Para sugestões, comentários, críticas e afins: sapinhogelasio@gmail.com

domingo, 26 de novembro de 2017

Burinhosa vence

O CCRD Burinhosa bateu o Futsal Azeméis por 4-3.
Com 11 jogos em 12 jornadas, a equipa ocupa o 12º lugar da tabela (1 acima dos lugares de descida), mas apenas a 3 pontos do 8º lugar que dá acesso ao play-off.
Mais informações em: http://www.zerozero.pt/edition.php?id_edicao=112714

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Análise à qualidade da água que abastece Pataias

A informação em:
http://www.smalcobaca.pt/pt/noticias/24170/analise-de-qualidade-da-agua-do-novo-furo-de-captacao-na-uniao-de-freguesias-de-pataias-e-martinganca.aspx#.Whbetb47bsY.facebook

ANÁLISE DE QUALIDADE DA ÁGUA DO NOVO FURO DE CAPTAÇÃO NA UNIÃO DE FREGUESIAS DE PATAIAS E MARTINGANÇA

Os Serviços Municipalizados de Alcobaça informam os consumidores da União de Freguesias de Pataias e Martingança acerca da qualidade de água nesta zona do concelho de Alcobaça.
Consulte em anexo a cópia da análise química e bacteriológica da água captada a partir do novo furo de Pataias que nesta fase tem assegurado parcialmente o abastecimento de água na zona norte do concelho.
Os valores obtidos pela análise atestam a boa qualidade da água conforme se pode observar nos parâmetros referentes à análise de água de abastecimento antes de ser tratada.

http://cms.cm-alcobaca.pt.vf-portal.com/upload_files/client_id_1/website_id_3/Not%C3%ADcias/2017/17013527_Furo_25-10-2017_1.pdf

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

A notícia em:
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=810e3b84-1ebc-4db1-9ea1-5dab166507be&edition=205

Imposto Municipal sobre Imóveis
Câmara de Alcobaça aprova redução de IMI para 0,350%

A Câmara Municipal de Alcobaça aprovou, por unanimidade, na reunião pública de 13 de novembro, a redução do IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis de 0,365% para 0,350% a aplicar em 2018. Além do IMI, foram também aprovadas a taxa de IRS e o valor da derrama a cobrar às empresas. Quanto à taxa de IRS, o município devolve aos munícipes 3,75% arrecadando apenas 1,25%, valor igual ao ano anterior. Esta proposta foi também aprovada por unanimidade. Em relação à derrama, o executivo aprovou por maioria com os votos contra dos vereadores do PS, a fixação da taxa da derrama em 1% para empresas com rendimentos inferiores a 150 mil euros e 1,5% para empresas com rendimentos superiores. 
A proposta apresentada pela maioria PSD em relação ao IMI, com uma redução de 0,015%, foi aprovada por unanimidade, com Paulo Inácio a referir que esta proposta se enquadra na “política de redução de impostos” que tem vindo a implementar e que “as provas dadas no sentido da recuperação financeira do município” permitem atingir “dentro de dois anos os 0,3% e melhorar a qualidade de vida dos nossos concidadãos”.
Além desta redução, serão também aplicados nas contas do IMI, a redução em 20 euros para agregados com 1 filho; 40 euros para agregados com dois filhos e 70 euros para agregados com três ou mais filhos.
Por sua vez, o PS concordou com a proposta apresentada e com “o compromisso de redução até 0,3% até ao final do mandato. Os socialistas pediram ainda penalização para prédios devolutos e apoios para quem tem imóveis em arrendamento. Por sua vez, Carlos Bonifácio admite que só pensa “ano a ano porque não sabemos como vai ser a economia em 2018” mas concorda com a redução de impostos “desde que feita em coerência” com a economia. 
Além da redução do IMI, o executivo municipal de Alcobaça aprovou também a fixação da taxa de derrama em 1% para empresas com rendimentos inferiores a 150 mil euros e 1,5% para empresas com rendimentos superiores. A derrama foi aprovada por maioria com os votos contra dos vereadores do PS, Cláudia Vicente e César Santos, que propuseram uma redução para 0,975% para empresas com rendimentos superiores a 150 mil euros e 0,75% para empresas com rendimentos inferiores a esse valor. 

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Fatura da água mais barata devido à falta de qualidade da água

A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/smas-de-alcobaca-baixam-tarifa-para-municipes-do-norte-do-concelho

SMAS de Alcobaça baixam tarifa para munícipes do norte do concelho

As faturas de água dos munícipes abrangidos pela captação de água de Paredes da Vitória (Pataias, Martingança, Burinhosa, Paredes da Vitória, Légua, Falca, Água de Madeiros, Pedro do Ouro, Vale Furado e Mina) vão ser cobradas com base no valor do primeiro escalão até ao levantamento do aviso, emitido a 18 de outubro, relativo à contaminação daquela captação pelas cinzas resultantes do incêndio.

Em comunicado, o Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados de Alcobaça (SMAS) informa que tomou algumas providências em reunião no dia 25 de outubro, “tendo em atenção os problemas do abastecimento de água causados pelo incêndio de 14 de outubro, na União de Freguesias Pataias e Martingança”. Além da tributação ao primeiro escalão daqueles munícipes, os SMAS informam que “aos consumidores residentes nas áreas afetadas pelo incêndio que utilizaram água da rede para o combate do mesmo”, a faturação relativa aos meses de outubro e novembro de 2017 será ponderada de acordo com o período homólogo do ano anterior (2016)”. “Seria uma injustiça gritante colocar algum custo acrescido a fatura, face ao sucedido”, considerou o presidente da Câmara de Alcobaça, na última reunião do executivo.

Além do furo de captação em Paredes da Vitória, feito antes dos incêndios e que a Câmara utilizou para abastecer parte das populações de Pataias e Burinhosa, já foi iniciado um segundo furo, perto das Piscinas de Pataias, para haver “uma alternativa total à rede de água de Paredes da Vitória”. Enquanto a situação não está resolvida, mantém-se a recomendação dos SMAS para não beber água da torneira sem ser fervida, podendo ser utilizada para banhos e cozeduras.

A notícia surge depois de ter sido criada uma petição pelos munícipes afetados com o aviso, que pretende a isenção de pagamento da água. “Sendo que cabe aos SMAS garantir a qualidade da água para utilização sem quaisquer limitações por parte dos munícipes e uma vez que, à data desta petição, o problema continua por resolver, serve a presente petição para exigir que o fornecimento de água no período desde a data do aviso até à resolução do problema não seja cobrado nas localidades acima identificadas”, exigem os signatários do documento, que já recolheu mais de uma centena de assinaturas online.

Por outro lado, já foram sinalizadas pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas as árvores que se encontram em risco de queda para as vias rodoviárias. Dessa forma, a autarquia já emitiu o edital para que “os proprietários dos imóveis onde se encontram materiais queimados procedam ao corte e remoção das árvores sinalizadas até ao fim do presente mês”. Os proprietários devem ainda “remover os materiais queimados nos incêndios numa faixa mínima de 25 metros para cada lado das faixas de circulação rodoviária”.

Tasquinhas na Burinhosa


segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Qualidade de água de Paredes da Vitória

Zona de abastecimento da captação de água do vale de Paredes da Vitória


Volume (m3/dia): 1.100
População Total Abastecida: 6.591
Origem de Água: Ribeira de Paredes Vitória
Natureza: Superficial
Análises Agendadas no Ano de 2016: 24 Controlos de Rotina 1 (CR1), 10 Controlos de Rotina 2 (CR2) e 2 Controlos de Inspecção (CI)

Os resultados das análises aqui.

domingo, 19 de novembro de 2017

A notícia em:
https://www.dn.pt/portugal/interior/oe2018-governo-retoma-reorganizacao-territorial-das-freguesias-no-proximo-ano-8923217.html

Governo retoma reorganização territorial das freguesias no próximo ano

O processo de reorganização territorial das freguesias, para eventual reposição de autarquias locais, deverá ser relançado no início de 2018, segundo uma proposta do Governo, disse hoje, no parlamento, o ministro Eduardo Cabrita.

"Apresentaremos no início de 2018 uma proposta de lei estabelecendo regras sobre reorganização de autarquias locais, designadamente reorganização de freguesias, contemplando a necessária audição das entidades locais, quer das assembleias municipais, quer das assembleias de freguesia", afirmou o ministro da Administração Interna.

O governante, que falava numa audição parlamentar de apreciação, na especialidade, da proposta de lei do Orçamento do Estado para 2018 (OE2018), acrescentou que a proposta contemplará "critérios indicativos, que têm de ser acordados pela Assembleia da República".

Para Eduardo Cabrita, estes critérios devem permitir realizar os ajustamentos à reforma realizada em 2013, que levou à redução para 3.092 das 4.259 freguesias então existentes.

"Um mandato de aplicação feito a régua e esquadro leva a valorações que são muito diversificadas. Onde houve intervenção local, em regra a avaliação é positiva, onde não houve, nuns casos há soluções que se consolidaram, há outras que se manifestam como claramente desajustadas", frisou o ministro.

Nesse sentido, na audição conjunta das comissões de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa e do Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação, vincou que no processo de reorganização das freguesias existem situações que "são muito diferentes" e, por isso, não se pode "tratar tudo por igual".

"As freguesias foram alvo da denominada lei Relvas, que suprimiu mais de mil freguesias, indiferente aos interesses das populações", criticou a deputada Maria da Luz Rosinha (PS), que questionou o ministro acerca da intenção governamental para "dar normalidade às situações anómalas no decorrer de 2018".

A deputada Paula Santos salientou que o PCP defende o processo de reposição de freguesias porque "vai ao encontro da vontade das populações, e vai ao encontro dos órgãos autárquicos", sem qualquer imposição como o PSD e CDS-PP fez "ao país e às populações".

"Esperemos que este Governo, apesar de ter feito algum recuo nesta matéria, avance o mais rapidamente possível para a reposição de freguesias que assim o entendam, assim esperam as populações, assim esperam muitos autarcas deste país", considerou João Vasconcelos (BE).

As críticas do deputado do Bloco de Esquerda levaram Álvaro Castelo Branco (CDS-PP) a recordar que o "flagelo do governo da direita decorreu do PS ter levado o país à bancarrota".

O deputado, em resposta ao apelo de Eduardo Cabrita para que parlamento aprove a lei-quadro da descentralização, lamentou que na proposta de OE2018 não se vejam "verbas para iniciar o processo" e que não bastam palavras: "é necessário é governar e, senhor ministro, isso não se vê neste Orçamento".

O social-democrata Jorge Paulo Oliveira acusou a proposta de OE2018 de se assemelhar às promessas de que "para o ano é que é", mas depois "aquilo que são as principais prioridades assumidas pelo Governo, na sua larga maioria, ficam pelo caminho".

O deputado apontou como exemplo o atraso no processo de descentralização e a Unidade de Missão para a Valorização do Interior, destinada a promover a coesão do território, mas que "está mais ao menos como o interior, está abandonada, está frágil e está entregue a si própria".

O prazo para a entrega de propostas de alteração à proposta do Governo de OE2018 termina na sexta-feira e a votação final global está agendada para 27 de novembro.

Convocatória - ABETL Martingança


sábado, 18 de novembro de 2017

Integração de funcionários nas autarquias em 2018

A notícia em:
https://www.dn.pt/portugal/interior/governo-abre-porta-para-autarquias-integrarem-precarios-ja-em-2018-8925807.html

Autarquias vão poder integrar precários já em 2018

São mais de 15 mil os precários a trabalharem a tempo inteiro nos municípios e freguesias. Levantamento está concluído.

As autarquias e o setor empresarial local vão poder integrar pessoas com vínculos precários já em 2018. O Governo integrou uma norma no diploma que estabelece o programa de regularização extraordinária dos vínculos precários no Estado que se aplica ao poder local. Sem este enquadramento legal, os municípios e juntas de freguesia não poderiam ter o seu plano de regularização especial como já está a decorrer para a Administração Pública.

O diploma foi aprovado em outubro, mas está em redação final na Assembleia da República. Quando for promulgado e publicado, as autarquias poderão desencadear o processo para integrarem nos quadros os trabalhadores precários que entenderem ser necessários.

O levantamento sobre os funcionários nesta situação - que o Conselho de Ministros determinou em fevereiro deste ano e que teria de estar concluído até 31 de outubro - está feito. O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, que manteve a tutela do poder local, anunciou quinta-feira no Parlamento que há 15 549 pessoas com vínculos precários nas autarquias.

São 298 municípios, dos 308, e em 1872 freguesias, de 3092, em que foram identificadas situações de trabalho a tempo inteiro com vínculos precários. No relatório da Direção-Geral das Autarquias Locais, a que o DN teve acesso, a maioria dos precários trabalha para as câmaras municipais, na ordem dos 9479 postos de trabalho (61%). Nas freguesias, só 5387 postos de trabalho são deste tipo (35%). Os serviços municipalizados, as empresas intermunicipais e locais têm uma margem mais residual deste tipo de trabalhadores, num total de 683.

A maioria dos precários do poder local são assistentes operacionais (72%), técnicos superiores (15%) e assistentes técnicos (12%). Concentram-se sobretudo em tarefas higiene, limpeza e manutenção de espaços verdes e na educação.

O diploma que regulariza a situação dos precários ao serviço do Estado ainda não saiu do Parlamento, o que não impediu que tenha sido já posto em marcha o programa de candidaturas à vinculação dos precários da Administração Central, estimados em 116 mil trabalhadores. Ontem, aliás, completou-se a segunda fase de candidaturas à vinculação, sendo que, na primeira, os pedidos de integração nos quadros do Estado chegaram apenas aos 30 mil. Os candidatos podiam requerer a integração em papel ou submeter o seu pedido no site www.prepav.gov.pt.

A lei abrange as pessoas que exerçam ou tenham exercido funções que correspondam a necessidades permanentes de órgãos ou serviços da Administração Pública, de autarquias locais, de entidades do setor empresarial do Estado ou do setor empresarial local, com horário completo, sujeição ao poder hierárquico, à disciplina ou direção desses órgãos, serviços ou entidades, sem vínculo jurídico adequado. "No período entre 1 de janeiro de 2017 e 4 de maio do mesmo ano, ou parte dele, e durante pelo menos um ano à data do início do procedimento de regularização", diz o diploma.

Eduardo Cabrita garantiu no Parlamento, durante a audição da proposta de Orçamento do Estado para 2018, que os funcionários do poder local irão "beneficiar das regras que estão definidas" para a Administração Central. Mas advertiu que a decisão de quem será integrado nos quadros nos quadros será da inteira responsabilidades autarquias. "Há uma avaliação caso a caso que tem de ser feita à escala local, porque a autonomia local não permitirá que existam as comissões paritárias com intervenção governamental. Isso seria uma grosseira violação da autonomia local", afirmou.

Miss Pataias & Martingança


sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Faturação do consumo de água

A informação em:
http://www.smalcobaca.pt/pt/noticias/24134/faturacao-dos-consumos-de-agua-na-uniao-de-freguesias-de-pataias-e-martinganca.aspx

FATURAÇÃO DOS CONSUMOS DE ÁGUA NA UNIÃO DE FREGUESIAS DE PATAIAS E MARTINGANÇA

O Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados de Alcobaça, tendo em atenção os problemas do abastecimento de água causados pelo incêndio do passado dia 14 de outubro, na União de Freguesias Pataias e Martingança, deliberou na reunião de 25 de outubro, tomar as seguintes providências:

- A todos os consumidores abrangidos pela captação de água de Paredes da Vitória (Pataias, Martingança, Burinhosa, Paredes da Vitória, Légua, Falca, Água de Madeiros, Pedro do Ouro, Vale Furado e Mina), ser-lhes-á faturado os consumos de água ao valor do primeiro escalão até ao levantamento do aviso, emitido a 18 de outubro, relativo à contaminação da supramencionada captação pelas cinzas resultantes do incêndio.  

- Aos consumidores residentes nas áreas afetadas pelo incêndio que utilizaram água da rede para o combate do mesmo, a faturação relativa aos meses de outubro e novembro de 2017 será ponderada de acordo com o período homólogo do ano anterior (2016).

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Incêndio florestal pode protelar pagamento do IMI

A notícia em:
https://www.dinheirovivo.pt/economia/concelhos-afetados-por-incendios-podem-pagar-imi-ate-15-de-dezembro/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+DV-ultimas+%28DV+-+Ultimas%29

INCÊNDIOS 
Concelhos afetados por incêndios podem pagar IMI até 15 de dezembro

Diploma que determina isenções de multas e alargamento de prazos para pagamento de impostos nos concelhos afetados por incêndios foi publicado.

Os contribuintes com casas localizadas nos concelhos afetados pelos incêndios de 15 de outubro vão poder pagar o IMI até ao dia 15 de dezembro, ou seja, terão mais 15 dias do que o prazo regulamentar – que termina no final deste mês. Esta é uma das medidas decididas pelo governo no sentido de dar mais tempo aos contribuintes desta região para porem as obrigações fiscais e contributivas em dia. 

O diploma que determina os novos prazos foi publicado esta terça-feira em Diário da República e abrange os contribuintes com domicílio fiscal ou sede nos concelhos afetados. 

Este alargamento de prazos vem acompanhado da suspensão dos processos de execução fiscal em curso ou que venham a ser instaurados pela Segurança Social ou pela Autoridade Tributária e Aduaneira. No caso da segurança social, para que esta suspensão ocorra, é necessário que as empresas e trabalhadores independentes diretamente afetados entreguem um requerimento. 

Esse requerimento deve ser dirigido à secção de processo executivo responsável pelo processo e pode ser entregue a partir de hoje. Em relação aos processos que venham a ser instaurados, o contribuinte dispõe de 30 dias para fazer este pedido de suspensão da execução. 

«Consideram-se diretamente afetados pelos incêndios as empresas e trabalhadores independentes que, por motivo diretamente causado pelos incêndios, tenham ficado com a sua capacidade produtiva reduzida, devido à perda de instalações, unidades de produção, veículos ou instrumentos de trabalho essenciais à laboração.»

 No caso dos impostos determina-se que a suspensão dos processos de execução termina a 1 de dezembro deste ano podendo o prazo ser prorrogado. 

O diploma acautela ainda a manutenção das condições do PERES (o ‘perdão fiscal’ que incluiu pagamentos a prestações) para estes contribuintes. 

Em relação aos prazos, o diploma determina que: 
a) As obrigações declarativas cujos prazos tenham terminado entre 15 de outubro de 2017 e 31 de outubro de 2017 podem ser cumpridas até 15 de dezembro de 2017, sem quaisquer acréscimos ou penalidades; 
b) O pagamento especial por conta a efetuar em outubro, nos termos do n.º 1 do artigo 106.º do Código do IRC, pode ser efetuado até 15 de dezembro de 2017; 
c) O IVA liquidado relativo ao 3.º trimestre, bem como o IVA liquidado mensalmente referente ao mês de setembro, podem ser entregues até 15 de dezembro de 2017, sem quaisquer acréscimos ou penalidades; 
d) As retenções na fonte de IRS e de IRC que deveriam ser entregues até ao dia 20 de outubro podem ser entregues até 15 de dezembro de 2017, sem quaisquer acréscimos ou penalidades; 
e) As prestações do IMI cujo prazo de pagamento termina em novembro podem ser pagas até 15 de dezembro de 2017.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

União de Freguesias de Pataias e Martingança

Diário da República, 2.ª série — N.º 220 — 15 de novembro de 2017

Aviso nº13624/2017

https://dre.pt/application/conteudo/114205506

Proibição de cortar pinheiros saudáveis

A notícia em:
http://observador.pt/2017/11/15/o-abate-de-arvores-saudaveis-vai-ser-suspenso-ate-meados-de-abril/

ÁRVORES
O abate de árvores saudáveis vai ser suspenso até meados de abril

O abate de pinheiros saudáveis vai ser suspenso até meados de abril e o corte de madeira vai ser acelerado nas regiões mais atingidas pelos incêndios e onde há risco da doença do nemátodo da madeira do pinheiro, segundo um despacho publicado.

Em sequência da dimensão sem precedentes dos incêndios que ocorreram nos passados meses de junho a outubro, o Governo entende necessário reforçar os mecanismos adicionais que promovam o abate imediato de coníferas hospedeiras com sintomas de declínio”, lê-se no despacho do secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, publicado em suplemento do Diário da República na terça-feira, mas com efeitos retroativos na segunda-feira, 13 de novembro.

No despacho, Miguel Pisoeiro de Freitas explica tratarem-se de medidas provisórias, que “não podem vigorar durante um prazo superior a 180 dias”, e determina que o presidente do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) determine “a título excecional, medidas alternativas ou complementares” extraordinárias de proteção fitossanitária, indispensáveis ao controlo do nemátodo da madeira do pinheiro, limitando a circulação de madeira e sobrantes provenientes do abate de árvores de zonas de risco.

O objetivo, acrescenta o executivo, é “não permitir o abate” de coníferas hospedeiras, sem sintomas de declínio, na zona tampão e nos locais de intervenção localizados nos distritos de Aveiro, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria, Lisboa, Porto, Santarém, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.

“Estas medidas não se aplicam aos abates que decorram da obrigatoriedade do cumprimento de outras disposições legais, nomeadamente de âmbito fitossanitário ou defesa da floresta contra incêndios”, acrescenta o governante.

No preâmbulo do diploma, o Governo lembra que a doença da murchidão do pinheiro, provocada pelo nemátodo da madeira do pinheiro, é “um dos principais fatores de risco da “floresta de pinho” nacional” e reafirma a “dimensão sem precedente” dos incêndios nos passados meses de junho e outubro.

“O Governo entende necessário reforçar os mecanismos adicionais que promovam o abate imediato de coníferas hospedeiras com sintomas de declínio, que incluem as árvores ardidas”, esclarece, explicando que este reforço acontece através da restrição ao corte de madeira verde de coníferas hospedeiras nos locais onde é conhecida a presença do nemátodo da madeira do pinheiro ou em que seja reconhecido o risco do seu estabelecimento e dispersão nas regiões predominantemente atingidas pelos incêndios.

Remoção dos materiais queimados dos incêndios

A informação em:
http://www.cm-alcobaca.pt/pt/noticias/24135/remocao-dos-materiais-queimados-nos-incendios.aspx#prettyPhoto

13 de novembro de 2017

O Município de Alcobaça informa, que nos termos do disposto no 1 e 2 do art. 36º do decreto-lei nº 124/2006 de 28 de junho, os proprietários devem remover os materiais queimados nos incêndios numa faixa mínima de 25 metros para cada lado das faixas de circulação rodoviária.
Mais se informa que na sequência dos incêndios de 15 de outubro nos lugares de Légua e Burinhosa, união das freguesias de Pataias e Martingança, foram sinalizadas pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, I.P. (ICNF) as árvores que se encontram em risco de queda para as vias rodoviárias. Desta forma deverão os proprietários dos imóveis onde se encontram materiais queimados proceder ao corte e remoção das árvores sinalizadas até ao fim do presente mês.
Consulte aqui o edital

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Inquilino em prisão preventiva

Gineta.
Este é o novo inquilino cá do casal.
Penso que era já visita assídua, mas só agora foi apanhado em flagrante delito.
Encontra-se em prisão preventiva, aguardando a chegada da brigada ambiental da GNR.
O malandro andava a tratar-se bem: ovos (de galinha e de pato) e também alguns patos pequenos.

Câmara Municipal - bolsas de estudo

A notícia no site da Câmara: 
http://www.cm-alcobaca.pt/pt/pt/menu/550/bolsas-de-estudo.aspx

O Município de Alcobaça atribui um total de 30 bolsas de estudo.
As bolsas são direcionadas para os estudantes que frequentam o Ensino Superior, residentes no Concelho de Alcobaça, com manifestas carências económicas.
NOTA: Informa-se que as candidaturas referentes ao ano letivo 2017/2018 deverão ser apresentadas durante o mês de novembro de 2017.
Para qualquer esclarecimento por favor contate a Divisão de Ação Social - Telefone: 262 580 899


segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Burinhosa empata em casa

O CCRD Burinhosa empatou 2-2 na receção aos Leões de Porto Salvo.
Com este resultado, a equipa desceu à zona de despromoção com apenas 7 pontos (9J;2V1E6D;19-34).
Mais informações em: http://www.zerozero.pt/edition.php?id_edicao=112714