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sábado, 7 de maio de 2016

A lomba nas Portas da Burinhosa

A notícia na edição 1185 do Região de Cister de 5 de maio de 2016

Burinhosa - moradores da aldeia exigem medidas urgentes à freguesia
Lomba junto às Portas da Burinhosa motiva contestação da população

A lomba que se encontra antes das Portas da Burinhosa motivou a ida de dois moradores da aldeia à Assembleia de Freguesia, exigindo uma solução à União das Freguesias de Pataias e Martingança para resolver o problema.
“Feliz ou infelizmente vivo na Burinhosa. Todos os dias tenho de parar na lomba, que está a prejudicar toda a população. Queria saber o porquê da altura daquela lomba, solicitando a sua retirada”, afirmou Esmeralda Soares.
Em resposta, Valter Ribeiro, presidente da União das Freguesias de Pataias e Martingança, admitiu que “se as lombas não forem anuladas pelo menos devem ser suavizadas“. O autarca explicou ainda que a lomba “está mais alta do que o normal porque estava previsto um alcatroamento”, acrescentando que “formalmente não há nenhuma reclamação da lomba da Burinhosa na Junta de Freguesia”.
Em reação, o morador Luís Polido, que considerou que a lomba não estava de acordo com os parâmetros legais, mostrou-se surpreendido “com a inverdade do presidente em dizer que nunca ninguém tinha falado sobre esta questão”, uma vez que o próprio garantiu tê-lo feito numa outra assembleia de freguesia, o que levou a uma exaltação de Valter Ribeiro, por considerar que o morador o tinha chamado de mentiroso. “Sou contra as lombas, mas prefiro ser acusado de errar em pôr uma lomba do que ser criminoso por ter matado uma criança“, concluiu o autarca do PSD.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Segurana rodovári na EB1 de Pataias

A notícia na edção 1164 do Região de Cister de 10 de dezembro de 2015

Pataias - Relatório já foi enviado à Comissão Municipal de Trânsito
Escola Segura quer Rua da Escola Primária de sentido único

A rua da Escola Primária de Pataias poderá passar a ser transitada apenas em sentido único. Esta é, pelo menos, a recomendação feita pela Secção de Programas Especiais da GNR (Escola Segura), à Comissão Municipal de Trânsito.
A informação foi prestada por um dos agentes da Escola Segura na reunião do Conselho Eco-Escolas da Escola Básica 1 e Jardim de Infância de Pataias. “É caótico o facto de cada pai querer deixar os filhos mesmo à entrada da escola”, assegurou o responsável, referindo que foi enviado um relatório extenso com suporte fotográfico para a Câmara de Alcobaça, solicitando que a rua da escola passe a ser de sentido único “para segurança de todos”. “Às horas de entrada e saída, esta rua é um verdadeiro caos”, garante o agente da Escola Segura.
As professoras presentes na reunião foram unânimes com o guarda da GNR. “É necessário que se faça alguma coisa para resolver a confusão que se instala nesta artéria à hora de entrada e de saída”.
O REGIÃO DE CISTER avançou com um questionário no Facebook solicitando a opinião dos pais e encarregados de educação das crianças que frequentam a Escola Básica 1 e Jardim de Infância de Pataias, acerca do assunto. Das 27 pessoas que comentaram a publicação, 78% (21 pessoas) manifestou-se a favor da rua passar a ser de sentido único.
Os restantes 21% (cinco pessoas) foram ainda mais longe. “De semana só transitável a transportes públicos ou de instituições de recolha de alunos. O resto tudo a pé”, escreveu Carlos Costa. Já Vítor Pereira diz ser “completamente a favor de ter apenas um sentido ou até de proibir o trânsito neste pequeno troço de rua”.
Contactado pela REGIÃO DE CISTER, Dário Moleiro, secretário da União de Freguesias de Pataias e Martingança, garante que o “problema” do caos gerado às horas de entrada e saída da Escola Primária “já é antigo”. No entanto, “não tem havido problemas que justifiquem a alteração da sinalética”, na opinião do autarca. “Se existissem problemas, a Junta seria a primeira a solicitar a alteração, o que não aconteceu”, assegura Dário Moleiro, reforçando que “a posição da autarquia não vai no sentido de proibir a circulação parcial ou total na rua da escola”.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Lomba na Rua da Estação

A notícia no Região de Cister 1141 de 2 de julho de 2015

Pataias - Proposta chumbada na Assembleia de freguesia
Lomba na estrada para Pataias-Gare será retirada

A lomba construída na estrada que liga Pataias a Pataias-Gare deverá ser retirada a curto prazo. Isto na sequência da proposta para a sua construção – apresentada depois da obra concluída – ter sido chumbada na penúltima Assembleia de Freguesia, com um voto contra por parte da oposição e de um membro da maioria laranja, assim como a abstenção de outro deputado do PSD.
Aquilo que, à primeira vista parece ser um indício de algum mal-estar dentro do PSD/Pataias, “não o é de forma alguma”, garante Valter Ribeiro, presidente da União das Freguesias. “O resultado da votação não reflete mal-estar. Mostra apenas que cada membro tem a liberdade de votar de acordo com a sua cabeça. Não impomos as nossas ideias a ninguém”, conclui o autarca, explicando que a lomba foi executada antes de ser levada à Assembleia “para aproveitar o facto de os calceteiros andarem na nossa freguesia”.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Lombas? Vamos brincar à politica

Assuntos tratados na Assembleia de Freguesia de 29 de junho de 2015

Escola das Paredes já tem projeto

Foi apresentado de forma informal, no final da sessão da Assembleia de Freguesia, o projeto para a recuperação da escola velha de Paredes da Vitória. 
O edifício encontra-se destinado a um espaço multiusos, dividido em dois pisos, um dos quais uma mezzanine com vista para a praia, onde poderá funcionar um centro de atendimento turístico e a biblioteca de Verão.
A traça do edifício mantem-se o mais inalterada possível, com exceção do telhado, que passa das atuais três águas para apenas duas. 

Reaprovação das contas de 2013

Uma auditoria interna pedida pelo executivo conduziu à reapresentação das contas da União de Freguesias de 2013. Relembre-se que foi no final desse ano que se procedeu à união das então freguesias de Pataias e Martingança. Um desajuste nos movimentos bancários e nos respetivos saldos foi encontrado pela auditoria, tendo a situação sido reportada ao Tribunal de Contas. Identificada e corrigida a situação, houve a necessidade de voltar a apresentar as contas à Assembleia. As contas de 2013 foram aprovadas com a abstenção do PS.
As contas de 2014, aprovadas a 30 de abril de 2015, já refletiam todas estas alterações, pelo que não haverá necessidade de proceder a nova apresentação das mesmas.

Campo de Golfe

O Presidente da Junta voltou a abordar a questão do golfe, referindo que a propriedade do Pinhalinho havia sido vendida, havendo agora um novo dono. Embora o novo proprietário se dedique à exploração florestal e seus derivados, não exclui o investimento turístico em 100 dos quase 600 hectares da propriedade.

Parceria com a Secil

A União de Freguesias tem estabelecido contatos com a Secil com vista ao estabelecimento de um protocolo. Ao abrigo desse protocolo pretende-se apoiar as coletividades da freguesia, através de um apoio anual em moldes ainda a definir, construir um passeio/ciclovia entre Pataias e Pataias-Gare (pela rua da Estação) e recuperar um (ou mais) fornos de cal. Segundo Valter Ribeiro, a Secil é proprietária de 3 fornos (próximos uns dos outros) que apresentam caraterísticas de construção diferentes e representativas de 3 períodos.

Arruamentos

Foram anunciados alcatroamentos e reposição de pisos em algumas ruas, nomeadamente o acesso da estrada atlântica a Vale Furado. Este alcatroamento deverá decorrer ainda durante o próximo mês de julho. Quanto aos arruamentos na Pedra do Ouro, nada será feito enquanto não forem feitas as obras referentes ao saneamento e abastecimento de água (já lançadas a concurso e em execução).

Apresentação de atividades, revisão orçamental e toponímia

Foram apresentadas as atividades da União de Freguesias no período de 15 de abril a 15 de junho. A revisão orçamental (obrigatória por lei), foi aprovada, assim como a atribuição da toponímia a uma rua na Légua.

Lomba ou não, eis a questão

Uma vez mais, foi no período aberto ao público, que houve alguma “animação”. Ana Forster, moradora na Rua da Estação, questionou a Assembleia sobre o motivo da não aprovação da lomba na rua da Estação na última Assembleia.

Mas explicando a história toda:
Primeira parte - Na última Assembleia de Freguesia (30 de abril de 2015), António Barros da CDU apresentou à Assembleia as suas preocupações face à “Rua das Peixeiras” na Martingança, com os automóveis a circularem nessa rua a alta velocidade. Discutida, longamente, a questão, solicitou a colocação de lombas nessa rua como forma mais eficaz de controlar a velocidade e de garantir a segurança dos moradores. 
Segunda parte – como último ponto da ordem de trabalhos (da assembleia de 30 de abril), a Junta de Freguesia apresentou uma proposta relativa à postura de trânsito: a colocação de uma lomba na rua da Estação (junto ao tanque – um pouco mais acima). Valter Ribeiro explicou que a mesma havia sido solicitada pelos moradores, que à falta de passeios e aliado à grande velocidade de circulação que ali se verifica (uma longa reta com boa visibilidade), temem pela sua segurança e dos seus filhos. Adiantou ainda que a lomba já estava feita, porque havia sido feito um corte na estrada (para conduta de águas pluviais) e que se havia aproveitado para fazer logo a obra.
Terceira parte: “Caiu o Carmo e a Trindade”. Alguns elementos da Assembleia ficaram melindrados por a Junta ter feito a obra (uma lomba – a pedido dos moradores) sem pedir a devida autorização da Assembleia. Feita a votação, a lomba é chumbada, com os votos contra do PS, da CDU e de dois deputados do PSD. Resultado, a lomba que já estava feita, tem de ser retirada.

Pessoalmente, não sei o que foi mais surpreendente:
- o voto contra de dois elementos do PSD;
- o voto contra dos elementos da CDU, depois de terem insistido (insistir é favor) na colocação de uma lomba na Martingança com os mesmos objetivos (proteger os moradores e reduzir a velocidade de circulação);
- o voto contra de um deputado porque não gostou da forma como o processo foi conduzido, mas que pessoalmente nem era contra a lomba. Quando, questionado se assim era, porque não fez uma declaração de voto, aprovando a lomba, respondeu “isso pode-se fazer?”…

Retomando…
Ana Forster questionou a Assembleia e Valter Ribeiro referiu que, no que lhe competia, e após a decisão da Assembleia, só lhe restava tirar a lomba, o que irá acontecer nos próximos 15 dias, com a chegada de calceteiros à freguesia. A freguesa voltou a referir os motivos que levaram a pedir a lomba.
Ricardo Santos, presidente da mesa, ainda propôs que fosse feita uma votação a autorizar que a Junta suspendesse a retirada da lomba até à próxima Assembleia, mas tal proposta não cumpria o regulamento interno, pelo que não pôde ser atendida. Dário Moleiro acabou por apresentar uma solução de compromisso, referindo que pode ser feita uma “banda sonora” no lugar da lomba – o que irá acontecer.

Resta saber se a a lomba ficará por aqui. A moradora da rua da Estação ficou de apresentar um requerimento à Assembleia de Freguesia, sobre a lomba, desta vez assinado pelos moradores da Rua da estação. Ou seja, corre-se o risco de se gastar dinheiro a construir a lomba, a retirar a lomba, a fazer a lomba outra vez… E estamos em crise…
Este é só mais um episódio de como, às vezes, parece que se anda a brincar à política e se tomam decisões de forma leviana, apenas “porque sim”.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Paredes da Vitória: o automóvel é quem mais ordena.

Como um dos candidatos à Junta de Pataias-Martingança diz, «o problema de estacionamento nas Paredes, é uma coisa para 15 dias por ano». E, continuando o seu raciocínio, acaba por questionar qual o nível de investimento (financeiro, humano, político) que deve ser feito para resolver uma situação que em 350 dias/ano não tem qualquer problema.
Ainda na mesma linha do raciocínio, há ainda aqueles que dizem que o grande problema é «a falta de civismo e de educação dos condutores, que não respeitam nada nem ninguém», e há ainda os defensores de que «o que faz falta é mais policiamento».
O que é certo, é que todos os anos, o problema do estacionamento e da circulação automóvel fazem-se sentir, perturbando a normal pacatez das Paredes. Mas não só.

Há muito que defendo, e digo, que falta uma linha de estratégia e de orientação para o norte do concelho de Alcobaça, em especial para a freguesia de Pataias (agora Pataias-Martingança). O arrastar, ano após ano, do caso do trânsito e do estacionamento na praia das Paredes durante o verão, é apenas mais um (triste e comprovativo) exemplo.

A requalificação urbana da aldeia de Paredes da Vitória foi, num cômputo geral, uma excelente intervenção que dotou não só o lugar de modernas condições infraestruturais e equipamentos necessários, como amenizou e disfarçou uma cada vez mais acentuada descaraterização urbanística, cada vez mais (fortemente) pincelada com edifícios de discutível qualidade arquitetónica.
Uma das ideias chave do projeto (parece-me a mim, sob o ponto de vista de mero observador e utilizador) foi dar a primazia, por incrível que pareça, do peão em detrimento do automóvel. Eu explico:
Primeiro exemplo:  a ausência de passadeiras no centro das Paredes (entre o edifício da “Botas” e os prédios do Metódio), associado ao empedrado “artístico”, tem como um dos objetivos, a redução da qualidade do pavimento para o automóvel e, consequentemente, a diminuição da velocidade. Neste sentido, as figuras desenhadas no pavimento (a negro, e a vermelho), às voltas pela faixa de rodagem, reforçam a ideia de que aquela não é uma estrada normal. Com um pouco de boa vontade, podemos até imaginar uma praça empedrada onde as pessoas podem circular.
Exemplo dois: dentro do aglomerado, não há passeios nem desnível entre a faixa de rodagem e os mesmos. A diferença está no pavimento, calcetado de forma diferente. Onde os carros podem circular há um empedrado mais grosso; nas áreas de circulação destinadas às pessoas, há um empedrado mais fino. Esteticamente é mais agradável e em termos de mobilidade individual e pessoal (especialmente para as pequenas crianças, idosos, pessoas de mobilidade reduzida e carrinhos de bebé) muito melhor. O facto de tudo estar ao mesmo nível, dentro de um aglomerado urbano de ruas pequenas e estreitas, dá (supostamente) a prioridade ao peão e não ao automóvel.
Exemplo três: em algumas das ruas de empedrado fino, foram deixadas algumas trancas (pinos) amovíveis com o intuito de, em caso de necessidade pontual, permitirem o acesso de veículos de socorro.
No fundo, todo o centro de Paredes e respetiva marginal foram pensados para servirem as pessoas e não o automóvel.

À boa maneira portuguesa, o automóvel manda. O desrespeito pelo espaço público (que por ser público, “de todos”, deveria eliminar os nossos interesses individuais) é por demais evidente.
E neste momento não é só o estacionamento em cima dos passeios ou a circulação automóvel em ruas de trânsito proibido.

A rua da praia, junto à ETAR, foi pensada como uma “marginal”, um acesso pedonal. Foi idealizado um jardim, colocado um parque infantil com brinquedos e aparelhos para as crianças (supostamente), feito um calcetamento num empedrado fino. Nada de mais errado.
Não só serve de estacionamento como serve também de acesso a veículos pesados para fazerem cargas e descargas. Como se não bastasse, a velocidade destes veículos automóveis nesta via pedonal faz muitas vezes pensar se não estaremos no Mónaco, em plena prova de Fórmula 1. E volto a frisar: é uma via exclusivamente pedonal, com lojas, esplanadas, jardins e parques infantis ao longo de toda a rua.
Outros exemplos são fáceis de encontrar. Desde o estacionamento em cima dos passeios, na faixa de rodagem, em cima do jardim e, ultimamente, até na marginal pedonal, com carros a passar diariamente em cima da varanda em madeira. Aquela mesma varanda que foi atacada pelo mar durante as tempestades de inverno e que continua com um dos pilares das fundações em suspenso.

E o que têm feito os responsáveis autárquicos e policiais por Paredes da Vitória? NADA.
E este NADA, é porque não querem, ou porque não são capazes?



O automóvel é quem mais ordena

A rua da Praia. 
Via exclusivamente pedonal de acesso à praia. Ao longo de toda a rua há lojas, esplanadas, jardins e parques infantis. O trânsito é proíbido.








Os jardins e espaços ajardinados: esses belos parques de estacionamento.
Estacionamento selvagem sobre os espaços ajardinados. Os automóveis não só dificultam a circulação das pessoas, como impedem a fruição de espaços públicos destinados exclusivamente às pessoas, mas também, destroem equipamentos e infraestruturas pagas com dinheiros dos erários públicos. Ou seja, de todos nós.




A via pública.
Estacionamento indiscriminado e sem critério na via pública, desrespeitando a sinalização existente e impedindo a livre circulação de veículos, incluindo veículos de emergência e socorro.






Os passeios.
Os passeios, esses espaços destinados aos... automóveis. E não interessa, se o acesso a garagens é tapado.


At last, but not the least...
«Ah! Está um vaso sobre o passeioe eu não posso estacionar? Não faz mal, que eu estaciono ao lado e vou para a praia». Mesmo que isso perturbe o trânsito uma tarde inteira...


sexta-feira, 21 de junho de 2013

Campeonatos Nacionais de Ciclismo em Pataias

A notícia em: http://desporto.sapo.pt/ciclismo/artigo/2013/06/19/elenco_de_luxo_nos_campeonatos_d.html

Elenco de luxo nos Campeonatos de Portugal

A prova decorre em três dias, entre 21 e 23 de junho.
Os Campeonatos Nacionais de Ciclismo, que se realizam entre sexta-feira e domingo em Pataias, Alcobaça, vão reunir os melhores ciclistas portugueses, com destaque para Rui Costa, que no domingo venceu a Volta à Suíça.
Pelo terceiro ano consecutivo, a vila de Pataias será palco da discussão pelo título de campeão português de contrarrelógio e fundo, nas categorias de elite e sub-23.
Presentes estarão a totalidade dos grandes nomes do ciclismo português, com Rui Costa, duplo vencedor da Volta à Suíça e décimo classificado do “ranking” mundial, à cabeça.
Além do ciclista da Movistar, em Pataias vão estar Nelson Oliveira e Tiago Machado, da RadioShack, Sérgio Paulinho e Bruno Pires, que representam a cores da Team Saxo-Tinkoff, o atual campeão de fundo, Manuel Cardoso, e André Cardoso, seu colega na Caja Rural, Ricardo Mestre, da Euskaltel-Euskadi, e José Mendes, da NetApp-Endura.
Na manhã do primeiro dia de competição, na sexta-feira, os corredores da categoria Sub-23 enfrentam 27,8 quilómetros contra o cronómetro, com o primeiro atleta a ir para a estrada às 11h00 percorrendo a Estrada Atlântica, entre as Piscinas de Pataias e a Praia da Polvoeira.
A partir das 16h00 será a vez dos elite enfrentarem a solidão do contrarrelógio durante 34 quilómetros, num percurso semelhante, mas que compreende duas passagens pela meta.
Para o fim de semana ficam reservadas as provas em linha das duas categorias: no sábado, pelas 15h00, será dado o tiro de partida para a competição dos sub-23, que terão pela frente 154,8 quilómetros distribuídos por um circuito de 17,2 quilómetros, percorrido por nove vezes, entre a Vila de Pataias, a Praia de Paredes da Vitória e a Burinhosa.
No dia seguinte, é a vez de a categoria elite lutar pelo título de campeão português, com a partida para os 172 quilómetros, ou seja, 10 voltas ao circuito, a ser dada às 12h00.
Os atuais portadores da camisola das quinas são Manuel Cardoso, José Gonçalves (contrarrelógio de elites), Pedro Paulinho (fundo sub-23) e Fábio Silvestre (contrarrelógio sub-23).


Os circuitos e as restrições ao trânsito:


terça-feira, 18 de junho de 2013

Campeonatos de Ciclismo - Circulação Proibida

Campeonatos Nacionais de Ciclismo, sábado 22 e domingo 23 de Junho.
Proibido "circular e ESTANCIONAR" (seja lá o que isso for) na Rua de Nossa Senhora da Vitória, entre a EN242 e as Piscinas Municipais DE Pataias.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Paredes da Vitória - estradas encerradas

Campeonatos Nacionais de Ciclismo

Ainda não ouvi dizer nada, mas interrogo-me:
Com os campeonatos nacionais de ciclismo a decorrer nos próximos dias 23, 24, 25 e 26 de Junho, não será cortado o trânsito na estrada atlântica e nas ligaçções às Paredes da Vitória e a Vale Furado?
Quais são os horários em que se pode circular, quais as alternativas (se é que existem)?
É preciso não esquecer que estamos a falar num fim-de-semana comprido (com ponte) e que haverão muitas pessoas a chegar às Paredes (incluindo estrangeiros que poderão ter casas alugadas e não sabem o que se passa).
Já para não falar dos residentes.
Essa é uma informação que já deveria ter saído.

Nota:
Estou muito contente que os campeonatos se realizem em Pataias e nas Paredes.
É deste tipo de eventos que a freguesia necessita. Eventos de qualidade e com capacidade de projectar, positivamente, com qualidade, a imagem da freguesia a nível nacional.
Os parabéns à Junta de Freguesia e a todos aqueles que conseguiram trazer esteve evento até Pataias.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Paredes da Vitória - Acesso de veículos prioritários

Recebi ontem (3/7/2010) via e-mail

Boa tarde,
Paulo

Hoje aconteceu um acidente na praia, um miúdo de 6 anos partiu uma perna e foram chamados os Bombeiros Voluntários de Pataias os quais mais uma vez tiveram dificuldade em circular dentro parte habitacional das Paredes da Vitória junto à praia. Já estamos a 3 de Agosto e o problema do desrespeito ao sinal de transito proibido excepto moradores e cargas e descargas continua por fazer cumprir.

Cumprimentos

Comentário

Os sinais de trânsito proibido estão lá e é evidente que há uma grande falta de civismo por parte dos frequentadores da praia.
Mas também não deixa de ser verdade, que ao contrário da opinião da autarquia, e de acordo com número significativo dos moradores e proprietários, a única solução para aquela parte da povoação será fechar o trânsito a todos os veículos.
Também não deixa de ser verdade que, a 3 de Agosto, é impossível identificar quais são os veículos dos moradores e dos visitantes.
Até lá, situações como esta vão repetir-se.
À espera de males maiores...

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Paredes da Vitória - estacionamento e postura de trânsito

Foi mais um domingo nas Paredes, com a praia cheia de gente, aproveitando o belo dia de praia.
Mas foi um domingo diferente.
Calmo, tranquilo, ordenado, sem confusões no trânsito e no estacionamento.
Os carros continuaram estacionados até à Mina e na Sra. da Vitória, mas nas Paredes e no Vale não houve as confusões monstruosas e caóticas usuais, que culminaram com a desordem do passado domingo (18/7).
Todos circularam, quem quis parar para largar a família fê-lo sem problemas e o único sinal de desagrado (conformado) era o facto de não poderem estacionar ali, em plena via ou em cima do passeio.
O porquê da mudança?
Aparentemente, a solução foi simples. Para quem está nas Paredes todos os dias, houve duas alterações óbvias: durante os últimos dias da semana foram colocados sinais de trânsito proibindo o estacionamento e no sábado e domingo houve policiamento permanente das 10h às 17h.
As fotografias de ontem à tarde (domingo 25) foram tiradas à mesma hora que há uma semana (domingo 18).
Assim, vale a pena ir às Paredes.

domingo, 18 de julho de 2010

Paredes da Vitória: o caos do trânsito e os responsáveis

Hoje foi mais um dia infernal na praia das Paredes da Vitória.
O tempo gasto entre a Capela ou Parque de Campismo e a frente do restaurante "Tonico" oscilou entre os 25 e os 45 (QUARENTA E CINCO!) minutos.
O caos foi tanto que uma ambulância dos Bombeiros Voluntários de Pataias não conseguiu chegar até ao centro aldeia para socorrer um veraneante.
Há mais de um ano, moradores solicitaram reunião à Junta para discutir o problema.
A reunião foi feita já depois do Verão ter começado e a 18 de Julho nenhuma das soluções propostas pela Junta foi concretizada.
A requalificação urbana das Paredes, que se arrasta há mais de 3 anos, apagou estacionamento, sem apresentar alternativas.
Continuam por colocar sinais de trânsito, arranjar os passeios e pinos para impedir o estacionamento nos passeios. Continuam por fazer os parques de estacionamento prometidos na Mina e na Sra. da Vitória.
Hoje, foi o caos. Continuará a ser assim até ao final do Verão, e sabe-se lá até quando.
É preciso dizer:
NÃO HÁ VONTADE POLÍTICA DE RESOLVER A SITUAÇÃO.
Responsáveis:

As imagens do caos
Estacionamento em plena faixa de rodagem
Estacionamento no passeio, impedindo o acesso a garagens privadas
Estacionamento anárquico com os carros a passarem à vez
Políciamento insuficiente e sem meios para resolver a situação. A meio da tarde, em plena confusão, foi-se embora.
O sinal de trânsito que ninguém respeita. Solução: fechar o trânsito
O estacionamento caótico, impedindo a passagem de veículos mais largos, como ambulências
Apesar do sinal, tentam passar... mas não conseguem devido ao estacionamento em plena via
O caos instalado, durante mais de 3 horas

terça-feira, 6 de julho de 2010

Reunião de Câmara - informações relativas à freguesia

Ainda da reunião de Câmara de 30/06, com a imprescindível ajuda do Rogério Raimundo e do seu blogue, mais informações relativas à freguesia de Pataias

Av. Rainha Santa Isabel e a variante em Pataias
 
Jorge Agostinho manifestou desacordo relativamente ao projecto da Av. Rainha Santa Isabel e recordou que PDM prevê variante em Pataias.
http://uniralcobaca.blogspot.com/2010/07/2978-na-reuniao-de-3062010-o-presidente.html

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Assembleia de Freguesia de Pataias (29/06/2010)

As alterações ao trânsito e estacionamento nas Paredes deveriam ter sido ontem discutidas na Assembleia de Freguesia. Na discussão deste ponto, o Executivo informou que da reunião realizada com os moradores haviam posições completamente antagónicas e radicais, desde o corte e proibição absolutos (a todos), até à anarquia absoluta – circula quem quer e estacionam onde podem.
O Executivo recordou ainda que a actual postura de trânsito já prevê o trânsito proibido excepto a veículos de moradores, cargas e descargas, deficientes, GNR e bombeiros. O cumprimento do código de estrada seria suficiente para impedir os problemas. Mesmo assim, serão distribuídos dísticos aos moradores e comerciantes e a GNR reforçará a fiscalização. Quem não tiver autorização para estar naquele espaço será autoado.
Esta foi a solução encontrada para o problema, não tendo sido sequer posta a votação.
Foi informado que está prevista a construção, ainda este Verão, de um parque de estacionamento na Sra. da Vitória.
Outro dos assuntos abordado na Assembleia de Freguesia foi a possibilidade de arranjar uma brigada da Junta permanente para a Burinhosa. O Executivo, argumentando com a falta de recursos financeiros e humanos, considerou não ser possível fazê-lo de momento. Adiantou, ainda, que uma situação dessas deveria prever não só a Burinhosa, mas também os Pisões/Mélvoa e as praias.
Foi ainda apresentada a situação financeira da Junta. Questionado por Vitor Pereira, o Executivo afirmou que efectivamente existe, neste momento, um maior endividamento relativamente a Dezembro passado. Esse resultado deve-se à queda de receitas (situação normal neste período, disseram) e a investimentos feitos. A situação regularizará depois do Verão, com as receitas do Parque de Campismo.
Foi também apresentado pela Junta, documento com as actividades realizadas no último trimestre.
Foram aprovadas alterações ao Regulamento Interno das Piscinas Municipais DE Pataias, assim como a nova tabela de preços. De uma forma geral, os diversos preços para o ano lectivo de 2010/2011 sofrerão um aumento de 1 euro.

Comentário

Como o presidente da Junta disse, o sinal de trânsito proibido que existe à entrada da rua da escola velha, deve ser o único no país que ninguém respeita.
É por isso que eu não acredito na solução proposta pela Junta. A distribuição de cartões pelos moradores, sem fechar as ruas ao trânsito, não vai resolver o problema. Os carros vão continuar a entrar e o caos do estacionamento e as dificuldades de circulação vão manter-se. A solução já foi experimentada há alguns anos, ainda no tempo da Junta PS e não resolveu nada.
Uma solução – que a Junta, percebeu-se, não está disposta a implementar – é fechar as ruas, permitindo, ou não, o acesso aos moradores. É a única que nunca foi testada. É uma solução que tem, pelo menos, metade dos moradores, comerciantes e proprietários, a favor.
Distribuir os cartões, que ainda não se sabe como serão e a quem serão distribuídos, quando já estamos a 30 de Junho (recordo que a reunião foi prometida em Setembro de 2009!), parece-me evidentemente tarde e a más horas.
E não é preciso esperar pelo fim do Verão para adiantar o prognóstico: na praia das Paredes, este vai ser mais um Verão caótico, no que ao trânsito, estacionamento e civismo diz respeito. Já para não falar das obras...

terça-feira, 8 de junho de 2010

Acidente na estrada da Burinhosa

Um aparatoso acidente ocorreu hoje pelas 18h na estrada que liga Pataias à Burinhosa (junto à curva do Sardão – no cruzamento do Katekero e Tiago).
Devido ao aparato do acidente, várias ambulâncias dos Bombeiros Voluntários de Pataias e um veículo de desencarceramento dos Bombeiros da Marinha Grande estiveram presentes.
No acidente estiveram envolvidos dois ligeiros e um autocarro de passageiros que transportava seis ou sete pessoas. Resultaram três feridos que foram conduzidos ao hospital: o motorista do autocarro e a condutora e passageiro – uma criança – de um dos carros ligeiros.
Nas causas do acidente estiveram, aparentemente, a velocidade e o estado da estrada, bastante escorregadio.
De resto, já durante a manhã e sensivelmente no mesmo local, um outro veículo despistou-se, saindo da estrada e batendo num muro. Não houve feridos a registar.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Arrebato de Pechisbeque






É a estrada do Caminho da Cruz e já tem alguns anos. Faz a ligação entre a Martingança (Campo de Futebol) e Pataias (EB 2,3 de Pataias), cruzando pela estrada da Burinhosa.
Obra necessária, criou novas acessibilidades, tentando desviar algum do trânsito do centro de Pataias. A sua continuidade até à R. de Nsa. Sra. da Vitória (mercado, piscinas, futuro dentro escolar) é um imperativo.
Mas a sua nomeação para "arrebato" prende-se com outros motivos.
Numa recta de 300 ou 400 metros, conseguiram criar 6 ou 7 curvas, contornando pinheiros e eucaliptos (depois da estrada ter sido marcada "a direito").
Certamente foi feita após almoço ou haverá outra explicação?
É um exemplo de, uma vez mais, de como boas ideias, bons projectos e bons investimentos acabam assassinados pela incúria de alguém.