Do blogue do vereador Rogério Raimundo as informações relativas à freguesia de Pataias na reunião de Câmara de 20 de Dezembro
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2012/12/617321dez20121545-falta-de-criterios.html
Freguesia de Pataias recebe 52 mil euros.
A Junta de Freguesia de Pataias vai receber 20 mil euros até ao final do ano.
A juntar a esta verba, acrescem 32 mil euros a serem pagos no início do ano.
Para
além desta verba, o presidente da Junta de Freguesia de Pataias
informou na última Assembleia de Freguesia, que há ainda uma verba de
cerca de 16 mil euros referente ao último festival de verão, que também
será desbloqueada pela Câmara para a Junta.
A informação no blogue uniralcobaca.blogspot
1. No período depois da ordem do dia surgiu, de repente propostas de apoio financeiro para algumas Juntas de Freguesia...
1.1.Alfeizerão 8 mil euros agora e 30 mil em 2013...Obras na zona do envolvimento do mercado
1.2. Benedita 5 mil euros agora e 25 mil em 2013...Festas da Vila
1.3.Cela 5 mil euros agora e 20 mil em 2013...Alargamento ponte Casal Ramos
1.4. Évora 4.368,96 euros agora e 10 mil em 2013...Capela dos Carris e subsídio para cilindro
1.5. Maiorga 1500 euros agora e nada em 2013
1.6. Martingança 10 mil euros agora e 30 mil em 2013...Pav de ruas
1,7. Pataias...20 mil euros agora e 32 mil em 2013...Pavimentações e remodelação da Junta
1.8. São Martinho 5 mil euros agora e 17 mil em 2013...WC na praia e obras no mercado
1.9. São Vicente 3 mil euros agora e 5 mil em 2013
1.10. Turquel 5 mil euros agora e 55 mil em 2013...tractor, cemitério e pavimentações em Carvalhal de Turquel
1.11. Vestiaria 2.500 euros agora e nada em 2013...horas de máquina
Para sugestões, comentários, críticas e afins: sapinhogelasio@gmail.com
sábado, 22 de dezembro de 2012
Sola de Alparcata - Caminhada solidária
A notícia na edição 1009 do Região de Cister de 20 de dezembro de 2012
Caminhada do próximo domingo traz detalhes sobre nova atividade solidária
Sola de Alparcata organiza-se para dar mais um cabaz a uma família carenciada
Mais uma família carenciada, designada pelos membros do grupo Sola de Alparcata, deverá beneficiar, em breve, de um cabaz de compras. Aquela intenção vai ser participada e discutida no próximo domingo, no decorrer do almoço que encerra mais uma manhã de atividade.
Denominada “Caminhada do Pai Natal”, a iniciativa irá consistir num percurso circular (partida e chegada no mesmo local), saindo do Parque de Campismo das Paredes da Vitória, freguesia de Pataias, pelas 9:45 horas. Com distância de oito quilómetros, a caminhada irá ter um nível de dificuldade médio.
O almoço, servido no restaurante do Parque de Campismo, incluirá grelhados mistos e terá um custo de seis euros por adulto, devendo os interessados efetuar a respetiva inscrição junto dos membros do grupo, pelo mail soladealparcata@iol.pt ou na página do Facebook “Sola de Alparcata”.
Caminhada do próximo domingo traz detalhes sobre nova atividade solidária
Sola de Alparcata organiza-se para dar mais um cabaz a uma família carenciada
Mais uma família carenciada, designada pelos membros do grupo Sola de Alparcata, deverá beneficiar, em breve, de um cabaz de compras. Aquela intenção vai ser participada e discutida no próximo domingo, no decorrer do almoço que encerra mais uma manhã de atividade.
Denominada “Caminhada do Pai Natal”, a iniciativa irá consistir num percurso circular (partida e chegada no mesmo local), saindo do Parque de Campismo das Paredes da Vitória, freguesia de Pataias, pelas 9:45 horas. Com distância de oito quilómetros, a caminhada irá ter um nível de dificuldade médio.
O almoço, servido no restaurante do Parque de Campismo, incluirá grelhados mistos e terá um custo de seis euros por adulto, devendo os interessados efetuar a respetiva inscrição junto dos membros do grupo, pelo mail soladealparcata@iol.pt ou na página do Facebook “Sola de Alparcata”.
JF Pataias - Recolha de alimentos
A notícia na edição 1009 do Região de Cister de 20 de dezembro de 2012
Pataias
Campanha de recolha de alimentos para 60 famílias
Depois de terem recolhido toneladas de alimentos a favor do Banco Alimentar, os voluntários da zona Norte do concelho de Alcobaça são chamados a participar na campanha a favor da Loja Social da Junta de Freguesia de Pataias.
A iniciativa irá decorrer no Intermarché de Pataias e no Mini Preço (Calços, Martingança) durante o próximo domingo. Os clientes daquelas superfícies comerciais vão ser abordados no sentido de doarem bens alimentares e artigos de higiene que permitam garantir, ao longo do ano, o apoio a cerca de 60 famílias carenciadas (128 adultos e 38 crianças, residentes em Pataias e Martingança) previamente identificadas pela Junta de Freguesia.
Leite, enlatados, óleo, azeite, arroz, massa, cereais, bolachas e produtos de higiene são alguns dos artigos que os pataienses vão poder doar para a Loja Social, quer nos dois hipermercados quer em todos os minimercados espalhados pela zona Norte do concelho e devidamente identificados.
Suprir as necessidades imediatas das famílias carenciadas, através da recolha de diversos géneros usados ou novos; promover e desenvolver uma política social numa perspetiva integrada e potenciar a responsabilidade cívica e comunitária das pessoas beneficiadas são os principais objetivo do projeto da Loja Social.
Pataias
Campanha de recolha de alimentos para 60 famílias
Depois de terem recolhido toneladas de alimentos a favor do Banco Alimentar, os voluntários da zona Norte do concelho de Alcobaça são chamados a participar na campanha a favor da Loja Social da Junta de Freguesia de Pataias.
A iniciativa irá decorrer no Intermarché de Pataias e no Mini Preço (Calços, Martingança) durante o próximo domingo. Os clientes daquelas superfícies comerciais vão ser abordados no sentido de doarem bens alimentares e artigos de higiene que permitam garantir, ao longo do ano, o apoio a cerca de 60 famílias carenciadas (128 adultos e 38 crianças, residentes em Pataias e Martingança) previamente identificadas pela Junta de Freguesia.
Leite, enlatados, óleo, azeite, arroz, massa, cereais, bolachas e produtos de higiene são alguns dos artigos que os pataienses vão poder doar para a Loja Social, quer nos dois hipermercados quer em todos os minimercados espalhados pela zona Norte do concelho e devidamente identificados.
Suprir as necessidades imediatas das famílias carenciadas, através da recolha de diversos géneros usados ou novos; promover e desenvolver uma política social numa perspetiva integrada e potenciar a responsabilidade cívica e comunitária das pessoas beneficiadas são os principais objetivo do projeto da Loja Social.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Assembleia de Freguesia de Pataias aprova orçamento de 1 milhão de euros
A Assembleia de Freguesia de Pataias aprovou, ontem, o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para o ano 2013, apresentados pela Junta de Freguesia de Pataias. O orçamento tem um valor previsto no total de 1.056.991 euros.
No capítulo das receitas estão previstas como mais significativas:
Mercado – 110.000 €
Parque de Campismo – 220.400 €
Piscinas – 240.000 €
Outros – 278.108 € (Fundo de Estabilização Financeira, transferências da Câmara)
No capítulo das despesas, o destaque vai para:
Pessoal – 160.540 €
Aquisição de bens e serviços – 135.507 €
Investimentos – 139.199 €
Outros – 128.053 € (coletividades, apoios sociais, despesas bancárias)
Setorialmente, tem especial relevância as Piscinas e o Parque de Campismo.
Despesas com as piscinas:
Pessoal – 213.750 €
Aquisição de bens e serviços – 48.138 €
Investimento – 4.000 €
Despesas com o Parque de Campismo:
Pessoal – 15.000 €
Aquisição de bens e serviços – 62.650 €
Investimentos – 25.000 €
Durante a pequena discussão relativa ao orçamento, o Presidente da Junta esclareceu que apesar do elevado montante do orçamento (1 milhão de euros), a verba efetivamente disponível para investimentos é de apenas 140 mil euros, pelo que não será possível fazer grandes obras. Referiu ainda que a Junta assumiu um conjunto de compromissos e estabeleceu protocolos com diversas coletividades, apoiando-as mensalmente com uma verba fixa (por exemplo, os bombeiros com o pagamento do auditório, a Filarmónica com uma verba para a escola de música ou a ABEOTL com um subsídio para o lar). Inquirido pela bancada do PS, esclareceu ainda que apenas durante o 1º mandato, e dando cumprimento a então promessa eleitoral, os elementos do executivo abdicaram dos seus vencimentos, o que já não aconteceu no 2º e 3º mandatos.
Reorganização autárquica
No período antes da ordem do dia, Eduardo Calaxa questionou o executivo sobre qual a sua posição face a uma possível agregação com Alpedriz e Montes, adiantando que, pessoalmente, encarava como positiva para a freguesia essa situação. O Presidente da Junta respondeu que «não tenho medo de ser grande», dando a entender que via essa agregação também com bons olhos. Da discussão que se seguiu lamentou-se o facto de a Assembleia Municipal não ter tomado uma posição efetiva face à questão das agregações e que sob o ponto de vista dos serviços, uma agregação de Alpedriz, Montes e Cós pode significar uma perda significativa para Pataias, nomeadamente quanto às áreas de ação dos Bombeiros e da GNR, caso a nova freguesia seja servida por Alcobaça.
Espaço Cultural e Centro Escolar
Durante os trabalhos da Assembleia foi ainda referida a inauguração do novo espaço cultural, que funcionará, em regime de voluntariado, das 14h às 18h30 e cuja viabilidade será determinada pela futura afluência de público.
A bancada do PS lamentou ainda que, uma vez mais, Pataias tenha sido preterida em termos de investimentos, face a Alcobaça e à Benedita, nomeadamente quanto à construção do novo centro escolar e da há muito falada requalificação da Avenida Rainha Santa Isabel: «obras prometidas e que não foram feitas». O presidente da Junta acabou por dizer que, neste momento, há que contextualizar a situação socioeconómica do país e das autarquias, o que pode levar ao adiamento por 4 ou 5 anos de alguns projetos.
Foi ainda informado que face ao que aconteceu nas Paredes no último fim de semana, já se deslocaram à praia técnicos da ARH que irão estudar soluções para fixar o leito do rio e repor parte do cordão dunar destruído.
Período aberto ao público
No período aberto ao público, desta vez com a presença de duas pessoas, foram abordadas por Paulo Grilo questões relativas à Praia das Paredes, tendo falado em incúria por parte das entidades responsáveis pela praia e pela situação a que se deixou chegar o paredão de suporte da marginal.
Referiu-se ainda que, face ao que foi dito pelo presidente da Junta e a referência à existência de um contexto atual de “vacas magras”, a solução lógica (com muita pena sua) seria aproveitar as instalações da EB2,3 para alojar o centro escolar de Pataias, com possível transferência de turmas do 3º ciclo para Alcobaça.
Finalmente referiu que não havia sido só a Assembleia Municipal que não tomou uma posição, também a Assembleia de Freguesia de Pataias nada havia feito, mesmo quando confrontada com a agregação com a Martingança. Como pataiense, e face a uma proposta que visa acabar com a freguesia de Pataias, tal como se conhece hoje, nada foi discutido e nada foi feito. Referiu ainda que se ainda se podia perceber a tomada de posição da Assembleia em junho (aceitar as decisões da Assembleia Municipal) quando a freguesia de Pataias não era diretamente afetada pelas agregações, o mesmo não se compreende quando em novembro é proposta a agregação de Pataias com a Martingança. Terminou dizendo que essa era uma matéria que justificava ouvir as pessoas da freguesia e realizar uma assembleia extraordinária e, quem sabe, uma eventual mudança de posição. Ou não. Mas que essa discussão tinha que ter sido feita, pois assim parece ter havido uma demissão nas responsabilidades por parte de quem representa a freguesia de Pataias.
Centros escolares vão custar 51,5 milhões de euros
A notícia na edição 1009 do Região de Cister de 20 de dezembro de 2012
Contratos obrigam a pagamento de uma verba de 51,5 milhões de euros até 2035
Município reduz encargos de 15 milhões de euros pelos centros escolares
A Assembleia Municipal de Alcobaça discute, amanhã, a renegociação dos contratospromessa com a empresa municipal Cister Equipamentos relativos às parcerias público-privadas para a construção dos centros escolares, que foram aprovados com o voto de qualidade de Paulo Inácio em sessão de Câmara.
O município vai pagar, até 2035, qualquer coisa como 51,5 milhões de euros, mas, segundo o chefe do executivo municipal, conseguiu “reduzir em cerca de 15 milhões os encargos” com a operação.
Os contratos serão, ainda, remetidos a visto do Tribunal de Contas, mas o processo ainda pode sofrer várias reviravoltas, até porque a empresa municipal, por via da lei, pode vir a ser extinta. Nessa medida, a autarquia garantiu junto dos parceiros privados a possibilidade de adquirir as participações a valor nominal pela empresa municipal Terra de Paixão.
A oposição contesta o teor dos contratos em causa. “Não conheço nenhum município que tenha construído mega centros escolares com estes custos sem qualquer apoio financeiro do Estado ou da União Europeia”, frisa Rogério Raimundo (CDU).
José Acácio Barbosa e Jorge Agostinho, vereadores do PS, votaram contra a proposta da maioria social-democrata.
Contratos obrigam a pagamento de uma verba de 51,5 milhões de euros até 2035
Município reduz encargos de 15 milhões de euros pelos centros escolares
A Assembleia Municipal de Alcobaça discute, amanhã, a renegociação dos contratospromessa com a empresa municipal Cister Equipamentos relativos às parcerias público-privadas para a construção dos centros escolares, que foram aprovados com o voto de qualidade de Paulo Inácio em sessão de Câmara.
O município vai pagar, até 2035, qualquer coisa como 51,5 milhões de euros, mas, segundo o chefe do executivo municipal, conseguiu “reduzir em cerca de 15 milhões os encargos” com a operação.
Os contratos serão, ainda, remetidos a visto do Tribunal de Contas, mas o processo ainda pode sofrer várias reviravoltas, até porque a empresa municipal, por via da lei, pode vir a ser extinta. Nessa medida, a autarquia garantiu junto dos parceiros privados a possibilidade de adquirir as participações a valor nominal pela empresa municipal Terra de Paixão.
A oposição contesta o teor dos contratos em causa. “Não conheço nenhum município que tenha construído mega centros escolares com estes custos sem qualquer apoio financeiro do Estado ou da União Europeia”, frisa Rogério Raimundo (CDU).
José Acácio Barbosa e Jorge Agostinho, vereadores do PS, votaram contra a proposta da maioria social-democrata.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
«Pataias não terá grande interesse na agregação»
A notícia na edição 1009 do Região de Cister de 20 de dezembro de 2012
“Há uma grande revolta no seio da população da Martingança”
Aquele que se arrisca ser o último presidente da Junta da Martingança assegura que a população não vai cruzar os braços na luta contra o regresso à freguesia de Pataias, mas privilegia a via do diálogo para o conseguir.
REGIÃO DE CISTER (RC ) > Segundo a lei da reorganização administrativa a Martingança voltará a ser integrada na freguesia de Pataias. Sente-se o último presidente da Junta da Martingança?
FERNANDO ESCUDEIRO (FE) > O que sei é que este é o meu último mandato na Junta. Se me pergunta se me sinto como o último presidente da Junta da Martingança, respondo que ainda não estou convencido que a lei venha a ser aplicada. Estou a favor de uma reforma administrativa, porque o nosso País necessita, efetivamente, que reformas na administração local, mas não faz sentido que ela seja feita através do Governo ou da Assembleia da República. Aceito que tenham assinado com a troika um compromisso que obriga a cortes nas autarquias, mas está provado que não é a extinção de freguesias que resolve o problema do défice das contas públicas. Não são as freguesias as causadoras do problema em que o País se encontra, mas sim quem esteve no Parlamento durante todos estes anos. Sabemos que 97% dos presidentes de Junta são voluntários e, por isso, continuo sem perceber as razões que fundamentam esta opção do Governo. Há muita coisa a fazer em relação às freguesias no aspeto de lhes dar mais competências, mas isto não se compreende.
RC > O deputado Valter Ribeiro (PSD ), que também é presidente da Junta de Pataias, votou a favor do projeto-lei. Não existirá um conflito de interesses?
FE > Sinceramente, penso que não. Além disso, a sensação que tenho é que Pataias - e estou a referir-me ao elenco da Junta - não terá grande interesse na agregação com a Martingança. Em que medida? Na medida em que Pataias é uma freguesia extensa, não tem um presidente de Junta a tempo inteiro e assim terá maior dificuldade na prestação de serviços à população da freguesia.
RC > O que lhe vai transmitindo a população da Martingança relativamente a este processo?
FE > Há uma grande revolta no seio da população, mas vou apelando ao bom senso, porque sou daqueles que entendem que os problemas só se resolvem quando as pessoas se sentam à mesa e são capazes de chegar a consensos. Só os burros não são capazes de se sentar e entenderem. Tenho transmitido muita calma às pessoas, dizendo-lhes que vamos resolver o assunto e continuamos empenhados na nossa luta. Vamos, no próximo sábado, para Lisboa, às imediações da residência do Presidente da República e vamos tentar com que a nossa voz seja ouvida. Há várias providências cautelares de Juntas de Freguesia e nós também vamos meter a nossa.
RC > A Martingança é hoje uma freguesia profundamente diferente daquela que ganhou autonomia em relação a Pataias. A população entenderá este retrocesso?
FE > Há dias, o presidente da Câmara da Marinha Grande [Álvaro Pereira] disse a um jornal que estaria na disposição de receber a freguesia da Martingança. Mas, pergunto: quem foi ter com a Marinha Grande? A verdade, e ele também o disse nessa entrevista, é que a Martingança está muito diferente do que era há 28 anos. Criaram-se infraestruturas, temos 40 empresas instaladas que dão emprego a mais de 1.000 pessoas, temos serviços sociais, um balcão de uma instituição bancária. A Martingança foi a freguesia que, a par de Alcobaça, mais cresceu em termos populacionais nos últimos Censos no concelho. Convocados pela Anafre, estivemos em todas as frentes a lutar contra esta lei. E vamos continuar.
RC > Como classifica a atuação do executivo camarário nesta matéria?
FE > Tenho grande estima por Paulo Inácio. É uma pessoa séria e honesta, com quem trabalhei desde o início. Fomos a primeira e única freguesia a responder ao Livro Verde e as outras só responderam quando perceberam que podiam ser atingidas. Transmiti à população o que o presidente da Câmara sempre me transmitiu: que a Martingança se iria manter. Ainda antes da reforma administrativa houve uma tentativa de Cós, Montes e Alpedriz se juntarem e quando surge a lei essa possibilidade manteve-se e foi reforçada com a proposta do presidente da Câmara. Se me pergunta se Paulo Inácio fez tudo o que estava ao alcance para evitar o que sucedeu? O que digo é ele e o presidente da Assembleia Municipal [Luís Castelhano] acreditaram em demasia que tinham o problema resolvido. Mas quando Cós, Montes e Alpedriz, que andaram a pedir para se juntar, voltaram atrás, o presidente da Câmara devia ter dado dois murros na mesa! Todos nós, autarcas das freguesias, acreditamos que esta lei é inconstitucional. Se se provar, volta tudo atrás. Espero que impere o bom senso.
Autarca exige solução
“Fecharam-nos a extensão de saúde calada da noite”
O encerramento da Extensão de Saúde da Martingança continua a revoltar Fernando Escudeiro. O presidente da Junta lamenta a forma como decorreu o processo, criticando a atuação daqueles que “prejudicaram as pessoas” da freguesia.
“Aquando das obras de remodelação da Extensão de Saúde de Pataias pediram-nos que os utentes pudessem ser atendidos na Martingança, o que aceitámos de bom grado. Inicialmente, as obras estavam previstas durar dois meses, mas passou-se mais de um ano. Entretanto, soubemos que o vice-presidente da Câmara [Hermínio Rodrigues] exigiu que a Extensão de Saúde de Pataias reabrisse, devido à pressão da população. E foi então que, na véspera dessa reabertura, pela calada da noite, levaram-nos os equipamentos todos e fecharam-nos a Extensão de Saúde”, recorda o autarca eleito pelo PSD, que sublinha tratar-se de “um encerramento provisório, que está a tornar-se permanente”, com evidentes “prejuízos para a população da Martingança”.
“Há uma grande revolta no seio da população da Martingança”
Aquele que se arrisca ser o último presidente da Junta da Martingança assegura que a população não vai cruzar os braços na luta contra o regresso à freguesia de Pataias, mas privilegia a via do diálogo para o conseguir.
REGIÃO DE CISTER (RC ) > Segundo a lei da reorganização administrativa a Martingança voltará a ser integrada na freguesia de Pataias. Sente-se o último presidente da Junta da Martingança?
FERNANDO ESCUDEIRO (FE) > O que sei é que este é o meu último mandato na Junta. Se me pergunta se me sinto como o último presidente da Junta da Martingança, respondo que ainda não estou convencido que a lei venha a ser aplicada. Estou a favor de uma reforma administrativa, porque o nosso País necessita, efetivamente, que reformas na administração local, mas não faz sentido que ela seja feita através do Governo ou da Assembleia da República. Aceito que tenham assinado com a troika um compromisso que obriga a cortes nas autarquias, mas está provado que não é a extinção de freguesias que resolve o problema do défice das contas públicas. Não são as freguesias as causadoras do problema em que o País se encontra, mas sim quem esteve no Parlamento durante todos estes anos. Sabemos que 97% dos presidentes de Junta são voluntários e, por isso, continuo sem perceber as razões que fundamentam esta opção do Governo. Há muita coisa a fazer em relação às freguesias no aspeto de lhes dar mais competências, mas isto não se compreende.
RC > O deputado Valter Ribeiro (PSD ), que também é presidente da Junta de Pataias, votou a favor do projeto-lei. Não existirá um conflito de interesses?
FE > Sinceramente, penso que não. Além disso, a sensação que tenho é que Pataias - e estou a referir-me ao elenco da Junta - não terá grande interesse na agregação com a Martingança. Em que medida? Na medida em que Pataias é uma freguesia extensa, não tem um presidente de Junta a tempo inteiro e assim terá maior dificuldade na prestação de serviços à população da freguesia.
RC > O que lhe vai transmitindo a população da Martingança relativamente a este processo?
FE > Há uma grande revolta no seio da população, mas vou apelando ao bom senso, porque sou daqueles que entendem que os problemas só se resolvem quando as pessoas se sentam à mesa e são capazes de chegar a consensos. Só os burros não são capazes de se sentar e entenderem. Tenho transmitido muita calma às pessoas, dizendo-lhes que vamos resolver o assunto e continuamos empenhados na nossa luta. Vamos, no próximo sábado, para Lisboa, às imediações da residência do Presidente da República e vamos tentar com que a nossa voz seja ouvida. Há várias providências cautelares de Juntas de Freguesia e nós também vamos meter a nossa.
RC > A Martingança é hoje uma freguesia profundamente diferente daquela que ganhou autonomia em relação a Pataias. A população entenderá este retrocesso?
FE > Há dias, o presidente da Câmara da Marinha Grande [Álvaro Pereira] disse a um jornal que estaria na disposição de receber a freguesia da Martingança. Mas, pergunto: quem foi ter com a Marinha Grande? A verdade, e ele também o disse nessa entrevista, é que a Martingança está muito diferente do que era há 28 anos. Criaram-se infraestruturas, temos 40 empresas instaladas que dão emprego a mais de 1.000 pessoas, temos serviços sociais, um balcão de uma instituição bancária. A Martingança foi a freguesia que, a par de Alcobaça, mais cresceu em termos populacionais nos últimos Censos no concelho. Convocados pela Anafre, estivemos em todas as frentes a lutar contra esta lei. E vamos continuar.
RC > Como classifica a atuação do executivo camarário nesta matéria?
FE > Tenho grande estima por Paulo Inácio. É uma pessoa séria e honesta, com quem trabalhei desde o início. Fomos a primeira e única freguesia a responder ao Livro Verde e as outras só responderam quando perceberam que podiam ser atingidas. Transmiti à população o que o presidente da Câmara sempre me transmitiu: que a Martingança se iria manter. Ainda antes da reforma administrativa houve uma tentativa de Cós, Montes e Alpedriz se juntarem e quando surge a lei essa possibilidade manteve-se e foi reforçada com a proposta do presidente da Câmara. Se me pergunta se Paulo Inácio fez tudo o que estava ao alcance para evitar o que sucedeu? O que digo é ele e o presidente da Assembleia Municipal [Luís Castelhano] acreditaram em demasia que tinham o problema resolvido. Mas quando Cós, Montes e Alpedriz, que andaram a pedir para se juntar, voltaram atrás, o presidente da Câmara devia ter dado dois murros na mesa! Todos nós, autarcas das freguesias, acreditamos que esta lei é inconstitucional. Se se provar, volta tudo atrás. Espero que impere o bom senso.
Autarca exige solução
“Fecharam-nos a extensão de saúde calada da noite”
O encerramento da Extensão de Saúde da Martingança continua a revoltar Fernando Escudeiro. O presidente da Junta lamenta a forma como decorreu o processo, criticando a atuação daqueles que “prejudicaram as pessoas” da freguesia.
“Aquando das obras de remodelação da Extensão de Saúde de Pataias pediram-nos que os utentes pudessem ser atendidos na Martingança, o que aceitámos de bom grado. Inicialmente, as obras estavam previstas durar dois meses, mas passou-se mais de um ano. Entretanto, soubemos que o vice-presidente da Câmara [Hermínio Rodrigues] exigiu que a Extensão de Saúde de Pataias reabrisse, devido à pressão da população. E foi então que, na véspera dessa reabertura, pela calada da noite, levaram-nos os equipamentos todos e fecharam-nos a Extensão de Saúde”, recorda o autarca eleito pelo PSD, que sublinha tratar-se de “um encerramento provisório, que está a tornar-se permanente”, com evidentes “prejuízos para a população da Martingança”.
Estragos nos passadiços das Paredes
Técnicos procuram soluções para minimizar estragos das marés vivas
Curso do rio das Paredes deverá sofrer alteração
Os impactos provocados pelas marés vivas em Paredes da Vitória, freguesia de Pataias, estão a preocupar autarcas e população. O avanço do mar, que já chegou por várias vezes até à zona dos bares dos concessionários de praia, tem feito estragos incalculáveis.
Parte das escadas de acesso à praia foram violentemente arrancadas e arrastadas pelo mar, tendo sido algumas partes recuperadas ao longo do areal, que começa a perder grande parte da areia. Zonas de espuma e muito lixo trazido pelo avanço do mar estendem-se pelo areal depois das marés vivas. A estrutura de suporte dos passadiços em madeira está a ficar cada vez mais fraca.
O problema já chegou à Câmara de Alcobaça. Rogério Raimundo, vereador da CDU, questionou a maioria PSD sobre as medidas adotadas para minimizar os riscos dos avanços da natureza. O vereador comunista deu como exemplo que em Paredes de Vitória, que há 20 dias viu o mar chegar até aos bares de madeira que foram colocados no areal, “o avanço do mar numa localidade cujo centro urbano foi recentemente requalificado é preocupante”.
“A erosão costeira é um problema criado pela intervenção humana, em termos globais, mas se nada se fizer localmente, as consequências poderão ser dramáticas”, alertou Rogério Raimundo, depois de tomar conhecimento dos impactos provocados pelas marés vivas nas Paredes de Vitória.
Contactado pelo REGIÃO DE CISTER, Valter Ribeiro, presidente da Junta de Freguesia de Pataias, confirmou a presença dos técnico da Administração da Região Hidográfica do Centro na passada segunda-feira, no local. Da visita dos técnico deverá resultar, a curto prazo, um estudo para um novo encaminhamento do rio, a fim de minimizar alguns impactos causados pelo avanço do mar.
Foi ainda decidido colocar pedras e arbustros para criar uma barreira nas zonas mais sensíveis e desprotegidas, nomeadamente junto à estrutura de suporte dos passadiços em madeira.
“Recolhemos todo o material das escadas que foi possível recolher, para que seja aproveitado no início da próxima época balnear”, explicou Valter Ribeiro, garantindo que “à priori não há perigo na zona dos passadiços, dado que vai ser protegida”, conclui.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Câmara aprova subsídios ao desporto
A notícia no site da Rádio Cister
http://www.cister.fm/informacao/desporto/incentivos-ao-desporto-aprovados
Incentivos ao desporto aprovados
O executivo camarário de Alcobaça aprovou, no passado dia 11, o Programa de Incentivos Desportivos (PID) referentes à época 2011-2012, num valor total superior a 218 mil euros.
Os incentivos deveriam ter sido entregues no passado mês de Outubro, mas “uma alteração nos regulamentos motivou o atraso”, explica o vereador do desporto, José Vinagre, adiantando que “em 2013 já não haverá apoios aos atletas individuais, devido a uma alteração na Lei e que as autarquias vão ser obrigadas a cumprir em 2013”.
A medida afeta oito atletas de Alcobaça, sendo o mais conhecido o triatleta do Sporting, João Silva.
Estes apoios são mais importantes para os clubes que recebem o subsídio anualmente, no total de 28 e que irão receber nos próximos dias 91 mil euros.
De fora deste lote ficam os clubes que recebem os apoios mensalmente: Ginásio (27,112 euros), Beneditense (26,924), Pataiense (16,821), Hóquei de Turquel (19,968) e Alcobaça Clube de Ciclismo (30,000).
Estes cinco clubes recebem quase 127 mil euros por ano, uma verba que representa mais de metade do valor total do Programa de Incentivos Desportivos, que é de 218 mil euros.
A informação no blogue do vereador Rogério Raimundo
Clube Natação Alcobaça...12.803,63...Câmara construiu edifício e paga água, luz e gás.
União Desportiva de Turquel ...9.313,88
Clube Ténis Alcobaça ....6.638,63....Clube construiu sede e fez courts...câmara paga a energia e a água
Centro Recreativo Popular da Ribafria ...11.686,50
Centro Cultural do Casal Velho ...8.124,30
Benedita Sport Clube Natação ... 4.653,00..Câmara construiu edifício e paga água, luz e ´gás
Cister Sport alcobaça... 4.325,63...Câmara construiu edifício e paga água, luz (?) e gás (Via Junta de Freguesia de Alcobaça)
Associação Alcobacense de Cultura e Desporto ...7.122,38..Câmara construiu edifício e paga água, luz e gás.
Grupo Desportivo da Martingança 3.148,20..Câmara construiu edifício do PAv. e paga? água, luz e gás
Centro Cultural Recreativo Desportivo da Burinhosa...4.727,25
Grupo Desportivo Concha Azul...2.812,50
Sport União Alfeizerense....3.615,08..Câmara construiu o relvado sintético em 2012
Casa Benfica Alcobaça 598,50
Associação Rec. Desp.Cult. Social do Casal Pardo 2.175,75
Associação Desportiva da Ferraria 1.685,25
Associação Cultural e Recreativa Norte da vila 1.717,20
Junta Freguesia de Pataias... 824,40
João Pedro Silva 517,50
Marco Alexandre Vicente 673,65
Luís Edgar Salustiano 673,65
Associação peão cavalgante /AX Benedita 821,70
Grupo de Desporto e Recreio de Mendalvo 781,20
Armando Rei Silva 407,25
Ana Mafalda Ferreira 292,50
Eduardo Alberto Paulino Sousa 258,75
Paulo Jorge Alves de Sousa 330,75
Ana Teresa Fragoso Almeida 210,60
Casa da Cultura José Bento da Silva 306,90
Total: 91.245,60
Coletividades com protocolos
Ginásio Clube de Alcobaça 27.112,95...Câmara construiu estádio e paga água, luz e gás
Associação Beneditense Cultura e Desporto ...26.924,62...Câmara apoiou quase a totalidade do relvado sintético...? quem paga água, luz e gás?
Hóquei Clube de Turquel 19.968,30
Clube Desportivo Pataiense 16.821,90
Alcobaça Clube de Ciclismo 36.000,00
Total das coletividades com protocolos: 126.827,77
Total do PID 218.073,55
http://www.cister.fm/informacao/desporto/incentivos-ao-desporto-aprovados
Incentivos ao desporto aprovados
O executivo camarário de Alcobaça aprovou, no passado dia 11, o Programa de Incentivos Desportivos (PID) referentes à época 2011-2012, num valor total superior a 218 mil euros.
Os incentivos deveriam ter sido entregues no passado mês de Outubro, mas “uma alteração nos regulamentos motivou o atraso”, explica o vereador do desporto, José Vinagre, adiantando que “em 2013 já não haverá apoios aos atletas individuais, devido a uma alteração na Lei e que as autarquias vão ser obrigadas a cumprir em 2013”.
A medida afeta oito atletas de Alcobaça, sendo o mais conhecido o triatleta do Sporting, João Silva.
Estes apoios são mais importantes para os clubes que recebem o subsídio anualmente, no total de 28 e que irão receber nos próximos dias 91 mil euros.
De fora deste lote ficam os clubes que recebem os apoios mensalmente: Ginásio (27,112 euros), Beneditense (26,924), Pataiense (16,821), Hóquei de Turquel (19,968) e Alcobaça Clube de Ciclismo (30,000).
Estes cinco clubes recebem quase 127 mil euros por ano, uma verba que representa mais de metade do valor total do Programa de Incentivos Desportivos, que é de 218 mil euros.
A informação no blogue do vereador Rogério Raimundo
Clube Natação Alcobaça...12.803,63...Câmara construiu edifício e paga água, luz e gás.
União Desportiva de Turquel ...9.313,88
Clube Ténis Alcobaça ....6.638,63....Clube construiu sede e fez courts...câmara paga a energia e a água
Centro Recreativo Popular da Ribafria ...11.686,50
Centro Cultural do Casal Velho ...8.124,30
Benedita Sport Clube Natação ... 4.653,00..Câmara construiu edifício e paga água, luz e ´gás
Cister Sport alcobaça... 4.325,63...Câmara construiu edifício e paga água, luz (?) e gás (Via Junta de Freguesia de Alcobaça)
Associação Alcobacense de Cultura e Desporto ...7.122,38..Câmara construiu edifício e paga água, luz e gás.
Grupo Desportivo da Martingança 3.148,20..Câmara construiu edifício do PAv. e paga? água, luz e gás
Centro Cultural Recreativo Desportivo da Burinhosa...4.727,25
Grupo Desportivo Concha Azul...2.812,50
Sport União Alfeizerense....3.615,08..Câmara construiu o relvado sintético em 2012
Casa Benfica Alcobaça 598,50
Associação Rec. Desp.Cult. Social do Casal Pardo 2.175,75
Associação Desportiva da Ferraria 1.685,25
Associação Cultural e Recreativa Norte da vila 1.717,20
Junta Freguesia de Pataias... 824,40
João Pedro Silva 517,50
Marco Alexandre Vicente 673,65
Luís Edgar Salustiano 673,65
Associação peão cavalgante /AX Benedita 821,70
Grupo de Desporto e Recreio de Mendalvo 781,20
Armando Rei Silva 407,25
Ana Mafalda Ferreira 292,50
Eduardo Alberto Paulino Sousa 258,75
Paulo Jorge Alves de Sousa 330,75
Ana Teresa Fragoso Almeida 210,60
Casa da Cultura José Bento da Silva 306,90
Total: 91.245,60
Coletividades com protocolos
Ginásio Clube de Alcobaça 27.112,95...Câmara construiu estádio e paga água, luz e gás
Associação Beneditense Cultura e Desporto ...26.924,62...Câmara apoiou quase a totalidade do relvado sintético...? quem paga água, luz e gás?
Hóquei Clube de Turquel 19.968,30
Clube Desportivo Pataiense 16.821,90
Alcobaça Clube de Ciclismo 36.000,00
Total das coletividades com protocolos: 126.827,77
Total do PID 218.073,55
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Apoio alimentar a crianças nas férias escolares
A notícia no site da Rádio Cister
http://www.cister.fm/informacao/sociedade-ambiente/abertas-inscricoes-de-apoio-alimentar-para-criancas-carenciadas-concelho-de-alcobaca
Abertas as inscrições de apoio alimentar para crianças carenciadas do concelho de Alcobaça
Iniciaram-se na segunda-feira as inscrições para as famílias carenciadas do concelho de Alcobaça que pretendam que os seus filhos continuem, durante este período de férias de Natal, a usufruir das refeições escolares.
Após o encerramento das inscrições, o que deverá acontecer antes do final da semana, a autarquia irá analisar em que freguesias é que será necessária a contratação deste reforço alimentar.
Segundo alguns indicadores já apurados, as inscrições deverão ocorrer em maior número nas freguesias de São Martinho do Porto e de Alcobaça, podendo superar a centena de crianças.
Trata-se da primeira vez que Alcobaça mantém abertas as cantinas das escolas abertas durante um período de férias, sendo certo que o mesmo irá ocorrer na Páscoa.
http://www.cister.fm/informacao/sociedade-ambiente/abertas-inscricoes-de-apoio-alimentar-para-criancas-carenciadas-concelho-de-alcobaca
Abertas as inscrições de apoio alimentar para crianças carenciadas do concelho de Alcobaça
Iniciaram-se na segunda-feira as inscrições para as famílias carenciadas do concelho de Alcobaça que pretendam que os seus filhos continuem, durante este período de férias de Natal, a usufruir das refeições escolares.
Após o encerramento das inscrições, o que deverá acontecer antes do final da semana, a autarquia irá analisar em que freguesias é que será necessária a contratação deste reforço alimentar.
Segundo alguns indicadores já apurados, as inscrições deverão ocorrer em maior número nas freguesias de São Martinho do Porto e de Alcobaça, podendo superar a centena de crianças.
Trata-se da primeira vez que Alcobaça mantém abertas as cantinas das escolas abertas durante um período de férias, sendo certo que o mesmo irá ocorrer na Páscoa.
Loja Social - Recolha de alimentos
A notícia na edição 1008 do Região De Cister de 13 de dezembro de 2012
Junta de Freguesia de Pataias apoia cerca de 60 famílias carenciadas
Loja Social promove campanha de recolha de alimentos
Uma campanha de recolha de alimentos a favor da Loja Social da Junta de Pataias vai decorrer no dia 23 de dezembro, nos hipermercados Intermarché (Pataias) e Mini Preço (Calços, Martingança). Leite, enlatados, óleo, azeite, arroz, massa, cereais, bolachas e produtos de higiene são alguns dos artigos que os pataienses vão poder doar para a Loja Social. O objetivo é garantir, ao longo do ano, o apoio a cerca de 60 famílias carenciadas (128 adultos e 38 crianças, residentes em Pataias e Martingança) previamente identificadas pela Junta de Freguesia.
Suprir as necessidades imediatas de famílias carenciadas, através da recolha de diversos géneros (vestuário, calçado, utensílios domésticos, roupas de cama, brinquedos, mobiliário, eletrodomésticos) usados ou novos, concedidos por particulares ou empresas, promover e desenvolver uma política social numa perspetiva integrada e potenciar a responsabilidade cívica e comunitária das pessoas beneficiadas, mediante o compromisso assumido das mesmas para a integração em programas de formação e ou de serviço comunitário, são os principais objetivo do projeto da Loja Social.
Junta de Freguesia de Pataias apoia cerca de 60 famílias carenciadas
Loja Social promove campanha de recolha de alimentos
Uma campanha de recolha de alimentos a favor da Loja Social da Junta de Pataias vai decorrer no dia 23 de dezembro, nos hipermercados Intermarché (Pataias) e Mini Preço (Calços, Martingança). Leite, enlatados, óleo, azeite, arroz, massa, cereais, bolachas e produtos de higiene são alguns dos artigos que os pataienses vão poder doar para a Loja Social. O objetivo é garantir, ao longo do ano, o apoio a cerca de 60 famílias carenciadas (128 adultos e 38 crianças, residentes em Pataias e Martingança) previamente identificadas pela Junta de Freguesia.
Suprir as necessidades imediatas de famílias carenciadas, através da recolha de diversos géneros (vestuário, calçado, utensílios domésticos, roupas de cama, brinquedos, mobiliário, eletrodomésticos) usados ou novos, concedidos por particulares ou empresas, promover e desenvolver uma política social numa perspetiva integrada e potenciar a responsabilidade cívica e comunitária das pessoas beneficiadas, mediante o compromisso assumido das mesmas para a integração em programas de formação e ou de serviço comunitário, são os principais objetivo do projeto da Loja Social.
Pataias já tem Biblioteca
A notícia no site da Rádio Cister
http://www.cister.fm/informacao/cultura/pataias-ja-tem-biblioteca
Pataias já tem Biblioteca
A Junta de Pataias inaugurou no passado dia 8, a Biblioteca da Freguesia, localizada na antiga sede dos Bombeiros Voluntários.
Dário Moleiro, secretário da Junta, explicou que “o novo equipamento pretende ir um pouco mais além do que faz habitualmente uma biblioteca pública”, correspondendo mais a um espaço cultural, do que a uma biblioteca, no sentido tradicional da palavra.
Para além dos livros, a biblioteca de Pataias irá ter também ferramentas que atraiam os mais novos, nomeadamente uma mediateca e acesso à internet.
O público sénior também não foi esquecido e por isso a junta decidiu dotar a biblioteca de espaços dedicados ao xadrez, à pintura e ao artesanato.
Pataias chegou a ter uma biblioteca, mas o espaço, que funcionava na sede da junta, encerrou há cerca de cinco anos por falta de público.
http://www.cister.fm/informacao/cultura/pataias-ja-tem-biblioteca
Pataias já tem Biblioteca
A Junta de Pataias inaugurou no passado dia 8, a Biblioteca da Freguesia, localizada na antiga sede dos Bombeiros Voluntários.
Dário Moleiro, secretário da Junta, explicou que “o novo equipamento pretende ir um pouco mais além do que faz habitualmente uma biblioteca pública”, correspondendo mais a um espaço cultural, do que a uma biblioteca, no sentido tradicional da palavra.
Para além dos livros, a biblioteca de Pataias irá ter também ferramentas que atraiam os mais novos, nomeadamente uma mediateca e acesso à internet.
O público sénior também não foi esquecido e por isso a junta decidiu dotar a biblioteca de espaços dedicados ao xadrez, à pintura e ao artesanato.
Pataias chegou a ter uma biblioteca, mas o espaço, que funcionava na sede da junta, encerrou há cerca de cinco anos por falta de público.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Oferta de emprego
A oferta de emprego em:
http://www.net-empregos.com/1606754/montador-de-maquinas-para-a-zona-de-pataias/?utm_source=ticker#.UM75vKzzcfw
URGENTE
Recrutamos Montador de Máquinas, para a zona de Pataias.
Requisitos:
- Bons conhecimentos na leitura de desenho;
- Experiência no manuseamento de ferramentas eléctricas manuais (berbequim;rebarbadora; aparafusadora)
- Idade entre os 30 e os 45 anos;
- Conhecimentos como Frezador Convencional, (Preferencial);
- Damos prefreência a pessoas com formação a nível do 12.º ano/Cenfim;
- Disponibilidade Imediata.
Ver Oferta de Emprego: http://www.net-empregos.com/1606754/montador-de-maquinas-para-a-zona-de-pataias/?utm_source=ticker#.UM75vKzzcfw#ixzz2FJ0IEBiU
http://www.net-empregos.com/1606754/montador-de-maquinas-para-a-zona-de-pataias/?utm_source=ticker#.UM75vKzzcfw
URGENTE
Recrutamos Montador de Máquinas, para a zona de Pataias.
Requisitos:
- Bons conhecimentos na leitura de desenho;
- Experiência no manuseamento de ferramentas eléctricas manuais (berbequim;rebarbadora; aparafusadora)
- Idade entre os 30 e os 45 anos;
- Conhecimentos como Frezador Convencional, (Preferencial);
- Damos prefreência a pessoas com formação a nível do 12.º ano/Cenfim;
- Disponibilidade Imediata.
Ver Oferta de Emprego: http://www.net-empregos.com/1606754/montador-de-maquinas-para-a-zona-de-pataias/?utm_source=ticker#.UM75vKzzcfw#ixzz2FJ0IEBiU
Burinhosa goleado
O CCRD Burinhosa sofreu uma pesada derrota por 3-9 na sua deslocação ao campo do líder GS Loures.
Com este resultado a equipa desceu ao quinto lugar, mantendo os 13 pontos (8J;4V1E3D;32-33 em golos).
Mais informações em: http://www.infutsal.com/2o-divisao-serie-b/resultsranking/119.html
Com este resultado a equipa desceu ao quinto lugar, mantendo os 13 pontos (8J;4V1E3D;32-33 em golos).
Mais informações em: http://www.infutsal.com/2o-divisao-serie-b/resultsranking/119.html
Pataiense empatou
O CD Pataiense empatou a 2 bolas na sua deslocação até Atouguia da Baleia.
Com este resultado, a equipa manteve o 10º lugar, somando 16 pontos (12J;4V4E4D;21-18 em golos).
Mais informações em: http://www.zerozero.pt/edicao.php?id_edicao=49182
Com este resultado, a equipa manteve o 10º lugar, somando 16 pontos (12J;4V4E4D;21-18 em golos).
Mais informações em: http://www.zerozero.pt/edicao.php?id_edicao=49182
Ferraria derrotada
A AD Ferraria foi derrotada por 2-6 na sua deslocação até ao Gaeirense.
À 8ª jornada, a equipa soma 10 pontos (8J;3V1E4D;24-27 em golos).
Mais informações em: http://www.infutsal.com/1o-divisao/1o-divisao-zona-sul/resultsranking/122.html?what_to_show_first=0
À 8ª jornada, a equipa soma 10 pontos (8J;3V1E4D;24-27 em golos).
Mais informações em: http://www.infutsal.com/1o-divisao/1o-divisao-zona-sul/resultsranking/122.html?what_to_show_first=0
domingo, 16 de dezembro de 2012
sábado, 15 de dezembro de 2012
Filarmónica de Pataias - Festa de Natal
Amanhã, dia 16 de Dezembro, pelas 16horas.
Festa de Natal da Sociedade Filarmónica Recreativa Pataiense, com a atuação (conjunta) dos alunos da Escola de Música, Patinotas, Coro e Banda.
Festa de Natal da Sociedade Filarmónica Recreativa Pataiense, com a atuação (conjunta) dos alunos da Escola de Música, Patinotas, Coro e Banda.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Compre o Região de Leiria e ajude a ABEOTL Pataias
A notícia no portal do Região de Leiria
http://www.regiaodeleiria.pt/blog/2012/12/12/compre-o-regiao-de-leiria-e-ajude-a-fazer-o-bem-olhando-a-quem/
Compre o REGIÃO DE LEIRIA e ajude a Fazer o Bem Olhando a Quem
Pelo 13º ano consecutivo o REGIÃO DE LEIRIA promove junto dos seus leitores a campanha de recolha de fundos Fazer o Bem Olhando a Quem.
A sua contribuição irá ao encontro da Associação de Bem-Estar e Ocupação de Tempos Livres de Pataias (Alcobaça), Casa do Povo de Alqueidão da Serra (Porto de Mós), Centro Social Paroquial Paulo VI (Leiria), CRIO – Centro de Recuperação Infantil Ouriense (Ourém), Loja Social Compras Felizes da APEPI (Pombal) e Santa Casa da Misericórdia (Batalha).
A receita das edições de 14 e 21 de dezembro será integralmente destinada a estas instituições. Compre o jornal nos locais habituais ou num dos nossos ardinas.
Participe e ajude as instituições de solidariedade do distrito fortalecendo a sua capacidade de ajudar os outros.
http://www.regiaodeleiria.pt/blog/2012/12/12/compre-o-regiao-de-leiria-e-ajude-a-fazer-o-bem-olhando-a-quem/
Compre o REGIÃO DE LEIRIA e ajude a Fazer o Bem Olhando a Quem
Pelo 13º ano consecutivo o REGIÃO DE LEIRIA promove junto dos seus leitores a campanha de recolha de fundos Fazer o Bem Olhando a Quem.
A sua contribuição irá ao encontro da Associação de Bem-Estar e Ocupação de Tempos Livres de Pataias (Alcobaça), Casa do Povo de Alqueidão da Serra (Porto de Mós), Centro Social Paroquial Paulo VI (Leiria), CRIO – Centro de Recuperação Infantil Ouriense (Ourém), Loja Social Compras Felizes da APEPI (Pombal) e Santa Casa da Misericórdia (Batalha).
A receita das edições de 14 e 21 de dezembro será integralmente destinada a estas instituições. Compre o jornal nos locais habituais ou num dos nossos ardinas.
Participe e ajude as instituições de solidariedade do distrito fortalecendo a sua capacidade de ajudar os outros.
Agregações das freguesias votadas uma a uma
A notícia de ontem, na edição on-line do Diário de Notícias
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2945270&page=-1
700 propostas de eliminação da agregação de freguesias
O PCP entregou hoje [ontem, dia 13 de dezembro] 700 propostas de alteração à reorganização das freguesias que preveem a eliminação dos artigos referentes às agregações de juntas, o que obrigará à votação de cada uma, por separado, em plenário.
Durante a sessão plenária de hoje na Assembleia da República, o líder parlamentar comunista, Bernardino Soares, subiu as escadas de acesso à Mesa e entregou uma caixa com as quase 700 propostas de alteração à presidente do Parlamento, Assunção Esteves.
Mais tarde, em declarações aos jornalistas, Bernardino Soares explicou que tinha acabado de entregar quase 700 "propostas de eliminação referentes a um anexo que está no projeto da extinção das freguesias eliminando precisamente todas as extinções de freguesias propostas pela maioria PSD/CDS".
O deputado esclareceu que com estas propostas, os comunistas eliminam "cada agregação", visando "que se mantenham as freguesias tal como estão".
"Não podemos aceitar que esta situação seja consumada e o país todo está contra esta alteração, que é uma alteração de extermínio do órgão mais próximo das populações, que são nas freguesias, e que não tem nenhuma racionalidade, nem económica, nem democrática, nem de nenhum tipo", afirmou.
"Vamos querer que sejam votadas uma a uma porque perante cada uma das extinções todos os deputados têm de dar o seu acordo ou desacordo. Não vamos aceitar que alguns deputados digam nos seus círculos, nos seus concelhos, nas suas freguesias que estão contra a extinção daquela freguesia e depois votem aqui anonimamente a sua extinção num anexo que engloba milhares de alterações", acrescentou.
Bernardino Soares sublinhou ainda que a Constituição prevê que "as alterações, extinções ou modificações de autarquias tenham de ser votadas na especialidade obrigatoriamente em plenário".
"E nós, por isso, apresentamos as 700 propostas e não uma a eliminar o anexo. Cada deputado tem de ter o direito de estar de acordo com umas e de estar de acordo com outras e é por isso que a votação se fará uma a uma. Se isso não acontecer a lei ficará ferida de inconstitucionalidade formal e qualquer freguesia, partido ou grupo de deputados pode suscitar a questão junto do Tribunal Constitucional", afirmou, esclarecendo ainda que as 700 propostas do PCP só poderiam ser votadas em bloco se houvesse unanimidade nesse sentido no plenário.
A votação na especialidade do projeto que reorganiza as freguesias será no próximo dia 21 de dezembro, no final do debate quinzenal do primeiro-ministro com os deputados, tendo os grupos parlamentares até terça-feira apara apresentar propostas de alteração.
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2945270&page=-1
700 propostas de eliminação da agregação de freguesias
O PCP entregou hoje [ontem, dia 13 de dezembro] 700 propostas de alteração à reorganização das freguesias que preveem a eliminação dos artigos referentes às agregações de juntas, o que obrigará à votação de cada uma, por separado, em plenário.
Durante a sessão plenária de hoje na Assembleia da República, o líder parlamentar comunista, Bernardino Soares, subiu as escadas de acesso à Mesa e entregou uma caixa com as quase 700 propostas de alteração à presidente do Parlamento, Assunção Esteves.
Mais tarde, em declarações aos jornalistas, Bernardino Soares explicou que tinha acabado de entregar quase 700 "propostas de eliminação referentes a um anexo que está no projeto da extinção das freguesias eliminando precisamente todas as extinções de freguesias propostas pela maioria PSD/CDS".
O deputado esclareceu que com estas propostas, os comunistas eliminam "cada agregação", visando "que se mantenham as freguesias tal como estão".
"Não podemos aceitar que esta situação seja consumada e o país todo está contra esta alteração, que é uma alteração de extermínio do órgão mais próximo das populações, que são nas freguesias, e que não tem nenhuma racionalidade, nem económica, nem democrática, nem de nenhum tipo", afirmou.
"Vamos querer que sejam votadas uma a uma porque perante cada uma das extinções todos os deputados têm de dar o seu acordo ou desacordo. Não vamos aceitar que alguns deputados digam nos seus círculos, nos seus concelhos, nas suas freguesias que estão contra a extinção daquela freguesia e depois votem aqui anonimamente a sua extinção num anexo que engloba milhares de alterações", acrescentou.
Bernardino Soares sublinhou ainda que a Constituição prevê que "as alterações, extinções ou modificações de autarquias tenham de ser votadas na especialidade obrigatoriamente em plenário".
"E nós, por isso, apresentamos as 700 propostas e não uma a eliminar o anexo. Cada deputado tem de ter o direito de estar de acordo com umas e de estar de acordo com outras e é por isso que a votação se fará uma a uma. Se isso não acontecer a lei ficará ferida de inconstitucionalidade formal e qualquer freguesia, partido ou grupo de deputados pode suscitar a questão junto do Tribunal Constitucional", afirmou, esclarecendo ainda que as 700 propostas do PCP só poderiam ser votadas em bloco se houvesse unanimidade nesse sentido no plenário.
A votação na especialidade do projeto que reorganiza as freguesias será no próximo dia 21 de dezembro, no final do debate quinzenal do primeiro-ministro com os deputados, tendo os grupos parlamentares até terça-feira apara apresentar propostas de alteração.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Paredes da Vitória - avanços do mar
A notícia no site da Rádio Cister
http://www.cister.fm/informacao/sociedade-ambiente/erosao-em-paredes-de-vitoria-preocupa-cdu
Erosão em Paredes de Vitória preocupa
Os problemas da erosão costeira e as marés vivas nas praias do concelho estão a preocupar a CDU que, recentemente, questionou a maioria PSD à frente da Câmara sobre as medidas adotadas para minimizar os riscos dos avanços da natureza.
Rogério Raimundo deu como exemplo “Paredes de Vitória, que há 20 dias viu o mar chegar até aos bares de madeira que foram colocados no areal”.
“O avanço do mar numa localidade cujo centro urbano foi recentemente requalificado é preocupante”.
A erosão costeira é um problema criado pela intervenção humana, em termos globais, mas se nada se fizer localmente, as consequências poderão ser “dramáticas”, alertou Rogério Raimundo, depois de tomar conhecimento dos impactos provocados pelas marés vivas nas Paredes de Vitória.
http://www.cister.fm/informacao/sociedade-ambiente/erosao-em-paredes-de-vitoria-preocupa-cdu
Erosão em Paredes de Vitória preocupa
Os problemas da erosão costeira e as marés vivas nas praias do concelho estão a preocupar a CDU que, recentemente, questionou a maioria PSD à frente da Câmara sobre as medidas adotadas para minimizar os riscos dos avanços da natureza.
Rogério Raimundo deu como exemplo “Paredes de Vitória, que há 20 dias viu o mar chegar até aos bares de madeira que foram colocados no areal”.
“O avanço do mar numa localidade cujo centro urbano foi recentemente requalificado é preocupante”.
A erosão costeira é um problema criado pela intervenção humana, em termos globais, mas se nada se fizer localmente, as consequências poderão ser “dramáticas”, alertou Rogério Raimundo, depois de tomar conhecimento dos impactos provocados pelas marés vivas nas Paredes de Vitória.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Assembleia de Freguesia de Pataias - Convocatória
Assembleia de Freguesia de Pataias, dia 20 de Dezembro, 5ª feira, pelas 21 horas, na sede da Junta de Freguesia de Pataias.
Vale Furado
A fotografia é do Luis Lobo Henriques e está disponível no seu album digital
http://lloboh.zenfolio.com/p67089080/h4DC46FC0#h4e552802
http://lloboh.zenfolio.com/p67089080/h4DC46FC0#h4e552802
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Reforma Territorial
A reportagem da última Assembleia municipal, na edição on-line da Gazeta das Caldas de 8 de Dezembro de 2012
http://www.gazetacaldas.com/27651/alcobaca-sem-consenso-quanto-a-agregacao-de-freguesias/
Alcobaça sem consenso quanto à agregação de freguesias
Obrigado a agregar cinco das suas 18 freguesias, o concelho de Alcobaça está longe de encontrar consenso num processo que não tem sido nada pacífico. Depois ter falhado a meta de agregação de quatro freguesias até 15 de Outubro, o concelho não aceita a proposta da Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território, que prevê a agregação de cinco freguesias. Da longa e confusa discussão a que se assistiu na sessão extraordinária da Assembleia Municipal do passado dia 23 de Novembro (que teve casa cheia devido à afluência de munícipes), não resultou mais que uma recomendação à Unidade Técnica e várias reivindicações para que o governo recue numa lei que dizem ser “antidemocrática”.
As quase cinco horas de discussão em torno da reforma administrativa e da necessidade de Alcobaça agregar cinco freguesias não chegaram para que fosse encontrado consenso na Assembleia Municipal, reunida em sessão extraordinária na noite da passada sexta-feira, 23 de Novembro. A proposta da Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território (UTRAT) – que prevê a agregação de S. Vicente e Prazeres de Aljubarrota numa só freguesia; de Alcobaça e Vestiaria; de Alpedriz, Cós e Montes; de Pataias e Martingança – não obteve aprovação do plenário, mas os deputados e presidentes de Junta também não se entenderam para elaborar um projecto alternativo.
Das freguesias afectadas, apenas as de Aljubarrota aceitam juntar-se, o que de resto já tinha sido aprovado no plenário. Vestiaria e Martingança mantêm a posição de não se quererem agregar com nenhuma outra freguesia. Já Alpedriz e Montes recusam com veemência juntar-se a Cós, e na impossibilidade de uma nova freguesias que resulte apenas da fusão das duas, aceitam unicamente juntar-se a Pataias. E é precisamente isso que defendem na recomendação que foi enviada à UTRAT.
De todas as bancadas choveram críticas à lei 22/2012, que aprova o regime jurídico da reorganização administrativa territorial autárquica. Uma lei que o PS diz ser “inaceitável” e que o próprio PSD acredita que ainda pode cair perante a contestação que se tem verificado por todo o país. “Isto é matar o país”, afirmou o socialista José Canha. Uma opinião partilhada pela CDU, que acusa o actual governo de estar a levar a cabo um “ataque ao poder local e à democracia”. Para a deputada comunista Isabel Granada, a proposta da UTRAT “prossegue de forma cega e com laivos de despotismo a finalidade de eliminar freguesias”.
Ataque ao poder local e à democracia
Também o Bloco de Esquerda não poupa críticas à UTRAT, cuja fundamentação para a agregação de cinco freguesias diz ser “um atestado de ignorância à Assembleia Municipal” de Alcobaça.
Mas as críticas não se dirigiram apenas ao governo. Também o presidente da Assembleia Municipal, Luís Castelhano, lhe viu ser apontado o dedo por não ter tratado do assunto com a devida urgência. Afinal, a proposta da UTRAT foi conhecida a 6 de Novembro e estabelecia um prazo de 20 dias para que o plenário se pronunciasse, que acabava três dias depois da sessão extraordinária da Assembleia.
“Matéria desta envergadura e com esta responsabilidade não se trata assim”, acusou o presidente da Junta de Freguesia de Alpedriz, Hélder Cruz, salientando que as juntas e as assembleias de freguesia fizeram o seu trabalho “a tempo e horas”. Também o deputado do CDS-PP, Leonel Fernandes, lamentou que não houvesse tempo para ouvir a freguesia de Pataias quanto à intenção de Alpedriz e Montes e que a demora na realização da sessão extraordinária tenha impossibilitado um consenso em tempo útil.
Já o presidente da Freguesia de Martingança, Fernando Escudeiro, exortou o plenário a defender o interesse das populações até às últimas instâncias, admitindo a possibilidade de recorrer ao Tribunal Europeu e, “se for preciso, um boicote às urnas nas autárquicas de 2013”.
Por sua vez, o presidente da Junta de Vestiaria, António André, receou que a contestação não tenha grande força. “Isto está tudo mais que cozinhado. Andamos aqui a trabalhar e a perder noites e não vale a pena”, lamentou.
Não obstante, o presidente da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio, diz que é dever dos órgãos autárquicos “fazer com que as populações sejam ouvidas”. O autarca, que diz estar “de consciência perfeitamente tranquila” neste processo, lembra que apresentou uma sugestão que embora não tenha sido aceite, permitia que o concelho perdesse apenas quatro freguesias.
Agora que essa possibilidade se perdeu e que não se encontra consenso para um projecto alternativo à proposta da UTRAT, mantém-se a expectativa de que as diligências políticas e jurídicas em curso culminem no recuo de tão conturbado processo. E caso a reforma avance mesmo, há que esperar pela decisão dos deputados da Assembleia da República, a quem cabe a palavra final neste processo.
O papel dos deputados da Assembleia da República, e mais concretamente do deputado alcobacense Valter Ribeiro, eleito pelo PSD, não foi esquecido pela Assembleia Municipal alcobacense. O deputado, que é simultaneamente presidente da Junta de Freguesia de Pataias, fez-se substituir no plenário de dia 23 alegando motivos pessoais. Não obstante a sua ausência, não faltaram apelos à sua intervenção em defesa dos interesses dos alcobacenses, que curiosamente surgiram dentro da própria bancada laranja, pela voz de Raúl Duarte.
Questionado sobre o papel que Valter Ribeiro pode ter neste processo, Paulo Inácio diz apenas que o pataiense, que até é um dos visados nesta matéria, é deputado do distrito e da nação, “mas é um entre vários” pelo que “não se trata só da responsabilidade de um deputado, mas sim de uma responsabilidade colegial”.
Câmara devolve 1% do IRS aos munícipes
Na sessão de 23 de Novembro a Assembleia Municipal de Alcobaça aprovou ainda os impostos a fixar em 2013. E a única alteração relativamente ao ano anterior é a devolução de 1% do IRS dos munícipes.
Até agora a autarquia ficava com os 5% que a lei permitia. Em 2013 vai ficar com 4%, o que, de acordo com Paulo Inácio, “representa uma perda de 200 mil euros para a Câmara Municipal”.
Em reunião de executivo a medida tinha já sido contestada pelos vereadores do PS e da CDU. Na Assembleia Municipal, o socialista José Canha diz que uma redução ainda maior da participação no IRS por parte da autarquia “não seria grande perda para o concelho e seria uma forma de atrair mais gente”. Já o comunista João Paulo Raimundo manifestou-se “contra a discriminação de impostos consoante os municípios”, defendendo que a participação no IRS devia ser estabelecida pelo governo e igual para todos os concelhos.
Quanto ao Imposto Municipal sobre Imóveis, mantêm-se os 0,7% para os prédios urbanos, 0,4% para os prédios urbanos avaliados no código do CIMI.
Já a Derrama, que incide sobre os rendimentos das empresas tributáveis em sede de IRC, ficou fixado nos 1,3% (igual ao que esteve em vigor em 2012). O plenário aprovou ainda a fixação em 0,25% na Taxa Municipal pelos Direitos de Passagem, o máximo permitido por lei. Uma medida que contou com o voto contra do socialista César Santos, que defende a eliminação de um imposto que apenas rende à autarquia valores na ordem dos 1.200 euros por ano.
http://www.gazetacaldas.com/27651/alcobaca-sem-consenso-quanto-a-agregacao-de-freguesias/
Alcobaça sem consenso quanto à agregação de freguesias
Obrigado a agregar cinco das suas 18 freguesias, o concelho de Alcobaça está longe de encontrar consenso num processo que não tem sido nada pacífico. Depois ter falhado a meta de agregação de quatro freguesias até 15 de Outubro, o concelho não aceita a proposta da Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território, que prevê a agregação de cinco freguesias. Da longa e confusa discussão a que se assistiu na sessão extraordinária da Assembleia Municipal do passado dia 23 de Novembro (que teve casa cheia devido à afluência de munícipes), não resultou mais que uma recomendação à Unidade Técnica e várias reivindicações para que o governo recue numa lei que dizem ser “antidemocrática”.
As quase cinco horas de discussão em torno da reforma administrativa e da necessidade de Alcobaça agregar cinco freguesias não chegaram para que fosse encontrado consenso na Assembleia Municipal, reunida em sessão extraordinária na noite da passada sexta-feira, 23 de Novembro. A proposta da Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território (UTRAT) – que prevê a agregação de S. Vicente e Prazeres de Aljubarrota numa só freguesia; de Alcobaça e Vestiaria; de Alpedriz, Cós e Montes; de Pataias e Martingança – não obteve aprovação do plenário, mas os deputados e presidentes de Junta também não se entenderam para elaborar um projecto alternativo.
Das freguesias afectadas, apenas as de Aljubarrota aceitam juntar-se, o que de resto já tinha sido aprovado no plenário. Vestiaria e Martingança mantêm a posição de não se quererem agregar com nenhuma outra freguesia. Já Alpedriz e Montes recusam com veemência juntar-se a Cós, e na impossibilidade de uma nova freguesias que resulte apenas da fusão das duas, aceitam unicamente juntar-se a Pataias. E é precisamente isso que defendem na recomendação que foi enviada à UTRAT.
De todas as bancadas choveram críticas à lei 22/2012, que aprova o regime jurídico da reorganização administrativa territorial autárquica. Uma lei que o PS diz ser “inaceitável” e que o próprio PSD acredita que ainda pode cair perante a contestação que se tem verificado por todo o país. “Isto é matar o país”, afirmou o socialista José Canha. Uma opinião partilhada pela CDU, que acusa o actual governo de estar a levar a cabo um “ataque ao poder local e à democracia”. Para a deputada comunista Isabel Granada, a proposta da UTRAT “prossegue de forma cega e com laivos de despotismo a finalidade de eliminar freguesias”.
Ataque ao poder local e à democracia
Também o Bloco de Esquerda não poupa críticas à UTRAT, cuja fundamentação para a agregação de cinco freguesias diz ser “um atestado de ignorância à Assembleia Municipal” de Alcobaça.
Mas as críticas não se dirigiram apenas ao governo. Também o presidente da Assembleia Municipal, Luís Castelhano, lhe viu ser apontado o dedo por não ter tratado do assunto com a devida urgência. Afinal, a proposta da UTRAT foi conhecida a 6 de Novembro e estabelecia um prazo de 20 dias para que o plenário se pronunciasse, que acabava três dias depois da sessão extraordinária da Assembleia.
“Matéria desta envergadura e com esta responsabilidade não se trata assim”, acusou o presidente da Junta de Freguesia de Alpedriz, Hélder Cruz, salientando que as juntas e as assembleias de freguesia fizeram o seu trabalho “a tempo e horas”. Também o deputado do CDS-PP, Leonel Fernandes, lamentou que não houvesse tempo para ouvir a freguesia de Pataias quanto à intenção de Alpedriz e Montes e que a demora na realização da sessão extraordinária tenha impossibilitado um consenso em tempo útil.
Já o presidente da Freguesia de Martingança, Fernando Escudeiro, exortou o plenário a defender o interesse das populações até às últimas instâncias, admitindo a possibilidade de recorrer ao Tribunal Europeu e, “se for preciso, um boicote às urnas nas autárquicas de 2013”.
Por sua vez, o presidente da Junta de Vestiaria, António André, receou que a contestação não tenha grande força. “Isto está tudo mais que cozinhado. Andamos aqui a trabalhar e a perder noites e não vale a pena”, lamentou.
Não obstante, o presidente da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio, diz que é dever dos órgãos autárquicos “fazer com que as populações sejam ouvidas”. O autarca, que diz estar “de consciência perfeitamente tranquila” neste processo, lembra que apresentou uma sugestão que embora não tenha sido aceite, permitia que o concelho perdesse apenas quatro freguesias.
Agora que essa possibilidade se perdeu e que não se encontra consenso para um projecto alternativo à proposta da UTRAT, mantém-se a expectativa de que as diligências políticas e jurídicas em curso culminem no recuo de tão conturbado processo. E caso a reforma avance mesmo, há que esperar pela decisão dos deputados da Assembleia da República, a quem cabe a palavra final neste processo.
O papel dos deputados da Assembleia da República, e mais concretamente do deputado alcobacense Valter Ribeiro, eleito pelo PSD, não foi esquecido pela Assembleia Municipal alcobacense. O deputado, que é simultaneamente presidente da Junta de Freguesia de Pataias, fez-se substituir no plenário de dia 23 alegando motivos pessoais. Não obstante a sua ausência, não faltaram apelos à sua intervenção em defesa dos interesses dos alcobacenses, que curiosamente surgiram dentro da própria bancada laranja, pela voz de Raúl Duarte.
Questionado sobre o papel que Valter Ribeiro pode ter neste processo, Paulo Inácio diz apenas que o pataiense, que até é um dos visados nesta matéria, é deputado do distrito e da nação, “mas é um entre vários” pelo que “não se trata só da responsabilidade de um deputado, mas sim de uma responsabilidade colegial”.
Câmara devolve 1% do IRS aos munícipes
Na sessão de 23 de Novembro a Assembleia Municipal de Alcobaça aprovou ainda os impostos a fixar em 2013. E a única alteração relativamente ao ano anterior é a devolução de 1% do IRS dos munícipes.
Até agora a autarquia ficava com os 5% que a lei permitia. Em 2013 vai ficar com 4%, o que, de acordo com Paulo Inácio, “representa uma perda de 200 mil euros para a Câmara Municipal”.
Em reunião de executivo a medida tinha já sido contestada pelos vereadores do PS e da CDU. Na Assembleia Municipal, o socialista José Canha diz que uma redução ainda maior da participação no IRS por parte da autarquia “não seria grande perda para o concelho e seria uma forma de atrair mais gente”. Já o comunista João Paulo Raimundo manifestou-se “contra a discriminação de impostos consoante os municípios”, defendendo que a participação no IRS devia ser estabelecida pelo governo e igual para todos os concelhos.
Quanto ao Imposto Municipal sobre Imóveis, mantêm-se os 0,7% para os prédios urbanos, 0,4% para os prédios urbanos avaliados no código do CIMI.
Já a Derrama, que incide sobre os rendimentos das empresas tributáveis em sede de IRC, ficou fixado nos 1,3% (igual ao que esteve em vigor em 2012). O plenário aprovou ainda a fixação em 0,25% na Taxa Municipal pelos Direitos de Passagem, o máximo permitido por lei. Uma medida que contou com o voto contra do socialista César Santos, que defende a eliminação de um imposto que apenas rende à autarquia valores na ordem dos 1.200 euros por ano.
Pataiense empate
O CD Pataiense continua a fazer uma época irregular em termos de resultados.
Desta feita consentiu um empate caseiro a 1-1 frente ao Figueiró dos Vinhos.
À 11ª jornada. a equipa soma 15 pontos, ocupando o 10º lugar, 5 ponto acima dos lugares de descida (11J;4V3E4D;19-16).
Mais informações em: http://futeboldistritaldeleiria.blogspot.pt/2012/12/11jornada-divisao-de-honra-20122013.html
Desta feita consentiu um empate caseiro a 1-1 frente ao Figueiró dos Vinhos.
À 11ª jornada. a equipa soma 15 pontos, ocupando o 10º lugar, 5 ponto acima dos lugares de descida (11J;4V3E4D;19-16).
Mais informações em: http://futeboldistritaldeleiria.blogspot.pt/2012/12/11jornada-divisao-de-honra-20122013.html
Burinhosa vence
Na 7ª jornada o CCRD Burinhosa recebeu e bateu o FC Torpedos por 5-3.
Com este resultado, a equipa ocupada o 4º lugar somando 13 pontos (7J;4V1E2D;29-24), a 5 pontos dos lugares de subida.
Mais informações em: http://www.infutsal.com/2o-divisao-serie-b/resultsranking/119.html
Com este resultado, a equipa ocupada o 4º lugar somando 13 pontos (7J;4V1E2D;29-24), a 5 pontos dos lugares de subida.
Mais informações em: http://www.infutsal.com/2o-divisao-serie-b/resultsranking/119.html
domingo, 9 de dezembro de 2012
Ferraria vence derby
A AD Ferraria venceu derby por 2-1 na receção ao GD Martingança.
A AD Ferraria soma agora 10 pontos (7J;3V1E3D;22-21), a 6 pontos do 1º lugar e 7 de vantagem sobre a linha de água.
Mais informações em: http://www.infutsal.com/1o-divisao/1o-divisao-zona-sul/resultsranking/122.html?what_to_show_first=0
Notícia corrigida às 9h30 do dia 10/02/2012.
Foi alterado o resultado do jogo, pontos e classificação da AD Ferraria.
A AD Ferraria soma agora 10 pontos (7J;3V1E3D;22-21), a 6 pontos do 1º lugar e 7 de vantagem sobre a linha de água.
Mais informações em: http://www.infutsal.com/1o-divisao/1o-divisao-zona-sul/resultsranking/122.html?what_to_show_first=0
Notícia corrigida às 9h30 do dia 10/02/2012.
Foi alterado o resultado do jogo, pontos e classificação da AD Ferraria.
sábado, 8 de dezembro de 2012
Inaugurado Espaço Cultural/ Biblioteca
Foi hoje inaugurado o novo EspaçoCultural/ Biblioteca da Junta de Freguesia de Pataias, situado nas antigas instalações dos Bombeiros Voluntários de Pataias, junto ao Largo da Enxurreira.
O espaço, que ainda se encontra numa fase embrionária. apresenta uma pequena biblioteca, videoteca, acesso à internet (ainda não disponível), exposições de pintura e artesanato e dinamizará pequenos cursos/ workshops de temática variada.
O projeto, com o apoio da Junta de Freguesia de Pataias, conta ainda com o trabalho voluntário de alguns pataienses.
O espaço, que ainda se encontra numa fase embrionária. apresenta uma pequena biblioteca, videoteca, acesso à internet (ainda não disponível), exposições de pintura e artesanato e dinamizará pequenos cursos/ workshops de temática variada.
O projeto, com o apoio da Junta de Freguesia de Pataias, conta ainda com o trabalho voluntário de alguns pataienses.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Reorganização Administrativa do Território das Freguesias
Iniciou-se ontem a discussão e é hoje votada na generalidade, em plenário da Assembleia da República, o Projeto de Lei nº320/XII, relativo à Reorganização Administrativa do Território das Freguesias.
O projeto baixará à Comissão para discussão na especialidade.
Para Alcobaça ainda se mantém, por agora, a proposta de agregar Prazeres e S. Vicente de Aljubarrota; Alcobaça e Vestiaria; Cós, Alpedriz e Montes, Pataias e Martingança.
Parecer da Comissão Técnica da Reforma Territorial de 27 de novembro de 2012
Deliberação da Assembleia Municipal de Alcobaça de 23 de novembro de 2012
Projeto de Lei 320/XII, aprovado na generalidade
Anexo 1 do projeto de lei 320/XII
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Alteração nas reuniões da JF Pataias
Alteração nas datas das reuniões da Junta de Freguesia de Pataias no mês de Dezembro.
A reunião de atendimento público inicialmente marcada para 6ª feira dia 21 foi antecipada para a 2ª feira dia 17, mantendo-se as 18 horas.
Por lapso, mantem-se no edital a referência de 6ª feira.
A reunião de atendimento público inicialmente marcada para 6ª feira dia 21 foi antecipada para a 2ª feira dia 17, mantendo-se as 18 horas.
Por lapso, mantem-se no edital a referência de 6ª feira.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Pataias poderá não ser sede de freguesia
A notícia na edição on-line do Público
http://www.publico.pt/politica/noticia/localizacao-das-sedes-de-freguesias-a-agregar-so-sera-definida-depois-das-eleicoes-1576270
Localização das sedes de freguesias a agregar só será definida depois das eleições
O projecto de lei sobre a agregação de freguesias será votado esta quinta-feira na generalidade.
A polémica sobre “quem agrega quem” nas freguesias foi adiada, mas as divergências no PSD continuam. O descontentamento transfere-se para o palco da campanha eleitoral.
A maioria parlamentar PSD-CDS, no projecto de lei sobre a agregação de freguesias, que será votado esta quinta-feira na generalidade, adia a polémica questão da definição da sede da união das freguesias para depois das eleições autárquicas.
O projecto de lei nº 320/XII/2ª, subscrito pelos deputados do PSD e CDS, prevê que as sedes das freguesias a agregar sejam definidas “no prazo de 90 dias após a instalação dos órgãos autárquicos locais de 2013”. E quem determina a localização, diz o artigo 5º da proposta de diploma, é a assembleia de freguesia. A discussão que percorreu o país de norte a sul sobre “quem agregava quem” prolonga-se assim para o palco da campanha eleitoral, e serão os eleitores a ditar os contornos do novo quadro administrativo, abrindo mais espaço para candidaturas independentes, capitalizando o descontentamento.
No que diz respeito à freguesia agregada, prevê-se que “integre o património mobiliário e imobiliário, os activos e passivos, legais e contabilísticos, e assume todos os direitos da freguesia criada por agregação através da pronúncia da assembleia municipal”. Os deputados subscritores do diploma reafirmam a posição do Governo, dizendo que as alterações se devem aos compromissos assumidos no memorando de entendimento, assinado em 17 de Maio de 2011. A reorganização, sublinham, destina-se a “reforçar a prestação do serviço público, aumentar a eficiência e reduzir os custos”.
O relatório da Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território (UTRAT), no caso do concelho de Loulé (Algarve), não acatou a deliberação tomada pela Assembleia Municipal de Loulé, de maioria social-democrata.
O presidente da assembleia de freguesia de Querença, Bruno Inácio, presidente da JSD-Algarve, enviou entretanto uma carta a todos os grupos parlamentares, chamando a atenção dos deputados para o facto de a UTRAT não ter respeitado a deliberação da Assembleia Municipal de Loulé, uma vez que aprovou a criação da União de Freguesias Querença, Tôr e Benafim, “com sede situada na aldeia de Querença, Largo de Nossa Senhora da Assunção”.
A decisão, recorda, deve-se a um imperativo da Lei nº 22/2012, que obriga à “determinação da localização das sedes de freguesia [artigo 11º]. O que propôs a unidade técnica foi a criação de uma sede de freguesia rotativa entre as três, quadrienal. Ora, de acordo com o dirigente social-democrata, a sugestão feita por quem recebeu a missão de apoiar a Assembleia da República “não corresponde à realidade do documento aprovado pelo fórum municipal”. A Assembleia Municipal de Loulé, lê-se no documento, sugeriu que a rotatividade é “uma proposta do foro político, a analisar caso assim o entendam as assembleias de freguesia”
http://www.publico.pt/politica/noticia/localizacao-das-sedes-de-freguesias-a-agregar-so-sera-definida-depois-das-eleicoes-1576270
Localização das sedes de freguesias a agregar só será definida depois das eleições
O projecto de lei sobre a agregação de freguesias será votado esta quinta-feira na generalidade.
A polémica sobre “quem agrega quem” nas freguesias foi adiada, mas as divergências no PSD continuam. O descontentamento transfere-se para o palco da campanha eleitoral.
A maioria parlamentar PSD-CDS, no projecto de lei sobre a agregação de freguesias, que será votado esta quinta-feira na generalidade, adia a polémica questão da definição da sede da união das freguesias para depois das eleições autárquicas.
O projecto de lei nº 320/XII/2ª, subscrito pelos deputados do PSD e CDS, prevê que as sedes das freguesias a agregar sejam definidas “no prazo de 90 dias após a instalação dos órgãos autárquicos locais de 2013”. E quem determina a localização, diz o artigo 5º da proposta de diploma, é a assembleia de freguesia. A discussão que percorreu o país de norte a sul sobre “quem agregava quem” prolonga-se assim para o palco da campanha eleitoral, e serão os eleitores a ditar os contornos do novo quadro administrativo, abrindo mais espaço para candidaturas independentes, capitalizando o descontentamento.
No que diz respeito à freguesia agregada, prevê-se que “integre o património mobiliário e imobiliário, os activos e passivos, legais e contabilísticos, e assume todos os direitos da freguesia criada por agregação através da pronúncia da assembleia municipal”. Os deputados subscritores do diploma reafirmam a posição do Governo, dizendo que as alterações se devem aos compromissos assumidos no memorando de entendimento, assinado em 17 de Maio de 2011. A reorganização, sublinham, destina-se a “reforçar a prestação do serviço público, aumentar a eficiência e reduzir os custos”.
O relatório da Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território (UTRAT), no caso do concelho de Loulé (Algarve), não acatou a deliberação tomada pela Assembleia Municipal de Loulé, de maioria social-democrata.
O presidente da assembleia de freguesia de Querença, Bruno Inácio, presidente da JSD-Algarve, enviou entretanto uma carta a todos os grupos parlamentares, chamando a atenção dos deputados para o facto de a UTRAT não ter respeitado a deliberação da Assembleia Municipal de Loulé, uma vez que aprovou a criação da União de Freguesias Querença, Tôr e Benafim, “com sede situada na aldeia de Querença, Largo de Nossa Senhora da Assunção”.
A decisão, recorda, deve-se a um imperativo da Lei nº 22/2012, que obriga à “determinação da localização das sedes de freguesia [artigo 11º]. O que propôs a unidade técnica foi a criação de uma sede de freguesia rotativa entre as três, quadrienal. Ora, de acordo com o dirigente social-democrata, a sugestão feita por quem recebeu a missão de apoiar a Assembleia da República “não corresponde à realidade do documento aprovado pelo fórum municipal”. A Assembleia Municipal de Loulé, lê-se no documento, sugeriu que a rotatividade é “uma proposta do foro político, a analisar caso assim o entendam as assembleias de freguesia”
Campanha do Banco Alimentar
A notícia no site da Rádio Cister
http://www.cister.fm/destaque/banco-alimentar-oeste-recolheram-86843-kg-de-bens-alimentares
Banco Alimentar do Oeste recolheram 86.843 kg de bens alimentares
Nos dias 1 e 2 de Dezembro, os Bancos Alimentares Contra a Fome realizaram mais uma campanha nacional de recolha de alimentos junto das superfícies comerciais. Na nossa região a iniciativa foi promovida pelo Banco Alimentar do Oeste (BAO) e decorreu nos concelhos de Alcobaça, Bombarral, adaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos e Peniche.
Nesta campanha foi recolhido um total de 86.843 kg de bens alimentares, assim repartidos pelos oito concelhos:
Alcobaça 19.373
Bombarral 6.088
Cadaval 3.038
Caldas da Rainha 25.158
Lourinhã 12.124
Nazaré 7.332
Óbidos 3.649
Peniche 10.081
TOTAL 86.843
Consolidando a experiência de campanhas anteriores, para além das superfícies comerciais, estivemos também presentes em diversas freguesias rurais, nomeadamente: Alvorninha, Landal e Santa Catarina (Caldas da Rainha); Bárrio, Cós, Cela e Vimeiro (Alcobaça); Figueiros, Painho, Alguber (Cadaval); Ribamar, Vimeiro, Atalaia, Lourinhã, Marteleira, Miragaia, São Bartolomeu, Santa Bárbara e Reguengo Grande (Lourinhã); Atouguia da Baleia (Peniche); Mercado do Bombarral; Famalicão (Nazaré).
Nestas freguesias rurais foram recolhidos cerca de 10.340 Kg de bens alimentares.
As quantidades de alimentos recolhidos, com uma quebra de apenas 1,7% em relação a igual período do ano anterior, mostram que os portugueses responderam ao apelo e quiseram demonstrar que, apesar da profunda crise económica que afecta tantas famílias, continuam motivados para ajudar a minorar as dificuldades dos mais carenciados.
Estes resultados foram atingidos não só devido à generosidade de todos os que doaram bens alimentares, mas também dos cerca de 1.500 voluntários que, nas superfícies comerciais, nos pontos de recolha rurais, nos transportes e armazém do BAO, deram o seu tempo e energia a esta campanha e à concretização de valores de solidariedade. O nosso agradecimento estende-se ainda às cerca de 60 superfícies comerciais que autorizaram a recolha de alimentos e às numerosas instituições e empresas que, de diversas formas, colaboraram em mais esta acção.
É também devida uma palavra de reconhecimento à comunicação social que, com o seu envolvimento e divulgação da actividade dos Bancos Alimentares transformou esta iniciativa num projecto comum a toda a Comunidade.
Os géneros alimentares agora doados, juntamente com os excedentes alimentares recolhidos diariamente junto de produtores e comerciantes, serão distribuídos a 58 Instituições de Solidariedade Social, que os entregam a cerca de 5.200 pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confeccionadas.
Até ao dia 9 de Dezembro, haverá ainda a possibilidade de contribuir para os Bancos Alimentares Contra a Fome na campanha no site www.alimentestaideia.net, e na campanha “Ajuda Vale”, a decorrerem nas grandes superfícies comerciais.
http://www.cister.fm/destaque/banco-alimentar-oeste-recolheram-86843-kg-de-bens-alimentares
Banco Alimentar do Oeste recolheram 86.843 kg de bens alimentares
Nos dias 1 e 2 de Dezembro, os Bancos Alimentares Contra a Fome realizaram mais uma campanha nacional de recolha de alimentos junto das superfícies comerciais. Na nossa região a iniciativa foi promovida pelo Banco Alimentar do Oeste (BAO) e decorreu nos concelhos de Alcobaça, Bombarral, adaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos e Peniche.
Nesta campanha foi recolhido um total de 86.843 kg de bens alimentares, assim repartidos pelos oito concelhos:
Alcobaça 19.373
Bombarral 6.088
Cadaval 3.038
Caldas da Rainha 25.158
Lourinhã 12.124
Nazaré 7.332
Óbidos 3.649
Peniche 10.081
TOTAL 86.843
Consolidando a experiência de campanhas anteriores, para além das superfícies comerciais, estivemos também presentes em diversas freguesias rurais, nomeadamente: Alvorninha, Landal e Santa Catarina (Caldas da Rainha); Bárrio, Cós, Cela e Vimeiro (Alcobaça); Figueiros, Painho, Alguber (Cadaval); Ribamar, Vimeiro, Atalaia, Lourinhã, Marteleira, Miragaia, São Bartolomeu, Santa Bárbara e Reguengo Grande (Lourinhã); Atouguia da Baleia (Peniche); Mercado do Bombarral; Famalicão (Nazaré).
Nestas freguesias rurais foram recolhidos cerca de 10.340 Kg de bens alimentares.
As quantidades de alimentos recolhidos, com uma quebra de apenas 1,7% em relação a igual período do ano anterior, mostram que os portugueses responderam ao apelo e quiseram demonstrar que, apesar da profunda crise económica que afecta tantas famílias, continuam motivados para ajudar a minorar as dificuldades dos mais carenciados.
Estes resultados foram atingidos não só devido à generosidade de todos os que doaram bens alimentares, mas também dos cerca de 1.500 voluntários que, nas superfícies comerciais, nos pontos de recolha rurais, nos transportes e armazém do BAO, deram o seu tempo e energia a esta campanha e à concretização de valores de solidariedade. O nosso agradecimento estende-se ainda às cerca de 60 superfícies comerciais que autorizaram a recolha de alimentos e às numerosas instituições e empresas que, de diversas formas, colaboraram em mais esta acção.
É também devida uma palavra de reconhecimento à comunicação social que, com o seu envolvimento e divulgação da actividade dos Bancos Alimentares transformou esta iniciativa num projecto comum a toda a Comunidade.
Os géneros alimentares agora doados, juntamente com os excedentes alimentares recolhidos diariamente junto de produtores e comerciantes, serão distribuídos a 58 Instituições de Solidariedade Social, que os entregam a cerca de 5.200 pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confeccionadas.
Até ao dia 9 de Dezembro, haverá ainda a possibilidade de contribuir para os Bancos Alimentares Contra a Fome na campanha no site www.alimentestaideia.net, e na campanha “Ajuda Vale”, a decorrerem nas grandes superfícies comerciais.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Lagoa de Pataias
Via blogue uniralcobaca.blogspot.pt do vereador Rogério Raimundo.
6.123.(4dez2012.7.7') Lagoa de Pataias
http://www.cm-alcobaca.pt/page.php?ID=361
A lagoa de Pataias localiza-se na Zona Norte do Concelho de Alcobaça, freguesia de Pataias.
É uma zona húmida que surge no meio da vasta área de pinhal bravo que ocupa esta região do litoral Português e, portanto, é ocupada por Fauna e Flora distintas de toda a envolvente.
Face a usos indevidos no passado, a água encontra-se poluída por nutrientes que promovem o crescimento excessivo de matéria vegetal com consequente falta de oxigénio na água (Eutroficação). A Eutroficação é típica das zonas húmidas interiores e, normalmente, conduz à sua mutação para ecossistemas terrestres. Neste caso concreto, o processo foi acelerado pela acção antrópica.
A dependência exclusiva da precipitação, juntamente com a situação de seca extrema em 2005, culminaram na evaporação de toda a água, uma situação que não sucedia desde 1944. Para além do desaparecimento da ictiofauna, a falta de água criou pressões enormes em outros grupos como os anfíbios, mamíferos e aves, em termos de alterações do habitat, indisponibilidade de água e/ou de alimento. Os nutrientes presentes na água acumularam-se nos sedimentos do fundo: estes, juntamente com grandes extensões de macrófitas aquáticas, foram removidos mecanicamente de forma a evitar que, após outra época de chuvas, a qualidade da água voltasse a piorar.
Após um Inverno chuvoso, a cota da lagoa recuperou ao ponto de poderem equacionar-se os repovoamentos com ruivacos: estes peixes, outrora muito comuns na lagoa de Pataias, foram dizimados por espécies indesejáveis introduzidas (carpa, perca e gambúsia). O plano de gestão da lagoa de Pataias vê assim mais uma etapa cumprida, mas, no contexto de alterações climáticas globais, este ecossistema requererá cuidados continuados no futuro.
A gestão desta lagoa remete-nos para os elevados custos de remediação dos serviços dos ecossistemas. É por isso sempre melhor evitar a degradação da Natureza e, neste sentido, desde 2003 que o Projecto de Educação Ambiental do Município dá especial relevância a esta zona única no concelho.
Encaminhado para vereador do ambiente e para a técnica superior (Sofia Quaresma) que
tem acompanhado a Lagoa de Pataias.
O pataiense Antº Caetano sugere...
.Aqui está na íntegra o texto dele:
."Como sabem algumas limpesas na Lagoa de Pataias, estão a ser acabadas, no entanto uma grande parte da Lagoa, continua suja e vai continuar a ficar, se, não se tomarem as devidas acções para a sua limpesa total e senão vejamos:
1º - Porque não se acionam os mecanismos de limpesa da área privada, questionando os proprietários para a limpesa das suas propriedades que confinam com a Lagoa.
2º- Com essa Limpesa, porque não abrir o caminho que já existiu (local dos Salgueiros) em toda o perímetro de Lagoa, tornando-o acessível a todos
3º - Porque não se abre uma vala de 2 metros,(local visionamento) de maneira a ficar uma ilhota para os patos e outras aves poderem nidificar à vontade e os animais de 2 e 4 patas, não invadirem o local à procura de ovos e patinhos pequenos (2 ninhadas de 6 e uma de 2 desapareceram em 2/3 dias do local)!!! e continuarem a pescar patos.
4º - Para quando a reposição de novas cordas no passadiço, bem como dos caixotes do lixo onde foram retirados ou roubados (Junto ao Salgueiro e junto da ruína da casa).
5º - Para quando a retirada da barraca de madeira, só cria mau ambiente!...
6º - Com a limpesa feita do caniçal e desbaste de árvores, porque não a limpesa do local cercado, do mato que lá foi plantado e que só cria uma feia imagem da Lagoa.
7º - Porque não aproveitar esse largo para repor a mesa (partida e colocar mais 2 ou três) fazendo do sitio um local aprazível de se estar.
8º - Para quando a reparação (central de Esgotos) em condições, para não esgotar para a Lagoa como ainda a semana passada (A água cheia de espuma e mau cheiro).
9º - Porque não limitar a uma área restrita a pesca na Lagoa (desde o Eucalipto até ao local do antigo furo de água). e repovoar a Lagoa com os peixes que nela existiram ou seja o peixe vermelho, o ruivaco e muito em especial de rãs.
10º - Para quando um assador(parque de merendas) e uma casa de banho!..., crianças e senhoras como fazem!!! (promessa do Sr.Presidente da Junta).
11º - Para quando o estacionamento regulado nos locais existentes e proibição dos pescadores levarem os carros até à beira de água.
12º - Para quando a proíbição de fazer fogueiras, e colocar placas de aviso.
13º - Sinalizar melhor o Circuito de Manutenção, bem como da Lagoa, visando a sua promoção.
14º - Porque não acionar mecanismos de maneira a Lagoa ser mais vigiada pelas autoridades."
6.123.(4dez2012.7.7') Lagoa de Pataias
http://www.cm-alcobaca.pt/page.php?ID=361
A lagoa de Pataias localiza-se na Zona Norte do Concelho de Alcobaça, freguesia de Pataias.
É uma zona húmida que surge no meio da vasta área de pinhal bravo que ocupa esta região do litoral Português e, portanto, é ocupada por Fauna e Flora distintas de toda a envolvente.
Face a usos indevidos no passado, a água encontra-se poluída por nutrientes que promovem o crescimento excessivo de matéria vegetal com consequente falta de oxigénio na água (Eutroficação). A Eutroficação é típica das zonas húmidas interiores e, normalmente, conduz à sua mutação para ecossistemas terrestres. Neste caso concreto, o processo foi acelerado pela acção antrópica.
A dependência exclusiva da precipitação, juntamente com a situação de seca extrema em 2005, culminaram na evaporação de toda a água, uma situação que não sucedia desde 1944. Para além do desaparecimento da ictiofauna, a falta de água criou pressões enormes em outros grupos como os anfíbios, mamíferos e aves, em termos de alterações do habitat, indisponibilidade de água e/ou de alimento. Os nutrientes presentes na água acumularam-se nos sedimentos do fundo: estes, juntamente com grandes extensões de macrófitas aquáticas, foram removidos mecanicamente de forma a evitar que, após outra época de chuvas, a qualidade da água voltasse a piorar.
Após um Inverno chuvoso, a cota da lagoa recuperou ao ponto de poderem equacionar-se os repovoamentos com ruivacos: estes peixes, outrora muito comuns na lagoa de Pataias, foram dizimados por espécies indesejáveis introduzidas (carpa, perca e gambúsia). O plano de gestão da lagoa de Pataias vê assim mais uma etapa cumprida, mas, no contexto de alterações climáticas globais, este ecossistema requererá cuidados continuados no futuro.
A gestão desta lagoa remete-nos para os elevados custos de remediação dos serviços dos ecossistemas. É por isso sempre melhor evitar a degradação da Natureza e, neste sentido, desde 2003 que o Projecto de Educação Ambiental do Município dá especial relevância a esta zona única no concelho.
Encaminhado para vereador do ambiente e para a técnica superior (Sofia Quaresma) que
tem acompanhado a Lagoa de Pataias.
O pataiense Antº Caetano sugere...
.Aqui está na íntegra o texto dele:
."Como sabem algumas limpesas na Lagoa de Pataias, estão a ser acabadas, no entanto uma grande parte da Lagoa, continua suja e vai continuar a ficar, se, não se tomarem as devidas acções para a sua limpesa total e senão vejamos:
1º - Porque não se acionam os mecanismos de limpesa da área privada, questionando os proprietários para a limpesa das suas propriedades que confinam com a Lagoa.
2º- Com essa Limpesa, porque não abrir o caminho que já existiu (local dos Salgueiros) em toda o perímetro de Lagoa, tornando-o acessível a todos
3º - Porque não se abre uma vala de 2 metros,(local visionamento) de maneira a ficar uma ilhota para os patos e outras aves poderem nidificar à vontade e os animais de 2 e 4 patas, não invadirem o local à procura de ovos e patinhos pequenos (2 ninhadas de 6 e uma de 2 desapareceram em 2/3 dias do local)!!! e continuarem a pescar patos.
4º - Para quando a reposição de novas cordas no passadiço, bem como dos caixotes do lixo onde foram retirados ou roubados (Junto ao Salgueiro e junto da ruína da casa).
5º - Para quando a retirada da barraca de madeira, só cria mau ambiente!...
6º - Com a limpesa feita do caniçal e desbaste de árvores, porque não a limpesa do local cercado, do mato que lá foi plantado e que só cria uma feia imagem da Lagoa.
7º - Porque não aproveitar esse largo para repor a mesa (partida e colocar mais 2 ou três) fazendo do sitio um local aprazível de se estar.
8º - Para quando a reparação (central de Esgotos) em condições, para não esgotar para a Lagoa como ainda a semana passada (A água cheia de espuma e mau cheiro).
9º - Porque não limitar a uma área restrita a pesca na Lagoa (desde o Eucalipto até ao local do antigo furo de água). e repovoar a Lagoa com os peixes que nela existiram ou seja o peixe vermelho, o ruivaco e muito em especial de rãs.
10º - Para quando um assador(parque de merendas) e uma casa de banho!..., crianças e senhoras como fazem!!! (promessa do Sr.Presidente da Junta).
11º - Para quando o estacionamento regulado nos locais existentes e proibição dos pescadores levarem os carros até à beira de água.
12º - Para quando a proíbição de fazer fogueiras, e colocar placas de aviso.
13º - Sinalizar melhor o Circuito de Manutenção, bem como da Lagoa, visando a sua promoção.
14º - Porque não acionar mecanismos de maneira a Lagoa ser mais vigiada pelas autoridades."
Reunião de Câmara – informações relativas à freguesia
Através do blogue do vereador Rogério Raimundo, as informações da reunião de Câmara de 28 de Novembro de 2012, relativas à freguesia de Pataias
Mais informações em: http://uniralcobaca.blogspot.pt/2012/11/611428nov2012213-r372012extraordinaria1.html
Câmara perde processo em Paredes da Vitória
Câmara perde processo em Paredes da Vitória e é obrigada a pagar indemnização por danos morais no valor de 25 mil euros.
Perímetro urbano na Pedra do Ouro
Nova legislação da REN simplifica procedimentos e simplifica delimitação.
Questões relativas à delimitação do perímetro urbano da Pedra do Ouro são resolvidas sem recurso às medidas aprovadas em Assembleia Municipal.
Mais informações em: http://uniralcobaca.blogspot.pt/2012/11/611428nov2012213-r372012extraordinaria1.html
Câmara perde processo em Paredes da Vitória
Câmara perde processo em Paredes da Vitória e é obrigada a pagar indemnização por danos morais no valor de 25 mil euros.
Perímetro urbano na Pedra do Ouro
Nova legislação da REN simplifica procedimentos e simplifica delimitação.
Questões relativas à delimitação do perímetro urbano da Pedra do Ouro são resolvidas sem recurso às medidas aprovadas em Assembleia Municipal.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Pataiense vence
O CD Pataiense foi até à Guia vencer por 3-2 na 10ª jornada do campeonato.
Com este resultado a equipa afastou-se dos lugares de despromoção, ocupando agora a 9ª posição com 14 pontos (10J;4V2E4D;18-15), mais 5 que os lugares de despromoção e a 9 do primeiro classificado.
Mais informações em: http://futeboldistritaldeleiria.blogspot.pt/2012/12/10jornada-divisao-de-honra-20122013.html
Com este resultado a equipa afastou-se dos lugares de despromoção, ocupando agora a 9ª posição com 14 pontos (10J;4V2E4D;18-15), mais 5 que os lugares de despromoção e a 9 do primeiro classificado.
Mais informações em: http://futeboldistritaldeleiria.blogspot.pt/2012/12/10jornada-divisao-de-honra-20122013.html
Prova de chás
A notícia na edição 1006 do Região de Cister de 29 de novembro de 2012
Pataias
Prova de chás conquista meia centena de participantes
Treze variedades de chás e infusões diversas fizeram as delícias das cinco dezenas de pessoas que marcaram presença na primeira prova de chás, promovida pela Sociedade Filarmónica Pataiense, no passado domingo. Acompanhados por biscoitos caseiros, as infusões de alecrim, folha de oliveira, urtiga, morangueiro, avenca, funcho e laranjeira foram saboreadas pelos participantes, depois de uma breve explicação da bióloga Ana Sílvia Malhado acerca dos benefícios de cada chá.
A iniciativa visou angariar fundos para a construção do Lar da Associação de Bem-Estar e Ocupação de Tempos Livres de Pataias, à qual foram entregues 150 euros no final do evento. “É importante que se fomente esta interatividade entre as coletividades locais”, defendeu Jorge Agostinho, presidente da Direção da Filarmónica Pataiense. Por seu turno, António Caseiro, presidente da Direção da Associação de Bem-Estar e Ocupação de Tempos Livres de Pataias, agradeceu “o empenho despendido na organização deste evento à Direção da Filarmónica e à bióloga Ana Sílvia Malhado, a principal obreira desta iniciativa”.
Por parte dos participantes as reações também se fizeram sentir. “Há que dar continuidade a eventos desta natureza”, afirmava a maioria dos presentes, reconhecendo haver “falta de atividades desta natureza em Pataias”.
Pataias
Prova de chás conquista meia centena de participantes
Treze variedades de chás e infusões diversas fizeram as delícias das cinco dezenas de pessoas que marcaram presença na primeira prova de chás, promovida pela Sociedade Filarmónica Pataiense, no passado domingo. Acompanhados por biscoitos caseiros, as infusões de alecrim, folha de oliveira, urtiga, morangueiro, avenca, funcho e laranjeira foram saboreadas pelos participantes, depois de uma breve explicação da bióloga Ana Sílvia Malhado acerca dos benefícios de cada chá.
A iniciativa visou angariar fundos para a construção do Lar da Associação de Bem-Estar e Ocupação de Tempos Livres de Pataias, à qual foram entregues 150 euros no final do evento. “É importante que se fomente esta interatividade entre as coletividades locais”, defendeu Jorge Agostinho, presidente da Direção da Filarmónica Pataiense. Por seu turno, António Caseiro, presidente da Direção da Associação de Bem-Estar e Ocupação de Tempos Livres de Pataias, agradeceu “o empenho despendido na organização deste evento à Direção da Filarmónica e à bióloga Ana Sílvia Malhado, a principal obreira desta iniciativa”.
Por parte dos participantes as reações também se fizeram sentir. “Há que dar continuidade a eventos desta natureza”, afirmava a maioria dos presentes, reconhecendo haver “falta de atividades desta natureza em Pataias”.
domingo, 2 de dezembro de 2012
Karaoke na praia da Légua
A notícia na edição 1006 do Região de Cister de 29 de novembro de 2012
Légua
Karaoke anima café “Ti Abílio” todas as noites de sábados
O café “Ti Abílio”, na praia da Légua, freguesia de Pataias, apresenta noites de karaoke aos sábados. Com possibilidade de reservas de mesas para jantar, os serões de karaoke são ainda marcados pelos preços especiais em vigor nesses dias. Caipirinha, sangria e minis são algumas das sugestões a baixo preço apresentadas pela gerência daquele espaço de restauração.
Légua
Karaoke anima café “Ti Abílio” todas as noites de sábados
O café “Ti Abílio”, na praia da Légua, freguesia de Pataias, apresenta noites de karaoke aos sábados. Com possibilidade de reservas de mesas para jantar, os serões de karaoke são ainda marcados pelos preços especiais em vigor nesses dias. Caipirinha, sangria e minis são algumas das sugestões a baixo preço apresentadas pela gerência daquele espaço de restauração.
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