Para sugestões, comentários, críticas e afins: sapinhogelasio@gmail.com

sábado, 30 de junho de 2018

400 mil euros para a União de Freguesias de Pataias e Martingança

A União de Freguesias de Pataias e Martingança vai receber 400 mil euros da Câmara Municipal de Alcobaça na sequência da venda da madeira do incêndio de Outubro de 2017.

(Em atualização)

sexta-feira, 29 de junho de 2018

quinta-feira, 28 de junho de 2018

CisterMúsica 2018 não vem a Pataias

O festival de música clássica do Oeste, Cistermúsica, patrocinado pela Câmara Municipal de Alcobaça vai realizar-se mais uma vez. Ao contrário das últimas edições, este ano Pataias é esquecida, ao contrário de outras freguesias.

O programa aqui: https://www.cistermusica.com/pt/programacao

A notícia em:
https://www.rtp.pt/noticias/cultura/festival-cistermusica-leva-a-alcobaca-40-concertos-por-um-mundo-sem-fronteiras_n1084248

Festival Cistermúsica leva a Alcobaça 40 concertos por um mundo sem fronteiras

O Cistermúsica 2018 reúne em Alcobaça músicos de mais de 20 países, que realizarão 40 concertos ao longo de um mês de festival, que tem por objetivo celebrar um mundo multicultural e sem fronteiras.

"Pela primeira vez, o Festival assume uma matriz de manifesto contra o fecho de fronteiras e a xenofobia", disse hoje à agência Lusa Alexandre Delgado, diretor do Cistermúsica, que, na edição de 2018 vinca a sua matriz universalista juntando em Alcobaça "músicos de mais de 20 países de todo o mundo".

Com arranque marcado para sexta-feira, o Cistermúsica 2018, que hoje foi apresentado à imprensa, vai prolongar-se até ao dia 29 de julho com a apresentação de 40 concertos que fazem parte da "Programação Principal", da `Off`, dedicada a um público mais alternativo e da "Júnior e famílias", com iniciativas para os mais pequenos.

A "Missa de Notre Dame", de Guillaume de Machaut, a primeira versão musical completa do ordinário da missa e obra fundadora do cânone da música ocidental, abre, a 01 de julho, a "Programação Principal", interpretada pelo Ensemble Gilles Binchois, na nave central do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça.

A edição 2018 será ainda marcada pela apresentação de três óperas, entre as quais a `joco-séria` "Guerras de Alecrim e Manjerona" (1737), de António José da Silva e António Teixeira, interpretada pelos Músicos do Tejo e pela S.A. Marionetas, companhia de Alcobaça.

A ópera infantil "A Floresta", de Eurico Carrapatoso, numa adaptação do conto homónimo de Sophia de Mello Breyner Andresen, com libreto de Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães, é outras das apostas da programação em que, em termos de ópera, se destaca ainda "Domitila", do brasileiro João Guilherme Ripper, baseada nas cartas do imperador D. Pedro I e da Marquesa de Santos.

A nível da música de câmara, a organização destaca o Quarteto Casals (Espanha) e o recital do pianista russo Alexander Ghindin, que assinala o centenário da morte de Debussy e de António Fragoso, e os 150 anos do nascimento de Vianna da Motta.

Pela primeira vez o Cistermúsica contará com a participação da Orquestra Estatal de Atenas, dirigida por Stefano Tsialis, que apresentará em Alcobaça um concerto sinfónico com a Sinfonia de César Franck.

A orquestra Estágio Gulbenkian levará ao mosteiro obras de Mozart, Ravel e Manuel Durão, enquanto a recém-fundada Orquestra Consonância se centrará nas obras de Vivaldi, Mozart, Elgar e Nino Rota, o compositor dos filmes de Fellini.

Na dança, a companhia de dança Quorum Ballet e a Orquestra Filarmónica Portuguesa juntam-se para a interpretação do bailado "A Sagração da Primavera", de Stravinsky.

Na dança contemporânea o festival mostrará criações de Cristina Planas Leitão. Da companhia Vortice Dance e, a encerrar, haverá uma homenagem ao mito universal de Pedro e Inês, cujos túmulos repousam na Nave Central do Mosteiro de Alcobaça, com coreografia de Fernando Duarte.

Na programação `Off`, o festival volta a apostar na ligação entre a música e o cinema, com o pianista Paulo Melo a acompanhar, com música ao vivo, o filme de Charlie Chaplin, "O Garoto".

Assumindo-se como "um festival inclusivo", o Cistermúsica assinala os 20 anos da atribuição do Prémio Nobel a José Saramago com a atuação do grupo de teatro Triacto a levar ao palco "A Maior Flor do Mundo".

As atrizes Dalila do Carmo e Ana Zanatti fazem também parte, este ano, da programação: A primeira no módulo Júnior & Famílias, narrando as "Memórias de um Burro", da Condessa de Ségur, com o pianista Daniel Cunha e música de Paul Ladmirault; a segunda, declamando poesia num espetáculo em que "O Requiem", de Frei Manuel Cardoso, é cantado pelo Grupo Vocal Olisipo.

Com um orçamento de 240 mil euros, comparticipados pela Direção-Geral das Artes e pelo município de Alcobaça, o festival "vai ocupar pela primeira vez a cerca do Mosteiro", sublinhou Alexandre Delgado, ressalvando que ali decorrerão "três espetáculos de entrada livre".

Organizado pela Banda de Alcobaça e com produção da Academia de Música de Alcobaça, o Cistermúsica - Festival de Música de Alcobaça ocupa uma multiplicidade de espaços quer no Mosteiro, quer noutros recintos da cidade e da região.

Com a Rota de Císter, o festival ganhou também, desde 2015, uma dimensão nacional que leva parte da sua programação principal ao património cisterciense edificado noutros concelhos do país.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Dino Luz em nova exposição

A notícia no Jornal das Caldas
https://jornaldascaldas.com/Stencil_sobre_madeiras_no_CCC

Stencil sobre madeiras no CCC
Stencil sobre madeiras é uma arte que pode ser apreciada no café concerto do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, numa exposição de Dino Luz.

Desde que há dez anos abriu uma churrasqueira na praia de Paredes da Vitória, em Alcobaça, o artista iniciou-se na técnica do stencil com a pintura à mão de t-shirts, sweats e outros objectos personalizados.
Nasceu assim o conceito Stencil Fartz, fruto do gosto pelas artes de rua e pelo fato de não haver no mercado uma marca de personalização deste estilo.
Neste caso aproveita pedaços de madeira que vão dando à costa e que transforma em telas, onde através do stencil e da aplicação de outros materiais, exprime a sua arte.
Já realizou diversas exposições.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Oceanário na praia de Paredes da Vitória

A notícia em:
https://gazetacaldas.com/sociedade/vaivem-do-oceanario-vai-estar-na-praia-paredes-vitoria/

O Vaivém do Oceanário vai estar na praia de Paredes de Vitória

Entre 25 de Junho e 1 de Julho o Vaivém do Oceanário estaciona na praia de Paredes de Vitória (Alcobaça). Este é um projecto de educação ambiental do Oceanário de Lisboa que pretende ajudar a compreender os oceanos de uma forma lúdica e para todas as idades.
Ali é possível perceber o funcionamento dos oceanos e o seu impacto na vida terrestre, mas também descobrir qual o nosso impacto neles e o nosso papel na sua conservação.
O projecto tem também como meta sensibilizar e ensinar a combater uma das maiores ameaças que o oceano enfrenta: o plástico.
A entrada é livre. De 25 a 29 de Junho destina-se a escolas, grupos e ATL’s. Nos dias 30 de Junho e 1 de Julho está aberto ao público em geral.
Mais informações e inscrições através do e-mail: sofia.quaresma@cm-alcobaca.pt ou do tel. 262580800.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Querido mudei a casa - Pataias

A notícia em:
http://www.regiaodecister.pt/noticias/loja-do-querido-mudei-casa-obras-abre-em-pataias

Loja do “Querido Mudei a Casa - Obras” abre em Pataias

O “Querido Mudei a Casa - Obras” abriu, este mês, na Avenida da Lagoa, em Pataias, a primeira unidade no concelho de Alcobaça com o “Querido Gouveia”.

Esta unidade é especialista em bricolage & instalações, carpintaria, pavimentos, caixilharia, tetos falsos & divisórias, canalização e pintura. “O nosso trabalho vai desde o projeto de arquitetura ao acabamento final, tal como se vê na televisão“, frisa Cyril Gouveia, responsável pela Querido Gouveia.

Com várias parcerias com empresas da região, a loja destaca-se pela “qualidade acima da média, pelo aconselhamento de obras e pela chancela da marca conhecida de todos”, sublinha o empresário, que já era parceiro do programa da TVI.

domingo, 24 de junho de 2018

CDS-PP de Alcobaça com nova liderança

A notícia em:
http://www.regiaodecister.pt/noticias/nelson-placido-inicia-novo-ciclo-na-concelhia-do-cds-pp

Nélson Plácido inicia novo ciclo na concelhia do CDS-PP

Nélson Plácido foi eleito, este sábado, presidente da Comissão Política Concelhia de Alcobaça do CDS-PP. A lista que o antigo candidato à Junta de Évora de Alcobaça encabeçou foi a única a apresentar-se a sufrágio.

O presidente dos centristas em Alcobaça para o próximo biénio assume que “valorizar o potencial humano” é um dos principais objetivos. “Queremos valorizar as pessoas que concorreram com o CDS-PP nas eleições autárquicas. As pessoas são o nosso maior património”, defende Nelson Plácido em declarações ao REGIÃO DE CISTER.

Além disso, o órgão concelhio pretende dar um “contributo” para as eleições legislativas e europeias, que vão decorrer durante o mandato de Nelson Plácido. “Alcobaça tem das concelhias do CDS mais fortes do distrito por isso devemos ajudar o partido a concretizar objetivos nacionais”, referiu o presidente do CDS/Alcobaça. “Vamos continuar a fazer um trabalho coerente e responsável na oposição e defender o interesse dos munícipes, viabilizando o que considerarmos que é positivo para o município e criticando as falhas, sugerindo sempre alterações”, acrescentou o antigo candidato à Junta de Évora de Alcobaça.

sábado, 23 de junho de 2018

Atletas do CCDR Burinhosa em prova de atletismo

A notícia em:
http://www.jornaldamealhada.com/noticias/show.aspx?idioma=pt&idcont=7908&title=corrida-e-caminhada-solidaria-pelos-bombeiros-voluntarios-de-cantanhede-foi-um

Corrida e Caminhada Solidária pelos Bombeiros Voluntários de Cantanhede foi um sucesso

No passado dia 17 de junho decorreu a Corrida e Caminha Solidária em benefício dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede. A iniciativa, organizada pelo quinto ano consecutivo, juntou 400 participantes, 98 dos quais atletas em corrida, com o objetivo de angariar fundos para a Associação Humanitária.

Adérito Machado, presidente da Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, congratula-se pelo “número de atletas na Corrida que quase duplicou em relação ao ano passado. Para além das representações das equipas da região, entre as quais a Academia de Atletismo da Praia de Mira, que arrecadou o prémio atribuído à equipa mais numerosa, a prova contou com a presença diversos atletas de fora, como é o caso da equipa do CCRD Burinhosa, Leiria”.

A Academia de Atletismo da Praia de Mira foi a vencedora da prova, na classificação por equipas, seguida do DCI Pedrulha e do CCRD Burinhosa.

Paralelamente, subiram ao pódio Andreia Silva, da Academia de Atletismo da Praia de Mira (1.º lugar em seniores femininos), Sara Oliveira, do DCI da Pedrulha (2.º lugar em seniores femininos), Daniela Santos, da Academia de Atletismo da Praia de Mira (3.º lugar em seniores femininos), Aricson Gomes e Alexsandro Varela, ambos da Academia de Atletismo da Praia de Mira (respetivamente 1.º e 2.º classificado em seniores masculinos), Nuno Mendes, o CCRD Burinhosa (3.º lugar em seniores masculinos), Odeta Cruz e Rosa Santos, ambas da Academia de Atletismo da Praia de Mira (respetivamente 1.º e 2.º classificadas em veteranos femininos), Sara Martins, do CluVe (3.º lugar em veteranos femininos), João Pereira, da Academia de Atletismo da Praia de Mira (1.º classificado em veteranos masculinos 1), Alberto Fonte, da ADREP (2.º lugar em veteranos masculinos 1), Carlos, da Lusoteam (3.º lugar em veteranos masculinos 1), Messias Dias, do DCI da Pedrulha (1.º lugar em veteranos masculinos 2), Orlando Pires, da Formobiketrailrunning (2.º lugar em veteranos masculinos 2), José Figueira, do CCRD Burinhosa (3.º lugar em veteranos masculinos 2), João Paulo Almeida e Vítor Oliveira, ambos do DCI da Pedrulha (respetivamente 1.º e 2.º lugares em veteranos masculinos 3) Paulo Duarte, do CCRD Burinhosa (3.º lugar em veteranos masculinos 3), Adérito Curto (1.º lugar em veteranos masculinos 4), José Batata (2.º lugar em veteranos masculinos 4), Rui Ventura, do CCRD Burinhosa (3.º lugar em veteranos masculinos 4), José Rato, do CCRD Burinhosa (1.º lugar em veteranos masculinos 5), Manuel Rodrigues Manso (2.º lugar em veteranos masculinos 5) e Narciso Arromba (3.º lugar em veteranos masculinos 5).

Foram ainda distinguidos o primeiro bombeiro a passar a meta da corrida, Paulo Figueira, o atleta mais velho em prova, Manuel Rodrigues Manso, com 72 anos, o atleta mais novo, André Daniel Costa, e o último atleta a atravessar a meta, Luís Arromba, tal como tem vindo a acontecer.

De acordo com um comunicado de imprensa enviado pelos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, “à semelhança das edições anteriores, a 5.ª Corrida e Caminhada Solidária foi uma grande festa e uma clara demonstração de apoio da população aos Bombeiros de Cantanhede”.

A prova começou com uma aula de zumba promovida por Xana Nora, a que se seguiu a caminhada de quatro quilómetros pelas principais ruas da cidade de Cantanhede. Seguiu-se a corrida de oito quilómetros. No fim, e como é já tradição, houve sopas e sandes para todos os participantes, tendo sido feita a entrega de prémios aos vencedores da corrida e o sorteio de prémios entre todos os participantes no decurso do lanche convívio.

Para a edição de 2019 desta iniciativa, cuja realização será no terceiro ou quarto fim de semana de junho, o objetivo, salienta Adérito Machado, é “triplicar o número de inscritos na Caminhada, de modo a ultrapassar a fasquia dos mil participantes”

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Medidas de combate aos incêndios

A notícia em:
https://regiaodanazare.com/Casal_Vale_Ventos_com_novo_ponto_de_agua_para_apoio_ao_combate_a_incendios

Casal Vale Ventos com novo ponto de água para apoio ao combate a incêndios

O concelho de Alcobaça dispõe de um novo depósito para o abastecimento dos meios de combate a incêndios florestais, localizado em Vale Ventos, freguesia de Turquel.

A iniciativa faz parte do plano de prevenção e reforço de meios de combate a incêndios florestais no concelho de Alcobaça, e resulta de uma candidatura conjunta da Câmara Municipal e da Associação de Produtores Florestais dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré (APFCAN), com um investimento de 56 mil euros.
Com uma capacidade de 120.000 litros, o depósito permitirá o abastecimento aéreo e terrestre dos meios de combate a incêndios; e a disponibilização de água a concelhos limítrofes.
Para além deste investimento, foram também lançadas duas empreitadas com vista à execução de faixas de gestão de combustíveis.
As iniciativas de criação de novas condições para a defesa de bens e pessoas, assim como para a mais rápida atuação das forças da proteção civil em caso de incêndio, têm sido concentradas nas freguesias de Aljubarrota, Évora, Turquel e Benedita, áreas consideradas prioritárias pelo Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).
Desta política de prevenção de prejuízos avultados e defesa do concelho contra o fogo, faz parte o protocolo com a APFCAN para a abertura de faixas de gestão de combustíveis na Zona Industrial do Casal da Areia e em parte da rede viária municipal da União das Freguesias de Coz, Alpedriz e Montes e União de Freguesias de Pataias e Martingança.
O ICNF anunciou que irá abrir um concurso para reflorestar a zona pública ardida nos incêndios de 2017, numa área estimada de 400 hectares.
Já a Câmara de Alcobaça divulgou que irá conceder o valor da venda da madeira queimada em hasta pública (a percentagem que cabe à Autarquia) à União de Freguesias de Pataias e Martingança para seja investida em benefício da comunidade, nomeadamente em campanhas de reflorestação, projetos ambientais e turísticos, e em apoios sociais.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Falta de nadadores salvadores

A notícia em:
https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/epoca-balnear-comecou-na-regiao-oeste-com-falta-de-nadadores-salvadores

Época balnear começou na região Oeste com falta de nadadores-salvadores

Segundo a capitão do Porto de Peniche, algumas destas praias continuam mesmo sem vigilância balnear.

A maioria das praias da região Oeste já iniciou este mês a época balnear, mas várias estão com falta de nadadores-salvadores e algumas continuam mesmo sem vigilância balnear, afirmou esta terça-feira a capitão do Porto de Peniche.

"Nesta fase inicial existe alguma dificuldade em contratar os nadadores-salvadores, muitos deles são estudantes e estão em época de exames", disse Marco Augusto à agência Lusa.

Das 35 praias balneares, quatro estão sinalizadas como não vigiadas por não terem até hoje nadador-salvador: Azul, Foz do Sizandro, Santa Rita Norte e Santa Rita Sul, no concelho de Torres Vedras.

Existem ainda outras sete que deveriam ter dois nadadores-salvadores, mas têm apenas um: Cova da Alfarroba, Baleal Campismo e Supertubos (Peniche), Peralta (Lourinhã), Porto Novo, Mirante e Formosa (Torres Vedras).

À semelhança dos anos anteriores, existem duas carrinhas, com dois nadadores-salvadores, a percorrer todos os dias as praias não vigiadas da região.

Uma percorre a costa de Torres Vedras, no âmbito do projecto "Praia Segura", e outra do Instituto de Socorros a Náufragos passa nas praias de Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche e Lourinhã.

A Capitania de Peniche alertou também os banhistas para os cuidados a ter nas zonas balneares das praias do Navio (Torres Vedras), Foz do Arelho (Caldas da Rainha) e Bom Sucesso (Óbidos), por terem aflorado destroços de antigos navios que ali encalharam há várias décadas.

A autoridade marítima já sinalizou os locais.

A época balnear começou em 01 de Junho, nas praias de Peniche e Nazaré (distrito de Leiria), no dia 16 em Caldas da Rainha (Leiria), Torres Vedras e Lourinhã (Lisboa) e, no dia 30, abre em Alcobaça e Óbidos (Leiria).

Todas terminam a época balnear em 15 de Setembro. 

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Inauguração da Cibra

Fotografia disponibilizada pelo Tiago Inácio
(Facebook - Gente que Ama Pataias, publicado a 13 de junho de 2018)


sexta-feira, 30 de março de 2018

Comissão de acompanhamento do PDM de Alcobaça

A notícia em: http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=bc010515-ec8d-4987-8dd0-ab4a03033d78&edition=208

Alcobaça
Assembleia Municipal aprova constituição de comissão para acompanhar a revisão do PDM
   
A Assembleia Municipal de Alcobaça aprovou, por unanimidade, na sua reunião de 23 de março, a criação de uma Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território e Urbanismo que entre outras finalidades se destina a acompanhar a fase final de revisão do PDM – Plano Diretor Municipal. A proposta tinha sido apresentada pelo Partido Socialista na reunião de 19 de dezembro. A Comissão será constituída por 9 elementos, sendo 4 do PSD, 2 do PS, 1 do CDS, 1 da CDU e 1 independente. O presidente da Comissão será presidente da Assembleia Municipal de Alcobaça, Luís Félix Castelhano.
Na proposta apresentada pelo PS pode ler-se que “o ambiente é, nos processos de desenvolvimento, uma condição vital cujo equilíbrio e qualidade determinam a possibilidade de um uso sustentável do território” pelo que “as questões ambientais são, por isso, determinantes para que o ordenamento do território seja mais que um processo organizador do uso do espaço para as diferentes atividades económicas e sociais”.
Na mesma proposta, o PS refere que “a responsabilidade pelo uso correto e ambientalmente sustentável do território, pela proteção do ambiente e pela prevenção, controlo e redução da poluição, seja ela do ar, do solo ou da água, é, essencialmente política” e “só com esse controlo permanente podemos, com segurança, apoiar, estimular e desenvolver a criação de mais e melhores atividades económicas que são condição de desenvolvimento e de criação de riqueza e de emprego”.
Assim e porque cabe à Assembleia Municipal aprovar o PDM, o PS propôs a criação, com carácter permanente, na dependência do presidente da Assembleia Municipal, de uma Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território e Urbanismo destinada ao acompanhamento das seguintes matérias, sem intervenção no funcionamento ou atividade normal da Câmara Municipal: Ambiente, poluição e riscos ambientais; Ordenamento do território, revisão do PDM e coesão territorial; projetos de urbanismo, reabilitação e qualificação urbana.
A comissão será composta por 9 elementos (4PSD, 2PS, 1 CDS, 1 CDU, 1 independentes). Ao que o Tinta Fresca conseguiu apurar a comissão será presidida por Luís Félix Castelhano (faltando ao PSD nomear os outros três elementos). Por sua vez, a representação do PS na Comissão é a seguinte: Leonel Fadigas, Rui Alexandre e Ana Vicente (suplente). Já o CDS nomeou Rosa Domingues, a CDU Luís Crisóstomo e os independentes ainda não decidiram qual o representante que sairá da escolha entre os autarcas de Aljubarrota, Bárrio, União de Freguesias de Cós, Montes e Alpedriz e de São Martinho do Porto.

terça-feira, 27 de março de 2018

A gestão das áreas de salvaguarda de incêndios florestais

A entrevista em:
https://www.publico.pt/2018/03/26/economia/entrevista/se-o-estado-ultrapassar-o-razoavel-tem-de-indemnizar-os-proprietarios-1807986

“Se o Estado ultrapassar o razoável tem de indemnizar os proprietários”
Eduardo Oliveira e Sousa, presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), acredita que se houver multas incomportáveis por causa da limpeza dos terrenos, Estado vai ter de ficar com as propriedades. “Ou seja, é um roubo”, diz

As mais recentes medidas para a protecção da floresta merecem críticas de Eduardo Oliveira e Sousa, presidente da CAP — Agricultores de Portugal. No caso da limpeza dos terrenos a legislação peca no conteúdo e na forma de transmissão — “porque obrigou algumas pessoas a fazerem asneiras”. Na rede secundária de áreas de terreno para protecção (faixas de gestão de combustível), há que não onerar os proprietários com responsabilidades do Estado, diz.

O facto de estar a chover há várias semanas dificulta a discussão sobre a seca e que ela “veio para ficar”, como disse?
Tenho esperança que a seca que nos assolou nestes dois últimos anos foi de tal maneira violenta, pela persistência e pelo impacto que teve nas consequências de quem a sofreu e na continuidade das notícias, que tenha sido uma espécie de “ano zero” para se discutir muito a fundo o que significa este tipo de fenómeno, consequência das alterações climáticas. Foi nessa perspectiva que disse que “veio para ficar”. A chuva ter sido forte e persistente durante este curto período de tempo vem provar que estamos em seca. É uma confirmação, segundo os especialistas, das alterações climáticas. A seca não é não chover. A seca é esta situação atípica do nosso clima que não era tão marcadamente diferente como é agora. Porque a secura do ar, associada à temperatura, provocou ao nível do solo e da fisiologia das próprias plantas condições de arderem com muito mais velocidade do que é normal. Uma das características dos incêndios de 2017 foi o tipo de fogo que tivemos naquelas ocorrências. Temos de, tecnicamente, estudar novas formas de explorar a floresta, de ordená-la — mais do que ser contra o eucalipto, o pinheiro ou seja o que for — para darmos corpo a um futuro assente no conhecimento. E não na reacção à situação no momento – tivemos agora o exemplo daquilo que não deve ser feito.

A reforma [da floresta]?
Esta legislação da limpeza [dos terrenos] à volta das casas e das povoações.

Foi mal feita?
Foi mal feita, porque não foi feita com base na técnica, mas na base da emoção e da resolução política de um problema — que nem sequer é um problema que tem a ver com a floresta, mas com a protecção das pessoas.

A protecção civil é um assunto que o Estado tem que assumir. E se ultrapassar o razoável em termos dos direitos dos proprietários e das explorações, o Estado tem que indemnizar.
Então acha que foi uma reacção emocional e política?
Exactamente, mas entrando quase pela demagogia, que deu origem às correcções. A campanha de informação foi péssima e o veículo utilizado, pior ainda. Porque utilizar a correspondência da autoridade tributária para fazer chegar um determinado recado às pessoas é utilizar a força, a coacção. Foi o único veículo que o Governo entendeu que seria eficaz. Foi eficaz pelo mau sentido. Porque obrigou algumas pessoas a fazerem asneiras. E vai obrigar as pessoas, que eventualmente venham a ser objecto de contra-ordenações, de autos, etc., a reagirem pela via judicial. E atirando para não sei quando a solução de um problema que temos que agarrar com as mãos. O Estado — o Governo — quis sacudir a responsabilidade imediata sobre a questão, atribuindo responsabilidades às autarquias e das autarquias para os proprietários, como se não fosse um problema do Estado. E é um problema do Estado. Porque a protecção civil é um assunto que o Estado tem que assumir. E se ultrapassar o razoável em termos dos direitos que os proprietários têm e das explorações a que estão ligados, o Estado tem que indemnizar.

Mas foi já dito que se os proprietários não limparem os terrenos, as autarquias podem vir a fazê-lo e depois passarem a factura aos proprietários.
Se houver uma propriedade em que o proprietário é uma pessoa doente ou uma pessoa ausente e tem a propriedade suja, muito perto das casas, com matos, não vejo como não haja como a autarquia intervir, limpar e depois tentar procurar o proprietário no sentido de se ressarcir da despesa. Mas aquelas imagens que estão associadas à animação [da mensagem das Finanças] de cortar tudo, é que já não concordo. Concordo com a limpeza daquilo que no campo chamamos o ‘mofedo’, matos impenetráveis, de silvas, de estevas.

Mas não árvores de fruto?
Nem de frutos, nem de floresta. Se são povoamentos florestais, o que eles têm que estar é bem geridos. E o bem gerido não é ter as árvores a 10 metros umas das outras. É ter o terreno em condições de não haver propagação fácil do fogo de chão, etc. Outra coisa é a lei dizer “nós queremos que a partir de agora passe a haver uma faixa de protecção [da floresta] e essa faixa tem que ter uma determinada dimensão e o proprietário fica obrigado a fazer essa faixa” — isso é que não é admissível. Se o Estado quiser fazer isso tem que indemnizar — tem que expropriar e tem que indemnizar. A tal rede primária [de faixa de gestão de combustível] prevê isso mesmo: quando haja uma propriedade que seja atravessada por uma faixa dessas, fica impedida de, naquela área, ter produção — aí o Estado indemniza. É o que o Estado tem que fazer se houver uma alteração do coberto vegetal das propriedades onde isso possa vir a acontecer. O que o Estado está a dizer é que o proprietário que está encostado à faixa é que tem de pagar. Os outros que estão lá para trás já não precisam de fazer nada, porque aquele é que suportou os custos. Isto não pode ser. Tem que haver uma responsabilidade do Estado, que tem que ser assumida pelo Estado.

No sentido de expropriar e indemnizar?
Exactamente. Mexer no coberto vegetal, produtivo... porque um terreno florestado é como se fossem as máquinas de uma empresa, se lhe tira as árvores, deixa-se de poder produzir. As propriedades pequenas, com uma economia débil, associadas a pessoas que socialmente também não são propriamente endinheiradas ... O que consta é haver proprietários a dizerem às juntas de freguesia “fiquem com as terras, o que não quero é ter chatices nem com as finanças nem com a GNR”.

Se o Estado começar a querer cobrar aos proprietários verbas que sejam completamente incompatíveis com o tipo ou a dimensão da propriedade ou do agricultor envolvido, não tenho dúvidas que o Estado vai ter que ficar com as propriedades deles — ou seja, é um roubo.
Acha que vai haver mais abandono de terras?
Se o Estado começar a fazer multas e a querer cobrar aos proprietários verbas que sejam completamente incompatíveis com o tipo ou a dimensão da propriedade ou do agricultor envolvido, não tenho dúvidas que o Estado vai ter que ficar com as propriedades deles — ou seja, é um roubo.

Não equaciona muito, no seu discurso, a responsabilidade do proprietário. Mas há uma responsabilidade do proprietário, não?
Há e não há. O proprietário é responsável se tiver a sua propriedade negligenciada. São casos pontuais. Esta lei não é para casos pontuais, veio generalizar aquilo que não é razoável ser generalizável. Esse é o grande problema. Que há proprietários que têm que ser “obrigados” a dar uma solução ao seu problema, isso há. E depois há outros problemas também associados à propriedade, que é a sua divisão, dimensão, a propriedade em espaço florestal. Na economia rural, três ou quatro árvores podem ser mais do que quatro ou cinco meses de reforma. E essa economia tem que ser mantida e acarinhada.

Mas como é que se convence o proprietário? O Governo anterior tinha, por exemplo, a ideia de penalizar do ponto de vista fiscal os terrenos que não estivessem cuidados ou com utilização económica. Essa é uma hipótese?
Sou muito mais por ir pelo lado positivo do que pelo negativo.

E ceder o arrendamento em bolsa de terras ou a gestão numa Zona de Intervenção Florestal (ZIF)?
Também, também. Essas figuras têm que ser todas exploradas. Mas a bolsa funciona por vontade dos próprios. Das pessoas que são donas daquelas parcelas todas, são muitos poucas — para não dizer quase nenhumas —, que são empresários florestais. São proprietários de um pedacinho de terra. Têm a sua vida profissional algures, querem lá saber que haja uma bolsa, ou um banco [de terras]. Agora, se houver uma ZIF, que depois utilize esses instrumentos, isso já é diferente. E depois há que incentivar a venda.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Embaixadores do bosque

A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/alunos-de-alcobaca-plantam-e-prometem-cuidar-de-arvores

Alunos de Alcobaça plantam e prometem cuidar de árvores

Os alunos do 6.º B e 6.º C da Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto trocaram, esta quarta-feira, o lápis e o caderno pela enxada e pelo farpão para cumprir o projeto “Embaixadores do Bosque”, que tem o objetivo de “recuperar áreas ardidas ou degradadas”.
Nesse âmbito, os mais novos plantaram um carvalho português e um sobreiro. Mas a tarefa não se fica por aqui. É que ao longo dos próximos anos, até que concluam o ciclo de ensino daquela escola, os alunos vão ficar responsáveis por cuidar e manter estas duas novas árvores. “Quando sairmos da escola as árvores já vão ser maior que nós?”, questionou, curioso, um aluno. Os mais pequenos vão acompanhar nos próximos três anos o crescimento das árvores, esperando-se que em pouco tempo, “se tudo correr bem”, as mesmas os ultrapassem em altura.
A tarefa de plantar as árvores não assustou, nem por sombras, os alunos. Mas são as tarefas de manutenção que mais os preocupam, especialmente durante o verão. Será preciso regar, cortar e podar. Mas a ajudar as crianças nesta tarefa vão estar os professores Luís Silva e João Costa, que aplaudiram a iniciativa dos pelouros da Educação e do Ambiente da Câmara de Alcobaça.  A vereadora da Câmara de Alcobaça com o pelouro da Educação destacou o “carácter transversal” da atividade. “Os alunos vão poder aprender sobre a floresta, a biologia e muitas outras disciplinas, mas mais importante que isso é a responsabilidade que vão precisar de ter para cuidar das árvores”, sublinhou Inês Silva. 
O projeto “Embaixadores do Bosque” foi desenvolvido, também, na Fonte da Senhora, onde mais de três dezenas de alunos do Externato Cooperativo da Benedita participaram na ação de reflorestação. Esta quinta-feira, a iniciativa da autarquia envolveu 55 alunos da Escola Básica de Pataias, que contribuiram para a reflorestação das áreas queimadas pelos fogos do passado mês de outubro. Além disso, também os alunos da Escola Primária do Bárrio vão plantar árvores na Quinta do Campo. No total, são cerca de 150 os alunos que vão participar na atividade, que decorre em parceria com as Juntas e a Associação de Produtores Florestais dos Concelhos de Alcobaça e da Nazaré.
As crianças de hoje vão cuidar das árvores e da floresta de amanhã.

domingo, 25 de março de 2018

CCRD Burinhosa na final-8 da Taça de Portugal

A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/futsal-burinhosa-apura-se-para-final-8-da-taca-de-portugal

Futsal: Burinhosa apura-se para final-8 da Taça de Portugal

O CCRD Burinhosa venceu, este sábado, por 1-3, no terreno do São Mateus e apurou-se, pela segunda época consecutiva, para a final-8 da Taça de Portugal de futsal.
Os burinhosenses, finalistas vencidos na última edição da prova, derrotaram um adversário do escalão secundário com golos de Matheus (2) e Marquinhos.
Depois de garantirem o apuramento para os quartos-de-final da Taça, a equipa de Alex Pinto começa a preparar a receção ao campeão nacional, Sporting, agendada para esta sexta-feira, no Pavilhão Gimnodesportivo de Alcobaça.

quinta-feira, 22 de março de 2018

Juvenis do CCRD Burinhosa asseguram manutenção

A notícia em: 
http://regiaodecister.pt/noticias/futsal-burinhosa-garante-manutencao-em-juvenis

Futsal: Burinhosa garante manutenção em juvenis

Os juvenis do CCRD Burinhosa derrotaram, este domingo, o D. João I, por 4-3, e garantiram automaticamente a manutenção no campeonato nacional.

A equipa de Ângelo Santos atingiu o grande objetivo da temporada ainda com duas jornadas por realizar.

Entretanto, os juniores do clube estrearam-se, este domingo, com um empate a duas bolas na receção ao Sousel na Taça Nacional de sub-20. A turma de Nuno Teles de Sousa desloca-se na próxima ronda a Santarém, para defrontar o Vitória.

Melhor sorte tiveram os juvenis do Casal Velho, que entraram da melhor maneira na Taça Nacional, este sábado, ao vencerem por 2-4 em Sousel.

Por seu turno, os iniciados do Casal Velho abriram a participação na Taça Nacional, este sábado, com uma derrota na visita ao Benfica, por 12-2.