Através do blogue do vereador Rogério Raimundo, as informações relativas à freguesia de Pataias na última reunião de Câmara no dia 26 de Setembro de 2011.
Vale Furado
Referência à falta de intervenções em Vale Furado
http://uniralcobaca.blogspot.com/2011/09/499427set201112h47-intervim-na-reuniao.html
Centro de Saúde de Pataias
Inauguração prevista para o próximo dia 10 de Outubro, de acordo com o vereador Hermínio Rodrigues.
http://uniralcobaca.blogspot.com/2011/09/499227set20118h40-intervim-na-reuniao.html
Tiago Inácio
Saudação ao jovem da Burinhosa pela sua investigação sobre a Mina do Azeche.
http://uniralcobaca.blogspot.com/2011/09/499027set20118h40-intervim-na-reuniao.html
AD Ferraria
Referência ao trabalho e iniciativas desta associação
http://uniralcobaca.blogspot.com/2011/09/498827set20118h28-intervim-na-reuniao.html
Fonte luminosa de Pataias
Verba para a manutenção da fonte luminosa (rotunda da EN242) no valor de 24.354 euros!
http://uniralcobaca.blogspot.com/2011/09/498527set20117h57-reuniao-de-camara.html
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Mina do Azeche - Livro está pronto para publicação
O extraordinário e incansável Tiago Inácio em destaque (mais que merecido) na edição 944 do Região de Cister de 22 de Setembro de 2011.
Tiago Inácio, de 21 anos, tem livro pronto para publicação
Jovem da Burinhosa investiga história da Mina do Azeche
Curioso e com um gosto especial por História, Tiago Inácio, um jovem de 21 anos, achou estranho ler informação contraditória sobre o mesmo assunto em publicações diferentes. Por isso, não descansou enquanto não descortinou a verdade sobre a existência da Mina do Azeche, junto a Paredes da Vitória, freguesia de Pataias, de onde, no século XIX, se extraía asfalto.
A procura por respostas levou-o várias vezes aos arquivos da Torre do Tombo e ao Arquivo Distrital de Leiria. O resultado do trabalho está agora em 60 páginas de uma investigação minuciosa, pronto para ser publicado, por incentivo do professor e amigo Paulo Grilo.
“Só tenho pena que não haja mais pessoas da minha idade a interessarem-se por estas coisas”, refere o jovem da Burinhosa.
Tiago Inácio descobriu que a mina operou de 1844 a 1848 e de 1856 a 1861. “Foi o primeiro local em Portugal de onde se extraiu asfalto (ou alcatrão), apesar de ser em bancos muito dispersos”, explica.
A curta duração da actividade da mina é justificada com a pouca utilização que se fazia daquela matérias-primas na época, em Portugal, revela o jovem que terminou este ano o curso de especialização tecnológica em Informática, mas que confessa que a verdadeira paixão é a História. “Não segui porque percebi que era para o desemprego, por isso decidi-me pela Informática e assim posso dedicar-me à História nos tempos livres”, esclarece Tiago Inácio, que todos os meses assina uma coluna no jornal “Pataias à Letra”.
A investigação do jovem informático levou-o a descobrir outros factos, como a existência de uma fábrica de produtos químicos na localidade da Mina ou de fornos da cal na Polvoeira.
Percebeu, também, que havia cerca de dez trabalhadores na mina em finais da década de 50 do século XIX e que a partir de 1856, o asfalto embarcava na localidade da Mina - onde a entrada para a mina de extracção ainda é visível, junto ao areal - e não na Pederneira, como acontecia até então.
Naquela época havia apenas quatro minas no distrito de Leiria: uma de asfalto, duas de ouro e uma de carvão. Até ao final dos anos 1970 ainda era possível entrar na antiga mina da freguesia de Pataias.
‘Mina do Azeche - Património à beira mar esquecido’ é o tema do livro que Tiago Inácio tem preparado para publicação. Faltam-lhe os patrocínios para o passo seguinte e jovem investigador admite avançar para uma edição de autor.
Tiago Inácio, de 21 anos, tem livro pronto para publicação
Jovem da Burinhosa investiga história da Mina do Azeche
Curioso e com um gosto especial por História, Tiago Inácio, um jovem de 21 anos, achou estranho ler informação contraditória sobre o mesmo assunto em publicações diferentes. Por isso, não descansou enquanto não descortinou a verdade sobre a existência da Mina do Azeche, junto a Paredes da Vitória, freguesia de Pataias, de onde, no século XIX, se extraía asfalto.
A procura por respostas levou-o várias vezes aos arquivos da Torre do Tombo e ao Arquivo Distrital de Leiria. O resultado do trabalho está agora em 60 páginas de uma investigação minuciosa, pronto para ser publicado, por incentivo do professor e amigo Paulo Grilo.
“Só tenho pena que não haja mais pessoas da minha idade a interessarem-se por estas coisas”, refere o jovem da Burinhosa.
Tiago Inácio descobriu que a mina operou de 1844 a 1848 e de 1856 a 1861. “Foi o primeiro local em Portugal de onde se extraiu asfalto (ou alcatrão), apesar de ser em bancos muito dispersos”, explica.
A curta duração da actividade da mina é justificada com a pouca utilização que se fazia daquela matérias-primas na época, em Portugal, revela o jovem que terminou este ano o curso de especialização tecnológica em Informática, mas que confessa que a verdadeira paixão é a História. “Não segui porque percebi que era para o desemprego, por isso decidi-me pela Informática e assim posso dedicar-me à História nos tempos livres”, esclarece Tiago Inácio, que todos os meses assina uma coluna no jornal “Pataias à Letra”.
A investigação do jovem informático levou-o a descobrir outros factos, como a existência de uma fábrica de produtos químicos na localidade da Mina ou de fornos da cal na Polvoeira.
Percebeu, também, que havia cerca de dez trabalhadores na mina em finais da década de 50 do século XIX e que a partir de 1856, o asfalto embarcava na localidade da Mina - onde a entrada para a mina de extracção ainda é visível, junto ao areal - e não na Pederneira, como acontecia até então.
Naquela época havia apenas quatro minas no distrito de Leiria: uma de asfalto, duas de ouro e uma de carvão. Até ao final dos anos 1970 ainda era possível entrar na antiga mina da freguesia de Pataias.
‘Mina do Azeche - Património à beira mar esquecido’ é o tema do livro que Tiago Inácio tem preparado para publicação. Faltam-lhe os patrocínios para o passo seguinte e jovem investigador admite avançar para uma edição de autor.
Comentário
Ouve-se falar por aí numa famosa encomenda (e já lá vão uns anos) com um pré-pagamento de 25 mil euros para que alguém escrevesse um livro sobre as Paredes da Vitória. Livro esse que nunca apareceu (se calhar, foi soterrado pelas mesmas areias que colmataram o antigo porto...).
Não apareceu o livro, nem nunca mais se viu o dinheiro.
Certamente que a autarquia (Junta ou Câmara) não deixarão passar esta oportunidade e trarão à estampa este trabalho de investigação histórica sobre a freguesia de Pataias.
É que este livro já existe e já está pronto...
Ou será que o Tiago, jovem de 21 anos, ainda não fez o suficiente?
domingo, 7 de agosto de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
Litoral de Pataias
Polvoeira, Castelo, Mina, Valinhos, adivinha-se Vale Furado e ainda a Légua e Falca até à Praia do Norte. Quase todo o litoral de Pataias numa bela fotografia do Tomé Jorge.
http://www.flickr.com/photos/tomejorge/4209303222/in/photostream/
sexta-feira, 11 de junho de 2010
A Mina do Azeiche e as arribas dos Valinhos e Vale Furado.
A Mina do Azeiche fica localizada a Sul da praia de Paredes da Vitória. O seu nome, provavelmente, deriva da localização de uma mina de asfalto.
A mina propriamente dita, tem o seu início em 1844 com a descoberta de uma mina de asfalto. É nesta mina que se vão realizar as primeiras explorações petrolíferas em Portugal. A primeira concessão, para a exploração de produtos betuminosos data de 1848, prolongando-se até 1861, embora a exploração ocorresse de forma irregular. Durante esse curto período, foi do Canto do Azeche (designação, à altura, do lugar) que foi extraído o betume utilizado para asfaltar todas as estações de caminho-de-ferro de Lisboa até Elvas e do Entroncamento até ao Porto. A reduzida viabilidade económica traduziu-se no seu encerramento.
Ainda durante o início da década de 1990 era possível aceder ao interior da mina, apesar dos evidentes sinais de derrocada. A entrada da mina dava acesso a um túnel que conduzia ao “poço”. O acesso ao fundo deste poço, onde era extraído o asfalto, era feito através de uma escada em caracol.
A localização da mina, quase na base da vertente; os materiais geológicos aí existentes (arenitos e complexos margo-argilosos); e a forte acção do mar do mar sobre a base da arriba contribuíram, definitivamente, para que a mina acabasse por desabar.
No entanto, são ainda visíveis algumas ruínas da mina, assim como um antigo respiradouro.
No entanto, o interesse sobre estas arribas não termina com a mina de asfalto. Nestas arribas, que se estendem por mais de 2 km em direcção a Sul (Vale Furado), são visíveis afloramentos do Cretácio Inferior e Superior (145 a 65 milhões de anos) e do Terciário, depósitos esses normalmente associados à formação do Bom Sucesso. Estes depósitos assentam por discordância angular em calcários do Cretácico.
É neste conjunto de rochas com 92 milhões de anos que estão representados dois conjuntos separados por superfície de descontinuidade. O inferior, é constituído por conglomerados, arenitos e lutitos avermelhados, atinge 70m de espessura. O tecto das sequências corresponde a paleossolos carbonatados representados por níveis concrecionados. O conjunto está datado do Luteciano a Bartoniano inferior. Foram ali recolhidos fósseis de Iberosuchus macrodon (crocodilo), Paralophiodon cf. leptorhynchum (grupo de tapires) para além de outros crocodilos, quelónios e pequenos mamíferos não identificados.
Os níveis superiores são constituídos por arenitos amarelos, geralmente grosseiros, às vezes consolidados, atingindo 40m de espessura. Forneceram fósseis de Paranchilophus lusitanicus (equídeo). Estão atribuídos ao Bartoniano superior.
Geologicamente aflora nas arribas um complexo greso-argiloso, onde sobressaem níveis argilosos vermelhos.
Ainda nestas arribas é possível identificar diversas anomalias geológicas petrográficas e químicas, nomeadamente vestígios de fragmentos de uma rocha escura que foram identificados por geólogos como resultantes do impacto de um grande meteorito, que ao colidir com a superfície terrestre terá formado uma grande cratera de impacto, conhecida como “Cratera de Thor”, e ejectado fragmentos pelas regiões periféricas.
São estes fragmentados ejectados, de cor negra, que aparecem destacados em rochas calcárias de cor clara, nas arribas da Mina do Azeiche e Valinhos (mas também, em menor quantidade, na praia das Paredes da Vitória e Vale Furado). De acordo com algumas investigações, estes vestígios, conhecidos como o “ejecta”, terão sido provenientes deste impacto. A presença de uma anomalia de Irídio – uma elevada concentração deste elemento encontrado na transição do Cenomaniano-Turaniano – é prova de um mega impacto de um meteorito de grandes dimensões, que terá tido consequências tão gravosas que terão provocado uma série de acontecimentos que culminaram na extinção de uma grande número de espécies, incluindo a conhecida extinção dos dinossáurios, no final do Cretácico. O alinhamento do afloramento destes vestígios do “ejecta” na direcção da mega “Cratera de Thor”, e o facto de apresentarem uma estrutura microcristalina típica de condições de forte impacto, constituem, de acordo com alguns geólogos, argumentos que apoiam a teoria de que estes fragmentos, são provenientes do mega impacto meteorítico que vieram a provocar a extinção dos dinossáurios.
Os vestígios desta cratera são bem visíveis no fundo oceânico, correspondendo a uma montanha marinha denominada Torre que têm uma forma elíptica com 122 Km de extensão segundo o eixo maior e 86 Km segundo o eixo menor.
A mina propriamente dita, tem o seu início em 1844 com a descoberta de uma mina de asfalto. É nesta mina que se vão realizar as primeiras explorações petrolíferas em Portugal. A primeira concessão, para a exploração de produtos betuminosos data de 1848, prolongando-se até 1861, embora a exploração ocorresse de forma irregular. Durante esse curto período, foi do Canto do Azeche (designação, à altura, do lugar) que foi extraído o betume utilizado para asfaltar todas as estações de caminho-de-ferro de Lisboa até Elvas e do Entroncamento até ao Porto. A reduzida viabilidade económica traduziu-se no seu encerramento.
Ainda durante o início da década de 1990 era possível aceder ao interior da mina, apesar dos evidentes sinais de derrocada. A entrada da mina dava acesso a um túnel que conduzia ao “poço”. O acesso ao fundo deste poço, onde era extraído o asfalto, era feito através de uma escada em caracol.
A localização da mina, quase na base da vertente; os materiais geológicos aí existentes (arenitos e complexos margo-argilosos); e a forte acção do mar do mar sobre a base da arriba contribuíram, definitivamente, para que a mina acabasse por desabar.
No entanto, são ainda visíveis algumas ruínas da mina, assim como um antigo respiradouro.
No entanto, o interesse sobre estas arribas não termina com a mina de asfalto. Nestas arribas, que se estendem por mais de 2 km em direcção a Sul (Vale Furado), são visíveis afloramentos do Cretácio Inferior e Superior (145 a 65 milhões de anos) e do Terciário, depósitos esses normalmente associados à formação do Bom Sucesso. Estes depósitos assentam por discordância angular em calcários do Cretácico.
É neste conjunto de rochas com 92 milhões de anos que estão representados dois conjuntos separados por superfície de descontinuidade. O inferior, é constituído por conglomerados, arenitos e lutitos avermelhados, atinge 70m de espessura. O tecto das sequências corresponde a paleossolos carbonatados representados por níveis concrecionados. O conjunto está datado do Luteciano a Bartoniano inferior. Foram ali recolhidos fósseis de Iberosuchus macrodon (crocodilo), Paralophiodon cf. leptorhynchum (grupo de tapires) para além de outros crocodilos, quelónios e pequenos mamíferos não identificados.
Os níveis superiores são constituídos por arenitos amarelos, geralmente grosseiros, às vezes consolidados, atingindo 40m de espessura. Forneceram fósseis de Paranchilophus lusitanicus (equídeo). Estão atribuídos ao Bartoniano superior.
Geologicamente aflora nas arribas um complexo greso-argiloso, onde sobressaem níveis argilosos vermelhos.
Ainda nestas arribas é possível identificar diversas anomalias geológicas petrográficas e químicas, nomeadamente vestígios de fragmentos de uma rocha escura que foram identificados por geólogos como resultantes do impacto de um grande meteorito, que ao colidir com a superfície terrestre terá formado uma grande cratera de impacto, conhecida como “Cratera de Thor”, e ejectado fragmentos pelas regiões periféricas.
São estes fragmentados ejectados, de cor negra, que aparecem destacados em rochas calcárias de cor clara, nas arribas da Mina do Azeiche e Valinhos (mas também, em menor quantidade, na praia das Paredes da Vitória e Vale Furado). De acordo com algumas investigações, estes vestígios, conhecidos como o “ejecta”, terão sido provenientes deste impacto. A presença de uma anomalia de Irídio – uma elevada concentração deste elemento encontrado na transição do Cenomaniano-Turaniano – é prova de um mega impacto de um meteorito de grandes dimensões, que terá tido consequências tão gravosas que terão provocado uma série de acontecimentos que culminaram na extinção de uma grande número de espécies, incluindo a conhecida extinção dos dinossáurios, no final do Cretácico. O alinhamento do afloramento destes vestígios do “ejecta” na direcção da mega “Cratera de Thor”, e o facto de apresentarem uma estrutura microcristalina típica de condições de forte impacto, constituem, de acordo com alguns geólogos, argumentos que apoiam a teoria de que estes fragmentos, são provenientes do mega impacto meteorítico que vieram a provocar a extinção dos dinossáurios.
Os vestígios desta cratera são bem visíveis no fundo oceânico, correspondendo a uma montanha marinha denominada Torre que têm uma forma elíptica com 122 Km de extensão segundo o eixo maior e 86 Km segundo o eixo menor.
domingo, 6 de junho de 2010
Paredes da Vitória
Agora que o Verão está a chegar, recordar a praia das Paredes (neste caso é mais a Mina e os Valinhos), num dia de Inverno.
A fotografia é do Luis Lobo Henriques, que já se disponibilizou a participar numa exposição fotográfica relativa à costa de Pataias.
sábado, 30 de janeiro de 2010
Tartaruga na Mina do Azeiche - Fotografias
As fotografias, retiradas do Pataias.net são do tractor da Junta de Freguesia de Pataias, junto à gigantesca tartaruga.



A notícia é do jornal "Público"
Um exemplar com quase dois metros de comprimento de uma tartaruga de couro deu à costa na praia da Mina, em Alcobaça. O episódio invulgar levou a que o município contactasse instituições científicas para averiguar do interesse sobre o animal, que segue hoje para o Museu Nacional de História Natural, em Lisboa.
“Foi encontrada só ontem [quinta-feira] ao final do dia. Mas já ali estava há 48 horas. Trata-se de uma praia pequena, de difícil acesso, muito pouco frequentada”, disse a bióloga da Câmara de Alcobaça, Sofia Quaresma.
A especialista afirma que as autoridades locais entraram então em contacto com várias instituições museológicas e científicas para sondar o interesse neste exemplar. “Só obtivemos resposta do Museu Nacional de História Natural”, afirmou Sofia Quaresma.
Segundo a bióloga, esta espécie de tartaruga de couro (Dermochaelis Coriacea), que frequenta uma área geográfica vasta – que pode ir da Islândia à Nova Zelândia –, é cada vez mais rara. “E são cada vez mais avistadas no Atlântico norte, o que pode sugerir alguma influência das alterações climáticas”.
Sofia Quaresma e a veterinária Cristina António já detectaram 77 animais de oito espécies na zona costeira de Alcobaça (incluindo Nazaré) desde 2004, mas nunca uma tartaruga destas. O animal apresentava traumatismos de contacto, talvez provocados por embarcações, e não tinha vestígios de redes nem arpões, as causas mais comuns de morte entre as tartarugas marinhas.



A notícia é do jornal "Público"
Um exemplar com quase dois metros de comprimento de uma tartaruga de couro deu à costa na praia da Mina, em Alcobaça. O episódio invulgar levou a que o município contactasse instituições científicas para averiguar do interesse sobre o animal, que segue hoje para o Museu Nacional de História Natural, em Lisboa.
“Foi encontrada só ontem [quinta-feira] ao final do dia. Mas já ali estava há 48 horas. Trata-se de uma praia pequena, de difícil acesso, muito pouco frequentada”, disse a bióloga da Câmara de Alcobaça, Sofia Quaresma.
A especialista afirma que as autoridades locais entraram então em contacto com várias instituições museológicas e científicas para sondar o interesse neste exemplar. “Só obtivemos resposta do Museu Nacional de História Natural”, afirmou Sofia Quaresma.
Segundo a bióloga, esta espécie de tartaruga de couro (Dermochaelis Coriacea), que frequenta uma área geográfica vasta – que pode ir da Islândia à Nova Zelândia –, é cada vez mais rara. “E são cada vez mais avistadas no Atlântico norte, o que pode sugerir alguma influência das alterações climáticas”.
Sofia Quaresma e a veterinária Cristina António já detectaram 77 animais de oito espécies na zona costeira de Alcobaça (incluindo Nazaré) desde 2004, mas nunca uma tartaruga destas. O animal apresentava traumatismos de contacto, talvez provocados por embarcações, e não tinha vestígios de redes nem arpões, as causas mais comuns de morte entre as tartarugas marinhas.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Tartaruga dá à costa na Mina do Azeiche
Da actualização diária do site do Região de Cister, retirei a seguinte notícia:
Tartaruga de 1,97 metros dá à costa na praia da Mina
Deu à costa esta sexta-feira, na Praia da Mina, Paredes, freguesia de Pataias, concelho de Alcobaça, uma Tartaruga de Couro, a maior tartaruga oceânica, com 1,97 m.
Trata-se de um exemplar raro que irá ser recolhido pelo Museu de História Natural de Lisboa para fins de coleccionismo.
Tartaruga de 1,97 metros dá à costa na praia da Mina
Deu à costa esta sexta-feira, na Praia da Mina, Paredes, freguesia de Pataias, concelho de Alcobaça, uma Tartaruga de Couro, a maior tartaruga oceânica, com 1,97 m.
Trata-se de um exemplar raro que irá ser recolhido pelo Museu de História Natural de Lisboa para fins de coleccionismo.
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