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domingo, 5 de novembro de 2017

Proibição de caça na zona ardida

A informação em:
http://www.icnf.pt/portal/caca/cv-dc/listagem-zc-afetadas-incendios


Listagem das zonas de caça abrangidas pela Portaria n.º 333-A/2017, de 3 de novembro

Portaria n.º 333-A/2017, de 3 de novembro determina um conjunto de limitações ao exercício da caça em determinados distritos e concelhos e proíbe o exercício da caça a qualquer espécie cinegética nos terrenos situados no interior da linha perimetral da área percorrida por incêndio, ou grupos de incêndios contínuos de área superior a 1000 hectares, bem como numa faixa de proteção de 250 metros.


Os incêndios que atingiram o território nacional, assumiram uma grande dimensão com impactos significativos, pelo que importa estabelecer limitações ao exercício da caça não só com interdição  ao exercício da caça em áreas percorridas por incêndios de grandes dimensões, bem como numa faixa de proteção de 250 metros. A portaria em causa determina ainda  em alguns distritos e concelhos , limitações  às espécies a caçar, bem como aos dias de caça.

Atendendo a que os limites das áreas ardidas encontram-se em fase de validação apresenta-se, abaixo, uma lista provisória das zonas de caça abrangidas pelos incêndios em causa e área de proteção de 250 metros, podendo a mesma ser alterada consoante os limites das áreas ardidas forem corrigidos. 

Listagem provisória das zonas de caça afetadas em:
http://www.icnf.pt/portal/caca/cv-dc/resource/doc/caca-listagem-prov-03nov2017.pdf

Comentário

A Zona de Caça Municipal de Pataias surge no número 3404.
Pessoalmente, penso que esta proteção deveria ainda ser maior e proteger toda a zona compreendida entre as estradas que ligam Pataias à Burinhosa e na estrada para a Nazaré, até ao cruzamento de Fanhais, para o lado do mar.
Uma proibição de caça que se deveria estender por 2 ou 3 anos, pelo menos, de forma a repor parte da flora e proteger a pouca fauna existente.



Aquela que deveria ser a Zona de Proteção para os próximos 2 ou 3 anos (ou mais), para restabelecimento dos ecossistemas (fauna e flora)

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Efluentes domésticos na lagoa de Pataias

A notícia na edição 1159 do região de Cister de 5 de novembro de 2015

Pataias - Moradores que estiverem em infração vão ser multados
Lagoa vai ter estação elevatória para evitar poluição das águas

O problema de poluição da lagoa de Pataias pode ter os dias contados. Nas próximas semanas, as obras de construção da nova estação elevatória da zona da lagoa vão iniciar, de acordo com informação de Paulo Inácio, presidente da Câmara de Alcobaça.
“Vamos implementar a estação para que o saneamento básico não reporte diretamente para a lagoa”, explica o autarca, acreditando que este é o primeiro passo do processo de despoluição da lagoa.
Depois de concluídas as obras, “irá ser efetuada uma fiscalização casa a casa para identificar todas as residências que não estejam ligadas à rede de saneamento básico”. Até agora, este levantamento não foi feito, tendo em conta que “a parte pública também estava a falhar”, logo não havia legalidade para exigir que todas as residências estivessem a cumprir a lei.
Com a construção da estação elevatória, o cenário muda de figura. “Sabemos que existem casas que estão a remeter as fossas céticas ilegalmente para a lagoa”, confessa Paulo Inácio, garantindo que todos esses “casos serão sinalizados”. Depois será dado um período para que os proprietários infratores se liguem à rede de saneamento básico de forma voluntária. “Ultrapassado esse período, iremos responsabilizar os proprietários e aplicar as coimas devidas”, afirma o presidente da Câmara de Alcobaça.
Numa das últimas Assembleias Municipais, António Ascenso, deputado em substituição da bancada do PS, apelou à intervenção da Câmara no processo de fiscalização e punição dos infratores. Segundo António Ascenso, são mais de 40 as casas que se encontram a remeter as águas residuais para o lençol freático da lagoa.
Na semana passada, os serviços da Câmara de Alcobaça limparam a zona envolvente da Lagoa, eliminando as zonas de mato e caniçais.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Ação de limpeza da praia de Paredes da Vitória



Recebido via e-mail

Dia Mundial da Limpeza de Rios e Praias  - 20 de Setembro, 2014
Praia de Paredes de Vitória, Alcobaça

O Município de Alcobaça informa que existe transporte para voluntários
8.30 junto aos Paços do Concelho- Alcobaça
8.50- Largo do Cruzeiro- Pataias
O Regresso a Alcobaça está previsto pelas 14h00 e em Pataias 13h40
Caso pretenda utilizar este transporte e, para que o seu lugar seja reservado, por favor, envie um e-mail para sofia.quaresma@cm-alcobaca.pt
A participação é voluntária e gratuita. Aconselhamos o uso de roupa e calçado confortável e um bom agasalho, impermeável. Caso considerem oprotuno, por favor divulguem! POR UM MAR SEM LIXO!

PROGRAMA

Dia Mundial da Limpeza de Rios e Praias 



20 de Setembro, 2014
Praia de Paredes de Vitória, Alcobaça

A Associação Bandeira Azul da Europa, com a colaboração do Município de Alcobaça, a Paredes Surf, e um conjunto de outras Entidades que se associaram assinalam o DIA MUNDIAL DE LIMPEZA DE RIOS E PRAIAS conjuntamente com campeonato Paredes Ocean Movement,  numa ação de praia que tem como objetivo a sensibilização para a preservação da costa e rios portugueses. 
O Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias, conhecido no mundo inteiro como International Coastal Clean Up (ICC), é um programa internacional de educação ambiental, que mobiliza milhares de pessoas em todo o planeta. O evento é realizado em mais de 100 países todos os anos, no terceiro fim de semana de setembro.
O Dia Mundial de Limpeza em Rios e Praias é um dos maiores e mais efetivos programas destinado à limpeza do nosso planeta e que já envolveu 35 milhões de pessoas em 130 países. Com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), através do Programa das Nações Unidas para Ambiente (PNUA) e Ocean Conservancy.
O dia começará pelas 9h00 com a chegada dos participantes que se vão juntar na praia de Paredes de Vitória em Alcobaça. Responsáveis dos municípios, crianças e jovens, escuteiros e surfistas são os voluntários irão unir-se por esta causa.
Diversas atividades lúdicas e ao mesmo tempo pedagógicas fazem parte da programação que vai preencher por completo a manhã dos participantes. O momento alto do programa será a formação de um cordão humano em terra e em mar com a ajuda de todos os participantes. 

Programa


9.00h -10.00h – Chegada dos participantes e informações

9.00h - “O Oceano e Eu”
Actividade: Os participantes serão convidados a preencher um inquérito “Percepção Individual sobre os Oceanos”, inquérito já respondido por 257 pessoas nos últimos 2 anos e cujos resultados serão apresentados numa comunicação científica na European Cetacean Society Conference, Malta, Março de 2015, reunião científica subordinada ao tema 'Marine Mammal Conservation - from Local to Global' A actividade tem a duração máxima de 4 minutos por pessoa e é de preenchimento anónimo.

10.00h –  Há lixo na Praia!

Atividade: recolha e deposição seletiva dos resíduos existentes na praia. Serão fornecidas luvas e algumas pinças e camaroeiros aos grupos e fichas de identificação e quantificação do lixo.

11.00h – Há vida para preservar!

Atividade: Pretende-se chamar a atenção para a biodiversidade do litoral desafiando os presentes à realização de representações da vida marinha em esculturas de areia.
Um júri deverá avaliar e distinguir 3 trabalhos de maior qualidade. 

12.00h –  Gincana do plástico!

Atividade: Gincana com diversos desafios e atividades que chamam a atenção para as questões relacionadas com a poluição dos Oceanos pelo plástico, etc. Distribuição dos prémios aos vencedores dos desafios.

13.00 – Ação simbólica cordão humano e Encerramento

sábado, 22 de março de 2014

ETAR das Paredes em descarga direta para a praia e para o mar

No início de fevereiro, foi detetado um segmento de cerca de 25/30 metros em que o emissário da ETAR de Paredes da Vitória se encontrava a descoberto na praia.
http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2014/02/emissario-da-etar-de-paredes-em-risco.html

No final do mês, a agitação marítima havia posto a descoberto a estrutura de lona que suportava o chamado "poço de descarga" dos efluentes da ETAR.
http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2014/03/etar-das-paredes-da-vitoria.html

Durante mês e meio nada foi feito para evitar aquiloque agora aconteceu.
O poço de descarga desapareceu e o emissário encontra-se solto, ao sabor da ondulação, a fazer a descarga dos efluentes da ETAR diretamente na praia ou no mar, na zona de rebentação.

Uma vez mais, todos os receios dos moradores e amantes da praia de Paredes da Vitória se revelaram verdadeiros. A não construção do emissário submarino inicialmente previsto, e a sua substituição por este emissário de descarga nas dunas da Mina do Azeche, nunca encontrou entre a população residente e os habituais frequentadores das Paredes da Vitória, uma argumentação suficientemente forte.
Aliás, todos os projetos feitos em Paredes da Vitória ignoraram, sempre, todas as opiniões e conselhos dados pelos seus moradores, nomeadamente quanto à dinâmica da praia, ao curso do rio, à agitação marítima, e à alteração do perfil da praia ao longo do ano.
As Águas do Oeste e a Câmara Municipal de Alcobaça, por seu lado, garantiam a segurança desta alternativa.

A época balnear começa a 1 de junho, daqui a pouco mais de dois meses.

E agora, qual é a solução?






sábado, 1 de março de 2014

ETAR das Paredes da Vitória

As fotografias foram tiradas já no domingo passado, dia 23 de fevereiro de 2014.
A contínua ação das ondas, em consequência das intempéries, tem rebaixado de forma significativa a praia e atacado o frágil e pequeno cordão dunar existente.
Nas dunas sob as arribas dos Mijaretes, foi instalado o "poço" de receção dos efluentes tratados da ETAR, que agora se encontra parcialmente a céu aberto.
Apesar de, supostamente, estes efluentes terem sofrido um tratamento terciário e não representarem qualquer problema para a saúde pública, não deixa de ser preocupante, transmitindo também uma péssima imagem da praia.
De recordar que a instalação da ETAR sobre a duna primária foi alvo de forte contestação da população local, assim como nunca ficou plenamente explicada a decisão da não construção do respetivo emissário submarino, substituído por este "poço" no meio das dunas. Um dos motivos da preocupação dos moradores pela descarga destes efluentes na praia, para além da preocupação com o real tratamento dos efluentes, especialmente nos meses de verão, e de todos os demais aspetos ambientais, prendia-se exatamente com a atual situação: a eventual descoberta e até destruição do "poço" pelo mar.
Outra situação que poderá ter algum impacto estará relacionada com a atribuição do galardão da Bandeira Azul à praia de Paredes da Vitória, pois este "poço" de descarga da ETAR está a menos de 400 metros da área de exploração de um dos concessionários da praia das Paredes e a cerca de 200 metros do acesso à praia a partir da Mina do Azeche. 







sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Secil Pataias (Cibra) - Declarações ambientais 2006/2012

Depois do que se passou ("alguns" dias em aparente escape livre) e a pedido de algumas "famílias":

Declaração de impacto ambiental da exploração das pedreiras de Alva de Pataias e Olhos de Água (2006)
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLQnVTSjF6cnhUUDA/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2006
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLWlhya2x5dXI0YVk/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2007
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLRkhQSE9nbkpLaGc/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2008
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLUUl4MjNhVkFKTjg/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2009
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLd296TXZIeHJ3MlE/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2010
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLTWFDRnF5a2tUeDg/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2011
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLRDd0dHFFVGl6VTA/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2012
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLLWZacHI0bTdXUzg/edit?usp=sharing

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Nascente do rio de Vale Furado

A notícia na edição 1016 do Região de Cister de 7 de fevereiro.
 

Junta de Pataias pretende apurar responsabilidades sobre o sucedido
Nascente do rio de Vale Furado soterrada desde o início do ano

A nascente do rio de Vale Furado foi alvo de um atentado ambiental, no início deste ano. No dia 3 de janeiro, uma máquina andou a executar trabalhos de alisamentos de terras na zona da nascente do rio de Vale Furado, tendo soterrado a área onde a água nasce.
O REGIÃO DE CISTER contactou Valter Ribeiro, presidente da Junta de Pataias, que assegurou que a situação já havia sido “registada pela autarquia e encaminhada para a secção responsável pela fiscalização de situações desta natureza da Câmara Municipal de Alcobaça, à qual pedimos para apurarem eventuais responsabilidades”.
Este é apenas mais um atentado ambiental registado na freguesia gerida por Valter Ribeiro. Frequentemente a autarquia é alertada para áreas de pinhal onde são despejados lixos industriais, residenciais e, até mesmo, animais de grande porte mortos em decomposição.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Limpeza do Mercado de Pataias

Via Tinta Fresca, a nota de imprensa da Câmara Municipal
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=b68773e1-9f96-47f8-9b27-6d933c2ed7e0&edition=145


Campanha “Sem plásticos a voar, o mercado fica a ganhar!”
   

Câmara de Alcobaça e SUMA sensibilizam feirantes para limpeza dos mercados
Os níveis de insalubridade dos espaços após a realização das feiras, os custos associados à sua limpeza, e a recuperação da dignificação dessas áreas são os principais motivos que levam a Câmara Municipal de Alcobaça e a SUMA, a unir esforços numa ação de sensibilização destinada aos vendedores, com arranque previsto para dia 11 de novembro no Mercado de Pataias, será desenvolvida também nos dias 25 de novembro no Mercado de Turquel e 17 de dezembro no Mercado de Alcobaça.
Assumindo que as atuais condições podem ser facilmente reversíveis através da responsabilização partilhada pelos espaços e estruturas onde decorrem os mercados e da adoção de boas práticas de triagem, acondicionamento e deposição dos resíduos produzidos, a campanha “Sem plásticos a voar, o mercado fica a ganhar!” será promovida através de contacto pró-ativo junto dos feirantes.
A distribuição de folhetos informativos sobre a problemática em causa reforça os objetivos desta iniciativa, salientando, simultaneamente, as vantagens comerciais decorrentes da adoção de cuidados ambientais destinados a colherem a natural preferência dos clientes por espaços limpos e arrumados.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Descargas de esgotos na lagoa de Pataias

A notícia no site da Rádio Cister
http://www.cister.fm/destaque/descargas-da-estacao-elevatoria-na-lagoa-de-pataias


Descargas da estação elevatória na lagoa de Pataias


A Lagoa de Pataias esteve a receber, durante um mês, os efuentes da Estação Elevatória, que se localiza a 200 metros de distância do ecossistema. Uma avaria, no início do verão, esteve na origem do problema.
 “A Estação, que envia os esgotos de Pataias para a ETAR de Alpedriz, está agora a ser monitorizada com regularidade e se os serviços mantiverem uma manutenção e limpezas constantes, não haverá motivos para relocalizar a infraestrutura”, explicou o vereador do ambiente da Câmara Municipal de Alcobaça, Hermínio Rodrigues, adiantando que “o problema de poluição ambiental já está resolvido” e que a autarquia tem uma bióloga a trabalhar projetos para se salvaguardar o eco-sistema existente, em torno da Lagoa de Pataias.
Entretanto, há um grupo de pessoas que quer criar uma associação que defenda os interesses da Lagoa de Pataias, um projeto que Hermínio Rodrigues diz querer apoiar.
Vários populares, que se mostram preocupados com o aparente abandono do corpo de água, estão a organizar-se para ser constituída uma entidade que ajude a proteger a Lagoa e as espécies que ai têm o seu habitat.


domingo, 29 de janeiro de 2012

Despejo de fossas nos pinhais

Os buracos abertos no meio do pinhal deixavam adivinhar que o destino seria para receberem “qualquer coisa”. Se dúvidas havia, deixaram de existir.
A semana passada mostrei fotografias da zona das Águas Luxosas. Esta semana é da zona entre as Quintas e a Cruz do Pedrão.
As enormes “piscinas” destinam-se à receção de efluentes de suiniculturas que depois são espalhados pelos eucaliptais e deixados correr livremente pelo pinhal.
O cheiro “intenso” até faz dor de cabeça.
Algumas dúvidas ficam:
- que tipo de dejetos são ali despejados? Só águas ou também matéria orgânica?
- que tipo de impactos ambientais e no subsolo terão estes despejos?
- qual a legalidade deste tipo de operações?
E não deixo de pensar, se este “perfume” embalado por uma “brisa” de Verão, não chegará até à Nazaré?




domingo, 8 de janeiro de 2012

Lagoa de Pataias ameaçada pela azola

A notícia é da Rádio Cister

Conservação da Lagoa de Pataias preocupa PS

O vereador socialista no executivo camarário de Alcobaça, Jorge Agostinho, anda preocupado com a Lagoa de Pataias, que tem três problemas por resolver.

A excessiva proliferação da azola, um feto aquático flutuante, que retira oxigénio à água, acabando por prejudicar todo o eco-sistema aquático existente; a poluição, provocada pelos esgotos e os caniços, em excesso, em redor da Lagoa, foram alguns dos problemas apontados pelo vereador na última reunião do executivo camarário.

Jorge Agostinho pediu uma intervenção cuidada e constante da Câmara Municipal para salvaguardar aquele importante ecossistema.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Co-incineração em Pataias

Na edição escrita 955 do Região de Cister de 9 de Dezembro de 2012

Grupo que inclui quatro câmaras pediu audiência ao primeiro-ministro
Alcobaça fora de comissão contra a co-incineração


A Câmara de Alcobaça não integra uma comissão que inclui outras quatro autarquias, duas associações ambientais e um grupo de cidadãos e que aguarda uma reunião com o primeiro-ministro e a ministra do Ambiente para pedir ao Governo que revoge as licenças concedidas à Secil e à Cimpor para co-incineração de resíduos industriais perigosos. Castanheira Barros, o advogado que coordena a comissão, que integra as Câmaras de Coimbra, Setúbal, Palmela e Sesimbra, diz que não obteve qualquer resposta aos emails que enviou à Camara de Alcobaça, nem à conversa que manteve “com a secretária do presidente”. Por seu lado, Paulo Inácio garante não ter recebido qualquer pedido de reunião e diz desconhecer o assunto, que assegura ter ouvido pela primeira vez através do REGIÃO DE CISTER. “Vou tomar diligências no sentido de contactar os responsáveis”, acrescenta o presidente da Câmara de Alcobaça.
Em causa está o início da co-incineração de resíduos industriais perigosos na Secil, na freguesia de Pataias, mas também em outras cimenteiras do País, como as de Souselas e Outão. Ao que tudo indica, em Pataias iniciar-se-á a breve prazo.
A comissão contesta aquilo que considera “grosseiras anomalias” dos tribunais administrativos quanto às queixas e acções cautelares que têm vindo a ser apresentadas ao longo dos anos, tendo já feito seguir uma queixa para o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. A comissão quer sobretudo sensibilizar o Governo para os perigos do processo de queima daqueles resíduos, que, entre outros aspectos, “liberta para a atmosfera duas substâncias cancerígenas que se formam durante a combustão de resíduos”, garante Castanheira Barros em declarações ao REGIÃO DE CISTER.
A comissão assegura que apresentou “diversos pareceres que provam existir elevada perigosidade”, estudos esses elaborados por engenheiros superiores técnicos, biólogos e geógrafos. Como alternativa à co-incineração, o grupo apresenta a Pirólise, que é a queima de resíduos não recicláveis sem libertação de gases, uma solução que implica a criação de unidades de raiz para o efeito. “Este é, aliás, um método previsto no Decreto que consagra a co-incineração”, sublinha Castanheira Barros.
Em 2008, a Secil publicou um Estudo de Impacte Ambiental que fez, de forma voluntária, sobre a co-incineração de resíduos industriais perigosos na fábrica Secil-Outão. No documento, a empresa explica que “um dos modos de reduzir as exigências energéticas e a dependência do petróleo é através da co-incineração, que é a queima de resíduos que não possuam alternativa de tratamento “de uma forma ambientalmente correcta e economicamente viável”. Por outro lado, “a quantidade de metais preciosos e de cloro presente no combustível de uma fábrica de cimento é maior do que nos resíduos perigosos que a Secil se propõe valorizar”.
Já foi feita a consulta pública sobre o processo de coincineração na Secil de Pataias, pelo que o processo está em condições de avançar. “O facto de ter decorrido até 23 de Setembro a consulta pública para a co-incineração de resíduos perigosos na cimenteira da Secil de Pataias - Alcobaça prova que está em curso uma estratégia para fazer de Portugal o caixote do lixo da União Europeia”, escreveu Castanheira Barros num blogue.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Co-incineração na Cibra

A notícia é da Rádio Cister

Co-incineração a caminho de Pataias sem consulta ao Município

Faltam poucos dias para terminar o período de consulta pública sobre a instalação da co-incineração na cimenteira de Pataias, mas a autarquia de Alcobaça ainda não foi formalmente notificada sobre o assunto.
Paulo Inácio mantém a postura de não comentar a consulta, que termina no próximo dia 23 de Setembro, enquanto a Agência Portuguesa do Ambiente nada disser a Alcobaça, ou os serviços técnicos da autarquia emitirem um parecer sobre a matéria.
Logo que o relatório dos serviços lhe chegar às mãos, Paulo Inácio garante que irá divulgar à população do concelho, e em particular à da freguesia de Pataias, a posição do município sobre esta questão.
O site da Agência Portuguesa do Ambiente informa que se encontram disponíveis para Consulta Pública, durante 20 dias úteis, de 29 de Agosto a 23 de Setembro de 2011, o projeto de alteração da instalação de co-incineração da Fábrica CMP Cibra-Pataias.
O Município de Alcobaça não foi notificado. O executivo camarário diz-se «atento ao processo», mas prefere não fazer comentários em público.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Co-incineração na Cibra (CMP-Pataias)

Na edição escrita nº943 do Região de Cister de 15 de Setembro

Decorre a consulta pública relativa à fábrica de Pataias
Vereador garante que co-incineração na Cibra não é de matérias tóxicas


Até à próxima semana ainda pode ser consultado o projecto de alteração da instalação de co-incineração da Cibra, em Pataias, mas o vice-presidente da Câmara de Alcobaça, que tem o pelouro do Ambiente, garantiu esta terça-feira que não se trata de co-incinerar matérias perigosas.
“O que está em causa é a renovação da licença actual”, disse também o autarca, que assegurou que naquela fábrica já são queimados alguns detritos, como pneus e pasta cerâmica. “Não são resíduos perigosos, mas vamos estar atentos”, acrescentou Hermínio Rodrigues.
A consulta pública decorre até dia 23 e pode ser efectuada no Centro de Documentação da Agência Portuguesa do Ambiente, na Amadora, ou na Divisão de Documentação e Recursos Informáticos da CCD RLVT, em Lisboa.
A fábrica de Pataias tem licença para co-incinerar pneus usados desde 2006. De acordo com informação da Europe Direct, nesse ano valorizou cerca de 12 mil toneladas de resíduos.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Co-incineração na Cibra - Pataias

Câmara diz que vai acompanhar o processo.

Na edição escrita do Região de Cister nº942.

Co-incineração na Cibra em consulta pública

Decorre, até ao próximo dia 23 deste mês, a consulta pública referente ao projecto de alteração da instalação de co-incineração da Fábrica CM P Cibra-Pataias. A consulta pode ser efectuada no Centro de Documentação da Agência Portuguesa do Ambiente, na Amadora, ou na Divisão de Documentação e Recursos Informáticos da CCD RLVT, em Lisboa. O presidente da Câmara de Alcobaça garantiu ao REGIÃO DE CISTER que a autarquia vai estar atenta a todo o processo e que o mesmo será consultado por técnicos do município.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Pedreiras do concelho com estudo de impacto ambiental

A notícia é da Rádio Cister

Ministério da Economia vai fazer um estudo de impacto ambiental a Alcobaça

Em causa está a reabilitação das pedreiras desactivadas do concelho.
 
O Ministério da Economia pretende aproveitar turisticamente aqueles espaços, situados no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, que foram, antes, espaço de exploração da actividade das pedreiras.
 
Um projecto semelhante já está em curso no concelho da Batalha e tem em vista a reabilitação das paisagens afectadas pela exploração da pedra, criando, ao mesmo tempo, infra-estruturas de apoio ao turismo de natureza, como espaços de lazer, parques de merendas e circuitos pedonais, entre outros equipamentos.

Comentário

Não é só no PNSAC que existem pedreiras no concelho de Alcobaça.
Em Pataias também existem algumas e nem todas são da responsabilidade da SECIL.
Será que também serão objecto de um estudo?

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Fábrica Cibra-Pataias: Qualidade do Ar

Fábrica Cibra-Pataias: Qualidade do Ar
Emissões difusas de partículas para a atmosfera (2007 e 2008)
[clique na imagem]
Estes são os resultados apresentados nas declarações ambientais do Grupo Secil, relativos às emissões difusas de partículas para a atmosfera (anos 2007 e 2008). Os valores encontram-se todos dentro dos limites legais previstos, registando-se uma evolução positiva em quase todos eles. Os valores indicados a vermelho representam os valores que eram maiores em 2008, relativamente a 2007.
O relatório de 2009, em Junho de 2010 ainda não se encontrava disponível.

Fonte: Relatórios “Declaração Ambiental Intercalar”, anos de 2007 e 2008, da Fábrica Cibra-Pataias do Grupo Secil.