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A notícia é do Pataias.netNova tartaruga deu à costa
Uma tartaruga deu à costa na praia da Polvoeira, uma semana depois de uma tartaruga de 2 metros ter aparecido na praia da Mina do Azeiche.
Outra tartaruga deu à costa na Polovoeira, já em elevado estado de decomosição.De acordo com o técnico que observou o animal, a morte poderá estar relacionada com o facto deste estar emaranhado em redes de pesca. No estômago da tartaruga encontrava-se muito lixo (pequenos plásticos, madeiras, anzóis).
No espaço de uma semana foi a segunda tartaruga de grandes dimensões a dar à costa na freguesia de Pataias. O destino desta tartaruga, ou melhor dos, seus restos irá ser o mesmo destino que da outra: o museu.
As fotografias, retiradas do Pataias.net são do tractor da Junta de Freguesia de Pataias, junto à gigantesca tartaruga.

A notícia é do jornal "Público"Um exemplar com quase dois metros de comprimento de uma tartaruga de couro deu à costa na praia da Mina, em Alcobaça. O episódio invulgar levou a que o município contactasse instituições científicas para averiguar do interesse sobre o animal, que segue hoje para o Museu Nacional de História Natural, em Lisboa.“Foi encontrada só ontem [quinta-feira] ao final do dia. Mas já ali estava há 48 horas. Trata-se de uma praia pequena, de difícil acesso, muito pouco frequentada”, disse a bióloga da Câmara de Alcobaça, Sofia Quaresma.A especialista afirma que as autoridades locais entraram então em contacto com várias instituições museológicas e científicas para sondar o interesse neste exemplar. “Só obtivemos resposta do Museu Nacional de História Natural”, afirmou Sofia Quaresma.Segundo a bióloga, esta espécie de tartaruga de couro (Dermochaelis Coriacea), que frequenta uma área geográfica vasta – que pode ir da Islândia à Nova Zelândia –, é cada vez mais rara. “E são cada vez mais avistadas no Atlântico norte, o que pode sugerir alguma influência das alterações climáticas”.Sofia Quaresma e a veterinária Cristina António já detectaram 77 animais de oito espécies na zona costeira de Alcobaça (incluindo Nazaré) desde 2004, mas nunca uma tartaruga destas. O animal apresentava traumatismos de contacto, talvez provocados por embarcações, e não tinha vestígios de redes nem arpões, as causas mais comuns de morte entre as tartarugas marinhas.