Para sugestões, comentários, críticas e afins: sapinhogelasio@gmail.com
A notícia em: http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=953a8a1e-6cd5-45bc-ad2d-6bdcde289730&edition=207
Após recurso por ter sido chumbado em junho de 2017
Centro 2020 aprova candidatura para criar Unidade de Cuidados Paliativos em Alcobaça
A Comissão Directiva do Programa Operacional Regional do Centro aprovou na semana passada, após reclamação apresentada pelo Centro Hospitalar de Leiria (CHL), a candidatura a fundos comunitários para a criação de uma Unidade de Cuidados Paliativos, no Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira. Em declarações ao Tinta Fresca, Paulo Inácio, presidente do Município de Alcobaça, mostrou-se muito satisfeito com o anúncio e referiu que “o projecto já está concluído e CHL deve lançar o procedimento concursal para a empreitada o mais breve possível”.
Recorde-se que a decisão tomada em junho de 2017, por aquela Comissão, motivou protestos quer do CHL, quer dos autarcas da região. Segundo Paulo Inácio esta é “uma boa notícia, várias entidades trabalharam para que ela ocorresse, porque inicialmente estava a ser feita uma injustiça ao Centro Hospitalar de Leiria e ao Hospital Bernardino Lopes de Oliveira”
Segundo o edil alcobacense “será a primeira resposta de Cuidados Paliativos do distrito, que virá dar condições de tratamento e deste tipo de cuidados, o que era necessário em toda a região”, além de que sendo “em Alcobaça resulta também num acréscimo de postos de trabalho”.
A notícia em:
https://gazetacaldas.com/sociedade/seguranca-social-diz-juntas-medicas-alcobaca-sao-provisorias/
Segurança Social diz que juntas médicas em Alcobaça são provisórias
As consultas do Serviço de Verificação de Incapacidades (conhecidas como Junta Médica) que antes eram realizadas nas Caldas da Rainha passaram há um ano para Alcobaça, numa solução que a Segurança Social diz ser provisória. Aquela entidade diz que procura nas Caldas novas instalações com mais condições do que as anteriores e o município diz que está disposto a ajudar.
Desde há um ano que o Serviço de Verificação de Incapacidades (também conhecido por juntas médicas) se mudou das Caldas da Rainha para Alcobaça, onde acorrem, não só os utentes do concelho caldense, mas também os de Óbidos, Peniche e Bombarral.
A situação foi denunciada por uma leitora na edição de 1 de Setembro que, em carta dirigida ao nosso jornal, dizia que esta situação provocava dificuldades às pessoas que se tinham de deslocar a Alcobaça a partir destes concelhos, devido ao maior custo, horários desadequados dos transportes públicos e desgaste físico e psicológico de quem, já por si, padece de doença, na maioria dos casos crónica.
Contactado pela Gazeta das Caldas, o Centro Distrital de Leiria do Instituto da Segurança Social diz que está “a envidar todos os esforços no sentido de identificar um imóvel com as características adequadas à instalação do Serviço de Verificação de Incapacidades no concelho de Caldas da Rainha, pelo que a mudança do serviço para Alcobaça é provisória.”
A mesma fonte oficial daquele Instituto diz que os serviços foram encerrados nas Caldas “por motivos de salubridade e protecção da saúde pública, após parecer da Protecção Civil, Serviços Municipalizados e Saúde Pública das Caldas da Rainha” tendo sido transferidos para o Serviço Local de Atendimento de Alcobaça onde já funcionou um serviço com estas características.
Na carta publicada no nosso jornal a leitora que se queixava desta situação provisória já durar há um ano dizia que “o espaço que existia nas Caldas (mais perto, lógico e central para todos) tinha mais condições físicas, do que a situação actual em Alcobaça”, referindo que as instalações sanitárias no edifício caldense eram recentes e estavam preparadas para deficientes, o que não sucede nas instalações de Alcobaça. E alertava que este assunto interessa a todos pois ninguém está imune a doenças ou a um acidente.
Câmara diz-se disponível para ajudar
Contactada pela Gazeta das Caldas, a Câmara Municipal diz que tem realizado “todas as diligências ao seu alcance para ajudar o Instituto da Segurança Social a encontrar um novo espaço na nossa cidade para se instalar”. A mesma fonte oficial diz que já foram identificados vários imóveis que reuniam as condições exigidas para este espaço e que a própria Câmara se disponibilizou para “apoiar nas obras de adaptação do imóvel que fosse escolhido para o efeito”.
Para a passada quarta-feira, 13 de Setembro, estava prevista uma reunião entre a vereadora Maria da Conceição e responsáveis da Segurança Social para tentar resolver este assunto.
A notícia em:
http://cister.fm/cister/destaque/centro-hospitalar-de-leiria-conquista-acreditacao-integral-da-jci-pelos-cuidados-de-saude-de-qualidade/
Agência de acreditação internacional em Saúde reconhece excelência e qualidade
Centro Hospitalar de Leiria conquista acreditação integral da JCI pelos cuidados de saúde de qualidade
O Centro Hospitalar de Leiria (CHL) anunciou hoje, segunda-feira, 16 de novembro, a acreditação integral das suas três unidades pela excelência e qualidade dos cuidados de saúde prestados, reconhecida pela Joint Commission International (JCI). Após um processo de auditorias realizadas nos meses de julho e novembro, a agência de acreditação internacional em Saúde reacreditou o Hospital de Santo André (HSA), em Leiria, e acreditou pela primeira vez o Hospital Distrital de Pombal (HDP) e o Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira (HABLO).
«Se era um desafio difícil a renovação da acreditação do HSA, pelo grau de exigência da JCI e pela dimensão e complexidade do hospital, para o HDP e HABLO ninguém imaginava que pudessem fazer este percurso pouco tempo após a sua integração com Leiria», explica Helder Roque, presidente do Conselho de Administração do CHL. «Eram dois hospitais que atravessavam problemas e dificuldades complicadas, e que hoje, graças a uma gestão rigorosa e um projeto estratégico, estão acreditados e reconhecidos por uma entidade internacional de enorme prestígio».
A JCI é uma agência de acreditação internacional, a mais reputada e simultaneamente a mais exigente mundialmente, que acredita instituições de saúde, através da verificação e avaliação de procedimentos e instalações, que devem cumprir as normas internacionais em vigor nos melhores hospitais do mundo, tendo como fim último a prestação dos melhores cuidados ao doente. O processo de acreditação em qualidade foi liderado pela Comissão da Qualidade, com ganhos evidentes e de grande importância ao nível da segurança e da qualidade dos serviços prestados aos doentes.
«Esta conquista atesta a nossa capacidade de trabalho e dedicação em prol dos nossos utentes, e prova que temos unidades hospitalares com elevada qualidade, verificada e avaliada pela JCI», refere Helder Roque. «Somos inequivocamente uma referência regional e nacional pela qualidade do trabalho que efetuamos, mais eficiente, humanizado, mais seguro e que merece a confiança dos cidadãos».
Helder Roque salienta que «esta Acreditação é uma honra e orgulho para a nossa região de Leiria e para os nossos cidadãos, que também devem estar contentes e congratular-se por terem ao seu dispor um centro hospitalar tão reconhecido e prestigiado». «Garantimos a prestação dos melhores cuidados de saúde, com o desenvolvimento de uma cultura centrada nas necessidades dos nossos doentes e das suas famílias, resultado do trabalho realizado diariamente por todos os nossos profissionais, a quem expresso todo o meu agradecimento e reconhecimento», afirma.
Esta é uma acreditação global, transversal a todas as áreas do CHL, desde infraestruturas, equipamentos, ambiente, cuidados assistenciais, higiene e controlo da infeção, climatização, direitos do doente e acompanhamento de familiares, formação de todos os colaboradores, etc..
A auditoria final da JCI decorreu de 9 a 11 de novembro, com uma equipa de auditores, com larga experiência em auditar hospitais em várias partes do globo, que auditaram in loco os procedimentos adotados ao longo dos anos de preparação do processo de acreditação, passando por inúmeros serviços, avaliando os cuidados e o trabalho dos profissionais e analisando a resposta dada aos utentes.
Helder Roque reconhece que «sabemos que temos de continuar a melhorar para melhor servir quem precisa de nós, e reconhecemos humildemente que ainda persistem fragilidades, por isso temos de continuar a estar atentos às necessidades dos doentes, e prestar-lhes os melhores cuidados ao nosso dispor. É essa a nossa missão e o nosso dever». «É este o nosso compromisso com a qualidade, um processo contínuo, e que nos orienta para sermos cada vez mais e melhores naquilo que fazemos: servir e tratar quem nos procura», remata.
As áreas abrangidas pela acreditação da JCI são “Acesso e continuidade dos cuidados”, “Direitos do doente e da família”, “Avaliação do doente”, “Cuidados prestados ao doente”, “Educação do doente e da família”, “Melhoria da qualidade e segurança do doente”, “Prevenção e controlo da infeção”, “Governação, chefias e direção”, “Gestão e segurança das instalações”, “Qualificações e formação do pessoal”, “Gestão da comunicação e da informação”, “Cuidados anestésicos e cirúrgicos” e “Gestão e utilização da medicação”.
A notícia na edição 1155 do Região de Cister de 8 de outubro de 2015
Pataias - inscrições estão abertas até meados deste mês de outubro
Unidade de Saúde Familiar promove rastreios do cancro do colo do útero
As equipas médica e de enfermagem da Unidade de Saúde Familiar (USF) Pinhal do Rei, em Pataias, promovem, entre os dias 26 e 30, a semana da “Saúde Positiva”. Serão realizados rastreios do cancro do colo do útero.
A ação destina-se a todas as mulheres com idades compreendidas entre os 25 e os 59 anos que não façam citologia/papanicolau há pelo menos três anos ou que nunca tenham feito.
Apelando a que todas as mulheres que “não andem a ser seguidas no Planeamento Familiar e que se enquadrem na faixa etária indicada façam o rastreio”, a equipa médica da USF Pinhal do Rei garante ser possível detetar o cancro do colo do útero “ainda numa fase muito precoce, o que nos dá uma margem de 10/20 anos para o tratarmos”.
Na USF Pinhal do Rei existem cerca de duas mil mulheres com idades compreendida entre os 25 e os 59 anos. No entanto, a percentagem de rastreios ao cancro do colo do útero efetuados em anos anteriores não atinge os 30 por cento. O objectivo desta semana de “Saúde Positiva” é essencialmente “evitar situações de cancro do colo do útero na nossa região”.
As inscrições estão abertas até meados de outubro na secretaria da USF Pinhal do Rei, através do telefone 244 585 090.
A notícia na edição on-line do Tinta Fresca
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=d9bf1b7d-8729-408e-929f-b0f37504fe69&edition=175
Investimento proporciona melhores condições de conforto e segurança aos utentes
Hospital de Alcobaça renova todas as camas de internamento
O Centro Hospitalar de Leiria (CHL) está a proceder à substituição de todas as camas dos serviços do Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira (HABLO), dotando assim este Hospital de condições de maior segurança e conforto para os utentes. O investimento, que supera os 120 mil euros, inclui 55 camas modernas e totalmente equipadas, da melhor qualidade ao nível dos equipamentos hospitalares, com o custo unitário de 2.185 euros.
A substituição das camas teve início já este mês de maio, e está integrada na empreitada de modernização e renovação dos serviços e espaços do Hospital de Alcobaça, onde o Centro Hospitalar de Leiria está neste momento a investir.
Helder Roque, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Leiria, salienta que, «mais do que equipamentos, estamos a falar da capacidade de recebermos melhor e com mais conforto e segurança os nossos utentes, minimizando o seu sofrimento e a sua fragilidade, especialmente afetados durante a doença». «Estamos convictos que conseguiremos criar mais e melhores condições para as pessoas que a nós acorrem, e fazer do HABLO um Hospital de referência no serviço aos seus utentes», reforça.
A notícia no site da Rádio Cister
http://cister.fm/cister/destaque/curso-de-preparacao-para-o-parto-e-parentalidade-do-chl-chega-ao-hospital-de-alcobaca/
Curso de preparação para o parto e parentalidade do CHL chega ao Hospital de Alcobaça
O Hospital Bernardino Lopes de Oliveira (HABLO), unidade de Alcobaça do Centro Hospitalar de Leiria (CHL), inicia no próximo dia 25 de março o seu primeiro curso de preparação para o parto e para a parentalidade, no âmbito do projeto “Mamã, ajuda!”, que auxilia o casal na sua adaptação à nova fase das suas vidas. A formação, gratuita para os utentes, decorre às quartas-feiras, entre as 15h00 e as 17h00, na Consulta Externa do HABLO, e é dinamizada por uma equipa de enfermeiras especialistas em saúde materna e obstétrica do bloco de partos do CHL, em parceria com a equipa da Unidade de Cuidados Continuados de Alcobaça.
A notícia na edição on-line do Tinta Fresca
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=f5704617-5e97-481a-97a3-b7adf6723583&edition=171
Unidade permitirá colmatar a atual falta de resposta
Centro Hospitalar de Leiria cria em Alcobaça a 1ª unidade de cuidados paliativos da região
Hospital de Alcobaça O Centro Hospitalar de Leiria (CHL) foi recentemente autorizado pelo ministro da Saúde a criar e desenvolver uma unidade de internamento de cuidados paliativos. Esta unidade, que ainda está em fase de estudo, irá funcionar no Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira (HABLO), e permitirá colmatar uma grave falta de resposta na região ao nível dos cuidados paliativos.
Helder Roque, presidente do Conselho de Administração do CHL, destaca a grande importância desta decisão, «que responde a uma grande aposta deste centro hospitalar, que fez um trabalho exaustivo e defendeu a proposta junto da tutela alertando para a sua efetiva necessidade» e que, de futuro, «permitirá finalmente trazer resposta aos doentes com necessidade deste tipo de cuidados».
«Recorde-se que o distrito de Leiria não dispõe de qualquer cama de internamento no âmbito dos cuidados paliativos», refere Helder Roque, realçando igualmente o elevado índice de envelhecimento da região – o segundo mais alto a nível nacional, a seguir ao Alentejo – e da área de influência do CHL em particular, e o consequente aumento da prevalência de doenças crónicas».
Esta unidade de cuidados paliativos terá por missão proporcionar aos utentes com doença prolongada, incurável e progressiva, com prognóstico de vida limitada, a prestação de cuidados de saúde com a máxima qualidade, num ambiente confortável e tranquilo, e adaptado às necessidades dos doentes e suas famílias. Helder Roque explica que se pretende «conceber um espaço diferenciado, garantindo todas as comodidades aos doentes em fase avançada da doença, melhorando a sua qualidade de vida e aliviando o sofrimento, assim como prestando todo o apoio à família».
A escolha do Hospital de Alcobaça para a criação da nova unidade está integrada na estratégia de dinamização deste hospital, «que se pretende próximo das populações, e ativo no serviço que presta aos utentes», salienta Helder Roque. «Esta será também uma forma de dar vida renovada ao HABLO, que tanto tem feito pelos seus doentes, e que pode, cada vez mais, afirmar-se na prestação de cuidados de qualidade», acrescenta.
«Além de uma ótima notícia para a região, é igualmente um sinal muito significativo da confiança no trabalho realizado pelo CHL, e da qualidade dos cuidados que presta; um voto de confiança e um reconhecimento que vai agora permitir avançar com este novo projeto tão necessário e tão importante para os nossos utentes», afirma Helder Roque.
O projeto de criação da nova unidade de cuidados paliativos, a implementar no Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira, encontra-se em fase de estudo, cabendo ao CHL apresentar uma proposta funcional e de desenvolvimento à tutela para se avançar depois com a sua concretização, «o que desejamos que possa acontecer tão rápido quanto possível, sem entraves ou burocracias evitáveis, perante a evidência da sua necessidade», salienta o presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar.
Paulo Inácio: “Escolha do Hospital de Alcobaça para os cuidados paliativos é o reconhecimento da sua importância”
Por sua vez, Paulo Inácio admitiu, no dia 5 de fevereiro, no Vimeiro, que a administração do Centro Hospitalar de Leiria já o informara da intenção de otimizar os recursos do Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira (HABLO) para os cuidados paliativos.
“Achei bem que houvesse otimização de recursos e que o Hospital de Alcobaça seja integralmente otimizado. (Os cuidados paliativos) é um serviço inexistente nesta região e o facto do HABLO ser selecionado para esta unidade é para nós um reconhecimento da sua importância. Este serviço será instalado na zona de ambulatório que foi atualizada nos últimos anos", referiu.
A notícia na edição 1108 do Região de Cister de 13 de novembro
Pataias - rastreios decorrem até amanhã
Unidade de Saúde Familiar dedica semana à mulher
A Unidade de Saúde Familiar (USF) Pinhal Rei, em Pataias, apresenta até amanhã a ‘Semana da mulher’. Estão a ser realizados, desde segunda-feira, rastreios de prevenção e combate ao cancro do colo do útero. A iniciativa dirige-se a todas as mulheres com idade compreendida entre os 18 e os 59 anos.
As mulheres interessadas em fazer o rastreio devem proceder à respetiva marcação na secretaria da USF ou pelos números 244 585 090 e 244 585 093.
Hemorragia vaginal anormal, aumento do corrimento vaginal, dor pélvica e dor durante as relações sexuais são alguns dos sintomas a que deve estar atenta. Se tem alguns destes sintomas, deve consultar o seu médico.
A notícia na edição escrita nº1063 de 2 de janeiro de 2014
Pataias - objetivo para o novo ano
USF Pinhal do Rei quer mais rigor no atendimento
A Unidade de Saúde Familiar (USF) Pinhal do Rei, criada em 2010 e que juntou os Centros de Saúde de Pataias, Martingança e Alpedriz, pretende garantir um maior rigor no atendimento este ano.
“Para manter a qualidade dos serviços em 2014, temos de ser mais rigorosos no atendimento quer médico quer de enfermagem, dado que existe um número elevado de utentes por equipa de saúde”, explica a diretora da USF, Dina Sousa.
“Queremos acabar com as filas e o aglomerado de pessoas na sala de espera, diminuindo a contaminação dos não doentes e os níveis de ruído. O serviço está organizado para dar resposta adequada”, assegura a médica.
A consulta de enfermagem vai passar a ter horário próprio e marcação prévia, sendo esta uma das alterações previstas na estrutura para 2014.
Pataias - Rastreio ao cancro da mama
A informação em:
http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/a+saude+em+portugal/noticias/rastreio+alcobaca+2013.htm
LPCC permite rastreio gratuito ao cancro da mama, até 3 de janeiro de 2014, na freguesia de Pataias, concelho de Alcobaça.
A Liga Portuguesa Contra o Cancro promove, de 6 de dezembro de 2013 a 3 de janeiro de 2014, na freguesia de Pataias, rastreio gratuito do cancro da mama e lança o apelo à participação da população feminina, com idade compreendida entre os 45 e os 69 anos.
A iniciativa decorre no âmbito da 12.ª volta do Programa de Rastreio de Cancro da Mama no concelho de Alcobaça.
A unidade móvel vai permancer junto ao Centro de Saúde (Unidade de Saúde Familiar Pinhal do Rei - Pólo Pataias). O serviço gratuito de exame mamográfico digital vai estar disponível de segunda a quinta-feira das 9 às 13 horas e das 14 horas às 17h30. Às sextas-feiras o horário é das 9 às 13 horas.
As interessadas deverão contactar:
Grupo de Apoio de Portalegre: 245 330 989
Unidade Móvel de Rastreio: 915 999 890
Coordenador Adjunto do Rastreio de Cancro da Mama:
Telemóvel: 915 999 904
E-mail: nuno.marques@ligacontracancro.pt
Recebido via e-mail
Exmos. Srs.
Por se tratar de assunto de interesse social, e de relevância para a nossa região, vimos solicitar o vosso apoio na divulgação da nota de imprensa que junto enviamos em anexo.
No caso de publicação ou divulgação por vossa parte, agradecíamos que nos pudessem dar conhecimento da mesma, afim de que possa constar dos nossos registos.
Existem na Área do Oeste 12 reuniões de NA distribuídas pelas localidades de Coimbra, Figueira da Foz, Marinha Grande, Caldas da Rainha, Pataias, Alcobaça, Leiria e Torres Novas.
A Associação Portuguesa de Narcóticos Anónimos, foi constituída no dia 31 de Janeiro de 1991 sendo reconhecido o seu estatuto de pessoa colectiva de utilidade pública em 1997.
Narcóticos Anónimos é uma irmandade ou associação, sem fins lucrativos, de homens e mulheres para quem as drogas se tornaram num problema muito grave. Reunimo-nos regularmente com o intuito de nos ajudarmos mutuamente e de nos mantermos limpos. Este é um programa de abstinência completa de todo o tipo de drogas. O nosso programa é composto por princípios escritos de uma forma clara para poderem ser seguidos diariamente. Qualquer pessoa pode juntar-se a nós, independentemente da idade, raça, sexo, crença, religião ou falta desta.
Fundada em 1953, nos Estados Unidos da América, Narcóticos Anónimos (N.A.) é uma organização mundial, de carácter comunitário. Os seus membros reúnem-se regularmente em grupos de auto-ajuda, que oferecem uma rede de apoio contínua para adictos que desejam manter um estilo de vida livre de drogas.
Em Portugal, a primeira reunião de N.A. realizou-se na cidade de Lisboa em 1985. Hoje, existem cerca de 140 reuniões semanais regulares em todo o país e outros canais de ajuda ao dispor da sociedade, tais como o nosso nº verde de chamadas gratuitas 800 20 20 13 e o nosso sítio da Internet em www.na-pt.org, com toda a informação sobre Narcóticos Anónimos, nomeadamente locais e horários onde se realizam as nossas reuniões.
A mensagem que pretendemos passar é a de que somos mais um recurso na comunidade para quem quer viver a vida sem drogas e que qualquer interessado pode juntar-se a nós facilmente e de forma gratuita. A nossa experiência tem-nos mostrado que aqueles que assistem regularmente às nossas reuniões mantêm-se limpos.
Agradecendo desde já a vossa possível colaboração, estamos inteiramente disponíveis para qualquer esclarecimento adicional.
É oficial.
Saiu hoje em Diário da República o Decreto-Lei que integra no Centro Hospital Leiria-Pombal, o Hospital Bernardino Lopes Oliveira de Alcobaça.
Os cuidados de saúde hospitalares dirigidos às populações de Pataias passarão a ser realizados nos hospitais de Leiria e Coimbra.
O Decreto-Lei nº116/2013 de 9 de agosto em: http://dre.pt/pdf1sdip/2013/08/15300/0479804798.pdf
A notícia no site da Rádio Cister
http://www.cister.fm/destaque/aprovada-passagem-hospital-de-alcobaca-para-centro-hospitalar-de-leiria-pombal
Aprovada passagem do hospital de Alcobaça para o Centro Hospitalar de Leiria Pombal
O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira a transferência do Hospital de Alcobaça para o Centro Hospitalar de Leiria Pombal, ficando apenas três freguesias do concelho ligadas ao centro Hospitalar do Oeste, avança a agência Lusa.
O hospital Bernardino Lopes de Oliveira, em Alcobaça, que até aqui integrava o Centro Hospitalar do Oeste (CHO) passará a ter os seus doentes referenciados ao Centro Hospitalar de Leiria Pombal, E.P.E., (CHLP) no que respeita à “prestação de cuidados de saúde à população do concelho de Nazaré e à população do concelho de Alcobaça, com excepção das populações das freguesias de Alfeizerão, Benedita e S. Martinho do Porto”, refere um comunicado do Conselho de Ministros.
A medida vem ao encontro das pretensões da autarquia e da Comissão de Utentes que no último ano reivindicaram que “os doentes dos concelhos de Alcobaça e Nazaré passassem, por uma questão de proximidade, a referenciar ao hospital de Leiria”, recordou à Lusa o presidente da câmara de Alcobaça, Paulo Inácio.
A unidade passará ainda a integrar a rede de referenciação de cuidados hospitalares da Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC).
A manutenção do hospital de Alcobaça e a referenciação dos doentes daquela unidade para o hospital de Leiria foi reclamada pela população numa petição com 9354 assinaturas.
A notícia no site da Rádio Cister
http://www.cister.fm/destaque/alcobaca-quer-integrar-rede-nacional-de-tratamentos-continuados
Alcobaça quer integrar Rede Nacional de Tratamentos Continuados
A integração da Rede Nacional de Tratamentos Continuados é o próximo grande objetivo da Câmara de Alcobaça na área da assistência social a quem mais precisa.
A Câmara aprovou, recentemente, a atribuição de subsídios no valor de 150 mil euros para a Santa Casa da Misericórdia de Alfeizerão e para o Centro Cénico da Cela, como apoio aos lares que ambas as instituições construíram.
Tratam-se dos últimos apoios da autarquia para lares residenciais nas IPSS no concelho de Alcobaça. “Foi um grande esforço, mas temos resposta para a próxima década. Não haverá, por isso, mais apoios”, disse Paulo Inácio, anunciando que o próximo apoio da Câmara será dirigido ao CEERIA, que está a construir residências e um lar para o apoio a pessoas portadoras de deficiência.
De acordo com o presidente da Autarquia, “o único défice existente é o dos tratamentos continuados”.
“Queremos fazer parte da rede nacional de tratamentos continuados. Precisamos de resposta para pessoas com doenças crónicas e seus familiares, e estamos determinados em reivindicar e associarmo-nos com as IPSS para isso”, esclareceu.
A rede de apoio ao domicílio é, também, a aposta da autarquia, e tem como objetivo proporcionar que os utentes possam ficar durante mais tempo junto dos seus familiares e perto dos seus lares.
“Algumas IPSS já fazem o apoio domiciliário, e ao nível da autarquia constituímos, no serviço Alcobaça Amiga, uma equipa de apoio domiciliário para pequenos arranjos domésticos, disponibilizamos uma viatura para tratamentos médicos, através do Centro de Saúde e estamos presentes no fornecimento de 300 refeições diárias a pessoas com grandes dificuldades financeiras, através de acordo com a Segurança Social”, disse Paulo Inácio, explicando que a política da autarquia, na ação social, será a de direccionar todo o nosso esfoço para apoiar as pessoas.
A notícia aqui:
http://www.rcmpharma.com/actualidade/politica-de-saude/13-11-12/equipamentos-para-exames-de-diagnostico-no-oeste-com-um-ano-cEquipamentos para exames de diagnóstico no Oeste com um ano continuam sem funcionar
Três equipamentos que permitem fazer exames de diagnóstico adquiridos há um ano para os hospitais de Alcobaça, Caldas da Rainha e Peniche continuam sem funcionar, disse esta segunda-feira à agência Lusa fonte hospitalar.
A fonte afirmou que, um ano após a sua aquisição, um aparelho de TAC (Tomografia Axial Computorizada), um mamógrafo e um equipamento de RX “estão sem funcionar” nos três hospitais, que integram o antigo Centro Hospitalar Oeste Norte (CHON) e o actual Centro Hospitalar do Oeste.
O ainda presidente do conselho de administração do CHON, Carlos Sá, justificou que os equipamentos não foram instalados porque o Hospital de Caldas da Rainha vai fazer melhoramentos no serviço de imagiologia.
“No final de Fevereiro, quando íamos lançar concurso para as obras, saiu um despacho do secretário de Estado a obrigar que qualquer obra superior a 100 mil euros teria de ter autorização da tutela, mas só obtivemos essa autorização no passado dia 24 de Outubro”, justificou.
O responsável adiantou que a instituição abriu esta segunda-feira concurso para a referida intervenção, orçada em 230 mil euros.
Há um ano, o CHON anunciou a aquisição de um aparelho de TAC, um ecógrafo, um mamógrafo, um RX e um sistema de arquivo e partilha de imagens.
O investimento de 934 mil euros, com comparticipação comunitária, iria permitir aos hospitais poupar 900 mil euros habitualmente gastos com a realização de exames de diagnóstico em entidades exteriores à instituição.
A mesma fonte criticou a administração porque poderia “gastar menos” sem adiar as obras de maior investimento e “poderia já ter instalado o mamógrafo, porque bastava retirar o que lá está e substitui-lo”, sem necessidade de fazer obras.
Carlos Sá afirmou que a solução escolhida “é a menos onerosa”.
“O RX foi entregue em Fevereiro e encontra-se nas Caldas da Rainha encaixotado, à espera de autorização para ser instalado”, disse a mesma fonte, enquanto os restantes ainda não foram entregues pelos fornecedores.
O RX foi adquirido para Alcobaça, cuja urgência básica deverá encerrar e é transformada em Serviço de Atendimento Permanente, passando para o centro de saúde, segundo uma proposta da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.
“Espero que a não instalação do RX não sirva para justificar o encerramento, ao despojar uma unidade em detrimento de outra, porque o equipamento não é necessário em nenhum outro hospital porque foi feito à medida para Alcobaça”, alertou a fonte hospitalar, em críticas que Carlos Sá recusou, adiantando que o RX pode ser instalado “em qualquer unidade”.
A notícia na Rádio Cister
http://www.cister.fm/informacao/sociedade-ambiente/reabertura-da-extensao-de-saude-da-martinganca-discutida-segunda-feira
Reabertura da Extensão de Saúde da Martingança discutida segunda-feira
A Câmara Municipal de Alcobaça e a Junta de Freguesia da Martingança vão reunir na próxima segunda-feira com a diretora do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Oeste Norte.
Em cima da mesa vai estar a reabertura da Extensão de Saúde da Martingança, encerrada à um ano por falta de funcionários e de equipamento, lembra Fernando Escudeiro, presidente da Junta.
O autarca diz que todo este caso criou um problema desnecessário para a população da Martingança, que chegou a participar em massa numa Assembleia de Freguesia para reclamar a reabertura da extensão de saúde.
O encontro com Teresa Luciano estava inicialmente previsto acontecer na sexta-feira, mas a reunião entre o ACES Oeste Norte, autarquia de Alcobaça e Junta da Martingança foi adiada para 22 de Outubro (segunda-feira), às 10h00.
Em causa está a reabertura do posto médico, encerrado há um ano.
E na Rádio Dom Fuas
http://www.domfuasfm.com/4623,detalhe/alcobaca-martinganca-entidades-discutem-extensao-de-saude
A Câmara Municipal de Alcobaça e a Junta de Freguesia da Martingança reúnem-se hoje com a diretora do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Oeste Norte.
Em cima da mesa vai estar a reabertura da Extensão de Saúde da Martingança, encerrada há um ano por falta de funcionários e de equipamento. A população da localidade chegou a participar em massa numa Assembleia de Freguesia para reclamar a reabertura da extensão de saúde.
A notícia (oficial) há muito esperadahttp://www.tvi24.iol.pt/sociedade/hospital-alcobaca-centro-hospitalar-leiria-pombal-saude-tvi24/1346764-4071.html
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=551782&tm=8&layout=122&visual=61
Hospital de Alcobaça junta-se a Leiria
Hospital de Alcobaça será integrado no Centro Hospitalar Leiria-Pombal
O ministro da Saúde, Paulo Macedo, anunciou esta terça-feira que o hospital de Alcobaça será integrado no Centro Hospitalar Leiria-Pombal (CHL-P), alegando critérios de proximidade, disponibilidade e capacidade de serviço.
A passagem do Hospital Bernardino Lopes de Oliveira, em Alcobaça, do Centro Hospitalar Oeste Norte (CHON) para o centro Hospitalar Leiria-Pombal tem sido reclamada quer pela autarquia local, quer por uma recém-formada Comissão de Utentes de Saúde dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré.
A decisão anunciada pelo ministro representa que pelo menos 45 mil pessoas passarão a ser referenciadas pelo CHL-P, menos as freguesias de São Martinho do Porto, Alfeizerão e Benedita, mais próximas do concelho de Caldas da Rainha.
O processo terá agora que passar primeiro pela «fusão dos atuais centros hospitalares de Torres Vedras e de Caldas [da Rainha] e depois objeto de uma cisão», sendo que «o hospital de Alcobaça não existe autonomamente e é preciso criar essa entidade jurídica autónoma».
Sobre a questão das valências que se irão manter em funcionamento e em que moldes em Alcobaça, Paulo Macedo remeteu essa discussão para a administração do CHL-P, acrescenta a Lusa.
A notícia na Rádio Cisterhttp://www.cister.fm/destaque/hospital-de-alcobaca-passa-para-leiriaHospital de Alcobaça passa para LeiriaO Ministério da Saúde confirmou esta semana que o Hospital de Alcobaça irá passar para Leiria, à exceção das freguesias de Alfeizerão, Benedita e São Martinho do Porto. Segundo a reforma administrativa em curso, apenas o hospital das Caldas manterá a urgência médico-cirúrgica, uma vez que a ideia é criar um Centro Hospitalar do Oeste integrando os hospitais do Barro e de Torres VedrasA notícia no jornal on-line Tinta Frescahttp://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=3b41dfb5-cc5c-4b4f-a6ac-04a9b1b85db5&edition=138Paulo Inácio reuniu com administração do Centro Hospitalar Leiria-Pombal
Integração de Alcobaça no Centro Hospitalar Leiria-Pombal decidida nos próximos dias O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça almoçou no dia 3 de abril com o conselho de administração do Centro Hospitalar Leiria-Pombal (CHLP), no âmbito do trabalho que a autarquia tem vindo a efetuar no sentido do Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira voltar a fazer parte da área de influência do Hospital de Leiria. Segundo Paulo Inácio, o secretário de Estado da Saúde já confirmou esta pretensão, estando por dias o anúncio formal da mesma. Hélder Roque, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar Leiria-Pombal só comenta o retorno de Alcobaça a Leiria após a comunicação oficial do Ministério da Saúde.Segundo Paulo Inácio, o encontro foi “um almoço de trabalho no âmbito do processo com vista à integração de Alcobaça no Hospital de Leiria”. O autarca lembrou a intervenção do secretário de Estado da Saúde no programa “Prós e Contras” da RTP1, onde “confirmou publicamente aquilo que, há muito, nós desejamos e deliberamos em sede de reunião de Câmara”, ou seja “a integração do Hospital de Alcobaça no Centro Hospitalar de Leiria”.O autarca confirmou que existe “um bom relacionamento institucional entre as duas entidades” e que “o Hospital de Leiria aguarda formalmente as decisões” para tomar uma posição. Paulo Inácio afirmou que “sempre foi dito que o Ministério da Saúde tem dado sinais nesse sentido, ainda ontem o secretário de Estado reafirmou o que já nos disse inúmeras vezes de que o futuro do Hospital de Alcobaça passará pela associação ao Hospital de Leiria”, acrescentando que “é um processo que se está a desenrolar normalmente e tenho até algumas informações de que em poucos dias haverá uma confirmação do ponto de vista formal.”Por sua vez, Hélder Roque referiu que “temos que aguardar que a tutela indique oficialmente essa decisão e a partir daí responderemos a qualquer questão”. No entanto, questionado sobre se o CHLP está preparado para receber as populações de Alcobaça e Nazaré, Hélder Roque afirmou que “Alcobaça e Nazaré já pertenceram, já integraram a área de influência do Hospital de Leiria, e nos últimos anos o hospital cresceu, aumentou o seu grau de complexidade, aumentou os serviços prestados à população. Por isso, acho que respondo à sua questão”, concluiu.