Para sugestões, comentários, críticas e afins: sapinhogelasio@gmail.com
A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/ha-7-praias-de-ouro-em-alcobaca-e-na-nazare
Há 7 praias "de ouro” em Alcobaça e na Nazaré
Paredes da Vitória vai juntar-se às seis praias da região, que este ano vão hastear a bandeira de "Ouro". A Quercus divulgou, esta sexta-feira, a lista de praias com a qualidade de ouro.
Além da praia de Paredes da Vitória foram distinguidas Água de Madeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira, no concelho de Alcobaça, e praia da Nazaré e do Salgado, no concelho da Nazaré.
A associação ambientalista elegeu este ano 396 praias com qualidade de ouro em Portugal: são mais 14 que as da lista “dourada” de 2016 e mais 76 que as que poderão erguer Bandeira Azul em 2017. Para poder içar a Bandeira de Ouro basta que as análises oficiais da Agência Portuguesa do Ambiente revelem que a praia em questão demonstre qualidade excelente nas cinco últimas épocas balneares e que todas as análises do último ano estejam acima do percentil 95.
A notícia na edição 1188 do Região de Cister de 26 de maio de 2016
Alcobaça/Nazaré zonas balneares com qualidade da água “excelente”
Seis praias da região classificadas com “Qualidade de Ouro” pela Quercus
A qualidade das praias da região voltou a ser distinguida. Desta vez, seis praias dos concelhos de Alcobaça e de Nazaré foram classificadas com o galardão “Qualidade de Ouro em 2016”, atribuído pela Quercus, uma organização ambiental nacional.
As praias destacadas foram Água de Madeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira, no concelho de Alcobaça, e praias da Nazaré e do Salgado, no concelho da Nazaré.
Estas praias da região juntam- se, a uma lista de 382 zonas balneares do País “cujas águas apresentam melhores resultados em termos de qualidade”.
De acordo com aquela associação ambiental, para as zonas balneares serem distinguidas com “Qualidade de Ouro” têm de cumprir certos requisitos como ter a qualidade da água considerada como “excelente”, segundo padrões da Agência Portuguesa do Ambiente, em análises dos cinco últimos anos.
O objetivo da distinção passa por “realçar as praias que ao longo de vários anos apresentem sistematicamente uma água balnear de qualidade excelente”, pode ler-se num comunicado de imprensa da Quercus.
Com o verão à porta, resta ir testar a veracidade da distinção de qualidade das praias da região.
As praias de Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua voltaram a ver reconhecida a qualidade das suas águas balneares com a atribuição do galardão "Praia de Ouro" da responsabilidade da Quercus.
A lista disponível aqui.
A notícia em: http://www.quercus.pt/comunicados/2016-col-150/maio/4754-quercus-classifica-382-praias-com-qualidade-de-ouro-em-2016
Quercus classifica 382 praias com Qualidade de Ouro em 2016
bandeira logoTal como tem vindo a ser hábito em épocas anteriores, a Quercus voltou a atribuir a classificação de “Praias com Qualidade de Ouro” às zonas balneares do pais cujas águas balneares apresentam melhores resultados em termos de qualidade. Este ano, foram distinguidas 382 praias com “Qualidade de Ouro”, 338 zonas balneares costeiras, 36 interiores e 8 de transição.
À semelhança dos anos anteriores, a Quercus identifica, de acordo os critérios estabelecidos pela própria Associação, as águas balneares em Portugal classificadas como tendo “Qualidade de Ouro”, com base na informação pública oficial, disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (SNIRH - http://snirh.pt/).
Assim, a Quercus identificou, em 2016, 382 praias com “Qualidade de Ouro” em Portugal – mais 68 que no ano anterior. Deste total, 321 praias situam-se em Portugal continental, 41 na Região Autónoma dos Açores e 20 na Região Autónoma da Madeira. Este ano temos mais 57 praias costeiras, 10 interiores, e 3 de transição, a receber esta distinção.
O concelho com maior número de praias com qualidade de ouro é Albufeira (22 zonas balneares), seguido de Vila Nova de Gaia (18 zonas balneares), Almada (16 zonas balneares), Torres Vedras e Vila do Bispo (12 zonas balneares).
Em comparação com o ano 2015, perdem o galardão 2 praias fluviais e três costeiras, sendo de realçar as praias de D. Ana, em Lagos, e da Leirosa, na Figueira da Foz, uma vez que a partir deste ano, passou a ser igualmente ponderado na atribuição do galardão, a existência de eventuais atentados ambientais ou paisagísticos nas praias.
Critérios a para atribuição do galardão praia com “Qualidade de Ouro”
Para receber a classificação de praia com “Qualidade de Ouro”, a água balnear das praias tem de respeitar os seguintes critérios:
Qualidade da água EXCELENTE nas cinco últimas épocas balneares de 2011 a 2015;
TODAS as análises realizadas, sem exceção, na última época balnear (2015) deverão ter apresentado resultados melhores que os valores definidos para o percentil 95 do anexo I da Diretiva relativa às águas balneares; ou seja, para águas costeiras e de transição, todas as análises deverão apresentar valores inferiores a 100 ufc/100ml para os Enterococos intestinais e inferiores a 250ufc/100ml para Escherichia coli, e para águas interiores 200 ufc/100ml e 500 ufc/100ml, respectivamente.
Esta avaliação efetuada pela Quercus é mais limitada em comparação com os múltiplos critérios para atribuição da Bandeira Azul, ao basear-se apenas na qualidade da água das praias, sendo contudo mais exigente neste aspeto em específico, para além de incluir todas as águas balneares, não envolvendo qualquer processo de candidatura.
O objetivo da Quercus é realçar as praias que ao longo de vários anos (cinco), apresentam sistematicamente uma água balnear de qualidade excelente (tendo em conta a classificação da legislação em vigor), e que, nesse sentido, oferecem assim uma maior fiabilidade no que respeita à qualidade da sua água.
Ficam de fora desta lista, as águas balneares cuja classificação abranja menos de cinco anos e aquelas que só mais recentemente viram resolvidos os seus problemas de poluição ou onde se tenha verificado na última época balnear uma qualquer análise de qualidade inferior à estabelecida como mínimo pela Quercus.
Este ano, pela primeira vez, será hasteada oficialmente a Bandeira “Qualidade de Ouro” na praia da Formosa, na ilha de St.ª Maria, Açores, no dia 13 de Junho.
Lisboa, 19 de Maio 2016
A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
A notícia no Tinta Fresca
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=699ecf7a-eb81-4e27-bec0-1b0cecf0678e&edition=176
Três praias saíram da lista, mas entraram outras três
42 praias da região Oeste, Leiria e Santarém classificadas com Qualidade de Ouro
A Quercus classificou 42 praias da região com Qualidade de Ouro, o mesmo número que no ano anterior, embora tenha havido três entradas e três saídas. O concelho de Alcobaça perde a praia de S. Martinho do Porto e o da Lourinhã a praia Areia Sul. Por sua vez, Mafra perde Baleia, mas ganha Ribeira de Ilhas. Com sinal positivo, o concelho da Marinha Grande ganha Praia Velha e o de Peniche Medão – Supertubos.
Dia 1 de junho, 180 praias portuguesas iniciaram a sua época balnear. Outras 199 começaram o período balnear apenas a 15 de junho e, a partir de 1 de agosto, todas as 569 águas balneares em Portugal estarão em condições de ser frequentadas.
À semelhança dos anos anteriores, a Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza identificou, de acordo com critérios estabelecidos pela própria associação, as águas balneares em Portugal classificadas como tendo qualidade de ouro, com base na informação pública oficial, disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente.
No total, a Quercus identificou 314 praias com qualidade de ouro em Portugal – menos 41 que no ano anterior - sendo 26 praias interiores.Em 2015, existem 569 águas consideradas balneares em território nacional.
Tal como sucede no início de todas as épocas balneares, a Quercus voltou a atribuir a classificação de ‘Praias com Qualidade de Ouro’ às zonas balneares do país cujas águas balneares apresentem melhores resultados em termos de qualidade. Este ano, foram distinguidas 314 praias com qualidade de ouro, das quais 283 são costeiras, 26 são interiores e 5 são de transição.
Para receber a classificação de praia com qualidade de ouro, a água balnear tem de respeitar os seguintes critérios:
- Qualidade da água EXCELENTE nas cinco últimas épocas balneares de 2010 a 2014;
- TODAS as análises realizadas, sem exceção, na última época balnear (de 2014) deverão ter apresentado resultados melhores que os valores definidos para o percentil 95 do anexo I da Diretiva relativa às águas balneares; isto é, para águas costeiras e de transição, todas as análises deverão apresentar valores inferiores a 100 ufc/100 ml para os Enterococos intestinais e inferiores a 250 ufc/100 ml para a Escherichia coli, e para águas interiores, 200 ufc/100 ml e 500 ufc/100 ml, respetivamente.
Esta avaliação efetuada pela Quercus é mais limitada em comparação com os múltiplos critérios para atribuição da Bandeira Azul, ao basear-se apenas na qualidade da água das praias, apesar de ser mais exigente neste aspeto em específico, para além de incluir todas as águas balneares, não envolvendo qualquer processo de candidatura.
O objetivo da Quercus é realçar as praias que ao longo de vários anos (cinco, neste caso), apresentam sistematicamente uma água balnear de boa qualidade ou qualidade excelente (tendo em conta a classificação da legislação em vigor), e que, nesse sentido, oferecem assim uma maior fiabilidade no que respeita à qualidade da água.
Ficam de fora desta lista as águas balneares cuja classificação abranja menos de cinco anos e aquelas que só mais recentemente viram resolvidos os seus problemas de poluição ou onde se tenha verificado na última época balnear uma qualquer análise de qualidade inferior à estabelecida como mínimo pela Quercus.
Em comparação com 2014, há menos 41 praias com qualidade de ouro, num total de 314 das 569 águas balneares. Este ano, temos menos 39 praias costeiras e 2 interiores a receber esta distinção.
O concelho com maior número de praias com qualidade de ouro é Albufeira (com 21 zonas balneares), seguido de Vila Nova de Gaia (18), Vila do Bispo (12), Torres Vedras (11), Cascais e Grândola (10). Os concelhos com maior número de praias interiores com qualidade de ouro são Vinhais (3) e Macedo de Cavaleiros (2). Entre 2014 e 2015, houve 21 novas águas balneares a serem classificadas como qualidade de ouro, enquanto 62 perderam essa classificação.
Praias da Região classificadas com Qualidade Ouro
Alcobaça
Agua de Madeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira
Caldas da Rainha
-Foz do Arelho‐Lagoa e Praia do Mar
Leiria
Pedrógão Centro e Pedrógão Sul
Lourinhã
Areia Branca, Peralta, Porto Dinheiro e Valmitão
Macão
Carvoeiro (Interior)
Mafra
Foz do Lizandro‐Mar, Porto da Calada, Ribeira de Ilhas e S. Lourenço
Marinha Grande
Pedras Negras e Praia Velha
Nazaré
Nazaré e Salgado
Peniche
Baleal Campismo, Baleal Norte, Baleal Sul, Consolacão, Cova da Alfarroba, Gamboa, Medão‐Supertubos, Peniche de Cima, S. Bernardino
Pombal
Osso da Baleia
Tomar
Alverangel (Interior)
Torres Vedras
Amanhã‐Santa Cruz, Azul Centro‐Santa Cruz, Fisica‐Santa Cruz,
Formosa, Mirante‐Santa Cruz, Navio, Pisão‐Santa Cruz, Santa Helena, Santa Rita‐Norte e Santa Rita‐Sul
A notícia em:
http://regiaodecister.pt/pt/noticias/regiao-tem-quatro-praias-de-ouro
Região tem quatro praias de ouro
As praias da Nazaré, Salgado, Polvoeira e Légua foram distinguidas pela Quercus com o galardão de praias de "Qualidade de Ouro". São Martinho do Porto foi excluída da lista, tal como já tinha sucedido com a Bandeira Azul.
A associação ambientalista atribui, no início de cada época balnear, a classificação de “Praias com Qualidade de Ouro” aos destinos balneares do país cujas águas balneares apresentem os melhores resultados em termos de qualidade. Este ano foram destacadas 314 praias de todo o País.
O galardão da Quercus é atribuído de acordo com critérios estabelecidos pela própria entidade e com base na informação pública oficial, disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente.
No distrito, além das duas praias do concelho da Nazaré e as duas praias do concelho de Alcobaça, foram distinguidas ainda as praias do Osso da Baleia (Pombal), Pedrogão Sul (Leiria), Velha (Marinha Grande), Foz do Arelho, Mar (Caldas da Rainha), Baleal-Norte, Baleal-Sul, Gambôa, Peniche de Cima e São Bernardino (Peniche),
Comentário
Mais uma notícia descuidada do Região de Cister.
Por um lado, refere incorretamente as praias de qualidade de ouro no concelho de Alcobaça: são quatro e não apenas duas - Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua.
Depois, não faz referência à saída da "pérola do concelho", S. Martinho do Porto e à perda de qualidade das suas águas balneares.
Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua repetiram a designação de praias com qualidade de ouro em 2015. Esta designação atribuída pela Quercus às praias portuguesas reconhece a excelente qualidade da água nos últimos 5 anos.
Pode consultar a lista de 2015 aqui:
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLbHB3Z2RHVTIzNlE/view?usp=sharing
A notícia em:
http://expresso.sapo.pt/sociedade/2015-06-01-Ha-314-praias-com-Qualidade-de-Ouro.-Fique-a-saber-quais-sao
Há 314 praias com Qualidade de Ouro. Fique a saber quais são
A Quercus pegou nas análises oficiais às águas balneares e concluiu que há 314 praias de Ouro em 2015. São menos 41 do que no ano passado, mas mais 15 do que aquelas que exibem a Bandeira Azul na época balnear que arrancou esta segunda-feira. Veja uma a uma onde estão localizadas.
Entre esta segunda-feira e 15 de junho, a maioria das praias portuguesas abre oficialmente a época balnear. E mais uma vez a associação ambientalista Quercus pegou nas análises feitas pela Agência Portuguesa do Ambiente e concluiu que mais de metade - 314 em 569 zonas balneares oficiais - têm água de excelente qualidade. Destas, 26 são praias interiores e cinco de transição.
Porém, pela primeira vez numa década de atribuição do galardão de Ouro, a lista entrou em curva descendente, já que 41 praias perderam a "medalha". Entre estas constam sete da Costa da Caparica (CDS/Sto. António, Tarquínio-Paraíso, Nova Praia, Mata, Riviera, Saúde e Rainha); Poça, em Cascais; S. Martinho do Porto, em Alcobaça; S. Jacinto, em Aveiro; Molhe Norte e Murtinheira, na Figueira da Foz; Cova Redonda e Senhora da Rocha, em Lagoa (Algarve), ou Areeiro, Praia Nova e Formosa, no Funchal (Madeira).
Algumas destas praias tiveram obras de alimentação artificial de areia, o que poderá ter contribuído para baixar a qualidade da água. Noutros casos, descargas ilegais de esgotos em ribeiras que desaguam no areal podem ser a causa da desclassificação.
"Haverá uma conjugação de duas coisas, por um lado, um maior àvontade para poluir e, por outro, um refrear na fiscalização", aponta Francisco Ferreira, responsável da Quercus pelo projeto ‘Praias com Qualidade de Ouro’. Certo é que "algo de errado se passou e estes resultados devem ser um sinal de aviso para os municípios, para a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e para a Inspeção Geral do Ambiente", alerta o ambientalista.
A Quercus tem em conta as análises recolhidas pela APA durante a última época balnear e nos cinco anos anteriores, e define parâmteros limite para as concentrações de Enterococos intestinais e de Escherichia coli por 100 mililitros de água.
Por seu lado, a lista de excelência da APA só tem em conta as análises do último ano e por isso define que, em 2015, 84,5% das zonas balneares portuguesas são de excelente qualidade. Porém, lembra Francisco Ferreira, "também este ano a lista da APA caiu 6,5 pontos, de 91% de águas balneares excelentes, em 2014, para 84,5% este ano".
A lista da Quercus também nem sempre coincide com a da Associação Bandeira Azul, pois este galardão tem em contra outros critérios além da qualidade da água das praias, tais como as acessibilidades, a limpeza do areal, as condições oferecidas pelos apoios de praias, a vigiância ou as atividades de educação ambiental propostas pelas praias que se candidatam.
Recebido via e-mail
Boa noite,
Acabei de ler a notícia do blogue Sapinho Gelásio publicada por Paulo Grilo,
http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2014/06/praias-de-ouro-em-pataias.html
Foi com espanto que percebi que para a Quercus a Pedra do Ouro é uma localidade balnear cuja a água tem vindo a ser classificada com água com qualidade de ouro nos últimos 5 anos.
O meu espanto não se prende com o galardão e classificação atribuída à qualidade da água... Prende sim com dois aspectos distintos:
1º - A falta da divulgação do facto da qualidade da água ser de ouro, tanto junto dos moradores como dos utilizadores / frequentadores da praia.
Estou tentada a afirmar que parece que existe algum interesse em não tornar algumas coisas públicas, em tudo contribuindo para deixar morrer a localidade Pedra do Ouro, que há muito parece ter sido esquecida pelo município.
2º - O facto da localidade ser considerada pela Quercus como localidade balnear... porque ao que parece no município esta classificação não é a mesma... Foi comunicado na Câmara Municipal de Alcobaça que a localidade Pedro do Ouro não é balnear, segundo informação fornecida pelos serviços!
Como é do conhecimento público um dos problemas da Pedra do Ouro, que parece não ter fim à vista, é o saneamento...
A não existência de uma rede de recolha de águas pluviais nem de recolha de esgotos domésticos é um cancro para desenvolvimento socioeconómico da localidade.
O facto de a localidade em termos municipais não ser considerada balnear, quando todos os anos assistimos de forma impotente À queda das arribas colocando em risco os bens patrimoniais públicos e privados da localidade, apetece-me solicitar ao município uma explicação pública sobre o facto de não ser uma localidade balnear...
Não sendo uma localidade balnear uma vez que é banhada pelo mar, está na domínio da Orla Marítima e da Capitania da Nazaré, então qual a classificação atribuída à localidade???
Deverá ser uma localidade termal? Dado que existe uma classificação da qualidade da água como sendo de ouro...
Este meu desabafo prende-se com a desconsideração do município para um conjunto de residentes, uns permanentes e outros temporários, que pagam os impostos e todas as taxa requeridas sem contestação... para depois ser considerados quase como terra de ninguém...
Gostava que investigassem sobre a verdade desta situação e a tornassem pública no vosso blogue.
Atenciosamente,
cmba cmba
Comentário
A identificação das zonas balneares de 2014 via link enviado por jmalves
http://dre.pt/pdf1sdip/2014/06/12300/0354003553.pdf
As praias da Légua, Polvoeira, Pedra do Ouro e Água de Madeiros são novamente praias de "qualidade de ouro" no ano de 2014.
Este galardão, atribuído pela Quercus, avalia as praias cujas águas balneares tiveram a classificação de "excelente" nos últimos 5 anos.
Curiosamente, a praia de Paredes da Vitória, a quem foi atribuído pelo terceiro ano consecutivo o galardão da Bandeira Azul, é a única praia da freguesia que não cobsegue o galardão.
A notícia no jornal Público
http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/quercus-atribui-qualidade-ouro-a-dois-tercos-das-praias-do-pais-1638115
Quercus atribui “qualidade ouro” a dois terços das praias do país
Das 543 zonas balneares designadas no país, 355 tiveram qualidade máxima da água nos últimos cinco anos.
Se o que mais importa para si é a qualidade da água, há 355 motivos para ir à praia este Verão. Este é o número de zonas balneares com “qualidade ouro”, um galardão atribuído pela associação ambientalista Quercus desde 2003.
Para ser premiada com o “ouro”, uma praia tem de ter, durante cinco anos consecutivos, a classificação máxima na qualidade da água – que correspondia a “boa” até 2009 e é de “excelente” desde 2010. É um critério mais apertado do que o das normas sobre as águas balneares, que resultam de uma directiva europeia. Segundo a legislação, desde 2010 uma praia é classificada como “excelente”, “boa”, “aceitável” ou “má” conforme os resultados das análises à água nos últimos quatro anos.
A Quercus vai mais longe para “prestigiar as praias que de uma forma muito consistente têm tido água de qualidade excelente”, afirma Francisco Ferreira, dirigente da associação. “Isto valoriza muito a escolha das pessoas quanto às zonas balneares que querem frequentar.”
O número de praias de qualidade de ouro tem vindo a subir de ano para ano. Começaram por ser 87, em 2003, duplicaram para 169, em 2004, e, no ano passado, tinham chegado a 336. Agora, 43 novas praias ascenderam à lista e 24 deixaram de nela figurar, elevando o total a 355.
Na prática, aproximadamente duas em cada três praias designadas oficialmente como “águas balneares” em Portugal têm o galardão da Quercus.
A maioria das praias de ouro – 244 (69%) – também hasteará a Bandeira Azul este ano, outro símbolo de qualidade, mais exigente. Atribuído pela Associação Bandeira Azul da Europa, a distinção requer o cumprimento de 32 critérios, divididos em quatro categorias: informação e educação ambiental; qualidade da água; gestão ambiental e equipamentos e segurança e serviços. Este ano, 298 praias terão o direito de hastear a bandeira.
O facto de haver cada vez mais praias “ouro” mostra que a qualidade da água está longe de ser um problema, como o era há apenas duas décadas. Em 1993, pouco mais da metade (58%) das praias sujeitas a análises à água satisfazia os critérios mínimos de qualidade. Cerca de um quarto (27%) tinha água de má qualidade. O resto não chegou a ser classificado, por falta de análises suficientes ou outras razões.
Já no ano passado, 92% das praias costeiras foram classificadas como “excelentes” e 98% satisfaziam os critérios mínimos. As interiores ficam mais atrás: 85% cumpriam os mínimos e 60% eram “excelentes”.
“É um caso de sucesso no litoral, mas ainda falta ser um caso de sucesso nas praias interiores”, alerta Francisco Ferreira. As praias fluviais e de albufeiras, diz Ferreira, são uma alternativa turística potencial e por isso merecem maior atenção. “Há muitas praias costeiras, mas estão sobrelotadas. Nas do interior, ainda há um longo caminho a percorrer”, refere.
Das 97 zonas balneares interiores classificadas pela Agência Portuguesa do Ambiente em 2013, 28 vão poder ostentar o símbolo de “qualidade ouro” da Quercus – ou seja, 29%. A taxa de sucesso das praias costeiras e de transição é muito maior: 73%.
Ainda as Praias de Ouro no concelho de AlcobaçaA notícia no site da Rádio Cisterhttp://www.cister.fm/destaque/alcobaca-perde-ouro-em-tres-praiasAlcobaça perde “ouro” em três praiasO distrito de Leiria perdeu este ano 4 praias com qualidade de ouro, sendo que três delas pertencem ao concelho de Alcobaça. Para além de Légua, Polvoeira e São Martinho do Porto, também a praia de Pedrógão-Centro, no concelho de Leiria, perdeu este estatuto atribuído pela QUERQUS.Restam agora Água de Madeiros e Pedra do Ouro, como praias de Ouro, se bem que São Martinho do Porto e Paredes de Vitória têm Bandeira Azul, lembra Hermínio Rodrigues, vice-presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, adiantando que o concelho apresenta este ano, em todas as praias, uma qualidade da água “muito boa”.O distrito de Leiria tem este ano 14 praias de ouro, sendo que 9 estão em Peniche, o concelho que mais contribui: Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Praia do Ouro, Praia do Mar, Pedrogão-Sul, Pedras Negras, Salgado, Baleal-Norte, Baleal-sul, Consolação, Cova da Alfarroba, Gamboa, Medão/Supertubos, São Bernardino e Osso da Baleia.
As praias de Água de Madeiros e da Pedra do Ouro, na freguesia de Pataias, voltaram a ser distinguidas como praias de Qualidade de Ouro no ano de 2012.
Nos anos de 2010 e 2011 foram distinguidas Água de Madeiros, pedra do Ouro, Polvoeira e Légua.Para receber a classificação de praia com qualidade de ouro, uma zona balnear tem de respeitar os seguintes critérios:
- Qualidade da água boa nas três épocas balneares entre os anos de 2007 e 2009 (“boa” era, até 2019, a melhor qualidade possível de acordo com a anterior legislação europeia);
- Qualidade da água excelente nas duas últimas épocas balneares de 2010 e 2011;
- Todas as análises realizadas na última época balnear (de 2011) foram excelentes.
A informação no site da Quercushttp://www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultArticleViewOne.asp?categoryID=567&articleID=3845
Conheça as praias portuguesas com melhor qualidade da água Quercus apresenta a listagem das 290 praias com Qualidade de Ouro em 2012
No início do principal período de época balnear, que tem lugar esta sexta-feira, 1 de junho, e tal como todos os anos tem sido efetuado, a Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza faz um balanço e perspetiva da qualidade das águas balneares em Portugal, com base na informação pública oficial, disponibilizada pelo Instituto da Água através do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH).
Balanço negativo em 2012Em 2012 existem em Portugal 526 zonas balneares, mais 11 que em 2011. Com base no seu historial, incluindo as análises até ao final da época balnear de 2011, há agora seis praias com qualidade classificada como “má”, mais cinco que na época balnear passada. Quatro dessas seis zonas balneares são interiores. Note-se que, em relação à época balnear anterior, houve um decréscimo significativo de praias com qualidade excelente, passando-se de 95% para 87% no caso das praias costeiras ou de transição, e de 75% para 58% no que respeita às águas interiores. A Quercus considera que continua a existir alguma vulnerabilidade à poluição, em especial nas águas interiores, nomeadamente no que diz respeito às falhas no saneamento básico e aos problemas de gestão da bacia hidrográfica, os quais estarão na origem das análises más, sendo que em muitos dos casos continua a não ser possível identificar uma causa evidente.
Quercus identifica 290 praias com qualidade de ouro em Portugal – mais quatro que no ano anterior; 11 são praias interiores (menos uma que em 2011)
No início de todas as épocas balneares, a Quercus atribui a classificação de ‘praias com qualidade de ouro’ às zonas balneares do país cuja água apresenta os melhores resultados em termos de qualidade.
Para receber a classificação de praia com qualidade de ouro, uma zona balnear tem de respeitar os seguintes critérios:
- Qualidade da água boa nas três épocas balneares entre os anos de 2007 e 2009 (“boa” era, até 2019, a melhor qualidade possível de acordo com a anterior legislação europeia);
- Qualidade da água excelente nas duas últimas épocas balneares de 2010 e 2011;
- Todas as análises realizadas na última época balnear (de 2011) foram excelentes.
Esta avaliação efetuada pela Quercus é mais limitada em comparação com a atribuição da Bandeira Azul, ao basear-se apenas na qualidade da água das praias, apesar de ser mais exigente neste aspeto em específico. A classificação geral das praias em termos de qualidade da água é disponibilizada pelo Instituto da Água ao abrigo da legislação nacional e comunitária (dados consultáveis através do sítio snirh.pt).
O objetivo da Quercus é realçar as praias que ao longo de vários anos (cinco, neste caso), apresentam sistematicamente boa qualidade ou qualidade excelente (tendo em conta a classificação da legislação em vigor), e que, nesse sentido, oferecem uma maior fiabilidade no que respeita à qualidade da água.
Ficam de fora desta lista as zonas balneares com menos de cinco anos e aquelas que só mais recentemente viram resolvidos os seus problemas de poluição ou onde se tenha verificado na última época balnear uma qualquer análise de qualidade inferior a excelente.
Em comparação com 2011, há mais quatro praias com qualidade de ouro, num total de 290 das 526 zonas balneares.
O concelho com maior número de praias com qualidade de ouro é Albufeira (com 18 zonas balneares), seguido de Almada e Vila Nova de Gaia (15), Vila do Bispo (12), Torres Vedras (11) e Grândola (10). O concelho com maior número de praias interiores com qualidade de ouro é Pampilhosa da Serra, com duas praias.