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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Requalificação da Linha do Oeste

A notícia em:
http://www.esquerda.net/artigo/bloco-exige-requalificacao-integral-da-linha-do-oeste/50908

Bloco exige requalificação integral da linha do Oeste

Cerca de 150 candidatos e candidatas do Bloco dos concelhos onde passa esta linha realizaram uma viagem de comboio até Entrecampos. Numa sessão pública no Campo Pequeno, Ricardo Robles, candidato à Câmara de Lisboa, frisou que “não há cidades democráticas sem bons transportes públicos”.

Este domingo, cerca de 150 candidatos e candidatas aos órgãos autárquicos dos concelhos de Coimbra, Figueira da Foz, Pombal, Leiria, Marinha Grande, Nazaré, Alcobaça, Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Torres Vedras, Mafra, Sintra e Amadora, realizaram uma viagem de comboio conjunta até Entrecampos em defesa da linha do Oeste, exigindo a sua requalificação integral.

Após a chegada a Lisboa, teve lugar uma sessão pública no Campo Pequeno, com a participação de Ricardo Robles, candidato à Câmara Municipal de Lisboa, e dos deputados Heitor de Sousa e Mariana Mortágua.

“O direito à mobilidade é um direito fundamental, um pilar do funcionamento da cidade”

“Quando nos candidatamos sabemos que não somos ilhas isoladas, olhamos para a região. A requalificação integral da linha ferroviária do Oeste é importante para as populações da zona, para a Área Metropolitana de Lisboa e também para [o concelho de] Lisboa”, afirmou o Ricardo Robles.

“Não há cidades democráticas sem bons transportes públicos”, destacou o candidato bloquista à Câmara Municipal de Lisboa, assinalando que “o direito à mobilidade é um direito fundamental, um pilar do funcionamento da cidade”.

Segundo Robles, um dos objetivos do Bloco em Lisboa é garantir “transportes de qualidade que sejam efetivamente alternativas”, o que passa por “expandir a rede do Metro e investir na Carris”.

Enfatizando que a Carris é “um pilar da mobilidade em Lisboa e uma garantia da mobilidade de todos”, o candidato lembrou que a frota daquela empresa tem “em média 12 anos” e que, nos últimos 15 anos, “perdeu quase mil motoristas”.

Estes dois fatores tiveram “o contributo fundamental da direita para implodir a rede de transportes públicos” em Lisboa e no país, referiu Ricardo Robles.

Linha ferroviária do Oeste está “em vias de extinção”

De acordo com o deputado Heitor de Sousa, um dos exemplos das políticas de desinvestimento nos transportes públicos é a linha ferroviária do Oeste, que está “em vias de extinção”.

“É uma linha com um comboio por dia em cada sentido para ligar duas capitais de distrito, Coimbra e Lisboa”, lamentou.

Defendendo que o transporte ferroviário é “o mais limpo, o mais sustentável e o que permite maior comodidade e conforto”, o deputado referiu que o Bloco irá levar a votação no Parlamento na quarta-feira um projeto de requalificação integral da linha do Oeste, que espera ver integrado no Plano de Investimentos em Infraestruturas - Ferrovia 2020.

Mais e melhores comboios na Região do Oeste

Num documento distribuído durante a iniciativa, as candidaturas autárquicas do Bloco de Esquerda cujos concelhos são atravessados pela Linha ferroviária do Oeste assinalam que a requalificação da Linha do Oeste é “um investimento público estratégico crucial para o desenvolvimento e a mobilidade nos territórios da região Oeste”.

Lembrando que “o Governo, incluiu no programa Ferrovia 2020 a requalificação da linha do Oeste apenas até às Caldas da Rainha e silenciou qualquer ideia de requalificação integral da linha”, os candidatos e candidatas frisam que “esta decisão é errada, não respeita a opinião de todos os autarcas da região oeste e representa um desinvestimento na mobilidade limpa numa região que, nos concelhos dos distritos de Leiria e Coimbra, envolve diretamente 1,42 Milhões de pessoas”.

“É errada também em termos de gestão operacional do serviço de comboios ao longo de toda a linha, pois agrava a interrupção do serviço em Caldas da Rainha. Acresce que a requalificação integral da Linha do Oeste permitirá montar um serviço de transporte de passageiros e de mercadorias de qualidade, compatível com um serviço de Intercidades (IC), tornando-se uma alternativa efetiva de mobilidade não apenas aos eixos viários existentes, como também à própria Linha do Norte, nomeadamente em caso de acidentes”, escrevem.

As candidaturas autárquicas do Bloco de Esquerda de Coimbra, Figueira da Foz, Pombal, Leiria, Marinha Grande, Nazaré, Alcobaça, Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Torres Vedras, Mafra, Sintra, Amadora e Lisboa garantem que “o Bloco de Esquerda vai continuar a fazer tudo o que está ao seu alcance pela imediata requalificação integral da Linha para que o nosso futuro comum seja mais justo, mais equilibrado e mais sustentável”.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Apeadeiro de Pataias - foi há 84 anos a sua inauguração


O apeadeiro de Pataias faz hoje 84 anos que foi oficialmente inaugurado.

A notícia encontra-se na Gazeta dos Caminhos de Ferro, nº1090 de 16 de maio de 1933, encontrando-se disponível na hemeroteca digital: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/.
Agradeço ao Tigao Inácio o envio da notícia e da revista.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Modernização da linha do Oeste

A notícia no Tinta Fresca:
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=39e23d04-ff04-4967-a706-b3fe671ef687&edition=184

De Meleças ao Louriçal
Assembleia Municipal de Alcobaça exige modernização de toda a Linha do Oeste

A CDU apresentou uma proposta de resolução na Assembleia Municipal de Alcobaça, no dia 26 de fevereiro, sobre a linha do Oeste, que foi aprovada por unanimidade. A moção recorda que após sucessivos anos de anúncios governamentais do lançamento de projectos para a modernização da Linha do Oeste nunca levados à prática, foi agora tornado público um novo projecto de intervenção parcial neste troço ferroviário, para ser concretizado até ao terceiro trimestre de 2020, englobado no Plano Estratégico de Investimentos em Infraestruturas em Ferrovia - 2020.
Do anúncio feito pelo Ministro do Planeamento e Infraestruturas, no passado dia 12 de Fevereiro, a conclui-se que a intervenção de modernização da Linha do Oeste, cujos contornos necessitam de esclarecimento, nomeadamente quanto à electrificação do troço, abrangerá somente o troço entre Meleças e Caldas da Rainha, esquecendo o troço a montante até ao Louriçal.
A moção defende que a Linha do Oeste é um troço ferroviário estratégico no plano da rede ferroviária nacional e alberga potencialidades que devidamente exploradas, o podem transformar num eixo de transporte de passageiros e de mercadorias envolvendo simultaneamente a área metropolitana de Lisboa e as regiões do Oeste e do Centro, com impacto muito positivo no plano económico, social e ambiental.
A Assembleia Municipal de Alcobaça, reunida em 26 de Fevereiro de 2016, preocupada com as condicionantes que comportam os objectivos de modernização relativos à Linha do Oeste, que constam do Plano de Investimentos em Infraestruturas em Ferrovia – 2020, apresentados pelo Ministro do Planeamento e Infraestruturas, que poderão limitar, ou mesmo inviabilizar, o alcance dos mesmos, resolve solicitar ao Governo que:
1. Considere a necessidade a modernização da Linha do Oeste envolver, sem quaisquer hesitações, a electrificação do troço entre Meleças e Louriçal, para além da automatização de sinais e agulhas e o prolongamento de troços de cruzamento;
2. Considere, igualmente, a possibilidade de correcções no traçado, ou mesmo, de estudos de alternativa àquele, com o objectivo de reduzir o tempo de viagem, designadamente a jusante das Caldas da Rainha.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Viabilidade da Linha do Oeste confirmada

A notícia na edição on-line do jornal Público
http://www.publico.pt/local/noticia/linha-do-oeste-esteve-na-lista-dos-encerramentos-de-2011-mas-hoje-e-um-caso-de-sucesso-1709000

Linha do Oeste esteve para fechar mas hoje é um caso de sucesso
Bastou uma alteração nos horários para que a linha que o Governo quis fechar aumentasse o número de passageiros

Desde que em Setembro de 2013 a CP alterou a sua oferta na linha do Oeste reforçando o eixo Caldas da Rainha – Coimbra, a procura aumentou 12% no espaço de um ano e deverá chegar ao fim de 2015 com um acréscimo de 158% face a 2011, ano em que o governo decidiu fechar aquele troço.
A medida constava do PET (Plano Estratégico de Transportes) em 2011. Até ao fim desse ano deveria ser suprimido o serviço de passageiros entre Caldas da Rainha e Figueira da Foz, substituído por um serviço de autocarros a concessionar a uma empresa rodoviária.
Os protestos da população e de autarcas, em que se distinguiram conhecidos presidentes de câmara do próprio PSD, levaram o Governo a recuar. Uma então criada Plataforma de Defesa da Linha do Oeste apresenta um estudo, da autoria do especialista Nelson Oliveira, que propõe uma alteração nos horários por forma a ligar este corredor ferroviário à linha do Norte em Coimbra.
Quatro anos depois é o próprio presidente da CP, Manuel Queiró que não se cansa de dizer que a linha do Oeste foi das que teve mais procura nos últimos anos.
Globalmente, de 2012 para 2015 a procura nesta linha aumentou 122% (considerando que só há dados disponíveis até Agosto deste ano, o PÚBLICO estimou um valor total para 2015 acrescentando mais quatro meses com a média dos anteriores). Mas no troço que esteve para encerrar esse aumento foi de 158%.
Em termos de receita para a CP este aumento foi mais do que proporcional porque antes os comboios iam para Figueira da Foz e agora vão para Coimbra, o que representa mais PK (passageiros x quilómetros) percorridos. E há ainda o efeito induzido pela maior procura na linha do Norte, nas ligações a Aveiro e Porto, pelos passageiros vindos do Oeste.
Tudo isto com menos gastos porque o estudo então apresentado propunha também uma nova gestão da rotação do material circulante. Entre 2011 e 2014 os custos da CP nesta linha reduziram-se de 7,3 para 5,7 milhões de euros.
Ainda assim, o sucesso na linha que o que governo queria fechar foi conseguido com a aplicação de apenas uma das quatro medidas sugeridas no referido estudo – comboios directos para Coimbra. O documento previa ainda uma campanha publicitária que nunca foi realizada e ligações rodoviárias (na altura prometidas por alguns autarcas) entre as estações e o centro das localidades.
Por exemplo, em Leiria não há ligações coordenadas entre os horários dos comboios e o centro da cidade e em Valado dos Frades nunca se cumpriu a promessa dos presidentes de câmara em colocar autocarros de ligação a Nazaré e Alcobaça.
Outra medida pretendia assegurar a continuidade do serviço nas Caldas da Rainha, acabando com os transbordos. No entanto, a CP continua a obrigar os passageiros a mudar de comboio naquela estação por razões meramente operacionais, desligadas do óptica comercial e do conforto dos clientes.
No centro da campanha eleitoral
Segundo a CP, “a linha do Oeste está condicionada pelas condições estruturais disponíveis e a falta de investimento na infraestrutura”. Isto é: falta a electrificação e instalação de modernos sistemas de telecomunicações e sinalização num corredor ferroviário que ainda funciona como nos fins do século XIX, totalmente dependente de meios humanos.
Não surpreende, assim, que a linha do Oeste seja uma bandeira na campanha eleitoral de todos os partidos.
Maio de 2011. A então deputada do CDS/PP, Assunção Cristas, viaja de comboio com uma comitiva do seu partido entre Leiria e Caldas da Rainha numa acção de campanha eleitoral. Objectivo: reivindicar a modernização da linha do Oeste e protestar pelo então governo PS nada ter feito por este corredor ferroviário. Em Junho há eleições, a deputada passa a ministra e será um secretário de Estado do seu partido, Sérgio Monteiro, que decide, em Outubro, fechar a linha a norte das Caldas da Rainha.
Quatro anos depois, nem o PSD nem o CDS fizeram ainda campanha eleitoral em comboio, mas a modernização da linha do Oeste continua (na verdade desde há 30 anos) como uma das promessas mais reiteradas de todos os partidos. Só nos últimos dez dias PDR, BE, Livre/Tempo de Avançar e CDU fizeram já acções de campanha em que os candidatos viajaram de comboio nesta linha.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

83 anos da estrada de Pataias-Nazaré

Cumprem-se hoje 83 anos sobre a inauguração da estrada que liga Nazaré a Pataias.
Esteve presente na inauguração da estrada, em 12 de agosto de 1931, o Ministro da Agricultura, Linhares de Lima, que deslocando-se de Lisboa, fez-se acompanhar pelo Presidente da Junta Autónoma das Estradas e pelo engenheiro Conde de Farrobo. As autoridades locais, o Governador Civil de Leiria e bastante povo assistiram ao corte da fita simbólica, tanto em Nazaré como em Pataias.


sábado, 14 de junho de 2014

Estrada Pataias-Alcobaça: candidatura intermunicipal

A notícia na edição 1086 do Região de Cister de 12 de maio de 2014

Alcobaça/Nazaré - Reparação da via está em análise
Câmaras preparam candidatura para estrada Maiorga-Pataias

As Câmaras de Alcobaça e Nazaré estão a preparar uma candidatura conjunta a fundos comunitários para procederem a uma intervenção de fundo na estrada Maiorga-Pataias. Os dois municípios partilham troços daquela via e procuram um entendimento que permita recuperar uma estrada que passa, em grande parte pelo concelho da Nazaré, mas cujos utilizadores são, maioritariamente, oriundos do concelho de Alcobaça.
A necessidade de reparação da estrada tem sido reclamada pela população há vários anos. A contestação teve o epílogo em fevereiro, quando um grupo de utentes efetuou um protesto junto aos Paços do Concelho, exigindo uma solução à autarquia.
Paulo Inácio admitiu que a revisão dos limites dos concelhos poderia ajudar a solucionar a questão, mas a candidatura conjunta entre municípios é, agora, a solução mais plausível.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Reparação das estradas do concelho

A notícia na edição 1025 do Região de Cister de 11 de abril

Autarquia prevê gastar cerca de 300 mil euros em reparações na rede viária
Câmara define plano para recuperar estradas degradadas no concelho


A Câmara de Alcobaça vai gastar cerca de 300 mil euros em reparações de estradas no concelho, mas a intervenção vai ficar aquém das necessidades. “Sabemos sobejamente das prioridades, o problema é ter dinheiro para elas”, explicou o presidente da Câmara na sessão do executivo desta segunda-feira, depois de questionado pelo vereador José Acácio Barbosa (PS).
O vice-presidente da Câmara, Hermínio Rodrigues, revelou que a autarquia tem “três brigadas” no concelho a tapar buracos em estradas, quando era habitual “haver apenas uma”, esclarecendo que o mau tempo atrasou os trabalhos no terreno.
O mau estado das estradas tem sido tema de conversa um pouco por todo o concelho e também preocupa Paulo Inácio, o qual afirma estar em sintonia com os presidentes de Junta sobre as prioridades.


Comentário

Para quando uma solução, ou pelo menos propostas, para resolver o problema da estrada que liga Pataias a Alcobaça, no troço Pataias-Gare/Casal da Areia?

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Burro ainda é meio de transporte

A notícia na edição on-line do Região de Cister
http://www.regiaodecister.pt/portal/index.php?id=5235


Octogenária dos Pisões ainda é transportada por burro

Hoje é quinta-feira. Hoje é dia de Otília Maria Ribeiro, uma octogenária residente nos Pisões, freguesia de Pataias, rumar até à Maceira Liz para vender os produtos agrícolas, que ainda cultiva, no mercado. Esta história poderia acabar aqui, não fosse o meio de transporte utilizado por Otília Ribeiro tão raro nos tempos que correm. Mais do que uma forma de se deslocar, o burro – Miguel de seu nome – é uma “companhia”. E é nele que Otília Ribeiro vai “beber café, às compras, visitar alguém ou, até, ao cemitério”. Nos Pisões todos conhecem o Miguel.
“Comprei-o há três anos por cem euros”, refere a octogenária. “Já tive outros burros mas foram morrendo. Nem imagina o que chorei quando morreu o burro que tive antes do Miguel”, confessa. E quando o Miguel é requisitado para posar para a fotografia junto da dona, a cumplicidade de ambos é bem visível.
Mãe de quatro filhos, avó de nove netos e bisavó de três bisnetos, Otília Ribeiro já experimentou outros meios de transporte: bicicleta (uma vez apenas, dado que caiu), motorizada (na companhia do marido, falecido há cerca de cinco anos), comboio e carro de familiares ou amigos. “Talvez ainda chegue a andar de avião. Uma sineira disse-me um dia que ia viajar de avião. Mas ainda não aconteceu”, confessa.
“Dá muito trabalho ter pastagem para o Miguel”, explica Otília Ribeiro, “mas sem trabalho não se faz nada”. E de trabalho percebe a octogenária que, apesar de nunca ter laborado numa fábrica, trabalhou “muito toda a vida”. Quando era mais nova, a principal tarefa da pisoense prendia-se com a criação e ordenhação das vacas e a produção e venda de queijos. Executar a lida doméstica e assegurar parte da produção agrícola eram outros dos trabalhos destinados. E ainda hoje é assim. “Olhe, acabei agora mesmo de amassar o meu pão e de por a cozer no forno a lenha”, afirma, enquanto vai lavando a calçada envolvente à sua casa, sinal de que a limpeza semanal do lar está concluída. E os animais também já estão tratados e a horta está regada.
Simpática, Otília Ribeiro conclui cada frase com um sorriso. “Gosto muito de conversar”, refere. E ao longo da conversa vai apontando as datas precisas dos acontecimentos que vai narrando. Não há qualquer traição por parte da sua memória (invejável). Nem dos seus sentimentos. E o Miguel que o diga depois de receber umas sacudidelas no pêlo para ficar mais bonito na fotografia.

sábado, 18 de agosto de 2012

Transportes e refeições escolares

A notícia no site da Rádio Cister
http://www.cister.fm/destaque/transportes-refeicoes-para-novo-ano-letivo-definidos

Transportes e refeições para novo ano letivo definidos

Foi aprovada a abertura dos concursos para o fornecimento de refeições a Jardins de Infância e escolas básicas do 1º ciclo e dos transportes escolares para o ano letivo de 2012/2013. A aprovação aconteceu apesar da forte contestação da maioria dos autarcas da Região aos custos desta rubrica nos seus orçamentos.
A aprovação dos concursos propostos pela Câmara à Assembleia Municipal de Alcobaça, que reuniu no final do mês de julho, recolheu a unanimidade dos votos.
Os custos da educação e as negociações que os autarcas do Oeste têm mantido com o Governo, para a preparação do próximo ano letivo, foram abordados nesta Assembleia pelo presidente da Câmara.
Paulo Inácio disse que os autarcas apresentaram as suas preocupações sobre estas competências, e admitiram entregá-las ao Ministério da Educação.
O secretário de Estado da Educação apelou à calma dos autarcas e informou que o Governo estará a estudar soluções.
Outro dos assuntos ligados à educação, levados à Assembleia Municipal, a realização das atividades de enriquecimento curricular de Inglês, Música e Desporto, foi aprovado por maioria, com dois votos contra da CDU.
O Estado paga a Alcobaça perto de 260 euros por aluno. O Município gasta aproximadamente 300 euros por aluno.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

CM Alcobaça discute transportes e refeições com Ministério da Educação

A notícia no site da Rádio Cister
http://www.cister.fm/destaque/proximo-ano-lectivo-motiva-reuniao-de-alcobaca-secretario-de-estado-da-educacao

Próximo ano lectivo motiva reunião de Alcobaça com Secretário de Estado da Educação
 
O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça reuniu com o Secretário de Estado da Educação por causa dos transportes e refeições escolares do próximo ano letivo.
O encontro com o governante ocorreu no passado dia 4 e depois de um pedido de urgente reunião, por parte da Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCIM),
Em causa está a Lei dos Compromissos, que a ser cumprida, impossibilita as autarquias de lançarem os respetivos concursos públicos para o ano letivo de 2012/2013.
Em resposta, Paulo Inácio recebeu a garantia de que iria ser criado um “regime de exceção”, já na esta semana, à Lei dos Compromissos, algo que possibilitaria as autarquias avançarem com a abertura dos concursos públicos para o fornecimento da refeições nas escolas e também para os transportes escolares.
Todavia, este regime de exceção apenas abrangerá as questões educativas, deixando de fora outras organizações dos municípios.
Significa isto que o autarca de Alcobaça não sabe neste momento se a lei o autoriza a organizar eventos culturais, como é exemplo a Feira de São Bernardo, que decorre anualmente em Agosto.
Sem nunca se referir à “grande festa do concelho de Alcobaça, Paulo Inácio diz apenas que neste momento “podem estar em causa algumas festas de cidades, feiras”.
Há também um conjunto de “serviços mínimos”, como as AEC – Actividades de Enriquecimento Curricular, que o edil de Alcobaça diz não saber ainda como se irá proceder para que os municípios continuem a prestar esses serviços à sociedade

Estrada Pataias-Alcobaça é um "quadro imaginativo"

Na edição escrita nº986 do Região de Cister de 12 de julho de 2012

Estradas de Portugal avalia intervenções em Alcobaça

A Estradas de Portugal está a avaliar a possibilidade de realizar várias intervenções no concelho de Alcobaça. A EN 8-6, que liga a sede do concelho à Benedita, poderá vir a ser alvo de melhoramentos.
Esta terça-feira, o presidente da empresa, António Ramalho, esteve reunido com o presidente da Câmara de Alcobaça e revelou que vão ser desenvolvidos estudos de avaliação de tráfego após a abertura do IC9, após o que serão definidas prioridades.
“Estamos a delinear um plano estratégico de intervenções de pequena dimensão, sem grande espetáculo mediático, mas que visam resolver problemas das populações”, declarou o dirigente, explicando que a construção de uma nova estrada entre Alcobaça e Benedita vai ter de esperar.
“Já temos um quadro razoável de estradas, pelo que temos de nos concentrar em melhorar o que temos em vez de construir de novo”, frisou António Ramalho, que garante estar atento à necessidade de um nó de acesso a Aljubarrota no IC9.
“São assuntos que merecem análise, mas a lógica partilhada com os privados que desenvolveram a concessão obriga a conversações”, concluiu.
Por outro lado, a passagem da VCI para a Estradas de Portugal, que poderá representar um encaixe de 5 milhões de euros para a Câmara, será alvo de “uma análise técnica e, posteriormente, uma avaliação financeira”.
O presidente da Câmara manifestou preocupação com a resolução de algumas destas questões, salientando que também a estrada que liga Alcobaça a Pataias deverá ser alvo de um “quadro imaginativo”. Paulo Inácio observa que as ligações entre as principais freguesias e a cidade “são uma prioridade” para a autarquia.


Comentário

Por aquilo que se percebe depois, ao ler a notícia, é que a única estrada que sofrerá melhoramentos é a de Alcobaça para a Benedita.
Pataias tem há muito duas situações para resolver.
A primeira é o atravessamento pela EN242 do centro de Pataias: a chamada requalificação da Av. Rainha Santa Isabel foi cabeça de cartaz e promessa eleitoral deste PSD (da Câmara e da Junta). Nunca os ouvi dizer nada contra o projeto apresentado, e/ou quais as alternativas que propõem. Deduzo pois que se mantém a promessa exatamente naqueles moldes.
É público que não gosto nem um pouco das soluções apresentadas, que se forem implantadas Pataias ficará muito pior e por isso tremo sempre que se fala em Pataias e na Estradas de Portugal.
Outro problema, mais premente, mais urgente, verdadeiramente necessário, é o arranjo da estrada de Pataias a Alcobaça.
Já estamos todos (aqui em Pataias e na Martingança) fartos de ouvir dizer que é um problema de dificil resolução, que há a Câmara da Nazaré, que há isto, que há aquilo.
Agora o presidente da Câmara diz que a ligação de «Alcobaça a Pataias deverá ser alvo de um "quadro imaginativo"». Já 'tou a ver: vamos todos imaginar que não tem buracos. Ou que é um troço do Paris-Dakar...
Mas sinceramente não percebo. Arranjar a estrada de Alcobaça à Benedita?
Eu não vejo necessidade nenhuma da obra...

sábado, 7 de abril de 2012

IC9 Nazaré-Alcobaça-EN1 já abriu

A notícia no site da TVI
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/ic9-nazare-alcobaca-tvi24-estrada/1339151-4071.html

IC9 entre Nazaré e Alcobaça abriu ao trânsito
Troço em causa tem 12 quilómetros de extensão


O troço do IC9 (Itinerário Complementar) entre a Nazaré e Alcobaça abriu ao trânsito durante a tarde desta sexta-feira, informou a autarquia que considera tratar-se de uma obra estruturante para o concelho.
«Houve um esforço para que a obra estivesse concluída neste fim de semana da Páscoa e o troço entre a Nazaré e a ligação ao IC2, atravessando todo o concelho de Alcobaça, abriu hoje ao público», disse à Lusa o presidente da câmara de Alcobaça, Paulo Inácio (PSD).
Os 12 quilómetros que ligam a Nazaré a Alcobaça ¿ a que se juntam mais cinco até ao nó de acesso ao IC2, em S. Jorge, no concelho de Porto de Mós ¿ integram, segundo Paulo Inácio «uma rede estruturante para o concelho», permitindo «num futuro muito próximo fazer a ligação de Alcobaça a toda a rota do património histórico».
O troço agora concluído faz parte de uma obra com a extensão total de 53 quilómetros, ligando Nazaré, Alcobaça, Porto de Mós, Ourém e Tomar, adjudicada pela concessão Litoral Oeste.
O concelho de Alcobaça ficará com três nós de acesso à via, um na cidade, outro em Maiorga e um terceiro em S. Vicente de Aljubarrota, onde será feito o acesso ao IC2.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Ações em defesa da Linha do Oeste

A notícia no "jornal das Caldas"
http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2012/01/25/vigilias-em-defesa-da-linha-do-oeste/

Vigílias em defesa da Linha do Oeste

A Comissão Para a Defesa da Linha do Oeste vai promover no dia 3 de fevereiro, pelas 18.00 horas, um conjunto de vigílias, em simultâneo, junto às estações do Bombarral, Caldas da Rainha, S. Martinho do Porto, Valado de Frades, Martingança, Marinha Grande e Leiria.

Continua na ordem do dia, a possibilidade do encerramento do serviço de transporte de passageiros entre as Caldas da Rainha e a Figueira da Foz, apesar de o Governo ter adiado a medida, prevista inicialmente para o final do ano passado.

A comissão considera significativas as conclusões do estudo da Plataforma, apresentado recentemente, já que “desmonta, por um lado, a argumentação do Plano de Transportes do Governo, para encerrar o serviço de transporte de passageiros entre as Caldas da Rainha e Figueira da Foz, e por outro, apresenta um conjunto de propostas quase sem custos, que poderão melhorar a qualidade dos serviços prestados aos utentes e, que a serem aceites pelo Governo e concretizadas pela CP, poderão contribuir para a manutenção do serviço de transporte de passageiros, no troço a norte das Caldas da Rainha, mas com influência positiva também a sul”.

“Os preços dos transportes coletivos de passageiros, nomeadamente, ferroviários, vão aumentar no próximo dia 1 de fevereiro, em média 5%. Estes aumentos são tão mais inaceitáveis, no caso da Linha do Oeste, quando os serviços prestados aos utentes ficam muito aquém dos níveis de qualidade e eficácia exigíveis, em matéria de horários, duração das viagens e conforto do material circulante e estações. O próximo aumento dos preços é ainda um novo “empurrão” para afastar os utentes do transporte ferroviário, já de si sujeitos a um serviço de baixa qualidade”, considera a comissão.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Transportes no concelho de Alcobaça

Na edição escrita 936 do Região de Cister

Alcobaça e Pataias
Câmara estuda transportes entre freguesias

 
O presidente de Câmara anunciou, esta segunda-feira, que está a ser estudado um percurso suplementar de transportes públicos entre Pataias e Alcobaça como resposta a dar aos jovens estudantes do Norte do concelho que vão estudar em escolas de concelhos vizinhos. Depois de várias intervenções feitas pelos vereadores do PS sobre a questão dos transportes do Norte do concelho para a a cidade de Alcobaça, eis que poderá surgir uma melhor solução que faça diminuir o tempo de cerca de uma hora entre Pataias a Alcobaça”, escreveu o vereador do PS, José Acácio Barbosa, no seu blogue.

Na edição on-line da Rádio Cister

A Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) vai reforçar os transportes rodoviários nas freguesias de Benedita, Turquel e Vimeiro.

Os novos circuitos interurbanos deverão ser inaugurados no próximo dia 20 de Agosto e surgiram através de uma parceria entre Alcobaça e a Rodoviária do Tejo, explicou Paulo Inácio, adiantando que o acordo não trás custos para a CMA porque ficou definido que a empresa transportadora ficará com todos os proveitos dos bilhetes.
Os autocarros estarão preparados para serem utilizados por pessoas de mobilidade condicionada e terão preços de bilhetes “muito interessantes”, em relação ao que é normalmente cobrado neste setor, assegurou ainda o presidente da CMA.
Refira-se ainda que com a criação destes circuitos interurbanos, deixa de fazer sentido a criação dos Transportes Urbanos da Benedita (TUB), cuja criação havia sido anunciada pelo executivo PSD para o inicio de 2011, o que não veio a acontecer.
A partir do dia do município, a 20 de Agosto, a Benedita, mas também Turquel e Vimeiro passarão a ser servidas por um circuito de transportes urbanos.

Comentário

A partir de 20 de Agosto há um circuito de transportes urbanos para a Benedita, Turquel e Vimeiro.
A 20 de Julho, a Câmara anuncia que VAI ESTUDAR um circuito alternativo para os transportes públicos escolares entre Pataias e Alcobaça.
Uma vez mais, há soluções para as outras freguesias e estudos para Pataias (estudos que se arrastam - para não dizer há décadas - desde o início deste executivo).

Cá para mim, se vendermos mais qualquer coisa à Cibra e se pagarmos do nosso (de Pataias) bolso, a Câmara arranja logo solução para as necessidades da população de Pataias.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Transportes escolares Pataias-Alcobaça

Do blogue do vereador Acácio Barbosa
http://joseacaciobarbosa.blogspot.com/2011/07/na-reuniao-de-camara-ontem-iii.html

Na reunião de Câmara ontem (III) [25/07/2011]
Transportes Pataias-Alcobaça

O Presidente de Câmara,  anunciou que se estava a estudar um percurso suplementar nos transportes públicos   entre Pataias-Alcobaça como resposta a dar aos jovens estudantes do Norte do concelho que vão estudar em escolas de concelhos vizinhos. Depois de várias intervenções feitas pelos vereadores do PS sobre a questão dos transportes do Norte do concelho para a a cidade de Alcobaça, eis que poderá surgir uma melhor solução que faça diminuir o tempo de cerca de uma hora entre Pataias a Alcobaça. Importa sublinhar que as propostas do PS têm vindo a ser feitas no sentido de ser suplementar (mantendo-se o já existente) e directo o transporte entre Pataias e Alcobaça.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Transportes entre Pataias e Alcobaça são maus

A notícia é do Região de Cister nº 921 de 14 de Abril de 2011

Jorge Agostinho diz que “estamos a fornecer alunos a outros concelhos”
PS pede melhores transportes entre Martingança, Pataias e Alcobaça


Uma melhor rede de transportes entre as freguesias a norte do concelho e a cidade foi o que pediu segunda-feira Jorge Agostinho, vereador do PS na Câmara de Alcobaça, que reclamou empenho na matéria por parte da maioria PSD .
“Está em causa a identidade dos alunos do concelho”, disse o autarca socialista, referindo-se ao facto de os alunos do norte do concelho frequentarem, a partir do 9º ano, escolas nos concelhos de Nazaré, Marinha Grande e Porto de Mós, em vez de optarem pelas secundárias da cidade de Alcobaça, culpas que atribui aos poucos autocarros. “Estamos a fornecer alunos a outros concelhos”, sublinhou o autarca, que ironizou: “O transporte de Pataias para Alcobaça é o mesmo que utilizei quando estagiei”. Os horários pouco mudaram: há um autocarro de ida para Alcobaça pelas 7 horas e outro de regresso ao final do dia.
O presidente da Câmara deu razão a Jorge Agostinho e assegurou dialogar com a Rodoviária do Tejo e pensar numa campanha de mobilização de pais e alunos para escolherem escolas dentro do concelho.

Comentário

Esta é uma questão que se arrasta há demasiado tempo.
A vereadora Vera Mónica ficou de encontrar soluções em Novembro de 2009. Se calhar, na sua busca, ficou num dos buracos que liga o Casal da Areia a Pataias e não foi capaz de sair.
Será que as propostas virão antes do final do ano lectivo, para que as escolas de Alcobaça sejam efectivamente uma opção para quem estuda nas freguesias de Pataias e Martingança?
O vereador Jorge Agostinho tem razão em dizer o nível de serviço dos transportes públicos entre Pataias e Alcobaça é semelhante ao existente na sua juventude. E não tem deixado cair o assunto no esquecimento. Mas também ele já teve, durante oito anos, oportunidade de resolver a questão...

http://sapinhogelasio.blogspot.com/2009/11/cma-e-o-subsidio-dos-transportes.html
http://sapinhogelasio.blogspot.com/2009/11/ainda-os-transportes-escolares.html
http://sapinhogelasio.blogspot.com/2010/01/rede-de-transportes-escolares-de.html
http://sapinhogelasio.blogspot.com/2010/05/transportes-escolares-o-problema.html 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Centro de Saúde de Pataias estende influência até à Maiorga

A notícia é do jornal Região de Cister, na sua edição escrita nº 920  de 7 de Abril de 2011

Utentes da Maiorga só têm médico de família em Pataias
   
Desde sempre que os utentes da Maiorga, paredes meias com a freguesia de Alcobaça, recebem cuidados primários de saúde na cidade, mas a aposentação de médicos na Unidade de Saúde Familiar (USF) de Pedro e Inês está a ‘empurrar’ cerca de 500 pessoas para a unidade de Pinhal do Rei, em Pataias.
A situação causou indignação junto de munícipes e Junta de Freguesia da Maiorga. A presidente, Rosa Domingues, fala em “descontentamento” e garante que aquela autarquia estará ao lado dos habitantes. “Vamos fazer os possíveis para que as pessoas tenham assistência na sua unidade de saúde familiar natural, que é a de Alcobaça”, assegura a autarca.
Alguns utentes da Maiorga estão mais perto da USF de Pedro e Inês do que muitos habitantes de Alcobaça. Além da proximidade física, a ligação é quase histórica: “Há pessoas da Maiorga que eram acompanhadas pelo mesmo médico há 30 anos”, refere Rosa Domingues.
A falta de vagas na cidade verifica-se desde que três médicos - Maria João Lameiras, Jorge Araújo e Cristina Melo - se aposentaram. Os utentes dos seus ficheiros, cerca de cinco mil, ficaram sem médico em Alcobaça.
Por enquanto, a contestação verifica-se apenas com os 500 oriundos da Maiorga. “Há disponibilidade na USF de Pinhal do Rei, respeitamos os profissionais de Pataias, mas os habitantes da Maiorga não querem ir para Pataias, não têm nada a ver com Pataias, que fica a 18 quilómetros, e nem sequer há transporte para lá”, resume Rosa Domingues, que garante ser “apologista das USF”.
Entretanto, o caso foi levado a reunião de Câmara pelo vereador da CD U, Rogério Raimundo, que apelidou a situação de “escandalosa” para Alcobaça e pediu ao presidente da autarquia para “fazer mais pressão” junto da tutela.
O presidente da autarquia classifica o problema de “gravíssimo” e sublinha que “dada a proximidade com Alcobaça, não faz sentido deslocar os utentes para Pataias”. Paulo Inácio diz-se ainda preocupado com a situação das contratações na função pública, que estão congeladas. “E depois há um incentivo à reforma porque as pessoas estão preocupadas com a perda de direitos”, refere o autarca.
Está prevista para amanhã uma reunião com o presidente da Câmara, a autarca da Maiorga e a responsável do Agrupamento de Centros de Saúde do Oeste Norte, Teresa Luciano. “Vou ser muito contundente nestas reuniões”, garante o presidente da Câmara”.

Poucos médicos

Há, actualmente, na área de intervenção do Agrupamento de Centros de Saúde do Oeste Norte, e de acordo com dados divulgados por aquele organismo, 17301 utentes sem médico de família. No concelho de Alcobaça há 32 médicos, mas prevê-se que esse número seja reduzido para 30 profissionais.

Comentário

Os doentes têm de vir da Maiorga até Pataias. E se o doente não tiver automóvel próprio, será que há um serviço de transportes públicos eficaz para servir estes doentes?
Eu não sei bem, mas parece-me que a diferença entre o nível e qualidade do serviço dos transportes públicos entre Pataias e a Maiorga não será muito diferente daquela que existe entre a Nazaré e... as Berlengas.
Os habitantes da Maiorga, no seu direito, e com razão face às acessibilidades e ligações sócio-afectivas inexistentes, não querem vir para a Unidade de Saúde Familiar de Pataias. 
Quanto à Câmara, há quantos anos Pataias reclama uma ligação eficaz à sede de concelho?

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Transportes escolares com menos dinheiro

A notícia é da Rádio Cister.

Câmaras forçadas aceitar verba oferecida pelo Governo para Transporte Escolar
 
300 euros por aluno é a comparticipação anual da Direcção Regional de Educação de Lisboa (DREL) para os transportes escolares em Alcobaça.

O apoio acordado entre as duas instituições corresponde a 40 por cento da despesa que a Câmara Municipal de Alcobaça tem com o transporte escolar.

O presidente da Câmara, Paulo Inácio, admite que “a posição inicial da associação de municípios era de exigir uma maior comparticipação do Estado”, mas algumas autarquias decidiram aceitar as propostas das respectivas direcções regionais de educação.

“Alcobaça acabou por fazer o mesmo, evitando que a autarquia ficasse sem qualquer comparticipação do Ministério da Educação”, acrescentou.

Para além do valor, que considerada"demasiado baixo", o autarca de Alcobaça fala ainda no o encerramento de várias escolas do 1º ciclo do ensino básico, imposto pelo Ministério, que, ao contrário do acordado, não obteve da tutela o apoio financeiro corresponde ao aumento dos encargos provenientes da necessidade de transportar os alunos dos estabelecimentos de ensino encerrados para as escolas de acolhimento.

“A situação veio agravar ainda mais o peso das despesas dos municípios com a educação, quando essa é uma responsabilidade da administração central”, argumenta o presidente do executivo camarário.

Paulo Inácio espera agora que com o arranque do próximo ano lectivo, o Estado reveja a sua posição e aumente a comparticipação relativa aos transportes escolares.

Comentário

Também ainda não foi encontrada solução para os transportes escolares entre Pataias e Alcobaça.
Esta redução de verbas vai significar, na prática, que os jovens da freguesia de Pataias vão continuar a prosseguir os seus estudos fora do concelho.
Entretanto, a Câmara Municipal, alegadamente, está a negociar com a Rodoviária Nacional transportes urbanos para a Benedita...