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segunda-feira, 13 de maio de 2024

Praias "Qualidade de Ouro"

A notícia em:

https://www.regiaodeleiria.pt/2024/05/quercus-distingue-23-praias-da-regiao-com-qualidade-de-ouro/


Quercus distingue 29 praias da região com “Qualidade de Ouro”


A região perdeu quatro bandeiras “douradas” e ganhou duas, segundo a lista divulgada esta segunda-feira pela associação ambientalista, após correção da informação avançada na sexta-feira.


São 29 as bandeiras de “ouro” que a associação ambientalista Quercus atribuiu este ano às praias da região, menos duas do que no ano passado.

A lista, divulgada esta segunda-feira, inclui 26 distinções para praias costeiras e três para praias interiores.

Em comparação com 2023, saíram da lista as praias de S. Martinho do Porto (Alcobaça), Cova de Alfarroba, Gamboa e Peniche de Cima (Peniche).

Em contrapartida, entraram as praias de Paredes da Vitória (Alcobaça) e Fragas de S. Simão (Figueiró dos Vinhos).


Praias da região com “Qualidade de Ouro” em 2024

Leiria: Pedrógão Sul, Pedrógão Centro;

Alcobaça: Água de Madeiros, Légua, Pedra do Ouro, Paredes da Vitória e Polvoeira;

Caldas da Rainha: Foz do Arelho – Lagoa, Praia do Mar;

Figueiró dos Vinhos: Fragas de S. Simão;

Marinha Grande: Pedras Negras, Praia Velha e S. Pedro de Moel;

Nazaré: Salgado, Nazaré;

Óbidos: Bom Sucesso, Vale de Janelas (ex-Praia d’El Rei), Rei do Cortiço;

Ourém: Agroal;

Pedrógão Grande: Cabril;

Peniche: Baleal Norte, Baleal Sul, Baleal-Campismo, Consolação, Consolação Norte, Medão-Supertubos, Porto da Areia Sul, S. Bernardino;

Pombal: Osso da Baleia.

Já a nível nacional, a Quercus classificou este ano 420 praias com “Qualidade de Ouro” (e não 356 como divulgou na passada semana*), mais 26 do que na época balnear de 2023, sendo 349 costeiras (83%), 61 interiores (15%) e 10 de transição (2%).

Segundo a Quercus, há este ano registo de nove zonas balneares estreantes, galardoadas pela primeira vez com “Qualidade de Ouro”, das quais cinco são interiores e quatro costeiras.

Na nota, a associação destaca ainda o lançamento de um mapa interativo das praias galardoadas com “Qualidade de Ouro”.

O galardão “Praia com Qualidade de Ouro” distingue anualmente a qualidade da água balnear das praias de portuguesas, com base na informação pública oficial disponível, tendo exclusivamente em consideração as análises efetuadas nos laboratórios das diferentes Administrações Regionais Hidrográficas.

Para receber a classificação de praia com “Qualidade de Ouro”, a água balnear tem de respeitar vários critérios, como uma qualidade da água “excelente” na classificação anual das cinco épocas balneares anteriores à última e todas as análises realizadas na última época balnear (2023) deverão ter apresentado resultados melhores em vários indicadores bacterianos.

Por outro lado, deixam de ser consideradas praias douradas as que, na última época balnear (2023), tenham registado algum tipo de ocorrência/aviso de desaconselhamento da prática balnear, proibição da prática balnear e/ou interdição temporária da praia.


*Notícia corrigida às 20h20 depois de uma retificação feita pela Quercus à informação divulgada na passada sexta-feira, dia 10. A associação explica o erro com o registo de “uma anomalia informática na extração dos dados”. Nessa primeira versão, teriam sido atribuídas apenas 23 bandeiras “Qualidade de Ouro” na região e 356 em todo o país.

terça-feira, 29 de agosto de 2023

Polvoeira - homem socorrido

A notícia em: 

https://ionline.sapo.pt/artigo/805585/homem-socorrido-na-praia-da-polvoeira-apos-apresentar-sinais-de-hipotermia?seccao=Portugal_i


Homem foi transportado para uma unidade hospitalar.  


Um homem, de 60 anos, foi salvo na tarde de sábado na praia da Polvoeira, no concelho de Alcobaça, por apresentar sinais de hipotermia. 

Em comunicado, a Autoridade Marítima Nacional (AMN) refere que a vítima estaria a sentir-se mal, tendo o alerta sido dado pelas 17h00.  

Assim, os elementos do projeto 'SeaWatch' “deslocaram-se de imediato para o local [e] constataram que o homem sofria de hipertensão e apresentava sinais de hipotermia”.  

Depois de efetuados os primeiros socorros, até à chegada dos Bombeiros Voluntários de Pataias", o homem foi transportado para uma unidade hospitalar. 

domingo, 31 de maio de 2020

Ainda as praias com "Qualidade de ouro"

A notícia em:
https://regiaodecister.pt/noticias/quercus-distingue-seis-praias-da-regiao-com-qualidade-de-ouro

Quercus distingue seis praias da região com Qualidade de Ouro

A Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza atribuiu recentemente o galardão Qualidade de Ouro 2020 às praias Água de Medeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira, no concelho de Alcobaça, e às praias do Salgado (Famalicão) e da Nazaré, no concelho da Nazaré.

O galardão distingue a qualidade excelente da água das praias. Para o efeito, é necessário que cada análise realizada nas últimas cinco épocas balneares (de 2015 a 2019) tenha resultados progressivamente melhores que os dos anos anteriores o que se tem vindo a verificar.

“Nos últimos anos estas quatro praias têm obtido o reconhecimento por parte da Quercus de forma consecutiva, o que atesta bem as suas qualidades naturais. A riqueza ambiental da orla costeira do concelho de Alcobaça deve ser um motivo de orgulho para os alcobacenses. Temos o dever de a proteger e estimar, respeitando em simultâneo as regras de segurança em vigor por parte da Direção-Geral da Saúde. Cuide de si e das nossas praias”, apela o presidente da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio.

Das praias galardoadas, 321 são praias costeiras, 54 são praias interiores e 6 são de transição. Em comparação com o ano de 2019, apesar de existir um aumento global de 6 galardões, verificou-se uma diminuição no número de praias costeiras e de transição.

Analisando por regiões, verifica-se que a Região Tejo e Oeste voltou a ser a que contabilizou mais praias com “Qualidade de Ouro" (102).

sábado, 30 de maio de 2020

Praias d'ouro

Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Léguas foram novamente reconhecidas como praias com qualidade de ouro.

A notícia em:
http://www.fozaominuto.com/2020/05/centro-de-portugal-e-regiao-com-mais.html

Centro de Portugal é a região com mais praias de “qualidade de ouro” no país

A região Centro de Portugal é aquela que apresenta este ano mais praias classificadas com “qualidade de ouro” pela associação ambientalista Quercus, à semelhança do que já acontecia no ano passado. No total, são 110 as praias galardoadas na região, entre as 381 zonas balneares nacionais distinguidas com esta classificação. Em 2019, o Centro de Portugal tinha 93 praias selecionadas pela Quercus, pelo que este ano são mais 17, o que comprova a crescente qualidade das águas balneares da região.

A lista da Quercus divide as praias por Administrações Regionais Hidrográficas (ARH), que não correspondem aos territórios das regiões NUTS II. No entanto, considerando as regiões NUTS II, verifica-se que, com 110 “praias de ouro”, o Centro de Portugal é o território com mais zonas balneares selecionadas, à frente das 76 praias do Algarve (região que tem menos 11 do que no ano passado). Seguem-se as regiões Porto e Norte (65 praias, menos 8 do que em 2019), Açores (43 praias), Lisboa (41 praias), Alentejo (23 praias) e Madeira (23 praias).

Das 110 praias galardoadas no Centro de Portugal, 68 são costeiras, 40 são interiores e duas são de transição. Merecem destaque, pelo número, as 12 praias classificadas no concelho de Torres Vedras, assim como as 11 de Peniche e as 10 da Figueira da Foz. Registe-se também o grande aumento das praias de interior distinguidas, que passaram de 26 para 40.

Para as praias poderem receber a classificação de “Praia com Qualidade de Ouro”, a água balnear necessita de ter obtido classificações de “Excelente” nas análises da água durante as últimas cinco épocas balneares, de 2015 a 2019. Além disso, em 2019, não poderão ter registado ocorrências ou avisos de desaconselhamento da prática balnear.

As 110 praias do Centro de Portugal com “qualidade de ouro” são:

Praias costeiras – Cortegaça, Furadouro e Torrão do Lameiro/Marreta (Ovar); Torreira (Murtosa); São Jacinto (Aveiro); Costa Nova (Ílhavo); Areão, Labrego e Vagueira (Vagos); Poço da Cruz e Praia de Mira (Mira); Palheirão e Tocha (Cantanhede); Buarcos, Cabedelo Sul, Cabo Mondego, Costa de Lavos, Cova Gala, Figueira da Foz, Leirosa, Murtinheira, Quiaios e Tamargueira (Figueira da Foz); Osso da Baleia (Pombal); Pedrógão Sul e Pedrógão Centro (Leiria); Pedras Negras, Praia Velha e S. Pedro de Moel (Marinha Grande); Nazaré e Salgado (Nazaré); Água de Medeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira (Alcobaça); Foz do Arelho-Lagoa e Praia do Mar (Caldas da Rainha); Bom Sucesso, Praia D'el Rei e Rei do Cortiço (Óbidos); Baleal-Campismo, Baleal-Norte, Baleal-Sul, Consolação, Consolação Norte, Cova da Alfarroba, Gamboa, Medão-Supertubos, Peniche de Cima, Porto da Areia Sul e S. Bernardino (Peniche); Areia Branca, Areia Sul, Peralta, Porto Dinheiro e Vale Mitão (Lourinhã); Amanhã, Azul, Centro, Física, Formosa, Mirante, Navio, Pisão, Porto Novo, Santa Helena, Santa Rita-Norte e Santa Rita-Sul (Torres Vedras).

Praias de interior – Folgosa (Castro Daire); Quinta do Barco (Sever do Vouga); Olhos de Fervença (Cantanhede); Palheiros e Zorro (Coimbra); Reconquinho e Vimieiro (Penacova); Bogueira (Lousã); Piodão e Secarias-Peneda da Cascalheira (Arganil); Peneda/Pego Escuro (Góis); Janeiro de Baixo, Pessegueiro, Praia da Pampilhosa da Serra e Santa Luzia (Pampilhosa da Serra); Alvôco das Várzeas (Oliveira do Hospital); Senhora da Ribeira (Santa Comba Dão); Valhelhas (Guarda); Vale do Rossim (Gouveia); Lapa dos Dinheiros e Loriga (Seia); Relva da Reboleira (Manteigas); Unhais da Serra (Covilhã); Albufeira da Meimôa (Penamacor); Açude do Pinto (Oleiros); Ribeira Grande e Troviscal (Sertã); Aldeia Ruiva, Froia e Malhadal (Proença-a-Nova); Agroal (Ourém); Castanheira ou Lago Azul (Ferreira do Zêzere); Bostelim, Fernandaires, Pego das Cancelas, Penedo Furado e Zaboeira (Vila de Rei); Alverangel e Vila Nova-Serra (Tomar); Carvoeiro (Mação) e Aldeia do Mato (Abrantes).

Praias de transição – Monte Branco (Murtosa) e Barra (Ílhavo).

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Praias - capacidade de carga

A notícia em:
https://regiaodecister.pt/noticias/covid-19-lotacao-de-praias-na-regiao-varia-entre-17100-na-nazare-e-100-em-pedra-do-ouro

Covid-19: Lotação de praias na região varia entre 17.100 na Nazaré e 100 em Pedra do Ouro

A Agência Portuguesa do Ambiente divulgou, esta quarta-feira, o documento que estabelece a lotação máxima de pessoas por praias na época balnear de 2020. A diminuição do número de veraneantes autorizados nas zonas balneares visa respeitar as medidas decretadas pela Direção- Geral de Saúde e, deste modo, tentar evitar o contágio de Covid-19 nestes locais.

Assim, a praia da Nazaré vai ter o acesso limitado a 17.100 pessoas, em simultâneo, sendo a praia da região com "autorização" para receber mais banhistas. Por sua vez, na praia do Salgado tem uma lotação máxima de 3.100 veraneantes.

No concelho de Alcobaça, a praia de São Martinho do Porto vai poder receber 5.200 pessoas na zona norte e 1.000 na zona sul. Na praia de Paredes da Vitória a lotação máxima foi definida em 2.600 pessoas, enquanto as zonas balneares da Polvoeira e da Légua podem ser usufruídas simultaneamente por 1.500 e 1.300 banhistas, respetivamente.

As praias de Água de Madeiros (150) e de Pedra do Ouro (100) apresentam a menor lotação autorizada na região.

Todos os banhistas devem respeitar o distanciamento físico de 1,5 metros entre diferentes grupos e o afastamento de três metros entre chapéus de sol, toldos ou colmos.

A época balnear vai arrancar no próximo dia 6 de junho na Praia da Nazaré, a 1 de julho na Praia do Salgado e na Praia do Norte. No concelho de Alcobaça em Paredes da Vitória e São Martinho do Porto abre a 13 de junho e fecha a 13 de setembro. Já nas praias de Pedra do Ouro, Légua, Polvoeira e Água de Madeiros começa a 4 de julho e termina a 30 de agosto.

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Capacidade de Carga das praias da freguesia de Pataias

Foi determinada a capacidade de carga das praias da União de Freguesias de Pataias e Martingança.

Água de Madeiros - 150

Pedra do Ouro - 100
Polvoeira - 1500
Paredes da Vitória - 2600
Légua - 1300

Os critérios são definidos de acordo com o tamanho da(s) área(s) concessionada(s), capacidade de estacionamento, perigosidade das arribas e acessos ao areal.


Mais informação aqui:

http://apambiente.pt/_zdata/DESTAQUES/2020/Epoca%20Balnear%202020/APA_Lotacao_Praias_TejoOeste_Costeiras.pdf 

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

5,1 milhões de euros para o litoral de Pataias

O Plano de Ação do Litoral XXI, com um horizonte de execução previsto até 2028, prevê um investimento no litoral da freguesia de Pataias na ordem dos 5,15 milhões de euros. A maior parte das ações estão previstas decorrer até 2022, sendo que a retirada de construções em Água de Madeiros e Vale Furado decorrerá, em princípio, até 2028.

Nas ações previstas de valorização e proteção do litoral da freguesia, estão previstas a estabilização de taludes nos acessos às praias da Pedra do Ouro e da Légua, o reforço do cordão dunar e estabilização de arribas entre Vale Furado e a praia da Falca, e a manutenção da defesa da praia de Paredes da Vitória.

Para além destas ações, estão previstas intervenções de requalificação e valorização e construção de acessos na praia da Polvoeira, requalificação e criação de estacionamento em Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua e ainda demolição de estruturas em Água de Madeiros. Até 2019 está prevista a construção da ETAR da Pedra do Ouro.

Como já referido anteriormente, estão ainda previstas ações de recuo planeado e respetiva demolição de edificações nos lugares de Água de Madeiros e Vale Furado, prevendo-se o início dessas ações em 2021 e o seu términus em 2028.

O documento, agora disponibilizado ao público geral, encontra-se disponível na página da Agência Portuguesa do Ambiente, aqui: http://www.apambiente.pt/_zdata/DESTAQUES/2018/LitoralXXI/Plano_Acao_Litoral_XXI_2017.pdf

O Plano de Ação do Litoral para o litoral da União de Freguesias de Pataias e Martingança:


Na página da Agência Portuguesa do Ambiente:

Está já disponível para consulta o Plano de Ação Litoral XXI referente ao ano de 2017.

O Governo assumiu como prioridade a gestão do Litoral através da adoção de medidas de adaptação que contrariem a crescente erosão da zona costeira e que promovam o seu planeamento, ordenamento e gestão, através de um diálogo permanente com os Municípios, as administrações regionais e a população em geral, construindo um Litoral que é de todos e para todos.

Com este propósito foi elaborado o Plano de Ação Litoral XXI, que se assume como o instrumento plurianual de referência e de atuação no âmbito da gestão integrada da zona costeira de Portugal Continental, refletindo opções estratégicas e políticas, identificando e priorizando o vasto conjunto de intervenções físicas a desenvolver pelas múltiplas entidades com atribuições e competências no litoral no período de vigência da Estratégia Nacional para a Gestão Integrada da Zona Costeira.

Estas intervenções incidem na prevenção do risco e na salvaguarda de pessoas e bens, na proteção e valorização do património natural, no desenvolvimento sustentável das atividades económicas geradoras de riqueza e na fruição das áreas dominiais em condições de segurança e qualidade, na articulação com a gestão dos recursos hídricos interiores numa ótica de gestão das bacias hidrográficas que acautela a reposição progressiva dos ciclos sedimentares, sem esquecer a monitorização, o conhecimento científico, a disponibilização de informação, a educação e formação, bem como a governação.

domingo, 8 de outubro de 2017

Baleia anã vai para o Museu de História Natural

A notícia em:
https://www.dn.pt/lusa/interior/museu-de-historia-natural-recolhe-baleia-em-praia-de-alcobaca-8824045.html

Museu de História Natural recolhe baleia em praia de Alcobaça

O esqueleto de uma baleia anã com sete metros de comprimento e aproximadamente nove toneladas de peso está hoje a ser recolhido na Praia da Polvoeira, Alcobaça, para integrar a coleção do Museu de História Natural.

A baleia anã deu à costa na terça-feira "em avançado estado de decomposição", o que levou a equipa do Museu Nacional de História Natural e da Ciência a, "inicialmente", recolher apenas o crânio, "por ser a peça com mais interesse científico", disse à agência Lusa a bióloga Judite Alves.

O facto de o corpo se encontrar completo acabou, no entanto, por suscitar o interesse da equipa que hoje de manhã iniciou, na praia da Polvoeira, no concelho de Alcobaça, o "esquartejamento do animal para retirar o esqueleto que será levado para o Museu", explicou a mesma responsável.

Munidos de serrotes para esquartejar o corpo do animal, cuja "carne e vísceras serão enviadas para incineração", dois biólogos, um geólogo e um técnico de logística procedem ao desmantelamento da baleia, operação que Judite Alves estima que se prolongue até cerca das 16:00.

Com o jardim do Museu fechado ao público, temporariamente, devido a obras no âmbito do Orçamento Participativo de Lisboa, o esqueleto "vai ser depositado numa área reservada do jardim botânico" onde, segundo Judite Alves, "vai ser limpo e tratado pelo taxidermista".

A tarefa deverá estar concluída dentro de uma semana, após o que o esqueleto "vai, numa primeira fase, integrar as coleções científicas" e, posteriormente, serão "desenvolvidos esforços para que seja exposto ao público, mesmo que apenas temporariamente", adiantou a bióloga.

A dimensão da baleia será, no entender de Judite Alves, "um dos aspetos com bastante interesse para o público", que através do trabalho desenvolvido pelo Museu poderá conhecer melhor a espécie "relativamente comum na nossa costa" e que está catalogada como "vulnerável, tendo em conta o baixo número de indivíduos".

A baleia-anã (Balaenoptera acutorostrata), a mais pequena e também a mais abundante das baleias, está assim classificada no Livro Vermelho de Vertebrados de Portugal (que segue a classificação da União Internacional para a Conservação da Natureza para espécies ameaçadas) por a espécie "apresentar uma população inferior a 10.000 indivíduos maduros e estar a ocorrer um declínio continuado", sublinhou.

As solitárias baleias, "que não fazem cardume", mas podem ser a avistadas em grupos de dois ou três", são vistas com regularidade na costa portuguesa e visitam "os Açores e ocasionalmente a Madeira", explicou a investigadora à Lusa durante os trabalhos de desmantelamento da baleia, salvaguardando não se tratar de um animal perigoso, já que se alimenta de "kril, peixes e cefalópodes pelágicos [como lulas ou polvos]".

A baleia anã arrojou na Praia Água de Madeiros (a Norte de Paredes da Vitória e a Sul de São Pedro de Moel) na terça-feira e foi na quarta-feira arrastada por técnicos do setor de ambiente da Câmara de Alcobaça para a Praia da Polvoeira, a cerca de dois quilómetros, para a preservar do público e facilitar o acesso da equipa do museu ao animal.

O desmantelamento da baleia foi autorizado pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e acompanhado pela Polícia Marítima.

E  ainda em:
https://www.publico.pt/2017/10/06/ciencia/reportagem/uma-baleia-deu-a-costa-e-os-cientistas-foram-buscala-para-museu-de-lisboa-1787974

Uma baleia deu à costa e os cientistas foram buscá-la para museu de Lisboa




Uma equipa do Museu de História Natural e da Ciência, em Lisboa foi esta sexta-feira recolher o esqueleto de uma baleia-anã de uma praia de Alcobaça. Vai ser o novo membro da colecção de mamíferos do museu.

Estamos a meio da manhã e o dia parece estar calmo na praia da Polvoeira, no concelho de Alcobaça. Mas o som tranquilizante do mar e o extenso areal quase sem a presença humana são enganadores. A alguns metros da linha de água está uma baleia-anã (Balaenoptera acutorostrata) que deu à costa numa outra praia ali perto.

Um grupo de cientistas veste os fatos-de-macaco, luvas e botas verde-tropa para enfrentar a guerra que se avizinha: esquartejar a baleia para que seja possível levar o seu esqueleto para o Museu de História Natural e da Ciência (MUHNAC), em Lisboa.

“Bem, o primeiro desafio do dia é mesmo o cheiro”, brinca Judite Alves, bióloga do museu, mesmo antes de se aproximar da baleia. Faz então uma manobra de aproximação. “Até nem cheira assim tão mal. Por enquanto”, diz a rir. “É uma brisa do mar”, diz ainda de forma sarcástica alguém. Entretanto, as facas afiam-se e há quem meta máscaras. A operação começa: vai finalmente tirar-se a pele e o músculo da baleia.

A acompanhar Judite Alves está Bruno Ribeiro (geólogo), Jorge Prudêncio (biólogo) e Carlos Delgado (da equipa de manutenção). Pertencem todos ao MUHNAC. “Esta praia é linda”, diz o geólogo. E lá começam a talhar. Uma tarefa que pela força dos seus movimentos parece ser difícil: ora há um tendão pelo caminho, ora há uma pele mais grossa.

Os cientistas estão a recolher uma baleia relativamente pequena. Tem cerca de sete metros. Aliás, as baleias desta espécie têm entre sete e oito metros, podendo alcançar os dez. Mais pequena do que ela, só a baleia-pigmeu. “É uma baleia de hábitos relativamente solitários”, descreve Judite Alves, acrescentando que pode andar em grupos de dois. E distribui-se pelo Norte do Atlântico, Pacífico Norte e todo o Hemisfério Sul. A nível global, está classificada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) com o estatuto de “não preocupante”. Esta classificação é diferente se considerarmos só o contexto português. “Em Portugal, é residente em toda a costa”, adianta a bióloga. E tem o estatuto de “vulnerável” pelo Livro Vermelho de Vertebrados de Portugal (que segue a classificação do IUCN), porque tem uma população inferior a dez mil indivíduos. Uma das principais razões para a diminuição da sua população são os acidentes com artes de pesca próximos da costa.

De vez em quando lá passa um curioso. Um grupo de surfistas comenta entre si que é uma baleia e até conversa com os investigadores. Mas um casal de turistas ingleses ainda tem as suas dúvidas e pergunta mesmo se é uma baleia. Afinal, este mamífero, com tons amarelados da decomposição, já não tem lá o crânio. Como andou à deriva, quem encontrou a baleia já a conheceu com o crânio separado do resto do corpo. O crânio está agora guardado no canil municipal de Alcobaça para depois seguir para Lisboa.

E como chegaram os cientistas do museu aqui? A bióloga da Câmara Municipal de Alcobaça, Sofia Quaresma, informou na terça-feira o museu que uma baleia tinha dado à costa numa praia do concelho. Este arrojamento foi detectado por pescadores que informaram a Polícia Marítima. Daí foi um passo até chegar à câmara e ao museu. “Inicialmente, pensávamos em recolher só o crânio, que do ponto de vista científico tem mais relevância. Até porque é complicado a nível da logística trazer um animal de sete metros para Lisboa”, explica Judite Alves. “Depois reflectimos bem e achámos que seria positivo e possível trazer um animal desta dimensão.”

Outro dos desafios esta sexta-feira era a subida da maré. Os cientistas lutam com todas as forças contra o tempo e o avanço do mar. Ouve-se um grito de glória. “Estava difícil”, rejubila Bruno Ribeiro. Juntamente com Carlos Delgado, conseguiram tirar a mandíbula da baleia cortando as articulações. Do outro lado, Judite Alves e Jorge Prudêncio encontram a coluna vertebral do animal. Digamos que não foi tarefa fácil. “Olha, como a carne está fresca acho que podemos levar um bocado de músculo para o ADN”, diz bióloga.

Estudar a biodiversidade 

Esta baleia vai integrar a colecção científica de mamíferos do MUHNAC, que está aberta à comunidade científica. Quando chegar ao Lisboa, os seus ossos vão ser limpos pelo taxidermista do museu, Pedro Andrade. Depois, vão atribuir um número de colecção a este exemplar, que será o segundo desta espécie. Já há na colecção um crânio e alguns ossos de uma fêmea. 

“Esta é sempre uma colecção que cresce a um ritmo mais lento”, comenta a bióloga. Afinal, não se pode capturar mamíferos. E ter um esqueleto destes é um bem precioso para se estudar a biodiversidade. “Por muito que se julgue já se saber, há sempre muito a investigar.”. Além disso, com novas tecnologias a surgir é possível saber mais. E também com as alterações climáticas cresce a necessidade de se estudar a biodiversidade e o que está a mudar nela.

Entre os curiosos está Rui Vieira, de 30 anos, doutorado em oceanografia. Vive em Inglaterra, mas por acaso estava em Portugal e a sua terra natal é a dez quilómetros. Veio à praia e encontrou estes trabalhos. “De vez em quando dão baleias à costa”, diz. 

Sofia Quaresma refere que já houve 130 ocorrências de dez espécies de animais em 15 anos, desde que chegou à câmara municipal. Este é o terceiro exemplar de uma baleia-anã. Diz ainda que já tinha contactado o MUHNAC  por causa de uma tartaruga-de-couro e um cachalote-pigmeu. 

Entretanto, começam-se a ver os ossos da baleia e a carne que foi sendo retirada, e guardada em sacos de plástico, vai ser incinerada. Ao mesmo tempo, as dificuldades desta missão intensificam-se. A maré sobe e cobre com as ondas o corpo do mamífero. E o cheiro ganha intensidade. Mas os cientistas vencem as adversidades. “Ainda pensei que não fosse possível e que iríamos só levar o crânio”, assume a bióloga.  As várias partes do esqueleto da baleia estão espalhadas pela areia, ainda com alguns pedaços de carne agarrados, e prontas para seguir para Lisboa numa carrinha. 


A missão está cumprida. E acaba de se saber que um golfinho também deu à costa nesta praia. Baleia e golfinho vão agora os dois para o museu. Quem sabe se os veremos numa exposição num futuro próximo. 

terça-feira, 23 de maio de 2017

Pataias novamente com praias de ouro

A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/ha-7-praias-de-ouro-em-alcobaca-e-na-nazare

Há 7 praias "de ouro” em Alcobaça e na Nazaré

Paredes da Vitória vai juntar-se às seis praias da região, que este ano vão hastear a bandeira de "Ouro". A Quercus divulgou, esta sexta-feira, a lista de praias com a qualidade de ouro.
Além da praia de Paredes da Vitória foram distinguidas Água de Madeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira, no concelho de Alcobaça, e praia da Nazaré e do Salgado, no concelho da Nazaré.
A associação ambientalista elegeu este ano 396 praias com qualidade de ouro em Portugal: são mais 14 que as da lista “dourada” de 2016 e mais 76 que as que poderão erguer Bandeira Azul em 2017. Para poder içar a Bandeira de Ouro basta que as análises oficiais da Agência Portuguesa do Ambiente revelem que a praia em questão demonstre qualidade excelente nas cinco últimas épocas balneares e que todas as análises do último ano estejam acima do percentil 95.

sábado, 11 de junho de 2016

Início da época balnear é dia 18 de junho

A notícia no Região de Cister nº1190 de 9 de junho de 2016

Alcobaça - Paredes da Vitória e São Martinho são as primeiras a receber vigilância
Época balnear no concelho arranca a partir da próxima semana

A época balnear vai começar no concelho de Alcobaça a partir do próximo dia 18 de junho.
As praias de Paredes da Vitória e de São Martinho do Porto são as primeiras a estrear-se na vigilância sazonal deste ano.
Para o dia 2 de julho está agendada a abertura da época balnear no norte do concelho, nomeadamente para as praias de Polvoeira, Pedra do Ouro, Légua, Água de Madeiros e Vale Furado.
De acordo com a portaria dos ministérios da Defesa e do Ambiente, na região centro do País, o início da época podia variar entre 13 de junho e 4 de julho, enquanto o final da época balnear deste ano está previsto para o período entre 30 de agosto e 15 de setembro, nas 37 praias definidas como águas balneares.
Entretanto, no concelho da Nazaré, a praia da vila já se encontra com a vigilância necessária. Por sua vez, a praia do Salgado terá a época balnear aberta a partir do próximo dia 1 de julho.
Recorde-se que, na região, as praias de São Martinho do Porto, Paredes da Vitória e Nazaré conquistaram, este ano, a bandeira azul, atribuída pela Associação Bandeira Azul da Europa.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Início da época balnear

A notícia no Diário de Leiria
http://www.diarioleiria.pt/noticia/6529

Época balnear arranca na região com garantia de segurança

As previsões meteorológicas apontam, pelo menos até dia 15, para alguma instabilidade no tempo, mas nem isso condiciona o arranque da época balnear nas diversas praias da região que, adiantam os municípios, terão garantia de segurança. Nos concelhos da Marinha Grande, Pombal, Caldas da Rainha, Pedrógão Grande e Leiria, a época balnear terá início a partir de dia 15 de Junho. No concelho de Alcobaça, as praias de Paredes de Vitória e de São Martinho do Porto verão a sua época balnear iniciar-se a 18 de Junho, enquanto que a 2 de Julho começa oficialmente a época na Polvoeira, Pedra do Ouro, Légua e Água de Madeiros. Já a praia de Vale Furado, contará também com vigilância, a partir de 2 de Julho.

sábado, 28 de maio de 2016

Praias de Ouro na freguesia de Pataias

A notícia na edição 1188 do Região de Cister de 26 de maio de 2016

Alcobaça/Nazaré zonas balneares com qualidade da água “excelente”
Seis praias da região classificadas com “Qualidade de Ouro” pela Quercus

A qualidade das praias da região voltou a ser distinguida. Desta vez, seis praias dos concelhos de Alcobaça e de Nazaré foram classificadas com o galardão “Qualidade de Ouro em 2016”, atribuído pela Quercus, uma organização ambiental nacional.
As praias destacadas foram Água de Madeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira, no concelho de Alcobaça, e praias da Nazaré e do Salgado, no concelho da Nazaré.
Estas praias da região juntam- se, a uma lista de 382 zonas balneares do País “cujas águas apresentam melhores resultados em termos de qualidade”.
De acordo com aquela associação ambiental, para as zonas balneares serem distinguidas com “Qualidade de Ouro” têm de cumprir certos requisitos como ter a qualidade da água considerada como “excelente”, segundo padrões da Agência Portuguesa do Ambiente, em análises dos cinco últimos anos.
O objetivo da distinção passa por “realçar as praias que ao longo de vários anos apresentem sistematicamente uma água balnear de qualidade excelente”, pode ler-se num comunicado de imprensa da Quercus.
Com o verão à porta, resta ir testar a veracidade da distinção de qualidade das praias da região.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Pataias volta a ter "Praias de Ouro"

As praias de Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua voltaram a ver reconhecida a qualidade das suas águas balneares com a atribuição do galardão "Praia de Ouro" da responsabilidade da Quercus.

A lista disponível aqui.

A notícia em: http://www.quercus.pt/comunicados/2016-col-150/maio/4754-quercus-classifica-382-praias-com-qualidade-de-ouro-em-2016


Quercus classifica 382 praias com Qualidade de Ouro em 2016

bandeira logoTal como tem vindo a ser hábito em épocas anteriores, a Quercus voltou a atribuir a classificação de “Praias com Qualidade de Ouro” às zonas balneares do pais cujas águas balneares apresentam melhores resultados em termos de qualidade. Este ano, foram distinguidas 382 praias com “Qualidade de Ouro”, 338 zonas balneares costeiras, 36 interiores e 8 de transição.

À semelhança dos anos anteriores, a Quercus identifica, de acordo os critérios estabelecidos pela própria Associação, as águas balneares em Portugal classificadas como tendo “Qualidade de Ouro”, com base na informação pública oficial, disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (SNIRH - http://snirh.pt/).

Assim, a Quercus identificou, em 2016, 382 praias com “Qualidade de Ouro” em Portugal – mais 68 que no ano anterior. Deste total, 321 praias situam-se em Portugal continental, 41 na Região Autónoma dos Açores e 20 na Região Autónoma da Madeira. Este ano temos mais 57 praias costeiras, 10 interiores, e 3 de transição, a receber esta distinção.

O concelho com maior número de praias com qualidade de ouro é Albufeira (22 zonas balneares), seguido de Vila Nova de Gaia (18 zonas balneares), Almada (16 zonas balneares), Torres Vedras e Vila do Bispo (12 zonas balneares).

Em comparação com o ano 2015, perdem o galardão 2 praias fluviais e três costeiras, sendo de realçar as praias de D. Ana, em Lagos, e da Leirosa, na Figueira da Foz, uma vez que a partir deste ano, passou a ser igualmente ponderado na atribuição do galardão, a existência de eventuais atentados ambientais ou paisagísticos nas praias.

Critérios a para atribuição do galardão praia com “Qualidade de Ouro”

Para receber a classificação de praia com “Qualidade de Ouro”, a água balnear das praias tem de respeitar os seguintes critérios:
Qualidade da água EXCELENTE nas cinco últimas épocas balneares de 2011 a 2015;
TODAS as análises realizadas, sem exceção, na última época balnear (2015) deverão ter apresentado resultados melhores que os valores definidos para o percentil 95 do anexo I da Diretiva relativa às águas balneares; ou seja, para águas costeiras e de transição, todas as análises deverão apresentar valores inferiores a 100 ufc/100ml para os Enterococos intestinais e inferiores a 250ufc/100ml para Escherichia coli, e para águas interiores 200 ufc/100ml e 500 ufc/100ml, respectivamente.

Esta avaliação efetuada pela Quercus é mais limitada em comparação com os múltiplos critérios para atribuição da Bandeira Azul, ao basear-se apenas na qualidade da água das praias, sendo contudo mais exigente neste aspeto em específico, para além de incluir todas as águas balneares, não envolvendo qualquer processo de candidatura.

O objetivo da Quercus é realçar as praias que ao longo de vários anos (cinco), apresentam sistematicamente uma água balnear de qualidade excelente (tendo em conta a classificação da legislação em vigor), e que, nesse sentido, oferecem assim uma maior fiabilidade no que respeita à qualidade da sua água.

Ficam de fora desta lista, as águas balneares cuja classificação abranja menos de cinco anos e aquelas que só mais recentemente viram resolvidos os seus problemas de poluição ou onde se tenha verificado na última época balnear uma qualquer análise de qualidade inferior à estabelecida como mínimo pela Quercus.

Este ano, pela primeira vez, será hasteada oficialmente a Bandeira “Qualidade de Ouro” na praia da Formosa, na ilha de St.ª Maria, Açores, no dia 13 de Junho.

Lisboa, 19 de Maio 2016

A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

sexta-feira, 25 de março de 2016

Reunião de Câmara - informações sobre a freguesia

Através do blogue do (novamente) vereador Rogério Raimundo
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2016/03/242418mar20161331-9rc2016ext23mar14h30a.html

Reunião de Câmara de 18 de março de 2016

Revisão do POOC Alcobaça-Mafra

Problemática e proteção das arribas em Água de Madeiros e Pedra do Ouro.
Ausência de um estacionamento para a Polvoeira.
«Paredes da Vitória… Como está a solução para as obras ilegais na zona do Vale da Ribeira?»
Clandestinos entre a Mina do Azeche e Vale Furado.
Problemática de Vale Furado «aquelas vergonhas».
Requalificação da praia da Légua e deslocalização de habitações na Falca.
Prevista Discussão Pública em Agosto de 2016.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Praias de Ouro do Oeste

A notícia no Tinta Fresca
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=699ecf7a-eb81-4e27-bec0-1b0cecf0678e&edition=176

Três praias saíram da lista, mas entraram outras três
42 praias da região Oeste, Leiria e Santarém classificadas com Qualidade de Ouro
   
A Quercus classificou 42 praias da região com Qualidade de Ouro, o mesmo número que no ano anterior, embora tenha havido três entradas e três saídas. O concelho de Alcobaça perde a praia de S. Martinho do Porto e o da Lourinhã a praia Areia Sul. Por sua vez, Mafra perde Baleia, mas ganha Ribeira de Ilhas. Com sinal positivo, o concelho da Marinha Grande ganha Praia Velha e o de Peniche Medão – Supertubos. 
Dia 1 de junho, 180 praias portuguesas iniciaram a sua época balnear. Outras 199 começaram o período balnear apenas a 15 de junho e, a partir de 1 de agosto, todas as 569 águas balneares em Portugal estarão em condições de ser frequentadas.
À semelhança dos anos anteriores, a Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza identificou, de acordo com critérios estabelecidos pela própria associação, as águas balneares em Portugal classificadas como tendo qualidade de ouro, com base na informação pública oficial, disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente.
No total, a Quercus identificou 314 praias com qualidade de ouro em Portugal – menos 41 que no ano anterior - sendo 26 praias interiores.Em 2015, existem 569 águas consideradas balneares em território nacional.
Tal como sucede no início de todas as épocas balneares, a Quercus voltou a atribuir a classificação de ‘Praias com Qualidade de Ouro’ às zonas balneares do país cujas águas balneares apresentem melhores resultados em termos de qualidade. Este ano, foram distinguidas 314 praias com qualidade de ouro, das quais 283 são costeiras, 26 são interiores e 5 são de transição.
Para receber a classificação de praia com qualidade de ouro, a água balnear tem de respeitar os seguintes critérios:
- Qualidade da água EXCELENTE nas cinco últimas épocas balneares de 2010 a 2014;
- TODAS as análises realizadas, sem exceção, na última época balnear (de 2014) deverão ter apresentado resultados melhores que os valores definidos para o percentil 95 do anexo I da Diretiva relativa às águas balneares; isto é, para águas costeiras e de transição, todas as análises deverão apresentar valores inferiores a 100 ufc/100 ml para os Enterococos intestinais e inferiores a 250 ufc/100 ml para a Escherichia coli, e para águas interiores, 200 ufc/100 ml e 500 ufc/100 ml, respetivamente.
Esta avaliação efetuada pela Quercus é mais limitada em comparação com os múltiplos critérios para atribuição da Bandeira Azul, ao basear-se apenas na qualidade da água das praias, apesar de ser mais exigente neste aspeto em específico, para além de incluir todas as águas balneares, não envolvendo qualquer processo de candidatura.
O objetivo da Quercus é realçar as praias que ao longo de vários anos (cinco, neste caso), apresentam sistematicamente uma água balnear de boa qualidade ou qualidade excelente (tendo em conta a classificação da legislação em vigor), e que, nesse sentido, oferecem assim uma maior fiabilidade no que respeita à qualidade da água.
Ficam de fora desta lista as águas balneares cuja classificação abranja menos de cinco anos e aquelas que só mais recentemente viram resolvidos os seus problemas de poluição ou onde se tenha verificado na última época balnear uma qualquer análise de qualidade inferior à estabelecida como mínimo pela Quercus.
Em comparação com 2014, há menos 41 praias com qualidade de ouro, num total de 314 das 569 águas balneares. Este ano, temos menos 39 praias costeiras e 2 interiores a receber esta distinção.
O concelho com maior número de praias com qualidade de ouro é Albufeira (com 21 zonas balneares), seguido de Vila Nova de Gaia (18), Vila do Bispo (12), Torres Vedras (11), Cascais e Grândola (10). Os concelhos com maior número de praias interiores com qualidade de ouro são Vinhais (3) e Macedo de Cavaleiros (2). Entre 2014 e 2015, houve 21 novas águas balneares a serem classificadas como qualidade de ouro, enquanto 62 perderam essa classificação.
Praias da Região classificadas com Qualidade Ouro

Alcobaça 
Agua de Madeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira

Caldas da Rainha
-Foz do Arelho‐Lagoa e Praia do Mar

Leiria 
Pedrógão Centro e Pedrógão Sul

Lourinhã 
Areia Branca, Peralta, Porto Dinheiro e Valmitão

Macão 
Carvoeiro (Interior)

Mafra
Foz do Lizandro‐Mar, Porto da Calada, Ribeira de Ilhas e S. Lourenço

Marinha Grande 
Pedras Negras e Praia Velha

Nazaré
Nazaré e Salgado

Peniche
Baleal Campismo, Baleal Norte, Baleal Sul, Consolacão, Cova da Alfarroba, Gamboa, Medão‐Supertubos, Peniche de Cima, S. Bernardino

Pombal
Osso da Baleia

Tomar 
Alverangel (Interior)

Torres Vedras
Amanhã‐Santa Cruz, Azul Centro‐Santa Cruz, Fisica‐Santa Cruz, 
Formosa, Mirante‐Santa Cruz, Navio, Pisão‐Santa Cruz, Santa Helena, Santa Rita‐Norte e Santa Rita‐Sul

terça-feira, 9 de junho de 2015

Análise das águas balneares 2015

Iniciam-se esta semana as análises às águas balneares nas praias da freguesia.
No ano de 2014, as praias da freguesia de Pataias obtiveram a classificação de excelente, tendo sido Água de Madeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira reconhecidas pela qualidade das suas águas com o galardão "Praias de Qualidade de Ouro 2015".

Os perfis das águas balneares podem ser consultados aqui:
http://www.apambiente.pt/index.php?ref=19&subref=906&sub2ref=919&sub3ref=920

sábado, 6 de junho de 2015

Praias de Qualidade de Ouro

A notícia em:
http://regiaodecister.pt/pt/noticias/regiao-tem-quatro-praias-de-ouro

Região tem quatro praias de ouro

As praias da Nazaré, Salgado, Polvoeira e Légua foram distinguidas pela Quercus com o galardão de praias de "Qualidade de Ouro". São Martinho do Porto foi excluída da lista, tal como já tinha sucedido com a Bandeira Azul.

A associação ambientalista atribui, no início de cada época balnear, a classificação de “Praias com Qualidade de Ouro” aos destinos balneares do país cujas águas balneares apresentem os melhores resultados em termos de qualidade. Este ano foram destacadas 314 praias de todo o País.

O galardão da Quercus é atribuído de acordo com critérios estabelecidos pela própria entidade e com base na informação pública oficial, disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente.

No distrito, além das duas praias do concelho da Nazaré e as duas praias do concelho de Alcobaça, foram distinguidas ainda as praias do Osso da Baleia (Pombal), Pedrogão Sul (Leiria), Velha (Marinha Grande), Foz do Arelho, Mar (Caldas da Rainha), Baleal-Norte, Baleal-Sul, Gambôa, Peniche de Cima e São Bernardino (Peniche), 

Comentário

Mais uma notícia descuidada do Região de Cister.
Por um lado, refere incorretamente as praias de qualidade de ouro no concelho de Alcobaça: são quatro e não apenas duas - Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua.
Depois, não faz referência à saída da "pérola do concelho", S. Martinho do Porto e à perda de qualidade das suas águas balneares.