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sexta-feira, 1 de abril de 2016

Noite da fados na Ferraria

A notícia no Região de Cister nº 1180 de 31 de março de 2016

Ferraria
Noite de fados angaria fundos para Sagrado Coração de Jesus

A comissão de festas em honra do Sagrado Coração de Jesus 2016 promove uma noite de fados humorísticos com o alcobacense Emanuel Moura, na sede da Associação Desportiva da Ferraria (ADF), no próximo sábado, a partir das 20 horas.
No decorrer do evento serão servidos moelas, paté, azeitonas, pão, caldo verde, fritada com batata cozida, bebidas e sobremesas. Estarão ainda à venda outros petiscos, caipirinhas, licores e bolos diversos.
Os bilhetes podem ser comprados no bar da ADF ou junto de qualquer membro da comissão de festas.
O preço de acesso ao espetáculo é de 10 euros (adultos), 17,50 euros (casal) e sete euros (crianças com mais de 7 anos).

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Workshop de música nas festas do Sagrado Coração de Jesus

A Filarmónica de Pataias vai realizar um workshop de iniciação à música durante os Festejos do Sagrado Coração de Jesus em Pataias.
A iniciativa vai decorrer no arraial das festas, no sábado dia 13, entre as 17h e as 18h30.
A participação é gratuita.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Festival de Sopas


A notícia na edição 1024 do Região de Cister de 5 de abril de 2013

Numa organização da comissão de festas do sagrado coração de jesus
Primeira edição do Festival de Sopas promete atrair centenas de visitantes


O primeiro Festival de Sopas organizado pela comissão de festas do Sagrado Coração de Jesus (nascidos no ano 1978) vai decorrer no dia 27 de abril, com o objetivo de angariar fundos para fazer face às despesas iniciais da organização dos festejos. O evento decorrerá no salão paroquial de Pataias, a partir das 19:30 horas.
Varios restaurantes de Pataias e localidades limítrofes já confirmaram a intenção de participar, oferecendo uma sopa, que será votada pela população que aderir ao evento. Confirmados já se encontram o Paladar, Doce Tentação, Mar D’Ouro, Sem Stress, Duque, Culto do Arroz, Brisa do Mar, Brás, Sabores da Vila, Fernando dos Leitões, Anésia e Rui, Alberto, Estrelícia e Quinta da Boubã. A entrada terá um custo de 5 euros, com direito a uma bebida, pão e prova de sopas à discrição.
A comissão de festas do Sagrado Coração de Jesus tem promovido iniciativas com o objetivo de angariar fundos, nomeadamente venda de bolo e pães com chouriço porta-a-porta e participação em vários eventos sociais com bar de caipirinhas (Carnaval, Dia da Mulher, teatro nos Bombeiros, entre outros).

terça-feira, 10 de julho de 2012

Pataias - Festa do Sagrado Coração de Jesus

A notícia e a fotografia em: http://vila-de-pataias.webnode.pt/products/cos-centro-de-bem-estar-social-prepara-certifica%C3%A7%C3%A3o/

Pataias - Festa do Sagrado Coração de Jesus

Ruas atapetadas de verdura, onde o cheiro característico do louro pairava no ar, assim decorreu a Procissão habitual após a missa realizada na Igreja Paroquial. As imagens dos Santos saíram à rua, quase todas transportadas por mulheres, num silêncio de reflexão, interrompido de vez em quando pelo estalar dos foguetes e dos instrumentos da Banda Filarmónica. No átrio da Igreja os andores, com as oferendas das gentes dos diversos lugares.

A organização esteve a cargo dos jovens nascidos em 1977, parabéns.
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Nota: Estranha-se que a GNR nas últímas festas com procissão e mesmo com o Círio da Nª Srª da Vitória, não desvie o transito pela rua paralela à estrada principal, desde a entrada da rua que vai para o mercado até à antiga farmácia, decerto teria a vida facilitada como era hábito, evitando a demora e algumas reclamações no trânsito, mas eles devem ter tomado a melhor opção em seu entender.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A Filarmónica e as festas religiosas em Pataias

Por aquilo que tenho ouvido, também este ano, a Filarmónica de Pataias não tocará, outra vez, nas festas do Sagrado Coração de Jesus. O orçamento foi dado e, aparentemente, não consegue concorrer com um outro mais baixo. As leis do mercado, dirão.
Segundo me contaram também, na comissão de festas, apenas um elemento é favorável à entrega das mesmas à Filarmónica. Todos os outros, preferem o grupo de orçamento mais baixo. As leis da democracia, dirão.
Não deixo de ter curiosidade para saber qual será o resultado das festas de Nossa Senhora da Vitória, e se a Filarmónica de Pataias irá, ou não, tocar nas mesmas. A escolha, legítima, será da respetiva comissão de festas, dirão.
A minha opinião acerca desta matéria e a respetiva decisão também está tomada. Já muito escrevi aqui neste blogue e disse o que pensava sobre o assunto. E reafirmo: as festas não terão o meu apoio nem a minha simpatia, se a Filarmónica de Pataias não participar nos festejos.

No último fim-de-semana decorreu a Assembleia Geral da Sociedade Filarmónica Recreativa Pataiense onde se procedeu, para além da eleição de uma nova direção para o biénio 2012-2013, à apresentação de contas e relatório de atividades.
Para além de uma situação financeira estável, foram os poucos sócios presentes informados dos 96 alunos que frequentam a escola de música e dos quase 3000 euros de “prejuízo” que esta representa nas contas da coletividade, mesmo depois dos subsídios da Junta de Freguesia à Escola de Música e das mensalidades pagas pelos alunos. Alguns dirão que, face às leis do mercado e da economia, não se percebe porque insiste a Filarmónica em manter uma atividade não rentável.
Foram ainda os sócios informados que a banda da Filarmónica contabilizou 19 atuações no ano de 2011, e dessas, apenas 5 foram objeto de pagamento do respetivo serviço. O que deixa 14 atuações à borla, algumas delas oferecidas à população de Pataias ou às respetivas coletividades. Assim, de repente, lembro-me da sua participação no lançamento da 1ª pedra do futuro lar de Pataias, numa ida à Escola C+S de Pataias, num concerto de Verão na praia das Paredes, no concerto de Natal na Igreja Paroquial de Pataias, na Creche e Jardim de Infância do Centro Paroquial de Pataias e nas festas da Nossa Senhora da Esperança, patrocinadas pela Igreja Paroquial de Pataias (a mesma que recebe os lucros das festas do Sagrado Coração de Jesus e de Nossa Senhora da Vitória).
De todas as coletividades da freguesia, parece-me ainda que é aquela que tem demonstrado um espírito mais solidário e cooperativo, e que tem sempre mostrado total disponibilidade para participar em tudo o que visa engrandecer Pataias.

O que me leva a outra questão: A Igreja Paroquial de Pataias. A mesma Igreja Paroquial de Pataias, a quem a Filarmónica de Pataias tem respondido afirmativamente a todas as solicitações, como por exemplo a participação gratuita nas festas de Nossa Senhora da Esperança.
É inegável a obra, quer material, mas sobretudo social, que a paróquia de Pataias tem realizado e o apoio prestado a uma população cada vez mais carente. Sabemos que os valores morais e éticos, que a educação para uma sociedade mais justa, mais digna, mais cooperativa, mais solidária, para a construção de um indivíduo, e por consequência, de uma sociedade, mais humana e menos materialista são um dos objetivos da religião católica.
E por isso não deixo de me interrogar sobre o papel daqueles que estão à frente dos destinos da paróquia de Pataias. O seu papel no meio de tudo isto parece-me o de Pilatos, que lavou tranquilamente as mãos. Ou seja, as festas têm uma comissão autónoma e é da responsabilidade e direito dessa comissão contratar quem muito bem entender. Se a Filarmónica até faz uns concertos na igreja e umas procissões à borla, não temos nada a ver com isso – é uma decisão da responsabilidade da Filarmónica. A nós, representantes da igreja paroquial, apenas nos cabe receber os lucros das festas.
Pouco humano, pouco solidário, muito materialista, dirão alguns.
E os lucros quanto maiores, melhor – dirão outros.

Como pataieiro, fico profundamente desapontado se eventualmente a Filarmónica não participar nas procissões do Sagrado Coração de Jesus e nos festejos de Nossa Senhora da Vitória.
Como pai de um dos músicos da banda, sei que o meu filho ficará triste por não poder tocar na sua terra, ser visto pelos seus amigos e conhecidos. Lamentará ter de andar a tocar por outros sítios, para que ele e os outros jovens músicos de Pataias sejam acarinhados, reconhecidos, incentivados, pois na sua terra não os deixam ser.
Como sócio da Filarmónica, a vontade é exigir à direção que deixe de fazer certos e determinados serviços, ou então, que passe a cobrá-los. Como alguém diria, sem dinheiro não há palhaço.

Mas compreendo aqueles que dizem, quando discutidos estes assuntos, que a Filarmónica deverá continuar disponível para todas as solicitações. A Filarmónica de Pataias existe para promover a cultura e a música, para servir os pataienses e Pataias e não para servir-se deles. E eu tenho de concordar.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Festas do Sagrado Coração sem a Filarmónica de Pataias

Este ano, ao que parece, as festas do Sagrado Coração de Jesus não terão a participação da Filarmónica de Pataias.
É certo que não há nenhuma obrigação legal da contratação da mesma, nem ninguém será excomungado pela sua ausência.
Mas, a Filarmónica de Pataias, para além de participar activamente na educação e formação de aproximadamente uma centena de jovens pataienses, tem mostrado uma disponibilidade absoluta para as solicitações que lhe são feitas pelas diversas instituições da freguesia.
Recordo, num ápice, desde Outubro passado, as celebrações do Centenário da República, um concerto na Escola C+S de Pataias ou o lançamento da 1ª Pedra do futuro lar de Pataias. Já para não mencionar um concerto de Natal na Igreja Paroquial de Pataias ou a participação nas festas de Nossa Senhora da Esperança. Tudo serviços assegurados de forma voluntariosa pela Filarmónica e pelos seus jovens músicos.
E a verdade é que festas como o Sagrado e, principalmente, a Senhora da Vitória, mais do que festas religiosas, são festas de toda a vila, quer por aquilo que representam, quer pela forma como são organizadas. E sendo festas da vila eu, pessoalmente, não as imagino nem me identifico com elas, sem a Filarmónica.
Numa altura em que se pede a colaboração da população para ajudar as mais diversas colectividades, parece-me pouco correcto a não contratação da Filarmónica para assegurar as festas. Principalmente porque nem sequer foi pedido orçamento.
Não concordo em dar dinheiro a outros que fazem da sua actividade um puro negócio, quando podemos ajudar uma colectividade, e os jovens, da terra.
Olhando para tudo isto, só posso considerar que apenas serão questões de retorno financeiro que estarão na base da decisão. Certamente não haverá neste assunto (de não contratar nem pedir orçamento à Filarmónica), nem divergências ideológicas nem sequer interesses pessoais envolvidos. Serão apenas opções legítimas que se tomam, nestes tempos de crise financeira e dificuldades económicas.
Mas as festas não terão o mesmo encanto. E a Filarmónica, e os seus jovens músicos, por aquilo que têm feito e por aquilo que representam, não mereciam este tratamento.
Qualquer dia ouviremos dizer que a Filarmónica não tem instrumentos, que fechou as portas, ou pior, que recusou tocar numa iniciativa qualquer de uma qualquer instituição de Pataias. E todos julgarão e condenarão a Filarmónica pela sua opção legítima de não fazer alguns serviços. Porque ensinar música custa (muito) dinheiro, angariado em parte significativa, nos serviços que faz.
E tal como outros, eu também tomo opções legítimas. E a deste ano, sem a Filarmónica, é de não contribuir para as festas do Sagrado.