A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/escolas-da-regiao-perderam-2-mil-alunos-em-dez-anos
Escolas da região perderam 2 mil alunos em dez anos
As escolas dos concelhos de Alcobaça e Nazaré perderam quase 2 mil alunos na última década, período em que encerrou quase metade dos estabelecimentos de ensino públicos e diminuiu o número de professores, segundo a Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC).
Entre os anos letivos de 2006/2007 e 2015/2016, houve uma redução de 1.669 de alunos no concelho de Alcobaça e de 263 no concelho da Nazaré, revela a publicação Regiões em Números 2015/2016 da DGEEC. No pré-escolar e nas escolas do ensino básico há agora menos 1.638 crianças em Alcobaça e menos 340 no concelho vizinho.
Apenas no ensino secundário aumentou o número de estudantes no concelho da Nazaré, que passaram de 285 em 2005/2006 para 415.
E esta subida é justificada essencialmente pela crescente procura de alunos nos cursos profissionais: dos 415 alunos matriculados no ensino secundário 220 eram de cursos profissionais.
Já no concelho de Alcobaça, o número de estudantes no ensino secundário passou de 1.802 para 1.771, registando-se igualmente uma subida no número de alunos nos cursos profissionais (573 em 2015/16).
Segundo o estudo, é ainda possível apurar que em dez anos as escolas de Alcobaça perderam 173 professores, passando de 910 em 2006/07 para 737 dez anos depois. Em Alcobaça só os docentes de educação especial e formadores das escolas profissionais aumentaram ligeiramente.
Na Nazaré, subiu também o número de professores do pré-escolar e dos ensinos básico 3.º ciclo e secundário. No concelho vizinho, o número de docentes desceu de 192 para 161 em dez anos.
O Ministério da Educação acabou também por encerrar quase metade das escolas da região, muito por culpa dos novos centros escolares que foram construídos nos concelhos da chamada região de Cister na última década e que modificaram sobremaneira o cenário do ensino no território.
Em Alcobaça, no ano letivo de 2005/06 havia 94 escolas, 79 públicas e 15 privadas, enquanto em 2015/16 havia 55 estabelecimentos de ensino de 10.071 para 5.781.
Mas nem tudo são más notícias. Houve redução das taxas de retenção e desistência em todos os níveis de ensino. Há dez anos, 20,6% dos alunos de Alcobaça chumbava ou desistia da escola no ensino secundário, agora são 16,6%. Já no ensino básico passou de 7,5% para 5,6%. No concelho da Nazaré, as taxas de retenção e desistência são ainda mais significativas, passando de 8,6 para 5,1% no ensino básico e de 26,3 para 16,2% no ensino secundário.
A taxa de escolarização também aumentou, assim como a presença de computadores nas salas de aula. Antes, na Nazaré um computador era partilhado por quase 13 alunos e agora é por quatro. Em Alcobaça, nove alunos partilhavam um computador e dez anos depois um computador é partilhado por três alunos. Os estudantes também passaram a ter mais computadores com acesso à internet, já que há dez anos um computador tinha de ser partilhado por 11,2 alunos em Alcobaça e por 15 na Nazaré e agora existe um computador com internet para cada quatro estudantes em Alcobaça e cinco na Nazaré.
No contexto do distrito, apenas Caldas da Rainha e Óbidos viram aumentar o número de alunos na última década, admitindo-se que alguma redução do número de alunos em Alcobaça se fique a dever à transferência para estabelecimentos de ensino nas Caldas.
O concelho do distrito que perdeu percentualmente mais alunos foi Castanheira de Pêra, com 37,6% de perda, logo seguido de Figueiró dos Vinhos, com 28,2%. Alcobaça fica-se pelos 17,4% de redução do número de alunos matriculados e a Nazaré pelos 11,7%.
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
Burinhosa vence Belenenses
A notícia em:
https://canoticias.pt/desporto/liga-sport-zone-8-jornada-pinheirense-1-1-fabril/
Resultados 8.ª jornada Liga SportZone:
Braga 3-1 Rio Ave; Desp. Aves 2-0 Leões Porto Salvo; Burinhosa 4-2 Belenenses; Modicus 4-1 AD Fundão; Quinta dos Lombos 1-3 Sporting; Unidos Pinheirense 1-1 Fabril Barreiro; Benfica 7-1 Futsal Azeméis
Classificação Liga SportZone:
1 – Sporting 21 pts; 2 – Benfica 21 pts; 3 – Braga 17 pts; 4 – Modicus 15 pts; 5 – Futsal Azeméis 13 pts; 6 – Rio Ave 12 pts; 7 – Belenenses 11 pts; 8 – Unidos Pinheirense 10 pts; 9 – AD Fundão 8 pts; 10 – Quinta dos Lombos 7 pts; 11 – Desp. Aves 6 pts; 12 – Burinhosa 6 pts; 13 – Fabril Barreiro 5 pts; 14 – Leões Porto Salvo 4 pts
https://canoticias.pt/desporto/liga-sport-zone-8-jornada-pinheirense-1-1-fabril/
Resultados 8.ª jornada Liga SportZone:
Braga 3-1 Rio Ave; Desp. Aves 2-0 Leões Porto Salvo; Burinhosa 4-2 Belenenses; Modicus 4-1 AD Fundão; Quinta dos Lombos 1-3 Sporting; Unidos Pinheirense 1-1 Fabril Barreiro; Benfica 7-1 Futsal Azeméis
Classificação Liga SportZone:
1 – Sporting 21 pts; 2 – Benfica 21 pts; 3 – Braga 17 pts; 4 – Modicus 15 pts; 5 – Futsal Azeméis 13 pts; 6 – Rio Ave 12 pts; 7 – Belenenses 11 pts; 8 – Unidos Pinheirense 10 pts; 9 – AD Fundão 8 pts; 10 – Quinta dos Lombos 7 pts; 11 – Desp. Aves 6 pts; 12 – Burinhosa 6 pts; 13 – Fabril Barreiro 5 pts; 14 – Leões Porto Salvo 4 pts
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Abastecimento de água a Pataias
A qualidade e o abastecimento de água a Pataias em reportagem da RTP aqui.
terça-feira, 31 de outubro de 2017
Subvenções dos políticos - Junta e Assembleia de Freguesia
Resumindo:
União de Freguesias de Pataias e Martingança
Presidente da União de Freguesias de Pataias e Martingança
- regime de não exclusividade: 724,88 euros
- despesas de representação (12 meses - regime de não exclusividade): 211,09 euros
Secretário e Tesoureiro da Junta da União de Freguesias de Pataias e Martingança
- Compensação para encargos (regime de não permanência): 244,24 euros
Vogais da Junta da União de Freguesias de Pataias e Martingança
- Senhas de presença (por reunião - 2 reuniões ordinárias/mês): 21,37 euros
Membros da Assembleia de Freguesia
- Senhas de presença (por sessão - 4 sessões ordinárias/ano): 15,27 euros
Para a Câmara Municipal
Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça
- regime de exclusividade a tempo inteiro: 3624,41 euros
- despesas de representação: 1110,97 euros
Vereadores
- a tempo inteiro em regime de exclusividade: 2899,53 euros
- despesas de representação: 592,52 euros
- em regime de não permanência: 76,30 euros (por reunião do executivo - 2 reuniões ordinárias/mês)
Para a Assembleia Municipal
Presidente: 114,45 euros (por sessão - 5 sessões ordinárias/ano)
Secretários: 95,38 euros (por sessão)
Restantes membros da Assembleia Municipal: 76,30 euros (por sessão)
Para mais informações: aqui, aqui e aqui.
União de Freguesias de Pataias e Martingança
Presidente da União de Freguesias de Pataias e Martingança
- regime de não exclusividade: 724,88 euros
- despesas de representação (12 meses - regime de não exclusividade): 211,09 euros
Secretário e Tesoureiro da Junta da União de Freguesias de Pataias e Martingança
- Compensação para encargos (regime de não permanência): 244,24 euros
Vogais da Junta da União de Freguesias de Pataias e Martingança
- Senhas de presença (por reunião - 2 reuniões ordinárias/mês): 21,37 euros
Membros da Assembleia de Freguesia
- Senhas de presença (por sessão - 4 sessões ordinárias/ano): 15,27 euros
Para a Câmara Municipal
Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça
- regime de exclusividade a tempo inteiro: 3624,41 euros
- despesas de representação: 1110,97 euros
Vereadores
- a tempo inteiro em regime de exclusividade: 2899,53 euros
- despesas de representação: 592,52 euros
- em regime de não permanência: 76,30 euros (por reunião do executivo - 2 reuniões ordinárias/mês)
Para a Assembleia Municipal
Presidente: 114,45 euros (por sessão - 5 sessões ordinárias/ano)
Secretários: 95,38 euros (por sessão)
Restantes membros da Assembleia Municipal: 76,30 euros (por sessão)
Para mais informações: aqui, aqui e aqui.
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
domingo, 29 de outubro de 2017
Contributos para reflexão na reflorestação do Camarção de Pataias
A fixação e arborização das dunas do litoral
Até meados do século XIX, uma vasta extensão das costas marítimas do nosso território eram constituídas por extensos campos dunares de areias móveis, que instigados pelos ventos atlânticos, invadiam os terrenos agrícolas adjacentes e obstruíam muitas das barras dos nossos rios. Exemplos desta realidade são o assoreamento das charnecas e lezírias do vale do Lis e o assoreamento da barra da ponte da barca que forçou à mudança definitiva do porto da Pederneira para a praia da Nazaré. O avanço destes campos dunares traduzia-se em graves prejuízos para a economia e populações do litoral.
Reza a história, que D. Afonso III e D. Dinis, cientes desta realidade, iniciaram ainda no Séc. XIII as primeiras tentativas de estabilização destas dunas litorais e salvaguarda dos férteis terrenos do interior através do plantio de vastas áreas de floresta. As Matas Nacionais do Camarido (Caminha), das Dunas de S. Jacinto (Aveiro), de Leiria (Pinhal do Rei) ou das Dunas de Vila Real de Santo António (Monte Gordo – Algarve) são, talvez, os mais famosos exemplos. Para tal, socorreram-se de uma árvore que não existia em território nacional mas comum em França e no Norte de Itália (Bolonha), de onde a primeira mulher de D. Afonso III, D. Matilde, era originária. Essa árvore, então exótica, é o pinheiro bravo, adaptável à secura dos solos arenosos mas resistente aos ventos húmidos oceânicos.
No entanto, apenas no final do séc. XVIII se reiniciam os trabalhos para reflorestar estas áreas de baldio, embora sem grande sucesso. No decorrer do século XIX, decorrem as primeiras sementeiras metódicas, sendo florestados mais de 3000 ha de dunas do litoral. As dunas do Pinhal de Leiria são as primeiras, no período de 1850-1851, as da Alva de Pataias, em 1936, são as últimas. Ao todo, cerca de 23350 ha de dunas são florestadas entre 1850 e 1936 (http://www.drapc.min-agricultura.pt/base/documentos/dunas_areas_arborizacao.htm).
Aspeto das dunas do litoral no primeiro quartel do século XX
A estabilização das dunas através da construção dos ripados
A recolha do moliço e a plantação/ sementeira do penisco
Toda a informação e fonte das fotografias em:
http://www.drapc.min-agricultura.pt/base/documentos/fixacao_dunas.htm
Até meados do século XIX, uma vasta extensão das costas marítimas do nosso território eram constituídas por extensos campos dunares de areias móveis, que instigados pelos ventos atlânticos, invadiam os terrenos agrícolas adjacentes e obstruíam muitas das barras dos nossos rios. Exemplos desta realidade são o assoreamento das charnecas e lezírias do vale do Lis e o assoreamento da barra da ponte da barca que forçou à mudança definitiva do porto da Pederneira para a praia da Nazaré. O avanço destes campos dunares traduzia-se em graves prejuízos para a economia e populações do litoral.
Reza a história, que D. Afonso III e D. Dinis, cientes desta realidade, iniciaram ainda no Séc. XIII as primeiras tentativas de estabilização destas dunas litorais e salvaguarda dos férteis terrenos do interior através do plantio de vastas áreas de floresta. As Matas Nacionais do Camarido (Caminha), das Dunas de S. Jacinto (Aveiro), de Leiria (Pinhal do Rei) ou das Dunas de Vila Real de Santo António (Monte Gordo – Algarve) são, talvez, os mais famosos exemplos. Para tal, socorreram-se de uma árvore que não existia em território nacional mas comum em França e no Norte de Itália (Bolonha), de onde a primeira mulher de D. Afonso III, D. Matilde, era originária. Essa árvore, então exótica, é o pinheiro bravo, adaptável à secura dos solos arenosos mas resistente aos ventos húmidos oceânicos.
No entanto, apenas no final do séc. XVIII se reiniciam os trabalhos para reflorestar estas áreas de baldio, embora sem grande sucesso. No decorrer do século XIX, decorrem as primeiras sementeiras metódicas, sendo florestados mais de 3000 ha de dunas do litoral. As dunas do Pinhal de Leiria são as primeiras, no período de 1850-1851, as da Alva de Pataias, em 1936, são as últimas. Ao todo, cerca de 23350 ha de dunas são florestadas entre 1850 e 1936 (http://www.drapc.min-agricultura.pt/base/documentos/dunas_areas_arborizacao.htm).
Aspeto das dunas do litoral no primeiro quartel do século XX
A estabilização das dunas através da construção dos ripados
A recolha do moliço e a plantação/ sementeira do penisco
Toda a informação e fonte das fotografias em:
http://www.drapc.min-agricultura.pt/base/documentos/fixacao_dunas.htm
Câmara Municipal já atribiu pelouros aos vereadores
A notícia em:
http://www.beneditafm.pt/?p=36004
Alcobaça: Câmara já distribuiu os pelouros pelo executivo municipal
O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça voltou a nomear esta quarta-feira, 25 de outubro, na primeira reunião do executivo após a tomada de posse, o vereador Hermínio Rodrigues como vice-presidente, tendo ainda distribuído os pelouros.
Assim, neste novo mandato, o presidente Paulo Inácio é responsável pelo ordenamento e gestão urbanística, gabinete de planeamento estratégico e desenvolvimento, departamento jurídico e administrativo, departamento de gestão financeira, gabinete de desenvolvimento e avaliação de recursos humanos, gabinete de protecção civil, gabinete de relações públicas e protocolo, fiscalização municipal e água e saneamento.
O vice-presidente, Hermínio Rodrigues, dirige os pelouros das obras municipais, do ambiente, projetos municipais, gestão das zonas industriais, cadastro imobiliário e informática.
A vereadora Inês Silva coordena os pelouros da educação, ação social, juventude, associativismo, cultura e turismo.
O vereador João Santos, que integra o executivo pela primeira vez, tem a seu cargo os pelouros do desporto, taxas e licenças, trânsito e desenvolvimento rural.
Os três vereadores eleitos pela oposição, Cláudia Vicente (PS), César Santos (PS) e Carlos Bonifácio (CDS-PP) exercerão os seus mandatos sem qualquer pelouro atribuído.
A distribuição dos pelouros foi aprovada com uma abstenção do CDS-PP.
A vereadora Cláudia Vicente referiu que o PS votou a favor, por entender que “a distribuição das competências dos vários pelouros por mais um vereador poderá trazer celeridade na resposta aos munícipes”.
Neste mandato de 2017/2021, as reuniões camarárias serão realizadas quinzenalmente, às segundas e quartas-feiras.
http://www.beneditafm.pt/?p=36004
Alcobaça: Câmara já distribuiu os pelouros pelo executivo municipal
O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça voltou a nomear esta quarta-feira, 25 de outubro, na primeira reunião do executivo após a tomada de posse, o vereador Hermínio Rodrigues como vice-presidente, tendo ainda distribuído os pelouros.
Assim, neste novo mandato, o presidente Paulo Inácio é responsável pelo ordenamento e gestão urbanística, gabinete de planeamento estratégico e desenvolvimento, departamento jurídico e administrativo, departamento de gestão financeira, gabinete de desenvolvimento e avaliação de recursos humanos, gabinete de protecção civil, gabinete de relações públicas e protocolo, fiscalização municipal e água e saneamento.
O vice-presidente, Hermínio Rodrigues, dirige os pelouros das obras municipais, do ambiente, projetos municipais, gestão das zonas industriais, cadastro imobiliário e informática.
A vereadora Inês Silva coordena os pelouros da educação, ação social, juventude, associativismo, cultura e turismo.
O vereador João Santos, que integra o executivo pela primeira vez, tem a seu cargo os pelouros do desporto, taxas e licenças, trânsito e desenvolvimento rural.
Os três vereadores eleitos pela oposição, Cláudia Vicente (PS), César Santos (PS) e Carlos Bonifácio (CDS-PP) exercerão os seus mandatos sem qualquer pelouro atribuído.
A distribuição dos pelouros foi aprovada com uma abstenção do CDS-PP.
A vereadora Cláudia Vicente referiu que o PS votou a favor, por entender que “a distribuição das competências dos vários pelouros por mais um vereador poderá trazer celeridade na resposta aos munícipes”.
Neste mandato de 2017/2021, as reuniões camarárias serão realizadas quinzenalmente, às segundas e quartas-feiras.
sábado, 28 de outubro de 2017
Balanço do incêndio de 15 de Outubro
A notícia em:
https://regiaodanazare.com/Alcobaca_com_tres_mil_hectares_ardidos_e_dez_habitacoes_destruidas
Alcobaça com três mil hectares ardidos e dez habitações destruídas
O fogo que deflagrou no passado dia 15, consumiu três mil hectares de floresta em Alcobaça, onde arderam dez habitações de segunda habitação, informou o presidente da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio.
O autarca refere que durante o combate às chamas sentiu falta de meios da Proteção Civil, e que apenas na segunda-feira, dia 16, recebeu apoio de militares.
Paulo Inácio realçou o excelente trabalho dos bombeiros pela entrega, determinação, empenho e profissionalismo, que no terreno evitaram males maiores. No local estiveram as Corporações de Pataias, Alcobaça, São Martinho do Porto, Benedita, Nazaré, Marinha Grande, Maceira, Juncal, Óbidos, Bombarral, Ortigosa, Batalha e Mira de Aire.
Os impactos do fogo na economia são, agora, uma preocupação para a Câmara, já que paisagem marítima ficou completamente destruída, ao longo de vários kms, e isso poderá refletir-se em perdas ao nível do turismo.
O fogo criou "um problema ambiental brutal, sendo necessário salvaguardar agora os aquíferos, que podem ser contaminados pela matéria ardida”, disse Paulo Inácio, que falava aos jornalistas após uma reunião de autarcas do distrito com o ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Capoulas Santos.
Além disso, será também necessário "proceder ao corte de árvores junto da rede rodoviária", face ao perigo de estas caírem para as estradas.
Nesse sentido, apelou à articulação entre municípios e Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) para que se possa avançar com a ação de forma "imediata".
Paulo Inácio frisou ainda que vai ser feita uma ação de "sensibilização muito forte junto dos proprietários", por forma a que "não hajam mudanças de tipologia da floresta que há naquela zona, povoada por pinheiros, nomeadamente pinheiros mansos”.
"Queremos manter a tipologia de pinheiro e garantir que os proprietários não vão para a opção de rendimento mais rápido, que é o eucalipto. Eu não quero mais isso no meu município”.
O incêndio que deflagrou na tarde de domingo, dia 15, na Burinhosa, no concelho de Alcobaça, e que se estendeu para os concelhos de Marinha Grande, Leiria e Pombal, deixou um rasto de destruição e 17.250 hectares ardido, o que representa 80% da mata nacional".
https://regiaodanazare.com/Alcobaca_com_tres_mil_hectares_ardidos_e_dez_habitacoes_destruidas
Alcobaça com três mil hectares ardidos e dez habitações destruídas
O fogo que deflagrou no passado dia 15, consumiu três mil hectares de floresta em Alcobaça, onde arderam dez habitações de segunda habitação, informou o presidente da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio.
O autarca refere que durante o combate às chamas sentiu falta de meios da Proteção Civil, e que apenas na segunda-feira, dia 16, recebeu apoio de militares.
Paulo Inácio realçou o excelente trabalho dos bombeiros pela entrega, determinação, empenho e profissionalismo, que no terreno evitaram males maiores. No local estiveram as Corporações de Pataias, Alcobaça, São Martinho do Porto, Benedita, Nazaré, Marinha Grande, Maceira, Juncal, Óbidos, Bombarral, Ortigosa, Batalha e Mira de Aire.
Os impactos do fogo na economia são, agora, uma preocupação para a Câmara, já que paisagem marítima ficou completamente destruída, ao longo de vários kms, e isso poderá refletir-se em perdas ao nível do turismo.
O fogo criou "um problema ambiental brutal, sendo necessário salvaguardar agora os aquíferos, que podem ser contaminados pela matéria ardida”, disse Paulo Inácio, que falava aos jornalistas após uma reunião de autarcas do distrito com o ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Capoulas Santos.
Além disso, será também necessário "proceder ao corte de árvores junto da rede rodoviária", face ao perigo de estas caírem para as estradas.
Nesse sentido, apelou à articulação entre municípios e Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) para que se possa avançar com a ação de forma "imediata".
Paulo Inácio frisou ainda que vai ser feita uma ação de "sensibilização muito forte junto dos proprietários", por forma a que "não hajam mudanças de tipologia da floresta que há naquela zona, povoada por pinheiros, nomeadamente pinheiros mansos”.
"Queremos manter a tipologia de pinheiro e garantir que os proprietários não vão para a opção de rendimento mais rápido, que é o eucalipto. Eu não quero mais isso no meu município”.
O incêndio que deflagrou na tarde de domingo, dia 15, na Burinhosa, no concelho de Alcobaça, e que se estendeu para os concelhos de Marinha Grande, Leiria e Pombal, deixou um rasto de destruição e 17.250 hectares ardido, o que representa 80% da mata nacional".
sexta-feira, 27 de outubro de 2017
Reforço no controlo da qualidade da rede pública
A notícia em:
https://www.rtp.pt/noticias/pais/regulador-reforca-controlo-para-evitar-contaminacao-da-agua_n1036499
Regulador reforça controlo para evitar contaminação da água
A Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos deu instruções a todas as entidades gestoras para reforçarem as medidas preventivas face ao risco de contaminação da água pelas cinzas dos incêndios que ocorreram na região centro.
Em resposta a questões colocadas pela agência Lusa, a ERSAR aponta como exemplos destas medidas preventivas a "identificação das origens mais críticas em função da área ardida, a sua inspeção visual e o controlo laboratorial de alguns parâmetros antes e durante o período de chuvas, designadamente cor, turvação, pH, condutividade, carbono orgânico total e dissolvido, oxidabilidade, fósforo, nitratos e azoto total".
O regulador diz que "tem prestado apoio técnico a todas as entidades gestoras que o solicitem" e que vários técnicos da ERSAR se têm deslocado às entidades gestoras "para avaliar situações e recomendar procedimentos", acrescenta.
Foi igualmente criado no portal da ERSAR uma área específica para que as entidades gestoras possam solicitar apoio relativamente a questões relacionadas com a seca e esclarecer dúvidas sobre o impacto dos fogos florestais na qualidade da água.
A ERSAR recorda ainda que, enquanto membro do grupo de trabalho que assessora tecnicamente a Comissão Permanente de Prevenção, Monitorização e Acompanhamento dos Efeitos da Seca "tem acompanhado os trabalhos e intervindo ativamente na definição de medidas nas matérias da sua competência relativamente ao abastecimento público de água destinada ao consumo humano".
Na semana passada, o ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, anunciou que será disponibilizado um montante de 15 milhões de euros para a estabilização de emergência, que inclui a minimização do risco de erosão dos solos.
"De imediato, [vamos] disponibilizar 15 milhões de euros àquilo a que chamamos a estabilização de emergência, que tem a ver com as ações que visam minimizar os riscos da erosão, da contaminação das linhas de água e dos declives", referiu.
A propósito do perigo de contaminação das águas, os Serviços Municipalizados de Alcobaça solicitaram às populações afetadas pelos incêndios para não beberem água da rede pública devido às cinzas arrastadas pelas chuvas da semana passada.
Em causa estava a qualidade da água em Pataias, Martingança, Burinhosa, Paredes da Vitória, Légua, Falca, Água de Madeiros, Pedro do Ouro e Vale, devido ao arrastamento "de cinzas" resultantes dos dois incêndios que deflagraram no dia 15 na freguesia de Pataias para a rede pública de abastecimento.
O arrastamento ocorreu na sequência da chuva que caiu no concelho nos dias 16 e 17 deste mês.
https://www.rtp.pt/noticias/pais/regulador-reforca-controlo-para-evitar-contaminacao-da-agua_n1036499
Regulador reforça controlo para evitar contaminação da água
A Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos deu instruções a todas as entidades gestoras para reforçarem as medidas preventivas face ao risco de contaminação da água pelas cinzas dos incêndios que ocorreram na região centro.
Em resposta a questões colocadas pela agência Lusa, a ERSAR aponta como exemplos destas medidas preventivas a "identificação das origens mais críticas em função da área ardida, a sua inspeção visual e o controlo laboratorial de alguns parâmetros antes e durante o período de chuvas, designadamente cor, turvação, pH, condutividade, carbono orgânico total e dissolvido, oxidabilidade, fósforo, nitratos e azoto total".
O regulador diz que "tem prestado apoio técnico a todas as entidades gestoras que o solicitem" e que vários técnicos da ERSAR se têm deslocado às entidades gestoras "para avaliar situações e recomendar procedimentos", acrescenta.
Foi igualmente criado no portal da ERSAR uma área específica para que as entidades gestoras possam solicitar apoio relativamente a questões relacionadas com a seca e esclarecer dúvidas sobre o impacto dos fogos florestais na qualidade da água.
A ERSAR recorda ainda que, enquanto membro do grupo de trabalho que assessora tecnicamente a Comissão Permanente de Prevenção, Monitorização e Acompanhamento dos Efeitos da Seca "tem acompanhado os trabalhos e intervindo ativamente na definição de medidas nas matérias da sua competência relativamente ao abastecimento público de água destinada ao consumo humano".
Na semana passada, o ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, anunciou que será disponibilizado um montante de 15 milhões de euros para a estabilização de emergência, que inclui a minimização do risco de erosão dos solos.
"De imediato, [vamos] disponibilizar 15 milhões de euros àquilo a que chamamos a estabilização de emergência, que tem a ver com as ações que visam minimizar os riscos da erosão, da contaminação das linhas de água e dos declives", referiu.
A propósito do perigo de contaminação das águas, os Serviços Municipalizados de Alcobaça solicitaram às populações afetadas pelos incêndios para não beberem água da rede pública devido às cinzas arrastadas pelas chuvas da semana passada.
Em causa estava a qualidade da água em Pataias, Martingança, Burinhosa, Paredes da Vitória, Légua, Falca, Água de Madeiros, Pedro do Ouro e Vale, devido ao arrastamento "de cinzas" resultantes dos dois incêndios que deflagraram no dia 15 na freguesia de Pataias para a rede pública de abastecimento.
O arrastamento ocorreu na sequência da chuva que caiu no concelho nos dias 16 e 17 deste mês.
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
Água da rede pública já pode ser consumida sem restrições
A notícia em:
http://www.regiaodecister.pt/noticias/agua-no-norte-do-concelho-de-alcobaca-ja-nao-esta-contaminada
Água no norte do concelho de Alcobaça já não está contaminada
A rede pública de abastecimento de água do norte do concelho de Alcobaça já não está contaminada.
A garantia é dada pela Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos, que adiantou, esta terça-feira, que a contaminação já está "ultrapassada".
Em declarações à Renascença, o presidente de entidade reguladora, Orlando Borges, esclarece que “os serviços municipalizados actuaram em conformidade, houve uma restrição, procuram outra origem e a certa altura a questão foi ultrapassada”.
Depois dos incêndios que afetaram a região nos dias 15 e 16, a rede pública de abastecimento de água foi contaminada pelas cinzas.
http://www.regiaodecister.pt/noticias/agua-no-norte-do-concelho-de-alcobaca-ja-nao-esta-contaminada
Água no norte do concelho de Alcobaça já não está contaminada
A rede pública de abastecimento de água do norte do concelho de Alcobaça já não está contaminada.
A garantia é dada pela Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos, que adiantou, esta terça-feira, que a contaminação já está "ultrapassada".
Em declarações à Renascença, o presidente de entidade reguladora, Orlando Borges, esclarece que “os serviços municipalizados actuaram em conformidade, houve uma restrição, procuram outra origem e a certa altura a questão foi ultrapassada”.
Depois dos incêndios que afetaram a região nos dias 15 e 16, a rede pública de abastecimento de água foi contaminada pelas cinzas.
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Assembleia de Freguesia de Pataias - Tomada de posse
Decorreu no passado domingo, dia 22 de outubro pelas 18h, no Auditório dos Bombeiros Voluntários de Pataias, a tomada de posse da Assembleia de Freguesia e Junta de Freguesia da União de Freguesias de Pataias e Martingança para o período 2017-2021.
Na constituição da nova Assembleia de Freguesia estão 8 eleitos pelo PSD, 4 pelo PS e 1 pelo CDS-PP.
A Junta de Freguesia é constituída por 5 elementos eleitos pelo PSD.
A nova Junta de Freguesia
Presidente - Valter Ribeiro
Secretário - Dário Moleiro
Tesoureira - Laura Pataca
Vogais - Luís Henriques e Vasco Marques
A nova Assembleia de Freguesia
Presidente - Ricardo Santos
Primeiro Secretário - Paulo Pereira
Segundo Secretário - Juliana Santos
Na constituição da nova Assembleia de Freguesia estão 8 eleitos pelo PSD, 4 pelo PS e 1 pelo CDS-PP.
A Junta de Freguesia é constituída por 5 elementos eleitos pelo PSD.
A nova Junta de Freguesia
Presidente - Valter Ribeiro
Secretário - Dário Moleiro
Tesoureira - Laura Pataca
Vogais - Luís Henriques e Vasco Marques
A nova Assembleia de Freguesia
Presidente - Ricardo Santos
Primeiro Secretário - Paulo Pereira
Segundo Secretário - Juliana Santos
Tomada de posse da Assembleia e Câmara Municipal
A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/empossados-eleitos-da-camara-e-da-assembleia-de-alcobaca
Empossados eleitos da Câmara e da Assembleia de Alcobaça
Os eleitos da Câmara e Assembleia Municipal de Alcobaça para o mandato 2017-2021 tomaram posse este sábado, numa cerimónia que teve lugar no Refeitório do Mosteiro de Alcobaça.
O social-democrata Paulo Inácio, que avançou para o terceiro e último mandato, apresentou as linhas orientadoras para o novo ciclo: "somos merecedores de um parque verde, de um pavilhão multiusos, do aproveitamento do património histórico para fins turísticos, do welcome center, de novas zonas industriais, da ligação umbilical e turística entre Alcobaça e Nazaré através do Rio Alcoa, da requalificação museológica, da criação de ciclovias e a implementação de mobolidade urbana sustentável e a eliminação de barreiras arquitetónicas”. “Tudo isto alcançada através de fundos comunitários”, acrescentou o chefe do executivo municipal.
“Apesar da maioria obtida, saberemos ouvir e respeitar a diversidade de opiniões na observância dos mais elementares e fundamentais principios democráticos”, frisou o presidente da Câmara. Paulo Inácio volta a fazer-se acompanhar por Hermínio Rodrigues e Inês Silva, contando com o "reforço" de João Santos. Já o PS, que elegeu dois vereadores, renova os vereadores com Cláudia Vicente e César Santos. Carlos Bonifácio (CDS-PP) volta a ocupar lugar na vereação.
Foi ainda instalada a nova Assembleia Municipal, tendo o PSD conquistado 10 mandatos (Luís Félix Castelhano, Eduardo Marques, Liliana Sousa, Pedro Mateus Guerra, Telmo Moleiro, Carla Figueiredo, Raul Duarte, Marcelo Gil, Sandra Vicente e Fernando Vitorino), o PS cinco mandatos (Leonel Fadigas, Luís Polido, Ana Vicente, Vera Loureiro e Rui Alexandre), o CDS-PP quatro (Rosa Domingues, António Querido, Mário Gonçalves e Susana Marques) e a CDU dois mandatos (Luís Crisóstomo e Maria Clementina Henriques). Luís Castelhano foi reeleito presidente da Mesa da Assembleia.
http://regiaodecister.pt/noticias/empossados-eleitos-da-camara-e-da-assembleia-de-alcobaca
Empossados eleitos da Câmara e da Assembleia de Alcobaça
Os eleitos da Câmara e Assembleia Municipal de Alcobaça para o mandato 2017-2021 tomaram posse este sábado, numa cerimónia que teve lugar no Refeitório do Mosteiro de Alcobaça.
O social-democrata Paulo Inácio, que avançou para o terceiro e último mandato, apresentou as linhas orientadoras para o novo ciclo: "somos merecedores de um parque verde, de um pavilhão multiusos, do aproveitamento do património histórico para fins turísticos, do welcome center, de novas zonas industriais, da ligação umbilical e turística entre Alcobaça e Nazaré através do Rio Alcoa, da requalificação museológica, da criação de ciclovias e a implementação de mobolidade urbana sustentável e a eliminação de barreiras arquitetónicas”. “Tudo isto alcançada através de fundos comunitários”, acrescentou o chefe do executivo municipal.
“Apesar da maioria obtida, saberemos ouvir e respeitar a diversidade de opiniões na observância dos mais elementares e fundamentais principios democráticos”, frisou o presidente da Câmara. Paulo Inácio volta a fazer-se acompanhar por Hermínio Rodrigues e Inês Silva, contando com o "reforço" de João Santos. Já o PS, que elegeu dois vereadores, renova os vereadores com Cláudia Vicente e César Santos. Carlos Bonifácio (CDS-PP) volta a ocupar lugar na vereação.
Foi ainda instalada a nova Assembleia Municipal, tendo o PSD conquistado 10 mandatos (Luís Félix Castelhano, Eduardo Marques, Liliana Sousa, Pedro Mateus Guerra, Telmo Moleiro, Carla Figueiredo, Raul Duarte, Marcelo Gil, Sandra Vicente e Fernando Vitorino), o PS cinco mandatos (Leonel Fadigas, Luís Polido, Ana Vicente, Vera Loureiro e Rui Alexandre), o CDS-PP quatro (Rosa Domingues, António Querido, Mário Gonçalves e Susana Marques) e a CDU dois mandatos (Luís Crisóstomo e Maria Clementina Henriques). Luís Castelhano foi reeleito presidente da Mesa da Assembleia.
terça-feira, 24 de outubro de 2017
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
O grande incêndio do Pinhal de Leiria em 1916
A notícia em:
http://observador.pt/2017/10/16/ha-101-anos-um-grande-incendio-consumiu-o-pinhal-de-leiria-foi-assim/
INCÊNDIOS
Há 101 anos, um grande incêndio consumiu o Pinhal de Leiria. Foi assim
Em 1916, 150 hectares de pinhal arderam em Leiria e levantaram dúvidas sobre as políticas de proteção da floresta. Cento e um anos depois, tudo parece repetir-se. Na época, foi assim que aconteceu.
Em 1916, Portugal tinha uma luta em mãos: o país, especialmente a região centro, estava constantemente a ser fustigada por incêndios de grandes dimensões. Numa edição do jornal “O Século” de 25 de setembro de 1916, Acácio de Paiva — poeta e jornalista leiriense que também contribuía para jornais como o “Diário de Notícias” e “O Mensageiro” — dizia que “os repetidos incêndios no pinhal de Leiria, a maior e melhor mata do Estado, constituindo uma verdadeira riqueza natural, tem chamado a atenção de toda a imprensa, que reclama, com os habitantes da região, providências urgentes dos poderes públicos”. E depois opinava: “Estes ouviram as reclamações, mas triste foi que se tivessem de formular, porque remediar vale muito menos do que prevenir“.
As perguntas que Acácio de Paiva assinava numa crónica da Ilustração Portuguesa eram muito semelhantes às que hoje ainda se formulam: “Serão [os planos para diminuir os incêndios] ao menos eficazes? Conseguir-se-á uma vigilância suficiente e permanente? Não se voltará, passada a impressão da catástrofe, à indiferença do costume? Será necessário fundar uma Sociedade dos Amigos do Pinhal de Leiria, como se fundou a dos Amigos do Jardim Zoológicos, a dos Amigos do Castelo de Leiria, a dos Amigos da Amadora, etc., e todas elas mais cuidadosas do que as repartições cujo fim é, precisamente, a defesa do património geral?”
A revolta de Acácio Paiva tinha raízes num incêndio que consumiu grande parte do Pinhal d’El Rei, mandado construir por D. Afonso III e aperfeiçoado por D. Dinis, no início de setembro daquele ano. O mesmo que este domingo foi ameaçado pelas chamas, obrigando a evacuar aldeias e vilas no distrito de Leiria.
A 4 de setembro de 1916, sensivelmente há 101 anos, a edição número 550 do suplemento “Ilustração Portuguesa”, que acompanhava o jornal “O Século”, enchia quatro páginas de jornal com um texto assinado por Floreano sobre o que havia acontecido dois dias antes no pinhal da Marinha Grande e de como a população lutou contra o fogo.
Pode lê-lo na íntegra aqui em baixo.
“O fogo extinguira-se dois dias antes. Que pena não ter passado por ali naquela ocasião! Devia ser um espetáculo assombroso! Parecia que o chão ainda escaldava debaixo dos pés e que no ar mal de dissipavam os últimos novelos de fumo e de cinzas.
Trepei ao alto de uma duna fixada e convertida pelo precioso trabalho dos pinheiros num monte sólido e fértil. Era simplesmente desolador! Estendia-se diante de mim, a perder de vista, um trato de muitos hectares de pinhal novo, com as suas ramas torrificadas, mas ainda aderentes pela sua resistência excecional. Ao de cima dessa extensa massa carbonizada erguiam-se tristonhos, aqui e além, os pinheiros velhos, de cuja semente haviam nascido os outros. Apesar de uma altura de 20 metros ou mais, as suas comas haviam sido alcançadas pelas labaredas! Mortas e bem mortas, aquelas gigantes sentinelas das dunas! Recordavam as heróicas sentinelas de Pompeia, surpreendidas e incineradas nos seus postos pela lava do Vesúvio, conservadas na mesma forma e na mesma atitude, através de séculos, ao abrigo das abóbadas sob que ficaram sepultadas. Desfizeram-se com a primeira lufada de ar fresco que lhes trouxeram as excavações dos arqueólogos. Também os primeiros sopros ásperos de outono hão de reduzir às linhas hirtas e falhadas do seu esqueleto tantos milhares de árvores, há poucas horas ainda tão verdes e orgulhosas do seu porte, se antes disso o machado do lenheiro não fizer desaparecer a obra infame do incendiário.
Que dor de alma ver tanta floresta destruída numa época tão angustiosamente falha de madeira e de lenha! Aquele crime enormíssimo nem parece ter sido cometido por portugueses contra sua própria terra, contra a sua própria vida e a da sua família; porque, devorado pelo fogo o Pinhal de Leiria, essa majestosa floresta de 25 quilómetros por 9, deixou de ter razão a existência de todos os povos que vivem à sua sombra saudável e hospitaleira.
E como essa dor se refletia nos olhos e nas palavras de um pobre velho, que ainda hoje é dos primeiros a acudir os fogos do Pinhal, que lhe doem, que o afligem como se da sua casinha em chamas! Não tinha memória de outro em semelhantes circunstâncias. Sempre foram 150 hectares, ou seja um milhão e quinhentos mil metros quadrados de pinhal, novo e velho, absolutamente perdidos. As chamas rebentaram em três pontos ao mesmo tempo. Tocadas pelo vento e alimentadas pelo mato miúdo e pela caruma seca que cobriam o solo, não tardaram a cruzar-se num grande mar de fogo. Uma coisa sublimemente horrível!
Buzinas, apitos, toques de sino, gritaria, alvoroçaram as povoações convizinhas, das quais a principal é a vila da Marinha Grande. Nas fábricas, nos campos, em casa não ficou ninguém. Todos munidos de enxadas, machados, pás, forquilhas, ancinhos, do primeiro instrumento que topavam à mão, abalaram desordenadamente para atacar o fogo; e centenas de mulheres também se puseram a caminho, com cântaros de água da cabeça para matar a sede aos homens, que devia ser insaciável no meio da faina debaixo daquela torreira.
Na fúria com que toda a gente se atirava ao fogo não havia visivelmente um plano de ataque, executando a uma voz imperiosa de comando; mas havia uma perícia e uma tática individuais que davam ao conjunto dos esforços uma admirável unidade de ação. Abrem-se aceiros, compridos e largos, machadando sem piedade belas árvores para atalhar a marcha galopante do fogo, que as devoraria, a elas e a muitas mais, sendo admirável como essa gente se estendia numa linha rigorosa de combate, sem se estorvar uma à outra.
Já se sentia o bafão estiolante do fogo, o crepitar do lenho verde abarcado pelas labaredas, o rugir surdo da fornalha rolante, em que esses valentes se podiam ver, de um momento para o outro e irremediavelmente, envolvidos; mas eles continuavam a manejar o machado, com o rosto afogueado, escorrendo em suor e arfando fortemente como os antigos ciclopes na forja abrasadora. Outros roçavam o mato e procuravam arredá-lo do caminho do fogo; estes deitavam pás de terra sobre a vegetação miúda para o abafar; aqueles abriam arrifes à enxada tentando atalhar-lhe a marcha de todas as formas possíveis. Daqui como se despegavam chamas para ir levar o incêndio muitos metros além, cercando por vezes os homens com tal surpresa que dificilmente saíam ilesos.
São tão rápidos estes saltos do fogo, tão caprichosas e vivas as voltas que ele dá, que nem aos bichos que vivem acoitados na floresta lhes vale o instinto e a agilidade para escaparem. Raposas, coelhos, lebres, cobras, ouriços, texugos, parecem todos tomados de loucura e, na sua fuga, esbarram nos homens, metem-se debaixo das enxadas e dos machados, caem carbonizados dos matagais ardentes! As próprias aves, como as rolas — as pobrezinhas! — nem se desenvecilham num voo alto por entre os pinheiros espessos a tempo de se salvar.
Também se lhes encontram os restos nas cinzas do imenso braseiro.
Mas a fase culminante da batalha é o contrafogo. Abre-se um aceiro largo. Lança-se lumo, bem entendido, do lado onde lavra o incêndio. Este novo fogo vai ao encontro do outro. Avançam ambos velozes, rosnam cóleras tremendas, chocam-se com estranho estampido e ambos expiram numa explosão medonha, indo as últimas línguas de fogo e rolos de fumo desfazer-se bem alto na atmosfera.
Segue-se então brusco um silêncio de morte. Se o mar encrespado, bramindo furioso, se estagnasse de súbito num lago dormente, não nos chocaria mais brutal impressão de contraste. Até o vento se acalmou. A forte exclamação de vitória, de alívio, saiu uníssona de tantas bocas, sucedeu o arfar surdo do cansaço e o sorvo ansioso de muitos cântaros de água, atirando-se toda essa gente, extenuadíssima, para o chão, onde não andara o lume, e contemplando com os olhos embaciados de água tão hediondo quadro de devastação.
E o que iria talvez a essa hora, de remorso no espírito dos bárbaros incendiários ao contemplarem, sabe Deus de onde, os horrorosos efeitos da sua obra nefasta? Daí…
Ou Nero mandasse deitar, ou não, fogo a Roma para deliciar a sua alma negra com os horrores de tão estranho espetáculo; o que é facto é que ele pôs-se, todo enlevado, a entoar ao som da lira um hino ao célebre incêndio de Tróia!”
http://observador.pt/2017/10/16/ha-101-anos-um-grande-incendio-consumiu-o-pinhal-de-leiria-foi-assim/
INCÊNDIOS
Há 101 anos, um grande incêndio consumiu o Pinhal de Leiria. Foi assim
Em 1916, 150 hectares de pinhal arderam em Leiria e levantaram dúvidas sobre as políticas de proteção da floresta. Cento e um anos depois, tudo parece repetir-se. Na época, foi assim que aconteceu.
Em 1916, Portugal tinha uma luta em mãos: o país, especialmente a região centro, estava constantemente a ser fustigada por incêndios de grandes dimensões. Numa edição do jornal “O Século” de 25 de setembro de 1916, Acácio de Paiva — poeta e jornalista leiriense que também contribuía para jornais como o “Diário de Notícias” e “O Mensageiro” — dizia que “os repetidos incêndios no pinhal de Leiria, a maior e melhor mata do Estado, constituindo uma verdadeira riqueza natural, tem chamado a atenção de toda a imprensa, que reclama, com os habitantes da região, providências urgentes dos poderes públicos”. E depois opinava: “Estes ouviram as reclamações, mas triste foi que se tivessem de formular, porque remediar vale muito menos do que prevenir“.
As perguntas que Acácio de Paiva assinava numa crónica da Ilustração Portuguesa eram muito semelhantes às que hoje ainda se formulam: “Serão [os planos para diminuir os incêndios] ao menos eficazes? Conseguir-se-á uma vigilância suficiente e permanente? Não se voltará, passada a impressão da catástrofe, à indiferença do costume? Será necessário fundar uma Sociedade dos Amigos do Pinhal de Leiria, como se fundou a dos Amigos do Jardim Zoológicos, a dos Amigos do Castelo de Leiria, a dos Amigos da Amadora, etc., e todas elas mais cuidadosas do que as repartições cujo fim é, precisamente, a defesa do património geral?”
A revolta de Acácio Paiva tinha raízes num incêndio que consumiu grande parte do Pinhal d’El Rei, mandado construir por D. Afonso III e aperfeiçoado por D. Dinis, no início de setembro daquele ano. O mesmo que este domingo foi ameaçado pelas chamas, obrigando a evacuar aldeias e vilas no distrito de Leiria.
A 4 de setembro de 1916, sensivelmente há 101 anos, a edição número 550 do suplemento “Ilustração Portuguesa”, que acompanhava o jornal “O Século”, enchia quatro páginas de jornal com um texto assinado por Floreano sobre o que havia acontecido dois dias antes no pinhal da Marinha Grande e de como a população lutou contra o fogo.
Pode lê-lo na íntegra aqui em baixo.
“O fogo extinguira-se dois dias antes. Que pena não ter passado por ali naquela ocasião! Devia ser um espetáculo assombroso! Parecia que o chão ainda escaldava debaixo dos pés e que no ar mal de dissipavam os últimos novelos de fumo e de cinzas.
Trepei ao alto de uma duna fixada e convertida pelo precioso trabalho dos pinheiros num monte sólido e fértil. Era simplesmente desolador! Estendia-se diante de mim, a perder de vista, um trato de muitos hectares de pinhal novo, com as suas ramas torrificadas, mas ainda aderentes pela sua resistência excecional. Ao de cima dessa extensa massa carbonizada erguiam-se tristonhos, aqui e além, os pinheiros velhos, de cuja semente haviam nascido os outros. Apesar de uma altura de 20 metros ou mais, as suas comas haviam sido alcançadas pelas labaredas! Mortas e bem mortas, aquelas gigantes sentinelas das dunas! Recordavam as heróicas sentinelas de Pompeia, surpreendidas e incineradas nos seus postos pela lava do Vesúvio, conservadas na mesma forma e na mesma atitude, através de séculos, ao abrigo das abóbadas sob que ficaram sepultadas. Desfizeram-se com a primeira lufada de ar fresco que lhes trouxeram as excavações dos arqueólogos. Também os primeiros sopros ásperos de outono hão de reduzir às linhas hirtas e falhadas do seu esqueleto tantos milhares de árvores, há poucas horas ainda tão verdes e orgulhosas do seu porte, se antes disso o machado do lenheiro não fizer desaparecer a obra infame do incendiário.
Que dor de alma ver tanta floresta destruída numa época tão angustiosamente falha de madeira e de lenha! Aquele crime enormíssimo nem parece ter sido cometido por portugueses contra sua própria terra, contra a sua própria vida e a da sua família; porque, devorado pelo fogo o Pinhal de Leiria, essa majestosa floresta de 25 quilómetros por 9, deixou de ter razão a existência de todos os povos que vivem à sua sombra saudável e hospitaleira.
E como essa dor se refletia nos olhos e nas palavras de um pobre velho, que ainda hoje é dos primeiros a acudir os fogos do Pinhal, que lhe doem, que o afligem como se da sua casinha em chamas! Não tinha memória de outro em semelhantes circunstâncias. Sempre foram 150 hectares, ou seja um milhão e quinhentos mil metros quadrados de pinhal, novo e velho, absolutamente perdidos. As chamas rebentaram em três pontos ao mesmo tempo. Tocadas pelo vento e alimentadas pelo mato miúdo e pela caruma seca que cobriam o solo, não tardaram a cruzar-se num grande mar de fogo. Uma coisa sublimemente horrível!
Buzinas, apitos, toques de sino, gritaria, alvoroçaram as povoações convizinhas, das quais a principal é a vila da Marinha Grande. Nas fábricas, nos campos, em casa não ficou ninguém. Todos munidos de enxadas, machados, pás, forquilhas, ancinhos, do primeiro instrumento que topavam à mão, abalaram desordenadamente para atacar o fogo; e centenas de mulheres também se puseram a caminho, com cântaros de água da cabeça para matar a sede aos homens, que devia ser insaciável no meio da faina debaixo daquela torreira.
Na fúria com que toda a gente se atirava ao fogo não havia visivelmente um plano de ataque, executando a uma voz imperiosa de comando; mas havia uma perícia e uma tática individuais que davam ao conjunto dos esforços uma admirável unidade de ação. Abrem-se aceiros, compridos e largos, machadando sem piedade belas árvores para atalhar a marcha galopante do fogo, que as devoraria, a elas e a muitas mais, sendo admirável como essa gente se estendia numa linha rigorosa de combate, sem se estorvar uma à outra.
Já se sentia o bafão estiolante do fogo, o crepitar do lenho verde abarcado pelas labaredas, o rugir surdo da fornalha rolante, em que esses valentes se podiam ver, de um momento para o outro e irremediavelmente, envolvidos; mas eles continuavam a manejar o machado, com o rosto afogueado, escorrendo em suor e arfando fortemente como os antigos ciclopes na forja abrasadora. Outros roçavam o mato e procuravam arredá-lo do caminho do fogo; estes deitavam pás de terra sobre a vegetação miúda para o abafar; aqueles abriam arrifes à enxada tentando atalhar-lhe a marcha de todas as formas possíveis. Daqui como se despegavam chamas para ir levar o incêndio muitos metros além, cercando por vezes os homens com tal surpresa que dificilmente saíam ilesos.
São tão rápidos estes saltos do fogo, tão caprichosas e vivas as voltas que ele dá, que nem aos bichos que vivem acoitados na floresta lhes vale o instinto e a agilidade para escaparem. Raposas, coelhos, lebres, cobras, ouriços, texugos, parecem todos tomados de loucura e, na sua fuga, esbarram nos homens, metem-se debaixo das enxadas e dos machados, caem carbonizados dos matagais ardentes! As próprias aves, como as rolas — as pobrezinhas! — nem se desenvecilham num voo alto por entre os pinheiros espessos a tempo de se salvar.
Também se lhes encontram os restos nas cinzas do imenso braseiro.
Mas a fase culminante da batalha é o contrafogo. Abre-se um aceiro largo. Lança-se lumo, bem entendido, do lado onde lavra o incêndio. Este novo fogo vai ao encontro do outro. Avançam ambos velozes, rosnam cóleras tremendas, chocam-se com estranho estampido e ambos expiram numa explosão medonha, indo as últimas línguas de fogo e rolos de fumo desfazer-se bem alto na atmosfera.
Segue-se então brusco um silêncio de morte. Se o mar encrespado, bramindo furioso, se estagnasse de súbito num lago dormente, não nos chocaria mais brutal impressão de contraste. Até o vento se acalmou. A forte exclamação de vitória, de alívio, saiu uníssona de tantas bocas, sucedeu o arfar surdo do cansaço e o sorvo ansioso de muitos cântaros de água, atirando-se toda essa gente, extenuadíssima, para o chão, onde não andara o lume, e contemplando com os olhos embaciados de água tão hediondo quadro de devastação.
E o que iria talvez a essa hora, de remorso no espírito dos bárbaros incendiários ao contemplarem, sabe Deus de onde, os horrorosos efeitos da sua obra nefasta? Daí…
Ou Nero mandasse deitar, ou não, fogo a Roma para deliciar a sua alma negra com os horrores de tão estranho espetáculo; o que é facto é que ele pôs-se, todo enlevado, a entoar ao som da lira um hino ao célebre incêndio de Tróia!”
domingo, 22 de outubro de 2017
sábado, 21 de outubro de 2017
sexta-feira, 20 de outubro de 2017
GD Martingança na 2ª divisão Campeonato Nacional de Voleibol
A notícia em:
http://www.dnoticias.pt/desporto/cs-maritimo-e-cs-madeira-iniciam-competicao-nacional-em-casa-DJ2209467
CS Marítimo e CS Madeira iniciam competição nacional em casa
A competição nacional de voleibol regressa este fim-de-semana. O CS Marítimo a competir na Série B da 1.ª Fase do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão, de Seniores Masculinos, terá como adversários o GD Martingança, o CV Espinho, o CD Fiães, o AC Albufeira, o CN Ginástica e o CV Oeiras.
O primeiro jogo dos verde-rubros é no próximo sábado, dia 21 de Outubro, às 18 horas, no Pavilhão do Complexo Desportivo do CS Marítimo, onde receberá o CV Espinho (Clube Voleibol de Espinho), uma das quatro equipas desta série que já disputaram um jogo e, a par do GD Martingança lideram a classificação com 3 pontos.
Fruto da alteração do modelo competitivo para esta prova, as equipas madeirenses, quer no masculino, quer no feminino, terão de fazer tudo para passar à 2.ª Fase da competição para a Série dos Primeiros, grupo que disputa o título e respectiva subida. Caso isso não aconteça, a competição acaba para quem se qualificar para a Série dos Últimos.
Nos femininos, o CS Madeira a competir na Série B da 1.ª Fase do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão, de Seniores Femininos, terá como adversários a AA José Moreira, o CN Ginástica, o CV Lisboa, o Esmoriz GC, a AA Coimbra e a Escola Pedro Eanes Lobato.
O primeiro jogo das madeirenses será no próximo domingo, dia 22 de Outubro, às 17 horas, no Pavilhão da Levada, frente ao CN Ginástica (Clube Nacional de Ginástica). O CS Madeira é a única equipa que ainda não disputou qualquer jogo nesta série composta por 7 equipas e irá defrontar o CN Ginástica que lidera a série, a par da AA José Moreira, ambas com apenas um jogo disputado, com 3 pontos.
http://www.dnoticias.pt/desporto/cs-maritimo-e-cs-madeira-iniciam-competicao-nacional-em-casa-DJ2209467
CS Marítimo e CS Madeira iniciam competição nacional em casa
A competição nacional de voleibol regressa este fim-de-semana. O CS Marítimo a competir na Série B da 1.ª Fase do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão, de Seniores Masculinos, terá como adversários o GD Martingança, o CV Espinho, o CD Fiães, o AC Albufeira, o CN Ginástica e o CV Oeiras.
O primeiro jogo dos verde-rubros é no próximo sábado, dia 21 de Outubro, às 18 horas, no Pavilhão do Complexo Desportivo do CS Marítimo, onde receberá o CV Espinho (Clube Voleibol de Espinho), uma das quatro equipas desta série que já disputaram um jogo e, a par do GD Martingança lideram a classificação com 3 pontos.
Fruto da alteração do modelo competitivo para esta prova, as equipas madeirenses, quer no masculino, quer no feminino, terão de fazer tudo para passar à 2.ª Fase da competição para a Série dos Primeiros, grupo que disputa o título e respectiva subida. Caso isso não aconteça, a competição acaba para quem se qualificar para a Série dos Últimos.
Nos femininos, o CS Madeira a competir na Série B da 1.ª Fase do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão, de Seniores Femininos, terá como adversários a AA José Moreira, o CN Ginástica, o CV Lisboa, o Esmoriz GC, a AA Coimbra e a Escola Pedro Eanes Lobato.
O primeiro jogo das madeirenses será no próximo domingo, dia 22 de Outubro, às 17 horas, no Pavilhão da Levada, frente ao CN Ginástica (Clube Nacional de Ginástica). O CS Madeira é a única equipa que ainda não disputou qualquer jogo nesta série composta por 7 equipas e irá defrontar o CN Ginástica que lidera a série, a par da AA José Moreira, ambas com apenas um jogo disputado, com 3 pontos.
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