A informação no site da Câmara Municipal:
http://www.cm-alcobaca.pt/pt/noticias/3076/abertas-as-inscricoes-para-a-epoca-de-verao-do-desporto-senior.aspx
Estão abertas a inscrições para a época de verão do Desporto Sénior, uma iniciativa do Município de Alcobaça destinada à população maior de 55 anos e que decorre de 1 julho a 31 de agosto.
Haverá atividades de educação física durante toda a duração da época e hidroginástica durante o mês de julho em 3 piscinas municipais.
As inscrições gratuitas e limitadas podem ser efetuadas na Escola Adães Bermudes ou através do TLF: 262 580 8900.
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sábado, 4 de junho de 2016
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Passeios Séniores da CM Alcobaça
A notícia na edição on-line do Tinta Fresca:
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=80d52dbf-c0a9-4a6b-9fdb-0530dbdf2c97&edition=187
Instalações decorrem na Escola Adães Bermudes
16.ª edição dos Passeios Seniores de Alcobaça descobre a região de Azeitão
Estão abertas a inscrições para a 16.ª edição dos Passeios Seniores, uma das iniciativas da Autarquia com maior sucesso na área da Ação Social.
A viagem terá como destino, a Região de Azeitão, onde os participantes terão a oportunidade de usufruir de uma paisagem privilegiada no Palácio e Quinta da Bacalhôa e de admirar o Museu e Loja da Bacalhôa, onde os participantes terão a oportunidade de descobrir coleções de alto valor artístico organizadas em vários grupos temáticos e por fim, poderão dirigir-se à Loja da Bacalhôa para experimentar os passos básicos de uma prova de vinho profissional e apreciar o prazer que se retira da verdadeira degustação.
Os passeios são destinados a pessoas com mais de 65 anos de idade, residentes no Concelho de Alcobaça, e para além do seu papel lúdico, desempenham uma ferramenta crucial no trabalho da Autarquia contra o isolamento social e na promoção do bem-estar dos participantes.
Os interessados em participar deverão inscrever-se a partir do dia 1de junho nas Instalações da Escola Adães Bermudes (em frente à Repartição de Finanças de Alcobaça), nas Instituições de Apoio ao Idoso da sua área de residência e ainda em alguma Juntas de Freguesia do Concelho. As inscrições são limitadas aos lugares existentes.
Os passeios decorrerão no período compreendido de 1 de setembro a 4 de outubro de 2016 (dias úteis). Quaisquer dúvidas poderão contactar para a Escola Adães Bermudes: 262 580 899.
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=80d52dbf-c0a9-4a6b-9fdb-0530dbdf2c97&edition=187
Instalações decorrem na Escola Adães Bermudes
16.ª edição dos Passeios Seniores de Alcobaça descobre a região de Azeitão
Estão abertas a inscrições para a 16.ª edição dos Passeios Seniores, uma das iniciativas da Autarquia com maior sucesso na área da Ação Social.
A viagem terá como destino, a Região de Azeitão, onde os participantes terão a oportunidade de usufruir de uma paisagem privilegiada no Palácio e Quinta da Bacalhôa e de admirar o Museu e Loja da Bacalhôa, onde os participantes terão a oportunidade de descobrir coleções de alto valor artístico organizadas em vários grupos temáticos e por fim, poderão dirigir-se à Loja da Bacalhôa para experimentar os passos básicos de uma prova de vinho profissional e apreciar o prazer que se retira da verdadeira degustação.
Os passeios são destinados a pessoas com mais de 65 anos de idade, residentes no Concelho de Alcobaça, e para além do seu papel lúdico, desempenham uma ferramenta crucial no trabalho da Autarquia contra o isolamento social e na promoção do bem-estar dos participantes.
Os interessados em participar deverão inscrever-se a partir do dia 1de junho nas Instalações da Escola Adães Bermudes (em frente à Repartição de Finanças de Alcobaça), nas Instituições de Apoio ao Idoso da sua área de residência e ainda em alguma Juntas de Freguesia do Concelho. As inscrições são limitadas aos lugares existentes.
Os passeios decorrerão no período compreendido de 1 de setembro a 4 de outubro de 2016 (dias úteis). Quaisquer dúvidas poderão contactar para a Escola Adães Bermudes: 262 580 899.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Centro de Convívio dos Pisões prepara álbum de memórias
A notícia no Região de Cister nº1163 de 3 de dezembro de 2015
Pisões - Comunidade convidada a ceder fotografias ao centro de convívio
Utentes querem fazer álbum fotográfico com memórias do tempo de escola
“Os bons velhos tempos” é o título do álbum fotográfico que os utentes que frequentam o centro de convívio dos Pisões pretendem fazer, contando com fotografias alusivas ao tempo escolar que os antigos alunos da Escola Primária daquela localidade da União de Freguesias de Pataias e Martingança lhes façam chegar. O desafio foi lançado à comunidade pisoense na página da rede social Facebook do centro de convívio. As fotografias podem ser enviadas através do Facebook do centro de convívio dos Pisões ou podem ser entregues em mão nas instalações que funcionam na antiga Escola Primária.
Esta é uma das várias atividades que têm sido propostas aos cerca de dez utentes que frequentam o centro de convívio, que abriu portas no dia 19 de outubro.
Trabalhos manuais, exploração da informática, projeção de filmes, audição de música, narração de histórias, ajardinamento do espaço envolvente o edifício do centro de convívio e a criação de uma horta biológica são algumas das atividades previstas no ano de arranque do centro de convívio, a par da prática de exercício físico e jogos tradicionais e populares (pião, berlinde, malha, cartas, dominó e damas).
“O objetivo do centro é proporcionar um envelhecimento de forma sã e ativa aos idosos”, garante Valter Ribeiro, presidente da União de Freguesias de Pataias e Martingança.
Pisões - Comunidade convidada a ceder fotografias ao centro de convívio
Utentes querem fazer álbum fotográfico com memórias do tempo de escola
“Os bons velhos tempos” é o título do álbum fotográfico que os utentes que frequentam o centro de convívio dos Pisões pretendem fazer, contando com fotografias alusivas ao tempo escolar que os antigos alunos da Escola Primária daquela localidade da União de Freguesias de Pataias e Martingança lhes façam chegar. O desafio foi lançado à comunidade pisoense na página da rede social Facebook do centro de convívio. As fotografias podem ser enviadas através do Facebook do centro de convívio dos Pisões ou podem ser entregues em mão nas instalações que funcionam na antiga Escola Primária.
Esta é uma das várias atividades que têm sido propostas aos cerca de dez utentes que frequentam o centro de convívio, que abriu portas no dia 19 de outubro.
Trabalhos manuais, exploração da informática, projeção de filmes, audição de música, narração de histórias, ajardinamento do espaço envolvente o edifício do centro de convívio e a criação de uma horta biológica são algumas das atividades previstas no ano de arranque do centro de convívio, a par da prática de exercício físico e jogos tradicionais e populares (pião, berlinde, malha, cartas, dominó e damas).
“O objetivo do centro é proporcionar um envelhecimento de forma sã e ativa aos idosos”, garante Valter Ribeiro, presidente da União de Freguesias de Pataias e Martingança.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Os amigos do Pisão - Inauguração
A notícia no Região de Cister nº1156 de 15 de outubro de 2015
Pisões - instituição funciona nas instalações da antiga escola primária
Centro de convívio abre na segunda-feira com dez utentes
O centro de convívio “Os amigos do Pisão”, a funcionar na antiga escola primária dos Pisões, abre as suas portas na próxima segundafeira, data em que arranca a Semana Aberta, que visa atrair novas inscrições e mostrar ao público a dinâmica do centro. Atualmente, já se encontram inscritos cerca de 10 utentes, prevendo-se que o número possa aumentar no decorrer da Semana Aberta.
O centro de convívio “Os Amigos do Pisão” foi inaugurado no passado domingo, contando com a presença de cerca de duas dezenas de idosos e familiares. O centro encontra-se sediado nas instalações da antiga escola primária daquela localidade, que havia sido requalificada há poucos anos. A União de Freguesias de Pataias e Martingança efectuou um investimento em mobiliário para adaptar o espaço às necessidades dos utentes e às atividades que ali se vão desenvolver.
A sessão solene de inauguração foi aberta por Venusa Silva, uma das impulsionadoras do projeto, e pela animadora do novo centro de convívio, Célia Paulo, que se dirigiu aos idosos informando as diversas atividades que vão ser desenvolvidas naquele espaço. “Vamos trabalhar em conjunto e fazer várias atividades que favoreçam o convívio entre os utentes”, explicou a animadora social. Trabalhos manuais, exploração da informática, a projeção de filmes, a audição de música, a narração de histórias, o ajardinamento do espaço envolvente ao edifício e a criação de uma horta biológica são algumas das atividades previstas neste ano de arranque de “Os amigos do Pisão”, a par de exercício físico e jogos tradicionais e populares (pião, berlinde, malha, cartas, dominó e damas).
“O objetivo do centro é, entre outros, proporcionar um envelhecimento de forma sã e ativa aos idosos”, garantiu Valter Ribeiro. No seu discurso, o presidente do executivo da UFPM destacou ainda a “possibilidade de fazerem novas amizades ou reforçarem amizades já existentes”. No próximo ano e como forma de intensificar a ligação entre várias gerações, o executivo da UFPM vai avançar com a criação de um parque infantil junto ao centro, “para que os avós possam conviver com os netos mais frequentemente”.
Já para Paulo Inácio, “este espaço e as atividades que aqui se vão desenvolver vão tornar-se, no futuro, muito importantes para as vossas vidas”. O presidente da Câmara de Alcobaça frisou a importância dos idosos “se manterem ativos física e mentalmente. Nesse contexto, estas actividades vão ser essenciais”.
Pisões - instituição funciona nas instalações da antiga escola primária
Centro de convívio abre na segunda-feira com dez utentes
O centro de convívio “Os amigos do Pisão”, a funcionar na antiga escola primária dos Pisões, abre as suas portas na próxima segundafeira, data em que arranca a Semana Aberta, que visa atrair novas inscrições e mostrar ao público a dinâmica do centro. Atualmente, já se encontram inscritos cerca de 10 utentes, prevendo-se que o número possa aumentar no decorrer da Semana Aberta.
O centro de convívio “Os Amigos do Pisão” foi inaugurado no passado domingo, contando com a presença de cerca de duas dezenas de idosos e familiares. O centro encontra-se sediado nas instalações da antiga escola primária daquela localidade, que havia sido requalificada há poucos anos. A União de Freguesias de Pataias e Martingança efectuou um investimento em mobiliário para adaptar o espaço às necessidades dos utentes e às atividades que ali se vão desenvolver.
A sessão solene de inauguração foi aberta por Venusa Silva, uma das impulsionadoras do projeto, e pela animadora do novo centro de convívio, Célia Paulo, que se dirigiu aos idosos informando as diversas atividades que vão ser desenvolvidas naquele espaço. “Vamos trabalhar em conjunto e fazer várias atividades que favoreçam o convívio entre os utentes”, explicou a animadora social. Trabalhos manuais, exploração da informática, a projeção de filmes, a audição de música, a narração de histórias, o ajardinamento do espaço envolvente ao edifício e a criação de uma horta biológica são algumas das atividades previstas neste ano de arranque de “Os amigos do Pisão”, a par de exercício físico e jogos tradicionais e populares (pião, berlinde, malha, cartas, dominó e damas).
“O objetivo do centro é, entre outros, proporcionar um envelhecimento de forma sã e ativa aos idosos”, garantiu Valter Ribeiro. No seu discurso, o presidente do executivo da UFPM destacou ainda a “possibilidade de fazerem novas amizades ou reforçarem amizades já existentes”. No próximo ano e como forma de intensificar a ligação entre várias gerações, o executivo da UFPM vai avançar com a criação de um parque infantil junto ao centro, “para que os avós possam conviver com os netos mais frequentemente”.
Já para Paulo Inácio, “este espaço e as atividades que aqui se vão desenvolver vão tornar-se, no futuro, muito importantes para as vossas vidas”. O presidente da Câmara de Alcobaça frisou a importância dos idosos “se manterem ativos física e mentalmente. Nesse contexto, estas actividades vão ser essenciais”.
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Passeios Séniores
A informação em:
http://cister.fm/cister/noticias/sociedade-e-ambiente/inscricoes-abertas-para-passeios-seniores/#prettyPhoto
Inscrições abertas para passeios seniores
Estão abertas a inscrições para a 15.ª edição dos Passeios Seniores, uma das iniciativas da Autarquia com maior sucesso na área da ação social.
A viagem terá como destino, as regiões de Coruche e Mora, onde os participantes terão a oportunidade de visitar o Museu Municipal de Coruche e de desfrutar de uma visita ao primeiro grande aquário de água doce da Europa o Fluviário de Mora.
Os passeios são destinados a pessoas com mais de 65 anos de idade, residentes no Concelho de Alcobaça, e para além do seu papel lúdico, desempenham uma ferramenta crucial no trabalho da Autarquia contra o isolamento social e na promoção do bem-estar dos participantes.
Os interessados em participar deverão inscrever-se a partir do dia 1 de junho nas Instalações da Escola Adães Bermudes (em frente à Repartição de Finanças de Alcobaça) ou na Instituição de Apoio ao Idoso da sua área de residência.
As inscrições são limitadas aos lugares existentes. Os passeios decorrerão no período compreendido de 1 de setembro a 2 de outubro de 2015 (dias úteis).
Quaisquer dúvidas poderão contactar para a Escola Adães Bermudes: 262 580 899. Inscreva-se e participe!
http://cister.fm/cister/noticias/sociedade-e-ambiente/inscricoes-abertas-para-passeios-seniores/#prettyPhoto
Inscrições abertas para passeios seniores
Estão abertas a inscrições para a 15.ª edição dos Passeios Seniores, uma das iniciativas da Autarquia com maior sucesso na área da ação social.
A viagem terá como destino, as regiões de Coruche e Mora, onde os participantes terão a oportunidade de visitar o Museu Municipal de Coruche e de desfrutar de uma visita ao primeiro grande aquário de água doce da Europa o Fluviário de Mora.
Os passeios são destinados a pessoas com mais de 65 anos de idade, residentes no Concelho de Alcobaça, e para além do seu papel lúdico, desempenham uma ferramenta crucial no trabalho da Autarquia contra o isolamento social e na promoção do bem-estar dos participantes.
Os interessados em participar deverão inscrever-se a partir do dia 1 de junho nas Instalações da Escola Adães Bermudes (em frente à Repartição de Finanças de Alcobaça) ou na Instituição de Apoio ao Idoso da sua área de residência.
As inscrições são limitadas aos lugares existentes. Os passeios decorrerão no período compreendido de 1 de setembro a 2 de outubro de 2015 (dias úteis).
Quaisquer dúvidas poderão contactar para a Escola Adães Bermudes: 262 580 899. Inscreva-se e participe!
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Uma verdadeira política natalista
Quando se fala do envelhecimento da população e das políticas incentivadoras à natalidade.
Quando se faz uma gestão autárquica a pensar nas pessoas e não na contabilidade.
O exemplo de uma política (de longo-prazo) de sucesso, que (apesar de integrada numa região demograficamente jovem e próxima de uma grande urbe como o Porto) reforça a evidência da importância e da eficácia de governar para as pessoas, numa perspetiva de longo prazo e não de compromissos eleitoralistas efémeros.
Quanto a Pataias, apresenta um índice de envelhecimento de 158,5%, muito semelhante ao do concelho de Alcobaça, e um crescimento demográfico insignificante.
Curioso é ver como se faz noutros locais, com os apoios autárquicos à educação e ao desporto (música e natação, por exemplo), a gestão da água e o controlo sobre os preços da mesma, a especulação imobiliária, a derrama e o imi.
É tudo ao contrário do que se faz por cá...
A notícia no jornal Público
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/sair-de-lousada-seria-como-trocar-um-ferrari-por-um-ford-1676517?page=-1
“Sair de Lousada seria como trocar um Ferrari por um Ford”
Lousada é no mapa português o concelho com mais jovens. São 32,5% dos cerca de 47 mil habitantes. O segredo? A qualidade de vida, a recusa da especulação imobiliária e os incentivos fiscais às empresas que garantem o emprego.
Não tem shoppings nem universidade e muito menos cheques-bebé. Mas tem a população mais jovem do país. O que contribui para que Lousada cresça e rejuvenesça num país cada vez mais pequeno e grisalho? “O sentimento”, respondem os habitantes. E a tradição industrial impulsionada por uma “política fiscal simpática”, precisa o presidente da câmara.
Esqueçam os cheques-bebé. “Nunca perdemos energias com esse tipo de fait divers”, introduz o autarca socialista, Pedro Machado. “Ninguém tem um filho por receber um cheque. É uma medida populista. Se conseguirmos oferecer qualidade de vida à população, essas coisas acontecem naturalmente”.
O bebé de Hugo Santos, jogador de hóquei (o desporto-emblema da terra que mobiliza mais de uma centena de atletas locais e já granjeou vários títulos internacionais para Lousada) e professor daquela modalidade nas Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), foi feito em Inglaterra e vai nascer em Lousada. E, para a felicidade do casal, nunca contou qualquer incentivo financeiro momentâneo. O ter emprego, sim.
“Eu e a minha esposa éramos professores nas AEC mas não ficamos colocados. Decidimos arriscar lá fora”. Foi um ano a viver a três horas de Londres. Ele numa empresa de comida pre-confeccionada, onde já lhe acenavam com um curso de chefe, ela como assistente de pessoas com deficiência. “Mas a nossa casa estava aqui. Logo que percebemos que as coisas aqui estavam a melhorar, decidimos voltar”.
Garantido o emprego, Hugo Santos, 35 anos, só contabiliza ganhos. “Faltavam-nos a comida, o vinho de Lousada. A paz que aqui temos, a segurança, a possibilidade de deixarmos os miúdos andar na rua sem problemas”. E, claro, o hóquei. “Temos instalações brutais para a prática do hóquei, os melhores atletas, títulos a nível europeu. O hóquei em Lousada é sinónimo de vitória”, enfatiza, para concluir: “Sair daqui seria a mesma coisa que trocar um Ferrari por um Ford”.
O sucesso desportivo, que tem levado várias selecções a estagiar em Lousada, já abriu o apetite do investimento privado. “Nasceu ao lado do complexo desportivo um hotel rural, que era uma das lacunas que tínhamos”, anuncia o presidente da câmara. De resto, toda a economia local parece em claro contraciclo com a depressão à escala nacional. Há empresas novas a nascer em Lousada. Na área do calçado, mas também da têxtil”. A marca kispo que fez furor na década de 70 nasceu na vila. “A marca está cá e vai agora ser outra vez dinamizada. O dono é dos maiores empregadores da região”. Outra marca de referência é a Famo, na produção de mobiliário de escritório.
Um contexto particular
Antes de continuarmos, o contexto. Entre os 47.500 habitantes de Lousada (que não é cidade, é vila, e não perde tempo a queixar-se disso) 32,5% têm menos de 25 anos – a média nacional é 26%. E o peso dos idosos com 65 ou mais anos de idade não passa dos 11%, ou seja, metade da média do país. Temos assim que este concelho de 96 quilómetros quadrados de área, comprimidos por todos os lados pelos concelhos limítrofes de Felgueiras, Amarante, Penafiel, Paços de Ferreira, Vizela, Paredes e Santo Tirso, se assume no mapa como tendo apenas 61,4 idosos por cada 100 jovens quando, no todo nacional, a média é de 129,4 idosos por cada 100 jovens.
Quem, como o geógrafo Jorge Malheiros, estuda há anos as dinâmicas populacionais na sua relação com o território arrisca algumas explicações. “Há nesta região uma componente cultural, com uma forte influência religiosa, que faz com que tenha levado mais tempo a adoptar o modelo de família nuclear, com mãe, pai e filho”. Por outro lado, “divórcios e rupturas familiares levaram mais tempo a chegar”. O que faz com que “o sistema de economia familiar e doméstica e a proximidade entre casa e trabalho e a casa de uns e de outros familiares permitam que as mulheres tenham mais filhos sabendo que têm quem cuide deles”.
E há claro, “a indústria e a pequena propriedade que permite que as pessoas vão tendo vinho, couves, animais domésticos para consumo”. E a proximidade geográfica com a área metropolitana do Porto. Tudo somado, e mesmo agora que o declínio da fecundidade não tem poupado nenhuma zona do país, “Lousada continua a beneficiar do facto de, fruto dessa herança, ter mais população em idade fértil”, arrisca ainda Malheiros.
A dinamização da economia que prende as pessoas à terra não caiu do céu. “Há 20 anos, éramos o segundo concelho do país com maior taxa de abandono escolar. Os miúdos saíam cedo da escola para ir trabalhar, uma realidade vergonhosa que punha em causa o futuro do concelho”, recorda Pedro Machado. A aposta começou na educação. “Quando o anterior Governo determinou a obrigatoriedade das AEC elas já existiam em Lousada há 15 anos”.
A natação e a aprendizagem da música fazem-se sob impulso municipal. E já há lousadenses a tocar piano em Moscovo. Recupere-se então o que disse João Xavier, prémio 2001 do concurso de Jovens Músicos da Fundação Calouste Gulbenkian, ao semanário local Verdadeiro Olhar: “O único entrave de viver em Lousada é ter de me deslocar ao Porto para ver concertos”.
Moderação nos impostos
A “centralidade invejável” (Lousada está a 25 minutos do Porto por auto-estrada) ajuda a que este seja, a seguir a Felgueiras, o concelho com menor desemprego no país: 7,9%. “Nunca houve em Lousada lançamento da derrama e isso foi um incentivo para muitos empresários. Dependendo do número de postos de trabalho criados, os empresários poderão também ver reduzido ou ficar isentos do pagamento do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) durante cinco anos.
A nível habitacional segue-se o mesmo princípio. O IMI anda perto dos mínimos permitidos por lei, devendo descer para os 0,35% já em 2015. “As taxas urbanísticas sempre foram muito controladas. Nunca houve da parte da câmara nenhum contributo para a especulação imobiliária”. O resultado é que a habitação é mais barata em Lousada dos que nos concelhos limítrofes. “Isso foi determinante, porque há jovens casais que, por força de a habitação ser mais barata, decidem instalar-se cá”. Ao nível da água e do saneamento, idem aspas. “Nunca abdicámos destes serviços. Era tentador. Chegaram a oferecer-nos 25 milhões de euros para entregarmos a água e o saneamento a privados e metade era pago à cabeça, o que daria para liquidarmos toda a nossa dívida e para fazer grandes obras e grandes festas. Nunca cedemos. E foi isso que nos permitiu congelar as tarifas durante três anos consecutivos”.
Nada disto está presente na cabeça dos jovens que se abrigam da chuva à porta do Mac LowCost, o café que fica defronte da escola secundária. Mas o que é facto é que, ao contrário do que mostram alguns inquéritos nacionais que apontam a emigração como algo que os jovens começam a encarar como uma inevitabilidade, nenhum se projecta a viver no futuro fora de Lousada. “Viver fora daqui?!”, começa por reagir Cristina Soares, 16 anos, à pergunta do PÚBLICO, para continuar no mesmo tom quase indignado: “De maneira nenhuma. Nasci aqui, cresci aqui. Até posso ter de ir estudar para fora mas volto. É a minha terra. Lousada tem tudo para mim”.
Quando se faz uma gestão autárquica a pensar nas pessoas e não na contabilidade.
O exemplo de uma política (de longo-prazo) de sucesso, que (apesar de integrada numa região demograficamente jovem e próxima de uma grande urbe como o Porto) reforça a evidência da importância e da eficácia de governar para as pessoas, numa perspetiva de longo prazo e não de compromissos eleitoralistas efémeros.
Quanto a Pataias, apresenta um índice de envelhecimento de 158,5%, muito semelhante ao do concelho de Alcobaça, e um crescimento demográfico insignificante.
Curioso é ver como se faz noutros locais, com os apoios autárquicos à educação e ao desporto (música e natação, por exemplo), a gestão da água e o controlo sobre os preços da mesma, a especulação imobiliária, a derrama e o imi.
É tudo ao contrário do que se faz por cá...
A notícia no jornal Público
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/sair-de-lousada-seria-como-trocar-um-ferrari-por-um-ford-1676517?page=-1
“Sair de Lousada seria como trocar um Ferrari por um Ford”
Lousada é no mapa português o concelho com mais jovens. São 32,5% dos cerca de 47 mil habitantes. O segredo? A qualidade de vida, a recusa da especulação imobiliária e os incentivos fiscais às empresas que garantem o emprego.
Não tem shoppings nem universidade e muito menos cheques-bebé. Mas tem a população mais jovem do país. O que contribui para que Lousada cresça e rejuvenesça num país cada vez mais pequeno e grisalho? “O sentimento”, respondem os habitantes. E a tradição industrial impulsionada por uma “política fiscal simpática”, precisa o presidente da câmara.
Esqueçam os cheques-bebé. “Nunca perdemos energias com esse tipo de fait divers”, introduz o autarca socialista, Pedro Machado. “Ninguém tem um filho por receber um cheque. É uma medida populista. Se conseguirmos oferecer qualidade de vida à população, essas coisas acontecem naturalmente”.
O bebé de Hugo Santos, jogador de hóquei (o desporto-emblema da terra que mobiliza mais de uma centena de atletas locais e já granjeou vários títulos internacionais para Lousada) e professor daquela modalidade nas Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), foi feito em Inglaterra e vai nascer em Lousada. E, para a felicidade do casal, nunca contou qualquer incentivo financeiro momentâneo. O ter emprego, sim.
“Eu e a minha esposa éramos professores nas AEC mas não ficamos colocados. Decidimos arriscar lá fora”. Foi um ano a viver a três horas de Londres. Ele numa empresa de comida pre-confeccionada, onde já lhe acenavam com um curso de chefe, ela como assistente de pessoas com deficiência. “Mas a nossa casa estava aqui. Logo que percebemos que as coisas aqui estavam a melhorar, decidimos voltar”.
Garantido o emprego, Hugo Santos, 35 anos, só contabiliza ganhos. “Faltavam-nos a comida, o vinho de Lousada. A paz que aqui temos, a segurança, a possibilidade de deixarmos os miúdos andar na rua sem problemas”. E, claro, o hóquei. “Temos instalações brutais para a prática do hóquei, os melhores atletas, títulos a nível europeu. O hóquei em Lousada é sinónimo de vitória”, enfatiza, para concluir: “Sair daqui seria a mesma coisa que trocar um Ferrari por um Ford”.
O sucesso desportivo, que tem levado várias selecções a estagiar em Lousada, já abriu o apetite do investimento privado. “Nasceu ao lado do complexo desportivo um hotel rural, que era uma das lacunas que tínhamos”, anuncia o presidente da câmara. De resto, toda a economia local parece em claro contraciclo com a depressão à escala nacional. Há empresas novas a nascer em Lousada. Na área do calçado, mas também da têxtil”. A marca kispo que fez furor na década de 70 nasceu na vila. “A marca está cá e vai agora ser outra vez dinamizada. O dono é dos maiores empregadores da região”. Outra marca de referência é a Famo, na produção de mobiliário de escritório.
Um contexto particular
Antes de continuarmos, o contexto. Entre os 47.500 habitantes de Lousada (que não é cidade, é vila, e não perde tempo a queixar-se disso) 32,5% têm menos de 25 anos – a média nacional é 26%. E o peso dos idosos com 65 ou mais anos de idade não passa dos 11%, ou seja, metade da média do país. Temos assim que este concelho de 96 quilómetros quadrados de área, comprimidos por todos os lados pelos concelhos limítrofes de Felgueiras, Amarante, Penafiel, Paços de Ferreira, Vizela, Paredes e Santo Tirso, se assume no mapa como tendo apenas 61,4 idosos por cada 100 jovens quando, no todo nacional, a média é de 129,4 idosos por cada 100 jovens.
Quem, como o geógrafo Jorge Malheiros, estuda há anos as dinâmicas populacionais na sua relação com o território arrisca algumas explicações. “Há nesta região uma componente cultural, com uma forte influência religiosa, que faz com que tenha levado mais tempo a adoptar o modelo de família nuclear, com mãe, pai e filho”. Por outro lado, “divórcios e rupturas familiares levaram mais tempo a chegar”. O que faz com que “o sistema de economia familiar e doméstica e a proximidade entre casa e trabalho e a casa de uns e de outros familiares permitam que as mulheres tenham mais filhos sabendo que têm quem cuide deles”.
E há claro, “a indústria e a pequena propriedade que permite que as pessoas vão tendo vinho, couves, animais domésticos para consumo”. E a proximidade geográfica com a área metropolitana do Porto. Tudo somado, e mesmo agora que o declínio da fecundidade não tem poupado nenhuma zona do país, “Lousada continua a beneficiar do facto de, fruto dessa herança, ter mais população em idade fértil”, arrisca ainda Malheiros.
A dinamização da economia que prende as pessoas à terra não caiu do céu. “Há 20 anos, éramos o segundo concelho do país com maior taxa de abandono escolar. Os miúdos saíam cedo da escola para ir trabalhar, uma realidade vergonhosa que punha em causa o futuro do concelho”, recorda Pedro Machado. A aposta começou na educação. “Quando o anterior Governo determinou a obrigatoriedade das AEC elas já existiam em Lousada há 15 anos”.
A natação e a aprendizagem da música fazem-se sob impulso municipal. E já há lousadenses a tocar piano em Moscovo. Recupere-se então o que disse João Xavier, prémio 2001 do concurso de Jovens Músicos da Fundação Calouste Gulbenkian, ao semanário local Verdadeiro Olhar: “O único entrave de viver em Lousada é ter de me deslocar ao Porto para ver concertos”.
Moderação nos impostos
A “centralidade invejável” (Lousada está a 25 minutos do Porto por auto-estrada) ajuda a que este seja, a seguir a Felgueiras, o concelho com menor desemprego no país: 7,9%. “Nunca houve em Lousada lançamento da derrama e isso foi um incentivo para muitos empresários. Dependendo do número de postos de trabalho criados, os empresários poderão também ver reduzido ou ficar isentos do pagamento do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) durante cinco anos.
A nível habitacional segue-se o mesmo princípio. O IMI anda perto dos mínimos permitidos por lei, devendo descer para os 0,35% já em 2015. “As taxas urbanísticas sempre foram muito controladas. Nunca houve da parte da câmara nenhum contributo para a especulação imobiliária”. O resultado é que a habitação é mais barata em Lousada dos que nos concelhos limítrofes. “Isso foi determinante, porque há jovens casais que, por força de a habitação ser mais barata, decidem instalar-se cá”. Ao nível da água e do saneamento, idem aspas. “Nunca abdicámos destes serviços. Era tentador. Chegaram a oferecer-nos 25 milhões de euros para entregarmos a água e o saneamento a privados e metade era pago à cabeça, o que daria para liquidarmos toda a nossa dívida e para fazer grandes obras e grandes festas. Nunca cedemos. E foi isso que nos permitiu congelar as tarifas durante três anos consecutivos”.
Nada disto está presente na cabeça dos jovens que se abrigam da chuva à porta do Mac LowCost, o café que fica defronte da escola secundária. Mas o que é facto é que, ao contrário do que mostram alguns inquéritos nacionais que apontam a emigração como algo que os jovens começam a encarar como uma inevitabilidade, nenhum se projecta a viver no futuro fora de Lousada. “Viver fora daqui?!”, começa por reagir Cristina Soares, 16 anos, à pergunta do PÚBLICO, para continuar no mesmo tom quase indignado: “De maneira nenhuma. Nasci aqui, cresci aqui. Até posso ter de ir estudar para fora mas volto. É a minha terra. Lousada tem tudo para mim”.
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
ABEOTL Pataias quer lançar projeto imobiliário
A notícia na edição 1100 do Região de Cister de 18 de setembro de 2014
Pataias - instituição pede apoio à câmara de alcobaça
ABEOTLP lança projeto de residências assistidas
A Associação de Bem Estar e Ocupação de Tempos Livres de Pataias (ABEOTLP) quer avançar com um projeto para a construção de residências assistidas. O anúncio foi feito, no passado domingo, no almoço de comemoração do 30.º aniversário da instituição.
A associação já solicitou apoio à Câmara de Alcobaça para concretizar o projeto, que nascerá num terreno da autarquia contíguo às instalações da ABEOTLP inauguradas no ano passado.
O projeto pressupõe, na 1.ª fase, a construção de 14 moradias unifamiliares, dois edifícios com oito apartamentos T1 e disporá de um restaurante, uma capela e um pavilhão multiusos. Na 2.ª fase, serão construídas mais 18 moradias unifamiliares.
O presidente da Direção da ABEOTLP, António Caseiro, explica que o projeto, que classifica de “aldeia nova da associação”, é “destinado a clientes nacionais e estrangeiros, especialmente nórdicos”, tendo solicitado à Câmara a cedência do terreno por um valor simbólico, por forma a viabilizar o investimento, que ainda não está calculado.
Presente no almoço comemorativo dos 30 anos da fundação da ABEOTLP, Paulo Inácio garantiu que a autarquia “está disponível para colocar o património que possui ao serviço da população”, revelando que a Câmara pode envolver-se diretamente no projeto, o que poderá agilizar o processo.
Valter Ribeiro, presidente da União das Freguesias de Pataias e Martingança, mostrou-se agradado com a iniciativa da ABEOTLP, que considerou ter “pernas para andar”.
Comentário
Correndo o risco de me chamarem "Velho do Restelo","ambientalista fundamentalista" e outros "impropérios", confesso as minhas dúvidas sobre este projeto, que conheço apenas pela notícia acima replicada.
Pelo texto, parece que a ABEOTL Pataias quer fazer um projeto de residências assistidas, para cidadãos com outras posses financeiras, nomeadamente, estrangeiros.
Não poderá ser este projeto confundido com um condomínio privado de luxo, em terrenos públicos, cedidos a preços simbólicos?
Pataias - instituição pede apoio à câmara de alcobaça
ABEOTLP lança projeto de residências assistidas
A Associação de Bem Estar e Ocupação de Tempos Livres de Pataias (ABEOTLP) quer avançar com um projeto para a construção de residências assistidas. O anúncio foi feito, no passado domingo, no almoço de comemoração do 30.º aniversário da instituição.
A associação já solicitou apoio à Câmara de Alcobaça para concretizar o projeto, que nascerá num terreno da autarquia contíguo às instalações da ABEOTLP inauguradas no ano passado.
O projeto pressupõe, na 1.ª fase, a construção de 14 moradias unifamiliares, dois edifícios com oito apartamentos T1 e disporá de um restaurante, uma capela e um pavilhão multiusos. Na 2.ª fase, serão construídas mais 18 moradias unifamiliares.
O presidente da Direção da ABEOTLP, António Caseiro, explica que o projeto, que classifica de “aldeia nova da associação”, é “destinado a clientes nacionais e estrangeiros, especialmente nórdicos”, tendo solicitado à Câmara a cedência do terreno por um valor simbólico, por forma a viabilizar o investimento, que ainda não está calculado.
Presente no almoço comemorativo dos 30 anos da fundação da ABEOTLP, Paulo Inácio garantiu que a autarquia “está disponível para colocar o património que possui ao serviço da população”, revelando que a Câmara pode envolver-se diretamente no projeto, o que poderá agilizar o processo.
Valter Ribeiro, presidente da União das Freguesias de Pataias e Martingança, mostrou-se agradado com a iniciativa da ABEOTLP, que considerou ter “pernas para andar”.
Comentário
Correndo o risco de me chamarem "Velho do Restelo","ambientalista fundamentalista" e outros "impropérios", confesso as minhas dúvidas sobre este projeto, que conheço apenas pela notícia acima replicada.
Pelo texto, parece que a ABEOTL Pataias quer fazer um projeto de residências assistidas, para cidadãos com outras posses financeiras, nomeadamente, estrangeiros.
Não poderá ser este projeto confundido com um condomínio privado de luxo, em terrenos públicos, cedidos a preços simbólicos?
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Pataias - factos e números (3)
A estrutura etária da população da União de Freguesias de Pataias e Martingança (fonte: Censos 2011 do INE).
Alguns dados interessantes:
Índice de envelhecimento: 158,5 %
Ou seja, 159 idosos (+65 anos) por cada 100 jovens (menos de 15 anos)
Índice de dependência de jovens: 21,4%
Ou seja, 21 jovens (menos de 15 anos) por cada 100 pessoas em idade ativa (entre os 15 aos 65 anos)
Índice de dependência de idosos: 33,9%
Ou seja, 34 idosos (+ 65 anos) por cada 100 pessoas em idade ativa (entre os 15 aos 65 anos)
Índice de dependência total: 55,3%
Ou seja, 55 pessoas (até aos 15 anos e com mais de 65 anos) por cada 100 pessoas em idade ativa (entre os 15 aos 65 anos)
Por outras palavras, um envelhecimento assustador.
O índice de envelhecimento é superior às médias do concelho (146,8%) e nacional (129,4%).
O índice de dependência dos jovens está na linha com a média do concelho (21,3%) e abaixo da média nacional (22,5%).
O índice de dependência dos idosos é superior às médias co concelho (31,9%) e nacional (29,1%).
O índice de dependência total é também superior às médias do concelho (52,5%) e nacional (51,7%).
Num momento em que se preparam as grandes opções do plano e os orçamentos para 2014 e anos seguintes, é também uma boa altura para debater a situação demográfica da freguesia.
O que pode fazer uma junta de freguesia ( e uma câmara) para:
1 - contrariar o envelhecimento da população;
2 - que tipo de políticas e ofertas devem ser equacionadas face a esta realidade.
Quando se fala do envelhecimento do interior do país, esquecemos muitas vezes de olhar para nós próprios...
Alguns dados interessantes:
Índice de envelhecimento: 158,5 %
Ou seja, 159 idosos (+65 anos) por cada 100 jovens (menos de 15 anos)
Índice de dependência de jovens: 21,4%
Ou seja, 21 jovens (menos de 15 anos) por cada 100 pessoas em idade ativa (entre os 15 aos 65 anos)
Índice de dependência de idosos: 33,9%
Ou seja, 34 idosos (+ 65 anos) por cada 100 pessoas em idade ativa (entre os 15 aos 65 anos)
Índice de dependência total: 55,3%
Ou seja, 55 pessoas (até aos 15 anos e com mais de 65 anos) por cada 100 pessoas em idade ativa (entre os 15 aos 65 anos)
Por outras palavras, um envelhecimento assustador.
O índice de envelhecimento é superior às médias do concelho (146,8%) e nacional (129,4%).
O índice de dependência dos jovens está na linha com a média do concelho (21,3%) e abaixo da média nacional (22,5%).
O índice de dependência dos idosos é superior às médias co concelho (31,9%) e nacional (29,1%).
O índice de dependência total é também superior às médias do concelho (52,5%) e nacional (51,7%).
Num momento em que se preparam as grandes opções do plano e os orçamentos para 2014 e anos seguintes, é também uma boa altura para debater a situação demográfica da freguesia.
O que pode fazer uma junta de freguesia ( e uma câmara) para:
1 - contrariar o envelhecimento da população;
2 - que tipo de políticas e ofertas devem ser equacionadas face a esta realidade.
Quando se fala do envelhecimento do interior do país, esquecemos muitas vezes de olhar para nós próprios...
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Palestra de combate às burlas
A informação no blogue do Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias.
http://bibliotecadepataias.blogspot.pt/
Combate às burlas
Decorreu na passada sexta feira a palestra relativa ao "Combate às burlas" dinamizada pela Escola Segura e agentes da GNR de Pataias.
Estiveram presentes mais de duas dezenas de pessoas que colocaram as suas dúvidas e tomaram conhecimento das novas e velhas formas que são utilizadas para ludibriar até os mais cuidadosos e atentos.
http://bibliotecadepataias.blogspot.pt/
Combate às burlas
Decorreu na passada sexta feira a palestra relativa ao "Combate às burlas" dinamizada pela Escola Segura e agentes da GNR de Pataias.
Estiveram presentes mais de duas dezenas de pessoas que colocaram as suas dúvidas e tomaram conhecimento das novas e velhas formas que são utilizadas para ludibriar até os mais cuidadosos e atentos.
sábado, 30 de março de 2013
Rede Nacional de Tratamentos Continuados
A notícia no site da Rádio Cister
http://www.cister.fm/destaque/alcobaca-quer-integrar-rede-nacional-de-tratamentos-continuados
Alcobaça quer integrar Rede Nacional de Tratamentos Continuados
A integração da Rede Nacional de Tratamentos Continuados é o próximo grande objetivo da Câmara de Alcobaça na área da assistência social a quem mais precisa.
A Câmara aprovou, recentemente, a atribuição de subsídios no valor de 150 mil euros para a Santa Casa da Misericórdia de Alfeizerão e para o Centro Cénico da Cela, como apoio aos lares que ambas as instituições construíram.
Tratam-se dos últimos apoios da autarquia para lares residenciais nas IPSS no concelho de Alcobaça. “Foi um grande esforço, mas temos resposta para a próxima década. Não haverá, por isso, mais apoios”, disse Paulo Inácio, anunciando que o próximo apoio da Câmara será dirigido ao CEERIA, que está a construir residências e um lar para o apoio a pessoas portadoras de deficiência.
De acordo com o presidente da Autarquia, “o único défice existente é o dos tratamentos continuados”.
“Queremos fazer parte da rede nacional de tratamentos continuados. Precisamos de resposta para pessoas com doenças crónicas e seus familiares, e estamos determinados em reivindicar e associarmo-nos com as IPSS para isso”, esclareceu.
A rede de apoio ao domicílio é, também, a aposta da autarquia, e tem como objetivo proporcionar que os utentes possam ficar durante mais tempo junto dos seus familiares e perto dos seus lares.
“Algumas IPSS já fazem o apoio domiciliário, e ao nível da autarquia constituímos, no serviço Alcobaça Amiga, uma equipa de apoio domiciliário para pequenos arranjos domésticos, disponibilizamos uma viatura para tratamentos médicos, através do Centro de Saúde e estamos presentes no fornecimento de 300 refeições diárias a pessoas com grandes dificuldades financeiras, através de acordo com a Segurança Social”, disse Paulo Inácio, explicando que a política da autarquia, na ação social, será a de direccionar todo o nosso esfoço para apoiar as pessoas.
http://www.cister.fm/destaque/alcobaca-quer-integrar-rede-nacional-de-tratamentos-continuados
Alcobaça quer integrar Rede Nacional de Tratamentos Continuados
A integração da Rede Nacional de Tratamentos Continuados é o próximo grande objetivo da Câmara de Alcobaça na área da assistência social a quem mais precisa.
A Câmara aprovou, recentemente, a atribuição de subsídios no valor de 150 mil euros para a Santa Casa da Misericórdia de Alfeizerão e para o Centro Cénico da Cela, como apoio aos lares que ambas as instituições construíram.
Tratam-se dos últimos apoios da autarquia para lares residenciais nas IPSS no concelho de Alcobaça. “Foi um grande esforço, mas temos resposta para a próxima década. Não haverá, por isso, mais apoios”, disse Paulo Inácio, anunciando que o próximo apoio da Câmara será dirigido ao CEERIA, que está a construir residências e um lar para o apoio a pessoas portadoras de deficiência.
De acordo com o presidente da Autarquia, “o único défice existente é o dos tratamentos continuados”.
“Queremos fazer parte da rede nacional de tratamentos continuados. Precisamos de resposta para pessoas com doenças crónicas e seus familiares, e estamos determinados em reivindicar e associarmo-nos com as IPSS para isso”, esclareceu.
A rede de apoio ao domicílio é, também, a aposta da autarquia, e tem como objetivo proporcionar que os utentes possam ficar durante mais tempo junto dos seus familiares e perto dos seus lares.
“Algumas IPSS já fazem o apoio domiciliário, e ao nível da autarquia constituímos, no serviço Alcobaça Amiga, uma equipa de apoio domiciliário para pequenos arranjos domésticos, disponibilizamos uma viatura para tratamentos médicos, através do Centro de Saúde e estamos presentes no fornecimento de 300 refeições diárias a pessoas com grandes dificuldades financeiras, através de acordo com a Segurança Social”, disse Paulo Inácio, explicando que a política da autarquia, na ação social, será a de direccionar todo o nosso esfoço para apoiar as pessoas.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Lançada a 1ª Pedra do Lar de Pataias
A reportagem na edição escrita nº 914 do Região de Cister
Pataias dá primeiro passo para construção de lar
Vinte e quatro anos após o primeiro projecto arquitectónico e depois de uma mãocheia de candidaturas indeferidas, a Associação de Bem Estar e Ocupação de Tempos Livres de Pataias (ABEOTLP) decidiu avançar, no passado sábado, para a construção de um lar de idosos, mesmo sem qualquer financiamento.
“Estes factos não nos retiraram coragem”, assegurou o presidente da Direcção, António Caseiro, no lançamento da primeira pedra, uma cerimónia simbólica onde estiveram mais de duas centenas de pessoas.
Com 27 anos de existência a ABEOTLP presta apoio a 117 utentes nas mais variadas valências, um trabalho que deu aos dirigentes da instituição “uma maior consciência da necessidade de apoio permanente aos utentes”, como explicou António Caseiro.
O passo assumido pela Direcção da Associação foi elogiado nos discursos dos convidados: “Parabéns pela coragem em avançar para uma obra destas sem garantia de financiamento”, salientou o presidente da Junta, Valter Ribeiro, que deixou garantias de alguma “pouca” ajuda financeira e também de apoio “para chegar a outros organismos” aos quais a Associação poderá recorrer.
“Era uma vergonha o Norte do concelho não ter um lar de idosos”, considerou Paulo Inácio, presidente da Câmara, que cedeu o terreno. O autarca pediu “alegria e determinação” na concretização do antigo sonho de Pataias. “Não há crise que nos faça parar”, disse ainda Paulo Inácio.
Sublinhando a importância de “valorizar as pessoas com mais idade”, o adjunto do governador civil, Jorge Sobral, acredita num bom contributo da Segurança Social, apesar de terem sido reprovadas as candidaturas daquela Associação para a comparticipação no financiamento da obra.
Fernando Gonçalves, director do Centro Regional de Segurança Social, admitiu a injustiça das estatísticas, que dão uma cobertura próxima dos 100% em termos de lares ao concelho de Alcobaça, apesar de a norte da cidade não existir qualquer cama. “A Segurança Social tenta inverter esta situação, apoiando como pode”, revelou Fernando Gonçalves, que todos os meses transfere 30 mil euros para a ABEOTLP.
“É neste momentos difíceis que a solidariedade mais importa”, considerou o dirigente, indo ao encontro dos apelos da Direcção da Associação, que pede apoio às populações e empresas do Norte do concelho de Alcobaça.
O lar de Pataias, que deverá ser uma realidade no próximo ano, criará 15 novos postos de trabalho, a juntar aos 42 já existentes.
A Associação de Bem Estar e Ocupação de Tempos Livres de Pataias tem 117 utentes a seu cargo, entre as valências de Centro de Dia, Apoio Domiciliário e residência autónoma. Recentemente, a instituição alargou o apoio domiciliário para os fins-de-semana, garantindo uma cobertura diária daquele serviço, que permite que os idosos sejam auxiliados nas suas próprias casas. O lar agora iniciado, que será erguido junto ao edifício já existente, terá lugar para 35 pessoas.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Pulseira para apoio a idosos
A notícia é da Rádio Cister.
Teleassistência Causa Maior
Dando continuidade ao projecto apresentado em 2008 “Perto de uma Voz Amiga”, levado a cabo pelo hipermercado Modelo e pela Cruz Vermelha Portuguesa, a Autarquia de Alcobaça tem agora disponível mais duas Pulseiras Telealarme, destinadas à comunidade sénior com mais de 65 anos, de forma a melhorar a sua qualidade de vida, saúde, segurança e auto-estima.
Um serviço que se destina essencialmente a todos aqueles que se encontram em situação de dependência (vulnerabilidade e isolamento), mas também a pessoas plenamente autónomas que desejam estar protegidas. Este serviço abrange também a deslocação regular de uma equipa de voluntários ao domicílio dos utentes.
Como funciona? O Telealarme é uma resposta social assente num sistema inovador de telecomunicações, constituído por uma central com atendimento permanente, um telefone especial colocado no domicílio e um medalhão com botão de alarme integrado. Quando accionados, o botão de alarme ou o medalhão ficam em comunicação com o serviço de emergência da Cruz Vermelha, que procurará de imediato accionar o apoio pretendido. O serviço está activo 24h/Dia.
Como requisitar a Pulseira?
Os interessados devem contactar o serviço de Acção Social da Autarquia através do número verde 800 086 060. A Câmara Municipal garante a instalação gratuita do serviço, e durante dois anos o munícipe apenas terá de pagar metade da mensalidade: 5.50 Euro.
A selecção será feita pelos responsáveis da Acção Social, dando-se preferência a pessoas isoladas física e socialmente, com algum grau de dependência e que já tenham linha telefónica instalada.
domingo, 13 de dezembro de 2009
Complemento Solidário ao Idoso
Retirado do site da Junta de Freguesia de Pataias.
Dia 14 de Dezembro de 2009 das 9h:30m às 12h:30m estará uma Técnica da Segurança Social na Junta de Freguesia de Pataias para preenchimento dos requerimentos e esclarecimento de dúvidas.
Este complemento é para pessoas reformadas com 65 anos de idade ou mais e rendimentos inferiores a 400€ por mês.
Dia 14 de Dezembro de 2009 das 9h:30m às 12h:30m estará uma Técnica da Segurança Social na Junta de Freguesia de Pataias para preenchimento dos requerimentos e esclarecimento de dúvidas.
Este complemento é para pessoas reformadas com 65 anos de idade ou mais e rendimentos inferiores a 400€ por mês.
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