terça-feira, 3 de julho de 2018
A morte de uma amigo de Paredes da Vitória
Morreu José Batista de Matos. Um amigo.
Conheci José Batista de Matos há mais de 30 anos, na inocência da minha adolescência, quando colaborava no Jornal de Pataias. Desconhecia em absoluto quem era.
Para mim, era apenas um senhor da Batalha, da serra, que tinha uma casa nos Moinhos e um amor incondicional pela praia das Paredes.
Ao longo de 30 anos tivemos conversas. Ou melhor, tive sempre lições de vida. De paixão, de entusiasmo, de fraternidade, de justiça social, de igualdade. Do fantástico sentimento que é trabalhar com paixão pelo bem comum, sem agendas nem interesses escondidos. Foi sempre um prazer escutá-lo, ouvi-lo. O seu entusiasmo foi sempre contagiante.
A pouco e pouco fui conhecendo a sua magnífica obra, a sua intervenção social e cultural junto das comunidades portuguesas em França e na sua aldeia natal das Alcanadas. Dizia-me «eu fiz isto, eu fiz aquilo, eu participei em tal coisa». Não para que eu o elogiasse, para que fosse venerado, mas sempre na perspetiva de «se eu fiz isto, um humilde filho das Alcanadas, o que não podes fazer tu?». «Acredita: podes fazer acontecer».
Quando percebi quem era a magnífica figura de José Batista de Matos, já ele me tratava por doutor e fazia questão de me ouvir, de perguntar o que eu pensava, de querer saber quais eram os meus projetos. Nos últimos anos fazia questão de me chamar de "Mestre", ele, que foi sempre uma das minhas referências. Ele, com quem eu sempre aprendi, chamava-me de "Mestre".
Já não vou beber mais nenhum café com o sr. Batista, na esplanada do Saldanha. Ele com o seu jornal e eu com o meu livro.
Perdi um amigo. E as Paredes da Vitória também.
Porque Batista de Matos dizia-me: «Alcanadas foi onde nasci. Paris onde vivi. Mas as Paredes da Vitória, essa, eu ESCOLHI».
Até Sempre.
A notícia em:
https://www.jn.pt/mundo/jn-comunidades/interior/morreu-jose-batista-de-matos-o-rosto-portugues-do-museu-da-imigracao-em-franca-9536863.html
Óbito
Morreu José Batista de Matos, o rosto português do Museu da Imigração em França
José Batista de Matos, dirigente associativo, antigo conselheiro das comunidades portuguesas e rosto da emigração lusa no Museu Nacional da História da Imigração em Paris, morreu este domingo à noite, em Portugal, aos 84 anos.
A notícia foi confirmada à Lusa pela sua filha, Ascenção Matos, que adiantou que o funeral deve realizar-se na próxima quarta-feira, às 11:00, na sua aldeia natal, Alcanadas, na Batalha, distrito de Leiria.
O emigrante foi membro fundador e dirigente da Associação Portuguesa de Fontenay-sous-Bois, inaugurou o primeiro monumento ao 25 de Abril de 1974, fora de Portugal, em Fontenay-sous-Bois, trabalhou na geminação da cidade com a Marinha Grande, foi Conselheiro das Comunidades durante oito anos e publicou dois livros: "História, cultura e tradições das Alcanadas" (2005) e "Uma vida de militância cívica e cultural" (2011).
José Batista de Matos chegou ao 'bidonville' de Champigny em abril de 1963 para "fugir à ditadura", deixando para trás as "idas de bicicleta à Marinha Grande para ir buscar o Avante" e as escutas clandestinas, em casa, da rádio Voz da Liberdade e da Rádio Moscovo.
O português chegou a França sem falar a língua, foi encarregado-geral no metro de Paris onde ajudou a construir 23 estações, e, em maio de 68, associou-se aos protestos e foi um dos instigadores da greve numa estação da capital francesa.
Em fevereiro passado, no seu apartamento em Fontenay-sous-Bois - onde guardava vários objetos dos tempos do bairro de lata- José Batista de Matos contava à Lusa que o Maio de 68 foi "a essência" da sua vida e que sempre se bateu para "ressuscitar um pouco o maio de 68" porque é preciso "combater as desigualdades porque 2% da população do mundo tem tanto como 98% do mundo".
A essa data, o português continuava a ser o rosto da emigração lusa no Museu Nacional da História da Imigração em Paris, com o seu capacete do trabalho, diplomas, fotografias, passaporte e um desenho a ilustrar o momento em que ele e dois companheiros penduraram uma bandeira vermelha numa grua em protesto contra a mega-manifestação de apoio ao General de Gaulle no final de maio de 68.
Foi nos primeiros dias desse mês, durante a pausa de trabalho das obras do metro de Charles de Gaulle-Étoile, que Batista de Matos teve "a visão apocalíptica" e viu "o largo ao lado do Arco do Triunfo cheio de jovens sentados", foi falar com eles e sentiu "o germinar da vontade" de participar nos protestos.
Depois, foi à universidade da Sorbonne e integrou uma comissão de estudantes-trabalhadores, a partir da qual organizou a greve junto dos seus colegas operários, mesmo sendo ele chefe de obras de uma equipa.
"Fizemos reuniões na Sorbonne e tentei com outros amigos - alguns franceses, um ou dois portugueses - parar o 'chantier' na Étoile, em que havia 60, 70 e tal pessoas. E conseguimos parar aquilo. O trabalho parou completamente", recordava à Lusa a propósito dos 50 anos do Maio de 78, descrevendo o momento como "uma vitória muito grande".
José Batista de Matos começou a participar nas manifestações e ia às reuniões na Sorbonne do 'comité ouvriers-étudiants' porque aquele mês foi para ele "o sonho de um mundo melhor" e "ao fim de 28 dias" conseguiu um aumento de 35 francos por semana", tudo "recordações fabulosas, não só a parte material mas a consciencialização das pessoas".
O português participou nas manifestações de rua porque "tudo se pode vencer com o número de pessoas", viu muita gente "a mandar até botas e 'pavés' [partes da calçada] à polícia" e chegou a ir a algumas reuniões na Sorbonne e no teatro Odéon ocupados.
"Foi a primeira vez, na minha vida de homem, que no Odéon os senhores professores, doutores, se tratavam todos por tu. Não havia você, não havia senhor doutor. Aquilo transformou-me", contou o autor de "Uma vida de militância cívica e cultural", acrescentando que na sua boca tinha sempre a palavra "liberdade".
Em 2012, Batista de Matos recebeu a Comenda da Ordem Nacional de Mérito e há duas semanas recebeu a Medalha da Cidade de Fontenay-sous-Bois.
segunda-feira, 2 de julho de 2018
Cister Música 2018
A notícia em:
https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/quarenta-espectaculos-para-ver-num-mes-8893
Quarenta espectáculos para ver num mês
Cistermúsica Cinema, dança, música, teatro e marionetas
“Música sem Fronteiras numa matriz universalista, celebrando a música de um mundo multicultural e sem fronteiras”, é o lema deste ano do Cistermúsica – Festival de Música de Alcobaça.
A organização do evento, que decorre de 29 de Junho a 29 de Julho, optou por marcar uma posição numa época onde os nacionalismos regressaram como ameaça e a programação desta edição não deixa espaço para dúvidas quanto a esse objectivo.
No dia 1, domingo, às 18 horas, a nave central do Mosteiro de Alcobaça, acolheu a Missa de Notre Dame, de Guillaume de Machaut, primeira versão musical completa do ordinário da missa e obra fundadora no cânone da música ocidental, que abriu a programação principal, interpretada pelo Ensemble Gilles Binchois.
O Cistermúsica 2018, organizado pela Banda de Alcobaça (BA) e pela Câmara Municipal local, apresentará perto de 40 propostas artísticas, em Alcobaça, na Marinha Grande (Teatro Stephens) e nos mosteiros cistercienses de Arouca, Évora, Penacova e São Pedro do Sul.
A aposta na descentralização do festival é a continuação de um objectivo que o certame prossegue há anos. No concelho, haverá ainda espectáculos no Mosteiro de Cós, na vila da Benedita, em Pataias e em São Martinho do Porto.
No dia 20 de Julho, assinalando os 20 anos da atribuição do Prémio Nobel a José Saramago, o grupo de teatro Triacto apresentará A Maior Flor do Mundo. No dia 6, regressa a música de câmara, com o Quarteto Casals que apresentará um programa beethoveniano que inclui o quarteto op. 130, a Grande Fuga e uma estreia do compositor espanhol de origem catalã Benet Casablancas.
Mais uma vez, haverá a aposta nos mais novos. “A atracção de um público jovem que, como sabemos, não é habitual na música clássica tem vindo a ser uma aposta ano após ano. Desde logo, através da programação didáctica – Cistermúsica Júnior e Famílias – que conta com várias produções pensadas para os maior novos. Acresce que a maioria dos espectáculos júnior e famílias são assegurados pela Academia de Música de Alcobaça (AMA), promovendo assim uma ligação pedagógica entre o festival e os mais de 600 alunos que estudam na escola artística de música e dança”, diz Rui Morais, presidente da Banda de Alcobaça e co-director artístico do evento, juntamente com Alexandre Delgado.
No dia 8, a actriz Dalila do Carmo, narrará as Memórias de um Burro, da Condessa de Ségur com o pianista Daniel Cunha e música de Paul Ladmirault.
Homenagem a compositores
O centenário da morte de Debussy e de António Fragoso e os 150 anos do nascimento de Vianna da Motta serão assinalados, no dia 21, num recital do pianista russo Alexander Ghindin, num concerto de trios com piano pelo Trio Pangea e num recital da soprano Filipa Portela e do pianista Stefano Amitrano.
O património musical português também será celebrado com a ópera joco-séria Guerras de Alecrim e Mangerona (1737), de António José da Silva (o Judeu) e António Teixeira, interpretada pelos Músicos do Tejo e pelas SA Marionetas, numa encenação de Carlos Antunes.
Já Requiem de Frei Manuel Cardoso, uma das obras da polifonia portuguesa, será cantado pelo Grupo Vocal Olisipo num concerto que inclui poesia declamada por Ana Zanatti e a estreia de uma obra encomendada a Tiago Derriça.
Daniel Bernardes, autor da banda sonora do filme Peregrinação, apresentará uma peça sua dedicada a Messiaen. Haverá ainda dança com a companhia de dança Quorum Ballet, acompanhada pela Orquestra Filarmónica Portuguesa, a interpretar o bailado A Sagração da Primavera, de Stravinsky, e, ao nível da dança contemporânea, estão programadas três estreias: uma por Cristina Planas Leitão, outra pela companhia Vórtice Dance, que, a encerrar o festival fará uma homenagem ao mito de Pedro e Inês, com coreografia de Fernando Duarte.
Rui Morais, presidente da BA
"Imagem de marca de Portugal"
A nova imagem do Cistermúsica está mais ligada à ideia de identidade e património. Depois do quarto de século, houve necessidade de mudar?
Utilizávamos o mesmo logótipo desde 2012 e entendemos que esta seria a edição adequada para refrescar a imagem, introduzindo um novo conceito de comunicação que se reflectiu não apenas num novo logótipo, onde o desenho do lettering foi criado de raiz, mas também na associação de um símbolo – a rosácea do Mosteiro de Alcobaça estilizada -, que, no seu conjunto, simbolizam de forma eficaz a ligação do festival ao mosteiro e à região. A nova marca, visualmente mais arrojada, apela a um público mais jovem.
Com concertos, bailados e apresentações artísticas fora de Alcobaça, assistimos a uma descentralização do festival?
O Cistermúsica 2018 apresentará perto de 40 propostas artísticas não só em Alcobaça, mas também na região e nos outros pontos do País. A aposta na descentralização do festival não é uma novidade, mas a continuação de um objectivo prosseguido há vários anos, quer dentro do concelho de Alcobaça, com concertos previstos para Cós (mosteiro), Benedita, Pataias e São Martinho, quer na região, com um concerto no Teatro Stephens (Marinha Grande), parceiro já habitual do festival. Ao nível da região é ainda possível que se confirmem mais concertos noutros concelhos com os quais estamos a dialogar. De salientar ainda a programação Rota de Cister, que levará alguns dos agrupamentos aos mosteiros cistercienses de Arouca, Évora, Penacova e São Pedro do Sul.
Sente que o Cistermúsica é uma imagem de marca do Oeste? De onde vêm os espectadores?
Diria, sem falsa modéstia, que mais do que uma imagem de marca do Oeste, é já uma imagem de marca de Portugal. Trata-se não só do maior festival de música clássica que se realiza em Portugal, mas principalmente, é aquele onde, além de apresentar alguns dos mais conceituados músicos e agrupamentos da cena nacional e internacional, promove de forma regular e sustentada o património musical português e a divulgação dos jovens valores, só para dar dois exemplos que fazem dele um evento único. A somar a estas características não nos esqueçamos que o Cistermúsica é um dos festivais que melhor conjuga a arte com o património, ao realizar a maioria da sua programação no Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, que é Património Mundial da Unesco.
https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/quarenta-espectaculos-para-ver-num-mes-8893
Quarenta espectáculos para ver num mês
Cistermúsica Cinema, dança, música, teatro e marionetas
“Música sem Fronteiras numa matriz universalista, celebrando a música de um mundo multicultural e sem fronteiras”, é o lema deste ano do Cistermúsica – Festival de Música de Alcobaça.
A organização do evento, que decorre de 29 de Junho a 29 de Julho, optou por marcar uma posição numa época onde os nacionalismos regressaram como ameaça e a programação desta edição não deixa espaço para dúvidas quanto a esse objectivo.
No dia 1, domingo, às 18 horas, a nave central do Mosteiro de Alcobaça, acolheu a Missa de Notre Dame, de Guillaume de Machaut, primeira versão musical completa do ordinário da missa e obra fundadora no cânone da música ocidental, que abriu a programação principal, interpretada pelo Ensemble Gilles Binchois.
O Cistermúsica 2018, organizado pela Banda de Alcobaça (BA) e pela Câmara Municipal local, apresentará perto de 40 propostas artísticas, em Alcobaça, na Marinha Grande (Teatro Stephens) e nos mosteiros cistercienses de Arouca, Évora, Penacova e São Pedro do Sul.
A aposta na descentralização do festival é a continuação de um objectivo que o certame prossegue há anos. No concelho, haverá ainda espectáculos no Mosteiro de Cós, na vila da Benedita, em Pataias e em São Martinho do Porto.
No dia 20 de Julho, assinalando os 20 anos da atribuição do Prémio Nobel a José Saramago, o grupo de teatro Triacto apresentará A Maior Flor do Mundo. No dia 6, regressa a música de câmara, com o Quarteto Casals que apresentará um programa beethoveniano que inclui o quarteto op. 130, a Grande Fuga e uma estreia do compositor espanhol de origem catalã Benet Casablancas.
Mais uma vez, haverá a aposta nos mais novos. “A atracção de um público jovem que, como sabemos, não é habitual na música clássica tem vindo a ser uma aposta ano após ano. Desde logo, através da programação didáctica – Cistermúsica Júnior e Famílias – que conta com várias produções pensadas para os maior novos. Acresce que a maioria dos espectáculos júnior e famílias são assegurados pela Academia de Música de Alcobaça (AMA), promovendo assim uma ligação pedagógica entre o festival e os mais de 600 alunos que estudam na escola artística de música e dança”, diz Rui Morais, presidente da Banda de Alcobaça e co-director artístico do evento, juntamente com Alexandre Delgado.
No dia 8, a actriz Dalila do Carmo, narrará as Memórias de um Burro, da Condessa de Ségur com o pianista Daniel Cunha e música de Paul Ladmirault.
Homenagem a compositores
O centenário da morte de Debussy e de António Fragoso e os 150 anos do nascimento de Vianna da Motta serão assinalados, no dia 21, num recital do pianista russo Alexander Ghindin, num concerto de trios com piano pelo Trio Pangea e num recital da soprano Filipa Portela e do pianista Stefano Amitrano.
O património musical português também será celebrado com a ópera joco-séria Guerras de Alecrim e Mangerona (1737), de António José da Silva (o Judeu) e António Teixeira, interpretada pelos Músicos do Tejo e pelas SA Marionetas, numa encenação de Carlos Antunes.
Já Requiem de Frei Manuel Cardoso, uma das obras da polifonia portuguesa, será cantado pelo Grupo Vocal Olisipo num concerto que inclui poesia declamada por Ana Zanatti e a estreia de uma obra encomendada a Tiago Derriça.
Daniel Bernardes, autor da banda sonora do filme Peregrinação, apresentará uma peça sua dedicada a Messiaen. Haverá ainda dança com a companhia de dança Quorum Ballet, acompanhada pela Orquestra Filarmónica Portuguesa, a interpretar o bailado A Sagração da Primavera, de Stravinsky, e, ao nível da dança contemporânea, estão programadas três estreias: uma por Cristina Planas Leitão, outra pela companhia Vórtice Dance, que, a encerrar o festival fará uma homenagem ao mito de Pedro e Inês, com coreografia de Fernando Duarte.
Rui Morais, presidente da BA
"Imagem de marca de Portugal"
A nova imagem do Cistermúsica está mais ligada à ideia de identidade e património. Depois do quarto de século, houve necessidade de mudar?
Utilizávamos o mesmo logótipo desde 2012 e entendemos que esta seria a edição adequada para refrescar a imagem, introduzindo um novo conceito de comunicação que se reflectiu não apenas num novo logótipo, onde o desenho do lettering foi criado de raiz, mas também na associação de um símbolo – a rosácea do Mosteiro de Alcobaça estilizada -, que, no seu conjunto, simbolizam de forma eficaz a ligação do festival ao mosteiro e à região. A nova marca, visualmente mais arrojada, apela a um público mais jovem.
Com concertos, bailados e apresentações artísticas fora de Alcobaça, assistimos a uma descentralização do festival?
O Cistermúsica 2018 apresentará perto de 40 propostas artísticas não só em Alcobaça, mas também na região e nos outros pontos do País. A aposta na descentralização do festival não é uma novidade, mas a continuação de um objectivo prosseguido há vários anos, quer dentro do concelho de Alcobaça, com concertos previstos para Cós (mosteiro), Benedita, Pataias e São Martinho, quer na região, com um concerto no Teatro Stephens (Marinha Grande), parceiro já habitual do festival. Ao nível da região é ainda possível que se confirmem mais concertos noutros concelhos com os quais estamos a dialogar. De salientar ainda a programação Rota de Cister, que levará alguns dos agrupamentos aos mosteiros cistercienses de Arouca, Évora, Penacova e São Pedro do Sul.
Sente que o Cistermúsica é uma imagem de marca do Oeste? De onde vêm os espectadores?
Diria, sem falsa modéstia, que mais do que uma imagem de marca do Oeste, é já uma imagem de marca de Portugal. Trata-se não só do maior festival de música clássica que se realiza em Portugal, mas principalmente, é aquele onde, além de apresentar alguns dos mais conceituados músicos e agrupamentos da cena nacional e internacional, promove de forma regular e sustentada o património musical português e a divulgação dos jovens valores, só para dar dois exemplos que fazem dele um evento único. A somar a estas características não nos esqueçamos que o Cistermúsica é um dos festivais que melhor conjuga a arte com o património, ao realizar a maioria da sua programação no Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, que é Património Mundial da Unesco.
domingo, 1 de julho de 2018
sábado, 30 de junho de 2018
400 mil euros para a União de Freguesias de Pataias e Martingança
A União de Freguesias de Pataias e Martingança vai receber 400 mil euros da Câmara Municipal de Alcobaça na sequência da venda da madeira do incêndio de Outubro de 2017.
(Em atualização)
(Em atualização)
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sexta-feira, 29 de junho de 2018
Assembleia Municipal
Assembleia Municipal de Alcobaça, esta noite às 20h30 no auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça.
quinta-feira, 28 de junho de 2018
CisterMúsica 2018 não vem a Pataias
O festival de música clássica do Oeste, Cistermúsica, patrocinado pela Câmara Municipal de Alcobaça vai realizar-se mais uma vez. Ao contrário das últimas edições, este ano Pataias é esquecida, ao contrário de outras freguesias.
O programa aqui: https://www.cistermusica.com/pt/programacao
A notícia em:
https://www.rtp.pt/noticias/cultura/festival-cistermusica-leva-a-alcobaca-40-concertos-por-um-mundo-sem-fronteiras_n1084248
Festival Cistermúsica leva a Alcobaça 40 concertos por um mundo sem fronteiras
O Cistermúsica 2018 reúne em Alcobaça músicos de mais de 20 países, que realizarão 40 concertos ao longo de um mês de festival, que tem por objetivo celebrar um mundo multicultural e sem fronteiras.
"Pela primeira vez, o Festival assume uma matriz de manifesto contra o fecho de fronteiras e a xenofobia", disse hoje à agência Lusa Alexandre Delgado, diretor do Cistermúsica, que, na edição de 2018 vinca a sua matriz universalista juntando em Alcobaça "músicos de mais de 20 países de todo o mundo".
Com arranque marcado para sexta-feira, o Cistermúsica 2018, que hoje foi apresentado à imprensa, vai prolongar-se até ao dia 29 de julho com a apresentação de 40 concertos que fazem parte da "Programação Principal", da `Off`, dedicada a um público mais alternativo e da "Júnior e famílias", com iniciativas para os mais pequenos.
A "Missa de Notre Dame", de Guillaume de Machaut, a primeira versão musical completa do ordinário da missa e obra fundadora do cânone da música ocidental, abre, a 01 de julho, a "Programação Principal", interpretada pelo Ensemble Gilles Binchois, na nave central do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça.
A edição 2018 será ainda marcada pela apresentação de três óperas, entre as quais a `joco-séria` "Guerras de Alecrim e Manjerona" (1737), de António José da Silva e António Teixeira, interpretada pelos Músicos do Tejo e pela S.A. Marionetas, companhia de Alcobaça.
A ópera infantil "A Floresta", de Eurico Carrapatoso, numa adaptação do conto homónimo de Sophia de Mello Breyner Andresen, com libreto de Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães, é outras das apostas da programação em que, em termos de ópera, se destaca ainda "Domitila", do brasileiro João Guilherme Ripper, baseada nas cartas do imperador D. Pedro I e da Marquesa de Santos.
A nível da música de câmara, a organização destaca o Quarteto Casals (Espanha) e o recital do pianista russo Alexander Ghindin, que assinala o centenário da morte de Debussy e de António Fragoso, e os 150 anos do nascimento de Vianna da Motta.
Pela primeira vez o Cistermúsica contará com a participação da Orquestra Estatal de Atenas, dirigida por Stefano Tsialis, que apresentará em Alcobaça um concerto sinfónico com a Sinfonia de César Franck.
A orquestra Estágio Gulbenkian levará ao mosteiro obras de Mozart, Ravel e Manuel Durão, enquanto a recém-fundada Orquestra Consonância se centrará nas obras de Vivaldi, Mozart, Elgar e Nino Rota, o compositor dos filmes de Fellini.
Na dança, a companhia de dança Quorum Ballet e a Orquestra Filarmónica Portuguesa juntam-se para a interpretação do bailado "A Sagração da Primavera", de Stravinsky.
Na dança contemporânea o festival mostrará criações de Cristina Planas Leitão. Da companhia Vortice Dance e, a encerrar, haverá uma homenagem ao mito universal de Pedro e Inês, cujos túmulos repousam na Nave Central do Mosteiro de Alcobaça, com coreografia de Fernando Duarte.
Na programação `Off`, o festival volta a apostar na ligação entre a música e o cinema, com o pianista Paulo Melo a acompanhar, com música ao vivo, o filme de Charlie Chaplin, "O Garoto".
Assumindo-se como "um festival inclusivo", o Cistermúsica assinala os 20 anos da atribuição do Prémio Nobel a José Saramago com a atuação do grupo de teatro Triacto a levar ao palco "A Maior Flor do Mundo".
As atrizes Dalila do Carmo e Ana Zanatti fazem também parte, este ano, da programação: A primeira no módulo Júnior & Famílias, narrando as "Memórias de um Burro", da Condessa de Ségur, com o pianista Daniel Cunha e música de Paul Ladmirault; a segunda, declamando poesia num espetáculo em que "O Requiem", de Frei Manuel Cardoso, é cantado pelo Grupo Vocal Olisipo.
Com um orçamento de 240 mil euros, comparticipados pela Direção-Geral das Artes e pelo município de Alcobaça, o festival "vai ocupar pela primeira vez a cerca do Mosteiro", sublinhou Alexandre Delgado, ressalvando que ali decorrerão "três espetáculos de entrada livre".
Organizado pela Banda de Alcobaça e com produção da Academia de Música de Alcobaça, o Cistermúsica - Festival de Música de Alcobaça ocupa uma multiplicidade de espaços quer no Mosteiro, quer noutros recintos da cidade e da região.
Com a Rota de Císter, o festival ganhou também, desde 2015, uma dimensão nacional que leva parte da sua programação principal ao património cisterciense edificado noutros concelhos do país.
O programa aqui: https://www.cistermusica.com/pt/programacao
A notícia em:
https://www.rtp.pt/noticias/cultura/festival-cistermusica-leva-a-alcobaca-40-concertos-por-um-mundo-sem-fronteiras_n1084248
Festival Cistermúsica leva a Alcobaça 40 concertos por um mundo sem fronteiras
O Cistermúsica 2018 reúne em Alcobaça músicos de mais de 20 países, que realizarão 40 concertos ao longo de um mês de festival, que tem por objetivo celebrar um mundo multicultural e sem fronteiras.
"Pela primeira vez, o Festival assume uma matriz de manifesto contra o fecho de fronteiras e a xenofobia", disse hoje à agência Lusa Alexandre Delgado, diretor do Cistermúsica, que, na edição de 2018 vinca a sua matriz universalista juntando em Alcobaça "músicos de mais de 20 países de todo o mundo".
Com arranque marcado para sexta-feira, o Cistermúsica 2018, que hoje foi apresentado à imprensa, vai prolongar-se até ao dia 29 de julho com a apresentação de 40 concertos que fazem parte da "Programação Principal", da `Off`, dedicada a um público mais alternativo e da "Júnior e famílias", com iniciativas para os mais pequenos.
A "Missa de Notre Dame", de Guillaume de Machaut, a primeira versão musical completa do ordinário da missa e obra fundadora do cânone da música ocidental, abre, a 01 de julho, a "Programação Principal", interpretada pelo Ensemble Gilles Binchois, na nave central do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça.
A edição 2018 será ainda marcada pela apresentação de três óperas, entre as quais a `joco-séria` "Guerras de Alecrim e Manjerona" (1737), de António José da Silva e António Teixeira, interpretada pelos Músicos do Tejo e pela S.A. Marionetas, companhia de Alcobaça.
A ópera infantil "A Floresta", de Eurico Carrapatoso, numa adaptação do conto homónimo de Sophia de Mello Breyner Andresen, com libreto de Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães, é outras das apostas da programação em que, em termos de ópera, se destaca ainda "Domitila", do brasileiro João Guilherme Ripper, baseada nas cartas do imperador D. Pedro I e da Marquesa de Santos.
A nível da música de câmara, a organização destaca o Quarteto Casals (Espanha) e o recital do pianista russo Alexander Ghindin, que assinala o centenário da morte de Debussy e de António Fragoso, e os 150 anos do nascimento de Vianna da Motta.
Pela primeira vez o Cistermúsica contará com a participação da Orquestra Estatal de Atenas, dirigida por Stefano Tsialis, que apresentará em Alcobaça um concerto sinfónico com a Sinfonia de César Franck.
A orquestra Estágio Gulbenkian levará ao mosteiro obras de Mozart, Ravel e Manuel Durão, enquanto a recém-fundada Orquestra Consonância se centrará nas obras de Vivaldi, Mozart, Elgar e Nino Rota, o compositor dos filmes de Fellini.
Na dança, a companhia de dança Quorum Ballet e a Orquestra Filarmónica Portuguesa juntam-se para a interpretação do bailado "A Sagração da Primavera", de Stravinsky.
Na dança contemporânea o festival mostrará criações de Cristina Planas Leitão. Da companhia Vortice Dance e, a encerrar, haverá uma homenagem ao mito universal de Pedro e Inês, cujos túmulos repousam na Nave Central do Mosteiro de Alcobaça, com coreografia de Fernando Duarte.
Na programação `Off`, o festival volta a apostar na ligação entre a música e o cinema, com o pianista Paulo Melo a acompanhar, com música ao vivo, o filme de Charlie Chaplin, "O Garoto".
Assumindo-se como "um festival inclusivo", o Cistermúsica assinala os 20 anos da atribuição do Prémio Nobel a José Saramago com a atuação do grupo de teatro Triacto a levar ao palco "A Maior Flor do Mundo".
As atrizes Dalila do Carmo e Ana Zanatti fazem também parte, este ano, da programação: A primeira no módulo Júnior & Famílias, narrando as "Memórias de um Burro", da Condessa de Ségur, com o pianista Daniel Cunha e música de Paul Ladmirault; a segunda, declamando poesia num espetáculo em que "O Requiem", de Frei Manuel Cardoso, é cantado pelo Grupo Vocal Olisipo.
Com um orçamento de 240 mil euros, comparticipados pela Direção-Geral das Artes e pelo município de Alcobaça, o festival "vai ocupar pela primeira vez a cerca do Mosteiro", sublinhou Alexandre Delgado, ressalvando que ali decorrerão "três espetáculos de entrada livre".
Organizado pela Banda de Alcobaça e com produção da Academia de Música de Alcobaça, o Cistermúsica - Festival de Música de Alcobaça ocupa uma multiplicidade de espaços quer no Mosteiro, quer noutros recintos da cidade e da região.
Com a Rota de Císter, o festival ganhou também, desde 2015, uma dimensão nacional que leva parte da sua programação principal ao património cisterciense edificado noutros concelhos do país.
quarta-feira, 27 de junho de 2018
Dino Luz em nova exposição
A notícia no Jornal das Caldas
https://jornaldascaldas.com/Stencil_sobre_madeiras_no_CCC
Stencil sobre madeiras no CCC
Stencil sobre madeiras é uma arte que pode ser apreciada no café concerto do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, numa exposição de Dino Luz.
Desde que há dez anos abriu uma churrasqueira na praia de Paredes da Vitória, em Alcobaça, o artista iniciou-se na técnica do stencil com a pintura à mão de t-shirts, sweats e outros objectos personalizados.
Nasceu assim o conceito Stencil Fartz, fruto do gosto pelas artes de rua e pelo fato de não haver no mercado uma marca de personalização deste estilo.
Neste caso aproveita pedaços de madeira que vão dando à costa e que transforma em telas, onde através do stencil e da aplicação de outros materiais, exprime a sua arte.
Já realizou diversas exposições.
https://jornaldascaldas.com/Stencil_sobre_madeiras_no_CCC
Stencil sobre madeiras no CCC
Stencil sobre madeiras é uma arte que pode ser apreciada no café concerto do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, numa exposição de Dino Luz.
Desde que há dez anos abriu uma churrasqueira na praia de Paredes da Vitória, em Alcobaça, o artista iniciou-se na técnica do stencil com a pintura à mão de t-shirts, sweats e outros objectos personalizados.
Nasceu assim o conceito Stencil Fartz, fruto do gosto pelas artes de rua e pelo fato de não haver no mercado uma marca de personalização deste estilo.
Neste caso aproveita pedaços de madeira que vão dando à costa e que transforma em telas, onde através do stencil e da aplicação de outros materiais, exprime a sua arte.
Já realizou diversas exposições.
terça-feira, 26 de junho de 2018
Oceanário na praia de Paredes da Vitória
A notícia em:
https://gazetacaldas.com/sociedade/vaivem-do-oceanario-vai-estar-na-praia-paredes-vitoria/
O Vaivém do Oceanário vai estar na praia de Paredes de Vitória
Entre 25 de Junho e 1 de Julho o Vaivém do Oceanário estaciona na praia de Paredes de Vitória (Alcobaça). Este é um projecto de educação ambiental do Oceanário de Lisboa que pretende ajudar a compreender os oceanos de uma forma lúdica e para todas as idades.
Ali é possível perceber o funcionamento dos oceanos e o seu impacto na vida terrestre, mas também descobrir qual o nosso impacto neles e o nosso papel na sua conservação.
O projecto tem também como meta sensibilizar e ensinar a combater uma das maiores ameaças que o oceano enfrenta: o plástico.
A entrada é livre. De 25 a 29 de Junho destina-se a escolas, grupos e ATL’s. Nos dias 30 de Junho e 1 de Julho está aberto ao público em geral.
Mais informações e inscrições através do e-mail: sofia.quaresma@cm-alcobaca.pt ou do tel. 262580800.
https://gazetacaldas.com/sociedade/vaivem-do-oceanario-vai-estar-na-praia-paredes-vitoria/
O Vaivém do Oceanário vai estar na praia de Paredes de Vitória
Entre 25 de Junho e 1 de Julho o Vaivém do Oceanário estaciona na praia de Paredes de Vitória (Alcobaça). Este é um projecto de educação ambiental do Oceanário de Lisboa que pretende ajudar a compreender os oceanos de uma forma lúdica e para todas as idades.
Ali é possível perceber o funcionamento dos oceanos e o seu impacto na vida terrestre, mas também descobrir qual o nosso impacto neles e o nosso papel na sua conservação.
O projecto tem também como meta sensibilizar e ensinar a combater uma das maiores ameaças que o oceano enfrenta: o plástico.
A entrada é livre. De 25 a 29 de Junho destina-se a escolas, grupos e ATL’s. Nos dias 30 de Junho e 1 de Julho está aberto ao público em geral.
Mais informações e inscrições através do e-mail: sofia.quaresma@cm-alcobaca.pt ou do tel. 262580800.
segunda-feira, 25 de junho de 2018
Querido mudei a casa - Pataias
A notícia em:
http://www.regiaodecister.pt/noticias/loja-do-querido-mudei-casa-obras-abre-em-pataias
Loja do “Querido Mudei a Casa - Obras” abre em Pataias
O “Querido Mudei a Casa - Obras” abriu, este mês, na Avenida da Lagoa, em Pataias, a primeira unidade no concelho de Alcobaça com o “Querido Gouveia”.
Esta unidade é especialista em bricolage & instalações, carpintaria, pavimentos, caixilharia, tetos falsos & divisórias, canalização e pintura. “O nosso trabalho vai desde o projeto de arquitetura ao acabamento final, tal como se vê na televisão“, frisa Cyril Gouveia, responsável pela Querido Gouveia.
Com várias parcerias com empresas da região, a loja destaca-se pela “qualidade acima da média, pelo aconselhamento de obras e pela chancela da marca conhecida de todos”, sublinha o empresário, que já era parceiro do programa da TVI.
http://www.regiaodecister.pt/noticias/loja-do-querido-mudei-casa-obras-abre-em-pataias
Loja do “Querido Mudei a Casa - Obras” abre em Pataias
O “Querido Mudei a Casa - Obras” abriu, este mês, na Avenida da Lagoa, em Pataias, a primeira unidade no concelho de Alcobaça com o “Querido Gouveia”.
Esta unidade é especialista em bricolage & instalações, carpintaria, pavimentos, caixilharia, tetos falsos & divisórias, canalização e pintura. “O nosso trabalho vai desde o projeto de arquitetura ao acabamento final, tal como se vê na televisão“, frisa Cyril Gouveia, responsável pela Querido Gouveia.
Com várias parcerias com empresas da região, a loja destaca-se pela “qualidade acima da média, pelo aconselhamento de obras e pela chancela da marca conhecida de todos”, sublinha o empresário, que já era parceiro do programa da TVI.
domingo, 24 de junho de 2018
CDS-PP de Alcobaça com nova liderança
A notícia em:
http://www.regiaodecister.pt/noticias/nelson-placido-inicia-novo-ciclo-na-concelhia-do-cds-pp
Nélson Plácido inicia novo ciclo na concelhia do CDS-PP
Nélson Plácido foi eleito, este sábado, presidente da Comissão Política Concelhia de Alcobaça do CDS-PP. A lista que o antigo candidato à Junta de Évora de Alcobaça encabeçou foi a única a apresentar-se a sufrágio.
O presidente dos centristas em Alcobaça para o próximo biénio assume que “valorizar o potencial humano” é um dos principais objetivos. “Queremos valorizar as pessoas que concorreram com o CDS-PP nas eleições autárquicas. As pessoas são o nosso maior património”, defende Nelson Plácido em declarações ao REGIÃO DE CISTER.
Além disso, o órgão concelhio pretende dar um “contributo” para as eleições legislativas e europeias, que vão decorrer durante o mandato de Nelson Plácido. “Alcobaça tem das concelhias do CDS mais fortes do distrito por isso devemos ajudar o partido a concretizar objetivos nacionais”, referiu o presidente do CDS/Alcobaça. “Vamos continuar a fazer um trabalho coerente e responsável na oposição e defender o interesse dos munícipes, viabilizando o que considerarmos que é positivo para o município e criticando as falhas, sugerindo sempre alterações”, acrescentou o antigo candidato à Junta de Évora de Alcobaça.
http://www.regiaodecister.pt/noticias/nelson-placido-inicia-novo-ciclo-na-concelhia-do-cds-pp
Nélson Plácido inicia novo ciclo na concelhia do CDS-PP
Nélson Plácido foi eleito, este sábado, presidente da Comissão Política Concelhia de Alcobaça do CDS-PP. A lista que o antigo candidato à Junta de Évora de Alcobaça encabeçou foi a única a apresentar-se a sufrágio.
O presidente dos centristas em Alcobaça para o próximo biénio assume que “valorizar o potencial humano” é um dos principais objetivos. “Queremos valorizar as pessoas que concorreram com o CDS-PP nas eleições autárquicas. As pessoas são o nosso maior património”, defende Nelson Plácido em declarações ao REGIÃO DE CISTER.
Além disso, o órgão concelhio pretende dar um “contributo” para as eleições legislativas e europeias, que vão decorrer durante o mandato de Nelson Plácido. “Alcobaça tem das concelhias do CDS mais fortes do distrito por isso devemos ajudar o partido a concretizar objetivos nacionais”, referiu o presidente do CDS/Alcobaça. “Vamos continuar a fazer um trabalho coerente e responsável na oposição e defender o interesse dos munícipes, viabilizando o que considerarmos que é positivo para o município e criticando as falhas, sugerindo sempre alterações”, acrescentou o antigo candidato à Junta de Évora de Alcobaça.
sábado, 23 de junho de 2018
Atletas do CCDR Burinhosa em prova de atletismo
A notícia em:
http://www.jornaldamealhada.com/noticias/show.aspx?idioma=pt&idcont=7908&title=corrida-e-caminhada-solidaria-pelos-bombeiros-voluntarios-de-cantanhede-foi-um
Corrida e Caminhada Solidária pelos Bombeiros Voluntários de Cantanhede foi um sucesso
No passado dia 17 de junho decorreu a Corrida e Caminha Solidária em benefício dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede. A iniciativa, organizada pelo quinto ano consecutivo, juntou 400 participantes, 98 dos quais atletas em corrida, com o objetivo de angariar fundos para a Associação Humanitária.
Adérito Machado, presidente da Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, congratula-se pelo “número de atletas na Corrida que quase duplicou em relação ao ano passado. Para além das representações das equipas da região, entre as quais a Academia de Atletismo da Praia de Mira, que arrecadou o prémio atribuído à equipa mais numerosa, a prova contou com a presença diversos atletas de fora, como é o caso da equipa do CCRD Burinhosa, Leiria”.
A Academia de Atletismo da Praia de Mira foi a vencedora da prova, na classificação por equipas, seguida do DCI Pedrulha e do CCRD Burinhosa.
Paralelamente, subiram ao pódio Andreia Silva, da Academia de Atletismo da Praia de Mira (1.º lugar em seniores femininos), Sara Oliveira, do DCI da Pedrulha (2.º lugar em seniores femininos), Daniela Santos, da Academia de Atletismo da Praia de Mira (3.º lugar em seniores femininos), Aricson Gomes e Alexsandro Varela, ambos da Academia de Atletismo da Praia de Mira (respetivamente 1.º e 2.º classificado em seniores masculinos), Nuno Mendes, o CCRD Burinhosa (3.º lugar em seniores masculinos), Odeta Cruz e Rosa Santos, ambas da Academia de Atletismo da Praia de Mira (respetivamente 1.º e 2.º classificadas em veteranos femininos), Sara Martins, do CluVe (3.º lugar em veteranos femininos), João Pereira, da Academia de Atletismo da Praia de Mira (1.º classificado em veteranos masculinos 1), Alberto Fonte, da ADREP (2.º lugar em veteranos masculinos 1), Carlos, da Lusoteam (3.º lugar em veteranos masculinos 1), Messias Dias, do DCI da Pedrulha (1.º lugar em veteranos masculinos 2), Orlando Pires, da Formobiketrailrunning (2.º lugar em veteranos masculinos 2), José Figueira, do CCRD Burinhosa (3.º lugar em veteranos masculinos 2), João Paulo Almeida e Vítor Oliveira, ambos do DCI da Pedrulha (respetivamente 1.º e 2.º lugares em veteranos masculinos 3) Paulo Duarte, do CCRD Burinhosa (3.º lugar em veteranos masculinos 3), Adérito Curto (1.º lugar em veteranos masculinos 4), José Batata (2.º lugar em veteranos masculinos 4), Rui Ventura, do CCRD Burinhosa (3.º lugar em veteranos masculinos 4), José Rato, do CCRD Burinhosa (1.º lugar em veteranos masculinos 5), Manuel Rodrigues Manso (2.º lugar em veteranos masculinos 5) e Narciso Arromba (3.º lugar em veteranos masculinos 5).
Foram ainda distinguidos o primeiro bombeiro a passar a meta da corrida, Paulo Figueira, o atleta mais velho em prova, Manuel Rodrigues Manso, com 72 anos, o atleta mais novo, André Daniel Costa, e o último atleta a atravessar a meta, Luís Arromba, tal como tem vindo a acontecer.
De acordo com um comunicado de imprensa enviado pelos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, “à semelhança das edições anteriores, a 5.ª Corrida e Caminhada Solidária foi uma grande festa e uma clara demonstração de apoio da população aos Bombeiros de Cantanhede”.
A prova começou com uma aula de zumba promovida por Xana Nora, a que se seguiu a caminhada de quatro quilómetros pelas principais ruas da cidade de Cantanhede. Seguiu-se a corrida de oito quilómetros. No fim, e como é já tradição, houve sopas e sandes para todos os participantes, tendo sido feita a entrega de prémios aos vencedores da corrida e o sorteio de prémios entre todos os participantes no decurso do lanche convívio.
Para a edição de 2019 desta iniciativa, cuja realização será no terceiro ou quarto fim de semana de junho, o objetivo, salienta Adérito Machado, é “triplicar o número de inscritos na Caminhada, de modo a ultrapassar a fasquia dos mil participantes”
http://www.jornaldamealhada.com/noticias/show.aspx?idioma=pt&idcont=7908&title=corrida-e-caminhada-solidaria-pelos-bombeiros-voluntarios-de-cantanhede-foi-um
Corrida e Caminhada Solidária pelos Bombeiros Voluntários de Cantanhede foi um sucesso
No passado dia 17 de junho decorreu a Corrida e Caminha Solidária em benefício dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede. A iniciativa, organizada pelo quinto ano consecutivo, juntou 400 participantes, 98 dos quais atletas em corrida, com o objetivo de angariar fundos para a Associação Humanitária.
Adérito Machado, presidente da Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, congratula-se pelo “número de atletas na Corrida que quase duplicou em relação ao ano passado. Para além das representações das equipas da região, entre as quais a Academia de Atletismo da Praia de Mira, que arrecadou o prémio atribuído à equipa mais numerosa, a prova contou com a presença diversos atletas de fora, como é o caso da equipa do CCRD Burinhosa, Leiria”.
A Academia de Atletismo da Praia de Mira foi a vencedora da prova, na classificação por equipas, seguida do DCI Pedrulha e do CCRD Burinhosa.
Paralelamente, subiram ao pódio Andreia Silva, da Academia de Atletismo da Praia de Mira (1.º lugar em seniores femininos), Sara Oliveira, do DCI da Pedrulha (2.º lugar em seniores femininos), Daniela Santos, da Academia de Atletismo da Praia de Mira (3.º lugar em seniores femininos), Aricson Gomes e Alexsandro Varela, ambos da Academia de Atletismo da Praia de Mira (respetivamente 1.º e 2.º classificado em seniores masculinos), Nuno Mendes, o CCRD Burinhosa (3.º lugar em seniores masculinos), Odeta Cruz e Rosa Santos, ambas da Academia de Atletismo da Praia de Mira (respetivamente 1.º e 2.º classificadas em veteranos femininos), Sara Martins, do CluVe (3.º lugar em veteranos femininos), João Pereira, da Academia de Atletismo da Praia de Mira (1.º classificado em veteranos masculinos 1), Alberto Fonte, da ADREP (2.º lugar em veteranos masculinos 1), Carlos, da Lusoteam (3.º lugar em veteranos masculinos 1), Messias Dias, do DCI da Pedrulha (1.º lugar em veteranos masculinos 2), Orlando Pires, da Formobiketrailrunning (2.º lugar em veteranos masculinos 2), José Figueira, do CCRD Burinhosa (3.º lugar em veteranos masculinos 2), João Paulo Almeida e Vítor Oliveira, ambos do DCI da Pedrulha (respetivamente 1.º e 2.º lugares em veteranos masculinos 3) Paulo Duarte, do CCRD Burinhosa (3.º lugar em veteranos masculinos 3), Adérito Curto (1.º lugar em veteranos masculinos 4), José Batata (2.º lugar em veteranos masculinos 4), Rui Ventura, do CCRD Burinhosa (3.º lugar em veteranos masculinos 4), José Rato, do CCRD Burinhosa (1.º lugar em veteranos masculinos 5), Manuel Rodrigues Manso (2.º lugar em veteranos masculinos 5) e Narciso Arromba (3.º lugar em veteranos masculinos 5).
Foram ainda distinguidos o primeiro bombeiro a passar a meta da corrida, Paulo Figueira, o atleta mais velho em prova, Manuel Rodrigues Manso, com 72 anos, o atleta mais novo, André Daniel Costa, e o último atleta a atravessar a meta, Luís Arromba, tal como tem vindo a acontecer.
De acordo com um comunicado de imprensa enviado pelos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, “à semelhança das edições anteriores, a 5.ª Corrida e Caminhada Solidária foi uma grande festa e uma clara demonstração de apoio da população aos Bombeiros de Cantanhede”.
A prova começou com uma aula de zumba promovida por Xana Nora, a que se seguiu a caminhada de quatro quilómetros pelas principais ruas da cidade de Cantanhede. Seguiu-se a corrida de oito quilómetros. No fim, e como é já tradição, houve sopas e sandes para todos os participantes, tendo sido feita a entrega de prémios aos vencedores da corrida e o sorteio de prémios entre todos os participantes no decurso do lanche convívio.
Para a edição de 2019 desta iniciativa, cuja realização será no terceiro ou quarto fim de semana de junho, o objetivo, salienta Adérito Machado, é “triplicar o número de inscritos na Caminhada, de modo a ultrapassar a fasquia dos mil participantes”
sexta-feira, 22 de junho de 2018
Medidas de combate aos incêndios
A notícia em:
https://regiaodanazare.com/Casal_Vale_Ventos_com_novo_ponto_de_agua_para_apoio_ao_combate_a_incendios
Casal Vale Ventos com novo ponto de água para apoio ao combate a incêndios
O concelho de Alcobaça dispõe de um novo depósito para o abastecimento dos meios de combate a incêndios florestais, localizado em Vale Ventos, freguesia de Turquel.
A iniciativa faz parte do plano de prevenção e reforço de meios de combate a incêndios florestais no concelho de Alcobaça, e resulta de uma candidatura conjunta da Câmara Municipal e da Associação de Produtores Florestais dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré (APFCAN), com um investimento de 56 mil euros.
Com uma capacidade de 120.000 litros, o depósito permitirá o abastecimento aéreo e terrestre dos meios de combate a incêndios; e a disponibilização de água a concelhos limítrofes.
Para além deste investimento, foram também lançadas duas empreitadas com vista à execução de faixas de gestão de combustíveis.
As iniciativas de criação de novas condições para a defesa de bens e pessoas, assim como para a mais rápida atuação das forças da proteção civil em caso de incêndio, têm sido concentradas nas freguesias de Aljubarrota, Évora, Turquel e Benedita, áreas consideradas prioritárias pelo Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).
Desta política de prevenção de prejuízos avultados e defesa do concelho contra o fogo, faz parte o protocolo com a APFCAN para a abertura de faixas de gestão de combustíveis na Zona Industrial do Casal da Areia e em parte da rede viária municipal da União das Freguesias de Coz, Alpedriz e Montes e União de Freguesias de Pataias e Martingança.
O ICNF anunciou que irá abrir um concurso para reflorestar a zona pública ardida nos incêndios de 2017, numa área estimada de 400 hectares.
Já a Câmara de Alcobaça divulgou que irá conceder o valor da venda da madeira queimada em hasta pública (a percentagem que cabe à Autarquia) à União de Freguesias de Pataias e Martingança para seja investida em benefício da comunidade, nomeadamente em campanhas de reflorestação, projetos ambientais e turísticos, e em apoios sociais.
https://regiaodanazare.com/Casal_Vale_Ventos_com_novo_ponto_de_agua_para_apoio_ao_combate_a_incendios
Casal Vale Ventos com novo ponto de água para apoio ao combate a incêndios
O concelho de Alcobaça dispõe de um novo depósito para o abastecimento dos meios de combate a incêndios florestais, localizado em Vale Ventos, freguesia de Turquel.
A iniciativa faz parte do plano de prevenção e reforço de meios de combate a incêndios florestais no concelho de Alcobaça, e resulta de uma candidatura conjunta da Câmara Municipal e da Associação de Produtores Florestais dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré (APFCAN), com um investimento de 56 mil euros.
Com uma capacidade de 120.000 litros, o depósito permitirá o abastecimento aéreo e terrestre dos meios de combate a incêndios; e a disponibilização de água a concelhos limítrofes.
Para além deste investimento, foram também lançadas duas empreitadas com vista à execução de faixas de gestão de combustíveis.
As iniciativas de criação de novas condições para a defesa de bens e pessoas, assim como para a mais rápida atuação das forças da proteção civil em caso de incêndio, têm sido concentradas nas freguesias de Aljubarrota, Évora, Turquel e Benedita, áreas consideradas prioritárias pelo Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).
Desta política de prevenção de prejuízos avultados e defesa do concelho contra o fogo, faz parte o protocolo com a APFCAN para a abertura de faixas de gestão de combustíveis na Zona Industrial do Casal da Areia e em parte da rede viária municipal da União das Freguesias de Coz, Alpedriz e Montes e União de Freguesias de Pataias e Martingança.
O ICNF anunciou que irá abrir um concurso para reflorestar a zona pública ardida nos incêndios de 2017, numa área estimada de 400 hectares.
Já a Câmara de Alcobaça divulgou que irá conceder o valor da venda da madeira queimada em hasta pública (a percentagem que cabe à Autarquia) à União de Freguesias de Pataias e Martingança para seja investida em benefício da comunidade, nomeadamente em campanhas de reflorestação, projetos ambientais e turísticos, e em apoios sociais.
quinta-feira, 21 de junho de 2018
quarta-feira, 20 de junho de 2018
Falta de nadadores salvadores
A notícia em:
https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/epoca-balnear-comecou-na-regiao-oeste-com-falta-de-nadadores-salvadores
Época balnear começou na região Oeste com falta de nadadores-salvadores
Segundo a capitão do Porto de Peniche, algumas destas praias continuam mesmo sem vigilância balnear.
A maioria das praias da região Oeste já iniciou este mês a época balnear, mas várias estão com falta de nadadores-salvadores e algumas continuam mesmo sem vigilância balnear, afirmou esta terça-feira a capitão do Porto de Peniche.
"Nesta fase inicial existe alguma dificuldade em contratar os nadadores-salvadores, muitos deles são estudantes e estão em época de exames", disse Marco Augusto à agência Lusa.
Das 35 praias balneares, quatro estão sinalizadas como não vigiadas por não terem até hoje nadador-salvador: Azul, Foz do Sizandro, Santa Rita Norte e Santa Rita Sul, no concelho de Torres Vedras.
Existem ainda outras sete que deveriam ter dois nadadores-salvadores, mas têm apenas um: Cova da Alfarroba, Baleal Campismo e Supertubos (Peniche), Peralta (Lourinhã), Porto Novo, Mirante e Formosa (Torres Vedras).
À semelhança dos anos anteriores, existem duas carrinhas, com dois nadadores-salvadores, a percorrer todos os dias as praias não vigiadas da região.
Uma percorre a costa de Torres Vedras, no âmbito do projecto "Praia Segura", e outra do Instituto de Socorros a Náufragos passa nas praias de Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche e Lourinhã.
A Capitania de Peniche alertou também os banhistas para os cuidados a ter nas zonas balneares das praias do Navio (Torres Vedras), Foz do Arelho (Caldas da Rainha) e Bom Sucesso (Óbidos), por terem aflorado destroços de antigos navios que ali encalharam há várias décadas.
A autoridade marítima já sinalizou os locais.
A época balnear começou em 01 de Junho, nas praias de Peniche e Nazaré (distrito de Leiria), no dia 16 em Caldas da Rainha (Leiria), Torres Vedras e Lourinhã (Lisboa) e, no dia 30, abre em Alcobaça e Óbidos (Leiria).
Todas terminam a época balnear em 15 de Setembro.
https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/epoca-balnear-comecou-na-regiao-oeste-com-falta-de-nadadores-salvadores
Época balnear começou na região Oeste com falta de nadadores-salvadores
Segundo a capitão do Porto de Peniche, algumas destas praias continuam mesmo sem vigilância balnear.
A maioria das praias da região Oeste já iniciou este mês a época balnear, mas várias estão com falta de nadadores-salvadores e algumas continuam mesmo sem vigilância balnear, afirmou esta terça-feira a capitão do Porto de Peniche.
"Nesta fase inicial existe alguma dificuldade em contratar os nadadores-salvadores, muitos deles são estudantes e estão em época de exames", disse Marco Augusto à agência Lusa.
Das 35 praias balneares, quatro estão sinalizadas como não vigiadas por não terem até hoje nadador-salvador: Azul, Foz do Sizandro, Santa Rita Norte e Santa Rita Sul, no concelho de Torres Vedras.
Existem ainda outras sete que deveriam ter dois nadadores-salvadores, mas têm apenas um: Cova da Alfarroba, Baleal Campismo e Supertubos (Peniche), Peralta (Lourinhã), Porto Novo, Mirante e Formosa (Torres Vedras).
À semelhança dos anos anteriores, existem duas carrinhas, com dois nadadores-salvadores, a percorrer todos os dias as praias não vigiadas da região.
Uma percorre a costa de Torres Vedras, no âmbito do projecto "Praia Segura", e outra do Instituto de Socorros a Náufragos passa nas praias de Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche e Lourinhã.
A Capitania de Peniche alertou também os banhistas para os cuidados a ter nas zonas balneares das praias do Navio (Torres Vedras), Foz do Arelho (Caldas da Rainha) e Bom Sucesso (Óbidos), por terem aflorado destroços de antigos navios que ali encalharam há várias décadas.
A autoridade marítima já sinalizou os locais.
A época balnear começou em 01 de Junho, nas praias de Peniche e Nazaré (distrito de Leiria), no dia 16 em Caldas da Rainha (Leiria), Torres Vedras e Lourinhã (Lisboa) e, no dia 30, abre em Alcobaça e Óbidos (Leiria).
Todas terminam a época balnear em 15 de Setembro.
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Inauguração da Cibra
Fotografia disponibilizada pelo Tiago Inácio
(Facebook - Gente que Ama Pataias, publicado a 13 de junho de 2018)
(Facebook - Gente que Ama Pataias, publicado a 13 de junho de 2018)
sexta-feira, 30 de março de 2018
Comissão de acompanhamento do PDM de Alcobaça
A notícia em: http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=bc010515-ec8d-4987-8dd0-ab4a03033d78&edition=208
Alcobaça
Assembleia Municipal aprova constituição de comissão para acompanhar a revisão do PDM
A Assembleia Municipal de Alcobaça aprovou, por unanimidade, na sua reunião de 23 de março, a criação de uma Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território e Urbanismo que entre outras finalidades se destina a acompanhar a fase final de revisão do PDM – Plano Diretor Municipal. A proposta tinha sido apresentada pelo Partido Socialista na reunião de 19 de dezembro. A Comissão será constituída por 9 elementos, sendo 4 do PSD, 2 do PS, 1 do CDS, 1 da CDU e 1 independente. O presidente da Comissão será presidente da Assembleia Municipal de Alcobaça, Luís Félix Castelhano.
Na proposta apresentada pelo PS pode ler-se que “o ambiente é, nos processos de desenvolvimento, uma condição vital cujo equilíbrio e qualidade determinam a possibilidade de um uso sustentável do território” pelo que “as questões ambientais são, por isso, determinantes para que o ordenamento do território seja mais que um processo organizador do uso do espaço para as diferentes atividades económicas e sociais”.
Na mesma proposta, o PS refere que “a responsabilidade pelo uso correto e ambientalmente sustentável do território, pela proteção do ambiente e pela prevenção, controlo e redução da poluição, seja ela do ar, do solo ou da água, é, essencialmente política” e “só com esse controlo permanente podemos, com segurança, apoiar, estimular e desenvolver a criação de mais e melhores atividades económicas que são condição de desenvolvimento e de criação de riqueza e de emprego”.
Assim e porque cabe à Assembleia Municipal aprovar o PDM, o PS propôs a criação, com carácter permanente, na dependência do presidente da Assembleia Municipal, de uma Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território e Urbanismo destinada ao acompanhamento das seguintes matérias, sem intervenção no funcionamento ou atividade normal da Câmara Municipal: Ambiente, poluição e riscos ambientais; Ordenamento do território, revisão do PDM e coesão territorial; projetos de urbanismo, reabilitação e qualificação urbana.
A comissão será composta por 9 elementos (4PSD, 2PS, 1 CDS, 1 CDU, 1 independentes). Ao que o Tinta Fresca conseguiu apurar a comissão será presidida por Luís Félix Castelhano (faltando ao PSD nomear os outros três elementos). Por sua vez, a representação do PS na Comissão é a seguinte: Leonel Fadigas, Rui Alexandre e Ana Vicente (suplente). Já o CDS nomeou Rosa Domingues, a CDU Luís Crisóstomo e os independentes ainda não decidiram qual o representante que sairá da escolha entre os autarcas de Aljubarrota, Bárrio, União de Freguesias de Cós, Montes e Alpedriz e de São Martinho do Porto.
Alcobaça
Assembleia Municipal aprova constituição de comissão para acompanhar a revisão do PDM
A Assembleia Municipal de Alcobaça aprovou, por unanimidade, na sua reunião de 23 de março, a criação de uma Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território e Urbanismo que entre outras finalidades se destina a acompanhar a fase final de revisão do PDM – Plano Diretor Municipal. A proposta tinha sido apresentada pelo Partido Socialista na reunião de 19 de dezembro. A Comissão será constituída por 9 elementos, sendo 4 do PSD, 2 do PS, 1 do CDS, 1 da CDU e 1 independente. O presidente da Comissão será presidente da Assembleia Municipal de Alcobaça, Luís Félix Castelhano.
Na proposta apresentada pelo PS pode ler-se que “o ambiente é, nos processos de desenvolvimento, uma condição vital cujo equilíbrio e qualidade determinam a possibilidade de um uso sustentável do território” pelo que “as questões ambientais são, por isso, determinantes para que o ordenamento do território seja mais que um processo organizador do uso do espaço para as diferentes atividades económicas e sociais”.
Na mesma proposta, o PS refere que “a responsabilidade pelo uso correto e ambientalmente sustentável do território, pela proteção do ambiente e pela prevenção, controlo e redução da poluição, seja ela do ar, do solo ou da água, é, essencialmente política” e “só com esse controlo permanente podemos, com segurança, apoiar, estimular e desenvolver a criação de mais e melhores atividades económicas que são condição de desenvolvimento e de criação de riqueza e de emprego”.
Assim e porque cabe à Assembleia Municipal aprovar o PDM, o PS propôs a criação, com carácter permanente, na dependência do presidente da Assembleia Municipal, de uma Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território e Urbanismo destinada ao acompanhamento das seguintes matérias, sem intervenção no funcionamento ou atividade normal da Câmara Municipal: Ambiente, poluição e riscos ambientais; Ordenamento do território, revisão do PDM e coesão territorial; projetos de urbanismo, reabilitação e qualificação urbana.
A comissão será composta por 9 elementos (4PSD, 2PS, 1 CDS, 1 CDU, 1 independentes). Ao que o Tinta Fresca conseguiu apurar a comissão será presidida por Luís Félix Castelhano (faltando ao PSD nomear os outros três elementos). Por sua vez, a representação do PS na Comissão é a seguinte: Leonel Fadigas, Rui Alexandre e Ana Vicente (suplente). Já o CDS nomeou Rosa Domingues, a CDU Luís Crisóstomo e os independentes ainda não decidiram qual o representante que sairá da escolha entre os autarcas de Aljubarrota, Bárrio, União de Freguesias de Cós, Montes e Alpedriz e de São Martinho do Porto.
quinta-feira, 29 de março de 2018
quarta-feira, 28 de março de 2018
1º alvará da mina do Canto de Azeche
A partir da publicação do Tiago Inácio em: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1993628427337930&set=pcb.1727584380624372&type=3&theater&ifg=1
O primeiro Alvará para a exploração da Mina do Azeche - 27 de março de 1844.
O primeiro Alvará para a exploração da Mina do Azeche - 27 de março de 1844.
terça-feira, 27 de março de 2018
A gestão das áreas de salvaguarda de incêndios florestais
A entrevista em:
https://www.publico.pt/2018/03/26/economia/entrevista/se-o-estado-ultrapassar-o-razoavel-tem-de-indemnizar-os-proprietarios-1807986
“Se o Estado ultrapassar o razoável tem de indemnizar os proprietários”
Eduardo Oliveira e Sousa, presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), acredita que se houver multas incomportáveis por causa da limpeza dos terrenos, Estado vai ter de ficar com as propriedades. “Ou seja, é um roubo”, diz
As mais recentes medidas para a protecção da floresta merecem críticas de Eduardo Oliveira e Sousa, presidente da CAP — Agricultores de Portugal. No caso da limpeza dos terrenos a legislação peca no conteúdo e na forma de transmissão — “porque obrigou algumas pessoas a fazerem asneiras”. Na rede secundária de áreas de terreno para protecção (faixas de gestão de combustível), há que não onerar os proprietários com responsabilidades do Estado, diz.
O facto de estar a chover há várias semanas dificulta a discussão sobre a seca e que ela “veio para ficar”, como disse?
Tenho esperança que a seca que nos assolou nestes dois últimos anos foi de tal maneira violenta, pela persistência e pelo impacto que teve nas consequências de quem a sofreu e na continuidade das notícias, que tenha sido uma espécie de “ano zero” para se discutir muito a fundo o que significa este tipo de fenómeno, consequência das alterações climáticas. Foi nessa perspectiva que disse que “veio para ficar”. A chuva ter sido forte e persistente durante este curto período de tempo vem provar que estamos em seca. É uma confirmação, segundo os especialistas, das alterações climáticas. A seca não é não chover. A seca é esta situação atípica do nosso clima que não era tão marcadamente diferente como é agora. Porque a secura do ar, associada à temperatura, provocou ao nível do solo e da fisiologia das próprias plantas condições de arderem com muito mais velocidade do que é normal. Uma das características dos incêndios de 2017 foi o tipo de fogo que tivemos naquelas ocorrências. Temos de, tecnicamente, estudar novas formas de explorar a floresta, de ordená-la — mais do que ser contra o eucalipto, o pinheiro ou seja o que for — para darmos corpo a um futuro assente no conhecimento. E não na reacção à situação no momento – tivemos agora o exemplo daquilo que não deve ser feito.
A reforma [da floresta]?
Esta legislação da limpeza [dos terrenos] à volta das casas e das povoações.
Foi mal feita?
Foi mal feita, porque não foi feita com base na técnica, mas na base da emoção e da resolução política de um problema — que nem sequer é um problema que tem a ver com a floresta, mas com a protecção das pessoas.
A protecção civil é um assunto que o Estado tem que assumir. E se ultrapassar o razoável em termos dos direitos dos proprietários e das explorações, o Estado tem que indemnizar.
Então acha que foi uma reacção emocional e política?
Exactamente, mas entrando quase pela demagogia, que deu origem às correcções. A campanha de informação foi péssima e o veículo utilizado, pior ainda. Porque utilizar a correspondência da autoridade tributária para fazer chegar um determinado recado às pessoas é utilizar a força, a coacção. Foi o único veículo que o Governo entendeu que seria eficaz. Foi eficaz pelo mau sentido. Porque obrigou algumas pessoas a fazerem asneiras. E vai obrigar as pessoas, que eventualmente venham a ser objecto de contra-ordenações, de autos, etc., a reagirem pela via judicial. E atirando para não sei quando a solução de um problema que temos que agarrar com as mãos. O Estado — o Governo — quis sacudir a responsabilidade imediata sobre a questão, atribuindo responsabilidades às autarquias e das autarquias para os proprietários, como se não fosse um problema do Estado. E é um problema do Estado. Porque a protecção civil é um assunto que o Estado tem que assumir. E se ultrapassar o razoável em termos dos direitos que os proprietários têm e das explorações a que estão ligados, o Estado tem que indemnizar.
Mas foi já dito que se os proprietários não limparem os terrenos, as autarquias podem vir a fazê-lo e depois passarem a factura aos proprietários.
Se houver uma propriedade em que o proprietário é uma pessoa doente ou uma pessoa ausente e tem a propriedade suja, muito perto das casas, com matos, não vejo como não haja como a autarquia intervir, limpar e depois tentar procurar o proprietário no sentido de se ressarcir da despesa. Mas aquelas imagens que estão associadas à animação [da mensagem das Finanças] de cortar tudo, é que já não concordo. Concordo com a limpeza daquilo que no campo chamamos o ‘mofedo’, matos impenetráveis, de silvas, de estevas.
Mas não árvores de fruto?
Nem de frutos, nem de floresta. Se são povoamentos florestais, o que eles têm que estar é bem geridos. E o bem gerido não é ter as árvores a 10 metros umas das outras. É ter o terreno em condições de não haver propagação fácil do fogo de chão, etc. Outra coisa é a lei dizer “nós queremos que a partir de agora passe a haver uma faixa de protecção [da floresta] e essa faixa tem que ter uma determinada dimensão e o proprietário fica obrigado a fazer essa faixa” — isso é que não é admissível. Se o Estado quiser fazer isso tem que indemnizar — tem que expropriar e tem que indemnizar. A tal rede primária [de faixa de gestão de combustível] prevê isso mesmo: quando haja uma propriedade que seja atravessada por uma faixa dessas, fica impedida de, naquela área, ter produção — aí o Estado indemniza. É o que o Estado tem que fazer se houver uma alteração do coberto vegetal das propriedades onde isso possa vir a acontecer. O que o Estado está a dizer é que o proprietário que está encostado à faixa é que tem de pagar. Os outros que estão lá para trás já não precisam de fazer nada, porque aquele é que suportou os custos. Isto não pode ser. Tem que haver uma responsabilidade do Estado, que tem que ser assumida pelo Estado.
No sentido de expropriar e indemnizar?
Exactamente. Mexer no coberto vegetal, produtivo... porque um terreno florestado é como se fossem as máquinas de uma empresa, se lhe tira as árvores, deixa-se de poder produzir. As propriedades pequenas, com uma economia débil, associadas a pessoas que socialmente também não são propriamente endinheiradas ... O que consta é haver proprietários a dizerem às juntas de freguesia “fiquem com as terras, o que não quero é ter chatices nem com as finanças nem com a GNR”.
Se o Estado começar a querer cobrar aos proprietários verbas que sejam completamente incompatíveis com o tipo ou a dimensão da propriedade ou do agricultor envolvido, não tenho dúvidas que o Estado vai ter que ficar com as propriedades deles — ou seja, é um roubo.
Acha que vai haver mais abandono de terras?
Se o Estado começar a fazer multas e a querer cobrar aos proprietários verbas que sejam completamente incompatíveis com o tipo ou a dimensão da propriedade ou do agricultor envolvido, não tenho dúvidas que o Estado vai ter que ficar com as propriedades deles — ou seja, é um roubo.
Não equaciona muito, no seu discurso, a responsabilidade do proprietário. Mas há uma responsabilidade do proprietário, não?
Há e não há. O proprietário é responsável se tiver a sua propriedade negligenciada. São casos pontuais. Esta lei não é para casos pontuais, veio generalizar aquilo que não é razoável ser generalizável. Esse é o grande problema. Que há proprietários que têm que ser “obrigados” a dar uma solução ao seu problema, isso há. E depois há outros problemas também associados à propriedade, que é a sua divisão, dimensão, a propriedade em espaço florestal. Na economia rural, três ou quatro árvores podem ser mais do que quatro ou cinco meses de reforma. E essa economia tem que ser mantida e acarinhada.
Mas como é que se convence o proprietário? O Governo anterior tinha, por exemplo, a ideia de penalizar do ponto de vista fiscal os terrenos que não estivessem cuidados ou com utilização económica. Essa é uma hipótese?
Sou muito mais por ir pelo lado positivo do que pelo negativo.
E ceder o arrendamento em bolsa de terras ou a gestão numa Zona de Intervenção Florestal (ZIF)?
Também, também. Essas figuras têm que ser todas exploradas. Mas a bolsa funciona por vontade dos próprios. Das pessoas que são donas daquelas parcelas todas, são muitos poucas — para não dizer quase nenhumas —, que são empresários florestais. São proprietários de um pedacinho de terra. Têm a sua vida profissional algures, querem lá saber que haja uma bolsa, ou um banco [de terras]. Agora, se houver uma ZIF, que depois utilize esses instrumentos, isso já é diferente. E depois há que incentivar a venda.
https://www.publico.pt/2018/03/26/economia/entrevista/se-o-estado-ultrapassar-o-razoavel-tem-de-indemnizar-os-proprietarios-1807986
“Se o Estado ultrapassar o razoável tem de indemnizar os proprietários”
Eduardo Oliveira e Sousa, presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), acredita que se houver multas incomportáveis por causa da limpeza dos terrenos, Estado vai ter de ficar com as propriedades. “Ou seja, é um roubo”, diz
As mais recentes medidas para a protecção da floresta merecem críticas de Eduardo Oliveira e Sousa, presidente da CAP — Agricultores de Portugal. No caso da limpeza dos terrenos a legislação peca no conteúdo e na forma de transmissão — “porque obrigou algumas pessoas a fazerem asneiras”. Na rede secundária de áreas de terreno para protecção (faixas de gestão de combustível), há que não onerar os proprietários com responsabilidades do Estado, diz.
O facto de estar a chover há várias semanas dificulta a discussão sobre a seca e que ela “veio para ficar”, como disse?
Tenho esperança que a seca que nos assolou nestes dois últimos anos foi de tal maneira violenta, pela persistência e pelo impacto que teve nas consequências de quem a sofreu e na continuidade das notícias, que tenha sido uma espécie de “ano zero” para se discutir muito a fundo o que significa este tipo de fenómeno, consequência das alterações climáticas. Foi nessa perspectiva que disse que “veio para ficar”. A chuva ter sido forte e persistente durante este curto período de tempo vem provar que estamos em seca. É uma confirmação, segundo os especialistas, das alterações climáticas. A seca não é não chover. A seca é esta situação atípica do nosso clima que não era tão marcadamente diferente como é agora. Porque a secura do ar, associada à temperatura, provocou ao nível do solo e da fisiologia das próprias plantas condições de arderem com muito mais velocidade do que é normal. Uma das características dos incêndios de 2017 foi o tipo de fogo que tivemos naquelas ocorrências. Temos de, tecnicamente, estudar novas formas de explorar a floresta, de ordená-la — mais do que ser contra o eucalipto, o pinheiro ou seja o que for — para darmos corpo a um futuro assente no conhecimento. E não na reacção à situação no momento – tivemos agora o exemplo daquilo que não deve ser feito.
A reforma [da floresta]?
Esta legislação da limpeza [dos terrenos] à volta das casas e das povoações.
Foi mal feita?
Foi mal feita, porque não foi feita com base na técnica, mas na base da emoção e da resolução política de um problema — que nem sequer é um problema que tem a ver com a floresta, mas com a protecção das pessoas.
A protecção civil é um assunto que o Estado tem que assumir. E se ultrapassar o razoável em termos dos direitos dos proprietários e das explorações, o Estado tem que indemnizar.
Então acha que foi uma reacção emocional e política?
Exactamente, mas entrando quase pela demagogia, que deu origem às correcções. A campanha de informação foi péssima e o veículo utilizado, pior ainda. Porque utilizar a correspondência da autoridade tributária para fazer chegar um determinado recado às pessoas é utilizar a força, a coacção. Foi o único veículo que o Governo entendeu que seria eficaz. Foi eficaz pelo mau sentido. Porque obrigou algumas pessoas a fazerem asneiras. E vai obrigar as pessoas, que eventualmente venham a ser objecto de contra-ordenações, de autos, etc., a reagirem pela via judicial. E atirando para não sei quando a solução de um problema que temos que agarrar com as mãos. O Estado — o Governo — quis sacudir a responsabilidade imediata sobre a questão, atribuindo responsabilidades às autarquias e das autarquias para os proprietários, como se não fosse um problema do Estado. E é um problema do Estado. Porque a protecção civil é um assunto que o Estado tem que assumir. E se ultrapassar o razoável em termos dos direitos que os proprietários têm e das explorações a que estão ligados, o Estado tem que indemnizar.
Mas foi já dito que se os proprietários não limparem os terrenos, as autarquias podem vir a fazê-lo e depois passarem a factura aos proprietários.
Se houver uma propriedade em que o proprietário é uma pessoa doente ou uma pessoa ausente e tem a propriedade suja, muito perto das casas, com matos, não vejo como não haja como a autarquia intervir, limpar e depois tentar procurar o proprietário no sentido de se ressarcir da despesa. Mas aquelas imagens que estão associadas à animação [da mensagem das Finanças] de cortar tudo, é que já não concordo. Concordo com a limpeza daquilo que no campo chamamos o ‘mofedo’, matos impenetráveis, de silvas, de estevas.
Mas não árvores de fruto?
Nem de frutos, nem de floresta. Se são povoamentos florestais, o que eles têm que estar é bem geridos. E o bem gerido não é ter as árvores a 10 metros umas das outras. É ter o terreno em condições de não haver propagação fácil do fogo de chão, etc. Outra coisa é a lei dizer “nós queremos que a partir de agora passe a haver uma faixa de protecção [da floresta] e essa faixa tem que ter uma determinada dimensão e o proprietário fica obrigado a fazer essa faixa” — isso é que não é admissível. Se o Estado quiser fazer isso tem que indemnizar — tem que expropriar e tem que indemnizar. A tal rede primária [de faixa de gestão de combustível] prevê isso mesmo: quando haja uma propriedade que seja atravessada por uma faixa dessas, fica impedida de, naquela área, ter produção — aí o Estado indemniza. É o que o Estado tem que fazer se houver uma alteração do coberto vegetal das propriedades onde isso possa vir a acontecer. O que o Estado está a dizer é que o proprietário que está encostado à faixa é que tem de pagar. Os outros que estão lá para trás já não precisam de fazer nada, porque aquele é que suportou os custos. Isto não pode ser. Tem que haver uma responsabilidade do Estado, que tem que ser assumida pelo Estado.
No sentido de expropriar e indemnizar?
Exactamente. Mexer no coberto vegetal, produtivo... porque um terreno florestado é como se fossem as máquinas de uma empresa, se lhe tira as árvores, deixa-se de poder produzir. As propriedades pequenas, com uma economia débil, associadas a pessoas que socialmente também não são propriamente endinheiradas ... O que consta é haver proprietários a dizerem às juntas de freguesia “fiquem com as terras, o que não quero é ter chatices nem com as finanças nem com a GNR”.
Se o Estado começar a querer cobrar aos proprietários verbas que sejam completamente incompatíveis com o tipo ou a dimensão da propriedade ou do agricultor envolvido, não tenho dúvidas que o Estado vai ter que ficar com as propriedades deles — ou seja, é um roubo.
Acha que vai haver mais abandono de terras?
Se o Estado começar a fazer multas e a querer cobrar aos proprietários verbas que sejam completamente incompatíveis com o tipo ou a dimensão da propriedade ou do agricultor envolvido, não tenho dúvidas que o Estado vai ter que ficar com as propriedades deles — ou seja, é um roubo.
Não equaciona muito, no seu discurso, a responsabilidade do proprietário. Mas há uma responsabilidade do proprietário, não?
Há e não há. O proprietário é responsável se tiver a sua propriedade negligenciada. São casos pontuais. Esta lei não é para casos pontuais, veio generalizar aquilo que não é razoável ser generalizável. Esse é o grande problema. Que há proprietários que têm que ser “obrigados” a dar uma solução ao seu problema, isso há. E depois há outros problemas também associados à propriedade, que é a sua divisão, dimensão, a propriedade em espaço florestal. Na economia rural, três ou quatro árvores podem ser mais do que quatro ou cinco meses de reforma. E essa economia tem que ser mantida e acarinhada.
Mas como é que se convence o proprietário? O Governo anterior tinha, por exemplo, a ideia de penalizar do ponto de vista fiscal os terrenos que não estivessem cuidados ou com utilização económica. Essa é uma hipótese?
Sou muito mais por ir pelo lado positivo do que pelo negativo.
E ceder o arrendamento em bolsa de terras ou a gestão numa Zona de Intervenção Florestal (ZIF)?
Também, também. Essas figuras têm que ser todas exploradas. Mas a bolsa funciona por vontade dos próprios. Das pessoas que são donas daquelas parcelas todas, são muitos poucas — para não dizer quase nenhumas —, que são empresários florestais. São proprietários de um pedacinho de terra. Têm a sua vida profissional algures, querem lá saber que haja uma bolsa, ou um banco [de terras]. Agora, se houver uma ZIF, que depois utilize esses instrumentos, isso já é diferente. E depois há que incentivar a venda.
segunda-feira, 26 de março de 2018
Embaixadores do bosque
A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/alunos-de-alcobaca-plantam-e-prometem-cuidar-de-arvores
Alunos de Alcobaça plantam e prometem cuidar de árvores
Os alunos do 6.º B e 6.º C da Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto trocaram, esta quarta-feira, o lápis e o caderno pela enxada e pelo farpão para cumprir o projeto “Embaixadores do Bosque”, que tem o objetivo de “recuperar áreas ardidas ou degradadas”.
Nesse âmbito, os mais novos plantaram um carvalho português e um sobreiro. Mas a tarefa não se fica por aqui. É que ao longo dos próximos anos, até que concluam o ciclo de ensino daquela escola, os alunos vão ficar responsáveis por cuidar e manter estas duas novas árvores. “Quando sairmos da escola as árvores já vão ser maior que nós?”, questionou, curioso, um aluno. Os mais pequenos vão acompanhar nos próximos três anos o crescimento das árvores, esperando-se que em pouco tempo, “se tudo correr bem”, as mesmas os ultrapassem em altura.
A tarefa de plantar as árvores não assustou, nem por sombras, os alunos. Mas são as tarefas de manutenção que mais os preocupam, especialmente durante o verão. Será preciso regar, cortar e podar. Mas a ajudar as crianças nesta tarefa vão estar os professores Luís Silva e João Costa, que aplaudiram a iniciativa dos pelouros da Educação e do Ambiente da Câmara de Alcobaça. A vereadora da Câmara de Alcobaça com o pelouro da Educação destacou o “carácter transversal” da atividade. “Os alunos vão poder aprender sobre a floresta, a biologia e muitas outras disciplinas, mas mais importante que isso é a responsabilidade que vão precisar de ter para cuidar das árvores”, sublinhou Inês Silva.
O projeto “Embaixadores do Bosque” foi desenvolvido, também, na Fonte da Senhora, onde mais de três dezenas de alunos do Externato Cooperativo da Benedita participaram na ação de reflorestação. Esta quinta-feira, a iniciativa da autarquia envolveu 55 alunos da Escola Básica de Pataias, que contribuiram para a reflorestação das áreas queimadas pelos fogos do passado mês de outubro. Além disso, também os alunos da Escola Primária do Bárrio vão plantar árvores na Quinta do Campo. No total, são cerca de 150 os alunos que vão participar na atividade, que decorre em parceria com as Juntas e a Associação de Produtores Florestais dos Concelhos de Alcobaça e da Nazaré.
As crianças de hoje vão cuidar das árvores e da floresta de amanhã.
http://regiaodecister.pt/noticias/alunos-de-alcobaca-plantam-e-prometem-cuidar-de-arvores
Alunos de Alcobaça plantam e prometem cuidar de árvores
Os alunos do 6.º B e 6.º C da Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto trocaram, esta quarta-feira, o lápis e o caderno pela enxada e pelo farpão para cumprir o projeto “Embaixadores do Bosque”, que tem o objetivo de “recuperar áreas ardidas ou degradadas”.
Nesse âmbito, os mais novos plantaram um carvalho português e um sobreiro. Mas a tarefa não se fica por aqui. É que ao longo dos próximos anos, até que concluam o ciclo de ensino daquela escola, os alunos vão ficar responsáveis por cuidar e manter estas duas novas árvores. “Quando sairmos da escola as árvores já vão ser maior que nós?”, questionou, curioso, um aluno. Os mais pequenos vão acompanhar nos próximos três anos o crescimento das árvores, esperando-se que em pouco tempo, “se tudo correr bem”, as mesmas os ultrapassem em altura.
A tarefa de plantar as árvores não assustou, nem por sombras, os alunos. Mas são as tarefas de manutenção que mais os preocupam, especialmente durante o verão. Será preciso regar, cortar e podar. Mas a ajudar as crianças nesta tarefa vão estar os professores Luís Silva e João Costa, que aplaudiram a iniciativa dos pelouros da Educação e do Ambiente da Câmara de Alcobaça. A vereadora da Câmara de Alcobaça com o pelouro da Educação destacou o “carácter transversal” da atividade. “Os alunos vão poder aprender sobre a floresta, a biologia e muitas outras disciplinas, mas mais importante que isso é a responsabilidade que vão precisar de ter para cuidar das árvores”, sublinhou Inês Silva.
O projeto “Embaixadores do Bosque” foi desenvolvido, também, na Fonte da Senhora, onde mais de três dezenas de alunos do Externato Cooperativo da Benedita participaram na ação de reflorestação. Esta quinta-feira, a iniciativa da autarquia envolveu 55 alunos da Escola Básica de Pataias, que contribuiram para a reflorestação das áreas queimadas pelos fogos do passado mês de outubro. Além disso, também os alunos da Escola Primária do Bárrio vão plantar árvores na Quinta do Campo. No total, são cerca de 150 os alunos que vão participar na atividade, que decorre em parceria com as Juntas e a Associação de Produtores Florestais dos Concelhos de Alcobaça e da Nazaré.
As crianças de hoje vão cuidar das árvores e da floresta de amanhã.
domingo, 25 de março de 2018
CCRD Burinhosa na final-8 da Taça de Portugal
A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/futsal-burinhosa-apura-se-para-final-8-da-taca-de-portugal
Futsal: Burinhosa apura-se para final-8 da Taça de Portugal
O CCRD Burinhosa venceu, este sábado, por 1-3, no terreno do São Mateus e apurou-se, pela segunda época consecutiva, para a final-8 da Taça de Portugal de futsal.
Os burinhosenses, finalistas vencidos na última edição da prova, derrotaram um adversário do escalão secundário com golos de Matheus (2) e Marquinhos.
Depois de garantirem o apuramento para os quartos-de-final da Taça, a equipa de Alex Pinto começa a preparar a receção ao campeão nacional, Sporting, agendada para esta sexta-feira, no Pavilhão Gimnodesportivo de Alcobaça.
http://regiaodecister.pt/noticias/futsal-burinhosa-apura-se-para-final-8-da-taca-de-portugal
Futsal: Burinhosa apura-se para final-8 da Taça de Portugal
O CCRD Burinhosa venceu, este sábado, por 1-3, no terreno do São Mateus e apurou-se, pela segunda época consecutiva, para a final-8 da Taça de Portugal de futsal.
Os burinhosenses, finalistas vencidos na última edição da prova, derrotaram um adversário do escalão secundário com golos de Matheus (2) e Marquinhos.
Depois de garantirem o apuramento para os quartos-de-final da Taça, a equipa de Alex Pinto começa a preparar a receção ao campeão nacional, Sporting, agendada para esta sexta-feira, no Pavilhão Gimnodesportivo de Alcobaça.
quinta-feira, 22 de março de 2018
Juvenis do CCRD Burinhosa asseguram manutenção
A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/futsal-burinhosa-garante-manutencao-em-juvenis
Futsal: Burinhosa garante manutenção em juvenis
Os juvenis do CCRD Burinhosa derrotaram, este domingo, o D. João I, por 4-3, e garantiram automaticamente a manutenção no campeonato nacional.
A equipa de Ângelo Santos atingiu o grande objetivo da temporada ainda com duas jornadas por realizar.
Entretanto, os juniores do clube estrearam-se, este domingo, com um empate a duas bolas na receção ao Sousel na Taça Nacional de sub-20. A turma de Nuno Teles de Sousa desloca-se na próxima ronda a Santarém, para defrontar o Vitória.
Melhor sorte tiveram os juvenis do Casal Velho, que entraram da melhor maneira na Taça Nacional, este sábado, ao vencerem por 2-4 em Sousel.
Por seu turno, os iniciados do Casal Velho abriram a participação na Taça Nacional, este sábado, com uma derrota na visita ao Benfica, por 12-2.
http://regiaodecister.pt/noticias/futsal-burinhosa-garante-manutencao-em-juvenis
Futsal: Burinhosa garante manutenção em juvenis
Os juvenis do CCRD Burinhosa derrotaram, este domingo, o D. João I, por 4-3, e garantiram automaticamente a manutenção no campeonato nacional.
A equipa de Ângelo Santos atingiu o grande objetivo da temporada ainda com duas jornadas por realizar.
Entretanto, os juniores do clube estrearam-se, este domingo, com um empate a duas bolas na receção ao Sousel na Taça Nacional de sub-20. A turma de Nuno Teles de Sousa desloca-se na próxima ronda a Santarém, para defrontar o Vitória.
Melhor sorte tiveram os juvenis do Casal Velho, que entraram da melhor maneira na Taça Nacional, este sábado, ao vencerem por 2-4 em Sousel.
Por seu turno, os iniciados do Casal Velho abriram a participação na Taça Nacional, este sábado, com uma derrota na visita ao Benfica, por 12-2.
quarta-feira, 21 de março de 2018
Inauguração das escolas velhas
A partir da publicação do Tiago Inácio no facebook:
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1986406901393416&set=gm.1721680964548047&type=3&theater&ifg=1
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1986406901393416&set=gm.1721680964548047&type=3&theater&ifg=1
terça-feira, 20 de março de 2018
segunda-feira, 19 de março de 2018
domingo, 18 de março de 2018
Burinhosa empate no Belenenses
A notícia em:
https://canoticias.pt/belenenses/futsal/liga-sport-zone-21-a-jornada-belenenses-5-5-cd-burinhosa/
A 21.ª jornada da Liga Sport Zone todos os jogos se disputaram este sábado 17 de março, tendo havido mexidas no meio da tabela e juntando agora quatro emblemas com 25 pontos: Quinta dos Lombos, Belenenses, AD Fundão e Burinhosa. De resto todas as restantes posições não sofreram mexidas.
Confira os resultados da 21.ª jornada da Liga Sport Zone:
Futsal Azeméis 2-5 Benfica
AD Fundão 3-4 Modicus
Fabril Barreiro 7-2 Unidos Pinheirense
Belenenses 5-5 Burinhosa
Sporting 8-0 Quinta dos Lombos
Rio Ave 0-6 Braga
Leões Porto Salvo 3-1 Desp. Aves
https://canoticias.pt/belenenses/futsal/liga-sport-zone-21-a-jornada-belenenses-5-5-cd-burinhosa/
A 21.ª jornada da Liga Sport Zone todos os jogos se disputaram este sábado 17 de março, tendo havido mexidas no meio da tabela e juntando agora quatro emblemas com 25 pontos: Quinta dos Lombos, Belenenses, AD Fundão e Burinhosa. De resto todas as restantes posições não sofreram mexidas.
Confira os resultados da 21.ª jornada da Liga Sport Zone:
Futsal Azeméis 2-5 Benfica
AD Fundão 3-4 Modicus
Fabril Barreiro 7-2 Unidos Pinheirense
Belenenses 5-5 Burinhosa
Sporting 8-0 Quinta dos Lombos
Rio Ave 0-6 Braga
Leões Porto Salvo 3-1 Desp. Aves
sábado, 17 de março de 2018
Etapa de voleibol na Martingança
A notícia em:
http://www.figueiranahora.com/desporto/figueira-volei-clube-lidera-campeonato
Figueira Volei Clube lidera campeonato
Teve lugar ontem, no pavilhão gimnodesportivo de Martingança, a terceira etapa do Campeonato Regional de Minis da Associação de Voleibol de Coimbra.
Esta etapa, organizada pelo Grupo Desportivo de Martingança, em parceria com a Associação de Voleibol de Coimbra, contou com a presença de 7 equipas, em representação de 4 clubes.
As equipas feminina e masculina do Figueira Volei Clube marcaram presença nesta prova.
As meninas figueirenses reforçaram a primeira posição e aumentando a diferença pontual para o segundo classificado.
Os rapazes, com este triunfo, conseguiram passar para a posição de liderança do campeonato, com mais dois pontos do que o segundo classificado.
No próximo dia 21 de abril, será o Figueira Volei Clube a receber a quarta etapa do campeonato, que irá disputar-se, pelas 9h30, no Pavilhão Hélio Cardoso, do Grupo Caras Direitas.
http://www.figueiranahora.com/desporto/figueira-volei-clube-lidera-campeonato
Figueira Volei Clube lidera campeonato
Teve lugar ontem, no pavilhão gimnodesportivo de Martingança, a terceira etapa do Campeonato Regional de Minis da Associação de Voleibol de Coimbra.
Esta etapa, organizada pelo Grupo Desportivo de Martingança, em parceria com a Associação de Voleibol de Coimbra, contou com a presença de 7 equipas, em representação de 4 clubes.
As equipas feminina e masculina do Figueira Volei Clube marcaram presença nesta prova.
As meninas figueirenses reforçaram a primeira posição e aumentando a diferença pontual para o segundo classificado.
Os rapazes, com este triunfo, conseguiram passar para a posição de liderança do campeonato, com mais dois pontos do que o segundo classificado.
No próximo dia 21 de abril, será o Figueira Volei Clube a receber a quarta etapa do campeonato, que irá disputar-se, pelas 9h30, no Pavilhão Hélio Cardoso, do Grupo Caras Direitas.
sexta-feira, 16 de março de 2018
Doação de livros à Biblioteca de Pataias
A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/filha-doa-mil-livros-do-pai-biblioteca-de-pataias
Filha doa mil livros do pai à biblioteca de Pataias
O martingancense Severino da Silva tinha várias paixões na vida. Uma delas era a terra natal e a outra eram os livros. Depois do seu falecimento, no ano passado, a filha decidiu doar cerca de um milhar de livros do pai, antigo professor primário, à Biblioteca de Pataias.
A União de Freguesias de Pataias e Martingança organizou uma sessão de homenagem ao antigo professor na passada sexta-feira, na qual fez questão de agradecer o gesto de Severino da Silva e da sua filha, emigrada na Suíça. “Por razões familiares, a filha do benemérito não pôde estar presente. No seu lugar esteve um antigo amigo de Severino da Silva que presenciou a homenagem simbólica” que a União de Freguesias de Pataias e Martingança “fez questão de organizar em honra do doador”, explica o autarca Valter Ribeiro.
Severino da Silva esteve emigrado em Angola e, depois do 25 de Abril, regressou a Portugal para dar aulas de instrução primária em Vila Nova de Gaia. Durante a carreira de professor, desenvolveu um gosto especial pela história do Ultramar.
Os mil livros que faziam parte da biblioteca pessoal de Severino da Silva são, naturalmente, muito diversos. Mas os romances e os livros sobre História e, em particular, sobre a história das colónias portuguesas. “Trata-se de uma doação que vem enriquecer significativamente o espólio da biblioteca”, defende Valter Ribeiro. O presidente da União de Freguesias de Pataias e Martingança avança, aliás, que “devido ao grande número de volumes doados”, a Biblioteca de Pataias pode muito bem ser a “biblioteca do País com maior riqueza bibliográfica no que toca à História do Ultramar”.
http://regiaodecister.pt/noticias/filha-doa-mil-livros-do-pai-biblioteca-de-pataias
Filha doa mil livros do pai à biblioteca de Pataias
O martingancense Severino da Silva tinha várias paixões na vida. Uma delas era a terra natal e a outra eram os livros. Depois do seu falecimento, no ano passado, a filha decidiu doar cerca de um milhar de livros do pai, antigo professor primário, à Biblioteca de Pataias.
A União de Freguesias de Pataias e Martingança organizou uma sessão de homenagem ao antigo professor na passada sexta-feira, na qual fez questão de agradecer o gesto de Severino da Silva e da sua filha, emigrada na Suíça. “Por razões familiares, a filha do benemérito não pôde estar presente. No seu lugar esteve um antigo amigo de Severino da Silva que presenciou a homenagem simbólica” que a União de Freguesias de Pataias e Martingança “fez questão de organizar em honra do doador”, explica o autarca Valter Ribeiro.
Severino da Silva esteve emigrado em Angola e, depois do 25 de Abril, regressou a Portugal para dar aulas de instrução primária em Vila Nova de Gaia. Durante a carreira de professor, desenvolveu um gosto especial pela história do Ultramar.
Os mil livros que faziam parte da biblioteca pessoal de Severino da Silva são, naturalmente, muito diversos. Mas os romances e os livros sobre História e, em particular, sobre a história das colónias portuguesas. “Trata-se de uma doação que vem enriquecer significativamente o espólio da biblioteca”, defende Valter Ribeiro. O presidente da União de Freguesias de Pataias e Martingança avança, aliás, que “devido ao grande número de volumes doados”, a Biblioteca de Pataias pode muito bem ser a “biblioteca do País com maior riqueza bibliográfica no que toca à História do Ultramar”.
quinta-feira, 15 de março de 2018
terça-feira, 13 de março de 2018
Festival de Teatro
A notícia em:
https://www.noticiasaominuto.com/cultura/969289/ao-teatro-reune-seis-companhias-em-palcos-de-alcobaca
'Ao Teatro' reúne seis companhias em palcos de Alcobaça
'Ao Teatro' é o mote para o grupo Gambuzinos com 1 Pé de Fora levar ao concelho de Alcobaça, entre os dias 10 e 31, seis peças de teatro, duas das quais de companhias internacionais.
A 5.ª edição do 'Ao Teatro' Festival, será este ano marcada pela "participação, pela primeira vez, de duas companhias estrangeiras" e pelo facto de "todas as companhias convidadas serem profissionais", disse hoje José Saramago, coordenador do evento.
Seis espetáculos, repartidos por quatro fins de semana, entre os dias 10 e 31, são a proposta dos Gambuzinos com 1 Pé de Fora, grupo de teatro amador com sede na Benedita, no concelho de Alcobaça.
O festival arranca no dia 10, com a companhia Comuna Teatro de Pesquisa a apresentar, no Cine Teatro de Alcobaça João D'Oliva Monteiro, a peça 'Crise no Parque Eduardo VII'.
No dia 17, Ángel Fragua sobe ao palco do Centro Cultural Gonçalves Sapinho, na Benedita, com 'Stand Down'.
No dia seguinte, o festival estende-se a Maiorga, outras das freguesias do concelho, desta feita para os Gambuzinos com 1 Pé de Fora apresentarem, no Centro de Bem Estar Social, "(...) e a vida, afinal, é como as orquídeas", peça que, em janeiro, levaram ao Brasil, num intercâmbio com uma companhia daquele país.
A 23, o teatro volta ao Centro Cultural Gonçalves Sapinho para receber a primeira das duas companhias internacionais, a EME2 que apresentará 'A noiva de dom Quixote'. No dia seguinte, no mesmo palco, será a vez da Companhia Do Chapitô mostrar 'ATM - atelier de tempos mortos'.
No último fim de semana de festival, no dia 31, também no Centro Cultural Gonçalves Sapinho, mostra-se o coletivo de teatro Resta 1, companhia brasileira, que, além de participar no festival, prepara para o mês de abril a apresentação de uma peça conjunta com os anfitriões.
Com um orçamento de 6.500 euros, dos quais 3.500 comparticipados pela Câmara de Alcobaça, o festival 'Ao Teatro' é entendido pela autarquia de Alcobaça como "o festival de teatro do concelho", num "reconhecimento pela importância e dimensão que tem vindo a ganhar", afirmou a vereadora da Cultura, Inês Silva, durante a apresentação do evento, realizada hoje, na Benedita.
O festival movimenta "em média cerca de 200 espetadores" por espetáculo, afirmou José Saramago, para quem se trata de "uma afluência bastante positiva" ao evento, com entradas a cinco euros, para os adultos, e três euros, para as crianças.
O Festival começou em 2014 com o objetivo de levar à Benedita e ao concelho de Alcobaça "espetáculos de teatro, produzidos por companhias profissionais e amadoras", e contribuindo, segundo os organizadores, para "a formação de públicos e de criadores amadores".
Os Gambuzinos com 1 Pé de Fora são uma associação cultural sem fins lucrativos, formada em 2012, a partir do grupo de teatro do Externato Cooperativo da Benedita.
https://www.noticiasaominuto.com/cultura/969289/ao-teatro-reune-seis-companhias-em-palcos-de-alcobaca
'Ao Teatro' reúne seis companhias em palcos de Alcobaça
'Ao Teatro' é o mote para o grupo Gambuzinos com 1 Pé de Fora levar ao concelho de Alcobaça, entre os dias 10 e 31, seis peças de teatro, duas das quais de companhias internacionais.
A 5.ª edição do 'Ao Teatro' Festival, será este ano marcada pela "participação, pela primeira vez, de duas companhias estrangeiras" e pelo facto de "todas as companhias convidadas serem profissionais", disse hoje José Saramago, coordenador do evento.
Seis espetáculos, repartidos por quatro fins de semana, entre os dias 10 e 31, são a proposta dos Gambuzinos com 1 Pé de Fora, grupo de teatro amador com sede na Benedita, no concelho de Alcobaça.
O festival arranca no dia 10, com a companhia Comuna Teatro de Pesquisa a apresentar, no Cine Teatro de Alcobaça João D'Oliva Monteiro, a peça 'Crise no Parque Eduardo VII'.
No dia 17, Ángel Fragua sobe ao palco do Centro Cultural Gonçalves Sapinho, na Benedita, com 'Stand Down'.
No dia seguinte, o festival estende-se a Maiorga, outras das freguesias do concelho, desta feita para os Gambuzinos com 1 Pé de Fora apresentarem, no Centro de Bem Estar Social, "(...) e a vida, afinal, é como as orquídeas", peça que, em janeiro, levaram ao Brasil, num intercâmbio com uma companhia daquele país.
A 23, o teatro volta ao Centro Cultural Gonçalves Sapinho para receber a primeira das duas companhias internacionais, a EME2 que apresentará 'A noiva de dom Quixote'. No dia seguinte, no mesmo palco, será a vez da Companhia Do Chapitô mostrar 'ATM - atelier de tempos mortos'.
No último fim de semana de festival, no dia 31, também no Centro Cultural Gonçalves Sapinho, mostra-se o coletivo de teatro Resta 1, companhia brasileira, que, além de participar no festival, prepara para o mês de abril a apresentação de uma peça conjunta com os anfitriões.
Com um orçamento de 6.500 euros, dos quais 3.500 comparticipados pela Câmara de Alcobaça, o festival 'Ao Teatro' é entendido pela autarquia de Alcobaça como "o festival de teatro do concelho", num "reconhecimento pela importância e dimensão que tem vindo a ganhar", afirmou a vereadora da Cultura, Inês Silva, durante a apresentação do evento, realizada hoje, na Benedita.
O festival movimenta "em média cerca de 200 espetadores" por espetáculo, afirmou José Saramago, para quem se trata de "uma afluência bastante positiva" ao evento, com entradas a cinco euros, para os adultos, e três euros, para as crianças.
O Festival começou em 2014 com o objetivo de levar à Benedita e ao concelho de Alcobaça "espetáculos de teatro, produzidos por companhias profissionais e amadoras", e contribuindo, segundo os organizadores, para "a formação de públicos e de criadores amadores".
Os Gambuzinos com 1 Pé de Fora são uma associação cultural sem fins lucrativos, formada em 2012, a partir do grupo de teatro do Externato Cooperativo da Benedita.
segunda-feira, 12 de março de 2018
CCRD Burinhosa consegue "dobradinha" em juniores
A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/futsal-burinhosa-com-dobradinha-em-juniores
Futsal: Burinhosa com dobradinha em juniores
Os juniores do CCRD Burinhosa conquistaram, este domingo, a Taça Distrito de Leiria, ao golearem a Amarense, por 8-3, na Nazaré.
A equipa de Nuno Teles de Sousa juntou, deste modo, aquele troféu ao título de campeão distrital, obtendo a dobradinha distrital.
Esta temporada, os burinhosenses venceram todos os jogos oficiais efetuados e aprestam-se, agora, para iniciar a participação na Taça Nacional, prova na qual tentarão regressar aos campeonatos nacionais em 2018/19.
http://regiaodecister.pt/noticias/futsal-burinhosa-com-dobradinha-em-juniores
Futsal: Burinhosa com dobradinha em juniores
Os juniores do CCRD Burinhosa conquistaram, este domingo, a Taça Distrito de Leiria, ao golearem a Amarense, por 8-3, na Nazaré.
A equipa de Nuno Teles de Sousa juntou, deste modo, aquele troféu ao título de campeão distrital, obtendo a dobradinha distrital.
Esta temporada, os burinhosenses venceram todos os jogos oficiais efetuados e aprestam-se, agora, para iniciar a participação na Taça Nacional, prova na qual tentarão regressar aos campeonatos nacionais em 2018/19.
domingo, 11 de março de 2018
Propostas para ordenamento florestal
A notícia em:
https://www.dn.pt/lusa/interior/organizacoes-de-produtores-do-oeste-vao-propor-ao-governo-16-medidas-para-ordenar-a-floresta-9172612.html
Organizações de produtores do Oeste vão propor ao Governo 16 medidas para ordenar a floresta
Oito organizações de agricultores e produtores florestais da região Oeste discordam da imposição de medidas de minimização do risco de incêndio iguais para todo o país e vão propor ao Governo soluções de reordenamento florestal para cada região.
As oito organizações, que abrangem agricultores e produtores florestais de seis concelhos das região Oeste de Portugal consideram "imperativo agir" na floresta portuguesa mas discordam da aplicação de "leis verticais de Norte a sul do País, pois o mesmo apresenta especificidade particulares", assumem num documento que vão na sexta-feira entregar na Assembleia da República (AR).
No documento, a que a agência Lusa teve hoje acesso, as oito associações defendem uma ação "coordenada, estrutural e muito bem pensada", envolvendo "todas as entidades que contatam diretamente com a realidade da floresta" para definir "uma visão estratégica a médio-longo prazo, criando um verdadeiro ordenamento do território com base nas necessidades por concelho".
Assumindo-se "naturalmente preocupados com a sua fonte de rendimentos (a floresta)", as oito organizações, que se constituíram em movimento, afirmam-se "disponíveis para a limpeza da mesma, reconhecendo a importância da medida de redução de carga combustível" para minimizar os riscos de incêndio.
Porém, recusam aceitar "a imposição do abate de árvores colocando o ónus da culpa [dos incêndios do ultimo ano] essencialmente sobre o eucalipto e o pinheiro bravo".
Assim, o movimento quer propor ao Governo "um conjunto de medidas" que consideram "estruturais e lógicas", entre as quais a obrigatoriedade de pousios e limpeza dos terrenos ou a criação de "faixas de descontinuidade florestal, nas manchas com grande carga combustível, utilizando espécies pouco combustíveis" como o sobro, azinho ou castanho.
Nos concelhos com áreas com grande continuidade de espécies com maior poder de combustão, o movimento defende a aplicação de "uma taxa/compensação por parte dos proprietários", refere o documento.
Fiscalização por parte da GNR, Instituto da Conservação da Natureza e da Floresta (ICNF) e da proteção Civil e "mão pesada da justiça" para incendiários e "possíveis redes organizadas na queima da floresta", são outras das medidas referidas no documento.
O movimento defende igualmente "a relação floresta-cereal-caça" e o fomento de regadios dispersos pelo país para que "as culturas frescas limitem o desenvolvimento dos incêndios", ou a criação de várias centrais de biomassa de norte a sul do país.
No documento, as organizações contestam ainda o prazo limite para o corte de vegetação e consideram "inadmissível" que os municípios não disponham de ferramentas para efetuar o cadastro e conhecer e saber quem são os proprietários dos terrenos.
O movimento que vai fazer chegar as propostas a todos os grupos parlamentares integra a AARA - Associação de agricultores da Região de Alcobaça, AFRA - Associação de Produtores Florestais da Região de Alcobaça, Centro de Gestão Agrícola de Alvorninha, Centro de Gestão Agrícola de Óbidos, Real 21 - Associação de Defesa do Rio Real, APAS Floresta, AATV - Associação de Agricultores de Torres Vedras e Florest -- Associação de Produtores Agrícolas e Florestais da Estremadura, representando produtores de Alcobaça, Caldas da Rainha, Óbidos, Bombarral, Cadaval e Torres Vedras.
https://www.dn.pt/lusa/interior/organizacoes-de-produtores-do-oeste-vao-propor-ao-governo-16-medidas-para-ordenar-a-floresta-9172612.html
Organizações de produtores do Oeste vão propor ao Governo 16 medidas para ordenar a floresta
Oito organizações de agricultores e produtores florestais da região Oeste discordam da imposição de medidas de minimização do risco de incêndio iguais para todo o país e vão propor ao Governo soluções de reordenamento florestal para cada região.
As oito organizações, que abrangem agricultores e produtores florestais de seis concelhos das região Oeste de Portugal consideram "imperativo agir" na floresta portuguesa mas discordam da aplicação de "leis verticais de Norte a sul do País, pois o mesmo apresenta especificidade particulares", assumem num documento que vão na sexta-feira entregar na Assembleia da República (AR).
No documento, a que a agência Lusa teve hoje acesso, as oito associações defendem uma ação "coordenada, estrutural e muito bem pensada", envolvendo "todas as entidades que contatam diretamente com a realidade da floresta" para definir "uma visão estratégica a médio-longo prazo, criando um verdadeiro ordenamento do território com base nas necessidades por concelho".
Assumindo-se "naturalmente preocupados com a sua fonte de rendimentos (a floresta)", as oito organizações, que se constituíram em movimento, afirmam-se "disponíveis para a limpeza da mesma, reconhecendo a importância da medida de redução de carga combustível" para minimizar os riscos de incêndio.
Porém, recusam aceitar "a imposição do abate de árvores colocando o ónus da culpa [dos incêndios do ultimo ano] essencialmente sobre o eucalipto e o pinheiro bravo".
Assim, o movimento quer propor ao Governo "um conjunto de medidas" que consideram "estruturais e lógicas", entre as quais a obrigatoriedade de pousios e limpeza dos terrenos ou a criação de "faixas de descontinuidade florestal, nas manchas com grande carga combustível, utilizando espécies pouco combustíveis" como o sobro, azinho ou castanho.
Nos concelhos com áreas com grande continuidade de espécies com maior poder de combustão, o movimento defende a aplicação de "uma taxa/compensação por parte dos proprietários", refere o documento.
Fiscalização por parte da GNR, Instituto da Conservação da Natureza e da Floresta (ICNF) e da proteção Civil e "mão pesada da justiça" para incendiários e "possíveis redes organizadas na queima da floresta", são outras das medidas referidas no documento.
O movimento defende igualmente "a relação floresta-cereal-caça" e o fomento de regadios dispersos pelo país para que "as culturas frescas limitem o desenvolvimento dos incêndios", ou a criação de várias centrais de biomassa de norte a sul do país.
No documento, as organizações contestam ainda o prazo limite para o corte de vegetação e consideram "inadmissível" que os municípios não disponham de ferramentas para efetuar o cadastro e conhecer e saber quem são os proprietários dos terrenos.
O movimento que vai fazer chegar as propostas a todos os grupos parlamentares integra a AARA - Associação de agricultores da Região de Alcobaça, AFRA - Associação de Produtores Florestais da Região de Alcobaça, Centro de Gestão Agrícola de Alvorninha, Centro de Gestão Agrícola de Óbidos, Real 21 - Associação de Defesa do Rio Real, APAS Floresta, AATV - Associação de Agricultores de Torres Vedras e Florest -- Associação de Produtores Agrícolas e Florestais da Estremadura, representando produtores de Alcobaça, Caldas da Rainha, Óbidos, Bombarral, Cadaval e Torres Vedras.
sábado, 10 de março de 2018
Balcão do Novo Banco em Pataias vai encerrar
A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/novo-banco-vai-encerrar-agencia-de-pataias
Novo Banco vai encerrar agência de Pataias
O Novo Banco prevê fechar três dezenas de balcões nos próximos dois meses e uma das agências a fechar portas é a de Pataias.
A notícia foi avançada pelo Eco, que dá conta de que são "sobretudo agências de pequena dimensão, com cerca de dois trabalhadores, e localizadas em centros urbanos" que vão encerrar até ao final do próximo mês de abril.
Além do fecho de sucursais, o Novo Banco prepara-se, também, para diminuir o número de trabalhadores.
A notícia em:
https://eco.pt/2018/03/09/novo-banco-vai-fechar-ja-30-balcoes-saiba-quais-sao/
Novo Banco vai fechar já 30 balcões. Saiba onde são
São sobretudo agências localizadas nos centros urbanos e onde trabalham uma média de dois funcionários. Saiba quais são os 30 balcões que o Novo Banco vai fechar em dois meses.
O Novo Banco já sabe quais as agências que pretende encerrar até abril. São 30 balcões que vão fechar portas dentro de dois meses, na sua maioria localizados nos centros urbanos e onde trabalham dois funcionários. O ECO teve acesso à lista de encerramentos. Mas atenção: mais 43 fechos estão previstos até final ano. Onde? Ainda está em avaliação.
Para já são três dezenas de balcões para encerrar até ao final de abril. E os alvos já estão identificados. São sobretudo agências de pequena dimensão, com cerca de dois trabalhadores, e localizadas em centros urbanos. Tudo para minimizar o impacto junto dos clientes do banco.
Segundo a lista a que o ECO teve acesso, nove destes balcões localizam-se na região de Lisboa: Av. Uruguai, Hospital Santa Maria, Católica Lisboa, Belas, Tagus Park, Alcoitão, Torres Vedras/Conquinha, Sacavém/Quinta Património e Azambuja. Outros cinco balcões vão encerrar na zona do Grande Porto: Católica Porto, Rio Tinto, Raimonda, Vila do Conde e Nogueira da Maia. Ou seja, praticamente metade dos encerramentos vão ocorrer dentro dos dois grandes centros urbanos.
Ainda assim, os encerramentos estão distribuídos um pouco por todo o país, sobretudo no litoral. Contactado, o banco não comenta a lista.
http://regiaodecister.pt/noticias/novo-banco-vai-encerrar-agencia-de-pataias
Novo Banco vai encerrar agência de Pataias
O Novo Banco prevê fechar três dezenas de balcões nos próximos dois meses e uma das agências a fechar portas é a de Pataias.
A notícia foi avançada pelo Eco, que dá conta de que são "sobretudo agências de pequena dimensão, com cerca de dois trabalhadores, e localizadas em centros urbanos" que vão encerrar até ao final do próximo mês de abril.
Além do fecho de sucursais, o Novo Banco prepara-se, também, para diminuir o número de trabalhadores.
A notícia em:
https://eco.pt/2018/03/09/novo-banco-vai-fechar-ja-30-balcoes-saiba-quais-sao/
Novo Banco vai fechar já 30 balcões. Saiba onde são
São sobretudo agências localizadas nos centros urbanos e onde trabalham uma média de dois funcionários. Saiba quais são os 30 balcões que o Novo Banco vai fechar em dois meses.
O Novo Banco já sabe quais as agências que pretende encerrar até abril. São 30 balcões que vão fechar portas dentro de dois meses, na sua maioria localizados nos centros urbanos e onde trabalham dois funcionários. O ECO teve acesso à lista de encerramentos. Mas atenção: mais 43 fechos estão previstos até final ano. Onde? Ainda está em avaliação.
Para já são três dezenas de balcões para encerrar até ao final de abril. E os alvos já estão identificados. São sobretudo agências de pequena dimensão, com cerca de dois trabalhadores, e localizadas em centros urbanos. Tudo para minimizar o impacto junto dos clientes do banco.
Segundo a lista a que o ECO teve acesso, nove destes balcões localizam-se na região de Lisboa: Av. Uruguai, Hospital Santa Maria, Católica Lisboa, Belas, Tagus Park, Alcoitão, Torres Vedras/Conquinha, Sacavém/Quinta Património e Azambuja. Outros cinco balcões vão encerrar na zona do Grande Porto: Católica Porto, Rio Tinto, Raimonda, Vila do Conde e Nogueira da Maia. Ou seja, praticamente metade dos encerramentos vão ocorrer dentro dos dois grandes centros urbanos.
Ainda assim, os encerramentos estão distribuídos um pouco por todo o país, sobretudo no litoral. Contactado, o banco não comenta a lista.
sexta-feira, 9 de março de 2018
quinta-feira, 8 de março de 2018
quarta-feira, 7 de março de 2018
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