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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Alpedriz e Montes lutam por deixar Cós

A notícia no site da Rádio Cister
http://www.cister.fm/informacao/sociedade-ambiente/alpedriz-montes-criam-associacao-de-moradores-para-deixarem-uniao-cos

Alpedriz e Montes criam Associação de Moradores para deixarem união com Cós

Alpedriz e Montes criaram uma Associação de Moradores Alpedriz e Montes que irá lutar pela saída das duas freguesias da agregação a Cós.
“Para lutar contra esta agregação e tentar o reverter de um processo mais condizente com o querer da população das antigas freguesias independentes de Alpedriz e Montes, foi criada dita Associação, legalmente registada, sendo o ponto nº 1 dos seus respetivos estatutos, a desagregação das freguesias de Alpedriz e Montes, da freguesia de Cós”, referem os responsáveis.
Outro objetivo desta associação é a criação da União de freguesias de Alpedriz e Montes.
Questões como a religiosidade, a saúde, e falta de identidade entre locais, bem como as dificuldades de deslocação da população, na sua maioria idosos com escassos recursos para pagar o transporte privado, são alguns dos motivos que levam os moradores destas duas freguesias a lutar pela saída da União com Cós, nascida com a reorganização administrativa do país, que no caso do concelho de Alcobaça provocou a junção entre várias freguesias, geograficamente próximas.
“A centralização de serviços na sede da União de Freguesias de Cós Alpedriz e Montes vem agravar o acesso a este tipo de serviços de uma parte importante da população”, refere recém-criada Associação.
Alpedriz e Montes, localidades tão bem situadas geograficamente perto da serra e da costa marítima, com bons acessos às principais cidades (Lisboa, Porto, Coimbra), lamentam o cada vez maior distanciamento que sentem relativamente à Sede do Concelho (Alcobaça), “que menospreza como se prova com esta agregação, não respeitando a vontade das populações”.
Realizou-se, entretanto, uma reunião entre a Associação e o presidente da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio, que afirmou a sua disponibilidade para receber e ouvir todas as associações de moradores.
O autarca afirmou que “respeita a opinião da Associação de Alpedriz e Montes”, e recordou que “quem define as leis é a Assembleia da República e quem representa os eleitores e a população são os eleitos”, para reafirmar que a decisão de junção de algumas freguesias vem da Administração Central.
Paulo Inácio mostrou, também, o seu “descontentamento” pelo facto da Associação de Moradores de Alpedriz e Montes já ter reunido com o presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós” a quem terão apresentado o desejo de saída do concelho de Alcobaça, e integração no concelho vizinho.
Paulo Inácio não concorda com este argumento nem com a mobilização pela saída do concelho de Alcobaça.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Buzinão e marcha lenta para Alcobaça

A notícia no jornal digital Tinta Fresca
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=113ef34d-52e2-4324-bc1c-cd38fd5df405&edition=160

Caravana automóvel terminou nos Paços do Concelho
Utentes da estrada Pataias-Alcobaça realizam buzinão contra o mau estado da via
   
A Comissão de Utentes da Estrada Pataias - Alcobaça promoveu na tarde de sábado, dia 22 de fevereiro, uma caravana automóvel para protestar contra o mau estado desta via que atravessa os municípios de Alcobaça e Nazaré. A iniciativa juntou algumas dezenas de populares e veículos, incluindo militantes de todos os partidos representados na Assembleia Municipal de Alcobaça, e terminou com um buzinão junto aos Paços do Concelho. Apesar do presidente da Câmara Municipal não ter estado presente nem se ter feito representar, informou a Comissão de Utentes que estará disponível para a receber já esta semana. 
Na missiva distribuída à comunicação social, a Comissão de Utentes da Estrada Pataias- Alcobaça classifica da maior importância a realização desta obra, recordando que a última pavimentação (entre Pataias-Gare e o Casal da Areia) ocorreu há mais de 20 anos.
Além disso, defendem que a obra é fundamental para a coesão do município, já que, a manter-se a situação, o afastamento das populações de Pataias, da Martingança e de Alpedriz em relação a Alcobaça, tenderá a aumentar em favor da Nazaré e da Marinha Grande, com as quais existem boas ligações viárias. 
Por outro lado, recordam que a estrada Pataias- Alcobaça é a via prioritária de acesso às praias do norte do concelho, pelo que urge rentabilizar os investimentos já realizados junto às praias e na própria Estrada Atlântica.
A Comissão de Utentes da Estrada Pataias- Alcobaça reconhece a complexidade da intervenção, atendendo a que envolve também o Município da Nazaré, pelo que sugere que a requalificação da via possa ocorrer no âmbito de um projeto intermunicipal, com intervenção da Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCIM).
Armanda Balinha, membro da Comissão, adiantou que os próximos passos da organização passarão pela elaboração de um abaixo-assinado e pela presença dos utentes em algumas sessões da Assembleia Municipal

Telmo Moleiro: problema da requalificação da estrada Alcobaça-Pataias arrasta-se há muitos anos

Todos os partidos estiveram representados no buzinão: o PS fez-se representar pela vereadora Eugénia Rodrigues, residente em Pataias, a CDU pelo líder Parlamentar João Paulo Raimundo, o CDS pelo presidente da Concelhia e membro da Junta de Freguesia de Alcobaça e Vestiaria, Luís Querido, e pelo líder da bancada municipal, António Querido, enquanto o PSD esteve representado pelo deputado municipal e membro da Junta de Freguesia de Pataias, Telmo Moleiro. 
Telmo Moleiro confirmou ao Tinta Fresca o caráter apartidário do protesto e afirmou já ter alertado o presidente da Câmara na Assembleia Municipal, em julho, para o problema do mau estado da estrada, que não tem a ver diretamente com o mau tempo verificado nas últimas semanas..
O deputado do PSD, residente em Pataias, recordou que a estrada é pertença das Câmaras de Alcobaça e Nazaré e que a parte em pior estado é a da Nazaré, pelo que reconhece a dificuldade da resolução do problema dado que esta é pouco usada pelos nazarenos e que a edilidade da Nazaré se debate atualmente com graves problemas financeiros. 
Telmo Moleiro adiantou ter informado o presidente da Câmara Municipal desta manifestação, mas que Paulo Inácio já tinha agendado outro compromisso há cerca de um mês. O edil não se fez representar, uma vez que tenciona receber a comissão na semana seguinte, mas está solidário com esta luta, considerando-a mesmo positiva, uma vez que poderá contribuir para ajudar a resolver o problema, que deverá passar por instâncias superiores.
O deputado admitiu que a resolução do problema poderá passar pela alteração dos limites dos dois concelhos, passando o troço nazareno também para a alçada da Câmara Municipal de Alcobaça, havendo, desde já, disponibilidade de Walter Chicharro para essa alteração. Por outro lado, admite que a solução poderá passar pela integração da via na rede da Estradas de Portugal, passando a ser classificada como estrada nacional.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Manifestação de freguesias contra a agregação

A notícia na edição on-line do Público
http://www.publico.pt/politica/noticia/freguesias-apelam-a-cavaco-para-chumbar-reforma-administrativa-1578404#/0


Freguesias apelam a Cavaco para chumbar reforma administrativa

Manifestação em frente ao Palácio de Belém organizada pela Associação Nacional de Freguesias contesta reforma.

O presidente da Associação Nacional de Freguesias (Anafre) pediu neste sábado ao Presidente da República que promova, recorrendo à sua “magistratura de influência”, a suspensão da aplicação da Lei da Reorganização Administrativa do Território das Freguesias.
“Desejo que o Presidente da República possa, no mínimo, com a sua magistratura de influência, promover a suspensão da aplicação desta lei, aproveitando para aperfeiçoar o modelo, e aproveitando o debate já decorrido para corrigir os erros já encontrados”, disse o presidente da Anafre, Armando Vieira, durante uma manifestação organizada pela associação em frente ao Palácio de Belém, a residência oficial do Presidente da República.
A concentração, convocada pela Associação Nacional de Freguesias, começou por volta das 14h00 com o objectivo de protestar contra o actual projecto de lei da Reorganização Administrativa do Território das Freguesias, que agrega 1160 daqueles órgãos.
Representando apenas 0,1% do Orçamento do Estado, as freguesias apelam a Cavaco Silva para vetar o projecto de Lei n.º 320/XII/2.ª – Reorganização Administrativa do Território das Freguesias, “de modo a permitir um debate e reflexão livres sobre a temática e não uma reforma imposta”.
Neste sábado, o presidente da Anafre voltou a sublinhar que não é contra a reforma, é apenas contra “este modelo”.
"Para que este modelo seja útil, só pode ser decidido local e livremente. Só assim é que pode ser pacífica e aceite pelos portugueses", sublinhou.
Armando Vieira disse ainda não entender o sentido das declarações do ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, que na sexta-feira, depois de a lei da reforma administrativa ser aprovada na especialidade pelo Parlamento, disse que este era um diploma para as pessoas e não para os políticos.
"Dada a emergência nacional financeira em que o país sem encontra, não são os 0,1% que as freguesias representam no Orçamento do Estado que pode ajudar a resolver alguma coisa", disse.
Presente "por solidariedade" no protesto da Anafre, o deputado comunista João Oliveira disse à Lusa que "é mais do que realista esperar por um veto do Presidente da República" a este diploma, até pelas "inúmeras irregularidades" que ele contém.
"Esperamos que o Presidente da República esteja alertado e consciente do que significa a lei, a verdadeira convulsão social que pode significar a sua aplicação e esperamos que por isso o Presidente da República possa vetar a lei, impedindo que ela possa ver a luz do dia", declarou.
João Oliveira criticou também a forma como o processo da reforma foi conduzido por Miguel Relvas, dizendo que para esta lei "só contaram as opiniões que foram convergentes com as do Governo", o que é representativo da perspectiva com que o ministro dos Assuntos Parlamentares "está na política e na vida".
De acordo com a organização do protesto, estiveram presentes entre quatro a cinco mil pessoas. Ruidosas, algumas vestidas com fatos de ranchos folclóricos, outras munidas de cartazes, faixas e apitos, todas tinham motivos para marcar presença.
Ilídio Serrador, morador da freguesia da Fajarda, que será agregada à de Erra, no concelho de Coruche, disse à Lusa temer pelo acesso dos mais idosos da sua localidade a serviços essenciais.
"Vamos perder muito, especialmente a população que está a ficar envelhecida. Vamos perder serviços, até receitas médicas que distribuímos porta-a-porta. Esse é um dos serviços que vamos perder de certeza", disse.
Maria do Carmo Gaspar, habitante de S. Pedro da Cova, em Gondomar, contou à Lusa o insólito caso da sede de junta de freguesia que se prepara para encerrar, apesar de ter sido inaugurada apenas há uma semana.
"Uma junta de freguesia muito grande, que andamos há 20 anos a batalhar por ela, foi inaugurada no sábado, e agora está previsto ser encerrada", lamentou.

sábado, 15 de setembro de 2012

Manifestação


Na edição on-line do Região de Leiria
http://www.regiaodeleiria.pt/blog/2012/09/14/movimento-que-se-lixe-a-troika-marca-manifestacoes-no-distrito/

Movimento “Que se lixe a troika” marca manifestações no distrito

O movimento “Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas”, que promove amanhã [hoje], dia 15, várias manifestações em todo o país contra as medidas de austeridade, agendou também protestos em várias cidades do distrito.
Em Leiria, está programada uma concentração para as 15 horas, junto da Fonte Luminosa.
Iniciativa idêntica está a ser preparada para Caldas da Rainha. Neste caso, a mobilização está também agendada para as 15 horas, no largo da Câmara.
Uma outra manifestação de protesto na Marinha Grande tem lugar às 17 horas de amanhã, sábado, no Parque da Cerca, nas traseiras do quartel dos Bombeiros Voluntários.
Ainda no distrito, em Peniche, o protesto decorre a partir das 17 horas, na Praça Jacob Rodrigues Pereira.
Na base da contestação está aquilo que o movimento apelida de degradação das condições de vida na sequência da intervenção externa.