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quinta-feira, 30 de maio de 2024

Nadadores Salvadores


𝐏𝐑𝐄𝐂𝐈𝐒𝐀-𝐒𝐄 𝐃𝐄 𝐍𝐀𝐃𝐀𝐃𝐎𝐑-𝐒𝐀𝐋𝐕𝐀𝐃𝐎𝐑! 

𝐕𝐀𝐆𝐀𝐒 𝐃𝐈𝐒𝐏𝐎𝐍Í𝐕𝐄𝐈𝐒! 

Praias não concessionadas:

👉 Pedra do Ouro

👉 Vale Furado

👉 Água de Madeiros

Época: 29 de junho a 1 de setembro

Full-Time;

Horário: das 10h às 20h;

Folga: 1 semanal;

Remuneração acima da média local;

Contrato de trabalho;

Requisitos:

👉 Certificado ISN atualizado;

👉 Responsável e com iniciativa;

Contactos:

👉 piscinas.coordenacao@ufpm.pt

👉 aev@cm-alcobaca.pt

O Presidente, Hermínio Rodrigues

domingo, 19 de maio de 2024

Pataias: três praias Zero Poluição

 A notícia em:

https://www.diarioleiria.pt/noticia/133067


Distrito de Leiria conta com sete praias Zero Poluição


A associação ambientalista ZERO reconheceu 59 praias Zero Poluição, sendo que sete delas estão no distrito de Leiria, nomeadamente nos concelhos de Alcobaça, Caldas da Rainha, Leiria, Nazaré e Pombal.

As praias do distrito que mereceram o reconhecimento da ZERO são Água de Medeiros, Légua e Pedra do Ouro (Alcobaça), Praia do Mar (Caldas da Rainha), Pedrógão-Cento (Leiria), Salgado (Nazaré) e Osso da Baleia (Pombal).

Em comunicado, a ZERO - Associação Sistema Terrestre Sustentável revela que o objetivo alcançado este ano “é verdadeiramente aquilo que à escala europeia se deseja no quadro do Pacto Ecológico Europeu, em particular no âmbito do Plano de Ação para a Poluição Zero”.

Alcobaça, com três praias, está entre os concelhos líderes em número de praias Zero Poluição, de acordo com a associação.

Este ano, as praias Zero Poluição representam 9% do total das 664 águas balneares existentes, um aumento de 1%, ou seja, mais cinco praias em relação às 54 classificadas em 2023.

Todas as praias consideradas o ano passado como praias Zero Poluição estão classificadas, ao abrigo da legislação, como praias com qualidade da água “excelente”, no entanto, a ZERO alerta que “na maioria das vezes, à custa de uma única análise onde foi detetada a presença de microrganismos, mesmo que muito longe do valor-limite, deixaram de poder ser consideradas praias Zero Poluição”.

“Um outro aspeto relevante é haver pela primeira vez duas praias interiores classificadas como praias Zero Poluição – Santa Clara, em Odemira, e Devesa, no Sabugal”, lê-se na nota.

Destaque ainda para o facto de os concelhos de Leiria e de Pombal passarem também a fazer parte dos concelhos com, pelo menos, uma praia Zero Poluição.

Em termos de balanço, saíram da lista do ano passado 19 praias e entraram 24 novas, revela a ZERO.

Entre os concelhos que deixaram de estar representados está o município de Óbidos.

Uma praia Zero Poluição é aquela em que não foi detetada qualquer contaminação microbiológica nas análises efetuadas às águas balneares ao longo das três últimas épocas balneares.

Os ambientalistas salientam ser “extremamente difícil” conseguir um registo incólume ao longo de três anos nas zonas balneares interiores, “muito mais suscetíveis à poluição microbiológica”.

“À exceção de duas praias interiores, todas as restantes praias são costeiras. Este facto é um indicador do muito que ainda há a fazer para garantir uma boa qualidade da água dos rios e ribeiras em Portugal, o que requer esforços adicionais ao nível do saneamento urbano e das empresas”, refere a associação.

Uma praia Zero Poluição é assim denominada a partir de dados da Agência Portuguesa do Ambiente, em que são identificadas as praias que, ao longo das três últimas épocas balneares (no caso, 2021, 2022 e 2023), não só tiveram sempre classificação “Excelente” como apresentaram valores zero ou inferiores ao limite de deteção em todas as análises efetuadas aos dois parâmetros microbiológicos controlados e previstos na legislação (Escherichia coli e Enterococos intestinais).

segunda-feira, 13 de maio de 2024

Praias "Qualidade de Ouro"

A notícia em:

https://www.regiaodeleiria.pt/2024/05/quercus-distingue-23-praias-da-regiao-com-qualidade-de-ouro/


Quercus distingue 29 praias da região com “Qualidade de Ouro”


A região perdeu quatro bandeiras “douradas” e ganhou duas, segundo a lista divulgada esta segunda-feira pela associação ambientalista, após correção da informação avançada na sexta-feira.


São 29 as bandeiras de “ouro” que a associação ambientalista Quercus atribuiu este ano às praias da região, menos duas do que no ano passado.

A lista, divulgada esta segunda-feira, inclui 26 distinções para praias costeiras e três para praias interiores.

Em comparação com 2023, saíram da lista as praias de S. Martinho do Porto (Alcobaça), Cova de Alfarroba, Gamboa e Peniche de Cima (Peniche).

Em contrapartida, entraram as praias de Paredes da Vitória (Alcobaça) e Fragas de S. Simão (Figueiró dos Vinhos).


Praias da região com “Qualidade de Ouro” em 2024

Leiria: Pedrógão Sul, Pedrógão Centro;

Alcobaça: Água de Madeiros, Légua, Pedra do Ouro, Paredes da Vitória e Polvoeira;

Caldas da Rainha: Foz do Arelho – Lagoa, Praia do Mar;

Figueiró dos Vinhos: Fragas de S. Simão;

Marinha Grande: Pedras Negras, Praia Velha e S. Pedro de Moel;

Nazaré: Salgado, Nazaré;

Óbidos: Bom Sucesso, Vale de Janelas (ex-Praia d’El Rei), Rei do Cortiço;

Ourém: Agroal;

Pedrógão Grande: Cabril;

Peniche: Baleal Norte, Baleal Sul, Baleal-Campismo, Consolação, Consolação Norte, Medão-Supertubos, Porto da Areia Sul, S. Bernardino;

Pombal: Osso da Baleia.

Já a nível nacional, a Quercus classificou este ano 420 praias com “Qualidade de Ouro” (e não 356 como divulgou na passada semana*), mais 26 do que na época balnear de 2023, sendo 349 costeiras (83%), 61 interiores (15%) e 10 de transição (2%).

Segundo a Quercus, há este ano registo de nove zonas balneares estreantes, galardoadas pela primeira vez com “Qualidade de Ouro”, das quais cinco são interiores e quatro costeiras.

Na nota, a associação destaca ainda o lançamento de um mapa interativo das praias galardoadas com “Qualidade de Ouro”.

O galardão “Praia com Qualidade de Ouro” distingue anualmente a qualidade da água balnear das praias de portuguesas, com base na informação pública oficial disponível, tendo exclusivamente em consideração as análises efetuadas nos laboratórios das diferentes Administrações Regionais Hidrográficas.

Para receber a classificação de praia com “Qualidade de Ouro”, a água balnear tem de respeitar vários critérios, como uma qualidade da água “excelente” na classificação anual das cinco épocas balneares anteriores à última e todas as análises realizadas na última época balnear (2023) deverão ter apresentado resultados melhores em vários indicadores bacterianos.

Por outro lado, deixam de ser consideradas praias douradas as que, na última época balnear (2023), tenham registado algum tipo de ocorrência/aviso de desaconselhamento da prática balnear, proibição da prática balnear e/ou interdição temporária da praia.


*Notícia corrigida às 20h20 depois de uma retificação feita pela Quercus à informação divulgada na passada sexta-feira, dia 10. A associação explica o erro com o registo de “uma anomalia informática na extração dos dados”. Nessa primeira versão, teriam sido atribuídas apenas 23 bandeiras “Qualidade de Ouro” na região e 356 em todo o país.

quarta-feira, 24 de abril de 2024

Água de Madeiros - Limpeza da praia

 A notícia em:

https://regiaodecister.pt/2024/04/24/movimento-voluntario-recolhe-toneladas-de-lixo-nas-praias/


Movimento voluntário recolhe toneladas de lixo nas praias


Desde o início do ano foram recolhidas cerca de quatro toneladas de lixo do areal de algumas praias da região. O grupo “One Piece After Another”, que contabiliza 17 toneladas de lixo em cinco anos, marcou a próxima ação para o feriado de 1 de maio, em Água de Madeiros.

segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Água de Madeiros - Limpeza da praia

 A notícia em: https://www.jn.pt/local/noticias/leiria/marinha-grande/500-voluntarios-limpam-praias-da-marinha-grande-15135975.html

"500 Magalhães com Pé n"Areia"

500 voluntários limpam praias da Marinha Grande

A Câmara da Marinha Grande quer mobilizar 500 voluntários para limparem as nove praias do concelho, no dia 11 de setembro, entre as 9 às 12 horas. A iniciativa "500 Magalhães com Pé n"Areia" pretende associar-se às comemorações do V Centenário da Primeira Viagem de Circum-Navegação de Fernão de Magalhães.

Aurélio Ferreira, presidente da Autarquia, explica ao JN que conheceu elementos da Estrutura de Missão do V Centenário Fernão de Magalhães, quando tomaram a iniciativa de plantar 500 pinheiros no Pinhal de Leiria, que perdeu 86% da área nos incêndios de outubro de 2017. "Perguntei-lhes por que não fazer um evento no verão, que tivesse uma relação com o mar", conta o autarca.

O repto foi aceite e foi assim que surgiu a ideia de fazer uma ação de limpeza na Praia Norte da Vieira, Praia da Vieira, Praia do Samouco, Praia das Pedras Negras, Praia Velha (ponto de encontro), Praia da Concha, Praia São Pedro de Moel, Praia das Valeiras e Praia Água de Madeiros.

Embora não saiba precisar quantas inscrições têm até ao momento, Aurélio Ferreira garante que "as pessoas estão muito entusiasmadas", pelo que acredita que conseguirão reunir 500 voluntários, até porque foram mobilizadas escolas e associações. "O Motoclube da Marinha Grande disponibilizou-se para limpar a praia da Concha", adianta.

Partida da Praia Velha.

domingo, 31 de maio de 2020

Ainda as praias com "Qualidade de ouro"

A notícia em:
https://regiaodecister.pt/noticias/quercus-distingue-seis-praias-da-regiao-com-qualidade-de-ouro

Quercus distingue seis praias da região com Qualidade de Ouro

A Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza atribuiu recentemente o galardão Qualidade de Ouro 2020 às praias Água de Medeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira, no concelho de Alcobaça, e às praias do Salgado (Famalicão) e da Nazaré, no concelho da Nazaré.

O galardão distingue a qualidade excelente da água das praias. Para o efeito, é necessário que cada análise realizada nas últimas cinco épocas balneares (de 2015 a 2019) tenha resultados progressivamente melhores que os dos anos anteriores o que se tem vindo a verificar.

“Nos últimos anos estas quatro praias têm obtido o reconhecimento por parte da Quercus de forma consecutiva, o que atesta bem as suas qualidades naturais. A riqueza ambiental da orla costeira do concelho de Alcobaça deve ser um motivo de orgulho para os alcobacenses. Temos o dever de a proteger e estimar, respeitando em simultâneo as regras de segurança em vigor por parte da Direção-Geral da Saúde. Cuide de si e das nossas praias”, apela o presidente da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio.

Das praias galardoadas, 321 são praias costeiras, 54 são praias interiores e 6 são de transição. Em comparação com o ano de 2019, apesar de existir um aumento global de 6 galardões, verificou-se uma diminuição no número de praias costeiras e de transição.

Analisando por regiões, verifica-se que a Região Tejo e Oeste voltou a ser a que contabilizou mais praias com “Qualidade de Ouro" (102).

sábado, 30 de maio de 2020

Praias d'ouro

Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Léguas foram novamente reconhecidas como praias com qualidade de ouro.

A notícia em:
http://www.fozaominuto.com/2020/05/centro-de-portugal-e-regiao-com-mais.html

Centro de Portugal é a região com mais praias de “qualidade de ouro” no país

A região Centro de Portugal é aquela que apresenta este ano mais praias classificadas com “qualidade de ouro” pela associação ambientalista Quercus, à semelhança do que já acontecia no ano passado. No total, são 110 as praias galardoadas na região, entre as 381 zonas balneares nacionais distinguidas com esta classificação. Em 2019, o Centro de Portugal tinha 93 praias selecionadas pela Quercus, pelo que este ano são mais 17, o que comprova a crescente qualidade das águas balneares da região.

A lista da Quercus divide as praias por Administrações Regionais Hidrográficas (ARH), que não correspondem aos territórios das regiões NUTS II. No entanto, considerando as regiões NUTS II, verifica-se que, com 110 “praias de ouro”, o Centro de Portugal é o território com mais zonas balneares selecionadas, à frente das 76 praias do Algarve (região que tem menos 11 do que no ano passado). Seguem-se as regiões Porto e Norte (65 praias, menos 8 do que em 2019), Açores (43 praias), Lisboa (41 praias), Alentejo (23 praias) e Madeira (23 praias).

Das 110 praias galardoadas no Centro de Portugal, 68 são costeiras, 40 são interiores e duas são de transição. Merecem destaque, pelo número, as 12 praias classificadas no concelho de Torres Vedras, assim como as 11 de Peniche e as 10 da Figueira da Foz. Registe-se também o grande aumento das praias de interior distinguidas, que passaram de 26 para 40.

Para as praias poderem receber a classificação de “Praia com Qualidade de Ouro”, a água balnear necessita de ter obtido classificações de “Excelente” nas análises da água durante as últimas cinco épocas balneares, de 2015 a 2019. Além disso, em 2019, não poderão ter registado ocorrências ou avisos de desaconselhamento da prática balnear.

As 110 praias do Centro de Portugal com “qualidade de ouro” são:

Praias costeiras – Cortegaça, Furadouro e Torrão do Lameiro/Marreta (Ovar); Torreira (Murtosa); São Jacinto (Aveiro); Costa Nova (Ílhavo); Areão, Labrego e Vagueira (Vagos); Poço da Cruz e Praia de Mira (Mira); Palheirão e Tocha (Cantanhede); Buarcos, Cabedelo Sul, Cabo Mondego, Costa de Lavos, Cova Gala, Figueira da Foz, Leirosa, Murtinheira, Quiaios e Tamargueira (Figueira da Foz); Osso da Baleia (Pombal); Pedrógão Sul e Pedrógão Centro (Leiria); Pedras Negras, Praia Velha e S. Pedro de Moel (Marinha Grande); Nazaré e Salgado (Nazaré); Água de Medeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira (Alcobaça); Foz do Arelho-Lagoa e Praia do Mar (Caldas da Rainha); Bom Sucesso, Praia D'el Rei e Rei do Cortiço (Óbidos); Baleal-Campismo, Baleal-Norte, Baleal-Sul, Consolação, Consolação Norte, Cova da Alfarroba, Gamboa, Medão-Supertubos, Peniche de Cima, Porto da Areia Sul e S. Bernardino (Peniche); Areia Branca, Areia Sul, Peralta, Porto Dinheiro e Vale Mitão (Lourinhã); Amanhã, Azul, Centro, Física, Formosa, Mirante, Navio, Pisão, Porto Novo, Santa Helena, Santa Rita-Norte e Santa Rita-Sul (Torres Vedras).

Praias de interior – Folgosa (Castro Daire); Quinta do Barco (Sever do Vouga); Olhos de Fervença (Cantanhede); Palheiros e Zorro (Coimbra); Reconquinho e Vimieiro (Penacova); Bogueira (Lousã); Piodão e Secarias-Peneda da Cascalheira (Arganil); Peneda/Pego Escuro (Góis); Janeiro de Baixo, Pessegueiro, Praia da Pampilhosa da Serra e Santa Luzia (Pampilhosa da Serra); Alvôco das Várzeas (Oliveira do Hospital); Senhora da Ribeira (Santa Comba Dão); Valhelhas (Guarda); Vale do Rossim (Gouveia); Lapa dos Dinheiros e Loriga (Seia); Relva da Reboleira (Manteigas); Unhais da Serra (Covilhã); Albufeira da Meimôa (Penamacor); Açude do Pinto (Oleiros); Ribeira Grande e Troviscal (Sertã); Aldeia Ruiva, Froia e Malhadal (Proença-a-Nova); Agroal (Ourém); Castanheira ou Lago Azul (Ferreira do Zêzere); Bostelim, Fernandaires, Pego das Cancelas, Penedo Furado e Zaboeira (Vila de Rei); Alverangel e Vila Nova-Serra (Tomar); Carvoeiro (Mação) e Aldeia do Mato (Abrantes).

Praias de transição – Monte Branco (Murtosa) e Barra (Ílhavo).

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Praias - capacidade de carga

A notícia em:
https://regiaodecister.pt/noticias/covid-19-lotacao-de-praias-na-regiao-varia-entre-17100-na-nazare-e-100-em-pedra-do-ouro

Covid-19: Lotação de praias na região varia entre 17.100 na Nazaré e 100 em Pedra do Ouro

A Agência Portuguesa do Ambiente divulgou, esta quarta-feira, o documento que estabelece a lotação máxima de pessoas por praias na época balnear de 2020. A diminuição do número de veraneantes autorizados nas zonas balneares visa respeitar as medidas decretadas pela Direção- Geral de Saúde e, deste modo, tentar evitar o contágio de Covid-19 nestes locais.

Assim, a praia da Nazaré vai ter o acesso limitado a 17.100 pessoas, em simultâneo, sendo a praia da região com "autorização" para receber mais banhistas. Por sua vez, na praia do Salgado tem uma lotação máxima de 3.100 veraneantes.

No concelho de Alcobaça, a praia de São Martinho do Porto vai poder receber 5.200 pessoas na zona norte e 1.000 na zona sul. Na praia de Paredes da Vitória a lotação máxima foi definida em 2.600 pessoas, enquanto as zonas balneares da Polvoeira e da Légua podem ser usufruídas simultaneamente por 1.500 e 1.300 banhistas, respetivamente.

As praias de Água de Madeiros (150) e de Pedra do Ouro (100) apresentam a menor lotação autorizada na região.

Todos os banhistas devem respeitar o distanciamento físico de 1,5 metros entre diferentes grupos e o afastamento de três metros entre chapéus de sol, toldos ou colmos.

A época balnear vai arrancar no próximo dia 6 de junho na Praia da Nazaré, a 1 de julho na Praia do Salgado e na Praia do Norte. No concelho de Alcobaça em Paredes da Vitória e São Martinho do Porto abre a 13 de junho e fecha a 13 de setembro. Já nas praias de Pedra do Ouro, Légua, Polvoeira e Água de Madeiros começa a 4 de julho e termina a 30 de agosto.

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Capacidade de Carga das praias da freguesia de Pataias

Foi determinada a capacidade de carga das praias da União de Freguesias de Pataias e Martingança.

Água de Madeiros - 150

Pedra do Ouro - 100
Polvoeira - 1500
Paredes da Vitória - 2600
Légua - 1300

Os critérios são definidos de acordo com o tamanho da(s) área(s) concessionada(s), capacidade de estacionamento, perigosidade das arribas e acessos ao areal.


Mais informação aqui:

http://apambiente.pt/_zdata/DESTAQUES/2020/Epoca%20Balnear%202020/APA_Lotacao_Praias_TejoOeste_Costeiras.pdf 

domingo, 14 de outubro de 2018

Furacão Leslie evacua Parque de Campismo em Água de Madeiros

A notícia em:
http://www.destak.pt/artigo/349908-leslie-desalojou-50-utentes-de-parque-de-campismo-no-concelho-de-alcobaca

MAU TEMPO
Leslie desalojou 50 utentes de parque de campismo no concelho de Alcobaça

O furacão Leslie provocou, na noite de sábado, cerca de 50 desalojados no parque de campismo de Água de Madeiros, em Alcobaça, no distrito de Leiria, informou fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Leiria.
Segundo a mesma fonte, as cerca de 50 pessoas estão a ser acompanhadas pelos serviços da Proteção Civil de Alcobaça.
O presidente da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio, disse à Lusa que se está a deslocar para o local para se "inteirar da situação".

E ainda a notícia em:
https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/furacao-leslie-provoca-50-desalojados-no-parque-de-campismo-9361

Furacão Leslie provoca 50 desalojados no parque de campismo de Água de Madeiros
O presidente da Câmara de Alcobaça está a chegar ao local.

O Furacão Leslie provocou cerca de 50 desalojados no parque de campismo de Água de Madeiros, em Alcobaça.

Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Leiria, as cerca de 50 pessoas estão a ser acompanhadas pelos serviços da Protecção Civil de Alcobaça.

O CDOS informou também que, no distrito de Leiria, se têm registado “vários acidentes rodoviários, na sequência das inúmeras quedas de árvores”.

Junto ao Comando Distrital da PSP de Leiria, perto do CDOS, uma árvore de grande porte também caiu.

O Furacão Leslie provocou até ao momento a queda 120 árvores nos distritos de Setúbal, Lisboa e Leiria, os mais afetados até às 22:30, tendo sido já registadas mais de 200 ocorrências, informou hoje a Protecção Civil.

De acordo com um balanço feito à agência Lusa, cerca das 22:30, o comando da Protecção Civil informou que foram registadas, até cerca das 22:15, 247 ocorrências, sendo que, destas, 120 são relativas a quedas de árvores.

“Os distritos mais afectados são Setúbal, Lisboa e Leiria, mas esperamos agora que a partir deste momento passe a afectar Coimbra e Aveiro”, afirmou o comandante de serviço da Protecção Civil.

De acordo com a mesma fonte, o Furacão Leslie continua a deslocar-se para norte do território nacional.

O Furacão Leslie está a atingir o território continental como depressão pós-tropical, mas com ventos com "intensidades equivalentes a uma tempestade tropical", com rajadas acima dos 130 quilómetros/hora que podem chegar a máximos históricos de 180/190 quilómetros/hora, segundo o meteorologista do IPMA Nuno Moreira.

De acordo com a Protecção Civil, o período crítico deverá acontecer entre as 23:00 de sábado e as 04:00 de domingo.


Os últimos dados da Protecção Civil indicam que o furacão Leslie perdeu intensidade, mas ganhou velocidade e mudou de trajectória, havendo a previsão de que passe na faixa entre Setúbal e Porto.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Incêndio em Água de Madeiros

A notícia em:
https://www.regiaodeleiria.pt/2018/09/fogo-em-agua-de-madeiros-entrou-na-fase-de-rescaldo/

Fogo em Água de Madeiros entrou na fase de rescaldo

Está já em fase de rescaldo o incêndio que deflagrou ao início da tarde de hoje, quinta-feira, em Água de Madeiros, na área do concelho da Marinha Grande.

De acordo com o Centro Distrital de Operações de Socorro de Leiria, o alerta para o incêndio foi dado pelas 12h20 e mobilizou 77 operacionais (das corporações de bombeiros da Marinha Grande, Alcobaça, Pataias, Maceira, Vieira de Leiria, Nazaré e Juncal), apoiados por 23 veículos e dois meios aéreos.

Pelas 13h37, o fogo foi considerado controlado, estando a decorrer as operações de rescaldo.

Recorde-se que a 15 de outubro do ano passado, um violento incêndio consumiu 86 por cento da área do Pinhal de Leiria.

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Zona balnear de Água de Madeiros

A notícia é do dia 7 de agosto, disponível em:
https://www.publico.pt/2018/08/07/local/noticia/camara-da-marinha-grande-alerta-que-aguas-em-duas-zonas-sao-improprias-para-banhos-1840379

AMBIENTE
Câmara da Marinha Grande alerta que águas em duas zonas são impróprias para banhos

A autarquia aconselha a população e turistas a utilizar as praias balneares de Vieira de Leiria, Pedras Negras, Praia Velha e São Pedro de Moel.

O município da Marinha Grande alertou nesta terça-feira que as águas junto à foz do rio Lis, em Vieira de Leiria, e do Ribeiro de São Pedro, em São Pedro de Moel, são impróprias para banhos.

Embora ambos os locais não estejam considerados como zona balnear identificada, o município refere, numa nota de imprensa, que estas águas são frequentadas por muitos banhistas e veraneantes, "pelo que se justifica uma atenção especial, no que respeita às condições de segurança, salubridade e qualidade da água".

No comunicado, a autarquia informa que está a acompanhar a situação e irá promover a monitorização sistemática da qualidade das águas do rio Lis e do ribeiro de São Pedro, nomeadamente através da realização de análises periódicas, por forma a precaver qualquer situação que possa colocar em causa a saúde pública.

A autarquia aconselha a população e turistas a utilizar as praias balneares de Vieira de Leiria, Pedras Negras, Praia Velha e São Pedro de Moel, por terem "vigilância, acessibilidades e controlo da qualidade da água".

De entre as praias balneares do concelho, Vieira de Leiria e São Pedro de Moel foram distinguidas como praias acessíveis pela Administração da Região Hidrográfica, por estarem dotadas das condições necessárias para que os cidadãos com mobilidade condicionada possam aceder aos areais e, sempre que possível, também à água, refere a autarquia.

São Pedro de Moel, Pedras Negras e Praia Velha foram, mais uma vez, classificadas como "Praia com Qualidade de Ouro", pela Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, que anualmente distingue as praias costeiras e fluviais com melhor qualidade da água.


Já as praias Vieira Norte (a norte da foz do rio Lis), Samouco, Concha, Valeiras e Água de Madeiros (na área situada no concelho da Marinha Grande) são desaconselhadas para utilização, por não serem consideradas como águas balneares pela Agência Portuguesa do Ambiente, adverte ainda a autarquia.

Comentário

No site da Agência Portuguesa do Ambiente, as análises à qualidade das águas balneares referentes a Água de Madeiros, no concelho de Alcobaça, surgem com a classificação de "Excelente".
Todos os resultados aqui:
https://snirh.apambiente.pt/snirh/_dadossintese/zbalnear/janela/par_graficos.php?code_cee=PTCV9J&ano=2018

https://snirh.apambiente.pt/snirh/_dadossintese/zbalnear/blob/getrelpdf.php?code=32740923

A praia de Água de Madeiros (Alcobaça) é considerada águas balneares e tem assegurada vigilância.

terça-feira, 3 de julho de 2018

Água de Madeiros

A reportagem em:
https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/o-grande-plano-com-jose-barbosa-8892

O Grande Plano com José Barbosa



Pôr-do-sol em Água de Madeiros

"Desde há muito tempo, que a praia de Água de Madeiros tem sido um dos meus locais preferidos para fotografar.

O paredão rochoso do lado sul tem uma textura reticulada com duas cores e um declive com um ângulo tal que, quando molhado pelas ondas, reflecte a luz e as cores do pôr-do-sol para a câmara.

No dia em que esta foto foi feita, as perspectivas eram muito incertas. Havia um tecto de nuvens alto completamente escuro que tapava o céu sobre o mar e por baixo uma camada de nuvens dispersas deslocando-se arrastadas pelo vento.

O sol estava quase completamente escondido. Porém, durante uns escassos minutos, espreitou por uma frincha junto do horizonte e proporcionou uma meia-dúzia de fotos como a que é mostrada.

À medida que o sol ía baixando foi modificado a iluminação das várias camadas de nuvens, proporcionando um espectáculo fantástico."

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

5,1 milhões de euros para o litoral de Pataias

O Plano de Ação do Litoral XXI, com um horizonte de execução previsto até 2028, prevê um investimento no litoral da freguesia de Pataias na ordem dos 5,15 milhões de euros. A maior parte das ações estão previstas decorrer até 2022, sendo que a retirada de construções em Água de Madeiros e Vale Furado decorrerá, em princípio, até 2028.

Nas ações previstas de valorização e proteção do litoral da freguesia, estão previstas a estabilização de taludes nos acessos às praias da Pedra do Ouro e da Légua, o reforço do cordão dunar e estabilização de arribas entre Vale Furado e a praia da Falca, e a manutenção da defesa da praia de Paredes da Vitória.

Para além destas ações, estão previstas intervenções de requalificação e valorização e construção de acessos na praia da Polvoeira, requalificação e criação de estacionamento em Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua e ainda demolição de estruturas em Água de Madeiros. Até 2019 está prevista a construção da ETAR da Pedra do Ouro.

Como já referido anteriormente, estão ainda previstas ações de recuo planeado e respetiva demolição de edificações nos lugares de Água de Madeiros e Vale Furado, prevendo-se o início dessas ações em 2021 e o seu términus em 2028.

O documento, agora disponibilizado ao público geral, encontra-se disponível na página da Agência Portuguesa do Ambiente, aqui: http://www.apambiente.pt/_zdata/DESTAQUES/2018/LitoralXXI/Plano_Acao_Litoral_XXI_2017.pdf

O Plano de Ação do Litoral para o litoral da União de Freguesias de Pataias e Martingança:


Na página da Agência Portuguesa do Ambiente:

Está já disponível para consulta o Plano de Ação Litoral XXI referente ao ano de 2017.

O Governo assumiu como prioridade a gestão do Litoral através da adoção de medidas de adaptação que contrariem a crescente erosão da zona costeira e que promovam o seu planeamento, ordenamento e gestão, através de um diálogo permanente com os Municípios, as administrações regionais e a população em geral, construindo um Litoral que é de todos e para todos.

Com este propósito foi elaborado o Plano de Ação Litoral XXI, que se assume como o instrumento plurianual de referência e de atuação no âmbito da gestão integrada da zona costeira de Portugal Continental, refletindo opções estratégicas e políticas, identificando e priorizando o vasto conjunto de intervenções físicas a desenvolver pelas múltiplas entidades com atribuições e competências no litoral no período de vigência da Estratégia Nacional para a Gestão Integrada da Zona Costeira.

Estas intervenções incidem na prevenção do risco e na salvaguarda de pessoas e bens, na proteção e valorização do património natural, no desenvolvimento sustentável das atividades económicas geradoras de riqueza e na fruição das áreas dominiais em condições de segurança e qualidade, na articulação com a gestão dos recursos hídricos interiores numa ótica de gestão das bacias hidrográficas que acautela a reposição progressiva dos ciclos sedimentares, sem esquecer a monitorização, o conhecimento científico, a disponibilização de informação, a educação e formação, bem como a governação.

domingo, 8 de outubro de 2017

Baleia anã vai para o Museu de História Natural

A notícia em:
https://www.dn.pt/lusa/interior/museu-de-historia-natural-recolhe-baleia-em-praia-de-alcobaca-8824045.html

Museu de História Natural recolhe baleia em praia de Alcobaça

O esqueleto de uma baleia anã com sete metros de comprimento e aproximadamente nove toneladas de peso está hoje a ser recolhido na Praia da Polvoeira, Alcobaça, para integrar a coleção do Museu de História Natural.

A baleia anã deu à costa na terça-feira "em avançado estado de decomposição", o que levou a equipa do Museu Nacional de História Natural e da Ciência a, "inicialmente", recolher apenas o crânio, "por ser a peça com mais interesse científico", disse à agência Lusa a bióloga Judite Alves.

O facto de o corpo se encontrar completo acabou, no entanto, por suscitar o interesse da equipa que hoje de manhã iniciou, na praia da Polvoeira, no concelho de Alcobaça, o "esquartejamento do animal para retirar o esqueleto que será levado para o Museu", explicou a mesma responsável.

Munidos de serrotes para esquartejar o corpo do animal, cuja "carne e vísceras serão enviadas para incineração", dois biólogos, um geólogo e um técnico de logística procedem ao desmantelamento da baleia, operação que Judite Alves estima que se prolongue até cerca das 16:00.

Com o jardim do Museu fechado ao público, temporariamente, devido a obras no âmbito do Orçamento Participativo de Lisboa, o esqueleto "vai ser depositado numa área reservada do jardim botânico" onde, segundo Judite Alves, "vai ser limpo e tratado pelo taxidermista".

A tarefa deverá estar concluída dentro de uma semana, após o que o esqueleto "vai, numa primeira fase, integrar as coleções científicas" e, posteriormente, serão "desenvolvidos esforços para que seja exposto ao público, mesmo que apenas temporariamente", adiantou a bióloga.

A dimensão da baleia será, no entender de Judite Alves, "um dos aspetos com bastante interesse para o público", que através do trabalho desenvolvido pelo Museu poderá conhecer melhor a espécie "relativamente comum na nossa costa" e que está catalogada como "vulnerável, tendo em conta o baixo número de indivíduos".

A baleia-anã (Balaenoptera acutorostrata), a mais pequena e também a mais abundante das baleias, está assim classificada no Livro Vermelho de Vertebrados de Portugal (que segue a classificação da União Internacional para a Conservação da Natureza para espécies ameaçadas) por a espécie "apresentar uma população inferior a 10.000 indivíduos maduros e estar a ocorrer um declínio continuado", sublinhou.

As solitárias baleias, "que não fazem cardume", mas podem ser a avistadas em grupos de dois ou três", são vistas com regularidade na costa portuguesa e visitam "os Açores e ocasionalmente a Madeira", explicou a investigadora à Lusa durante os trabalhos de desmantelamento da baleia, salvaguardando não se tratar de um animal perigoso, já que se alimenta de "kril, peixes e cefalópodes pelágicos [como lulas ou polvos]".

A baleia anã arrojou na Praia Água de Madeiros (a Norte de Paredes da Vitória e a Sul de São Pedro de Moel) na terça-feira e foi na quarta-feira arrastada por técnicos do setor de ambiente da Câmara de Alcobaça para a Praia da Polvoeira, a cerca de dois quilómetros, para a preservar do público e facilitar o acesso da equipa do museu ao animal.

O desmantelamento da baleia foi autorizado pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e acompanhado pela Polícia Marítima.

E  ainda em:
https://www.publico.pt/2017/10/06/ciencia/reportagem/uma-baleia-deu-a-costa-e-os-cientistas-foram-buscala-para-museu-de-lisboa-1787974

Uma baleia deu à costa e os cientistas foram buscá-la para museu de Lisboa




Uma equipa do Museu de História Natural e da Ciência, em Lisboa foi esta sexta-feira recolher o esqueleto de uma baleia-anã de uma praia de Alcobaça. Vai ser o novo membro da colecção de mamíferos do museu.

Estamos a meio da manhã e o dia parece estar calmo na praia da Polvoeira, no concelho de Alcobaça. Mas o som tranquilizante do mar e o extenso areal quase sem a presença humana são enganadores. A alguns metros da linha de água está uma baleia-anã (Balaenoptera acutorostrata) que deu à costa numa outra praia ali perto.

Um grupo de cientistas veste os fatos-de-macaco, luvas e botas verde-tropa para enfrentar a guerra que se avizinha: esquartejar a baleia para que seja possível levar o seu esqueleto para o Museu de História Natural e da Ciência (MUHNAC), em Lisboa.

“Bem, o primeiro desafio do dia é mesmo o cheiro”, brinca Judite Alves, bióloga do museu, mesmo antes de se aproximar da baleia. Faz então uma manobra de aproximação. “Até nem cheira assim tão mal. Por enquanto”, diz a rir. “É uma brisa do mar”, diz ainda de forma sarcástica alguém. Entretanto, as facas afiam-se e há quem meta máscaras. A operação começa: vai finalmente tirar-se a pele e o músculo da baleia.

A acompanhar Judite Alves está Bruno Ribeiro (geólogo), Jorge Prudêncio (biólogo) e Carlos Delgado (da equipa de manutenção). Pertencem todos ao MUHNAC. “Esta praia é linda”, diz o geólogo. E lá começam a talhar. Uma tarefa que pela força dos seus movimentos parece ser difícil: ora há um tendão pelo caminho, ora há uma pele mais grossa.

Os cientistas estão a recolher uma baleia relativamente pequena. Tem cerca de sete metros. Aliás, as baleias desta espécie têm entre sete e oito metros, podendo alcançar os dez. Mais pequena do que ela, só a baleia-pigmeu. “É uma baleia de hábitos relativamente solitários”, descreve Judite Alves, acrescentando que pode andar em grupos de dois. E distribui-se pelo Norte do Atlântico, Pacífico Norte e todo o Hemisfério Sul. A nível global, está classificada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) com o estatuto de “não preocupante”. Esta classificação é diferente se considerarmos só o contexto português. “Em Portugal, é residente em toda a costa”, adianta a bióloga. E tem o estatuto de “vulnerável” pelo Livro Vermelho de Vertebrados de Portugal (que segue a classificação do IUCN), porque tem uma população inferior a dez mil indivíduos. Uma das principais razões para a diminuição da sua população são os acidentes com artes de pesca próximos da costa.

De vez em quando lá passa um curioso. Um grupo de surfistas comenta entre si que é uma baleia e até conversa com os investigadores. Mas um casal de turistas ingleses ainda tem as suas dúvidas e pergunta mesmo se é uma baleia. Afinal, este mamífero, com tons amarelados da decomposição, já não tem lá o crânio. Como andou à deriva, quem encontrou a baleia já a conheceu com o crânio separado do resto do corpo. O crânio está agora guardado no canil municipal de Alcobaça para depois seguir para Lisboa.

E como chegaram os cientistas do museu aqui? A bióloga da Câmara Municipal de Alcobaça, Sofia Quaresma, informou na terça-feira o museu que uma baleia tinha dado à costa numa praia do concelho. Este arrojamento foi detectado por pescadores que informaram a Polícia Marítima. Daí foi um passo até chegar à câmara e ao museu. “Inicialmente, pensávamos em recolher só o crânio, que do ponto de vista científico tem mais relevância. Até porque é complicado a nível da logística trazer um animal de sete metros para Lisboa”, explica Judite Alves. “Depois reflectimos bem e achámos que seria positivo e possível trazer um animal desta dimensão.”

Outro dos desafios esta sexta-feira era a subida da maré. Os cientistas lutam com todas as forças contra o tempo e o avanço do mar. Ouve-se um grito de glória. “Estava difícil”, rejubila Bruno Ribeiro. Juntamente com Carlos Delgado, conseguiram tirar a mandíbula da baleia cortando as articulações. Do outro lado, Judite Alves e Jorge Prudêncio encontram a coluna vertebral do animal. Digamos que não foi tarefa fácil. “Olha, como a carne está fresca acho que podemos levar um bocado de músculo para o ADN”, diz bióloga.

Estudar a biodiversidade 

Esta baleia vai integrar a colecção científica de mamíferos do MUHNAC, que está aberta à comunidade científica. Quando chegar ao Lisboa, os seus ossos vão ser limpos pelo taxidermista do museu, Pedro Andrade. Depois, vão atribuir um número de colecção a este exemplar, que será o segundo desta espécie. Já há na colecção um crânio e alguns ossos de uma fêmea. 

“Esta é sempre uma colecção que cresce a um ritmo mais lento”, comenta a bióloga. Afinal, não se pode capturar mamíferos. E ter um esqueleto destes é um bem precioso para se estudar a biodiversidade. “Por muito que se julgue já se saber, há sempre muito a investigar.”. Além disso, com novas tecnologias a surgir é possível saber mais. E também com as alterações climáticas cresce a necessidade de se estudar a biodiversidade e o que está a mudar nela.

Entre os curiosos está Rui Vieira, de 30 anos, doutorado em oceanografia. Vive em Inglaterra, mas por acaso estava em Portugal e a sua terra natal é a dez quilómetros. Veio à praia e encontrou estes trabalhos. “De vez em quando dão baleias à costa”, diz. 

Sofia Quaresma refere que já houve 130 ocorrências de dez espécies de animais em 15 anos, desde que chegou à câmara municipal. Este é o terceiro exemplar de uma baleia-anã. Diz ainda que já tinha contactado o MUHNAC  por causa de uma tartaruga-de-couro e um cachalote-pigmeu. 

Entretanto, começam-se a ver os ossos da baleia e a carne que foi sendo retirada, e guardada em sacos de plástico, vai ser incinerada. Ao mesmo tempo, as dificuldades desta missão intensificam-se. A maré sobe e cobre com as ondas o corpo do mamífero. E o cheiro ganha intensidade. Mas os cientistas vencem as adversidades. “Ainda pensei que não fosse possível e que iríamos só levar o crânio”, assume a bióloga.  As várias partes do esqueleto da baleia estão espalhadas pela areia, ainda com alguns pedaços de carne agarrados, e prontas para seguir para Lisboa numa carrinha. 


A missão está cumprida. E acaba de se saber que um golfinho também deu à costa nesta praia. Baleia e golfinho vão agora os dois para o museu. Quem sabe se os veremos numa exposição num futuro próximo. 

terça-feira, 23 de maio de 2017

Pataias novamente com praias de ouro

A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/ha-7-praias-de-ouro-em-alcobaca-e-na-nazare

Há 7 praias "de ouro” em Alcobaça e na Nazaré

Paredes da Vitória vai juntar-se às seis praias da região, que este ano vão hastear a bandeira de "Ouro". A Quercus divulgou, esta sexta-feira, a lista de praias com a qualidade de ouro.
Além da praia de Paredes da Vitória foram distinguidas Água de Madeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira, no concelho de Alcobaça, e praia da Nazaré e do Salgado, no concelho da Nazaré.
A associação ambientalista elegeu este ano 396 praias com qualidade de ouro em Portugal: são mais 14 que as da lista “dourada” de 2016 e mais 76 que as que poderão erguer Bandeira Azul em 2017. Para poder içar a Bandeira de Ouro basta que as análises oficiais da Agência Portuguesa do Ambiente revelem que a praia em questão demonstre qualidade excelente nas cinco últimas épocas balneares e que todas as análises do último ano estejam acima do percentil 95.

sábado, 11 de junho de 2016

Início da época balnear é dia 18 de junho

A notícia no Região de Cister nº1190 de 9 de junho de 2016

Alcobaça - Paredes da Vitória e São Martinho são as primeiras a receber vigilância
Época balnear no concelho arranca a partir da próxima semana

A época balnear vai começar no concelho de Alcobaça a partir do próximo dia 18 de junho.
As praias de Paredes da Vitória e de São Martinho do Porto são as primeiras a estrear-se na vigilância sazonal deste ano.
Para o dia 2 de julho está agendada a abertura da época balnear no norte do concelho, nomeadamente para as praias de Polvoeira, Pedra do Ouro, Légua, Água de Madeiros e Vale Furado.
De acordo com a portaria dos ministérios da Defesa e do Ambiente, na região centro do País, o início da época podia variar entre 13 de junho e 4 de julho, enquanto o final da época balnear deste ano está previsto para o período entre 30 de agosto e 15 de setembro, nas 37 praias definidas como águas balneares.
Entretanto, no concelho da Nazaré, a praia da vila já se encontra com a vigilância necessária. Por sua vez, a praia do Salgado terá a época balnear aberta a partir do próximo dia 1 de julho.
Recorde-se que, na região, as praias de São Martinho do Porto, Paredes da Vitória e Nazaré conquistaram, este ano, a bandeira azul, atribuída pela Associação Bandeira Azul da Europa.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Início da época balnear

A notícia no Diário de Leiria
http://www.diarioleiria.pt/noticia/6529

Época balnear arranca na região com garantia de segurança

As previsões meteorológicas apontam, pelo menos até dia 15, para alguma instabilidade no tempo, mas nem isso condiciona o arranque da época balnear nas diversas praias da região que, adiantam os municípios, terão garantia de segurança. Nos concelhos da Marinha Grande, Pombal, Caldas da Rainha, Pedrógão Grande e Leiria, a época balnear terá início a partir de dia 15 de Junho. No concelho de Alcobaça, as praias de Paredes de Vitória e de São Martinho do Porto verão a sua época balnear iniciar-se a 18 de Junho, enquanto que a 2 de Julho começa oficialmente a época na Polvoeira, Pedra do Ouro, Légua e Água de Madeiros. Já a praia de Vale Furado, contará também com vigilância, a partir de 2 de Julho.