A notícia em:
http://oesteglobal.com/Camara_de_Alcobaca_aprova_pagamento_de_47_milhoes_de_euros_a_Aguas_de_Lisboa_e_Vale_do_Tejo
Camara de Alcobaça aprova pagamento de 4,7 milhões de euros a Águas de Lisboa e Vale do Tejo
A Câmara de Alcobaça vai liquidar as contas em atraso com Águas de Lisboa. A autarquia aprovou o acordo com a Águas de Lisboa e Vale do Tejo, ex-Águas do Oeste, para pagamento de faturas de água, que remontam a 2000.
O contrato, datado de 2000, previa o fornecimento de 4 milhões de metros cúbicos anuais de água. A fatura relativa aos volumes não consumidos é de 10 milhões de euros, mas o acordo de pagamento, aceite por PSD, CDS e PS em reunião de Câmara, baixa o valor para os 4,7 milhões de euros, que serão pagos em 60 prestações, nos próximos 5 anos.
Apenas a CDU votou contra o acordo de pagamento, alegando que “A Águas do Oeste não tinha condições para nos fornecer 4 milhões de metros cúbicos de água, por não ter feito rede de tubagem para todo o nosso concelho, tal como a Águas de Lisboa e Vale do Tejo, S.A., não conseguiu, sequer, concretizar a entrega de 2 mil milhões de metros cúbicos desde fevereiro de 2016.”
Em comunicado, a CDU explica que “quer reverter esta decisão para que não aconteça o que aconteceu na deliberação do contrato de compra de água em alta, dos 4 mil milhões de metros cúbicos”.
“A razão que nos leva a este apelo está no facto de que, ainda hoje, a empresa intermunicipal LVT ainda não poder fornecer os 4 mil milhões de metros cúbicos que está no contrato originador da dívida que a super-maioria aceitou que existisse. É um argumento físico que está aí para se provar em futura renegociação e se necessário na barra do Tribunal”.
Ao longo do comunicado, a CDU explica que “em 2016, no seu início foi acordado que o contrato passaria para o fornecimento de 2 mil milhões de metros cúbicos de água. Mas também aqui temos um argumento fortíssimo para a causa de não pagar água que não foi consumida e que não foi fornecida”.
Para a Coligação, que ainda tem esperança num retrocesso face ao acordado, “o contrato dos 4 mil milhões foi assinado por causa do medo que faltasse água nos furos e na nascente do Alcoa; e que acontecesse em Alcobaça o que aconteceu na cidade de Leiria”.
A deliberação do pagamento dos 4,7 milhões de euros é, para a CDU, outro medo. “É o medo de se perder em tribunal. CDU não aceita ser tratada como irresponsável. Irresponsáveis serão os eleitos que não esgotarem todas as démarches que possam evitar esta dura fatura duma dívida, que consideramos inexistente”.
Paulo Inácio fala de um problema com os caudais inconcebíveis para o Município, o que levou a Câmara e a Empresa fornecedora para Tribunal por causa do pagamento que a Autarquia recusava fazer do que não consumiu, tendo a conta chegado aos 10 milhões.
O autarca refere que “foi uma posição de força que todos tomámos para a revisão de um contrato mal feito”, e esclarece que a alteração alcançada há pouco tempo, que permite o desfecho do caso. “Houve um memorando de entendimento, aprovado nos órgãos municipais, para passarmos a consumir 2 milhões de metros cúbicos/ano, no futuro e retroativamente”.
Embora refira a injustiça do pagamento de um serviço não consumido pelo Município, Paulo Inácio afirma que “há um contrato assinado” e que o seu executivo optou por “um bom acordo” ao “risco de colocar em causa o futuro do Município”.
Para sugestões, comentários, críticas e afins: sapinhogelasio@gmail.com
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Câmara paga menos pela água mas mantém preço aos munícipes
A notícia no jornal digital Tinta Fresca
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=c23e6077-cb5a-4a6f-8e23-beacf54ae8f7&edition=180
Autarquias pagam água que não consomem
Municípios de Alcobaça e Óbidos continuam a pagar caudais mínimos de consumo de água
Alcobaça e Óbidos são os únicos municípios do Oeste que continuam obrigados a cumprir caudais mínimos por parte do Sistema Multimunicipal de Águas e Saneamento de Lisboa e Vale do Tejo, tendo todos os restantes municípios ficado isentos deste compromisso após a extinção da empresa multimunicipal Águas do Oeste. O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça revelou durante a reunião de Câmara de 14 de setembro que esta exceção se deve ao facto dos dois municípios serem os únicos do Oeste a não serem abastecidos exclusivamente pela Águas de Lisboa e Vale do Tejo, uma vez que parte do abastecimento de água aos munícipes é proveniente de nascentes de água existente nos respetivos concelhos.
Contudo, Paulo Inácio informou que não está satisfeito com o valor dos caudais mínimos fixados pela Águas de Lisboa e Vale do Tejo para o Município de Alcobaça (3,6 milhões de metros cúbicos) e assegurou que irá continuar a lutar até que o valor do caudal mínimo obrigatório esteja próximo dos valores reais de consumo (2 milhões de metros cúbicos).
Já o valor do preço da água pago pelos munícipes foi questionado na sessão da Assembleia Municipal de 23 de setembro pelo deputado César Santos (PS), uma vez que o Município de Alcobaça foi um dos beneficiários da uniformização de preços a nível nacional, estando agora a pagar menos à Águas de Lisboa e Vale do Tejo, ao contrário dos munícipes, que continuam a pagar o mesmo valor pelo m3 de água. Em resposta, Paulo Inácio admitiu que o Município de Alcobaça beneficiou de uma redução do preço da água e dos resíduos sólidos, mas justificou a manutenção das tarifas municipais aos munícipes, por não ter sido ainda atingido o equilíbrio financeiro destes serviços.
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=c23e6077-cb5a-4a6f-8e23-beacf54ae8f7&edition=180
Autarquias pagam água que não consomem
Municípios de Alcobaça e Óbidos continuam a pagar caudais mínimos de consumo de água
Alcobaça e Óbidos são os únicos municípios do Oeste que continuam obrigados a cumprir caudais mínimos por parte do Sistema Multimunicipal de Águas e Saneamento de Lisboa e Vale do Tejo, tendo todos os restantes municípios ficado isentos deste compromisso após a extinção da empresa multimunicipal Águas do Oeste. O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça revelou durante a reunião de Câmara de 14 de setembro que esta exceção se deve ao facto dos dois municípios serem os únicos do Oeste a não serem abastecidos exclusivamente pela Águas de Lisboa e Vale do Tejo, uma vez que parte do abastecimento de água aos munícipes é proveniente de nascentes de água existente nos respetivos concelhos.
Contudo, Paulo Inácio informou que não está satisfeito com o valor dos caudais mínimos fixados pela Águas de Lisboa e Vale do Tejo para o Município de Alcobaça (3,6 milhões de metros cúbicos) e assegurou que irá continuar a lutar até que o valor do caudal mínimo obrigatório esteja próximo dos valores reais de consumo (2 milhões de metros cúbicos).
Já o valor do preço da água pago pelos munícipes foi questionado na sessão da Assembleia Municipal de 23 de setembro pelo deputado César Santos (PS), uma vez que o Município de Alcobaça foi um dos beneficiários da uniformização de preços a nível nacional, estando agora a pagar menos à Águas de Lisboa e Vale do Tejo, ao contrário dos munícipes, que continuam a pagar o mesmo valor pelo m3 de água. Em resposta, Paulo Inácio admitiu que o Município de Alcobaça beneficiou de uma redução do preço da água e dos resíduos sólidos, mas justificou a manutenção das tarifas municipais aos munícipes, por não ter sido ainda atingido o equilíbrio financeiro destes serviços.
terça-feira, 7 de abril de 2015
Águas do Oeste quer cobrar água não consumida
A notícia é de 31 de março de 2015 e está disponível em:
http://www.sapo.pt/noticias/municipios-ameacam-por-aguas-do-oeste-em_551a5e51afcbcd3b66d3f57c
Municípios ameaçam pôr Águas do Oeste em tribunal por pagarem água não consumida
Os municípios do Oeste ameaçam ir para tribunal se, até ao final de abril, a Águas do Oeste não apresentar solução para a água que estão a pagar sem consumirem, apesar de a empresa negar estar a cobrar essa diferença.
"Há municípios que não conseguem consumir a água que está prevista nos contratos de concessão e a Águas do Oeste fatura o que não consumiram e que ela não forneceu", afirmou à agência Lusa Carlos Miguel, presidente da Comunidade Intermunicipal do Oeste, lembrando que os municípios esperam há mais de um ano que a empresa apresente uma solução autorizada pela tutela.
Contactada pela Lusa, a empresa esclareceu por escrito que, desde 2012, ano em que se completou um terço do prazo da concessão e deixaria de haver esses "mínimos" contratualizados, "não foi efetuada qualquer faturação para além dos valores consumidos" e que essa diferença apenas foi cobrada a Óbidos, Rio Maior e Alcobaça, por estarem em situação de incumprimento".
Exemplificando com Torres Vedras, que tem sete mil metros cúbicos contratualizados por ano, a empresa esclareceu que em 2014 faturou apenas cinco mil metros cúbicos, correspondentes ao real consumo de água.
Na última assembleia-geral da empresa, os municípios associados votaram contra o relatório de contas de 2014 e deram um prazo até ao final do mês de abril para que surja a solução para o problema, sob pena de "interporem ação no sentido de conseguirem a anulação dos consumos mínimos".
Os autarcas alegam que está a haver "abuso de posição dominante" e que se alteraram os pressupostos dos contratos de concessão, na medida em que as perspetivas de crescimento para a região não se concretizaram e a quantidade de água contratualizada é superior às necessidades de consumo.
Os municípios querem também a revisão dos contratos de concessão, mas a Águas do Oeste afirma que não é possível por estar em curso o processo de fusão de sistemas multimunicipais, admitindo contudo a celebração de um novo contrato pela futura empresa.
Ainda assim, isso "não afetou negativamente a faturação do abastecimento de água aos utilizadores municipais", justificou a empresa.
Segundo a Águas do Oeste, os municípios consumiram em média 78% em 2014 e 76%, entre 2010 e 2012, da água contratualizada.
No ano passado, a fatura de água e saneamento cobrada aos 12 municípios foi de mais de 27 milhões de euros, dos quais mais de 14 milhões são referentes ao serviço da água.
Nos casos de Óbidos, Alcobaça e Rio Maior a diferença total entre os valores mínimos cobrados e a água consumida ultrapassou os dois milhões de euros.
A dívida vencida dos municípios é de 21,4 milhões de euros, de acordo com o relatório de contas de 2014, datado deste mês.
A Águas do Oeste fornece água a uma população de 600 mil habitantes dos concelhos de Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Mafra, Nazaré, Óbidos, Peniche, Rio Maior, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras, sendo todos acionistas da empresa à exceção de Mafra, que é apenas cliente.
http://www.sapo.pt/noticias/municipios-ameacam-por-aguas-do-oeste-em_551a5e51afcbcd3b66d3f57c
Municípios ameaçam pôr Águas do Oeste em tribunal por pagarem água não consumida
Os municípios do Oeste ameaçam ir para tribunal se, até ao final de abril, a Águas do Oeste não apresentar solução para a água que estão a pagar sem consumirem, apesar de a empresa negar estar a cobrar essa diferença.
"Há municípios que não conseguem consumir a água que está prevista nos contratos de concessão e a Águas do Oeste fatura o que não consumiram e que ela não forneceu", afirmou à agência Lusa Carlos Miguel, presidente da Comunidade Intermunicipal do Oeste, lembrando que os municípios esperam há mais de um ano que a empresa apresente uma solução autorizada pela tutela.
Contactada pela Lusa, a empresa esclareceu por escrito que, desde 2012, ano em que se completou um terço do prazo da concessão e deixaria de haver esses "mínimos" contratualizados, "não foi efetuada qualquer faturação para além dos valores consumidos" e que essa diferença apenas foi cobrada a Óbidos, Rio Maior e Alcobaça, por estarem em situação de incumprimento".
Exemplificando com Torres Vedras, que tem sete mil metros cúbicos contratualizados por ano, a empresa esclareceu que em 2014 faturou apenas cinco mil metros cúbicos, correspondentes ao real consumo de água.
Na última assembleia-geral da empresa, os municípios associados votaram contra o relatório de contas de 2014 e deram um prazo até ao final do mês de abril para que surja a solução para o problema, sob pena de "interporem ação no sentido de conseguirem a anulação dos consumos mínimos".
Os autarcas alegam que está a haver "abuso de posição dominante" e que se alteraram os pressupostos dos contratos de concessão, na medida em que as perspetivas de crescimento para a região não se concretizaram e a quantidade de água contratualizada é superior às necessidades de consumo.
Os municípios querem também a revisão dos contratos de concessão, mas a Águas do Oeste afirma que não é possível por estar em curso o processo de fusão de sistemas multimunicipais, admitindo contudo a celebração de um novo contrato pela futura empresa.
Ainda assim, isso "não afetou negativamente a faturação do abastecimento de água aos utilizadores municipais", justificou a empresa.
Segundo a Águas do Oeste, os municípios consumiram em média 78% em 2014 e 76%, entre 2010 e 2012, da água contratualizada.
No ano passado, a fatura de água e saneamento cobrada aos 12 municípios foi de mais de 27 milhões de euros, dos quais mais de 14 milhões são referentes ao serviço da água.
Nos casos de Óbidos, Alcobaça e Rio Maior a diferença total entre os valores mínimos cobrados e a água consumida ultrapassou os dois milhões de euros.
A dívida vencida dos municípios é de 21,4 milhões de euros, de acordo com o relatório de contas de 2014, datado deste mês.
A Águas do Oeste fornece água a uma população de 600 mil habitantes dos concelhos de Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Mafra, Nazaré, Óbidos, Peniche, Rio Maior, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras, sendo todos acionistas da empresa à exceção de Mafra, que é apenas cliente.
terça-feira, 31 de março de 2015
terça-feira, 24 de março de 2015
Águas do Oeste - Relatório de contas 2014
Águas do Oeste – Relatório de contas de 2014
Consultar aqui: https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLWFYweVBzY09WSWc/view?usp=sharing
Algumas páginas de interesse:
Dívidas da Câmara Municipal de Alcobaça (págs. 34 e 35)
Atividades de saneamento – Estação Elevatória da Pedra do Ouro (págs. 39 e 40)
ETAR’s de Pataias e Vale de Paredes (pág. 45)
Consumo de água contratualizado para Alcobaça (pág. 48)
Ações previstas para 2015 (Sistema Interceptor da Pedra do Ouro) (pág. 66)
Total das dívidas dos municípios (Alcobaça) )(pág. 42 do anexo Contas do Exercício 2014)
Processos judiciais (Município de Alcobaça) (pág. 72 do anexo de Contas do Exercício 2014)
Consultar aqui: https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLWFYweVBzY09WSWc/view?usp=sharing
Algumas páginas de interesse:
Dívidas da Câmara Municipal de Alcobaça (págs. 34 e 35)
Atividades de saneamento – Estação Elevatória da Pedra do Ouro (págs. 39 e 40)
ETAR’s de Pataias e Vale de Paredes (pág. 45)
Consumo de água contratualizado para Alcobaça (pág. 48)
Ações previstas para 2015 (Sistema Interceptor da Pedra do Ouro) (pág. 66)
Total das dívidas dos municípios (Alcobaça) )(pág. 42 do anexo Contas do Exercício 2014)
Processos judiciais (Município de Alcobaça) (pág. 72 do anexo de Contas do Exercício 2014)
sábado, 22 de março de 2014
ETAR das Paredes em descarga direta para a praia e para o mar
No início de fevereiro, foi detetado um segmento de cerca de 25/30 metros em que o emissário da ETAR de Paredes da Vitória se encontrava a descoberto na praia.
http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2014/02/emissario-da-etar-de-paredes-em-risco.html
No final do mês, a agitação marítima havia posto a descoberto a estrutura de lona que suportava o chamado "poço de descarga" dos efluentes da ETAR.
http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2014/03/etar-das-paredes-da-vitoria.html
Durante mês e meio nada foi feito para evitar aquiloque agora aconteceu.
O poço de descarga desapareceu e o emissário encontra-se solto, ao sabor da ondulação, a fazer a descarga dos efluentes da ETAR diretamente na praia ou no mar, na zona de rebentação.
Uma vez mais, todos os receios dos moradores e amantes da praia de Paredes da Vitória se revelaram verdadeiros. A não construção do emissário submarino inicialmente previsto, e a sua substituição por este emissário de descarga nas dunas da Mina do Azeche, nunca encontrou entre a população residente e os habituais frequentadores das Paredes da Vitória, uma argumentação suficientemente forte.
Aliás, todos os projetos feitos em Paredes da Vitória ignoraram, sempre, todas as opiniões e conselhos dados pelos seus moradores, nomeadamente quanto à dinâmica da praia, ao curso do rio, à agitação marítima, e à alteração do perfil da praia ao longo do ano.
As Águas do Oeste e a Câmara Municipal de Alcobaça, por seu lado, garantiam a segurança desta alternativa.
A época balnear começa a 1 de junho, daqui a pouco mais de dois meses.
E agora, qual é a solução?
http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2014/02/emissario-da-etar-de-paredes-em-risco.html
No final do mês, a agitação marítima havia posto a descoberto a estrutura de lona que suportava o chamado "poço de descarga" dos efluentes da ETAR.
http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2014/03/etar-das-paredes-da-vitoria.html
Durante mês e meio nada foi feito para evitar aquiloque agora aconteceu.
O poço de descarga desapareceu e o emissário encontra-se solto, ao sabor da ondulação, a fazer a descarga dos efluentes da ETAR diretamente na praia ou no mar, na zona de rebentação.
Uma vez mais, todos os receios dos moradores e amantes da praia de Paredes da Vitória se revelaram verdadeiros. A não construção do emissário submarino inicialmente previsto, e a sua substituição por este emissário de descarga nas dunas da Mina do Azeche, nunca encontrou entre a população residente e os habituais frequentadores das Paredes da Vitória, uma argumentação suficientemente forte.
Aliás, todos os projetos feitos em Paredes da Vitória ignoraram, sempre, todas as opiniões e conselhos dados pelos seus moradores, nomeadamente quanto à dinâmica da praia, ao curso do rio, à agitação marítima, e à alteração do perfil da praia ao longo do ano.
As Águas do Oeste e a Câmara Municipal de Alcobaça, por seu lado, garantiam a segurança desta alternativa.
A época balnear começa a 1 de junho, daqui a pouco mais de dois meses.
E agora, qual é a solução?
quarta-feira, 27 de março de 2013
O preço da água
A notícia na edição on-line do Diário de Notícias
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3131249&page=-1
Análise da Deco
Concessões privadas têm preços de água mais caros
A associação de defesa do consumidor DECO afirmou hoje que as concessões privadas praticam tarifas de água mais caras e defendeu que os prazos de concessão devem ser inferiores a 30 anos.
"Da análise de preços dos novos tarifários aprovados para o ano de 2013, a conclusão [que tirámos] é que na parte dos preços mais elevados estão imensas concessões", disse à Lusa Antonieta Duarte, do departamento de estudos de mercado da DECO, após uma audição na Assembleia da República.
A técnica da Deco acrescentou que "muitas vezes não há justificação para um valor tão elevado", até porque a percentagem de condutas que deviam ser reabilitadas, um indicador "importantíssimo para garantir a qualidade do serviço", nem sempre está garantida.
A Deco comparou as tarifas de 2013 em 110 municípios, verificando que a maioria dos preços aumentou e que há "assimetrias notórias" no país que se reflete em diferenças anuais de quase 200 euros.
A associação está também contra os prazos de concessão demasiado longos.
"Não estamos de acordo com os prazos de concessão a 50 anos", afirmou Antonieta Duarte.
O jurista Tito Rodrigues, que manifestou as "maiores reservas quanto às subconcessões a empresas de capital maioritariamente privado" defendeu que as concessões de 40 a 50 anos "impedem que o setor seja verdadeiramente concorrencial" e sugeriu que os prazos vão, no máximo, até 30 anos.
A Deco foi ouvida no âmbito de um conjunto de audições que a Assembleia da República está a promover, a propósito da nova lei orgânica da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos e da legislação que regula o acesso dos privados a este setor.
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3131249&page=-1
Análise da Deco
Concessões privadas têm preços de água mais caros
A associação de defesa do consumidor DECO afirmou hoje que as concessões privadas praticam tarifas de água mais caras e defendeu que os prazos de concessão devem ser inferiores a 30 anos.
"Da análise de preços dos novos tarifários aprovados para o ano de 2013, a conclusão [que tirámos] é que na parte dos preços mais elevados estão imensas concessões", disse à Lusa Antonieta Duarte, do departamento de estudos de mercado da DECO, após uma audição na Assembleia da República.
A técnica da Deco acrescentou que "muitas vezes não há justificação para um valor tão elevado", até porque a percentagem de condutas que deviam ser reabilitadas, um indicador "importantíssimo para garantir a qualidade do serviço", nem sempre está garantida.
A Deco comparou as tarifas de 2013 em 110 municípios, verificando que a maioria dos preços aumentou e que há "assimetrias notórias" no país que se reflete em diferenças anuais de quase 200 euros.
A associação está também contra os prazos de concessão demasiado longos.
"Não estamos de acordo com os prazos de concessão a 50 anos", afirmou Antonieta Duarte.
O jurista Tito Rodrigues, que manifestou as "maiores reservas quanto às subconcessões a empresas de capital maioritariamente privado" defendeu que as concessões de 40 a 50 anos "impedem que o setor seja verdadeiramente concorrencial" e sugeriu que os prazos vão, no máximo, até 30 anos.
A Deco foi ouvida no âmbito de um conjunto de audições que a Assembleia da República está a promover, a propósito da nova lei orgânica da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos e da legislação que regula o acesso dos privados a este setor.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Preço da água vai aumentar
A notícia é da Rádio Cister.
Preços da Água em Alcobaça voltam a subir já em Janeiro
O preço da água que os alcobacenses consomem vai voltar a subir a partir do dia 1 de Janeiro do próximo ano.
O executivo camarário afirma-se "obrigado" a mexer no preço da água.
O aumento fica a dever-se ao contrato do Município com a empresa Águas do Oeste, cujo fornecimento em alta irá custar a Alcobaça 0,66 cêntimos por metro cúbico, o preço actualmente cobrado pelos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS).
A Câmara Municipal de Alcobaça anunciou que tenciona rever o contrato com a Águas do Oeste, empresa da qual é accionista, pois não concorda com a obrigatoriedade do município ter de consumir um caudal de água equivalente ao seu consumo anual, a um preço que Paulo Inácio classifica de "insuportável".
A criação da tarifa de água e de saneamento para todas as autarquias da Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCim) é outra alternativa para evitar o novo aumento do preço da água.
Para já, a hipótese mais provável é a dos alcobacenses começarem a comprar a água em alta à Empresa Multimunicipal, Águas do Oeste, já em Janeiro, e a autarquia cobrar, a partir dessa altura, "mais um ou dois cêntimos", de forma a pagar os custos do fornecimento em baixa, que é a ligação a casa dos alcobacenses, esclareceu o autarca.
A Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) actualizou, há pouco tempo, os preços da água potável para 2011, introduzindo um agravamento médio de 5,5 por cento, que se traduziu num aumento de um cêntimo por metro cúbico.
Se a autarquia decidir subir mais dois cêntimos por metro cúbico, o aumento médio do preço da água, no próximo ano, será de 11 por cento.
Entretanto, os Serviços Municipalizados anunciaram que irão actualizar em 1 euro o preço da Taxa de Disponibilização do Serviço. O preço actual da antiga "Taxa Fixa" ronda os 4,80 euros.
O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio, já avisou que “é impossível fugir a estes aumentos”, reconhecendo que "doem" numa altura de crise, tão difícil para os alcobacenses.
Comentário
Em 1368, devido à diminuição de rendas do mosteiro de Alcobaça, o rei D. Fernando decide doar Pataias e o porto de Paredes aos monges para que o rendimento dos monges se mantivesse. Em contrapartida, os monges tinham de rezar pela salvação do rei D. Pedro, pai de D. Fernando, sepultado na abadia alcobacense.
Devido à má administração do poder alcobacense, Pataias volta a ser penalizada e continua a pagar para Alcobaça. Se existe algo que Pataias não tem necessidade de comprar é a água, mas devido a negócios ruinosos, para os quais nada contribuímos, vamos pagar a água como se não a tivéssemos.
Até apetece perguntar: não sairia mais barato fechar as bombas e depósitos no Vale das Paredes e comprar toda a água directamente à Águas do Oeste?
Seja como for, é histórico:
Pataias só integrou Alcobaça com o propósito de pagar e de aumentar as rendas dos alcobacenses.642 anos depois, continua tudo na mesma.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Preços da água contestado pela CMA
A notícia é da Rádio Cister.
Alcobaça contesta preços da Águas do Oeste
A Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) pediu uma reunião de urgência à Ministra do Ambiente por causa do contrato com a Águas do Oeste.
Em causa está o preço que o município tem de pagar pelo abastecimento em alta, que é superior ao valor cobrado, em baixa, aos alcobacenses.
Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Alcobaça vão vender a água aos consumidores a um preço mais baixo do que aquele que deram por ela.
Segundo o presidente da Câmara e do Conselho de Administração dos SMAS, Paulo Inácio, esta situação “irá provocar um enorme rombo nas contas públicas”.
A saída para o problema é “a alteração legislativa, através da criação de um preço único”, frisa o autarca.
Ainda de acordo com o responsável pelos Serviços Municipalizados, “a discussão à volta desta matéria já está a ter alguns desenvolvimentos no seio da Comunidade Intermunicipal do Oeste”.
Comentário
Não foi a Câmara PSD, que governa há mais de 12 anos o concelho, que firmou este acordo do preço da água com esta mesma empresa "Águas do Oeste"?
Não foi esta Câmara que vendeu as ETAR's municipais à "Águas do Oeste" e paga balúrdios pelo tratamento da água da chuva?
Uma vez mais, Pataias paga a má gestão e os maus negócios de Alcobaça.
A autosuficiência nos recursos hídricos deveria ser tida em consideração. Afinal pagamos a água tão cara como aqueles que infelizmente não a possuem. Ou a solidariedade entre as freguesias e os munícipes termina quando é Pataias a receber?
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Água vai ser mais cara
A notícia é da Rádio Cister.
Água de Alcobaça mais cara
A água vai ficar mais cara. Os consumidores alcobacenses vão pagar mais de 4% cada vez que ligarem a torneira da água.
O PS concorda com a proposta de aumento da tarifa da água para 2010, por incluir escalões sociais destinados às famílias mais carenciadas.
Acácio Barbosa aprovou a alteração dos tarifários também por ter sido incluída a possibilidade dos consumidores pagarem as facturas em prestações.
Esta tinha sido uma medida defendida pelo Partido Socialista durante a campanha eleitoral, em Outubro de 2009.
O aumento médio do preço da água deverá superar os 4 por cento, um valor que é bastante menor que a proposta dos Serviços Municipalizados que haviam sugerido um agravamento de 11 pontos percentuais.
Comentário
E Pataias, que é autosuficiente na questão da água, vai continuar a pagar a factura do mau negócio que a Câmara fez com a Águas do Oeste.
Água de Alcobaça mais cara
A água vai ficar mais cara. Os consumidores alcobacenses vão pagar mais de 4% cada vez que ligarem a torneira da água.
O PS concorda com a proposta de aumento da tarifa da água para 2010, por incluir escalões sociais destinados às famílias mais carenciadas.
Acácio Barbosa aprovou a alteração dos tarifários também por ter sido incluída a possibilidade dos consumidores pagarem as facturas em prestações.
Esta tinha sido uma medida defendida pelo Partido Socialista durante a campanha eleitoral, em Outubro de 2009.
O aumento médio do preço da água deverá superar os 4 por cento, um valor que é bastante menor que a proposta dos Serviços Municipalizados que haviam sugerido um agravamento de 11 pontos percentuais.
Comentário
terça-feira, 2 de março de 2010
ETAR da Pedra do Ouro - Prorrogação do Prazo
Foi prorrogado o prazo referente ao concurso público da construção da ETAR da Pedra do Ouro.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
O sistema de saneamento da freguesia de Pataias
Sistema de Saneamento de Pataias/ Alpedriz
Início de exploração por parte da Águas do Oeste (ano): 2005
População a servir em horizonte de projecto: 12 300 hab.eqv.
Infra-estruturas: 1 ETAR (transferida do Município de Alcobaça)
Caudal de dimensionamento: 1 909 m3/dia
Sistema Interceptor: não tem
Lugares servidos: parte das freguesias de Alpedriz, Pataias, Moita, Martingança e Montes
Sistema de Saneamento de Vale Paredes
Início de exploração (ano): 2008
População a servir em horizonte de projecto: 3 700 hab.eqv.
Infra-estruturas: 1 ETAR
Sistema Interceptor: 2 EE
Lugares servidos: parte da freguesia de Pataias (lugares de Mina e Vale Paredes)
Intervenções: construção de nova ETAR com tratamento terciário e desinfecção
Sistema de Saneamento de Pedra do Ouro
Início de exploração (ano): previsto para 2009
População a servir em horizonte de projecto: 4 600 hab.eqv.
Infra-estruturas: 1 ETAR nova
Sistema Interceptor: 2 EE
Lugares servidos: parte da freguesia de Pataias
Intervenções: construção de nova ETAR com tratamento terciário e desinfecção
Fonte (a 27/01/2010): http://www.aguasdooeste.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=321&Itemid=182
Início de exploração por parte da Águas do Oeste (ano): 2005
População a servir em horizonte de projecto: 12 300 hab.eqv.
Infra-estruturas: 1 ETAR (transferida do Município de Alcobaça)
Caudal de dimensionamento: 1 909 m3/dia
Sistema Interceptor: não tem
Lugares servidos: parte das freguesias de Alpedriz, Pataias, Moita, Martingança e Montes
Sistema de Saneamento de Vale Paredes
Início de exploração (ano): 2008
População a servir em horizonte de projecto: 3 700 hab.eqv.
Infra-estruturas: 1 ETAR
Sistema Interceptor: 2 EE
Lugares servidos: parte da freguesia de Pataias (lugares de Mina e Vale Paredes)
Intervenções: construção de nova ETAR com tratamento terciário e desinfecção
Sistema de Saneamento de Pedra do Ouro
Início de exploração (ano): previsto para 2009
População a servir em horizonte de projecto: 4 600 hab.eqv.
Infra-estruturas: 1 ETAR nova
Sistema Interceptor: 2 EE
Lugares servidos: parte da freguesia de Pataias
Intervenções: construção de nova ETAR com tratamento terciário e desinfecção
Fonte (a 27/01/2010): http://www.aguasdooeste.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=321&Itemid=182
domingo, 22 de novembro de 2009
Saneamento no litoral da freguesia de Pataias
Informação disponível em http://www.aguasdooeste.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=321&Itemid=182
Sistema de Saneamento de Vale Paredes
Início de exploração (ano): 2008
População a servir em horizonte de projecto: 3 700 hab.eqv.
Infra-estruturas: 1 ETAR
Sistema Interceptor: 2 EE
Lugares servidos: parte da freguesia de Pataias (lugares de Mina e Vale Paredes)
Intervenções: construção de nova ETAR com tratamento terciário e desinfecção
Sistema de Saneamento de Pedra do Ouro
Início de exploração (ano): previsto para 2009
População a servir em horizonte de projecto: 4 600 hab.eqv.
Infra-estruturas: 1 ETAR nova
Sistema Interceptor: 2 EE
Lugares servidos: parte da freguesia de Pataias
Intervenções: construção de nova ETAR com tratamento terciário e desinfecção
Nota: pessoalmente reparei nas datas de início de exploração...
Sistema de Saneamento de Vale Paredes
Início de exploração (ano): 2008
População a servir em horizonte de projecto: 3 700 hab.eqv.
Infra-estruturas: 1 ETAR
Sistema Interceptor: 2 EE
Lugares servidos: parte da freguesia de Pataias (lugares de Mina e Vale Paredes)
Intervenções: construção de nova ETAR com tratamento terciário e desinfecção
Sistema de Saneamento de Pedra do Ouro
Início de exploração (ano): previsto para 2009
População a servir em horizonte de projecto: 4 600 hab.eqv.
Infra-estruturas: 1 ETAR nova
Sistema Interceptor: 2 EE
Lugares servidos: parte da freguesia de Pataias
Intervenções: construção de nova ETAR com tratamento terciário e desinfecção
Nota: pessoalmente reparei nas datas de início de exploração...
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Paredes da Vitória - ponto da situação
Da reunião decorrida a 9 de Setembro de 2009 entre a Águas do Oeste, a Câmara Municipal e a população das Paredes da Vitória, entre outras informações, resultaram as seguintes informações/ promessas:
[…] 5 - A ETAR ainda não se encontra em pleno funcionamento, por falta de potência eléctrica da rede. No espaço de DOIS MESES [9 de Novembro de 2009], a Águas do Oeste diz ter a ETAR a funcionar a 100%, sem cheiros e sem barulhos significativos - pronta, portanto; […]
8 - Já no mês de Outubro, a estrada que liga as Paredes à Sra. da Vitória será encerrada ao trânsito para abertura das valas para os emissários. Será construído um estacionamento em espinha do lado da capela e do lado do mar, um passeio;
9 - Os arranjos exteriores da ETAR, o polivalente (sobre a ETAR), as casas de banho públicas, o parque infantil e demais arranjos relativos à requalificação urbana das Paredes estarão concluídos impreterivelmente até ao final do ano [31 de Dezembro de 2009];
10 - Será agendada até ao fim do mês [30 de Setembro de 2009] uma reunião com os moradores e proprietários no núcleo das Paredes, para definição de regras de circulação, estacionamento e acesso ao mesmo;[…]
12 - Foi prometido pelos técnicos da Águas do Oeste o envio aos moradores das Paredes dos layouts do projecto final (ETAR das Paredes, ETAR da Pedra do Ouro, emissário), até ao final da semana que vem [18 de Setembro de 2009];[…]
Deste conjunto, que implicam uma acção efectiva e rápida por parte da Águas do Oeste, Câmara Municipal e Junta de Freguesia, sabemos que:
1 – Continua a funcionar o gerador que está sobre a ETAR. O problemas dos barulhos mantem-se, assim como o dos cheiros. São agora menos intensos, mas isso, penso eu, que se deverá à menor quantidade de efluentes existentes, quando comparado com o mês de Agosto. Continuam a existir janelas e buracos por fechar, portões de aspecto degradado, e um aspecto geral de obra completamente inacabada;



2 – As obras na estrada de ligação das Paredes à Sra. da Vitória, já foram iniciadas, parecendo estar a ser feitas a ritmo normal;


3 – Não há indícios de quaisquer trabalhos a serem feitos de forma a concluir os arranjos exteriores junto à ETAR, polivalente, casas de banho públicas, parque infantil, jardim das Paredes e demais acabamentos;



4 – De forma informal, e por mais que uma vez, a Junta de Freguesia já informou que irá realizar a reunião com os moradores. Ao que sei, está a fazer o levantamento de todos os proprietários e moradores que serão afectados pelas medidas de condicionamento de trânsito e a elaborar propostas para apresentar na reunião;
5 – Os layouts dos projectos finais (requalificação da Paredes, saneamento das Paredes, emissários de ligação à Pedra do Ouro) ainda não chegaram às mãos da população.
Prometer é fácil.
Enganadores…
[…] 5 - A ETAR ainda não se encontra em pleno funcionamento, por falta de potência eléctrica da rede. No espaço de DOIS MESES [9 de Novembro de 2009], a Águas do Oeste diz ter a ETAR a funcionar a 100%, sem cheiros e sem barulhos significativos - pronta, portanto; […]
8 - Já no mês de Outubro, a estrada que liga as Paredes à Sra. da Vitória será encerrada ao trânsito para abertura das valas para os emissários. Será construído um estacionamento em espinha do lado da capela e do lado do mar, um passeio;
9 - Os arranjos exteriores da ETAR, o polivalente (sobre a ETAR), as casas de banho públicas, o parque infantil e demais arranjos relativos à requalificação urbana das Paredes estarão concluídos impreterivelmente até ao final do ano [31 de Dezembro de 2009];
10 - Será agendada até ao fim do mês [30 de Setembro de 2009] uma reunião com os moradores e proprietários no núcleo das Paredes, para definição de regras de circulação, estacionamento e acesso ao mesmo;[…]
12 - Foi prometido pelos técnicos da Águas do Oeste o envio aos moradores das Paredes dos layouts do projecto final (ETAR das Paredes, ETAR da Pedra do Ouro, emissário), até ao final da semana que vem [18 de Setembro de 2009];[…]
Deste conjunto, que implicam uma acção efectiva e rápida por parte da Águas do Oeste, Câmara Municipal e Junta de Freguesia, sabemos que:
1 – Continua a funcionar o gerador que está sobre a ETAR. O problemas dos barulhos mantem-se, assim como o dos cheiros. São agora menos intensos, mas isso, penso eu, que se deverá à menor quantidade de efluentes existentes, quando comparado com o mês de Agosto. Continuam a existir janelas e buracos por fechar, portões de aspecto degradado, e um aspecto geral de obra completamente inacabada;



2 – As obras na estrada de ligação das Paredes à Sra. da Vitória, já foram iniciadas, parecendo estar a ser feitas a ritmo normal;


3 – Não há indícios de quaisquer trabalhos a serem feitos de forma a concluir os arranjos exteriores junto à ETAR, polivalente, casas de banho públicas, parque infantil, jardim das Paredes e demais acabamentos;



4 – De forma informal, e por mais que uma vez, a Junta de Freguesia já informou que irá realizar a reunião com os moradores. Ao que sei, está a fazer o levantamento de todos os proprietários e moradores que serão afectados pelas medidas de condicionamento de trânsito e a elaborar propostas para apresentar na reunião;
5 – Os layouts dos projectos finais (requalificação da Paredes, saneamento das Paredes, emissários de ligação à Pedra do Ouro) ainda não chegaram às mãos da população.
Prometer é fácil.
Enganadores…
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Águas do Oeste e Câmara Municipal estão em falta
Uma das decisões saídas da reunião da Águas do Oeste e Câmara Municipal com os moradores das Paredes no passado dia 9 de Setembro, era o envio/entrega aos moradores das Paredes, no prazo de uma semana, dos layouts finais dos projectos de saneamento e requalificação.
Já passou mais de um mês e tal ainda não aconteceu.
Prometer é fácil.
Cumprir promessas não é para quem quer: é para quem respeita os outros e acredita no que diz.
Já passou mais de um mês e tal ainda não aconteceu.
Prometer é fácil.
Cumprir promessas não é para quem quer: é para quem respeita os outros e acredita no que diz.
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