A notícia em:
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=3406103a-e9ad-4bb8-99ef-bb148519df8a&edition=200
Duas praias têm Bandeira Azul e cinco “Praia Ouro”
São Martinho do Porto abre época balnear nas praias galardoadas do concelho de Alcobaça
São Martinho do Porto Conhecida como a Concha Azul, São Martinho do Porto é considerada a Melhor Praia do País para a Família e tem honras de abertura da época balnear de toda a orla costeira concelhia.
Calendário das épocas balneares do concelho de Alcobaça: São Martinho do Porto - 17 de Junho a 17 de Setembro; Paredes de Vitória - 24 de Junho a 10 de Setembro; Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua - 1 de Julho a 3 de Setembro;
Em 2017, as praias de São Martinho do Porto e Paredes da Vitória foram uma vez mais galardoadas com a Bandeira Azul e com o estatuto de Praia Acessível – Praia para Todos, ao passo que Paredes da Vitória, Água de Madeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira obtiveram novamente o galardão “Praia de Ouro”, atribuído pela Quercus.
“Estas praias garantem todas as condições de usufruto e de segurança além de serem abençoadas pela sua bela paisagem natural. Ao todo temos uma vasta orla costeira com nove praias, cada uma com características que satisfazem diferentes perfis de veraneantes, sejam eles mais familiares ou aventureiros”, destaca o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio.
Atividades de Educação Ambiental
O Município de Alcobaça tem vindo a promover um conjunto de atividades de educação ambiental como forma de sensibilizar a comunidade escolar e o público em geral para a preservação do património natural do concelho. Estas iniciativas destinam-se a cumprir os objetivos da programação definida pela Associação Bandeira Azul, que determina a atribuição anual do respetivo galardão. Confira as próximas atividades a decorrer nas praias da orla costeira alcobacense:
• Exposição “Da Nossa Terra e Do Nosso Mar” – 1 de julho a 1 de agosto | Biblioteca Municipal de Alcobaça o Exposição de fotografias das Eco-Escolas no âmbito de saídas de praia realizadas no Inverno e na Primavera
Visitas guiadas das 14h00 – 16h00
• 3 de julho
• 10 de julho
• 28 de julho
• 1 de agosto
• Percursos Interpretativos
o 21 de junho - “Conhecer melhor o Litoral Norte de Alcobaça” (Praia Paredes da Vitória, Pataias)
o 28 de julho - “No sopé da Serra dos Candeeiros”
• Hora dos Livros do Mar – Sessões de Leitura nas Bibliotecas de Praia
o 5 de julho | 14h00 – 15h00 | São Martinho do Porto
o 2 de agosto | 14h00 – 15h00 | São Martinho do Porto
o 4 de agosto | 14h00 – 15h00 | Paredes da Vitória
o 8 de agosto | 14h00 – 15h00 | São Martinho do Porto
o 11 de agosto | 14h00 – 15h00 | Paredes da Vitória
A SUMA, em parceria com a Câmara Municipal de Alcobaça, irá também desenvolver atividades de educação ambiental nas praias de Paredes da Vitória e São Martinho do Porto:
• Ecospot (ação de sensibilização ambiental sobre a importância de respeitar regras de urbanidade em contexto balnear)
o 3 e 5 de Julho | São Martinho do Porto
o 4 de Julho | Paredes da Vitória
• Procuro Não Sujar
o 11 de Agosto | São Martinho do Porto
o 12 de Agosto | Paredes da Vitória
• EKO KIOSKO (equipamento de informação ambiental)
o 1 a 13 de agosto | junto à Biblioteca de Praia de Paredes da Vitória
Atividades Desportivas
Serão também dinamizadas diversas atividades desportivas nas praias do concelho de Alcobaça, as quais poderá assistir ou participar. Confira o calendário:
• Paddle - Beach SUP Race | São Martinho do Porto | 1 de julho | Informações – clique aqui
• 24H de Beach Spinning | São Martinho do Porto | 22h00 de 28 de julho – 22h00 de 29 de Julho
• Aeróbica de Praia | São Martinho do Porto | Paredes da Vitória | Julho-Agosto
Bibliotecas de Praia
• São Martinho do Porto
o 1 de julho a 3 de setembro
o 10h00 às 18h00
o Serviços: Internet, Jornais e registas online, Tablets, Empréstimo de Jornais e revistas, Desenhos para pintar e jogos didáticos; Atividades, Hora do Conto
o Organização: Câmara Municipal de Alcobaça
• Paredes da Vitória
o 2 de julho a 31 de agosto
o 09h00-12h30 e 13h30-17h00
o Serviços: Internet, empréstimos domiciliários, literatura geral, infantil e juvenil, jogos infantis e juvenis
o Organização: União de Freguesias de Pataias e Martingança
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quarta-feira, 21 de junho de 2017
sábado, 11 de junho de 2016
Início da época balnear é dia 18 de junho
A notícia no Região de Cister nº1190 de 9 de junho de 2016
Alcobaça - Paredes da Vitória e São Martinho são as primeiras a receber vigilância
Época balnear no concelho arranca a partir da próxima semana
A época balnear vai começar no concelho de Alcobaça a partir do próximo dia 18 de junho.
As praias de Paredes da Vitória e de São Martinho do Porto são as primeiras a estrear-se na vigilância sazonal deste ano.
Para o dia 2 de julho está agendada a abertura da época balnear no norte do concelho, nomeadamente para as praias de Polvoeira, Pedra do Ouro, Légua, Água de Madeiros e Vale Furado.
De acordo com a portaria dos ministérios da Defesa e do Ambiente, na região centro do País, o início da época podia variar entre 13 de junho e 4 de julho, enquanto o final da época balnear deste ano está previsto para o período entre 30 de agosto e 15 de setembro, nas 37 praias definidas como águas balneares.
Entretanto, no concelho da Nazaré, a praia da vila já se encontra com a vigilância necessária. Por sua vez, a praia do Salgado terá a época balnear aberta a partir do próximo dia 1 de julho.
Recorde-se que, na região, as praias de São Martinho do Porto, Paredes da Vitória e Nazaré conquistaram, este ano, a bandeira azul, atribuída pela Associação Bandeira Azul da Europa.
Alcobaça - Paredes da Vitória e São Martinho são as primeiras a receber vigilância
Época balnear no concelho arranca a partir da próxima semana
A época balnear vai começar no concelho de Alcobaça a partir do próximo dia 18 de junho.
As praias de Paredes da Vitória e de São Martinho do Porto são as primeiras a estrear-se na vigilância sazonal deste ano.
Para o dia 2 de julho está agendada a abertura da época balnear no norte do concelho, nomeadamente para as praias de Polvoeira, Pedra do Ouro, Légua, Água de Madeiros e Vale Furado.
De acordo com a portaria dos ministérios da Defesa e do Ambiente, na região centro do País, o início da época podia variar entre 13 de junho e 4 de julho, enquanto o final da época balnear deste ano está previsto para o período entre 30 de agosto e 15 de setembro, nas 37 praias definidas como águas balneares.
Entretanto, no concelho da Nazaré, a praia da vila já se encontra com a vigilância necessária. Por sua vez, a praia do Salgado terá a época balnear aberta a partir do próximo dia 1 de julho.
Recorde-se que, na região, as praias de São Martinho do Porto, Paredes da Vitória e Nazaré conquistaram, este ano, a bandeira azul, atribuída pela Associação Bandeira Azul da Europa.
quinta-feira, 9 de junho de 2016
terça-feira, 7 de junho de 2016
Início da época balnear
A notícia no Diário de Leiria
http://www.diarioleiria.pt/noticia/6529
Época balnear arranca na região com garantia de segurança
As previsões meteorológicas apontam, pelo menos até dia 15, para alguma instabilidade no tempo, mas nem isso condiciona o arranque da época balnear nas diversas praias da região que, adiantam os municípios, terão garantia de segurança. Nos concelhos da Marinha Grande, Pombal, Caldas da Rainha, Pedrógão Grande e Leiria, a época balnear terá início a partir de dia 15 de Junho. No concelho de Alcobaça, as praias de Paredes de Vitória e de São Martinho do Porto verão a sua época balnear iniciar-se a 18 de Junho, enquanto que a 2 de Julho começa oficialmente a época na Polvoeira, Pedra do Ouro, Légua e Água de Madeiros. Já a praia de Vale Furado, contará também com vigilância, a partir de 2 de Julho.
http://www.diarioleiria.pt/noticia/6529
Época balnear arranca na região com garantia de segurança
As previsões meteorológicas apontam, pelo menos até dia 15, para alguma instabilidade no tempo, mas nem isso condiciona o arranque da época balnear nas diversas praias da região que, adiantam os municípios, terão garantia de segurança. Nos concelhos da Marinha Grande, Pombal, Caldas da Rainha, Pedrógão Grande e Leiria, a época balnear terá início a partir de dia 15 de Junho. No concelho de Alcobaça, as praias de Paredes de Vitória e de São Martinho do Porto verão a sua época balnear iniciar-se a 18 de Junho, enquanto que a 2 de Julho começa oficialmente a época na Polvoeira, Pedra do Ouro, Légua e Água de Madeiros. Já a praia de Vale Furado, contará também com vigilância, a partir de 2 de Julho.
terça-feira, 10 de maio de 2016
Paredes da Vitória é Bandeira Azul
A praia de Paredes da Vitória voltou a receber o galardão da Bandeira Azul, símbolo de qualidade das águas balneares e dos areais. Na proximidade, receberam também o galardão as praias do Pedrógão, Nazaré e S. Martinho do Porto.
A praia de Paredes da Vitória recebeu viu reconhecida já por 19 vezes a qualidade das suas águas e areais.
A primeira atribuição da Bandeira Azul ocorreu em 1989, apenas dois anos após o início do galardão. Sucessivamente até 2001, a praia viu reconhecidos os seus méritos, embora não sem problemas. Em 1992 e 2001 viu arraiada a Bandeira por falta de qualidade das águas. No caso de 2001, a situação era tão grave que a Câmara decidiu pela não candidatura ao galardão enquanto não fosse resolvido o problema da falta de saneamento básico nos aglomerados de Paredes e Mina do Azeche. Com a requalificação urbana do lugar e a construção da ETAR, Paredes da Vitória voltou a receber a Bandeira Azul, de forma ininterrupta desde 2010. Em 2015, a Bandeira foi arraiada temporariamente durante dois dias pela avaria das condutas de saneamento o que levou a que as águas decorrentes da limpeza da via pública tivessem entrado (naturalmente) nas condutas de escoamento das águas pluviais e, consequentemente, tivessem chegado até ao rio.
Também desde 2011 a praia de Paredes da Vitória tem recebido o galardão de "Praia Acessível".
As praias de Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua são reconhecidas desde 2006 como "Praias de Ouro" pelas consecutivas excelentes análises das suas águas balneares.
Mais informações em: http://bandeiraazul.abae.pt/galardoados/
A praia de Paredes da Vitória recebeu viu reconhecida já por 19 vezes a qualidade das suas águas e areais.
A primeira atribuição da Bandeira Azul ocorreu em 1989, apenas dois anos após o início do galardão. Sucessivamente até 2001, a praia viu reconhecidos os seus méritos, embora não sem problemas. Em 1992 e 2001 viu arraiada a Bandeira por falta de qualidade das águas. No caso de 2001, a situação era tão grave que a Câmara decidiu pela não candidatura ao galardão enquanto não fosse resolvido o problema da falta de saneamento básico nos aglomerados de Paredes e Mina do Azeche. Com a requalificação urbana do lugar e a construção da ETAR, Paredes da Vitória voltou a receber a Bandeira Azul, de forma ininterrupta desde 2010. Em 2015, a Bandeira foi arraiada temporariamente durante dois dias pela avaria das condutas de saneamento o que levou a que as águas decorrentes da limpeza da via pública tivessem entrado (naturalmente) nas condutas de escoamento das águas pluviais e, consequentemente, tivessem chegado até ao rio.
Também desde 2011 a praia de Paredes da Vitória tem recebido o galardão de "Praia Acessível".
As praias de Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua são reconhecidas desde 2006 como "Praias de Ouro" pelas consecutivas excelentes análises das suas águas balneares.
Mais informações em: http://bandeiraazul.abae.pt/galardoados/
sábado, 30 de abril de 2016
Ação de limpeza da praia das Paredes
A notícia no Região de Cister nº1184 de 28 de abril de 2016
Autarquia quer limpar praias de São Martinho e Paredes
“Vamos limpar o Litoral de Alcobaça!”, no dia 7 do próximo mês, das 9:30 às 12:30 horas, nas praias de São Martinho do Porto e de Paredes da Vitória.
É este o desafio do município de Alcobaça, que se associou à 3.ª edição da iniciativa “Vamos Limpar a Europa!”, que terá lugar entre os dias 6 e 8 de maio em toda a Europa e que pretende sensibilizar os cidadãos para o problema da produção de resíduos, através da realização de ações de limpeza em espaços naturais.
Autarquia quer limpar praias de São Martinho e Paredes
“Vamos limpar o Litoral de Alcobaça!”, no dia 7 do próximo mês, das 9:30 às 12:30 horas, nas praias de São Martinho do Porto e de Paredes da Vitória.
É este o desafio do município de Alcobaça, que se associou à 3.ª edição da iniciativa “Vamos Limpar a Europa!”, que terá lugar entre os dias 6 e 8 de maio em toda a Europa e que pretende sensibilizar os cidadãos para o problema da produção de resíduos, através da realização de ações de limpeza em espaços naturais.
sábado, 9 de abril de 2016
domingo, 9 de agosto de 2015
O clima do litoral de Pataias
Nevoeiro de manhã, ventania à tarde.
Especialmente durante o Verão, conhece-se a grande diferença entre o estado de tempo existente em Pataias e as condições meteorológicas do litoral. Os nevoeiros matinais e a nortada à tarde são verdadeiros ex-libris das nossas praias. A maior parte das vezes, os contrastes existentes são tão grandes que há uma fronteira invisível que se estende até ao “cruto”do vale de Paredes, que anuncia a entrada “num outro país”.
Os nevoeiros matinais
O nevoeiro forma-se por condensação do vapor de água, em condições de estabilidade, nas camadas mais baixas da atmosfera. Na sua génese, os nevoeiros podem ser classificados como de advecção, de radiação, mistos de advecção/radiação, orográficos e frontais.
No nosso litoral, os nevoeiros mais comuns são os de advecção. Os nevoeiros de advecção resultam do movimento horizontal do ar sobre uma superfície de terra ou de água.
No mar, junto à costa ocidental o nevoeiro ocorre com mais frequência no Verão, durante a madrugada e manhã. A sua origem está associada ao movimento Oeste-Este das massas de ar e à sua condensação sobre as massas continentais arrefecidas durante a noite e ainda sobre as águas atlânticas costeiras, também elas arrefecidas, mas pelos fenómenos de upwelling comuns nessa altura do ano. Esse arrefecimento vai provocar a condensação do vapor de água existente nas massas de ar e a consequente formação do nevoeiro. Durante a tarde, o nevoeiro tem tendência a dissipar-se, como consequência do aquecimento e da intensificação da brisa.
Este tipo de nevoeiro é particularmente intenso a norte do cabo Carvoeiro e em terra apenas afeta uma estreita faixa litoral.
Dois outros factos podem ainda ajudar a explicar a ocorrência e intensidade destes nevoeiros matinais:
- Em primeiro, a grande cobertura vegetal existente (associada às matas nacionais que se estendem de Mira até à Nazaré), com grande evapotranspiração associada, e consequentemente uma maior humidade absoluta.
- Em segundo, o perfil de arriba em algumas secções da costa, que obriga a uma subida das massas de ar oceânicas e ao seu consequente arrefecimento (e posterior condensação).
A ocorrência destes nevoeiros matinais no litoral de Pataias pode ocorrer cerca de 23 dias por ano, com especial incidência nos meses de Verão.
A “nortada”
Ao contrário do processo de formação do nevoeiro que é um fenómeno local, a “nortada” insere-se num conjunto de circunstâncias associadas aos grandes movimentos da atmosfera.
Tipicamente, a “nortada” acontece no Verão, altura em que o Anticiclone dos Açores viaja para norte da península ibérica, para latitudes semelhantes às da Bretanha (França), e faz sentir a sua influência a partir das ilhas britânicas.
Paralelamente, o interior da Península Ibérica sofre um forte aquecimento (estamos no verão, o que acentua o fenómeno da continentalidade), o que vai criar no seu interior um centro de baixas pressões de origem térmica. Sabendo-se que as massas de ar se deslocam das zonas de anticiclones (altas pressões) para os centros depressionários (baixas pressões), este movimento vai criar um vento constante que no nosso litoral tem o sentido Norte-Sul ou Noroeste-Sudeste, dando origem à “nortada”. O fenómeno é maior durante a tarde, devido ao maior aquecimento do interior da Península Ibérica (acentuando as baixas pressões aí existentes) quando comparado com outros períodos do dia (manhã ou noite,por exemplo).
Não deixa de ser curioso que o aumento da intensidade do vento durante a tarde vai contribuir para dissipar o nevoeiro existente, mas ao mesmo tempo vai intensificar o fenómeno de upwelling, uma das causas do nevoeiro no nosso litoral.
Glossário
Upwelling – fenómeno ocorrido nos oceanos que carateriza o movimento das águas desde zonas mais profundas até à superfície, isto é, uma corrente vertical do fundo para a superfície. Neste fenómeno, está envolvido o transporte de águas profundas mais frias e ricas em nutrientes até à superfície. Os nitratos e fosfatos arrastados podem assim ser utilizados pelos organismos para produzirem matéria orgânica, resultando numa elevada concentração de nutrientes e elevada produção primária à superfície que suporta o crescimento do zooplâncton, de peixes e aves marinhas.
O fenómeno de upwelling carateriza-se assim, também, por um arrefecimento ligeiro das águas superficiais.
Continentalidade – É um dos fatores climáticos mais significativos. Definido pela proximidade ou afastamento de um lugar relativamente às massas oceânicas, carateriza-se pela influência das mesmas sobre a temperatura e a precipitação. Nos locais próximos do oceano, as temperaturas são mais amenas e constantes, apresentando uma menor amplitude térmica e registando valores de precipitação mais elevados. Nas regiões mais afastadas dos oceanos e no interior dos continentes, as amplitudes térmicas são maiores (apresentando temperaturas mínimas mais baixas e temperaturas máximas mais altas), registando-se ainda uma forte diminuição da precipitação.
Paredes da Vitória - o estado de tempo raramente é igual ao de Pataias, apenas 5km para o interior
Especialmente durante o Verão, conhece-se a grande diferença entre o estado de tempo existente em Pataias e as condições meteorológicas do litoral. Os nevoeiros matinais e a nortada à tarde são verdadeiros ex-libris das nossas praias. A maior parte das vezes, os contrastes existentes são tão grandes que há uma fronteira invisível que se estende até ao “cruto”do vale de Paredes, que anuncia a entrada “num outro país”.
Os nevoeiros matinais
O nevoeiro forma-se por condensação do vapor de água, em condições de estabilidade, nas camadas mais baixas da atmosfera. Na sua génese, os nevoeiros podem ser classificados como de advecção, de radiação, mistos de advecção/radiação, orográficos e frontais.
No nosso litoral, os nevoeiros mais comuns são os de advecção. Os nevoeiros de advecção resultam do movimento horizontal do ar sobre uma superfície de terra ou de água.
A formação do nevoeiro de advecção, característico do nosso litoral
No mar, junto à costa ocidental o nevoeiro ocorre com mais frequência no Verão, durante a madrugada e manhã. A sua origem está associada ao movimento Oeste-Este das massas de ar e à sua condensação sobre as massas continentais arrefecidas durante a noite e ainda sobre as águas atlânticas costeiras, também elas arrefecidas, mas pelos fenómenos de upwelling comuns nessa altura do ano. Esse arrefecimento vai provocar a condensação do vapor de água existente nas massas de ar e a consequente formação do nevoeiro. Durante a tarde, o nevoeiro tem tendência a dissipar-se, como consequência do aquecimento e da intensificação da brisa.
Este tipo de nevoeiro é particularmente intenso a norte do cabo Carvoeiro e em terra apenas afeta uma estreita faixa litoral.
Dois outros factos podem ainda ajudar a explicar a ocorrência e intensidade destes nevoeiros matinais:
- Em primeiro, a grande cobertura vegetal existente (associada às matas nacionais que se estendem de Mira até à Nazaré), com grande evapotranspiração associada, e consequentemente uma maior humidade absoluta.
- Em segundo, o perfil de arriba em algumas secções da costa, que obriga a uma subida das massas de ar oceânicas e ao seu consequente arrefecimento (e posterior condensação).
A ocorrência destes nevoeiros matinais no litoral de Pataias pode ocorrer cerca de 23 dias por ano, com especial incidência nos meses de Verão.
Um exemplo dos nevoeiros de advecção matinais, junto ao litoral
A “nortada”
Ao contrário do processo de formação do nevoeiro que é um fenómeno local, a “nortada” insere-se num conjunto de circunstâncias associadas aos grandes movimentos da atmosfera.
Tipicamente, a “nortada” acontece no Verão, altura em que o Anticiclone dos Açores viaja para norte da península ibérica, para latitudes semelhantes às da Bretanha (França), e faz sentir a sua influência a partir das ilhas britânicas.
Situação meteorológica típica de Verão, com o Anticiclone dos Açores sobre as ilhas britânicas e uma depressão de origem térmica no centro da Península Ibérica
Paralelamente, o interior da Península Ibérica sofre um forte aquecimento (estamos no verão, o que acentua o fenómeno da continentalidade), o que vai criar no seu interior um centro de baixas pressões de origem térmica. Sabendo-se que as massas de ar se deslocam das zonas de anticiclones (altas pressões) para os centros depressionários (baixas pressões), este movimento vai criar um vento constante que no nosso litoral tem o sentido Norte-Sul ou Noroeste-Sudeste, dando origem à “nortada”. O fenómeno é maior durante a tarde, devido ao maior aquecimento do interior da Península Ibérica (acentuando as baixas pressões aí existentes) quando comparado com outros períodos do dia (manhã ou noite,por exemplo).
O movimento das massas de ar no hemisfério norte entre os centros de Alta Pressão (H - "high" em inglês) e de Baixa Pressão (L - "low" em inglês)
Não deixa de ser curioso que o aumento da intensidade do vento durante a tarde vai contribuir para dissipar o nevoeiro existente, mas ao mesmo tempo vai intensificar o fenómeno de upwelling, uma das causas do nevoeiro no nosso litoral.
Glossário
Upwelling – fenómeno ocorrido nos oceanos que carateriza o movimento das águas desde zonas mais profundas até à superfície, isto é, uma corrente vertical do fundo para a superfície. Neste fenómeno, está envolvido o transporte de águas profundas mais frias e ricas em nutrientes até à superfície. Os nitratos e fosfatos arrastados podem assim ser utilizados pelos organismos para produzirem matéria orgânica, resultando numa elevada concentração de nutrientes e elevada produção primária à superfície que suporta o crescimento do zooplâncton, de peixes e aves marinhas.
O fenómeno de upwelling carateriza-se assim, também, por um arrefecimento ligeiro das águas superficiais.
Continentalidade – É um dos fatores climáticos mais significativos. Definido pela proximidade ou afastamento de um lugar relativamente às massas oceânicas, carateriza-se pela influência das mesmas sobre a temperatura e a precipitação. Nos locais próximos do oceano, as temperaturas são mais amenas e constantes, apresentando uma menor amplitude térmica e registando valores de precipitação mais elevados. Nas regiões mais afastadas dos oceanos e no interior dos continentes, as amplitudes térmicas são maiores (apresentando temperaturas mínimas mais baixas e temperaturas máximas mais altas), registando-se ainda uma forte diminuição da precipitação.
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Qualidade das praias
A notícia no site da Visão:
http://visao.sapo.pt/portugal-tem-mais-praias-classificadas-mas-menos-excelentes-e-seis-mas=f820095
Portugal tem mais praias classificadas, mas menos excelentes e seis más
Portugal tem 451 praias excelentes, 85% do total das classificadas, mas a situação piorou, com menos zonas balneares de "nota" máxima e o aparecimento de seis praias com má qualidade
"No ano de 2015, temos um recorde de zonas balneares e, em comparação com o ano passado, temos mais 26 águas balneares classificadas como tal", totalizando 569 praias, disse Francisco Ferreira da Quercus.
Agora, porém, há "seis praias classificadas como más, quando, no ano passado, não tínhamos qualquer praia 'má'", o que é uma percentagem mínima, de 1,1% do total, mas também "é um sinal de que estamos a piorar", avançou o técnico da associação ambientalista, que se baseou em dados da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para elaborar a sua análise.
No grupo das "más" destaca o caso particular da Madeira, já que quatro são na região autónoma, "duas no Funchal - a praia do Gorgulho e a praia de Poças do Gomes Doca do Cavacas - e duas no Machico, Banda D´Além e S.Roque", especificou Francisco Ferreira.
Uma das outras duas é interior, em Vila Verde, que é a praia do Prado Faial, e a outra é de transição, em Ovar - a praia do Areinho.
Do total das 569 zonas balneares, "um número muito significativo", segundo o especialista, 439 são praias costeiras, 109 interiores (mais 13 do que na classificação anterior) e 21 são de transição, o que significa não serem interiores nem costeiras, localizando-se habitualmente em zonas de estuário de rio.
Entre as praias classificadas, "nós tínhamos 91% de praias excelentes, em 2014, e baixámos para 84,8%, não podemos dizer que estamos mal", pois ter esta percentagem "é muito bom, mas o problema é a tendência" descendente, frisou Francisco Ferreira.
Para completar a análise, é referido que, das 569 praias, 37 não têm classificação, 11 das quais são novas na lista, 16 têm uma qualidade aceitável (a seguir à má), 59 são boas e 451 excelentes.
Os resultados das análises desta avaliação são recolhidos no conjunto dos quatro anos anteriores, neste caso, de 2011 até 2014, e servem de base para a informação transmitida a nível nacional e europeu aos consumidores que vão começar a frequentar as praias na nova época balnear que, em Portugal, na maioria dos casos, decorre entre junho e setembro.
Os dois parâmetros em destaque nas análises são a presença ou não dos enterococos intestinais e da `escherichia coli`.
Para Francisco Ferreira, os resultados obtidos mostram que há a necessidade de se fazer uma avaliação muito detalhada do que está a acontecer nas praias portuguesas, até porque a diretiva comunitária que regula esta área não deixa dúvidas.
Segundo o responsável da Quercus, a diretiva "é clara ao dizer que, até final da época balnear de 2015, todas as águas balneares devem ser classificadas, pelo menos, como aceitáveis e devem ser tomadas medidas para aumentar o número de águas excelentes ou boas", alertou.
Aliás, "para conseguirmos cumprir a diretiva, temos de melhorar e resolver os problemas que podem ser de esgotos urbanos, ainda com deficiência de tratamento, estar relacionados com alturas em que o tratamento não é devidamente efetuado, ou com ribeiras próximas das praias com níveis de contaminação significativos", acrescentou.
http://visao.sapo.pt/portugal-tem-mais-praias-classificadas-mas-menos-excelentes-e-seis-mas=f820095
Portugal tem mais praias classificadas, mas menos excelentes e seis más
Portugal tem 451 praias excelentes, 85% do total das classificadas, mas a situação piorou, com menos zonas balneares de "nota" máxima e o aparecimento de seis praias com má qualidade
"No ano de 2015, temos um recorde de zonas balneares e, em comparação com o ano passado, temos mais 26 águas balneares classificadas como tal", totalizando 569 praias, disse Francisco Ferreira da Quercus.
Agora, porém, há "seis praias classificadas como más, quando, no ano passado, não tínhamos qualquer praia 'má'", o que é uma percentagem mínima, de 1,1% do total, mas também "é um sinal de que estamos a piorar", avançou o técnico da associação ambientalista, que se baseou em dados da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para elaborar a sua análise.
No grupo das "más" destaca o caso particular da Madeira, já que quatro são na região autónoma, "duas no Funchal - a praia do Gorgulho e a praia de Poças do Gomes Doca do Cavacas - e duas no Machico, Banda D´Além e S.Roque", especificou Francisco Ferreira.
Uma das outras duas é interior, em Vila Verde, que é a praia do Prado Faial, e a outra é de transição, em Ovar - a praia do Areinho.
Do total das 569 zonas balneares, "um número muito significativo", segundo o especialista, 439 são praias costeiras, 109 interiores (mais 13 do que na classificação anterior) e 21 são de transição, o que significa não serem interiores nem costeiras, localizando-se habitualmente em zonas de estuário de rio.
Entre as praias classificadas, "nós tínhamos 91% de praias excelentes, em 2014, e baixámos para 84,8%, não podemos dizer que estamos mal", pois ter esta percentagem "é muito bom, mas o problema é a tendência" descendente, frisou Francisco Ferreira.
Para completar a análise, é referido que, das 569 praias, 37 não têm classificação, 11 das quais são novas na lista, 16 têm uma qualidade aceitável (a seguir à má), 59 são boas e 451 excelentes.
Os resultados das análises desta avaliação são recolhidos no conjunto dos quatro anos anteriores, neste caso, de 2011 até 2014, e servem de base para a informação transmitida a nível nacional e europeu aos consumidores que vão começar a frequentar as praias na nova época balnear que, em Portugal, na maioria dos casos, decorre entre junho e setembro.
Os dois parâmetros em destaque nas análises são a presença ou não dos enterococos intestinais e da `escherichia coli`.
Para Francisco Ferreira, os resultados obtidos mostram que há a necessidade de se fazer uma avaliação muito detalhada do que está a acontecer nas praias portuguesas, até porque a diretiva comunitária que regula esta área não deixa dúvidas.
Segundo o responsável da Quercus, a diretiva "é clara ao dizer que, até final da época balnear de 2015, todas as águas balneares devem ser classificadas, pelo menos, como aceitáveis e devem ser tomadas medidas para aumentar o número de águas excelentes ou boas", alertou.
Aliás, "para conseguirmos cumprir a diretiva, temos de melhorar e resolver os problemas que podem ser de esgotos urbanos, ainda com deficiência de tratamento, estar relacionados com alturas em que o tratamento não é devidamente efetuado, ou com ribeiras próximas das praias com níveis de contaminação significativos", acrescentou.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Arriba em Água de Madeiros intervencionada
Pataias - Trabalhos de sustentação em Água de Madeiros
Intervenção garante segurança em arriba
As fortes chuvas que se fizeram sentir na passada semana levaram ao desmoronamento de parte de uma arriba em Água de Madeiros, em Pataias. A Câmara de Alcobaça, aconselhados pela Associação Portuguesa do Ambiente (APA), está a finalizar os trabalhos de sustentação da arriba.
O morador Raul Pedro testemunhou ao REGIÃO DE CISTER que se abriu uma enorme cratera entre as habitações. “A concentração de água era tanta que parecia um rio a correr para a praia. Nunca tinha visto nada assim”, sublinhou o pescador amador, que mora em Água de Madeiros há 15 anos.
Ao que tudo indica as águas pluviais concentraram-se naquele espaço, levando também ao rebentamento de uma conduta e consequente deslizamento da arriba.
Uma das habitações, construída em cima da arriba, esteve em perigo. “Se não fosse a rápida intervenção e a melhoria do tempo, talvez a casa já lá não estivesse”, considera Raul Pedro, já reformado.
Paulo Inácio avançou que as obras de sustentação estão a decorrer a bom ritmo. “Todos os trabalhos da autarquia estão a ser monotorizados pela APA”, explicou Paulo Inácio, acrescentando que é preciso, de seguida, avançar com um trabalho estrutural.
Recorde-se que recentemente a vereadora socialista Eugénia Rodrigues tinha alertado, em reunião pública de Câmara, para o perigo da queda de arribas em Água de Madeiros, sugerindo o desvio das águas pluviais para o rio.
domingo, 21 de setembro de 2014
Época balnear sem acidentes mortais
A notícia na edição 1100 do Região de cister de 18 de setembro de 2014
Pataias - Associação criada em 2011
Nadadores fecham época com “zero” acidentes mortais
Terminada a época balnear, é hora de fazer balanço. A Associação de Nadadores Salvadores de Pataias (ANSP) congratula-se, através da sua página do Facebook, por “zero acidentes mortais nas praias” coordenadas por esta coletividade do norte do concelho de Alcobaça.
O sucesso deve-se, como se pode ler, a “todos os nadadores que colaboraram com a Associação no sucesso da sua missão”. A ANSP não esquece de agradecer, também, aos concessionários e entidades que acreditam no trabalho da Associação. São eles os municípios de Alcobaça, Penamacor e Ferreira do Zêzere, União das Freguesias de Pataias e Martingança, Capitania do Porto da Nazaré, Crédito Arícola de Alcobaça, concessionários das praias de São Pedro de Moel e de Old Beach Club.
A Associação de Nadadores Salvadores de Pataias foi fundada em Janeiro de 2011. Ao longo dos últimos anos, dado o seu trabalho e empenho, tem vigiado várias praias do concelho de Alcobaça e da costa litoral portuguesa.
Pataias - Associação criada em 2011
Nadadores fecham época com “zero” acidentes mortais
Terminada a época balnear, é hora de fazer balanço. A Associação de Nadadores Salvadores de Pataias (ANSP) congratula-se, através da sua página do Facebook, por “zero acidentes mortais nas praias” coordenadas por esta coletividade do norte do concelho de Alcobaça.
O sucesso deve-se, como se pode ler, a “todos os nadadores que colaboraram com a Associação no sucesso da sua missão”. A ANSP não esquece de agradecer, também, aos concessionários e entidades que acreditam no trabalho da Associação. São eles os municípios de Alcobaça, Penamacor e Ferreira do Zêzere, União das Freguesias de Pataias e Martingança, Capitania do Porto da Nazaré, Crédito Arícola de Alcobaça, concessionários das praias de São Pedro de Moel e de Old Beach Club.
A Associação de Nadadores Salvadores de Pataias foi fundada em Janeiro de 2011. Ao longo dos últimos anos, dado o seu trabalho e empenho, tem vigiado várias praias do concelho de Alcobaça e da costa litoral portuguesa.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Ação de limpeza da praia de Paredes da Vitória
Recebido via e-mail
Dia Mundial da Limpeza de Rios e Praias - 20 de Setembro, 2014
Praia de Paredes de Vitória, Alcobaça
O Município de Alcobaça informa que existe transporte para voluntários
8.30 junto aos Paços do Concelho- Alcobaça
8.50- Largo do Cruzeiro- Pataias
O Regresso a Alcobaça está previsto pelas 14h00 e em Pataias 13h40
Caso pretenda utilizar este transporte e, para que o seu lugar seja reservado, por favor, envie um e-mail para sofia.quaresma@cm-alcobaca.pt
A participação é voluntária e gratuita. Aconselhamos o uso de roupa e calçado confortável e um bom agasalho, impermeável. Caso considerem oprotuno, por favor divulguem! POR UM MAR SEM LIXO!
Dia Mundial da Limpeza de Rios e Praias
20 de Setembro, 2014
Praia de Paredes de Vitória, Alcobaça
A Associação Bandeira Azul da Europa, com a colaboração do Município de Alcobaça, a Paredes Surf, e um conjunto de outras Entidades que se associaram assinalam o DIA MUNDIAL DE LIMPEZA DE RIOS E PRAIAS conjuntamente com campeonato Paredes Ocean Movement, numa ação de praia que tem como objetivo a sensibilização para a preservação da costa e rios portugueses.
O Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias, conhecido no mundo inteiro como International Coastal Clean Up (ICC), é um programa internacional de educação ambiental, que mobiliza milhares de pessoas em todo o planeta. O evento é realizado em mais de 100 países todos os anos, no terceiro fim de semana de setembro.
O Dia Mundial de Limpeza em Rios e Praias é um dos maiores e mais efetivos programas destinado à limpeza do nosso planeta e que já envolveu 35 milhões de pessoas em 130 países. Com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), através do Programa das Nações Unidas para Ambiente (PNUA) e Ocean Conservancy.
O dia começará pelas 9h00 com a chegada dos participantes que se vão juntar na praia de Paredes de Vitória em Alcobaça. Responsáveis dos municípios, crianças e jovens, escuteiros e surfistas são os voluntários irão unir-se por esta causa.
Diversas atividades lúdicas e ao mesmo tempo pedagógicas fazem parte da programação que vai preencher por completo a manhã dos participantes. O momento alto do programa será a formação de um cordão humano em terra e em mar com a ajuda de todos os participantes.
Programa
9.00h -10.00h – Chegada dos participantes e informações
9.00h - “O Oceano e Eu”
Actividade: Os participantes serão convidados a preencher um inquérito “Percepção Individual sobre os Oceanos”, inquérito já respondido por 257 pessoas nos últimos 2 anos e cujos resultados serão apresentados numa comunicação científica na European Cetacean Society Conference, Malta, Março de 2015, reunião científica subordinada ao tema 'Marine Mammal Conservation - from Local to Global' A actividade tem a duração máxima de 4 minutos por pessoa e é de preenchimento anónimo.
10.00h – Há lixo na Praia!
Atividade: recolha e deposição seletiva dos resíduos existentes na praia. Serão fornecidas luvas e algumas pinças e camaroeiros aos grupos e fichas de identificação e quantificação do lixo.
11.00h – Há vida para preservar!
Atividade: Pretende-se chamar a atenção para a biodiversidade do litoral desafiando os presentes à realização de representações da vida marinha em esculturas de areia.
Um júri deverá avaliar e distinguir 3 trabalhos de maior qualidade.
12.00h – Gincana do plástico!
Atividade: Gincana com diversos desafios e atividades que chamam a atenção para as questões relacionadas com a poluição dos Oceanos pelo plástico, etc. Distribuição dos prémios aos vencedores dos desafios.
13.00 – Ação simbólica cordão humano e Encerramento
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Vale Furado e Polvoeira com vigilância de nadadores salvadores
A notícia na edição 1095 de 14 de agosto de 2014
Pataias - Protocolo entre Câmara de Alcobaça e ANSP
Praias de Vale Furado e Polvoeira com vigilância
A Câmara de Alcobaça e a Associação de Nadadores Salvadores de Pataias (ANSP) assinaram um protocolo de cooperação e, até ao fim deste mês, as praias serão vigiadas, cada uma, por dois nadadoressalvadores da associação.
As praias de Vale Furado e Polvoeira já contam com dois nadadores-salvadores para assegurar a vigilância de cada praia.
A Associação de Nadadores Salvadores de Pataias também propôs vigiar a praia da Pedra do Ouro. Recorde-se que Edgar Ministro, presidente da ANSP, referiu que, relativamente à época balnear, “o concessionário da Pedra do Ouro foi o único que negou os serviços da associação” e o concessionário da praia já tinha recebido várias chamadas de atenção por parte da Polícia Marítima, por ter apenas um nadador salvador e ser exigido pelas entidades pelo menos dois, por questões de segurança.
Pataias - Protocolo entre Câmara de Alcobaça e ANSP
Praias de Vale Furado e Polvoeira com vigilância
A Câmara de Alcobaça e a Associação de Nadadores Salvadores de Pataias (ANSP) assinaram um protocolo de cooperação e, até ao fim deste mês, as praias serão vigiadas, cada uma, por dois nadadoressalvadores da associação.
As praias de Vale Furado e Polvoeira já contam com dois nadadores-salvadores para assegurar a vigilância de cada praia.
A Associação de Nadadores Salvadores de Pataias também propôs vigiar a praia da Pedra do Ouro. Recorde-se que Edgar Ministro, presidente da ANSP, referiu que, relativamente à época balnear, “o concessionário da Pedra do Ouro foi o único que negou os serviços da associação” e o concessionário da praia já tinha recebido várias chamadas de atenção por parte da Polícia Marítima, por ter apenas um nadador salvador e ser exigido pelas entidades pelo menos dois, por questões de segurança.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Pedra do Ouro é zona balnear
Recebido via e-mail
Boa noite,
Acabei de ler a notícia do blogue Sapinho Gelásio publicada por Paulo Grilo,
http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2014/06/praias-de-ouro-em-pataias.html
Foi com espanto que percebi que para a Quercus a Pedra do Ouro é uma localidade balnear cuja a água tem vindo a ser classificada com água com qualidade de ouro nos últimos 5 anos.
O meu espanto não se prende com o galardão e classificação atribuída à qualidade da água... Prende sim com dois aspectos distintos:
1º - A falta da divulgação do facto da qualidade da água ser de ouro, tanto junto dos moradores como dos utilizadores / frequentadores da praia.
Estou tentada a afirmar que parece que existe algum interesse em não tornar algumas coisas públicas, em tudo contribuindo para deixar morrer a localidade Pedra do Ouro, que há muito parece ter sido esquecida pelo município.
2º - O facto da localidade ser considerada pela Quercus como localidade balnear... porque ao que parece no município esta classificação não é a mesma... Foi comunicado na Câmara Municipal de Alcobaça que a localidade Pedro do Ouro não é balnear, segundo informação fornecida pelos serviços!
Como é do conhecimento público um dos problemas da Pedra do Ouro, que parece não ter fim à vista, é o saneamento...
A não existência de uma rede de recolha de águas pluviais nem de recolha de esgotos domésticos é um cancro para desenvolvimento socioeconómico da localidade.
O facto de a localidade em termos municipais não ser considerada balnear, quando todos os anos assistimos de forma impotente À queda das arribas colocando em risco os bens patrimoniais públicos e privados da localidade, apetece-me solicitar ao município uma explicação pública sobre o facto de não ser uma localidade balnear...
Não sendo uma localidade balnear uma vez que é banhada pelo mar, está na domínio da Orla Marítima e da Capitania da Nazaré, então qual a classificação atribuída à localidade???
Deverá ser uma localidade termal? Dado que existe uma classificação da qualidade da água como sendo de ouro...
Este meu desabafo prende-se com a desconsideração do município para um conjunto de residentes, uns permanentes e outros temporários, que pagam os impostos e todas as taxa requeridas sem contestação... para depois ser considerados quase como terra de ninguém...
Gostava que investigassem sobre a verdade desta situação e a tornassem pública no vosso blogue.
Atenciosamente,
cmba cmba
Comentário
A identificação das zonas balneares de 2014 via link enviado por jmalves
http://dre.pt/pdf1sdip/2014/06/12300/0354003553.pdf
Boa noite,
Acabei de ler a notícia do blogue Sapinho Gelásio publicada por Paulo Grilo,
http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2014/06/praias-de-ouro-em-pataias.html
Foi com espanto que percebi que para a Quercus a Pedra do Ouro é uma localidade balnear cuja a água tem vindo a ser classificada com água com qualidade de ouro nos últimos 5 anos.
O meu espanto não se prende com o galardão e classificação atribuída à qualidade da água... Prende sim com dois aspectos distintos:
1º - A falta da divulgação do facto da qualidade da água ser de ouro, tanto junto dos moradores como dos utilizadores / frequentadores da praia.
Estou tentada a afirmar que parece que existe algum interesse em não tornar algumas coisas públicas, em tudo contribuindo para deixar morrer a localidade Pedra do Ouro, que há muito parece ter sido esquecida pelo município.
2º - O facto da localidade ser considerada pela Quercus como localidade balnear... porque ao que parece no município esta classificação não é a mesma... Foi comunicado na Câmara Municipal de Alcobaça que a localidade Pedro do Ouro não é balnear, segundo informação fornecida pelos serviços!
Como é do conhecimento público um dos problemas da Pedra do Ouro, que parece não ter fim à vista, é o saneamento...
A não existência de uma rede de recolha de águas pluviais nem de recolha de esgotos domésticos é um cancro para desenvolvimento socioeconómico da localidade.
O facto de a localidade em termos municipais não ser considerada balnear, quando todos os anos assistimos de forma impotente À queda das arribas colocando em risco os bens patrimoniais públicos e privados da localidade, apetece-me solicitar ao município uma explicação pública sobre o facto de não ser uma localidade balnear...
Não sendo uma localidade balnear uma vez que é banhada pelo mar, está na domínio da Orla Marítima e da Capitania da Nazaré, então qual a classificação atribuída à localidade???
Deverá ser uma localidade termal? Dado que existe uma classificação da qualidade da água como sendo de ouro...
Este meu desabafo prende-se com a desconsideração do município para um conjunto de residentes, uns permanentes e outros temporários, que pagam os impostos e todas as taxa requeridas sem contestação... para depois ser considerados quase como terra de ninguém...
Gostava que investigassem sobre a verdade desta situação e a tornassem pública no vosso blogue.
Atenciosamente,
cmba cmba
Comentário
A identificação das zonas balneares de 2014 via link enviado por jmalves
http://dre.pt/pdf1sdip/2014/06/12300/0354003553.pdf
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Biblioteca de verão na praia de Paredes
A notícia na edição 1088 do Região de Cister de 26 de junho de 2014
Pataias
Biblioteca de verão arranca na Praia das Paredes
A partir da próxima terçafeira, o Espaço Cultural da União de Freguesias de Pataias e Martingança vai montar uma biblioteca de verão. Este serviço oferece acessos à internet, livros, jornais,jogos infantis e juvenis e espaços dedicados às crianças. A biblioteca vai funcionar, durante todo o mês de julho e agosto, no edifício da ETAR.
Pataias
Biblioteca de verão arranca na Praia das Paredes
A partir da próxima terçafeira, o Espaço Cultural da União de Freguesias de Pataias e Martingança vai montar uma biblioteca de verão. Este serviço oferece acessos à internet, livros, jornais,jogos infantis e juvenis e espaços dedicados às crianças. A biblioteca vai funcionar, durante todo o mês de julho e agosto, no edifício da ETAR.
terça-feira, 17 de junho de 2014
Falta areia nas praias da freguesia
A notícia na edição 1086 do Região de Cister de 12 de maio de 2014
Pataias - vereadora do PS alerta
Praias da Pedra do Ouro e Água de Madeiros sem areia
Eugénia Rodrigues, vereadora do PS na Câmara de Alcobaça, alertou o executivo municipal para a redução substancial de areia nas praias da Pedra do Ouro e de Àgua de Madeiros.
“Não sei se haverá praias neste verão, porque não há areia”, observou a socialista, referindo-se aos fenómenos naturais de arrastamento das areias das praias da região no inverno.
A vereadora do PS questionou a maioria PSD sobre a possibilidade de serem levantadas pedras naquelas praias, por forma a tentar encontrar areia, mas aquela operação não é exequível.
O presidente da Câmara de Alcobaça diz que “o mar levou a areia como nunca se viu” e que já abordou a questão com a Agência Portuguesa de Ambiente. “A reposição das areias implicam verbas brutais e uma tarefa ciclópica”, afirmou Paulo Inácio.
Segundo o autarca, a falta de areia em Água de Madeiros é “mais grave”, enquanto na Pedra do Ouro parte do areal “já foi reposto” por fenómenos naturais. Paulo Inácio declinou, ainda, a possibilidade de levantar as pedras e encontrar areia, pelo facto de, naquela praia, se encontrar a laje à mostra”.
Pataias - vereadora do PS alerta
Praias da Pedra do Ouro e Água de Madeiros sem areia
Eugénia Rodrigues, vereadora do PS na Câmara de Alcobaça, alertou o executivo municipal para a redução substancial de areia nas praias da Pedra do Ouro e de Àgua de Madeiros.
“Não sei se haverá praias neste verão, porque não há areia”, observou a socialista, referindo-se aos fenómenos naturais de arrastamento das areias das praias da região no inverno.
A vereadora do PS questionou a maioria PSD sobre a possibilidade de serem levantadas pedras naquelas praias, por forma a tentar encontrar areia, mas aquela operação não é exequível.
O presidente da Câmara de Alcobaça diz que “o mar levou a areia como nunca se viu” e que já abordou a questão com a Agência Portuguesa de Ambiente. “A reposição das areias implicam verbas brutais e uma tarefa ciclópica”, afirmou Paulo Inácio.
Segundo o autarca, a falta de areia em Água de Madeiros é “mais grave”, enquanto na Pedra do Ouro parte do areal “já foi reposto” por fenómenos naturais. Paulo Inácio declinou, ainda, a possibilidade de levantar as pedras e encontrar areia, pelo facto de, naquela praia, se encontrar a laje à mostra”.
domingo, 15 de junho de 2014
Para variar, uma boa intervenção na praia das Paredes
Durante 3 dias, quarta-quinta-sexta, uma máquina giratória, dois dumpers e uma máquina de lagartas, procederam a uma intervenção no areal da praia das Paredes. De todas as intervenções que nos útimos anos são sempre feitas no areal, esta parece ser aquela que melhor protege a praia.
Nos anos anteriores, o que tem sido feito é o regularizar a praia através do espalhar a areia existente de um lado para o outro. O que significou, sempre, destruir e rebaixar a duna junto à linha de água, transferindo a areia para o interior. Este ano, com o auxílio dos dumpers, uma máquina giratória retirou a areia das coroas que se formam na zona de espraiamento do mar, não intervindo nessa duna inicial, e transportaram essa areia para o interior, aumentando a cota da praia em mais de um metro.
A olho, vale o que vale, cerca de 4500 m3 de areia foram movimentados em apenas 3 dias, sem que isso significasse o rebaixamento da cota da praia, em qualquer um dos seus locais ou a diminuição da sua extensão. E o facto mais saliente é que depois desta intervenção, o mar voltou a repor a areia nos locais onde ela foi extraída.
Ao contrário do que aconteceu nos anos anteriores, uma intervenção com sentido, em 3 dias. Uma das últimas das intervenções, durou 3 semanas e reduziu a cota da praia em mais de um metro na sua altitude, o que contribuiu para que as consequências das intempéries do último inverno fossem o que foram.
Outro aspeto a considerar é a compatibilização da salvaguarda da praia e das infraestruturas construídas e o uso balnear. Estamos no Verão e não será possível que outras intervenções com maquinaria pesada sejam feitas quando a praia tem a afluência que possui. É preciso fazer opções.
Assim, aguarda-se com expetativa as intervenções prometidas para depois do verão, nomeadamente a proteção às dunas, a reposição dos estrados e varandas em madeira junto à marginal e uma intervenção sobre a regularização do rio nos primeiros 50 metros de areal da praia.
Duas notas finais:
É necessária a reconstrução da ponte sobre o rio, pela mobilidade, comodidade e ligação que faz ao longo de todo o areal concessionado;
É urgente restabelecer os acessos a pessoas com mobilidade condicionada à praia em toda a sua plenitude. O único acesso é uma rampa improvisada junto ao bar do Saldanha a que pessoas em cadeira de rodas só conseguem aceder depois de descerem a escadaria junto ao rio…
Nos anos anteriores, o que tem sido feito é o regularizar a praia através do espalhar a areia existente de um lado para o outro. O que significou, sempre, destruir e rebaixar a duna junto à linha de água, transferindo a areia para o interior. Este ano, com o auxílio dos dumpers, uma máquina giratória retirou a areia das coroas que se formam na zona de espraiamento do mar, não intervindo nessa duna inicial, e transportaram essa areia para o interior, aumentando a cota da praia em mais de um metro.
A olho, vale o que vale, cerca de 4500 m3 de areia foram movimentados em apenas 3 dias, sem que isso significasse o rebaixamento da cota da praia, em qualquer um dos seus locais ou a diminuição da sua extensão. E o facto mais saliente é que depois desta intervenção, o mar voltou a repor a areia nos locais onde ela foi extraída.
Ao contrário do que aconteceu nos anos anteriores, uma intervenção com sentido, em 3 dias. Uma das últimas das intervenções, durou 3 semanas e reduziu a cota da praia em mais de um metro na sua altitude, o que contribuiu para que as consequências das intempéries do último inverno fossem o que foram.
Outro aspeto a considerar é a compatibilização da salvaguarda da praia e das infraestruturas construídas e o uso balnear. Estamos no Verão e não será possível que outras intervenções com maquinaria pesada sejam feitas quando a praia tem a afluência que possui. É preciso fazer opções.
Assim, aguarda-se com expetativa as intervenções prometidas para depois do verão, nomeadamente a proteção às dunas, a reposição dos estrados e varandas em madeira junto à marginal e uma intervenção sobre a regularização do rio nos primeiros 50 metros de areal da praia.
Duas notas finais:
É necessária a reconstrução da ponte sobre o rio, pela mobilidade, comodidade e ligação que faz ao longo de todo o areal concessionado;
É urgente restabelecer os acessos a pessoas com mobilidade condicionada à praia em toda a sua plenitude. O único acesso é uma rampa improvisada junto ao bar do Saldanha a que pessoas em cadeira de rodas só conseguem aceder depois de descerem a escadaria junto ao rio…
A rampa de acesso ao areal para pessoas com mobilidade condicionada faz-se por esta escadaria.
O enchimento da praia e do cordão dunar destruído pelas tempestades de inverno.
A retirada de areia da coroa sobre a linha de água. A duna não foi desfeita, mantendo a sua cota o que oferece proteção suplementar ao areal perante uma ondulação maior.
O "enchimento" da praia e aumento da sua cota em cerca de 1ou 2 metros sem que isso significasse a movimentação de areias já existentes e disponíveis na própria praia. As areias foram retiradas da zona intertidal (entre as marés) e rapidamente repostas pelo próprio mar.
Num cálculo a "olhómetro", 4500 metros cúbicos de areia foram acrescentados à praia em 3 apenas dias.
sábado, 22 de março de 2014
ETAR das Paredes em descarga direta para a praia e para o mar
No início de fevereiro, foi detetado um segmento de cerca de 25/30 metros em que o emissário da ETAR de Paredes da Vitória se encontrava a descoberto na praia.
http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2014/02/emissario-da-etar-de-paredes-em-risco.html
No final do mês, a agitação marítima havia posto a descoberto a estrutura de lona que suportava o chamado "poço de descarga" dos efluentes da ETAR.
http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2014/03/etar-das-paredes-da-vitoria.html
Durante mês e meio nada foi feito para evitar aquiloque agora aconteceu.
O poço de descarga desapareceu e o emissário encontra-se solto, ao sabor da ondulação, a fazer a descarga dos efluentes da ETAR diretamente na praia ou no mar, na zona de rebentação.
Uma vez mais, todos os receios dos moradores e amantes da praia de Paredes da Vitória se revelaram verdadeiros. A não construção do emissário submarino inicialmente previsto, e a sua substituição por este emissário de descarga nas dunas da Mina do Azeche, nunca encontrou entre a população residente e os habituais frequentadores das Paredes da Vitória, uma argumentação suficientemente forte.
Aliás, todos os projetos feitos em Paredes da Vitória ignoraram, sempre, todas as opiniões e conselhos dados pelos seus moradores, nomeadamente quanto à dinâmica da praia, ao curso do rio, à agitação marítima, e à alteração do perfil da praia ao longo do ano.
As Águas do Oeste e a Câmara Municipal de Alcobaça, por seu lado, garantiam a segurança desta alternativa.
A época balnear começa a 1 de junho, daqui a pouco mais de dois meses.
E agora, qual é a solução?
http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2014/02/emissario-da-etar-de-paredes-em-risco.html
No final do mês, a agitação marítima havia posto a descoberto a estrutura de lona que suportava o chamado "poço de descarga" dos efluentes da ETAR.
http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2014/03/etar-das-paredes-da-vitoria.html
Durante mês e meio nada foi feito para evitar aquiloque agora aconteceu.
O poço de descarga desapareceu e o emissário encontra-se solto, ao sabor da ondulação, a fazer a descarga dos efluentes da ETAR diretamente na praia ou no mar, na zona de rebentação.
Uma vez mais, todos os receios dos moradores e amantes da praia de Paredes da Vitória se revelaram verdadeiros. A não construção do emissário submarino inicialmente previsto, e a sua substituição por este emissário de descarga nas dunas da Mina do Azeche, nunca encontrou entre a população residente e os habituais frequentadores das Paredes da Vitória, uma argumentação suficientemente forte.
Aliás, todos os projetos feitos em Paredes da Vitória ignoraram, sempre, todas as opiniões e conselhos dados pelos seus moradores, nomeadamente quanto à dinâmica da praia, ao curso do rio, à agitação marítima, e à alteração do perfil da praia ao longo do ano.
As Águas do Oeste e a Câmara Municipal de Alcobaça, por seu lado, garantiam a segurança desta alternativa.
A época balnear começa a 1 de junho, daqui a pouco mais de dois meses.
E agora, qual é a solução?
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Águas do Oeste,
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ETAR,
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Paredes da Vitória,
Praias
segunda-feira, 10 de março de 2014
Limpeza da praia da Polvoeira
Decorreu no passado sábado, dia 8 de março, uma ação de limpeza da praia da Polvoeira.
A ação, que contou com cerca de duas dezenas de participantes, teve a presença de alguns voluntários, de formandos de uma ação de formação do projeto Coastwatch e ainda de elementos da Junta de Freguesia da União de Freguesias de Pataias e Martingança.
A ação, que contou com cerca de duas dezenas de participantes, teve a presença de alguns voluntários, de formandos de uma ação de formação do projeto Coastwatch e ainda de elementos da Junta de Freguesia da União de Freguesias de Pataias e Martingança.
sexta-feira, 7 de março de 2014
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