A notícia em:
http://oesteglobal.com/Obras_do_Parque_Verde_de_Alcobaca_comecam_em_breve
Obras do Parque Verde de Alcobaça começam em breve
A Câmara Municipal anunciou que irá começar, em breve, com as obras para a instalação do Parque Verde de Alcobaça, que deverá ficar pronto em 14 meses.
O Tribunal de Contas deu visto favorável às obras do Parque Verde da Cidade de Alcobaça. Já começaram a ser instalados os estaleiros da obra, que vai ser realizada pela empresa Tecnorém, engenharia, construções, S.A., vencedora do Concurso Público, no valor de 2.240 milhões de euros (+IVA).
A obra é financiada por fundos comunitários e, segundo Paulo Inácio, “irá contribuir para melhorar a qualidade de vida dos munícipes”.
“Vamos assistir, com calma, serenidade e planeamento, a uma pequena revolução na cidade e no próprio concelho de Alcobaça”, disse o autarca, referindo-se ao conjunto das obras financiadas por Fundos Comunitários previstas ou em curso, como é o caso do Parque de Campismo da cidade; a reabilitação da Avenida do Mercado Municipal ao Merco Alcobaça e a sua transformação em Pavilhão Multiusos e a USF da Benedita (em execução).
Ainda durante este ano “serão dados passos para requalificar a entrada em Alcobaça via Fervença. Estou empenhado em resolver esta questão formal dos terrenos. Ao requalificarmos a Avenida Joaquim Vieira Natividade, impõe-se a melhoria da restante via até à Fervença”, acrescentou o autarca.
“Não tenho dúvidas que, com estas obras damos, um grande salto para o aumento da qualidade de vida e melhoria de apresentação da cidade de Alcobaça, para residentes e visitantes”.
A previsão da gestão autárquica é que o Parque Verde fique pronto até ao final do ano para que munícipes e visitantes possam usufruir do espaço na Primavera de 2018.
Com um investimento de 2,7 milhões de euros, os 7 hectares de terreno terão uma área verde, com áreas destinadas à prática desportiva, restauração, um anfiteatro, uma galeria, estacionamento e estufas públicas.
Mostrar mensagens com a etiqueta Investimento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Investimento. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Obra de um pacote de 6,5 milhões de euros para Alcobaça
A notícia em:
Parque de Campismo de Alcobaça em obras
Está a nascer um “novo” Parque de Campismo de Alcobaça. A Câmara de Alcobaça, que é a gestora oficial do projeto, quer que o espaço esteja preparado para receber campistas e caravanistas, mas que possa igualmente ser usufruído pelos munícipes e visitantes. Prevê-se que a obra, que arrancou na semana passada, esteja finalizada “ainda no primeiro semestre deste ano”.
“Este será um espaço aberto a todos, controlado por um porteiro durante o verão. Não vai ser um espaço fechado em exclusivo para o campismo, mas será um espaço verde, requalificado e multifuncional para qualquer cidadão”, esclareceu o presidente da Câmara de Alcobaça, em visita aos trabalhos de requalificação realizada na passada segunda-feira.
O “novo” Parque de Campismo poderá albergar 24 caravanas e 13 lugares de estacionamento, bem como uma ampla área para tendas de campismo, com casas de banho partilhadas entre os utilizadores do parque infantil e os campistas.
Numa primeira fase serão requalificados os sistemas de água e eletricidade, bem como de prevenção de incêndios. Segue-se a construção de uma estação de lavagem para autocaravanas e o respetivo parque de estacionamento. Além de um espaço próprio para o caravanismo, o espaço contará com uma ampla área dedicada ao campismo com tendas.
A obra inclui, também, uma zona com aparelhos de ginástica e um parque de merendas. Todas as árvores serão alvo de uma limpeza e “apenas meia dúzia” terão mesmo de ser arrancadas. Os caminhos pedestres serão requalificados e os acessos vão ser possíveis a pessoas com mobilidade reduzida.
A requalificação do Parque de Campismo representa um investimento total de 318 mil euros, com um financiamento comunitário de cerca de 212 mil euros. O projeto integra o Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano, aprovado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) e que tem em vista a obtenção de 6.5 milhões de euros de fundos comunitários, o maior montante obtido no contexto do Oeste, contempla várias intervenções na cidade de Alcobaça.
“De uma coisa tenho a certeza: se o projeto fosse exclusivo para uso como Parque de Campismo não tínhamos financiamento”, sublinhou o autarca, defendendo que “tem de haver uma mente aberta para ter acesso a esses fundos comunitários com inteligência”.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
83 projetos aprovados ao abrigo do Centro 2020
A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/alcobaca-tem-83-projetos-aprovados-no-centro-2020
Alcobaça tem 83 projetos aprovados no Centro 2020
O concelho de Alcobaça tem 83 projetos de investimento aprovados no âmbito do Centro 2020, enquanto a Nazaré tem apenas 9 projetos com financiamento assegurado.
O distrito de Leiria tem aprovados um total de 729 projetos, a que correspondem incentivos de 174,9 milhões de euros.
No caso de Alcobaça, que é apenas superado no distrito pelos concelhos da Marinha Grande (132 projetos aprovados) e Leiria (264) e superou Pombal (80), haverá incentivos na ordem dos 26,3 milhões de euros, enquanto na Nazaré foram atribuídos 2,3 milhões de euros.
Se Alcobaça está no topo da lista dos concelhos do distrito com maior número de projetos aprovados, a Nazaré surge na cauda da tabela, "ganhando" nesse particular aos concelhos de Bombarral (7 projetos), Alvaiázere (6), Figueiró dos Vinhos (6), Castanheira de Pera (1) e Pedrogão Grande (sem projetos).
O investimento elegível associado aos projetos no distrito cifra-se nos 283,3 milhões de euros, mas o investimento real será muito superior, visto que nem todo o investimento é elegível para apoio.
Além dos inúmeros projetos empresariais, há outros aprovados nas mais diversas tipologias, como na conservação, proteção e desenvolvimento do património natural ou no desenvolvimento das infra-estruturas educativas e formativas.
http://regiaodecister.pt/noticias/alcobaca-tem-83-projetos-aprovados-no-centro-2020
Alcobaça tem 83 projetos aprovados no Centro 2020
O concelho de Alcobaça tem 83 projetos de investimento aprovados no âmbito do Centro 2020, enquanto a Nazaré tem apenas 9 projetos com financiamento assegurado.
O distrito de Leiria tem aprovados um total de 729 projetos, a que correspondem incentivos de 174,9 milhões de euros.
No caso de Alcobaça, que é apenas superado no distrito pelos concelhos da Marinha Grande (132 projetos aprovados) e Leiria (264) e superou Pombal (80), haverá incentivos na ordem dos 26,3 milhões de euros, enquanto na Nazaré foram atribuídos 2,3 milhões de euros.
Se Alcobaça está no topo da lista dos concelhos do distrito com maior número de projetos aprovados, a Nazaré surge na cauda da tabela, "ganhando" nesse particular aos concelhos de Bombarral (7 projetos), Alvaiázere (6), Figueiró dos Vinhos (6), Castanheira de Pera (1) e Pedrogão Grande (sem projetos).
O investimento elegível associado aos projetos no distrito cifra-se nos 283,3 milhões de euros, mas o investimento real será muito superior, visto que nem todo o investimento é elegível para apoio.
Além dos inúmeros projetos empresariais, há outros aprovados nas mais diversas tipologias, como na conservação, proteção e desenvolvimento do património natural ou no desenvolvimento das infra-estruturas educativas e formativas.
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Alcatroamento da estrada de Vale Furado
A notícia na edição 1165 do Região de Cister de 17 de Dezembro de 2015
Alcobaça - melhoria das condições de circulação automóvel nas 13 freguesias
Autarquia investiu este ano mais de 1 milhão de euros em alcatroamentos
A Câmara de Alcobaça investiu mais de 1 milhão de euros, desde o início deste ano, em alcatroamentos de estradas, acessos e outros equipamentos. Trata-se de um dos maiores investimentos feitos pela autarquia na melhoria das condições de circulação automóvel nas 13 freguesias do concelho.
“Este investimento é feito com o exclusivo objetivo de oferecer aos munícipes de Alcobaça maior conforto e qualidade de vida que são um dos maiores atrativos do nosso concelho. No próximo ano, daremos continuidade a este investimento pois há ainda muito trabalho para se fazer”, enalteceu o presidente da Câmara de Alcobaça.
A Estrada Municipal 549 (Zona Industrial do Casal da Areia), a Avenida João de Deus (Alcobaça), a Rua Principal (Silval), o acesso a Vale Furado e arruamentos interiores, a Rua da Escola e ruas contíguas (Casal do Amaro), a Rua Principal (Casal da Ortiga), a Rua Varatojo, (Alto Varatojo), a Rua Costa do Cidral (Alcobaça) e a envolvente do Pavilhão Desportivo de Évora de Alcobaça, são algumas das obras que foram concluídas em novembro.
Em curso, estão obras nos Ganilhos (Aljubarrota), Carrascal (Aljubarrota), Rua das Eiras (Turquel), Rua General Humberto Delgado (Alcobaça) e Estrada Engenheiro Vieira Natividade (Évora de Alcobaça).
Alcobaça - melhoria das condições de circulação automóvel nas 13 freguesias
Autarquia investiu este ano mais de 1 milhão de euros em alcatroamentos
A Câmara de Alcobaça investiu mais de 1 milhão de euros, desde o início deste ano, em alcatroamentos de estradas, acessos e outros equipamentos. Trata-se de um dos maiores investimentos feitos pela autarquia na melhoria das condições de circulação automóvel nas 13 freguesias do concelho.
“Este investimento é feito com o exclusivo objetivo de oferecer aos munícipes de Alcobaça maior conforto e qualidade de vida que são um dos maiores atrativos do nosso concelho. No próximo ano, daremos continuidade a este investimento pois há ainda muito trabalho para se fazer”, enalteceu o presidente da Câmara de Alcobaça.
A Estrada Municipal 549 (Zona Industrial do Casal da Areia), a Avenida João de Deus (Alcobaça), a Rua Principal (Silval), o acesso a Vale Furado e arruamentos interiores, a Rua da Escola e ruas contíguas (Casal do Amaro), a Rua Principal (Casal da Ortiga), a Rua Varatojo, (Alto Varatojo), a Rua Costa do Cidral (Alcobaça) e a envolvente do Pavilhão Desportivo de Évora de Alcobaça, são algumas das obras que foram concluídas em novembro.
Em curso, estão obras nos Ganilhos (Aljubarrota), Carrascal (Aljubarrota), Rua das Eiras (Turquel), Rua General Humberto Delgado (Alcobaça) e Estrada Engenheiro Vieira Natividade (Évora de Alcobaça).
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Investir para ser competitivo
A notícia no Região de Cister 1164 de 10 de dezembro de 2015
Martingança - empresa de moldes vai criar 12 novos postos de trabalho
Moldegama investe 3,1 milhões para aumentar competitividade
Gerar maior volume de negócios, por via do aumento das exportações, é um dos objetivos de um investimento de 3,1 milhões de euros que a Moldegama está a executar.
Aprovado pelo Programa Operacional Regional do Centro, o projeto contará com incentivos de 1,8 milhões de euros e deverá estar concluído no final do ano que vem.
Gonçalo Cordeiro, administrador, adianta que com este investimento é objetivo da empresa obter uma taxa média de crescimento anual acima dos dois dígitos. “O investimento vai intensificar a trajetória de inovação da Moldegama, suportada por uma também maior capacidade produtiva instalada”. Tal intensificação “trará ganhos de competitividade expressivos” para a empresa, “aproximando-a ainda mais dos elos mais a montante da cadeia de valor do seu setor/cliente mais importante”.
Denominado Excelência 2015, o projeto contempla a aquisição de novos equipamentos, tecnologicamente mais avançados. Ao mesmo tempo, a empresa tem apostado na formação dos trabalhadores, para rentabilizar as novas máquinas. Com o investimento serão criados no total 12 novos postos de trabalho (a Moldegama conta atualmente com 90 pessoas). “Com tendência a crescer”, a empresa está há dois anos a ser alvo de algumas mudanças que pretendem tornar a gestão cada vez mais profissionalizada, com processos “bem estruturados”.
“Quando uma empresa atinge esta dimensão é precisa delegação de poderes e formas de gestão ajustadas”, explica Andreia Fortes. A administradora adianta, como exemplo, que está já a ser utilizada uma plataforma comum, o que permite aos vários profissionais envolvidos num projeto perceber o seu andamento.
A Moldegama tem uma empresa em Espanha (Valência), cuja atividade arrancou este ano, para dar suporte aos clientes espanhóis e a outros que tenham plataformas de negócio no país vizinho. “É uma aproximação aos clientes”, diz Gonçalo Cordeiro.
Depois destes investimentos, 2016 será um ano de “estabilização e consolidação”. Contudo, até final deste ano deverá ser definido um projeto para uma nova área de negócio, inovadora, mas os administradores não revelam por enquanto mais detalhes. “Temos planos de crescimento, que não passam só pelos moldes”. A empresa de moldes do concelho de Alcobaça exporta toda a sua produção, para mercados como Espanha, Áustria, Alemanha, México, Suécia e Polónia. A indústria automóvel é o seu principal cliente. Entre outras, trabalha para marcas como a BMW, VW, Ford e Opel.
Martingança - empresa de moldes vai criar 12 novos postos de trabalho
Moldegama investe 3,1 milhões para aumentar competitividade
Gerar maior volume de negócios, por via do aumento das exportações, é um dos objetivos de um investimento de 3,1 milhões de euros que a Moldegama está a executar.
Aprovado pelo Programa Operacional Regional do Centro, o projeto contará com incentivos de 1,8 milhões de euros e deverá estar concluído no final do ano que vem.
Gonçalo Cordeiro, administrador, adianta que com este investimento é objetivo da empresa obter uma taxa média de crescimento anual acima dos dois dígitos. “O investimento vai intensificar a trajetória de inovação da Moldegama, suportada por uma também maior capacidade produtiva instalada”. Tal intensificação “trará ganhos de competitividade expressivos” para a empresa, “aproximando-a ainda mais dos elos mais a montante da cadeia de valor do seu setor/cliente mais importante”.
Denominado Excelência 2015, o projeto contempla a aquisição de novos equipamentos, tecnologicamente mais avançados. Ao mesmo tempo, a empresa tem apostado na formação dos trabalhadores, para rentabilizar as novas máquinas. Com o investimento serão criados no total 12 novos postos de trabalho (a Moldegama conta atualmente com 90 pessoas). “Com tendência a crescer”, a empresa está há dois anos a ser alvo de algumas mudanças que pretendem tornar a gestão cada vez mais profissionalizada, com processos “bem estruturados”.
“Quando uma empresa atinge esta dimensão é precisa delegação de poderes e formas de gestão ajustadas”, explica Andreia Fortes. A administradora adianta, como exemplo, que está já a ser utilizada uma plataforma comum, o que permite aos vários profissionais envolvidos num projeto perceber o seu andamento.
A Moldegama tem uma empresa em Espanha (Valência), cuja atividade arrancou este ano, para dar suporte aos clientes espanhóis e a outros que tenham plataformas de negócio no país vizinho. “É uma aproximação aos clientes”, diz Gonçalo Cordeiro.
Depois destes investimentos, 2016 será um ano de “estabilização e consolidação”. Contudo, até final deste ano deverá ser definido um projeto para uma nova área de negócio, inovadora, mas os administradores não revelam por enquanto mais detalhes. “Temos planos de crescimento, que não passam só pelos moldes”. A empresa de moldes do concelho de Alcobaça exporta toda a sua produção, para mercados como Espanha, Áustria, Alemanha, México, Suécia e Polónia. A indústria automóvel é o seu principal cliente. Entre outras, trabalha para marcas como a BMW, VW, Ford e Opel.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Fundos comunitários disponibilizados
A notícia no Região da Nazaré: http://regiaodanazare.com/Fundos_Comunitarios_para_Regiao_Centro_aprovados_
Fundos Comunitários para Região Centro aprovados
Os fundos comunitários 2014-2020 destinados à Região Centro, de 2 mil 155 milhões de euros, foram aprovados. A notícia foi bem acolhida pelos autarcas, em especial por Paulo Inácio, presidente da Câmara Municipal de Alcobaça.
A conclusão da carta escolar e as áreas empresariais são as prioridades do Município de Alcobaça relativamente a este novo quadro comunitário, embora a grande fatia do financiamento comunitário até 2020 se destine aos privados.
“Ainda falta a regulamentação. Contudo, dos contactos feitos com a CCDR, esperamos que isso aconteça logo no início do ano”, disse Paulo Inácio, adiantando que Alcobaça “está em fase de conclusão do plano estratégico do Município” e, embora reconheça que “há menos verbas para infraestruturas, e que ao nível dos municípios a verbas são, sobretudo, destinadas ao “acompanhamento”, Paulo Inácio refere que está a “lutar pelo investimento público a que achamos a que temos direito”.
“Continuamos a achar que é necessária a conclusão da carta escolar, as áreas de localização empresarial, o desenvolvimento do setor agrícola, e outros que estão referenciados no nosso Plano Estratégico”, disse o autarca.
Fundos Comunitários para Região Centro aprovados
Os fundos comunitários 2014-2020 destinados à Região Centro, de 2 mil 155 milhões de euros, foram aprovados. A notícia foi bem acolhida pelos autarcas, em especial por Paulo Inácio, presidente da Câmara Municipal de Alcobaça.
A conclusão da carta escolar e as áreas empresariais são as prioridades do Município de Alcobaça relativamente a este novo quadro comunitário, embora a grande fatia do financiamento comunitário até 2020 se destine aos privados.
“Ainda falta a regulamentação. Contudo, dos contactos feitos com a CCDR, esperamos que isso aconteça logo no início do ano”, disse Paulo Inácio, adiantando que Alcobaça “está em fase de conclusão do plano estratégico do Município” e, embora reconheça que “há menos verbas para infraestruturas, e que ao nível dos municípios a verbas são, sobretudo, destinadas ao “acompanhamento”, Paulo Inácio refere que está a “lutar pelo investimento público a que achamos a que temos direito”.
“Continuamos a achar que é necessária a conclusão da carta escolar, as áreas de localização empresarial, o desenvolvimento do setor agrícola, e outros que estão referenciados no nosso Plano Estratégico”, disse o autarca.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Microalgas de Pataias despertam interesse das arábias
A notícia na Gazeta das Caldas
http://www.gazetacaldas.com/44384/producao-de-microalgas-de-pataias-interessa-a-arabia-saudita/
Produção de microalgas de Pataias interessa à Arábia Saudita
O ministro das Pescas do Reino da Arábia Saudita, Jaber Al Sheri, esteve no concelho de Alcobaça acompanhado do secretário de Estado das Pescas, Manuel Pinto de Abreu, para conhecer a tecnologia de produção de microalgas desenvolvida na Algafarm do parque empresarial da Secil, em Pataias.
A visita resultou do interesse daquele país em importar a tecnologia da Algafarm, “que é única”, destacou Hermínio Rodrigues, vice-presidente da Câmara de Alcobaça.
A Algafarm, que labora desde 2007, aproveita o dióxido de carbono produzido pela fábrica de cimentos da Cibra como alimento para as microalgas, que consomem o carbono e libertam oxigénio através do processo de fotossíntese. A empresa, que é a única a trabalhar neste sector na Península Ibérica, estuda a produção de biocombustíveis a partir de microalgas e estima atingir no próximo ano um volume de vendas na ordem dos 6 milhões de euros. Para além dos combustíveis, as algas são aplicáveis nos ramos da alimentação, estética, cosmética e saúde.
A Algafarm já venceu, em 2009, o Prémio Nacional de Inovação Ambiental e foi segunda no European Environmental Press Award, em Paris.
Paulo Inácio, presidente da Câmara de Alcobaça, destacou ainda que a presença de Jabel Al Sheri representou também “uma oportunidade para falarmos de projectos nossos, para ver se entusiasmamos investidores internacionais”.
A visita do ministro saudita realizou-se no âmbito da Biomarine Business Convention, que decorreu na semana passada em Cascais.
http://www.gazetacaldas.com/44384/producao-de-microalgas-de-pataias-interessa-a-arabia-saudita/
Produção de microalgas de Pataias interessa à Arábia Saudita
O ministro das Pescas do Reino da Arábia Saudita, Jaber Al Sheri, esteve no concelho de Alcobaça acompanhado do secretário de Estado das Pescas, Manuel Pinto de Abreu, para conhecer a tecnologia de produção de microalgas desenvolvida na Algafarm do parque empresarial da Secil, em Pataias.
A visita resultou do interesse daquele país em importar a tecnologia da Algafarm, “que é única”, destacou Hermínio Rodrigues, vice-presidente da Câmara de Alcobaça.
A Algafarm, que labora desde 2007, aproveita o dióxido de carbono produzido pela fábrica de cimentos da Cibra como alimento para as microalgas, que consomem o carbono e libertam oxigénio através do processo de fotossíntese. A empresa, que é a única a trabalhar neste sector na Península Ibérica, estuda a produção de biocombustíveis a partir de microalgas e estima atingir no próximo ano um volume de vendas na ordem dos 6 milhões de euros. Para além dos combustíveis, as algas são aplicáveis nos ramos da alimentação, estética, cosmética e saúde.
A Algafarm já venceu, em 2009, o Prémio Nacional de Inovação Ambiental e foi segunda no European Environmental Press Award, em Paris.
Paulo Inácio, presidente da Câmara de Alcobaça, destacou ainda que a presença de Jabel Al Sheri representou também “uma oportunidade para falarmos de projectos nossos, para ver se entusiasmamos investidores internacionais”.
A visita do ministro saudita realizou-se no âmbito da Biomarine Business Convention, que decorreu na semana passada em Cascais.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Burinhosense investe na sua terra natal
A notícia na edição 1066 de 23 de janeiro de 2014 do Região de Cister
Burinhosa parque de esculturas nasce na Quinta da Valinha
Benemérito sonha com aldeia de futsal
O sonho, ou os sonhos, neste caso, comandam a vida de Joaquim Coutinho Duarte, empresário natural de Burinhosa e radicado em Angola. Um está a ser construído na Quinta da Valinha; o outro apenas poderá ser realizado em campo. “O meu sonho para o futsal da Burinhosa era esta época poder aparecer na 1.ª Divisão Nacional”, confessa o empresário, que não esconde o seu desejo em ver a Burinhosa com o título de “aldeia de futsal”. “Este povo merece essa distinção. Basta irmos aos encontros desportivos de futsal e é ímpar a a forma apaixonada como este povo acompanha a sua equipa fora, faz-se presente nos jogos em casa e vibra em cada lance e cada golo”, sublinha Joaquim Coutinho Duarte.
O outro sonho está a erguer-se na Quinta da Valinha. Num terreno com cerca de 5 mil metros quadrados, numa das entradas da localidade, vão nascer as Portas da Burinhosa, “com estátuas, que oscilam entre 1,80 metros e 6 ou 7 metros de altura e que representem as várias fases da história da aldeia”, explicou o promotor.
Ali vai nascer ainda um anfiteatro, um restaurante e um circuito de manutenção. Se o objetivo era “embelezar e criar condições de atração à aldeia, homenageando as gentes da terra”, nas palavras do empresário, o investimento de 300 mil euros fica justificado pelo “sentimento e amor à terra“ de Joaquim Coutinho Duarte que ousou um dia sonhar.
Burinhosa parque de esculturas nasce na Quinta da Valinha
Benemérito sonha com aldeia de futsal
O sonho, ou os sonhos, neste caso, comandam a vida de Joaquim Coutinho Duarte, empresário natural de Burinhosa e radicado em Angola. Um está a ser construído na Quinta da Valinha; o outro apenas poderá ser realizado em campo. “O meu sonho para o futsal da Burinhosa era esta época poder aparecer na 1.ª Divisão Nacional”, confessa o empresário, que não esconde o seu desejo em ver a Burinhosa com o título de “aldeia de futsal”. “Este povo merece essa distinção. Basta irmos aos encontros desportivos de futsal e é ímpar a a forma apaixonada como este povo acompanha a sua equipa fora, faz-se presente nos jogos em casa e vibra em cada lance e cada golo”, sublinha Joaquim Coutinho Duarte.
O outro sonho está a erguer-se na Quinta da Valinha. Num terreno com cerca de 5 mil metros quadrados, numa das entradas da localidade, vão nascer as Portas da Burinhosa, “com estátuas, que oscilam entre 1,80 metros e 6 ou 7 metros de altura e que representem as várias fases da história da aldeia”, explicou o promotor.
Ali vai nascer ainda um anfiteatro, um restaurante e um circuito de manutenção. Se o objetivo era “embelezar e criar condições de atração à aldeia, homenageando as gentes da terra”, nas palavras do empresário, o investimento de 300 mil euros fica justificado pelo “sentimento e amor à terra“ de Joaquim Coutinho Duarte que ousou um dia sonhar.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
55 milhões para os Centros Escolares de Alcobaça e Benedita
A notícia no site da Rádio Cister
http://www.cister.fm/destaque/alcobaca-renegoceia-parceria-publico-privada
Alcobaça renegoceia Parceria Publico-Privada
A Câmara Municipal de Alcobaça renegoceia a Parceria Público Privada (PPP) com a MRG, empresa que construiu os Centros Escolares, com o objectivo de poupar 15 milhões de euros.
“Não se trata de uma extinção, mas sim de uma alteração ao contrato-promessa”, explica o presidente do executivo camarário, Paulo Inácio, adiantando que “o assunto irá ser votado em reunião de câmara”.
Com esta renegociação, em vez de Alcobaça pagar os 66 milhões de euros, ao longo de 25 anos, passará a ter um encargo de 51 milhões de euros, durante o mesmo período de tempo.
A redução do valor foi obtida através da revisão das condições de sustentabilidade económica e financeira da empresa municipal Cister – Equipamentos Educativos, SA; da alteração das taxas de juro (indexadas à Euribor) e da alteração dos montantes relativos à manutenção dos equipamentos construídos (Centros Escolares de Alcobaça e Benedita e do Pavilhão Gimnodesportivo de Évora de Alcobaça).
Outra componente desta renegociação visa a possibilidade da autarquia poder vir a comprar à MRG a sua participação maioritária (51%) no capital social da Cister, SA. que permitirá, no futuro, dissolver a empresa municipal.
A renegociação permite que Alcobaça passe a pagar, mensalmente, cerca de 190 mil euros, em vez dos quase 250 mil que estavam previstos anteriormente, uma redução na ordem dos 30 por cento.
http://www.cister.fm/destaque/alcobaca-renegoceia-parceria-publico-privada
Alcobaça renegoceia Parceria Publico-Privada
A Câmara Municipal de Alcobaça renegoceia a Parceria Público Privada (PPP) com a MRG, empresa que construiu os Centros Escolares, com o objectivo de poupar 15 milhões de euros.
“Não se trata de uma extinção, mas sim de uma alteração ao contrato-promessa”, explica o presidente do executivo camarário, Paulo Inácio, adiantando que “o assunto irá ser votado em reunião de câmara”.
Com esta renegociação, em vez de Alcobaça pagar os 66 milhões de euros, ao longo de 25 anos, passará a ter um encargo de 51 milhões de euros, durante o mesmo período de tempo.
A redução do valor foi obtida através da revisão das condições de sustentabilidade económica e financeira da empresa municipal Cister – Equipamentos Educativos, SA; da alteração das taxas de juro (indexadas à Euribor) e da alteração dos montantes relativos à manutenção dos equipamentos construídos (Centros Escolares de Alcobaça e Benedita e do Pavilhão Gimnodesportivo de Évora de Alcobaça).
Outra componente desta renegociação visa a possibilidade da autarquia poder vir a comprar à MRG a sua participação maioritária (51%) no capital social da Cister, SA. que permitirá, no futuro, dissolver a empresa municipal.
A renegociação permite que Alcobaça passe a pagar, mensalmente, cerca de 190 mil euros, em vez dos quase 250 mil que estavam previstos anteriormente, uma redução na ordem dos 30 por cento.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Câmara Municipal ainda acredita no golfe na Pedra do Ouro
A autarquia (Câmara, mas também a Junta) ainda acredita na possibilidade da instalação do golfe na Pedra do Ouro, apesar de não ter apresentado o respetivo plano de pormenor até 30 de Abril e em sentido contrário das disposições previstas no PROT-OVT.
A notícia está na edição escrita nº958 de 29 de Dezembro do Região de Cister
Câmara anunciou investimento privado em conferência de imprensa
Projecto de 18 milhões de euros nasce em Alfeizerão
A freguesia de Alfeizerão vai receber um centro internacional de equitação, considerado o melhor de Portugal e um dos mais bem conseguidos da Europa. Trata-se de um investimento privado, de 18 milhões de euros, que foi dado a conhecer segunda-feira em conferência de imprensa.
O projecto, que inclui duas pistas descobertas e uma coberta, transformável num pavilhão multiusos com mais de 100 metros, prevê ainda 146 boxes fixas para cavalos, quatro restaurantes, duas lojas, dois bares e uma clínica veterinária. Em análise por parte do promotor (o Centro de Equitação Internacional de Alfeizerão, de um empresário com raízes na freguesia) está ainda a construção de um hotel para 30 ou 40 camas, ideia já transmitida à Câmara de Alcobaça.
Com inauguração prevista para 2012, o novo centro hípico ficará situado em Vale de Maceira e prevê a criação de 70 postos de trabalho, sem contabilizar os que forem necessários na eventualidade de o hotel ser uma realidade.
“Um sector estratégico como o turismo está a viver momentos altos com projectos de interesse no concelho”, considera Paulo Inácio, que anunciou ainda a criação de duas unidades hoteleiras no município: um hotel rural no Casal da Ortiga, freguesia de Évora de Alcobaça, já em construção, e outra na Cela, com projecto já apresentado na Câmara de Alcobaça. “Acreditamos que toda esta zona está a sofrer um salto qualitativo”, diz Paulo Inácio.
O autarca de Alcobaça ainda não perdeu a esperança quanto aos projectos de golfe para o concelho, sendo o da freguesia de Pataias o que se encontra numa fase mais atrasada. “Parece-nos que a CCDR está sensibilizada para esta matéria”, considera o edil.
A notícia está na edição escrita nº958 de 29 de Dezembro do Região de Cister
Câmara anunciou investimento privado em conferência de imprensa
Projecto de 18 milhões de euros nasce em Alfeizerão
A freguesia de Alfeizerão vai receber um centro internacional de equitação, considerado o melhor de Portugal e um dos mais bem conseguidos da Europa. Trata-se de um investimento privado, de 18 milhões de euros, que foi dado a conhecer segunda-feira em conferência de imprensa.
O projecto, que inclui duas pistas descobertas e uma coberta, transformável num pavilhão multiusos com mais de 100 metros, prevê ainda 146 boxes fixas para cavalos, quatro restaurantes, duas lojas, dois bares e uma clínica veterinária. Em análise por parte do promotor (o Centro de Equitação Internacional de Alfeizerão, de um empresário com raízes na freguesia) está ainda a construção de um hotel para 30 ou 40 camas, ideia já transmitida à Câmara de Alcobaça.
Com inauguração prevista para 2012, o novo centro hípico ficará situado em Vale de Maceira e prevê a criação de 70 postos de trabalho, sem contabilizar os que forem necessários na eventualidade de o hotel ser uma realidade.
“Um sector estratégico como o turismo está a viver momentos altos com projectos de interesse no concelho”, considera Paulo Inácio, que anunciou ainda a criação de duas unidades hoteleiras no município: um hotel rural no Casal da Ortiga, freguesia de Évora de Alcobaça, já em construção, e outra na Cela, com projecto já apresentado na Câmara de Alcobaça. “Acreditamos que toda esta zona está a sofrer um salto qualitativo”, diz Paulo Inácio.
O autarca de Alcobaça ainda não perdeu a esperança quanto aos projectos de golfe para o concelho, sendo o da freguesia de Pataias o que se encontra numa fase mais atrasada. “Parece-nos que a CCDR está sensibilizada para esta matéria”, considera o edil.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Zona Industrial da Alva de Pataias
A notícia é da Rádio Cister
PS duvida do investimento na Alva em Pataias
O PS duvida que a Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) venha a fazer algum investimento na Alva, em Pataias, para onde está projetada a criação de uma zona industrial.
A maioria PSD levou o assunto à reunião de câmara, recentemente, para aprovar o assumir da responsabilidade municipal sobre o projeto da freguesia de Pataias, tendo o assunto sido aprovado.
Para Acácio Barbosa, é bom sinal que o assunto tenha sido notícia em sede de executivo camarário, mas «não é por a Câmara assumir agora o projeto de instalação da zona industrial da Alva, em Pataias», que algo irá nascer, até porque «a autarquia não tem neste momento dinheiro para esse tipo de projetos», argumenta o vereador do PS.
PS duvida do investimento na Alva em Pataias
O PS duvida que a Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) venha a fazer algum investimento na Alva, em Pataias, para onde está projetada a criação de uma zona industrial.
A maioria PSD levou o assunto à reunião de câmara, recentemente, para aprovar o assumir da responsabilidade municipal sobre o projeto da freguesia de Pataias, tendo o assunto sido aprovado.
Para Acácio Barbosa, é bom sinal que o assunto tenha sido notícia em sede de executivo camarário, mas «não é por a Câmara assumir agora o projeto de instalação da zona industrial da Alva, em Pataias», que algo irá nascer, até porque «a autarquia não tem neste momento dinheiro para esse tipo de projetos», argumenta o vereador do PS.
sábado, 30 de abril de 2011
Mega loja chinesa abre em Pataias
Reportagem na edição 923 de 28 de Abril de 2011 do Região de Cister
Armazém tem 1.700 metros quadrados e conta com oito colaboradores a tempo inteiro
Empresário chinês investe 400 mil euros em Pataias
O Armazém do Oriente abriu no passado sábado, em Pataias, num investimento que atingiu os 400 mil euros. O primeiro dia com as portas abertas surpreendeu até o próprio empresário. Segundo Wu Tint, passaram pelo novo espaço cerca de duas mil pessoas.
Mas engane-se quem pensa que o Armazém do Oriente, que conta actualmente com oito colaboradores, tem o aspecto das típicas lojas chinesas. Com 1.700 metros quadrados, o empreendimento situado próximo ao Intermarché, conta com “um espaço organizado” e que se procura diferenciar “de outros espaços semelhantes”.
“Tentamos fazer algo diferente, mas sempre com o objectivo de conseguir o preço mais barato em todos os artigos”, refere o empresário, que conta com mais cinco armazéns: três em Lisboa, um em Leiria e outro em Vila Franca de Xira.
Com investimentos em cidades de maior dimensão, porquê a aposta num espaço em Pataias? Para Wu Tint, o facto de “não existirem muitas lojas semelhantes” fez com que investisse em Pataias. O empreendedor revela que até nem “conhecia bem a vila”, passando apenas pela localidade no período de férias.
Para já o sucesso tem sido acima das expectativas, o que faz o investidor prever que possa ter recuperado todo o capital investido dentro de dois anos.
A abertura nesta época do ano não foi feita ao acaso. Para o empresário chinês, os meses de Junho a Dezembro são sempre os “mais produtivos do ano”. Quando questionado se não hesitou em investir numa época de crise como esta, Wu Tint não deixou dúvidas: “Todos os momentos são bons para se investir, desde que seja bem feito”.
Armazém tem 1.700 metros quadrados e conta com oito colaboradores a tempo inteiro
Empresário chinês investe 400 mil euros em Pataias
O Armazém do Oriente abriu no passado sábado, em Pataias, num investimento que atingiu os 400 mil euros. O primeiro dia com as portas abertas surpreendeu até o próprio empresário. Segundo Wu Tint, passaram pelo novo espaço cerca de duas mil pessoas.
Mas engane-se quem pensa que o Armazém do Oriente, que conta actualmente com oito colaboradores, tem o aspecto das típicas lojas chinesas. Com 1.700 metros quadrados, o empreendimento situado próximo ao Intermarché, conta com “um espaço organizado” e que se procura diferenciar “de outros espaços semelhantes”.
“Tentamos fazer algo diferente, mas sempre com o objectivo de conseguir o preço mais barato em todos os artigos”, refere o empresário, que conta com mais cinco armazéns: três em Lisboa, um em Leiria e outro em Vila Franca de Xira.
Com investimentos em cidades de maior dimensão, porquê a aposta num espaço em Pataias? Para Wu Tint, o facto de “não existirem muitas lojas semelhantes” fez com que investisse em Pataias. O empreendedor revela que até nem “conhecia bem a vila”, passando apenas pela localidade no período de férias.
Para já o sucesso tem sido acima das expectativas, o que faz o investidor prever que possa ter recuperado todo o capital investido dentro de dois anos.
A abertura nesta época do ano não foi feita ao acaso. Para o empresário chinês, os meses de Junho a Dezembro são sempre os “mais produtivos do ano”. Quando questionado se não hesitou em investir numa época de crise como esta, Wu Tint não deixou dúvidas: “Todos os momentos são bons para se investir, desde que seja bem feito”.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
