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segunda-feira, 10 de abril de 2023

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Lagoa de Pataias - 1922

A Lagoa de Pataias, em 1922.
Mais uma fotografia disponibilizada pelo Tiago Inácio.

A mesma fotografia e outra já haviam andado por aqui.

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

A antiga escola primária em 1934

Mais uma fotografia postada pelo Tiago Inácio e repescada do facebook.
É o edifício da antiga escola primária, em 1934, logo após a sua inauguração.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Paredes da Vitória, no 1º quartel do século XX

Mais um extraordinário documento para a nossa memória coletiva por aquele que é, hoje em dia, o maior conhecedor da nossa história local: Tiago Inácio.
E o Tiago, ao contrário de outros, não fecha a nossa história em gavetas e apregoa aos sete ventos que tem.
Muito obrigado Tiago.
Paredes da Vitória, 1929

Paredes da Vitória, finais do séc. XIX (anterior a 1909, data do incêndio da capela)

Retirado do facebook.

sábado, 26 de outubro de 2019

À Pata Aias - População, ruas e casais

À Pata Aias - População, ruas e casais
Hoje, mais um passeio pelas ruas e história de Pataias.
A partida é no Largo do Cruzeiro, pelas 10h.

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Requalificação da Av. Rainha Santa Isabel

Foi uma das requalificações da Avenida, mais precisamente o Rossio.
Outra, recordo, foram as trísias.
A obra foi polémica, não só pela demolição do Coreto, mas pelo desenho do jardim e os seus muretes altos.
As fotografias foram disponibilizadas pelo Tiago Inácio e são datadas de 1990.




quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Exposição da indústria vidreira em Pataias

No Museu do Vidro da Marinha Grande, exposição relativa às indústria vidreiras de Pataias.
Das terças aos domingos, até 28 de outubro.
Entrada gratuita.


As indústrias vidreiras de Pataias

A fundação das indústrias de vidro em Pataias, contribuiria notavelmente para o desenvolvimento industrial da freguesia numa altura em que apenas os fornos da cal se afirmavam como única indústria pataiense.
A empresa vidreira de Pataias, fundada em 1921, contribuiria não só para o desenvolvimento económico, como também social, marcando a paisagem com as suas instalações fabris junto da linha do oeste em Pataias-Gare.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

A exploração de pedra na Mata de Pataias

Mais um apontamento do Tiago Inácio na página do facebook "Gente que ama Pataias", com data de 30 de agosto de 2018

A cobrança pela exploração da Pedreira da mata.

(...) "A crescente extracção da pedra da pedreira da mata, principalmente com destino às fábricas de vidro na Marinha Grande, levou a Junta de Freguesia a tomar medidas. Deste modo, em reunião de 15 de Maio de 1944, deliberam que “ tendo esta junta conhecimento que tem saído da mata pública ultimamente grande porção de pedra para o Concelho da Marinha Grande, destinada à indústria, foi resolvido que entre em vigor no próximo dia 1 de Junho, a postura por esta junta anteriormente estabelecida para se mandarem afixar editais”. Assim, a partir de 1 de Junho de 1944, a Junta de Freguesia começou a cobrar 3$00 escudos por metro cúbico da pedra extraída com destino às fábricas de vidro da Marinha Grande e 1$50 por metro cúbico de pedra extraída para os fornos de cal de Pataias, obras e fábricas na freguesia de Pataias, nomeadamente a Empresa Vidreira de Pataias, a Vidreira de Pataias de Roldão & filhos e a Fábrica de Garrafas da Martingança."



domingo, 2 de setembro de 2018

As balanças de Pataias-Gare

Mais um apontamento do Tiago Inácio na página do facebook "Gente que ama Pataias", com data de 24 de agosto de 2018

As Balanças de Pataias-Gare

As Balanças assumiram um papel importante na comercialização da cal. Existiam balanças de vários tipos e capacidades. Todos os industriais que vendiam por conta própria possuíam as suas próprias balanças cuja capacidade variava entre os 100 e os 200kg. Apenas Hermínio Mota possuía uma balança de 500kg que acabaria por vender a Joaquim Ribeiro, depois de abandonar o negócio em meados da década de 80. Contudo, as Vidreiras, Manuel Pereira, os Serranos, a Cibra e por fim Joaquim Vaz Pereira, possuíam balanças de grande porte. Analisaremos estas grandes balanças que existiram em Pataias-Gare.
Das grandes balanças que existiram, a mais arcaica situava-se na Vidreira de Pataias de Roldão & Filhos, Lda, conhecida como a fábrica de cima. Era uma balança apenas para pesar os carros de bois com uma capacidade aproximada de 5 toneladas. O carro ficaria em cima da balança e os bois fora. Também a fábrica de baixo possuía uma grande balança com uma capacidade aproximada de 20 toneladas. Luís Serrano possuía igualmente uma balança, cuja capacidade deveria rondar as 5 toneladas . Através das memórias da família Serrano, sabemos que a balança se localizava junto dos fornos: “junto aos fornos de cal ficava o armazém da cal, os telheiros para a caruma, a casa da báscula e a garagem.” . Manuel Pereira, proprietário de uma Serração junto da fábrica de Vidro de cima, possuía igualmente uma balança cuja capacidade máxima se desconhece. 
Como já referido anteriormente, todas as propriedades dos Serranos seriam vendidas à Cibra a 15 de Março 1945. Contudo, sabemos que até Julho a balança continuou a ser utilizada por Luís Serrano, como provam alguns talões de pesagem. A Cibra acabaria também por construir uma balança, junto da entrada da fábrica, no final dos anos 40 ou já no inicio da década de 50 sendo a maior balança existente. Também Joaquim Vaz Pereira adquire, na década de 50, uma grande balança que acabaria por ser substituída por uma de maior capacidade na década de 60. É a única balança tradicional ainda existente em Pataias-Gare, uma vez que as da Cibra são actualmente digitais.
Relativo a esta balança ainda existente, sabemos que a capacidade máxima é de 30 toneladas e foi fabricada em 1965.

sábado, 18 de agosto de 2018

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Exposição de memórias do concelho

A notícia em:
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=cbeb2b2f-1570-4082-8b74-26daf80a14a9&edition=212

Alcobaça
Feira de S. Bernardo exibe exposição Memórias do concelho na 1ª metade do século XX
   
Na Feira de São Bernardo (18 a 22 de agosto) encontrará um espaço exclusivamente dedicado à evocação da memória e das tradições do concelho, na primeira metade do século XX. A exposição “Património e Memória” irá mostrar uma recolha de fotografias e objetos que nos transportam aos tempos dos nossos antepassados, às vivências e à cultura dos nossos pais, avós e bisavós: objetos decorativos das casas, automóveis e bicicletas, taverna e muito mais. “Da vivência à cultura, a exposição irá exibir a riqueza do nosso património cultural e da nossa identidade. Irá mostrar como eram, naquele tempo, o equipamento dos bombeiros, os objetos decorativos que tínhamos nas nossas casas, com destaque para a cerâmica e para a chita, os automóveis e as bicicletas que circulavam nas nossas estradas, entre muitos elementos”, afirma a Vereadora da Cultura, Inês Silva. 

“Património e Memória” é uma iniciativa da Câmara Municipal em consonância com as comemorações do Ano Europeu do Património Cultural e será seguramente um dos pontos altos da Feira de São Bernardo deste ano. Consulte a programação completa da Feira de São Bernardo.

domingo, 12 de agosto de 2018

Visita de Américo Tomás à Cibra em 1963

Disponibilizado pelo Tiago Inácio
(Facebook - Gente que Ama Pataias, publicado em 14 de junho de 2018)












sábado, 11 de agosto de 2018

Comissão de Pataias em visita a "O Século"

Disponibilizado pela Ana Ferraz Pereira
(Facebook - Gente que Ama Pataias, publicado a 9 de julho de 2018)

"Comissão de Pataias (Marinha Grande) visitando o Século". 10 Outubro 



sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Fabricantes de cal

Disponibilizado pelo Tiago Inácio
(Facebook - Gente que Ama Pataias, publicado a 17 de julho de 2018)





quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Forno da Cal do Joaquim Ronceiro

Apontamento do Tiago Inácio
(facebook - Gente que Ama Pataias, publicação a 19/7/2018)

A 30 de Junho de 1995, encerrava o último forno de cal, propriedade de Joaquim Vieira Grilo (Esquim Ronceiro, falecido em 1993), explorado pelo seu filho António Sebastião Grilo. Actualmente com o barracão tradicional destruído. Fotos do ano 2000, 2006, 2012 e 2018.






quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Pataias - Memórias paroquias 1758

Apontamento do Tiago Inácio
(Facebook - Gente que Ama Pataias, publicação a 23 de julho de 2018)

Em Janeiro de 1758, por ordem do Marquês de Pombal, era enviado um inquérito a todas as paróquias Portuguesas pedindo a descrição da paróquia e os estragos provocados pelo terramoto de 1755 (que arruinou a Igreja de Pataias).
Os inquéritos foram compilados em mais de três dezenas de volumes, passando a designar-se por Memórias Paroquiais. 
Relativo a Pataias, 8 páginas fazem uma descrição detalhada da Paróquia Setecentista.
Abaixo, uma cópia da primeira página relativa a Pataias e foto da antiga Igreja de Pataias, reconstruída depois do terramoto de 1755:
Transcrição do documento:
"“Resposta ao que se procura saber pelo papel juncto da Freguezia de Patayas: Ee o seguinte:
O lugar de Patayas quanto à subjeiçaó Eccleziastica, Ee da obediencia da Mitra Episcopal da Cidade de Leiria, unido à Província da mesma: contem noventa vezinhos, duzentos e vinte e uma pessoas mayores, e sincoenta e duas menores: o orago desta Freguezia do lugar de Patayas Ee Nossa Senhora da Esperança, cujo Parocho tem o titulo de Cura apresentado pelo Excelentissimo Bispo da Cidade de Leiria. Provincia da Estremadura.

A Igreja da ditta Freguezia tem tres Altares, o primeiro Ee o do Santissimo Sacramento com a sua Irmandade: os dois são colaterais: Eum de Nossa senhora do Rozario sem Irmandade, e outro do gloriozo Sancto António taó bem sem Irmandade, e outro das Almas com Irmandade: naó tem rendas as dittas Irmandades, e só concorrem para os cultos Divinos e veneraçoens dos Sanctos e moradores da ditta Freguezia com suas esmolas: Foi a ditta Igreja gravemente arruinada pelo Terramoto do anno de 1755. E necessita de todo ser reedificada e naó está, por ser pobrissima, contudo, andava nessa deligencia. Naó tem naves...?”

Fonte: Arquivo de Documentos Históricos da UFPM



terça-feira, 7 de agosto de 2018

As invasões francesas na freguesia de Pataias

Apontamento do Tiago Inácio
(Facebook - Gente que Ama Pataias, publicação de 20 de julho de 2018)

A 3ª invasão Francesa, a mais mortífera das invasões, causou sérios danos na Paróquia de Pataias.
Antes das Invasões, Pataias contava com cerca de 1500 habitantes. Depois da 3ª invasão, Pataias contava com pouco mais de 600 habitantes. A politica de terra queimada, reduzia a cinzas todos os campos de cultivo, dificultando, assim, o acesso de mantimentos ao exército Francês. A fuga da população e a falta de mantimentos, devido à politica mencionada, conduziu a que uma grande massa de camponeses morresse à fome ou de doenças provocadas pela deficiente nutrição.
A imagem abaixo reproduz a primeira das 19 páginas (do registo de óbitos da Paróquia de Pataias) onde constam os nomes de todos os que faleceram por conta dos Franceses: "Alistos (?) das Pessoas desta freguesia de Senhora da Esperança de Pataias que morreram no tempo da Invasão dos Franceses e as terras onde morreram (...)".
No total são 742 pessoas, naturais ou a viver em Pataias, que morreram entre 18 de Novembro de 1810 e 24 de Março de 1811. Mais algumas dezenas morreriam nos meses seguintes de doença prolongada.

Fontes:
-Registo de óbitos da Paróquia de Pataias (Arquivo Distrital de Leiria);
-O Couseiro ou Memórias do Bispado de Leiria.



segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Paredes da Vitória 1962

Postal ilustrado de Paredes da Vitória.
Provavelmente fotografia a preto e branco, colorida posteriormente.


domingo, 5 de agosto de 2018