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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Tertúlia “O litoral”

Realizou-se no passado dia 22 a última tertúlia da 1ª série de tertúlias “Saber à terça”, do Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias. Dedicada ao tema do “Litoral”, decorreu no Café Agroeira, em Paredes da Vitória, integrada nas atividades da Biblioteca de Verão. A tertúlia contou com as presenças de Paulo Grilo e de António Mota.
Paulo Grilo enquadrou a orla costeira de Pataias no litoral do país, destacando a sua singularidade como caso de estudo. Salientando a diversidade da riqueza patrimonial deste território, fez o enquadramento em termos de evolução populacional e da ocupação urbana, com destaque para as situações de Vale Furado, Pedra do Ouro e Paredes da Vitória (três casos distintos na forma e no tempo de ocupação do litoral).
Referiu ainda os diversos planos de ordenamento do território existentes para o litoral com influência na gestão do território de Alcobaça, destacando as ações previstas nos mesmos, nomeadamente quanto à contenção à construção e definição de perímetros urbanos, à baixa densidade das edificações, à proteção e conservação de habitats e à restrição de ocupação em faixas de risco, apresentando de seguida diversos exemplos (muitos) do que de mau e em contradição com estas orientações existe no litoral de Pataias, mas também alguns (raros) bons exemplos de gestão do território existentes. Terminou a sua intervenção abordando o uso balnear e enunciando um conjunto de condicionantes (externos e internos, positivos e negativos) para o desenvolvimento do litoral de Pataias.
O mestre António Mota falou da importância do litoral como fator de desenvolvimento económico, especialmente na vertente do turismo. António Mota traçou as caraterísticas da oferta turística no litoral de Pataias, focando a sua atenção nas questões da sazonalidade e nas formas como esta pode ser atenuada, assim como o papel interventivo dos diversos agentes estatais e privados presentes no território.
No período aberto ao público, Ana Malhado, bióloga, fez uma breve abordagem relacionada com a fauna, a flora e o coberto vegetal existente, chamando a atenção não só para alguns endemismos locais como para os problemas relacionados com as “exóticas infestantes”, nomeadamente a acácia e o chorão das areias (bálsamo).
Carlos Mendonça salientou o vale de Paredes como local e habitat de espécies únicas como a rã ibérica e a víbora cornuda, chamando a atenção para a falta de um núcleo/ centro museológico a nível municipal que servisse não só como expositor mas também como local que recolhesse exemplares e peças únicas do património natural e cultural do concelho, que se encontra espalhado e em sério risco de desaparecimento. A este propósito, Valter Ribeiro, presidente da Junta, informou que as tempestades de inverno deixaram expostos nas arribas de Água de Madeiros alguns fósseis únicos e de grande qualidade, que foram retirados para serem estudados na Universidade de Lisboa, com o compromisso de regressarem a Pataias.
As restantes intervenções abordaram questões relacionadas com a erosão registada nas arribas (com elevado risco para as habitações em Pedra do Ouro), a eminente derrocada e eventual desaparecimento do “Castelo”, a substituição do pinheiro bravo pelo eucalipto e a necessidade de repensar o investimento em equipamentos e infraestruturas na orla costeira, e a forma como o mesmo é feito, tendo em consideração o panorama das alterações climáticas.
Armanda Balinha (moderadora) e Sofia Quaresma (oradora), cancelaram a sua participação na tertúlia na tarde do próprio dia, o que impediu a sua substituição em tempo útil.
As fotografias são do José Castro.






sexta-feira, 18 de julho de 2014

Paredes da Vitória - Tertúlia "O litoral"

A notícia na edição 1091 do Região de Cister de 17 de julho de 2014

Paredes da Vitória
Espaço Cultura apresenta na próxima terça-feira ‘O litoral’ no Café Agroeira

A 1.ª série da tertúlia ‘Saber à terça’ chega ao fim na próxima terça-feira (dia 22), com o tema ‘O litoral’. A iniciativa, que decorre pelas 21:30 horas, no Café Agroeira, em Paredes da Vitória, junta os convidados Paulo Grilo, Sofia Quaresma e António Mota. A tertúlia é dinamizada pelo Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Tertúlia "O litoral", em Paredes da Vitória

A última tertúlia da I Série "Saber à terça", dinamizada pelo Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias, terá lugar no próximo dia 22 de julho, pelas 21h30, no Café Agroeira, em Paredes da Vitória.
Presentes como como oradores estarão Sofia Quaresma, bióloga, que abordará as questões ambientais, os lixos marinhos e a flora do litoral de Pataias; Paulo Grilo, que falará das temáticas relacionadas com o ordenamento do território, a ocupação humana e urbana do litoral da freguesia e o mestre em Gestão Turística António Mota que abordará o investimento e o desenvolvimento turístico nesta faixa do território.


quarta-feira, 18 de junho de 2014

Tertúlia "Saber à terça" - O tecido industrial

Nuno Maia (Secil), Jorge Santos (Nerlei), Mário Grácio (Moldene), Valter Ribeiro (moderador), Vitor Henriques (Secil) e Henrique Neto 

Com a presença de Henrique Neto, Mário Grácio (Moldene), Nuno Maia e Vitor Henriques (Secil) e Jorge Santos (Nerlei), decorreu mais uma tertúlia “Saber à terça” dinamizada pelo Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias, desta feita relacionada com a atividade industrial na freguesia de Pataias. A tertúlia decorreu ontem dia 17 de junho, pelas 21h30, no auditório dos Bombeiros Voluntários de Pataias.

Henrique Neto. Destacou a importância fundamental da I&D e da necessidade de diálogo permanente entre os diversos agentes económicos 

Henrique Neto, empresário do sector dos moldes, traçou o perfil da evolução industrial na Marinha Grande, nomeadamente do desenvolvimento dos moldes. O antigo administrador da Iberomoldes (um dos maiores grupos mundiais no sector dos moldes) abordou a questão do I&D (Investigação e Desenvolvimento) de que aquele sector industrial e a Marinha Grande foram pioneiros, realçando a necessidade de estabelecer uma estratégia de desenvolvimento para a indústria, só possível com a partilha de experiências e uma ativa comunicação entre os empresários. O desenvolvimento de um cluster industrial, alicerçado numa larga experiência profissional e na ligação ao ensino superior permitiram que a Marinha Grande seja um grande foco exportador de sucesso. No entanto é necessário fortalecer ainda mais o atual tecido económico da região de forma a que as empresas consigam ultrapassar a situação de subcontratação em que atualmente estão e que comecem a fazer produtos inovadores com aceitação nos mercados internacionais. Terminou a sua intervenção abordando a falta de debate na região do sentido estratégico a definir quanto ao seu futuro.

Mário Grácio destacou a necessidade e a falta de quadros intermédios e operários especializados na indústria dos moldes.

Mário Grácio referiu, na sua intervenção, a necessidade de se criarem condições que facilitem a atividade industrial, nomeadamente nas vertentes da localização industrial e condições existentes nas zonas industriais (saneamento, fornecimento de energia elétrica, por exemplo) e na vertente da formação profissional. Mário Grácio enfatizou a falta de quadros médios e operários especializados ao nível das indústrias de moldes que são, no momento, um dos maiores obstáculos para a indústria.

Vitor Henriques explicou o processo do fabrico de cimento e dos impactos ambientais decorrentes

Nuno Maia e Vítor Henriques fizeram uma pequena apresentação relativa à Secil e às atividades da empresa, nomeadamente no fabrico do cimento e nos índices ambientais registados. Vítor Henriques salientou que a atividade cimenteira é a atividade industrial com maior impacto ambiental (depois da produção de energia) mas que a empresa tem estabelecido um conjunto de objetivos relativos à emissão de gases, à redução de utilização de combustíveis fósseis e à coincineração que visam uma melhor qualidade ambiental. O que têm conseguido, adiantou.

Nuno Maia (Secil) e Jorge Santos (Nerlei). Jorge Santos destacou a necessidade de os empresários olharem para os problemas como oportunidades e não constrangimentos.

Jorge Santos estabeleceu uma breve caraterização do panorama industrial do país e da região, frisando o papel que Leiria desempenha face ao país e na comparação com as outras regiões. Discriminando um conjunto de constrangimentos existentes, João Santos focou-se nos desafios aos empresários da região que devem ser encarados como oportunidades. Reforçou a ideia inicial de Henrique Neto da falta de uma estratégia global para a região e da necessidade de comunicação e de partilha de informação entre os empresários como forma de resolver os problemas existentes. Focou ainda o papel do NERLEI que no seu entender deve procurar investimento para a região nomeadamente através de indústrias complementares às já existentes e que promovam a efetiva criação de mais-valia nos produtos exportados.

Três dezenas de pessoas estiveram presentes quase até à 1h da manhã.

No período aberto ao público, António Gonçalves salientou a falta de uma zona industrial que aliada ao trabalho de associações como a NERLEI facilitem a instalação de indústrias na freguesia. Aurélio Ferreira salientou o papel que as autarquias devem ter junto das empresas como facilitadores e não constrangedores das suas atividades e a necessidade de reconhecimento do ensino profissional como aposta e solução para o problema dos quadros médios e operários especializados que a indústria nacional neste momento sente. Telmo Moleiro referiu  a necessidade de se apoiarem as indústrias na reestruturação e requalificação dos seus quadros de pessoal e na necessidade de reinventar a motivação junto dos trabalhadores e empresários, questionando o futuro do tecido industrial da região no pós 2020 e pós fim dos QREN’s. António Caetano enfatizou a falta de condições das zonas industriais existentes na freguesia (Calços, Alva e Pataias-Gare). Rogério Raimundo abordou a ligação entre as empresas e as escolas, o pagamento da derrama de grandes empresas como a Secil que têm sedes deslocalizadas e o falhanço da Câmara Municipal na gestão dos espaços industriais. Fátima Mota salientou a falta de informação disponível na internet, principalmente por parte das empresas locais associadas à produção de bens de consumo, salientando que tal facto não se percebe numa altura em que a internet é cada vez mais um instrumento de trabalho e de divulgação.
Numa ronda final pela mesa, Henrique Neto salientou que o problema da nossa indústria não é a baixa produtividade mas o baixo padrão económico e o baixo valor acrescentado da nossa produção. Continuando, sublinhou que o maior sinal de ignorância é copiar e que o país se tem limitado a copiar (com atraso) o que é feito lá fora. A solução dos problemas só se resolvem com debate contínuo e continuado entre as pessoas (empresários) e que se o não fizerem estão condenados ao fracasso, como aconteceu com a indústria do mobiliário local. Vitor Henriques afirmou que a derrama da fábrica de Pataias é paga em Alcobaça. Mário Grácio afirmou que a sua empresa está sempre disponível para colaborar com as escolas e instituições de ensino mas que essa colaboração tem também de partir da outra parte. Jorge Santos enfatizou que relativamente ao uso de fundos comunitários nas empresas, os responsáveis devem equacionar seriamente qualquer investimento que só seja rentável através da aplicação desses mesmos fundos.
Finalmente Valter Ribeiro, presidente da Junta de Freguesia, respondeu que questões relacionadas como a zona industrial e a instalação do campo de golfe não dependem da ação direta da Junta. Estabeleceu ainda o compromisso, com os representantes da Secil, em estudarem e estabelecerem um possível compromisso quanto à recuperação de um forno de cal e instalação de núcleo museológico, tendo acordado uma data para discussão do processo.

A próxima tertúlia “Saber à terça” terá como tema “O litoral” e decorrerá no espaço da biblioteca de verão, em Paredes da Vitória, dia 22 de julho pelas 21h30.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

O Tecido Industrial

A notícia na edição 1086 do Região de Cister de 12 de maio de 2014

Pataias
Espaço Cultural promove tertúlia “Saber à Terça” sobre tecido industrial

O auditório dos Bombeiros de Pataias vai acolher no próximo dia 17, pelas 21:30 horas, mais uma tertúlia “Saber à Terça”, desta vez sob o tema “Tecido Industrial”. Henrique Neto, Mário Rui Grácio, da Moldene, Vitor Henriques e Nuno Maia, da Secil e ainda Jorge Santos, presidente da Nerlei - Associação Empresarial da Região de Leiria serão os convidados da iniciativa, promovida pelo Espaço Cultural e Biblioteca de Pataias.


quarta-feira, 21 de maio de 2014

Os pinhais e o Camarção

Decorreu na noite de ontem a terceira Tertúlia de Pataias “Saber à terça”, desta feita com a temática de “Os pinhais e o Camarção”. Estiveram presentes como convidados a Dra. Sónia Guerra, bióloga, a Associação de Produtores Florestais dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré, os Bombeiros Voluntários de Pataias e a Resipinus – Associação de Destiladores e Exploradores de Resina.
A conversa começou com a apresentação das espécies endémicas da Mata Nacional do Pinhal de Leiria, comuns também ao território da freguesia de Pataias. Algumas das espécies endémicas são exemplares únicos no mundo, não se encontrando também em qualquer outra parte do país. Foram também abordadas as espécies exóticas introduzidas, com especial destaque para o eucalipto e a acácia, e a consequente descaraterização da flora e fauna local.
Relativamente ao ordenamento florestal, apesar da legislação existente, o mesmo não existe. A substituição a um ritmo explosivo do pinheiro bravo pelo eucalipto, a ilegalidade existente na plantação do mesmo e a ausência de faixas de proteção de folhosas/resinosas foram alguns dos aspetos abordados. Mas foram as questões relacionadas com a rentabilidade florestal (pinheiro versus eucalipto), os cortes e o aproveitamento da resina (sector de atividade novamente em expansão) e a ausência de incentivos aos proprietários para a manutenção do pinheiro bravo que dominaram grande parte das intervenções dos presentes.
Finalmente, as questões relacionadas com a proteção da floresta e os meios disponíveis para o combate aos incêndios ilustraram outra vertente relacionada com o nosso património florestal e ambiental.
Esta terceira sessão das tertúlias “Saber à terça” foi a mais concorrida e participada até ao momento.
A próxima tertúlia será no dia 17 de junho, com o tema "O tecido industrial", encontrando-se confirmadas as presenças de Henrique Neto, Jorge Santos (diretor do NERLEI), representante do grupo SECIL (Maceira-Pataias) e Valter Ribeiro.
As fotografias da tertúlia de ontem foram retiradas da página do facebook da Biblioteca de Pataias.




terça-feira, 20 de maio de 2014

Tertúlia "Os pinhais e o Camarção"

Realiza-se hoje a terceira tertúlia "Saber à terça", deste primeiro ciclo dedicado a Pataias e à sua história. Depois das conversas à volta dos fornos da cal e da evolução sócio-cultural da freguesia nos últimos 40 anos, é agora a vez de falar sobre os pinhais e o Camarção, da sua importância ao longo dos tempos e do seu futuro.
Para a tertúlia estão convidados o comandante dos Bombeiros Voluntários de Pataias, que abordará a temática da segurança e dos fogos florestais; a Associação de Produtores Florestais dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré, relativamente à gestão florestal; a Dra. Sónia Guerra, bióloga e autora da tese de mestrado "Flora e habitats da zona costeira da Mata Nacional de Leiria" que abordará a riqueza biológica do nosso pinhal; e Manuel Barbeiro, empresário, com ligações à resinagem e exploração de madeira.
A tertúlia terá início pelas 21h30 no Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias, no edifício antigo dos Bombeiros de Pataias, no largo das escolas velhas.

domingo, 18 de maio de 2014

Tertúlia "Os pinhais e o camarção"

A informação no Região de Cister nº1082 de 15 de maio

Espaço Cultural apresenta na próxima terça-feira ‘Os pinhais e o camarção’

O Espaço Cultural/Biblioteca da União das Freguesias de Pataias e Martingança apresenta a tertúlia ‘Os pinhais e o camarção’, no âmbito do projeto ‘Saber à terça’. A iniciativa decorre na próxima terça-feira, às 21:30 horas, no antigo edifício dos Bombeiros Voluntários, no Largo das Escolas Velhas. O evento terá como oradores elementos dos Bombeiros e da Associação de Produtores Florestais dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré, bem como Sónia Guerra e Manuel Barbeiro.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Tertúlia: 40 anos do 25 de abril

Realizou-se no passado dia 29 de abril, no Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias, a segunda tertúlia “Saber à Terça”, desta feita subordinada ao tema “Os 40 anos do 25 de abril”.
Com a presença do pároco de Pataias, Padre Virgílio, do antigo professor primário e ex-comandante dos Bombeiros Voluntários de Pataias, professor Jacinto Fernandes, do ex-diretor do Jornal de Pataias e ex-vereador da Câmara Municipal de Alcobaça, António Gonçalves e da Sra. Maria Bagagem, durante duas horas conversou-se sobre as transformações sociais registadas na vila. A tertúlia foi moderada por Paulo Grilo.
A ênfase dada sobre as alterações sociais e as transformações do papel da mulher e da família, o emprego rural, o analfabetismo e o processo de industrialização da vila no período pré e pós revolução foram alguns dos maiores destaques e que animou, também, as intervenções dos presentes. No final, o reconhecimento de que 40 anos depois e apesar da situação de crise que se vive hoje em dia, a pobreza e a miséria económica são hoje menores do que eram há 40 anos, embora em termos sociais haja ainda muito que fazer e que em alguns aspetos se registou mesmo uma regressão.
Como sempre, não faltaram as estórias de outros tempos, com destaque para a inauguração da água canalizada em Pataias (made in poço do Toino Luz), ou o importante papel desempenhado pelo Padre Franklim no combate à pobreza e exclusão social e na luta pelos interesses da terra, como aquando a ligação da luz elétrica.
Paralelamente à tertúlia, foi inaugurada a exposição fotográfica “25 de abril: 40 anos, 40 fotografias”, onde se cruzam referências visuais de Pataias e outros lugares da freguesia em períodos anteriores a 1974 e os mesmos locais hoje em dia.
A próxima tertúlia será no dia 20 de maio, pelas 21 horas, com o tema: Os pinhais e o camarção”.
A tertúlia: da esquerda para a direita: Maria Bagagem, Paulo Grilo, António Gonçalves, Prof. Jacinto Fernandes, Padre Virgílio Francisco.
Um dos 24 painéis da exposição: "25 de abril, 40 anos, 40 fotografias"

terça-feira, 29 de abril de 2014

25 de Abril: Tertúlia e exposição

Realiza-se hoje a segunda tertúlia "Saber à terça", dinamizada pelo Espaço Cultural/Biblioteca de Pataias, subordinada ao tema "Os 40 anos do 25 de Abril".
Paralelamente, foi inaugurada uma exposição fotográfica intitulada "15 de Abril: 40 anos, 40 fotografias".
A informação em: http://bibliotecadepataias.blogspot.pt/2014/04/exposicao-fotografica-sobre-o-25-de.html

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Tertúlia "40 anos do 25 de Abril"

A notícia na edição 1078 do Região de Cister de 17 de abril

Pataias - Espaço Cultural/Biblioteca
"Saber à terça" reúne para debater sobre 25 de Abril

O Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias apresenta, no próximo dia 29, a tertúlia ‘Saber à terça’, no âmbito das comemorações dos 40 anos do 25 de Abril de 1974. Professor Jacinto, Maria Bogalho e António Albano são os oradores convidados para conversar sobre este tema.
A tertúlia, de acordo com a organização, “não terá como objetivo a discussão política do fenómeno, mas as alterações sociológicas e culturais registadas em Pataias, nos últimos 40 anos, nomeadamente a passagem e transformação de uma sociedade predominantemente rural numa sociedade de caraterísticas urbanas”. Além disso, serão abordados temas como a educação e escolarização, a condição das mulheres e a vida do campo, o movimento associativo, as condições de vida e as tradições.
No mesmo dia, será inaugurada a exposição fotográfica relativa às transformações registadas na freguesia desde os anos de 1960/70 aos dias de hoje.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Pataias: 40 anos do 25 de Abril


O Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias vai realizar no próximo dia 29 de abril a segunda tertúlia "Saber à terça", subordinada ao tema "40 anos do 25 de Abril".
Estão convidados como oradores o Prof. Jacinto, a Maria Bogalho e o António Albano, tendo sido também convidado um representante da Igreja. A tertúlia não terá como objetivo a discussão política do fenómeno mas as alterações sociológicas e culturais registadas em Pataias, nos últimos 40 anos, nomeadamente a passagem e transformação de uma sociedade predominantemente rural numa sociedade de caraterísticas urbanas. Serão abordados aspetos relativos à educação e escolarização, à condição das mulheres e à vida do campo, ao movimento associativo, às condições de vida e às tradições.
Será ainda inaugurada uma exposição fotográfica relativa às transformações registadas na freguesia desde os anos de 1960/70 aos dias de hoje.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Tertúlia “Os fornos da cal”

Realizou-se ontem a primeira tertúlia “Saber à terça”, dinamizada pelo Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias, subordinada ao tema “Os fornos da Cal”.
Presentes como oradores estiveram Joaquim Matreiro, António Leão, António Grilo (os últimos forneiros de Pataias) e António Valério Maduro (investigador e professor no Instituto Superior da Maia, autor de trabalhos sobre os fornos da cal de Pataias). A sessão foi moderada por Paulo Grilo, neto do ántigo forneiro Joaquim Ronceiro.
Na conversa que se prolongou por duas horas, António Maduro falou dos primeiros fornos no concelho de Alcobaça, ligados à instalação dos monges de Cister e à construção da abadia. Importante foi a explicação da mudança de localização dos fornos da Serra para Pataias, associados à escassez de combustível num lado (na Serra) e à sua abundância noutro (em Pataias). Os primeiros registos de fornos em Pataias datam de meados do século XIX. António Maduro lamentou-se ainda pelo facto de o concelho de Alcobaça deixar perder o património histórico e cultural que tem, salientando as grandes potencialidades que o conjunto de fornos de cal de Pataias possui, que aliados à pedreira e a um centro interpretativo têm uma grande potencialidade em criar um interessante núcleo museológico de arqueologia industrial.
Quanto às palavras dos forneiros, entre histórias deliciosas de outros tempos (da greve dos forneiros à “campa” do Joaquim Ronceiro) e as agruras e durezas de um trabalho fisicamente exigente, foi feito um balanço quanto à importância da indústria da cal na vida económica da freguesia. Entre alguns cálculos simples, estimou-se em cerca de 400 postos de trabalho diretos e permanentes na indústria da cal nas décadas de 1920 a 1940, numa população total de freguesia de cerca de 3000 habitantes. Pelo meio, as inovações tecnológicas, a cozedura da cal e a desenforna, as pedreiras, a linha de caminho de ferro, a fábrica de cimentos e os pinhais.
Um grande momento da história de Pataias.

Seguem-se as tertúlias:
"Os quarenta anos do 25 de abril", dia 29 de abril
"Os pinhais e o camarção", dia 20 de maio
"O tecido industrial", dia 17 de junho
"O litoral", dia 22 de julho

A mesa da tertúlia: António Valério Maduro, António Grilo, Joaquim Ribeiro, António Vaz e Paulo Grilo


 Os últimos forneiros: António Grilo "Ronceiro", Joaquim Ribeiro "Matreiro", António Vaz "Leão"

 António Valério Maduro

 Algum do público presente, divertido e participativo

 A desenforna da cal. Anos de 1980.Fotografia cedida por Joaquim "Matreiro"

 A desenforna da cal. 1983. Fotografia cedida pela Junta de Freguesia de Pataias.

 A cozedura do forno de cal. 1983-84. Fotografia cedida por Paulo Grilo.

 O forno de cal e o capelo, símbolo da freguesia de Pataias. Fotografia de Paulo Grilo.

A Cibra e os fornos da Vergieira em 2º plano, 1967. Fotografia cedida por Agnelo Ferreira.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Os fornos da cal

Via blogue do Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias
http://bibliotecadepataias.blogspot.pt/2014/03/os-fornos-da-cal.html


É já na próxima terça-feira, dia 25 de março pelas 21h30, que se vai concretizar a primeira tertúlia do "Saber à terça", com temáticas locais.
A primeira conversa será sobre os fornos da cal e terá como convidados António Valério Maduro, investigador da história local com obra publicada sobre os fornos da cal de Pataias, e os três últimos forneiros, António Grilo (filho do Joaquim Ronceiro), António Leão e Joaquim Matreiro.
Não falte.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Saber à terça - Tertúlias de Pataias

O Espaço Cultural/ Biblioteca de Pataias vai promover um conjunto de tertúlias e conversas relacionadas com a freguesia, que irão decorrer, numa primeira fase, de Março até Julho de 2014.
Os primeiros temas estão já agendados, estando previstos os temas de "Os fornos da cal", "Os quarenta anos do 25 de abril", "Os pinhais do Camarção", "O tecido industrial" e "O litoral", este último a decorrer no espaço da Biblioteca de Verão, em Paredes da Vitória.
Já no próximo dia 25 de Março, para falar sobre os fornos da cal, estão convidados os últimos três industriais da cal de Pataias, António Grilo (filho do Joaquim Ronceiro), António Leão e Joaquim Matreiro e ainda o historiador António Valério Maduro, que tem investigação feita e trabalhos publicados sobre os fornos da cal em Pataias.
Uma excelente iniciativa.