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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Microalgas de Pataias despertam interesse das arábias

A notícia na Gazeta das Caldas
http://www.gazetacaldas.com/44384/producao-de-microalgas-de-pataias-interessa-a-arabia-saudita/

Produção de microalgas de Pataias interessa à Arábia Saudita

O ministro das Pescas do Reino da Arábia Saudita, Jaber Al Sheri, esteve no concelho de Alcobaça acompanhado do secretário de Estado das Pescas, Manuel Pinto de Abreu, para conhecer a tecnologia de produção de microalgas desenvolvida na Algafarm do parque empresarial da Secil, em Pataias.
A visita resultou do interesse daquele país em importar a tecnologia da Algafarm, “que é única”, destacou Hermínio Rodrigues, vice-presidente da Câmara de Alcobaça.
A Algafarm, que labora desde 2007, aproveita o dióxido de carbono produzido pela fábrica de cimentos da Cibra como alimento para as microalgas, que consomem o carbono e libertam oxigénio através do processo de fotossíntese. A empresa, que é a única a trabalhar neste sector na Península Ibérica, estuda a produção de biocombustíveis a partir de microalgas e estima atingir no próximo ano um volume de vendas na ordem dos 6 milhões de euros. Para além dos combustíveis, as algas são aplicáveis nos ramos da alimentação, estética, cosmética e saúde.
A Algafarm já venceu, em 2009, o Prémio Nacional de Inovação Ambiental e foi segunda no European Environmental Press Award, em Paris.
Paulo Inácio, presidente da Câmara de Alcobaça, destacou ainda que a presença de Jabel Al Sheri representou também “uma oportunidade para falarmos de projectos nossos, para ver se entusiasmamos investidores internacionais”.
A visita do ministro saudita realizou-se no âmbito da Biomarine Business Convention, que decorreu na semana passada em Cascais.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Secil Pataias (Cibra) - Declarações ambientais 2006/2012

Depois do que se passou ("alguns" dias em aparente escape livre) e a pedido de algumas "famílias":

Declaração de impacto ambiental da exploração das pedreiras de Alva de Pataias e Olhos de Água (2006)
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLQnVTSjF6cnhUUDA/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2006
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLWlhya2x5dXI0YVk/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2007
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLRkhQSE9nbkpLaGc/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2008
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLUUl4MjNhVkFKTjg/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2009
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLd296TXZIeHJ3MlE/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2010
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLTWFDRnF5a2tUeDg/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2011
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLRDd0dHFFVGl6VTA/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2012
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLLWZacHI0bTdXUzg/edit?usp=sharing

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Pataias - Secil avança com despedimentos


A notícia na edição on-line do Jornal de Notícias
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2845486&page=-1

Secil avança com despedimento coletivo de 56 trabalhadores

A Secil vai avançar com um processo de despedimento coletivo, que abrange um total de 56 trabalhadores, decorrente da "inquestionável necessidade de redução da dimensão da estrutura e dos custos".
Questionada pela Lusa, a empresa de cimentos, detida maioritariamente pelo grupo Semapa, confirmou ter apresentado esta quarta-feira aos trabalhadores um plano de redução de pessoal que envolve as fábricas do Outão, em Setúbal, de Maceira, em Leiria, e de Pataias, em Alcobaça, que abrange um total de 56 trabalhadores.
"O despedimento coletivo, mecanismo legal que foi adotado, garante o melhor enquadramento dos trabalhadores na situação de desemprego e assegura integralmente o cumprimento dos seus direitos", adiantou à Lusa fonte oficial da cimenteira, que emprega cerca de 700 pessoas.
De acordo com a mesma fonte, "o objetivo comum é a viabilidade a longo prazo da Secil, honrando a sua história e preservando o papel importante que tem para a economia do País, num período de incomparável dificuldade e incerteza, bem como para todos que trabalham ou trabalharam [na Secil] ao longo de mais de oito décadas".
A empresa do grupo liderado por Pedro Queiroz Pereira explicou à Lusa que "o processo de ajustamento económico em curso em Portugal e na Europa tem tido enorme impacto no setor da construção civil e obras públicas, do qual a Secil e as suas empresas associadas dependem quase integralmente, não existindo perspetivas de recuperação do mercado".
"O consumo nacional de cimento deverá atingir apenas 3,5 milhões de toneladas em 2012, menos de um terço do volume de 11,5 milhões de toneladas atingidos em 2002", acrescentou, realçando que "na atual conjuntura, espera-se ainda maior contração do mercado nos próximos anos".
O recurso ao despedimento coletivo vem no seguimento de um conjunto de ações de adaptação e redimensionamento, visando adequar a empresa à atual conjuntura económica, tanto nas áreas fabris como nas funções técnicas e administrativas, iniciado em 2011.
Há uma semana, a Cimpor também avançou com um processo de reestruturação que passa pela redução de 60 trabalhadores, através de 40 pré-reformas e 20 rescisões por mútuo acordo, com o objetivo de ajustar a estrutura da cimenteira à realidade do país.
O presidente do conselho de administração da Cimpor, Daniel Proença de Carvalho, confirmou então à Lusa que a empresa está a desenvolver um processo de reestruturação, que tem em conta "a redução do volume de negócios, que se tem vindo a registar nos últimos anos, de forma consistente, ao nível do mercado interno" e sem que estejam previstas melhorias nos próximos anos.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Co-inicineração: garantias da Secil desvalorizadas

A notícia está na edição escrita nº959 do Região de Cister de 5 de Janeiro de 2012

Fábrica de Pataias afirma que exclui queima de resíduos perigosos
Advogado do grupo contra co-incineração desvaloriza garantias prestadas pela Secil


Depois de a Secil ter assegurado que não fará co-incineração de matérias perigosas na fábrica de Pataias, Castanheira Barros, o advogado do grupo que inclui várias câmaras e associações contra a co-incineração, veio a terreiro desvalorizar as garantias da empresa.
“Ao fim de 10 anos que já levo de luta contra a coincineração, o que os representantes da Secil afirmam entra-me por um ouvido e sai pelo outro”, refere o causídico, para quem “só os ingénuos é que acreditam que uma empresa produtora de cimento prescindirá de um negócio chorudo de muitos milhões de euros por ano em que ganha duplamente: pelo que poupa em carvão ou petcock e ainda pelo que recebe de quem produz os resíduos perigosos a queimar e que funcionam como combustível alternativo”.
A fábrica situada na freguesia de Pataias tem uma Comissão de Acompanhamento Ambiental, entidade que integra a Câmara de Alcobaça, a Junta de Freguesia de Pataias, o Agrupamento Escolar local, a Delegação de Saúde de Alcobaça, a Oikos - Associação de Defesa do Ambiente e do Património da Região de Leiria e a ADEPA - Associação de Defesa e Património de Alcobaça.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Co-incineração em Pataias

Na edição escrita 955 do Região de Cister de 9 de Dezembro de 2012

Grupo que inclui quatro câmaras pediu audiência ao primeiro-ministro
Alcobaça fora de comissão contra a co-incineração


A Câmara de Alcobaça não integra uma comissão que inclui outras quatro autarquias, duas associações ambientais e um grupo de cidadãos e que aguarda uma reunião com o primeiro-ministro e a ministra do Ambiente para pedir ao Governo que revoge as licenças concedidas à Secil e à Cimpor para co-incineração de resíduos industriais perigosos. Castanheira Barros, o advogado que coordena a comissão, que integra as Câmaras de Coimbra, Setúbal, Palmela e Sesimbra, diz que não obteve qualquer resposta aos emails que enviou à Camara de Alcobaça, nem à conversa que manteve “com a secretária do presidente”. Por seu lado, Paulo Inácio garante não ter recebido qualquer pedido de reunião e diz desconhecer o assunto, que assegura ter ouvido pela primeira vez através do REGIÃO DE CISTER. “Vou tomar diligências no sentido de contactar os responsáveis”, acrescenta o presidente da Câmara de Alcobaça.
Em causa está o início da co-incineração de resíduos industriais perigosos na Secil, na freguesia de Pataias, mas também em outras cimenteiras do País, como as de Souselas e Outão. Ao que tudo indica, em Pataias iniciar-se-á a breve prazo.
A comissão contesta aquilo que considera “grosseiras anomalias” dos tribunais administrativos quanto às queixas e acções cautelares que têm vindo a ser apresentadas ao longo dos anos, tendo já feito seguir uma queixa para o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. A comissão quer sobretudo sensibilizar o Governo para os perigos do processo de queima daqueles resíduos, que, entre outros aspectos, “liberta para a atmosfera duas substâncias cancerígenas que se formam durante a combustão de resíduos”, garante Castanheira Barros em declarações ao REGIÃO DE CISTER.
A comissão assegura que apresentou “diversos pareceres que provam existir elevada perigosidade”, estudos esses elaborados por engenheiros superiores técnicos, biólogos e geógrafos. Como alternativa à co-incineração, o grupo apresenta a Pirólise, que é a queima de resíduos não recicláveis sem libertação de gases, uma solução que implica a criação de unidades de raiz para o efeito. “Este é, aliás, um método previsto no Decreto que consagra a co-incineração”, sublinha Castanheira Barros.
Em 2008, a Secil publicou um Estudo de Impacte Ambiental que fez, de forma voluntária, sobre a co-incineração de resíduos industriais perigosos na fábrica Secil-Outão. No documento, a empresa explica que “um dos modos de reduzir as exigências energéticas e a dependência do petróleo é através da co-incineração, que é a queima de resíduos que não possuam alternativa de tratamento “de uma forma ambientalmente correcta e economicamente viável”. Por outro lado, “a quantidade de metais preciosos e de cloro presente no combustível de uma fábrica de cimento é maior do que nos resíduos perigosos que a Secil se propõe valorizar”.
Já foi feita a consulta pública sobre o processo de coincineração na Secil de Pataias, pelo que o processo está em condições de avançar. “O facto de ter decorrido até 23 de Setembro a consulta pública para a co-incineração de resíduos perigosos na cimenteira da Secil de Pataias - Alcobaça prova que está em curso uma estratégia para fazer de Portugal o caixote do lixo da União Europeia”, escreveu Castanheira Barros num blogue.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Secil financia Centro Escolar de Pataias

A notícia vem na edição 19 de 1 de Maio de 2011 do "Pataias à Letra"

Secil financia Centro Escolar
   
Maio é o mês apontado pela Câmara Municipal de Alcobaça para assinatura do protocolo de co-financiamento do Centro Escolar de Pataias com a Secil, empresa sedeada na freguesia. De acordo com o vice-presidente da Câmara, Hermínio Rodrigues, o processo está apenas dependente da marcação da data da assinatura do protocolo. E, caso a assinatura do protocolo ainda venha a ter lugar este mês (como está previsto), o passo seguinte será o lançamento da obra a concurso. Obra essa que vai incluir na mesma empreitada, ainda segundo o vice-presidente, a construção do Centro Escolar e a construção do mercado semanal, que passará a funcionar à direita dos prédios da habitação social, no terreno que confina com a rua dos Currais Velhos. A necessidade de mudar a localização do mercado semanal prende-se com a construção do novo Centro Escolar de Pataias projectado para o espaço actualmente ocupado pelo mercado. A proximidade das Piscinas Municipais ditou a construção do futuro parque escolar naquele espaço.

O Centro Escolar de Pataias terá capacidade para 484 crianças e vai acolher o 1º Ciclo e ensino Pré-Escolar de algumas localidades da freguesia. A área de construção bruta rondará os 4.650 m2, inseridos numa zona urbana expansão e contará com 20 salas (16 salas para o 1º Ciclo e 4 para o pré-escolar), um refeitório, cozinha, Biblioteca escolar/ Mediateca, Reprografia, espaços sociais e de convívio, espaços de Apoio Socioeducativo (gabinetes técnicos), um pavilhão gimnodesportivo, sanitários/ vestiários, espaços de Apoio Geral e salas de apoio. A obra está orçada em 4,5 milhões de euros.

Entretanto, e mais a litoral, 70 mil euros vão ser investidos nas obras de conclusão da ETAR das Paredes da Vitória, onde vão ser construídos os sanitários públicos e a nova sede da Associação de Praias do Litoral Norte do Concelho de Alcobaça. Por outro lado, a Câmara vai ainda requalificar as praias e a zona da Lagoa, substituindo os passadiços de madeira que, ora foram vandalizados, ora deteriorados pelas intempéries. Esta obra está orçada em 10 mil euros.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Reunião de Câmara – Assuntos sobre a freguesia

Através do blogue do vereador da CDU Rogério Raimundo, as informações relativas à freguesia de Pataias, da reunião de Câmara de 8 de Novembro de 2010.

Problemas de manilhas no Pilado – Burinhosa
Morador da Burinhosa queixa-se de manilhas mal colocadas
http://uniralcobaca.blogspot.com/2010/11/3697-o-publico-interveio-na-reuniao-de.html

Aprovação dos Planos de Pormenor e de Urbanização
Previstos 25 mil camas para S. Martinho do Porto e Pataias quando para todo o Oeste estão previstos 100 mil. Prazo para a sua aprovação alargado até 30 de Abril de 2011.
http://uniralcobaca.blogspot.com/2010/11/3696-intervim-na-reuniao-de-camara.html

O Pinhalinho e a Urbanização da Pedra do Ouro
Referência ao trabalho do Tiago Inácio publicado no blogue “Sapinho Gelásio”.
http://uniralcobaca.blogspot.com/2010/11/3696-intervim-na-reuniao-de-camara.html

Tiago Mateus Campeão Nacional
Saudação ao piloto Tiago Mateus pela sua vitória no Campeonato Nacional de Slalom

Prémio Internacional atribuído à Secil
Referência à atribuição de prémio internacional à fábrica da Secil Cibra-Pataias, pela sua pesquisa e desenvolvimento da tecnologia de captação de carbono e transformação em biomassa.
http://uniralcobaca.blogspot.com/2010/11/3696-intervim-na-reuniao-de-camara.html