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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Qualidade de água de Paredes da Vitória

Zona de abastecimento da captação de água do vale de Paredes da Vitória


Volume (m3/dia): 1.100
População Total Abastecida: 6.591
Origem de Água: Ribeira de Paredes Vitória
Natureza: Superficial
Análises Agendadas no Ano de 2016: 24 Controlos de Rotina 1 (CR1), 10 Controlos de Rotina 2 (CR2) e 2 Controlos de Inspecção (CI)

Os resultados das análises aqui.

domingo, 10 de agosto de 2014

Visita aos moinhos das Paredes

Decorreu ontem a visita guiada aos moinhos do vale das Paredes, patrocinada pela Biblioteca de Verão de Paredes da Vitória.
Num percurso de quase 6 km e ao longo de quase 4 horas, as duas dezenas e meia de participantes passaram pelos antigos caminhos que ligavam o vale de Paredes a Pataias e conheceram os 11 moinhos (e as suas 18 mós) existentes, para além da visita à fonte dos Castanheiros e a paragem nas eventuais ruínas da Capela de Nossa Senhora do Desterro.
Para apoio aos participantes, foi distribuído um mapa e folheto informativo, para além de uns pequenos "mimos" ao longo da viagem.
Uma palavra final de agradecimento para a Cremilde e para o Adérito, que abriram os seus moinhos à visita, enriquecendo a mesma de forma excepcional, e para o apoio logístico do António Grilo.
As fotografias são da Fátima Mota.

 O grupo numa das paragens. Aqui, no antigo "Caminho das Paredes" ou "Carreiro das bicicletas", na descida do vale. Este era o trajeto mais curto do vale das Paredes para Pataias.

 O moinho da Ti Inácia da Farinha. Apesar do estado degradado, é o único moinho cujo espaço envolvente se encontra cuidado pelos atuais proprietários, o que facilita e embeleza, em muito, a sua visita. Propriedade inicial de António Feliciano, aqui também se moeu cimento proveniente dos fornos da Pedra do Ouro.

 A paragem junto aos moinhos da Ti Inácia da Farinha, com observação das diferentes mós aí existentes, e ainda do açude, dos canais dos cubos e dos olhais dos moinhos e onde se recordaram histórias das moleiras, de lavar a roupa e das tripas dos porcos.

 De difícil acesso, o moinho do Umbelino ofereceu a mais espetacular paisagem da visita, com o jogo de braças e raízes caídas, de luz e de sombra, sobre a cristalina água do ribeiro das Paredes.

 A queda de água, na "praia da Botas", perto do moinho do Fadisca. À excepção do desnível junto aos Moinhos (Paredes Velhas), este é o único local do vale de Paredes onde a água do rio está em contato direto com o substrato rochoso da região e não com as areias brancas.

 Paragem junto às eventuais ruínas da Capela de Nossa Senhora do Desterro, onde se ouviram as histórias dos três Gastões Coutinhos, um deles, construtor da capela.

 Moinho da Belmira( ou do Quim Zé ou da Cremilde). Um restauro parcial mas muito pormenorizado, a que faltam os rodízios para que possa trabalhar.

O fim da visita guiada, junto às escolas velhas das Paredes, depois da passagem pelo vale e pelos canais de rega.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Passeio aos moinhos do vale das Paredes

A notícia na edição 1094 do Região de Cister de 7 de agosto de 2014

Paredes da Vitória
Passeio pedestre pelos moinhos do vale decorre sábado

A Biblioteca de Verão do Espaço Cultural da União de Freguesias de Pataias e Martingança apresenta “Os moinhos do vale das Paredes”, no próximo sábado, a partir das 9 horas. O passeio pedestre com visita guiada pretende dar a conhecer as Paredes de um modo diferente a todos os participantes. O passeio aos moinhos tem inscrições limitadas.

Comentário
As inscrições para o passeio estão esgotadas.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Visita guiada aos moinhos das Paredes "Esgotada"


Foram preenchidas já todas as vagas disponíveis para a visita guiada aos moinhos do vale das Paredes.
Por motivos de segurança e por ser uma visita guiada e não uma caminhada "tradicional", havia um limite de vagas que já foram atingidas.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Deslizamento de vertentes nas Paredes

A situação não é nova.
As fotografias são do passado dia 8 de abril de 2013.
A vertente sul do vale de Paredes voltou a sofrer um deslizamento, desta feita, junto aos moinhos.
Ao contrário de situações anteriores, a nova ocorrência não sucedeu junto de antigos deslizamentos mas numa área onde existia muita vegetação. Apesar da área relativamente reduzida, há algum perigo evidente para as diversas habitações aí existentes.
De assinalar, na proximidade, à esquerda nas fotografias, uma outra área de deslizamentos continuados já desde janeiro de 2010 e devidamente identificada (e alertada) desde então.

http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2010/01/deslizamento-de-vertente-nas-paredes.html
http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2010/03/novo-deslizamento-de-vertente-nas.html




terça-feira, 27 de novembro de 2012

Descontos do IMI nos centros históricos

A notícia no site da Rádio Cister
http://www.cister.fm/destaque/descontos-imi-para-os-centros-historicos-de-alcobaca
 

Descontos do IMI só para os Centros Históricos de Alcobaça

O executivo camarário de Alcobaça decidiu não alargar a todo o concelho os descontos em sede de IMI para os proprietários que fizerem obras em 2013.
A proposta tinha partido da CDU, que entende como “injusto a autarquia beneficiar apenas os que têm imóveis nos centros históricos de Alcobaça, Aljubarrota e São Martinho do Porto, deixando de fora todos os restantes proprietários”.
Segundo Rogério Raimundo, vereador da CDU, “a maioria PSD perdeu, desta forma, uma oportunidade para mostrar ter uma consciência social”.
Já Paulo Inácio, presidente do executivo, justifica a manutenção dos descontos de 20% do IMI com o facto de já existirem outros mecanismos fiscais de discriminação positiva, nomeadamente na Derrama, onde “as empresas que tenham uma faturação inferior a 150 mil euros pagarão 1 por cento deste imposto, em vez de 1,3%”, para além de se ter procedido, em relação ao ano anterior, a uma redução de um por cento da participação da autarquia no IRS.


Comentário
De acordo com o PDM de Alcobaça, também o núcleo urbano dos Moinhos, em Paredes da Vitória, se encontra definido como núcleo histórico do concelho de Alcobaça.

domingo, 11 de março de 2012

Arrebato de Pechisbeque

Vale de Paredes (outra vez).
 
Nem sei bem qual deverá ser o comentário.
Se o elogio pelos materiais biodegradáveis na construção, se a estética das instalações sanitárias, se a “vista” e o incentivo da água a correr, ou se… o esgoto direto para o rio.
 
Entretanto, com cada vez mais situações destas, quem pode dizer que o vale das Paredes é um dos ex-libris da povoação e uma mais valia para a praia?
A recordação de um vale verdejante, de uma fertilidade agrícola ímpar, é cada vez mais uma lenda, como a alegada fortaleza no rochedo do castelo. Mas essa, alguém deitou abaixo.
Aos “monumentos” que se vão erguendo no vale, alguém acudirá?

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Abastecimento de Água às Paredes


Passam, neste mês de Novembro, 40 anos sobre o início do abastecimento de água canalizada nas Paredes da Vitória. A obra teve como grandes impulsionadores os moradores da pequena aldeia, que se disponibilizaram a suportar os custos das obras e que contaram também com a colaboração da Cibra, nomeadamente nos levantamentos topográficos necessários.
A captação foi feita junto à fonte dos Castanheiros, no mesmo local onde hoje se encontra a actual captação. 
Ao todo, a obra custou 44 contos. Aos cerca de 25 interessados coube a quantia de 2 mil escudos a cada um, assim como uma verba 60 escudos anuais como “taxa de conservação”, pagos à Junta de Freguesia de Pataias.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Arrebato de Pechisbeque


É no vale das Paredes. As barracas vão paulatinamente sendo transformadas em casas.
Por outro lado, se a 50 metros há casas supostamente embargadas (várias vezes), vendidas e tranquilamente à espera das licenças de habitabilidade... Porque não?

sábado, 2 de abril de 2011

Qualidade da água de Paredes da Vitória

A notícia no Região de Cister nº919

Paredes da Vitória recebe nota “boa” e rio de Alfeizerão tem água “muito má”
Anuário do Instituto da Água considera“má” a água da nascente do Alcoa


O anuário do Instituto da Água (Inag) classifica de “má” a qualidade da água do rio Alcoa, através de monitorizações feitas em Chiqueda.
No mesmo documento, referente a 2009 e disponível no site oficial do Inag, a Ribeira de São Pedro, em Paredes da Vitória, de acordo com o anuário, água “boa”. Aliás, das três ribeiras do Oeste, sendo a outra a da Penha Longa, a que melhor resultados tem é a das Paredes.
Na Fervença, o Alcoa recebe nota “má” e em Alfeizerão a água do rio tem, há vários anos, classificação “muito má”.
Eduardo Marques, administrador dos Serviços Municipalizados, tranquiliza as pessoas, lembrando que a qualidade da água dos rios em nada afecta a água das captações em profundidade, que se destinam ao consumo humano.
No distrito, o rio Lis, em Leiria, tem péssimas classificações. Na monitorização da ponte do Arrabalde recebe nota “má” e em Monte Real a classificação é mesmo “muito má”.

A informação do INAG

1995      
1996     Carência bioquímica de oxigénio
1997     Carência bioquímica de oxigénio
1998     Coliformes totais
1999     Carência bioquímica de oxigénio, Carência química de oxigénio, Coliformes totais, pH, Oxigénio dissolvido (sat), Coliformes fecais e Estreptococos fecais
2000     Estreptococos fecais, Oxidabilidade, Carência bioquímica de oxigénio, Coliformes fecais, Coliformes totais, Carência química de oxigénio e pH
2001     Coliformes fecais, Oxidabilidade, Estreptococos fecais, Carência química de oxigénio e Coliformes totais
2002     Cianetos, Estreptococos fecais, Coliformes totais, Azoto Kjeldahl, pH e Oxidabilidade
2003     Carência bioquímica de oxigénio e Oxidabilidade
2004     Azoto Kjeldahl, pH, Oxidabilidade, Carência química de oxigénio, Coliformes fecais, Coliformes totais, Estreptococos fecais e Oxigénio dissolvido (sat)
2005     Carência química de oxigénio
2006     Fenois
2007     Carência bioquímica de oxigénio, Estreptococos fecais, Cádmio, Carência química de oxigénio, Coliformes fecais, Coliformes totais e Azoto Kjeldahl
2008     Fenois
2009     Coliformes fecais, Coliformes totais, Carência química de oxigénio, Oxidabilidade, Carência bioquímica de oxigénio e Estreptococos fecais

quinta-feira, 6 de maio de 2010

A má gestão do litoral de Pataias

Da edição 872 on-line do Região de Cister:

Oikos aponta má gestão nas praias de Alcobaça

 Fotografia do Região de Cister

Nas praias da Pedra do Ouro, Vale Furado e São Martinho do Porto (Monte do Facho) constrói-se "em clara situação de risco". A conclusão é da Oikos - Associação de Defesa do Ambiente e do Património, de Leiria, que promoveu, no passado mês, a conferência ‘Litoral: problemas e potencialidades’.

Salientou-se, também, os "casos paradigmáticos de má gestão e de mau ordenamento" existentes naqueles três lugares à beira-mar do concelho de Alcobaça.

O litoral regional entre a Figueira da Foz e São Martinho do Porto denuncia, de acordo com a associação, a "progressiva ocupação da orla costeira por espécies vegetais exóticas".

A educação ambiental foi a ‘arma’ apontada para trabalhar-se a conservação do litoral, que apresenta fragilidades. Foi destacada a necessidade de uma maior informação e formação da população relativamente às "questões do conhecimento da dinâmica e dos mecanismos de gestão do litoral de forma a tornar a sua acção junto das entidades e do poder político mais esclarecida e exigente".

Para a Oikos, a recém-criada Estratégia de Gestão Integrada das Zonas Costeiras, "apesar de algumas insuficiências", poderá tornar-se um "importante instrumento de gestão do litoral". E acrescenta: "A interdição de edificação e recuo programada das áreas urbanas pode constituir soluções para a zona litoral.

A Associação de Defesa do Ambiente e do Património de Leiria refere que "grande parte dos problemas litorais advém de uma ocupação antrópica errada, colocando em perigo o seu equilíbrio devido à artificialização do litoral enquanto financeiramente rentável".

Durante a conferência, chegou-se à conclusão que os "municípios poderão e deverão desempenhar um importante papel na gestão do litoral, quer em termos de recuperação de áreas degradadas de implementação de medidas de salvaguarda e ainda no que respeita à informação e formação dos cidadãos".

Comentário

Há anos que assistimos à destruição impune do nosso litoral, perante a total passividade da Câmara Municipal de Alcobaça.
Ele foi a destruição das arribas de Vale Furado para construção de uma "arrecadação agrícola", ele foi o licenciamento de obras em zonas de risco (sobre as arribas de Vale Furado e da Légua), ele foi o licenciamento de obras sobre as dunas e vertentes do Vale de Paredes, ele foi a construção de uma ETAR sobre a praia, ele foi o licenciamento de empreendimentos turísticos sobre as arribas da Pedra do Ouro, ele foi o licenciamento de projectos imobiliários megalómanos para a Pedra do Ouro, ele é a incapacidade de parar a ocupação selvagem e desordenada do vale das Paredes (entre os moinhos e a praia).
Entretanto, a oferta (quase) única do nosso litoral - a presença de valores naturais e habitats nacionalmente importantes (dunas, pinhal e arribas); zonas de baixa de pressão de recreio e experiência de natureza; existência de paisagens abertas e padrões definidos de cobertura do solo e presença de áreas onde as pessoas podem fugir do trânsito, multidões e do ruido - está a pouco e pouco a desaparecer.
A desculpa do PDM - e do atraso na sua revisão - não explica tudo.
Parece-me, que há aqui uma grave incapacidade (ou interesses "divergentes"?) da Câmara em defender o seu território.
Embargar, consecutivamente obras (as mesmas obras - de acordo com o vereador Hermínio Rodrigues, uma das novas construções feitas no vale das Paredes foi embargada 3 vezes), sem que isso produza qualquer efeito prático, no presente, ou no futuro, é algo que tem de ser minuciosamente explicado.
Sob o risco de criar a suspeição se não haverão interesses económicos mais relevantes que a protecção do solo, do território, da qualidade ambiental e, por fim, da qualidade de vida e da sustentabilidade do litoral da freguesia de Pataias.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Pedido estudo para as águas do concelho

A notícia é da Rádio Cister.

Origem da Água que abastece Alcobaça estudada

A CDU pediu acesso ao estudo sobre a qualidade das águas de Alcobaça.
Os comunistas querem obter dados sobre as características termais da água que os alcobacenses andam a beber.
O vereador Rogério Raimundo justificou o pedido com um artigo que leu sobre as Termas da Piedade.
Segundo o vereador, «há estudos sobre a matéria, mas em doze anos de vereação nunca conseguiu ter acesso a nenhum documento».
De acordo com alguns estudos efectuados, a Serra dos Candeeiros é uma grande esponja onde se concentram todos os rios subterrâneos. Essa água explode no Poço Suão, onde Alcobaça retira a água que abastece cerca de metade do concelho.
A origem e quantidade da água que chega ao ponto de captação em Alcobaça, em Chiqueda, sempre foi motivo de curiosidade.
A Serra dos Candeeiros desde sempre foi apontada como a origem, mas a quantidade do reservatório continua desconhecida, devido à complexidade geológica daquele local e, sobretudo, aos muitos algares aí existentes, por onde se esconde uma grande quantidade da água potável.

Comentário

Também seria interessante um estudo às nascentes do Vale das Paredes. Abastecem as freguesias de Pataias e Martingança, debitando um caudal relativamente constante ao longo do ano.
Interessante também, seria um estudo de impacto ambiental sobre o campo de golfe e os lençóis freáticos da zona. Serão lançados para estes terrenos, altamente permeáveis e à superfície constituídos por areias, milhões de litros de água que regarão jardins e relvados altamente adubados.
Ou, em alternativa, os efluentes das ETAR’s da Pedra do Ouro e das Paredes, lançados para o pinhal. Quem garante o efectivo tratamento terciário dos mesmos? A história diz-nos que estes “acidentes” estão sempre a acontecer.
Quer umas (águas de rega infiltradas no subsolo), quer outras (efluentes das ETAR’s), podem ter elevados teores de nitratos. Que impacto terá sobre as nascentes do Vale das Paredes, mesmo ali ao lado?
Aí está uma questão que eu gostaria de ver respondida.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Desmoronamento no vale das Paredes custa 20 mil euros

 A notícia é da edição escrita nº863 do Região de Cister, de 4 de Março de 2010

Terra abateu no vale de paredes da vitória e danificou ciclovia
Rompimento de manilha provoca desmoronamento


Uma das manilhas de águas pluviais do vale das Paredes não aguentou a força da chuva do passado fim-desemana, rompeu e provocou um enorme desmoronamento de terras no local, abrindo uma cratera no vale e danificando a ciclovia da Estrada Atlântica.
O serviço municipal de Protecção Civil foi rápido a colocar avisos de perigo, seguindo-se uma equipa que procede à reparação das manilhas, que esta terça-feira ainda continuava no local.
Após a reparação da manilha e dos trabalhos de sustentação e estabilização das terras, será reparado aquele troço da ciclovia.
No local, junto ao acesso sul a Paredes da Vitória, ainda é visível a cratera que o deslizamento de terras provocou junto às bombas de água.
O vereador das Obras Públicas refere que a Câmara deverá gastar entre 15 a 20 mil euros nas obras de reparação. Hermínio Rodrigues garante ainda que a situação está normalizada.
O vale das Paredes tem sido fustigado por alguns deslizamentos de terras, tendo um deles acontecido há cerca de um mês. Nessa ocasião, os terrenos do vale ficaram inundados e foi necessária a intervenção do serviço municipal de Protecção Civil.
Esta semana, registou-se novo deslizamento, que não causou danos maiores.
Noutros outros pontos do concelho, registaram-se várias ocorrências decorrentes do mau tempo que assolou a região sobretudo no sábado.
Na área de actuação da GNR de Alcobaça, foram 13 as ocorrências registadas, entre as 14 e as 16 horas de sábado, na sequência do mau tempo que se fez sentir na região.
A situação mais grave que mereceu a intervenção da GNR foi a queda de uma árvore na Lameira, com danos em viaturas. Há ainda a assinalar a queda de árvores em várias outras localidades do concelho, bem como o corte de algumas estradas e a queda de telhados.
Apesar dos vários danos materiais, não há registo de qualquer vítima de ferimentos na sequência do temporal.

terça-feira, 2 de março de 2010

Novo deslizamento de vertente nas Paredes

Ocorreu um novo deslizamento na vertente norte do Vale das Paredes, entre os Moinhos e as Paredes.
Bem menor que aquele que ocorreu há pouco mais de um mês, não foi suficiente para tapar o rio nem para fazer outros estragos.
O inverno especialmente chuvoso e rigoroso, a inclinação das vertentes e a destruição do coberto vegetal estão na origem dos fenómenos.
De recordar, no entanto, que esta era já uma situação que se esperava acontecer.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Cratera na vertente do Vale das Paredes

O rompimento de uma manilha (relativa às bombas de água do Vale das Paredes) provocou uma autêntica cratera na vertente Sul do Vale das Paredes, junto aos Castanheiros (bombas de água).
A rápida evolução da mesma chegou mesmo a ameaçar a estabilidade da estrada. No entanto, as obras de reparação já foram iniciadas e a estabilização da estrada e da ciclovia está a decorrer.


sábado, 16 de janeiro de 2010

Deslizamento de vertente nas Paredes


Um deslizamento de terras na vertente do vale da Praia das Paredes, ontem, provocou uma inundação nos terrenos do vale.
No local estiveram os serviços da Protecção Civil.
Não foi o primeiro - embora há muitos anos não acontecesse nenhum, nem inesperado.
Esta situação alerta para todas as intervenções desregradas que têm sido feitas no vale e respectivas vertentes.
As intervenções constantes junto à linha de água, sempre a cortar a vertente, o corte de vegetação, a construção e as chuvas intensas, estiveram, sem dúvida, na base do evento.
Uma maior atenção é necessária, nomeadamente quanto à fiscalização das obras que são feitas no local.
Desta vez não houve vítimas nem danos materiais significativos.
Quem se responsabilizará quando os houver?



O próximo deslizamento.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A praia fluvial da Botas

Creio que no meu tempo de vida que ainda me falta, (longo, espero eu), dificilmente voltarei a ver o vale das Paredes que recordo da minha infância e juventude.
Aquela mata fechada, que o sol do meio do dia não conseguia penetrar, as águas abundantes, as enguias, as pequenas hortas e pomares religiosamente cuidados. Subir o vale, quer pelo caminho, quer pelos carreiros junto ao rio, era sempre uma aventura inolvidável que nos enchia de bem-estar e nos transportava para um mundo tão distante do mar, da praia e até da floresta de pinheiros bravos.

Depois, por um motivo ou outro, o vale foi-se abrindo em clareiras de mato que o deixaram indefeso ao sol castigador e as pequenas hortas foram ficando abandonadas.
Recordo do fim da minha juventude e início da idade adulta o vale abandonado, de pinheiros cortados e lugares mágicos irremediavelmente perdidos.

Hoje, quando posso, vou ao vale.
Já não é o mesmo.
Nunca será.

Mas há pequenas surpresas, pequenos paraísos resgatados a uma morte anunciada.

A praia fluvial da Professora Ália Botas é um deles.

Sem apoios institucionais, limpou o terreno, embelezou-o, criou um pequeno parque de merendas e uma praia fluvial. Colocou-o disponível para TODOS.
Dedicou-o à Criança. Às suas crianças, obras da sua vida.

Professora Ália, muito obrigado.