposição Temporária de Isqueiros Roubados" é uma intervenção performática agendada para 04 de outubro, no Espaço O Nariz, em Leiria, que é palco, no dia 06 de outubro, do lançamento do disco "14.000 dias entre Terra e Marte", de mARCIANO.
Jorge Serafim conta contos e apresenta o livro "O afinador de memórias" no Centro Comercial Fatimae, em Fátima, Ourém, dia 07 de outubro, e na sede do TASE, em Santa Eufémia, Leiria, dia 08. Também a 08 de outubro, o Tenda Produções leva "Cinderella" ao Auditório Municipal da Batalha.
"Cândida ou o pessimismo", da Escola de Mulheres, com Cucha Carvalheiro, é a proposta do festival para Leiria, no dia 12 de outubro, no Teatro Miguel Franco.
No Teatro Stephens, na Marinha Grande, o Lama interpreta "Leôncio & Lena" a 13 de outubro, enquanto o argentino Pedro del Castillo apresenta teatro de marionetas para crianças e adultos no Teatro Miguel Franco, a 14 do mesmo mês.
Surma lança "Antwerpen", o disco de estreia, a 15 de outubro, no Espaço O Nariz, e no dia 16, o grupo de teatro de Leiria leva a escolas do 1.º ciclo de Pedrógão Grande "Contos do nascer ao pôr-do-sol". No dia 22 de outubro, "Contos ao pôr-do-sol" animam a tarde na Associação Filho Sarilho, em Pisões, Pataias, concelho de Alcobaça.
Ainda o Nariz faz no dia 19 de outubro uma leitura encenada da peça "O voo das aves", com estreia agendada para 2018 e, no dia 21, o grupo fará uma leitura pública de outro trabalho que só verá a luz do dia no próximo ano, "Libelinhas".
Pelo meio, os El Rupe, de Guimarães, atuam em Leiria, no Espaço O Nariz, dia 20 de outubro.
"Estrangeiras", de Slawomir Mrozek, é interpretado pelo Tenda Produções no Teatro Stephens, na Marinha Grande, a 27 de outubro.
Ivo Canelas e Pedro Gil levam ao palco do Teatro Miguel Franco "Pedro e o Capitão", de Mário Benedetti, no dia 28 de outubro.
A fechar o festival, os Knok Knok, de Armando Teixeira, mostram-se pela primeira vez ao vivo, num concerto no Espaço O Nariz, Leiria, dia 31 de outubro.
https://www.dn.pt/lusa/interior/festival-acaso-de-regresso-para-um-mes-de-teatro-musica-e-contos-na-regiao-centro-8798683.html
Festival Acaso de regresso para um mês de teatro, música e contos na região Centro
O festival Acaso está de volta à cidade e região de Leiria entre quinta-feira e o dia 31 de outubro, com duas dezenas de espetáculos de teatro, música, performances e contos, numa edição marcada pela mudança.
"Há muitos nomes novos", explicou à agência Lusa o responsável pela programação do festival, Pedro Oliveira, fundador de "O Nariz" - Teatro de Grupo, que há 22 anos dá vida ao Acaso.
Este ano "deu-se uma volta à programação em relação à última fase do festival. São já 22 anos, já houve muitas mudanças", nota o também ator e encenador.
Pelo Acaso passaram já, desde o início, mais de 200 estruturas do teatro e formações musicais. Mas em 2017 a opção foi encontrar "outros grupos e outras pessoas, para virem a Leiria mostrar os seus trabalhos".
Pedro Oliveira diz que o objetivo do festival é manter o efeito surpresa.
"Ao fim de alguns anos, o trabalho dos grupos começa a cristalizar e é muito difícil a chamada novidade existir. Com esta renovação, conseguimos trazer a novidade. Tentamos trazer sempre que possível grupos e pessoas que de outra forma não passariam aqui e, até, outros tipos de teatro".
Este ano, a programação chega a Leiria, Marinha Grande, Batalha, Pedrógão Grande, Pataias e Fátima, e integra o Teatro da Terra, Tenda Produções, Escola de Mulheres ou Lama. E na música há muitas estreias, como os discos de Surma e mARCIANO ou a primeira apresentação ao vivo de Knok Knok.
O festival começa na quinta-feira em Leiria, com o lançamento de um livro de textos de teatro de Luís Mourão e Constantino Mendes Alves.
A performance "Lullaby", de Rui Paixão, é apresentada no Auditório Municipal da Batalha na sexta-feira e, no sábado, o Teatro da Terra leva "O cravo espanhol" ao Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria.
"Exposição Temporária de Isqueiros Roubados" é uma intervenção performática agendada para 04 de outubro, no Espaço O Nariz, em Leiria, que é palco, no dia 06 de outubro, do lançamento do disco "14.000 dias entre Terra e Marte", de mARCIANO.
Jorge Serafim conta contos e apresenta o livro "O afinador de memórias" no Centro Comercial Fatimae, em Fátima, Ourém, dia 07 de outubro, e na sede do TASE, em Santa Eufémia, Leiria, dia 08. Também a 08 de outubro, o Tenda Produções leva "Cinderella" ao Auditório Municipal da Batalha.
"Cândida ou o pessimismo", da Escola de Mulheres, com Cucha Carvalheiro, é a proposta do festival para Leiria, no dia 12 de outubro, no Teatro Miguel Franco.
No Teatro Stephens, na Marinha Grande, o Lama interpreta "Leôncio & Lena" a 13 de outubro, enquanto o argentino Pedro del Castillo apresenta teatro de marionetas para crianças e adultos no Teatro Miguel Franco, a 14 do mesmo mês.
Surma lança "Antwerpen", o disco de estreia, a 15 de outubro, no Espaço O Nariz, e no dia 16, o grupo de teatro de Leiria leva a escolas do 1.º ciclo de Pedrógão Grande "Contos do nascer ao pôr-do-sol". No dia 22 de outubro, "Contos ao pôr-do-sol" animam a tarde na Associação Filho Sarilho, em Pisões, Pataias, concelho de Alcobaça.
Ainda o Nariz faz no dia 19 de outubro uma leitura encenada da peça "O voo das aves", com estreia agendada para 2018 e, no dia 21, o grupo fará uma leitura pública de outro trabalho que só verá a luz do dia no próximo ano, "Libelinhas".
Pelo meio, os El Rupe, de Guimarães, atuam em Leiria, no Espaço O Nariz, dia 20 de outubro.
"Estrangeiras", de Slawomir Mrozek, é interpretado pelo Tenda Produções no Teatro Stephens, na Marinha Grande, a 27 de outubro.
Ivo Canelas e Pedro Gil levam ao palco do Teatro Miguel Franco "Pedro e o Capitão", de Mário Benedetti, no dia 28 de outubro.
A fechar o festival, os Knok Knok, de Armando Teixeira, mostram-se pela primeira vez ao vivo, num concerto no Espaço O Nariz, Leiria, dia 31 de outubro.
sábado, 9 de setembro de 2017
Câmara Municipal apoia Festival de Marionetas
A notícia em:
https://gazetacaldas.com/cultura/manobras-vai-passar-alcobaca-s-martinho-do-porto/
O Manobras vai passar por Alcobaça e S. Martinho do Porto
O Manobras é um festival internacional de marionetas e formas animadas que passa por 13 municípios. Até 29 de Outubro a programação inclui 14 espectáculos e uma oficina. Sete desses espectáculos serão exibidos em Alcobaça: nos mosteiros de Sta. Maria e de Coz, no Museu do Vinho, no Jardim do Amor, no cine-teatro e em São Martinho do Porto.
Este ano nasceu o primeiro festival internacional de marionetas e formas animadas da ArteemRede – um projecto de cooperação cultural que existe há 12 anos e que junta 15 municípios. Manobras é o nome do evento, que nasce depois de oito edições da Festa da Marioneta.
O início do festival estava previsto para ontem, em Alcobaça (um dos municípios fundadores da ArteemRede), que receberá mais seis eventos até 29 de Outubro. Além de Alcobaça, o festival irá passar por mais 12 municípios (Abrantes, Alcanena, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Pombal, Santarém, Sesimbra, Sobral de Monte Agraço e Tomar).
O Manobras apresenta três espetáculos e uma oficina de artistas nacionais, aos quais se juntam propostas de companhias com origem em França, na Holanda e no Chile.
A programação divide-se em três categorias. As Manobras Nacionais incluem os espectáculos e oficina de criadores portugueses, as Manobras Internacionais, das companhias estrangeiras e as Manobras pelos Territórios, que são projectos de residência artística que envolvem as comunidades locais e se inspiram nas histórias dos lugares.
O festival integra o projecto Outros Centros, que conta com um apoio do Programa Operacional Centro 2020 de cerca de 475 mil euros.
Na apresentação do festival, Marta Martins, directora executiva da Arteem Rede, salientou que o Manobras estará presente “em espaços não convencionais, como praças e jardins, e em locais associados ao património cultural local”, com o objectivo de “levar o público do Festival a conhecer lugares históricos, museológicos e culturais de cada região”.
Já Inês Silva, vereadora de Alcobaça, afirmou que “o projecto Museu da Existência, da companhia Amarelo Silvestre, que vai ser apresentado no Museu do Vinho, é um dos exemplos da importância dada pelo festival ao envolvimento da população local”.
Por sua vez, o presidente da Câmara, Paulo Inácio, salientou a importância do financiamento do Centro 2020.
PROGRAMA
9 Setembro – E_Nxada (Erva Daninha e Binaural/Nodar – Portugal) – Praça Frederico Ulrich – São Martinho do Porto – 18h00
22 e 23 Setembro – Museu da Existência (Amarelo Silvestre Associação Cultural – Portugal) – Museu do Vinho – 15h00 e 21h30
1 Outubro – Trilogia Livre em Lambe Lambe (OANI Teatro – Chile) – Jardim do Amor – 16h30
5 Outubro – Geometrias do Diálogo (Juscomoma – França) – Mosteiro de Cós (com visita) – 11h00; 12h00; 15h00; 16h00; 17h00; 18h00
22 Outubro – Pescador (Silencio Blanc – Chile) – Cine-teatro João d’Oliva Monteiro – 18h00
27 Outubro – Mãos ao Alto! (Leo Petersen – Holanda) – Cine-teatro João d’Oliva Monteiro – 11h00
Comentário
Novidades? Não há.
Pataias continua a ser excluída destas iniciativas culturais promovidas/ apoiadas pela Câmara, sempre que implica (ou não) a deslocalização pelo concelho.
https://gazetacaldas.com/cultura/manobras-vai-passar-alcobaca-s-martinho-do-porto/
O Manobras vai passar por Alcobaça e S. Martinho do Porto
O Manobras é um festival internacional de marionetas e formas animadas que passa por 13 municípios. Até 29 de Outubro a programação inclui 14 espectáculos e uma oficina. Sete desses espectáculos serão exibidos em Alcobaça: nos mosteiros de Sta. Maria e de Coz, no Museu do Vinho, no Jardim do Amor, no cine-teatro e em São Martinho do Porto.
Este ano nasceu o primeiro festival internacional de marionetas e formas animadas da ArteemRede – um projecto de cooperação cultural que existe há 12 anos e que junta 15 municípios. Manobras é o nome do evento, que nasce depois de oito edições da Festa da Marioneta.
O início do festival estava previsto para ontem, em Alcobaça (um dos municípios fundadores da ArteemRede), que receberá mais seis eventos até 29 de Outubro. Além de Alcobaça, o festival irá passar por mais 12 municípios (Abrantes, Alcanena, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Pombal, Santarém, Sesimbra, Sobral de Monte Agraço e Tomar).
O Manobras apresenta três espetáculos e uma oficina de artistas nacionais, aos quais se juntam propostas de companhias com origem em França, na Holanda e no Chile.
A programação divide-se em três categorias. As Manobras Nacionais incluem os espectáculos e oficina de criadores portugueses, as Manobras Internacionais, das companhias estrangeiras e as Manobras pelos Territórios, que são projectos de residência artística que envolvem as comunidades locais e se inspiram nas histórias dos lugares.
O festival integra o projecto Outros Centros, que conta com um apoio do Programa Operacional Centro 2020 de cerca de 475 mil euros.
Na apresentação do festival, Marta Martins, directora executiva da Arteem Rede, salientou que o Manobras estará presente “em espaços não convencionais, como praças e jardins, e em locais associados ao património cultural local”, com o objectivo de “levar o público do Festival a conhecer lugares históricos, museológicos e culturais de cada região”.
Já Inês Silva, vereadora de Alcobaça, afirmou que “o projecto Museu da Existência, da companhia Amarelo Silvestre, que vai ser apresentado no Museu do Vinho, é um dos exemplos da importância dada pelo festival ao envolvimento da população local”.
Por sua vez, o presidente da Câmara, Paulo Inácio, salientou a importância do financiamento do Centro 2020.
PROGRAMA
9 Setembro – E_Nxada (Erva Daninha e Binaural/Nodar – Portugal) – Praça Frederico Ulrich – São Martinho do Porto – 18h00
22 e 23 Setembro – Museu da Existência (Amarelo Silvestre Associação Cultural – Portugal) – Museu do Vinho – 15h00 e 21h30
1 Outubro – Trilogia Livre em Lambe Lambe (OANI Teatro – Chile) – Jardim do Amor – 16h30
5 Outubro – Geometrias do Diálogo (Juscomoma – França) – Mosteiro de Cós (com visita) – 11h00; 12h00; 15h00; 16h00; 17h00; 18h00
22 Outubro – Pescador (Silencio Blanc – Chile) – Cine-teatro João d’Oliva Monteiro – 18h00
27 Outubro – Mãos ao Alto! (Leo Petersen – Holanda) – Cine-teatro João d’Oliva Monteiro – 11h00
Comentário
Novidades? Não há.
Pataias continua a ser excluída destas iniciativas culturais promovidas/ apoiadas pela Câmara, sempre que implica (ou não) a deslocalização pelo concelho.
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Festival de Marionetas por todo o concelho - ou quase
A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/artemrede-inicia-manobras-em-alcobaca
Artemrede inicia “Manobras” em Alcobaça
Arranca em Alcobaça a primeira edição do “Manobras - Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas”, da Artemrede, que vai decorrer em 13 municípios, entre os dias 7 de setembro e 29 de outubro. “Transportadores” é o nome do espetáculo da companhia 360º, que será apresentado em frente ao Mosteiro de Alcobaça no dia 7 de setembro, as 22 horas, dando início a uma programação, que envolve cinco espetáculos nas “Manobras pelos Territórios”, quatro espetáculos inseridos nas “Manobras Nacionais” e outros cinco nas “Manobras Internacionais”. O concelho vai receber sete espetáculos em seis espaços distintos.
“E_nxada”, espetáculo da Erva Daninha, em cocriação com Binaural/Nodar, será apresentada em São Martinho do Porto no próximo dia 9 de setembro, às 18 horas, na Praça Frederico Ulrich. Manobras terá também paragem obrigatória no Mosteiro de Coz no dia 5 de outubro. “Geometrias do Diálogo” será exibido às 10, 11, 12, 15, 16, 17 e 18 horas. Para este espetáculo, que incluirá uma visita ao monumento, a Câmara vai disponibilizar um autocarro para a sessão das 11 e outra para a sessão das 15 horas, que partirá meia hora antes em frente aos Paços do Concelho. No dia seguinte, os mesmos artistas vão promover uma oficina de máscaras na Biblioteca Municipal de Alcobaça, às 10,13, 15 e 19 horas.
O “Museu da Existência” vai dar-se a conhecer no Museu do Vinho, nos dias 22 e 23 de setembro, às 15 e às 21:30 horas. No dia 1 de outubro, às 16:30 horas, a OANI Teatro (Chile) apresentará no Jardim do Amor, a “Trilogia Live em Lambe Lambe”, um teatro de marionetas em miniatura.
O Cine-teatro de Alcobaça será o palco da Lejo (Holanda), que vai apresentar “Mãos ao alto”, espetáculo de vídeo de fantoches, no dia 27 de outubro, às 11 horas, e da companhia chilena Silencio Blanco, que dará vida ao “Pescador”, recorrendo a marionetas de papel, no dia 22 de outubro, às 18 horas.
O festival conta, no total, 14 espetáculos apresentados por 12 companhias e surgiu do "novo impulso" que a Artemrede quis dar à Festa da Marioneta.
http://regiaodecister.pt/noticias/artemrede-inicia-manobras-em-alcobaca
Artemrede inicia “Manobras” em Alcobaça
Arranca em Alcobaça a primeira edição do “Manobras - Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas”, da Artemrede, que vai decorrer em 13 municípios, entre os dias 7 de setembro e 29 de outubro. “Transportadores” é o nome do espetáculo da companhia 360º, que será apresentado em frente ao Mosteiro de Alcobaça no dia 7 de setembro, as 22 horas, dando início a uma programação, que envolve cinco espetáculos nas “Manobras pelos Territórios”, quatro espetáculos inseridos nas “Manobras Nacionais” e outros cinco nas “Manobras Internacionais”. O concelho vai receber sete espetáculos em seis espaços distintos.
“E_nxada”, espetáculo da Erva Daninha, em cocriação com Binaural/Nodar, será apresentada em São Martinho do Porto no próximo dia 9 de setembro, às 18 horas, na Praça Frederico Ulrich. Manobras terá também paragem obrigatória no Mosteiro de Coz no dia 5 de outubro. “Geometrias do Diálogo” será exibido às 10, 11, 12, 15, 16, 17 e 18 horas. Para este espetáculo, que incluirá uma visita ao monumento, a Câmara vai disponibilizar um autocarro para a sessão das 11 e outra para a sessão das 15 horas, que partirá meia hora antes em frente aos Paços do Concelho. No dia seguinte, os mesmos artistas vão promover uma oficina de máscaras na Biblioteca Municipal de Alcobaça, às 10,13, 15 e 19 horas.
O “Museu da Existência” vai dar-se a conhecer no Museu do Vinho, nos dias 22 e 23 de setembro, às 15 e às 21:30 horas. No dia 1 de outubro, às 16:30 horas, a OANI Teatro (Chile) apresentará no Jardim do Amor, a “Trilogia Live em Lambe Lambe”, um teatro de marionetas em miniatura.
O Cine-teatro de Alcobaça será o palco da Lejo (Holanda), que vai apresentar “Mãos ao alto”, espetáculo de vídeo de fantoches, no dia 27 de outubro, às 11 horas, e da companhia chilena Silencio Blanco, que dará vida ao “Pescador”, recorrendo a marionetas de papel, no dia 22 de outubro, às 18 horas.
O festival conta, no total, 14 espetáculos apresentados por 12 companhias e surgiu do "novo impulso" que a Artemrede quis dar à Festa da Marioneta.
sexta-feira, 26 de maio de 2017
Festival de acordeão do concelho de Alcobaça
A notícia em:
http://www.diarioleiria.pt/noticia/19701
Alcobaça torna-se capital do acordeão e recebe artistas internacionais
Alcobaça será, durante uma semana, capital internacional do acordeão. Se é adepto do instrumento, saiba que, entre amanhã e dia 4 de Junho, haverá, por todo o concelho, diversos concertos, provas e 'masterclasses', com a participação de artistas de renome nacionais e estrangeiros. A iniciativa começa amanhã, por volta das 21h30, no Cine-Teatro de Alcobaça João D' Oliva Monteiro, com a actuação dos jovens acordeonistas portuguesas Iulian Ciobanu, Francisco Batista, Vítor Pastor, Filipa Pavoeira e Tiago Pirralho, e da Orquestra Típica e Coral de Alcobaça.
O espectáculo repete domingo, pelas 17h00, no Centro Cultural Gonçalves Sapinho, na Benedita, sendo de entrada livre.
Comentário:
Entenda-se por "todo o concelho", o Centro Cultural Gonçalves Sapinho na Benedita e o Cine-Teatro e Mosteiro em Alcobaça.
http://www.diarioleiria.pt/noticia/19701
Alcobaça torna-se capital do acordeão e recebe artistas internacionais
Alcobaça será, durante uma semana, capital internacional do acordeão. Se é adepto do instrumento, saiba que, entre amanhã e dia 4 de Junho, haverá, por todo o concelho, diversos concertos, provas e 'masterclasses', com a participação de artistas de renome nacionais e estrangeiros. A iniciativa começa amanhã, por volta das 21h30, no Cine-Teatro de Alcobaça João D' Oliva Monteiro, com a actuação dos jovens acordeonistas portuguesas Iulian Ciobanu, Francisco Batista, Vítor Pastor, Filipa Pavoeira e Tiago Pirralho, e da Orquestra Típica e Coral de Alcobaça.
O espectáculo repete domingo, pelas 17h00, no Centro Cultural Gonçalves Sapinho, na Benedita, sendo de entrada livre.
Comentário:
Entenda-se por "todo o concelho", o Centro Cultural Gonçalves Sapinho na Benedita e o Cine-Teatro e Mosteiro em Alcobaça.
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Paredes da Vitória - Walls Festival
A notícia em:
http://www.beneditafm.pt/?p=28506
Pataias: Paredes da Vitória recebe o festival The Walls
A praia de Paredes da Vitória vai receber no próximo dia 17 de junho o festival The praiaparedesvitoriaWalls Fest. A iniciativa conta com música e desportos radicais, num dia e noite de atividades a partir das 12h00.
Vai contar com diversas atividades ligadas à prática de Surf, Bodyboard e Skate, onde estarão presentes vários convidados especiais ligados a estas modalidades.
No que toca à musica os convidados vão do Reggae ao Funk e até ao Hiphop e acabando a noite com musica eletrónica produzida em Portugal.
http://www.beneditafm.pt/?p=28506
Pataias: Paredes da Vitória recebe o festival The Walls
A praia de Paredes da Vitória vai receber no próximo dia 17 de junho o festival The praiaparedesvitoriaWalls Fest. A iniciativa conta com música e desportos radicais, num dia e noite de atividades a partir das 12h00.
Vai contar com diversas atividades ligadas à prática de Surf, Bodyboard e Skate, onde estarão presentes vários convidados especiais ligados a estas modalidades.
No que toca à musica os convidados vão do Reggae ao Funk e até ao Hiphop e acabando a noite com musica eletrónica produzida em Portugal.
domingo, 12 de junho de 2016
Cistermúsica regressa a Pataias
A notícia em:
http://www.regiaodecister.pt/pt/noticias/cistermusica2016-traz-admiravel-mundo-novo-alcobaca
Cistermúsica'2016 traz "Admirável Mundo Novo" a Alcobaça
A edição deste ano do Cistermúsica traz o "Admirável Mundo Novo" ao concelho de Alcobaça entre os dias 26 de junho e 31 de julho. A programação da 24.º edição do Cistermúsica foi apresentada, esta sexta-feira, no Mosteiro de Alcobaça.
A programação principal é composta por 16 espetáculos, entre os quais 13 concertos, dois bailados e um espetáculo que cruza música e dança. Com cinco concertos de grupos internacionais, 2016 será o ano mais internacional programação de sempre. Alexandre Delgado, diretor artístico do festival, acredita que o festival "está ao nível do melhor que se tem feito" em anos anteriores.
A Orquestra e Coro da Academia de Música de Alcobaça, em co-produção com a Opera Tellers, abre o festival no Claustro do Rachadouro do Mosteiro de Alcobaça com a ópera "Romeu e Julieta" de Gounod, numa versão encenada por Carlos Antunes e que contará ainda com a narração da atriz Filomena Gonçalves.
O Cistermúsica, que vai decorrer entre os dias 26 de junho e 31 de julho, assinala os 400 anos da morte de William Shakespeare "e adota como lema a alusão shakespeariana aos novos mundos que portugueses e espanhóis mostraram ao mundo", segundo o texto de apresentação da direção artística do festival. Além de concertos no Mosteiro de Alcobaça, a programação principal do festival contempla espetáculos em Coz, Benedita, São Martinho do Porto e Pataias, prosseguindo a aposta na descentralização que há vários anos é também marca do Cistermúsica.
À semelhança do que tem sido a política do festival organizado pela Banda de Alcobaça e pela Câmara de Alcobaça, os bilhetes têm um custo "simbólico", que varia entre os 5 e os 12 euros, havendo também bilhete de fim de semana e uma assinatura que dará acesso a toda a programação principal com um valor de desconto superior a 50% do valor.
http://www.regiaodecister.pt/pt/noticias/cistermusica2016-traz-admiravel-mundo-novo-alcobaca
Cistermúsica'2016 traz "Admirável Mundo Novo" a Alcobaça
A edição deste ano do Cistermúsica traz o "Admirável Mundo Novo" ao concelho de Alcobaça entre os dias 26 de junho e 31 de julho. A programação da 24.º edição do Cistermúsica foi apresentada, esta sexta-feira, no Mosteiro de Alcobaça.
A programação principal é composta por 16 espetáculos, entre os quais 13 concertos, dois bailados e um espetáculo que cruza música e dança. Com cinco concertos de grupos internacionais, 2016 será o ano mais internacional programação de sempre. Alexandre Delgado, diretor artístico do festival, acredita que o festival "está ao nível do melhor que se tem feito" em anos anteriores.
A Orquestra e Coro da Academia de Música de Alcobaça, em co-produção com a Opera Tellers, abre o festival no Claustro do Rachadouro do Mosteiro de Alcobaça com a ópera "Romeu e Julieta" de Gounod, numa versão encenada por Carlos Antunes e que contará ainda com a narração da atriz Filomena Gonçalves.
O Cistermúsica, que vai decorrer entre os dias 26 de junho e 31 de julho, assinala os 400 anos da morte de William Shakespeare "e adota como lema a alusão shakespeariana aos novos mundos que portugueses e espanhóis mostraram ao mundo", segundo o texto de apresentação da direção artística do festival. Além de concertos no Mosteiro de Alcobaça, a programação principal do festival contempla espetáculos em Coz, Benedita, São Martinho do Porto e Pataias, prosseguindo a aposta na descentralização que há vários anos é também marca do Cistermúsica.
À semelhança do que tem sido a política do festival organizado pela Banda de Alcobaça e pela Câmara de Alcobaça, os bilhetes têm um custo "simbólico", que varia entre os 5 e os 12 euros, havendo também bilhete de fim de semana e uma assinatura que dará acesso a toda a programação principal com um valor de desconto superior a 50% do valor.
quarta-feira, 30 de março de 2016
I Mostra de Teatro da Universidade Sénior de Pataias
A notícia na edição 1179 do Região de Cister de 24 de março de 2016
Pataias - próximo evento a 2 de abril
Universidades Seniores reúnem-se em Encontro de Teatro no próximo mês
Organizado pela turma e professores de Teatro da Universidade Sénior de Pataias, o I Encontro de Teatro das Universidades Seniores vai decorrer, no auditório dos Bombeiros de Pataias, no próximo dia 2 de abril, a partir das 14:30 horas. Além da turma anfitriã, sobem ainda ao palco os alunos de Teatro das universidades seniores de Alcobaça, Benedita, Nazaré e Marinha Grande.
A turma de Teatro de Pataias conta com 11 alunos, orientados pelos alcobacenses Fernando Barroso e Natércia Inácio. “Os alunos rondam a faixa etária dos 60 anos, embora haja um elemento mais jovem. São alunos muito motivados, de uma interação fantástica, disponibilidade mental extraordinária para decorar textos e de muito empenho”, assegura Natércia Inácio.
“A ideia do I Encontro de Teatro foi um desafio dos professores da disciplina à Universidade de Pataias que, não só a acolheu, como a organizou de imediato, convidando as várias universidades vizinhas”, refere a professora voluntária, desvendando que, “para festejar o Dia Internacional do Teatro, assinalado a 27 de março, está a ser preparada uma surpresa com textos e cenas conhecidos de todos”.
Pataias - próximo evento a 2 de abril
Universidades Seniores reúnem-se em Encontro de Teatro no próximo mês
Organizado pela turma e professores de Teatro da Universidade Sénior de Pataias, o I Encontro de Teatro das Universidades Seniores vai decorrer, no auditório dos Bombeiros de Pataias, no próximo dia 2 de abril, a partir das 14:30 horas. Além da turma anfitriã, sobem ainda ao palco os alunos de Teatro das universidades seniores de Alcobaça, Benedita, Nazaré e Marinha Grande.
A turma de Teatro de Pataias conta com 11 alunos, orientados pelos alcobacenses Fernando Barroso e Natércia Inácio. “Os alunos rondam a faixa etária dos 60 anos, embora haja um elemento mais jovem. São alunos muito motivados, de uma interação fantástica, disponibilidade mental extraordinária para decorar textos e de muito empenho”, assegura Natércia Inácio.
“A ideia do I Encontro de Teatro foi um desafio dos professores da disciplina à Universidade de Pataias que, não só a acolheu, como a organizou de imediato, convidando as várias universidades vizinhas”, refere a professora voluntária, desvendando que, “para festejar o Dia Internacional do Teatro, assinalado a 27 de março, está a ser preparada uma surpresa com textos e cenas conhecidos de todos”.
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Festival Atlântico 2015 - Paredes da Vitória
O video de promoção do Festival Atlântico 2015, na praia das Paredes da Vitória.
Clique na imagem ou aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=ebzHqTm-YrI&feature=youtu.be
Clique na imagem ou aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=ebzHqTm-YrI&feature=youtu.be
segunda-feira, 23 de junho de 2014
sexta-feira, 6 de junho de 2014
sexta-feira, 28 de junho de 2013
domingo, 22 de julho de 2012
Festival Praia das Paredes
A notícia no Região de Cister de 19 de julho, edição nº 987
Cartaz do "Festival Praia das Paredes" promete atrair milhares ao certame
O “Festival Praia das Paredes’ 12” promete levar, à semelhança do ano passado, milhares de forasteiros até à praia das Paredes da Vitória, na freguesia de Pataias.
Marcado para os próximos dias 27 e 28, o evento vai reunir vários dj’s e bandas nacionais no palco instalado na zona sul da praia.
Na sexta-feira, primeiro dia do certame, o cartaz apresenta os dj’s Kura, Rui Estevão e II Tronik e a banda Nuno Rendeiro and the living room furniture.
No sábado, o festival começa pelas 16 horas com dj Elton Cunha, seguindo-se Mastiksoul, Miguel Rendeiro e a banda The Peorth. Nuno Fernandez é o dj residente do evento.
As pulseiras custam 10 euros (para os dois dias) na fase de pré-venda e já se encontram disponíveis junto dos promotores do festival, que conta com o apoio da Câmara de Alcobaça e da Junta de Pataias.
No dia do festival, a pulseira de acesso custa 10 euros, sendo, porém, válida apenas para um dia.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
CisterMúsica hoje em Pataias
Hoje, pelas 21h30, concerto na Igreja Paroquial de Pataias.
ENTRADA LIVRE.
ENTRADA LIVRE.
domingo, 24 de julho de 2011
Festival de Verão em Paredes da Vitória
A notícia vem também no Região de Cister, edição escrita 935
Paredes da Vitória
Praia recebe festival de Verão nos dias 5 e 6 de Agosto
A praia de Paredes da Vitória, na freguesia de Pataias, recebe, nos dias 5 e 6 de Agosto, o ‘Festival de Praia 11’, um evento que vai reunir diversas bandas e DJ ’s com vários estilos musicais, do pop, ao rock, passando pelo reggae. O festival, organizado pela Junta e pela Câmara, é de entrada livre e decorre das 18 às 7 horas.
Paredes da Vitória
Praia recebe festival de Verão nos dias 5 e 6 de Agosto
A praia de Paredes da Vitória, na freguesia de Pataias, recebe, nos dias 5 e 6 de Agosto, o ‘Festival de Praia 11’, um evento que vai reunir diversas bandas e DJ ’s com vários estilos musicais, do pop, ao rock, passando pelo reggae. O festival, organizado pela Junta e pela Câmara, é de entrada livre e decorre das 18 às 7 horas.
terça-feira, 5 de julho de 2011
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
I Festival da Canção e Poesia - 26 anos
Faz hoje 26 anos.
Certamente muitos já não se recordam, mas muitos ainda se lembrarão.
A 5 de Fevereiro de 1984, um grupo (então) de jovens (hoje de quarentões), levou a cabo uma iniciativa que encheu, completamente e a rebentar pelas costuras, o salão do Clube Desportivo Pataiense.
Foi o I Festival da Canção e Poesia de Pataias, organizado pelo NP - Novo Pensamento.
Não houve apoios de financeiros de ninguém, apenas entusiasmo e boa vontade.
E foi um sucesso.
Haverá alguém, por aí, com fotografias dos festivais (foram mais do que um)?
Certamente muitos já não se recordam, mas muitos ainda se lembrarão.
A 5 de Fevereiro de 1984, um grupo (então) de jovens (hoje de quarentões), levou a cabo uma iniciativa que encheu, completamente e a rebentar pelas costuras, o salão do Clube Desportivo Pataiense.
Foi o I Festival da Canção e Poesia de Pataias, organizado pelo NP - Novo Pensamento.
Não houve apoios de financeiros de ninguém, apenas entusiasmo e boa vontade.
E foi um sucesso.
Haverá alguém, por aí, com fotografias dos festivais (foram mais do que um)?
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