A notícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/psd-e-ps-alternam-poder-politico-em-alcobaca-e-nazare-desde-1976
PSD e PS alternam poder político em Alcobaça e Nazaré desde 1976
PSD e PS são os únicos partidos que já detiveram o poder autárquico nos concelhos de Alcobaça e Nazaré, alternando as maiorias naquelas duas Câmaras desde as primeiras eleições autárquicas, que tiveram lugar a 16 de dezembro de 1976. Os restantes partidos já conseguiram eleger representantes para o executivo em diversos atos eleitorais, mas nunca “ameaçaram” verdadeiramente as vitória dos dois maiores partidos na região. Será desta que o mapa eleitoral autárquico se transforma?
Em Alcobaça, os 12 anos consecutivos do social-democrata José Gonçalves Sapinho constituem o recorde de exercício do cargo de presidente de Câmara. E com votações sempre em crescendo: em 1997, recuperou a autarquia para o PSD com 13.442 votos (43,96%), subindo ligeiramente em 2001 para 13.704 votos (46,9%) e “disparando” em 2005 para os 16.185 votos (55,1%). O deputado da Assembleia Constituinte teve um papel historicamente importante ao nível do poder local, dado que foi candidato do PSD à Assembleia Municipal de Alcobaça em 1976 e seria um dos fundadores da Associação Nacional de Freguesias, entidade que, durante vários anos, teve a sua sede social na freguesia da Benedita.
Embora tenha vencido eleições autárquicas por três vezes em Alcobaça, o socialista Miguel Guerra cumpriu 11 anos à frente da Câmara como eleito, em duas passagens alternadas, tendo feito mais um ano como presidente da Comissão Administrativa, cargo para o qual foi nomeado. Foi, de resto, o único candidato do PS na história a vencer eleições em Alcobaça, embora nem sempre tenha conseguido convencer o eleitorado, já que deixou “fugir” a Câmara nas eleições de 1979 para o social-democrata João Raposo de Magalhães e em 1997 para José Gonçalves Sapinho.
Mas é o independente Jorge Barroso quem detém o recorde de longevidade em funções como presidente de Câmara, tendo liderado a Nazaré, como eleito do PSD durante 20 anos, a que se juntam mais oito anos como vereador eleito pelo PRD, entre 1985 e 1993. Há quatro anos, foi cabeça de lista do PSD à Assembleia Municipal, mas sofreu uma derrota pesada e acabou por renunciar ao mandato, já depois de o PSD lhe ter retirado a confiança política, no fim de um trajeto político que se iniciou nos “combates” com o socialista Luís Monterroso, o mais controverso autarca do poder local na região.
Na Nazaré, o PS é, aliás, a maior força política, tendo vencido as eleições autárquicas por seis vezes (1976, 1979, 1982, 1985, 1989 e 2013), enquanto o PSD foi poder ao longo de duas décadas (venceu em 1993, 1997, 2001, 2005 e 2009).
Em Alcobaça, o PSD é o partido com mais presença autárquica. Em 1979, o partido integrou a AD que venceu a Câmara ao PS e a manteve em 1982 e em 1985 obteve a vitória mais expressiva de sempre (64,9%) com Joaquim Rui Coelho. Seguiu-se um ciclo de oito anos com o PS de Miguel Guerra, até os social-democratas se instalarem em 1997 no palácio cor de rosa, de onde não voltaram a sair.
Para sugestões, comentários, críticas e afins: sapinhogelasio@gmail.com
sábado, 26 de agosto de 2017
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
Burinhosa convidado para apresentação do SL Benfica
A notícia em:
http://www.record.pt/futebol/futsal/detalhe/benfica-apresenta-se-com-uma-vitoria-e-um-empate.html
BENFICA APRESENTA-SE COM UMA VITÓRIA E UM EMPATE
O Benfica apresentou-se esta quarta-feira aos sócios com um empate e uma vitória num torneio de jogos de 20 minutos em que participaram Fabril e Burinhosa.
O primeiro jogo, precisamente entre estes dois últimos, terminou com a vitória do Burinhosa por 1-0, com um golo de Marquinhos.
Depois foi a vez de as águias medirem forças com o Burinhosa, numa partida que terminou empatada a dois golos. Bruno Coelho (2') e Deives (3') fizeram os golos do Benfica, contra dois tentos de Vasco Seco (1' e 15').
No terceiro encontro, o Benfica venceu o Fabril por 4-1. Elvis ainda marcou aos 9 minutos, mas as águias deram a volta por Raúl Campos (11' e 12'), Robinho (16') e Bruno Pinto (17').
http://www.record.pt/futebol/futsal/detalhe/benfica-apresenta-se-com-uma-vitoria-e-um-empate.html
BENFICA APRESENTA-SE COM UMA VITÓRIA E UM EMPATE
O Benfica apresentou-se esta quarta-feira aos sócios com um empate e uma vitória num torneio de jogos de 20 minutos em que participaram Fabril e Burinhosa.
O primeiro jogo, precisamente entre estes dois últimos, terminou com a vitória do Burinhosa por 1-0, com um golo de Marquinhos.
Depois foi a vez de as águias medirem forças com o Burinhosa, numa partida que terminou empatada a dois golos. Bruno Coelho (2') e Deives (3') fizeram os golos do Benfica, contra dois tentos de Vasco Seco (1' e 15').
No terceiro encontro, o Benfica venceu o Fabril por 4-1. Elvis ainda marcou aos 9 minutos, mas as águias deram a volta por Raúl Campos (11' e 12'), Robinho (16') e Bruno Pinto (17').
domingo, 20 de agosto de 2017
Listas às autárquicas
A ontícia em:
http://regiaodecister.pt/noticias/nazare-com-menos-candidatos-e-alcobaca-mantem-listas
Nazaré com menos candidatos e Alcobaça mantém listas
O mapa eleitoral autárquico na região vai ser desenhado no próximo dia 1 de outubro, mas em relação às últimas eleições locais o cenário político alterou-se de forma substancial.
Se em 2013, a Nazaré quebrou um recorde histórico, ao apresentar oito listas concorrentes à Câmara para a sucessão a Jorge Barroso (PSD), este ano o número baixa para as cinco no concelho vizinho, muito por “culpa” da junção do PSD aos movimentos de independentes NazaréViva – liderado há quatro anos por Alberto Madaíl – e Grupo de Cidadãos Independentes do Concelho da Nazaré – cujo líder histórico António Trindade volta a ir a votos numa “coligação”, depois de em 2009 ter acompanhado o PS de Vítor Esgaio.
Em relação às últimas eleições autárquicas, há outra “junção” a ter em conta na Nazaré, com o CDS-PP e o MPT, a juntarem-se numa coligação com o PPM para candidatar Graciano Dias à Câmara, o que também ajuda a explicar a diminuição registada no número de candidaturas.
Assim, a 1 de outubro, o socialista Walter Chicharro, que em 2013 recuperou a Nazaré para o PS após 20 anos de governação de Jorge Barroso, vai enfrentar Alberto Madaíl (PSD), António Manuel Caria dos Santos (CDU), Telma Ferreira (BE) e Graciano Dias (CDS-PP/MPT/PPM).
Em Alcobaça, o total de listas mantém-se nas seis, mas registou-se uma “troca” no boletim de voto, com o PNR a abdicar de concorrer no concelho, entrando na corrida o PDR, que corporiza uma candidatura de um grupo de independentes, que pretende afrontar os partidos tradicionais no concelho.
Deste modo, o social-democrata Paulo Inácio, que avança pela última vez para a Câmara devido à lei de limitação dos mandatos, enfrenta nas urnas Cláudia Vicente (PS), Carlos Bonifácio (CDS-PP), Rogério Raimundo (CDU), António Delgado (BE) e Lúcia Duarte (PDR).
Há quatro anos, se o PSD perdeu a maioria absoluta no executivo municipal, o CDS-PP voltou a eleger um vereador, mais do que triplicando a votação: de 1.551 votos em 2009 passou para 4.469 votos em 2013. Quanto à CDU, recuou para os 3.176 votos com Vanda Furtado Marques, a votação mais baixa da coligação desde 1993, com menos de metade da votação histórica que Rogério Raimundo registou em 2001, com 6.485 votos, o equivalente a 22,2% da preferência do eleitorado. O PS baixou a votação, mas manteve o número de eleitos na Câmara, enquanto o BE ficou muito longe de eleger um vereador, objetivo a que se propõe, desta feita, com António Delgado.
http://regiaodecister.pt/noticias/nazare-com-menos-candidatos-e-alcobaca-mantem-listas
Nazaré com menos candidatos e Alcobaça mantém listas
O mapa eleitoral autárquico na região vai ser desenhado no próximo dia 1 de outubro, mas em relação às últimas eleições locais o cenário político alterou-se de forma substancial.
Se em 2013, a Nazaré quebrou um recorde histórico, ao apresentar oito listas concorrentes à Câmara para a sucessão a Jorge Barroso (PSD), este ano o número baixa para as cinco no concelho vizinho, muito por “culpa” da junção do PSD aos movimentos de independentes NazaréViva – liderado há quatro anos por Alberto Madaíl – e Grupo de Cidadãos Independentes do Concelho da Nazaré – cujo líder histórico António Trindade volta a ir a votos numa “coligação”, depois de em 2009 ter acompanhado o PS de Vítor Esgaio.
Em relação às últimas eleições autárquicas, há outra “junção” a ter em conta na Nazaré, com o CDS-PP e o MPT, a juntarem-se numa coligação com o PPM para candidatar Graciano Dias à Câmara, o que também ajuda a explicar a diminuição registada no número de candidaturas.
Assim, a 1 de outubro, o socialista Walter Chicharro, que em 2013 recuperou a Nazaré para o PS após 20 anos de governação de Jorge Barroso, vai enfrentar Alberto Madaíl (PSD), António Manuel Caria dos Santos (CDU), Telma Ferreira (BE) e Graciano Dias (CDS-PP/MPT/PPM).
Em Alcobaça, o total de listas mantém-se nas seis, mas registou-se uma “troca” no boletim de voto, com o PNR a abdicar de concorrer no concelho, entrando na corrida o PDR, que corporiza uma candidatura de um grupo de independentes, que pretende afrontar os partidos tradicionais no concelho.
Deste modo, o social-democrata Paulo Inácio, que avança pela última vez para a Câmara devido à lei de limitação dos mandatos, enfrenta nas urnas Cláudia Vicente (PS), Carlos Bonifácio (CDS-PP), Rogério Raimundo (CDU), António Delgado (BE) e Lúcia Duarte (PDR).
Há quatro anos, se o PSD perdeu a maioria absoluta no executivo municipal, o CDS-PP voltou a eleger um vereador, mais do que triplicando a votação: de 1.551 votos em 2009 passou para 4.469 votos em 2013. Quanto à CDU, recuou para os 3.176 votos com Vanda Furtado Marques, a votação mais baixa da coligação desde 1993, com menos de metade da votação histórica que Rogério Raimundo registou em 2001, com 6.485 votos, o equivalente a 22,2% da preferência do eleitorado. O PS baixou a votação, mas manteve o número de eleitos na Câmara, enquanto o BE ficou muito longe de eleger um vereador, objetivo a que se propõe, desta feita, com António Delgado.
sábado, 12 de agosto de 2017
Dívida da Câmara de Alcobaça: 116 euros/hab
A notícia em:
http://gazetacaldas.com/economia/caldas-da-rainha-cai-21-lugares-no-ranking-eficiencia-financeira/
Caldas da Rainha cai 21 lugares no ranking de eficiência financeira
Caldas da Rainha piorou a sua eficiência financeira, de acordo com o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, da autoria da Ordem dos Contabilistas Certificados. O município mantém-se entre os 100 melhores do país, mas deixou de ser o mais eficiente no sul do distrito, superado por Alcobaça.
A gestão financeira de 2016 da autarquia caldense mereceu uma pontuação de 857, menos de metade dos 1900 pontos possíveis. O concelho obteve menos 318 pontos que no ano anterior, mas mantém-se colocado entre os 100 municípios mais eficientes em termos da gestão financeira e ocupa o 35º lugar entre os concelhos de média dimensão.
Já o município de Alcobaça fez o caminho inverso e melhorou, tanto a sua performance financeira, como a classificação no ranking. A gestão do executivo liderado por Paulo Inácio obteve 1335 pontos nesta lista, face aos 1018 de 2015, e subiu de 25º para oitavo a nível nacional.
Estes foram os únicos dois concelhos do sul do distrito a merecer entrada nesta classificação.
O ranking é obtida pelo desempenho em 10 factores, que incluem o índice de liquidez, o resultado operacional sobre os proveitos operacionais deduzido das amortizações e provisões, o peso do passivo exigível no activo e o passivo por habitante. Tem ainda em conta a taxa de cobertura financeira da despesa realizada no exercício, o prazo médio de pagamentos, o grau de execução do saldo efectivo, o índice de dívida total, o grau de execução da despesa relativamente aos compromissos assumidos e os impostos directos por habitante.
Nestes factores, Caldas e Alcobaça destacam-se sobretudo no passivo por habitante. Alcobaça surge em 10º lugar a nível nacional com uma dívida média de 116 euros per capita. Caldas segue em 14º, com uma dívida de 132,30 euros por habitante.
Apesar de não surgirem nos 100 melhores classificados em termos gerais, Nazaré e Óbidos aparecem em destaque entre os que têm maior índice de impostos por habitante. Nazaré é o 15º entre os que colectam mais impostos directos per capita, com uma média de 442,60 euros. Óbidos surge cinco posições abaixo, com uma média de 396,70 euros.
A Nazaré surge ainda referenciada como a oitava Câmara com melhor resultado operacional.
BONS ÍNDICES DE INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA
O estudo tem em conta uma série de outros aspectos da gestão financeira dos municípios e os do Oeste surgem também referenciados em muitos deles.
Óbidos surge bem colocado na rubrica independência financeira, com as receitas próprias a significarem 67% das receitas totais. Caldas da Rainha apresenta um índice de 62,7% e Peniche com 60,6% nesta rubrica. Nazaré fecha o top 50 nacional, com 59,6%.
Escrutinando a receita fiscal, Óbidos foi o único município que aumentou a receita de IMI entre os que baixaram o valor da taxa. A colecta deste imposto aumentou 80 mil euros em Óbidos e a subida foi a 29ª maior do país. No entanto, este ganho foi ultrapassado pelas perdas no IMT, que ascenderam a 295 mil euros em relação a 2015. Foi a 15ª queda mais acentuada na receita deste imposto a nível nacional. O Bombarral também perdeu verba de IMT, 92 mil euros, e entra no top das perdas na posição 32. Já Peniche também entrou no top 35 das perdas, mas no IMI, com uma redução de colecta próxima dos 300 mil euros.
Óbidos surge em destaque também entre os que obtiveram maior volume em venda de bens duradouros, os chamados activos fixos. Obteve um rendimento superior a 487 mil euros. No campo oposto surge a Nazaré, com receita pouco acima dos 2 mil euros.
No que toca à despesa, Nazaré e Caldas estão entre os municípios que menos alocam verba para o pessoal, em proporção. No município da Nazaré o peso dos gastos com os 129 trabalhadores representa 18,9% da despesa total, só há seis a gastarem em menor proporção. Caldas surge em 32º, os 321 trabalhadores têm um peso de 22,9% da despesa total.
Quanto a prazo médio de pagamentos, Nazaré continua o segundo concelho que mais tempo demora a pagar aos fornecedores, em média 1233 dias, ou seja, mais de três anos e quatro meses. O prazo agravou-se em 32 dias face a 2015. Esta tendência foi seguida por Óbidos, onde os fornecedores passaram a ter de esperar, em média, 78 dias pelo pagamento, mais dois meses do que em 2015. Nas Caldas o prazo médio passou dos 17 dias para 35. O Bombarral é o único concelho da região citado por melhorias neste capítulo: o prazo diminuiu 47 dias, para 29.
PREJUÍZO DE ÓBIDOS É DOS MAIORES DO PAÍS
O resultado líquido negativo de 1,5 milhões de euros em Óbidos foi o 32º pior do país. O município obidense acumula resultados negativos desde 2012. No entanto, o saldo acumulado na última década é positivo em 14 milhões de euros. Alcobaça e Nazaré surgem entre os que têm melhores resultados líquidos: o primeiro com lucros de 3,87 milhões de euros e o segundo com lucros de 3,2 milhões de euros. No mandato de Walter Chicharro, o município nazareno tem tido saldos positivos em todos os exercícios, o que serviu para atenuar o saldo acumulado dos últimos 10 anos, mesmo assim negativo em 5,5 milhões de euros.
São várias as rubricas que confirmam as dificuldades financeiras, mas também o esforço do município nazareno para endireitar as contas. Foi o 14º concelho com maior volume de juros e outros encargos financeiros pagos em 2016, acima dos 1,2 milhões de euros. É o segundo entre os pequenos municípios e o 37º do país com maior passivo exigível, 33,6 milhões de euros, correspondente a 311% da receita corrente de 2016. Mesmo assim, o passivo retraiu no exercício anterior 2,5 milhões de euros.
O anuário é assinado por João Carvalho, Maria José Fernandes, Pedro Camões, Susana Jorge, que tiveram por base dados dos municípios e do Tribunal de Contas.
Passivo do SMAS de Alcobaça cresceu 346%
O Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses também incide sobre o sector empresarial local e os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Alcobaça surgem em destaque pelo passivo, 5 milhões de euros, que é o sexto maior nesta rubrica. O passivo dos serviços municipalizados alcobacenses teve um crescimento de 346,6% face a 2015. Grande parte deste passivo diz respeito a dívidas à Águas de Lisboa e Vale do Tejo correspondentes a facturas emitidas entre 2010 e 2015 e que o município foi recusando por se tratar de água que não foi consumida, mas que assumiu no final do ano passado.
O passivo do SMAS das Caldas das Rainha é 19º da lista e ascende a 513 mil euros e diminuiu 2,2% face a 2015. Surgem ainda nesta lista os SMAS da Nazaré, com passivo exigível de 260 mil euros, com uma redução de 32%, e o de Peniche, com dívidas na ordem dos 216 mil euros, com um crescimento de 5,1%.
Os SMAS de Peniche, Caldas da Rainha, Alcobaça e Nazaré surgem também entre os que obtiveram melhores resultados líquidos. O SMAS de Peniche encerra o top 10 com lucro de 757 mil euros. Os serviços municipalizados das Caldas mais que duplicaram os ganhos, para um total de 467 mil euros. O SMAS de Alcobaça obteve ganhos de 434 mil euros e o da Nazaré teve saldo positivo de 79,9 mil euros. J.R.
Vereador do PS diz que Caldas deveria procurar mais fontes de financiamento
Rui Correia, vereador do PS, comentou na última sessão de Câmara, realizada a 31 de Julho, o Anuário Financeiro dos Municípios, afirmando que “é sempre agradável reconhecer que a nossa gestão financeira está estável”. No entanto, chamou a atenção para o facto da autarquia caldense ter “uma extrema dependência da cobrança de impostos”.
O vereador preferia que esta entidade pudesse ter mais fontes de receita “como, por exemplo, através dos espaços concessionados”. São exemplo alguns restaurantes e cafés integrados em equipamentos municipais. O vereador também acha que seria possível ao município “fazer parcerias com entidades locais” na organização dos eventos e, desta forma, dividir os custos. “Há várias possibilidades de financiamento, mas é necessário estabelecer um diálogo constante com a comunidade”, afirmou Rui Correia. Este responsável acha que é preciso encontrar uma terceira via alternativa ao financiamento da autarquia, além dos apoios do poder central ou do que se obtém através da cobrança de impostos.
Rui Correia ainda acha que este Anuário “não deve ser usado como arma de arremesso eleitoral”, mas sim “para corrigir alguma opção financeira que possa estar a ser mal seguida”, rematou. J.R.
http://gazetacaldas.com/economia/caldas-da-rainha-cai-21-lugares-no-ranking-eficiencia-financeira/
Caldas da Rainha cai 21 lugares no ranking de eficiência financeira
Caldas da Rainha piorou a sua eficiência financeira, de acordo com o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, da autoria da Ordem dos Contabilistas Certificados. O município mantém-se entre os 100 melhores do país, mas deixou de ser o mais eficiente no sul do distrito, superado por Alcobaça.
A gestão financeira de 2016 da autarquia caldense mereceu uma pontuação de 857, menos de metade dos 1900 pontos possíveis. O concelho obteve menos 318 pontos que no ano anterior, mas mantém-se colocado entre os 100 municípios mais eficientes em termos da gestão financeira e ocupa o 35º lugar entre os concelhos de média dimensão.
Já o município de Alcobaça fez o caminho inverso e melhorou, tanto a sua performance financeira, como a classificação no ranking. A gestão do executivo liderado por Paulo Inácio obteve 1335 pontos nesta lista, face aos 1018 de 2015, e subiu de 25º para oitavo a nível nacional.
Estes foram os únicos dois concelhos do sul do distrito a merecer entrada nesta classificação.
O ranking é obtida pelo desempenho em 10 factores, que incluem o índice de liquidez, o resultado operacional sobre os proveitos operacionais deduzido das amortizações e provisões, o peso do passivo exigível no activo e o passivo por habitante. Tem ainda em conta a taxa de cobertura financeira da despesa realizada no exercício, o prazo médio de pagamentos, o grau de execução do saldo efectivo, o índice de dívida total, o grau de execução da despesa relativamente aos compromissos assumidos e os impostos directos por habitante.
Nestes factores, Caldas e Alcobaça destacam-se sobretudo no passivo por habitante. Alcobaça surge em 10º lugar a nível nacional com uma dívida média de 116 euros per capita. Caldas segue em 14º, com uma dívida de 132,30 euros por habitante.
Apesar de não surgirem nos 100 melhores classificados em termos gerais, Nazaré e Óbidos aparecem em destaque entre os que têm maior índice de impostos por habitante. Nazaré é o 15º entre os que colectam mais impostos directos per capita, com uma média de 442,60 euros. Óbidos surge cinco posições abaixo, com uma média de 396,70 euros.
A Nazaré surge ainda referenciada como a oitava Câmara com melhor resultado operacional.
BONS ÍNDICES DE INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA
O estudo tem em conta uma série de outros aspectos da gestão financeira dos municípios e os do Oeste surgem também referenciados em muitos deles.
Óbidos surge bem colocado na rubrica independência financeira, com as receitas próprias a significarem 67% das receitas totais. Caldas da Rainha apresenta um índice de 62,7% e Peniche com 60,6% nesta rubrica. Nazaré fecha o top 50 nacional, com 59,6%.
Escrutinando a receita fiscal, Óbidos foi o único município que aumentou a receita de IMI entre os que baixaram o valor da taxa. A colecta deste imposto aumentou 80 mil euros em Óbidos e a subida foi a 29ª maior do país. No entanto, este ganho foi ultrapassado pelas perdas no IMT, que ascenderam a 295 mil euros em relação a 2015. Foi a 15ª queda mais acentuada na receita deste imposto a nível nacional. O Bombarral também perdeu verba de IMT, 92 mil euros, e entra no top das perdas na posição 32. Já Peniche também entrou no top 35 das perdas, mas no IMI, com uma redução de colecta próxima dos 300 mil euros.
Óbidos surge em destaque também entre os que obtiveram maior volume em venda de bens duradouros, os chamados activos fixos. Obteve um rendimento superior a 487 mil euros. No campo oposto surge a Nazaré, com receita pouco acima dos 2 mil euros.
No que toca à despesa, Nazaré e Caldas estão entre os municípios que menos alocam verba para o pessoal, em proporção. No município da Nazaré o peso dos gastos com os 129 trabalhadores representa 18,9% da despesa total, só há seis a gastarem em menor proporção. Caldas surge em 32º, os 321 trabalhadores têm um peso de 22,9% da despesa total.
Quanto a prazo médio de pagamentos, Nazaré continua o segundo concelho que mais tempo demora a pagar aos fornecedores, em média 1233 dias, ou seja, mais de três anos e quatro meses. O prazo agravou-se em 32 dias face a 2015. Esta tendência foi seguida por Óbidos, onde os fornecedores passaram a ter de esperar, em média, 78 dias pelo pagamento, mais dois meses do que em 2015. Nas Caldas o prazo médio passou dos 17 dias para 35. O Bombarral é o único concelho da região citado por melhorias neste capítulo: o prazo diminuiu 47 dias, para 29.
PREJUÍZO DE ÓBIDOS É DOS MAIORES DO PAÍS
O resultado líquido negativo de 1,5 milhões de euros em Óbidos foi o 32º pior do país. O município obidense acumula resultados negativos desde 2012. No entanto, o saldo acumulado na última década é positivo em 14 milhões de euros. Alcobaça e Nazaré surgem entre os que têm melhores resultados líquidos: o primeiro com lucros de 3,87 milhões de euros e o segundo com lucros de 3,2 milhões de euros. No mandato de Walter Chicharro, o município nazareno tem tido saldos positivos em todos os exercícios, o que serviu para atenuar o saldo acumulado dos últimos 10 anos, mesmo assim negativo em 5,5 milhões de euros.
São várias as rubricas que confirmam as dificuldades financeiras, mas também o esforço do município nazareno para endireitar as contas. Foi o 14º concelho com maior volume de juros e outros encargos financeiros pagos em 2016, acima dos 1,2 milhões de euros. É o segundo entre os pequenos municípios e o 37º do país com maior passivo exigível, 33,6 milhões de euros, correspondente a 311% da receita corrente de 2016. Mesmo assim, o passivo retraiu no exercício anterior 2,5 milhões de euros.
O anuário é assinado por João Carvalho, Maria José Fernandes, Pedro Camões, Susana Jorge, que tiveram por base dados dos municípios e do Tribunal de Contas.
Passivo do SMAS de Alcobaça cresceu 346%
O Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses também incide sobre o sector empresarial local e os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Alcobaça surgem em destaque pelo passivo, 5 milhões de euros, que é o sexto maior nesta rubrica. O passivo dos serviços municipalizados alcobacenses teve um crescimento de 346,6% face a 2015. Grande parte deste passivo diz respeito a dívidas à Águas de Lisboa e Vale do Tejo correspondentes a facturas emitidas entre 2010 e 2015 e que o município foi recusando por se tratar de água que não foi consumida, mas que assumiu no final do ano passado.
O passivo do SMAS das Caldas das Rainha é 19º da lista e ascende a 513 mil euros e diminuiu 2,2% face a 2015. Surgem ainda nesta lista os SMAS da Nazaré, com passivo exigível de 260 mil euros, com uma redução de 32%, e o de Peniche, com dívidas na ordem dos 216 mil euros, com um crescimento de 5,1%.
Os SMAS de Peniche, Caldas da Rainha, Alcobaça e Nazaré surgem também entre os que obtiveram melhores resultados líquidos. O SMAS de Peniche encerra o top 10 com lucro de 757 mil euros. Os serviços municipalizados das Caldas mais que duplicaram os ganhos, para um total de 467 mil euros. O SMAS de Alcobaça obteve ganhos de 434 mil euros e o da Nazaré teve saldo positivo de 79,9 mil euros. J.R.
Vereador do PS diz que Caldas deveria procurar mais fontes de financiamento
Rui Correia, vereador do PS, comentou na última sessão de Câmara, realizada a 31 de Julho, o Anuário Financeiro dos Municípios, afirmando que “é sempre agradável reconhecer que a nossa gestão financeira está estável”. No entanto, chamou a atenção para o facto da autarquia caldense ter “uma extrema dependência da cobrança de impostos”.
O vereador preferia que esta entidade pudesse ter mais fontes de receita “como, por exemplo, através dos espaços concessionados”. São exemplo alguns restaurantes e cafés integrados em equipamentos municipais. O vereador também acha que seria possível ao município “fazer parcerias com entidades locais” na organização dos eventos e, desta forma, dividir os custos. “Há várias possibilidades de financiamento, mas é necessário estabelecer um diálogo constante com a comunidade”, afirmou Rui Correia. Este responsável acha que é preciso encontrar uma terceira via alternativa ao financiamento da autarquia, além dos apoios do poder central ou do que se obtém através da cobrança de impostos.
Rui Correia ainda acha que este Anuário “não deve ser usado como arma de arremesso eleitoral”, mas sim “para corrigir alguma opção financeira que possa estar a ser mal seguida”, rematou. J.R.
sexta-feira, 11 de agosto de 2017
Burinhosa estreia-se com o SL Benfica
A notícia em:
http://www.regiaodecister.pt/noticias/futsal-burinhosa-estreia-se-na-liga-com-benfica
Futsal: Burinhosa estreia-se na Liga com Benfica
O CCRD Burinhosa vai receber o Benfica no arranque da edição 2017/18 da Liga SportZone, segundo ditou o sorteio da competição, realizado esta quarta-feira.
A partida está agendada para 9 de setembro e, a exemplo das últimas duas temporadas, deverá realizar-se no Pavilhão Gimnodesportivo de Alcobaça.
A 1.ª jornada completa-se com os seguintes jogos: Sporting-Leões de Porto Salvo, Belenenses-Fundão, Fabril-Futsal Azeméis, Unidos Pinheirense-Sp. Braga, Quinta dos Lombos-Módicus e Rio Ave-Aves.
Na 9.ª jornada, aprazada para 4 de novembro, os burinhosenses deslocam-se até ao Pavilhão João Rocha, para defrontarem o campeão nacional Sporting.
http://www.regiaodecister.pt/noticias/futsal-burinhosa-estreia-se-na-liga-com-benfica
Futsal: Burinhosa estreia-se na Liga com Benfica
O CCRD Burinhosa vai receber o Benfica no arranque da edição 2017/18 da Liga SportZone, segundo ditou o sorteio da competição, realizado esta quarta-feira.
A partida está agendada para 9 de setembro e, a exemplo das últimas duas temporadas, deverá realizar-se no Pavilhão Gimnodesportivo de Alcobaça.
A 1.ª jornada completa-se com os seguintes jogos: Sporting-Leões de Porto Salvo, Belenenses-Fundão, Fabril-Futsal Azeméis, Unidos Pinheirense-Sp. Braga, Quinta dos Lombos-Módicus e Rio Ave-Aves.
Na 9.ª jornada, aprazada para 4 de novembro, os burinhosenses deslocam-se até ao Pavilhão João Rocha, para defrontarem o campeão nacional Sporting.
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
Legislação vai proibir o eucalipto
A notícia em:
https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/corrida-ao-eucalipto-antes-da-lei-que-proibe-novas-plantacoe-6961
Corrida ao eucalipto antes da lei que proíbe novas plantações
Legislação pode entrar em vigor só em Fevereiro
Embora o Presidente da República tenha promulgado a reforma da floresta esta terça-feira, a lei, que entre outras medidas proíbe novas áreas de eucalipto, poderá entrar em vigor só em Fevereiro.
Até lá, explica Domingos Patacho, ambientalista da Quercus, são muitos os que estão a plantar esta espécie, nalguns casos sem a devida autorização, procurando antecipar-se à implementação de uma lei que se prevê mais dura com os prevaricadores.
O JORNAL DE LEIRIA teve conhecimento de três zonas onde foram recentemente plantados eucaliptos: junto à Estrada Atlântica, próximo da Praia da Légua e do Vale Furado, no concelho de Alcobaça, e também na Quinta da Várzea, no concelho da Batalha. [...]
https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/corrida-ao-eucalipto-antes-da-lei-que-proibe-novas-plantacoe-6961
Corrida ao eucalipto antes da lei que proíbe novas plantações
Legislação pode entrar em vigor só em Fevereiro
Embora o Presidente da República tenha promulgado a reforma da floresta esta terça-feira, a lei, que entre outras medidas proíbe novas áreas de eucalipto, poderá entrar em vigor só em Fevereiro.
Até lá, explica Domingos Patacho, ambientalista da Quercus, são muitos os que estão a plantar esta espécie, nalguns casos sem a devida autorização, procurando antecipar-se à implementação de uma lei que se prevê mais dura com os prevaricadores.
O JORNAL DE LEIRIA teve conhecimento de três zonas onde foram recentemente plantados eucaliptos: junto à Estrada Atlântica, próximo da Praia da Légua e do Vale Furado, no concelho de Alcobaça, e também na Quinta da Várzea, no concelho da Batalha. [...]
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
terça-feira, 8 de agosto de 2017
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Bibliotecas de praia
A notícia em:
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2017-08-04-Mais-de-50-bibliotecas-em-praias-e-piscinas-em-todo-o-pais
PAÍS
Mais de 50 bibliotecas em praias e piscinas em todo o país
Mais de 50 praias e piscinas em todo o país já dispõem de bibliotecas de verão, espaços que disponibilizam gratuitamente livros, revistas e jornais para leitura e, nalguns casos, até internet e atividades para crianças.
O mapa das bibliotecas de praia e piscina de 2017, disponibilizado pela Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas (DGLAB), permite identificar 34 praias, 12 piscinas e cinco praias fluviais que, de norte a sul do país, dispõem destes polos sazonais pertencentes às bibliotecas municipais.
As bibliotecas de verão são espaços localizados em praias ou piscinas, que disponibilizam livros vários, desde literatura juvenil e infantil até literatura para adultos, em português, mas também em línguas estrangeiras, e em áreas que podem ir da banda desenhada ao romance e à ficção científica.
Muitas destas bibliotecas dispõem de acesso livre à internet, bem como atividades lúdicas dirigidas às crianças, desde jogos, a oficinas de expressão plástica, segundo informação disponibilizada em páginas de internet de municípios.
Algumas destas bibliotecas funcionam já há alguns anos, outras surgiram mais recentemente, como é o caso da biblioteca da praia de Faro, que abriu no início de julho deste ano e deverá manter-se até final de agosto, entre as 10h00 e as 18h00.
Ainda no Algarve, é possível requisitar livros, jornais ou revistas na biblioteca da praia de Monte Gordo (existente desde 2015), em Vila Real de Santo António.
As praias do Carvalhal e de Melides, em Grândola, no Alentejo, convidam igualmente os visitantes a ler no areal, sem terem de carregar de casa livros ou revistas.
Em Sintra, a Praia Grande e Praia das Maçãs têm, desde o ano passado, esses espaços de leitura à beira mar, que disponibilizam ao público livros, jogos e acesso "wireless", de 15 de julho a 18 de setembro, todos os dias, das 10h00 às 18h00, segundo informação da autarquia local.
Também o município de Oeiras conta com uma destas instalações na praia de Paço de Arcos, enquanto Sesimbra dispõe de quatro bibliotecas, nas praias de Lagoa de Albufeira, do Moinho de Baixo, da Califórnia e do Ouro, com livros, imprensa diária e diversas atividades lúdicas para os mais novos.
No norte do país, as bibliotecas estão distribuídas por locais como Figueira da Foz (Praia da Torre do Relógio), Póvoa de Varzim (Praia da Lagoa e Diana Bar), Viana do Castelo (Praia do Norte) ou Esposende (Praias de Cepães, Suave mar, Ofir e Apúlia).
Nas regiões interiores, que não estão servidas de praia, é possível descansar entre banhos na companhia de livros e jornais disponibilizados por bibliotecas de piscina, como é o caso das piscinas de Guimarães, Vila Nova de Foz Coa e Ferreira do Alentejo, ou por bibliotecas situadas em praias fluviais, como a de Zibreiros (Gondomar), Ana de Aviz (Figueiró dos Vinhos), Rio de Figueira (Santiago do Cacém) e Tapada Grande (Mértola).
Comentário
Ainda sou do tempo em que, quando se falou pela primeira vez, abrir uma biblioteca de praia em Paredes da Vitória, só faltou chamar tonto a quem apresentou a ideia. Mas lá que pensaram, pensaram. Mas também como isso não representava custos para a Junta e todo o trabalho foi feito à pala, de borla, por um conjunto de voluntários idiotas (leia-se, cheios de ideias), não havia problema.
Hoje em dia, a Biblioteca de Verão de Paredes da Vitória é um marco incontornável na praia, de tal forma, que até a Câmara Municipal nos seus cartazes faz referência à mesma.
No entanto, quando se olha para as bibliotecas de Paredes e de S. Martinho do Porto, a diferença é enorme.
Em S. Martinho do Porto, a responsabilidade é da Biblioteca Municipal e da Câmara Municipal tendo 8 (oito!) funcionários que asseguram o seu funcionamento.
Em Paredes da Vitória, a responsabilidade é da Junta da União de Freguesias de Pataias e Martingança que tem 2 (dois) funcionários, que inclusivamente têm de gozar férias nos meses de julho e agosto porque no resto do ano são precisos em Pataias para assegurar a Universidade Sénior. Ou seja, na maior parte do Verão a biblioteca de praia de Paredes da Vitória funciona com 1 (um) funcionário (da junta). Isso não é obstáculo para que a Câmara faça referência à biblioteca das Paredes como uma das suas (da Câmara) iniciativa para verão no litoral norte do concelho. Mas na prática, o que contribui para isso: ZERO.
E o que faz a Junta da União de Freguesias para capitalizar esse grande trabalho em prol do turismo das Paredes, nomeadamente exigindo à Câmara apoios para que a biblioteca de verão funcione ainda melhor, ou qualquer outra melhoria no apoio ao turismo no litoral da freguesia: NADA.
Ou seja, o trabalho e o mérito são da Junta mas quem colhe os louros são da Câmara.
Ele há coisas assim...
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2017-08-04-Mais-de-50-bibliotecas-em-praias-e-piscinas-em-todo-o-pais
PAÍS
Mais de 50 bibliotecas em praias e piscinas em todo o país
Mais de 50 praias e piscinas em todo o país já dispõem de bibliotecas de verão, espaços que disponibilizam gratuitamente livros, revistas e jornais para leitura e, nalguns casos, até internet e atividades para crianças.
O mapa das bibliotecas de praia e piscina de 2017, disponibilizado pela Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas (DGLAB), permite identificar 34 praias, 12 piscinas e cinco praias fluviais que, de norte a sul do país, dispõem destes polos sazonais pertencentes às bibliotecas municipais.
As bibliotecas de verão são espaços localizados em praias ou piscinas, que disponibilizam livros vários, desde literatura juvenil e infantil até literatura para adultos, em português, mas também em línguas estrangeiras, e em áreas que podem ir da banda desenhada ao romance e à ficção científica.
Muitas destas bibliotecas dispõem de acesso livre à internet, bem como atividades lúdicas dirigidas às crianças, desde jogos, a oficinas de expressão plástica, segundo informação disponibilizada em páginas de internet de municípios.
Algumas destas bibliotecas funcionam já há alguns anos, outras surgiram mais recentemente, como é o caso da biblioteca da praia de Faro, que abriu no início de julho deste ano e deverá manter-se até final de agosto, entre as 10h00 e as 18h00.
Ainda no Algarve, é possível requisitar livros, jornais ou revistas na biblioteca da praia de Monte Gordo (existente desde 2015), em Vila Real de Santo António.
As praias do Carvalhal e de Melides, em Grândola, no Alentejo, convidam igualmente os visitantes a ler no areal, sem terem de carregar de casa livros ou revistas.
Em Sintra, a Praia Grande e Praia das Maçãs têm, desde o ano passado, esses espaços de leitura à beira mar, que disponibilizam ao público livros, jogos e acesso "wireless", de 15 de julho a 18 de setembro, todos os dias, das 10h00 às 18h00, segundo informação da autarquia local.
Também o município de Oeiras conta com uma destas instalações na praia de Paço de Arcos, enquanto Sesimbra dispõe de quatro bibliotecas, nas praias de Lagoa de Albufeira, do Moinho de Baixo, da Califórnia e do Ouro, com livros, imprensa diária e diversas atividades lúdicas para os mais novos.
No norte do país, as bibliotecas estão distribuídas por locais como Figueira da Foz (Praia da Torre do Relógio), Póvoa de Varzim (Praia da Lagoa e Diana Bar), Viana do Castelo (Praia do Norte) ou Esposende (Praias de Cepães, Suave mar, Ofir e Apúlia).
Nas regiões interiores, que não estão servidas de praia, é possível descansar entre banhos na companhia de livros e jornais disponibilizados por bibliotecas de piscina, como é o caso das piscinas de Guimarães, Vila Nova de Foz Coa e Ferreira do Alentejo, ou por bibliotecas situadas em praias fluviais, como a de Zibreiros (Gondomar), Ana de Aviz (Figueiró dos Vinhos), Rio de Figueira (Santiago do Cacém) e Tapada Grande (Mértola).
Bibliotecas Municipais de Praia em 2017
Comentário
Ainda sou do tempo em que, quando se falou pela primeira vez, abrir uma biblioteca de praia em Paredes da Vitória, só faltou chamar tonto a quem apresentou a ideia. Mas lá que pensaram, pensaram. Mas também como isso não representava custos para a Junta e todo o trabalho foi feito à pala, de borla, por um conjunto de voluntários idiotas (leia-se, cheios de ideias), não havia problema.
Hoje em dia, a Biblioteca de Verão de Paredes da Vitória é um marco incontornável na praia, de tal forma, que até a Câmara Municipal nos seus cartazes faz referência à mesma.
No entanto, quando se olha para as bibliotecas de Paredes e de S. Martinho do Porto, a diferença é enorme.
Em S. Martinho do Porto, a responsabilidade é da Biblioteca Municipal e da Câmara Municipal tendo 8 (oito!) funcionários que asseguram o seu funcionamento.
Em Paredes da Vitória, a responsabilidade é da Junta da União de Freguesias de Pataias e Martingança que tem 2 (dois) funcionários, que inclusivamente têm de gozar férias nos meses de julho e agosto porque no resto do ano são precisos em Pataias para assegurar a Universidade Sénior. Ou seja, na maior parte do Verão a biblioteca de praia de Paredes da Vitória funciona com 1 (um) funcionário (da junta). Isso não é obstáculo para que a Câmara faça referência à biblioteca das Paredes como uma das suas (da Câmara) iniciativa para verão no litoral norte do concelho. Mas na prática, o que contribui para isso: ZERO.
E o que faz a Junta da União de Freguesias para capitalizar esse grande trabalho em prol do turismo das Paredes, nomeadamente exigindo à Câmara apoios para que a biblioteca de verão funcione ainda melhor, ou qualquer outra melhoria no apoio ao turismo no litoral da freguesia: NADA.
Ou seja, o trabalho e o mérito são da Junta mas quem colhe os louros são da Câmara.
Ele há coisas assim...
quinta-feira, 27 de julho de 2017
Escola das Paredes caiu
O edifício devoluto da antiga escola primária de Paredes da Vitória caiu hoje entre as 11h e as 12h da manhã. Não houve qualquer "intervenção" ou "força exterior", tendo o edifício desmoronado por si só e relacionado com o elavado grau de degração do mesmo. O telhado aluiu para o interior do edifício e no arrastamento da queda, acabou por fazer cair a fachada poente do edifício, os bonitos três arcos em tijolo de burro.
domingo, 16 de julho de 2017
Presidente da Câmara em entrevista
A entrevista em:
http://www.mundoportugues.pt/article/view/65179
“Temos as nossas necessidades básicas plenamente garantidas”
Estando Alcobaça integrada na Região de Turismo que mais cresce em Portugal que estratégias é que o município tem desenvolvido nesta área?
A estratégia do Município de Alcobaça para afirmação do território passa essencialmente pelo equilíbrio entre o ambiente e o património. O Parque Verde e o Hotel do Mosteiro de Alcobaça, obras que estão em plena execução, são os exemplos mais visíveis. Mas não nos podemos esquecer da promoção ao Mosteiro de Coz, do futuro percurso multi-modal (pedonal, ciclável e transporte elétrico) entre Alcobaça e Nazaré ao longo do rio Alcoa, do pavilhão multiusos a ser construído no atual MercoAlcobaça, entre outros. A gastronomia inscreve-se naturalmente neste contexto de afirmação do território alcobacense. Dou como exemplos a Mostra Internacional de Doces e Licores Conventuais ou o apoio dado à Associação dos Agricultores da Região de Alcobaça na criação e promoção da marca Porco Malhado de Alcobaça. Destaque também para a promoção das nove praias do concelho com natural primazia para São Martinho do Porto e Paredes da Vitória. São Martinho do Porto foi considerada pelo site eDreams como a melhor praia do país para a família enquanto que Paredes da Vitória tem vindo a destacar-se como uma das melhores praias para aprendizagem do surf. Ambas ostentam os galardões Bandeira Azul. Fomos também distinguidos pelo site Trivago como um dos 10 Destinos de Natureza e Cultura Emergentes em Portugal.
Em matéria de saúde e assistência que investimentos têm sido feitos para serviço da população?
A inauguração da Unidade de Saúde de São Martinho do Porto (em 2016) foi mais uma etapa da requalificação da rede de cuidados de saúde primários. Nos próximos meses estarão concluídas as obras da USF da Benedita e será aplicado o protocolo com o Estado Português para que este realize obras de requalificação da USF de Alcobaça, ao passo que o Município fará a requalificação do Centro de Saúde de Turquel, cujo auto de consignação foi recentemente assinado. Está também a ser feito, em estreita colaboração com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, um levantamento das necessidades das restantes unidades de saúde do concelho. A qualidade dos cuidados de saúde para todos os munícipes, numa lógica de proximidade, é uma preocupação constante nas políticas deste executivo.
Que apoios tem a Câmara desenvolvido para a educação e infância no concelho?
Em 2015, a Câmara de Alcobaça implementou o Plano de Ação Social Alargada através do qual concede a todos os alunos do 1º ciclo, sem exceção, todos os manuais e materiais escolares. Trata-se de um projeto pioneiro que apoia toda a comunidade escolar que frequenta o 1º ciclo. Todas as crianças merecem ter as mesmas oportunidades no início do seu percurso escolar e é isso mesmo que a Câmara de Alcobaça garante com esta iniciativa. É uma ajuda para as famílias que deste modo sabem que podem contar com o seu município para os ajudar a suportar os elevados custos destes materiais que agora estão ao seu dispor gratuitamente. Estamos também a desenvolver em parceria com os museus da cidade e com as escolas, diversas ações de serviço educativo e apoiamos a publicação de obras literárias de carater infanto-juvenil que incutem nas novas gerações um sentimento de pertença e de identificação à sua terra.
Sendo Alcobaça um concelho de forte empreendedorismo económico quais são os grandes anseios da câmara nesta matéria?
O concelho de Alcobaça tem o seu setor industrial e empresarial em pleno crescimento com total disponibilidade e cooperação por parte do Município, por via do intermunicipalismo e do apoio às associações empresariais da região. Acreditamos que é esse o verdadeiro papel de uma autarquia neste contexto: ser um parceiro privilegiado de quem quer investir no concelho com responsabilidade e sustentabilidade económica, ambiental e social. Os números oficiais abrem boas perspetivas para o futuro do concelho de Alcobaça. Temos uma balança comercial positiva, acima dos 150% e uma taxa de desemprego situada nos 6,4% ao passo que a média nacional é ligeiramente inferior a 10%. Registamos com agrado o crescente interesse de novas empresas em instalarem-se no concelho, nomeadamente em Pataias. E não podemos esquecer que a futura Área de Localização Empresarial da Benedita recebeu recentemente aprovação dos órgãos supra-municipais depois de anos de impasse.
O desporto, o Associativismo e a cultura são também hoje uma importante realidade no concelho de Alcobaça. Que tipo de apoio estas atividades têm da Câmara?
Alcobaça pratica uma política de incentivos às instituições desportivas e culturais bastante abrangente e é dos concelhos mais ativos e culturalmente relevantes do país, tendo em conta a projeção nacional e internacional de eventos como a Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais, o Cistermúsica, Aljubarrota Medieval, entre muitos outros. Tem em funcionamento há já alguns anos uma série de iniciativas de apoio à comunidade sénior do concelho, desde passeios por todo o país, atividades desportivas e culturais, assim como serviços de apoio ao domicílio.
Como é que a Câmara tem apoiado o trabalho das juntas de freguesia no seu trabalho em prol das populações?
O trabalho da Câmara Municipal de Alcobaça é feito em estreita colaboração com as Juntas de Freguesia, sendo estas responsáveis por reportar as suas prioridades em termos de melhoria da qualidade de vida dos seus habitantes. A política de reforço de autonomia das Juntas levada a cabo há alguns anos trouxe aos diversos territórios do concelho uma renovada capacidade de desenvolvimento.
Alcobaça é um bom sítio para se viver atualmente? Porquê?
O Município desenvolveu um incansável trabalho ao longo dos últimos anos e vários são os setores onde isso se comprova. Temos as nossas necessidades básicas plenamente garantidas: somos dos poucos municípios com qualidade de água a 100% e uma taxa de saneamento que serve mais de 80% da população. A Câmara Municipal lançou recentemente um dos maiores programas de alcatroamento de estradas e acessos de que há memória, investindo mais de um milhão de euros. Todo o concelho tem beneficiado de condições de circulação automóvel melhoradas. Destaco as obras feitas na Estrada Municipal 549, que liga Alcobaça a Pataias, uma reivindicação de longa data da comunidade que conseguimos resolver em estreita parceria com o Município da Nazaré. A recuperação da rede rodoviária será uma aposta a manter nos próximos anos. O nosso foco principal incide sobre as condições de vida dos munícipes apostando em políticas sociais sólidas e sustentáveis. Fomos pioneiros na implementação do programa de concessão de livros escolares a todos os alunos do 1º ciclo sem olhar a escalões. Aderimos ao IMI familiar que agora se encontra próximo dos patamares mínimos. A nossa rede de cuidados de saúde primários está quase concluída faltando apenas alguns trabalhos de melhoramentos nos centros de saúde de Turquel e Alcobaça. Temos uma rede de apoio social com IPSS dinâmicas e modernizadas. Conseguimos obter financiamento dos fundos comunitários para os centros escolares de Turquel, Alfeizerão, Pataias e Cela que serão construídos na exata medida das necessidades de cada freguesia.
http://www.mundoportugues.pt/article/view/65179
“Temos as nossas necessidades básicas plenamente garantidas”
Estando Alcobaça integrada na Região de Turismo que mais cresce em Portugal que estratégias é que o município tem desenvolvido nesta área?
A estratégia do Município de Alcobaça para afirmação do território passa essencialmente pelo equilíbrio entre o ambiente e o património. O Parque Verde e o Hotel do Mosteiro de Alcobaça, obras que estão em plena execução, são os exemplos mais visíveis. Mas não nos podemos esquecer da promoção ao Mosteiro de Coz, do futuro percurso multi-modal (pedonal, ciclável e transporte elétrico) entre Alcobaça e Nazaré ao longo do rio Alcoa, do pavilhão multiusos a ser construído no atual MercoAlcobaça, entre outros. A gastronomia inscreve-se naturalmente neste contexto de afirmação do território alcobacense. Dou como exemplos a Mostra Internacional de Doces e Licores Conventuais ou o apoio dado à Associação dos Agricultores da Região de Alcobaça na criação e promoção da marca Porco Malhado de Alcobaça. Destaque também para a promoção das nove praias do concelho com natural primazia para São Martinho do Porto e Paredes da Vitória. São Martinho do Porto foi considerada pelo site eDreams como a melhor praia do país para a família enquanto que Paredes da Vitória tem vindo a destacar-se como uma das melhores praias para aprendizagem do surf. Ambas ostentam os galardões Bandeira Azul. Fomos também distinguidos pelo site Trivago como um dos 10 Destinos de Natureza e Cultura Emergentes em Portugal.
Em matéria de saúde e assistência que investimentos têm sido feitos para serviço da população?
A inauguração da Unidade de Saúde de São Martinho do Porto (em 2016) foi mais uma etapa da requalificação da rede de cuidados de saúde primários. Nos próximos meses estarão concluídas as obras da USF da Benedita e será aplicado o protocolo com o Estado Português para que este realize obras de requalificação da USF de Alcobaça, ao passo que o Município fará a requalificação do Centro de Saúde de Turquel, cujo auto de consignação foi recentemente assinado. Está também a ser feito, em estreita colaboração com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, um levantamento das necessidades das restantes unidades de saúde do concelho. A qualidade dos cuidados de saúde para todos os munícipes, numa lógica de proximidade, é uma preocupação constante nas políticas deste executivo.
Que apoios tem a Câmara desenvolvido para a educação e infância no concelho?
Em 2015, a Câmara de Alcobaça implementou o Plano de Ação Social Alargada através do qual concede a todos os alunos do 1º ciclo, sem exceção, todos os manuais e materiais escolares. Trata-se de um projeto pioneiro que apoia toda a comunidade escolar que frequenta o 1º ciclo. Todas as crianças merecem ter as mesmas oportunidades no início do seu percurso escolar e é isso mesmo que a Câmara de Alcobaça garante com esta iniciativa. É uma ajuda para as famílias que deste modo sabem que podem contar com o seu município para os ajudar a suportar os elevados custos destes materiais que agora estão ao seu dispor gratuitamente. Estamos também a desenvolver em parceria com os museus da cidade e com as escolas, diversas ações de serviço educativo e apoiamos a publicação de obras literárias de carater infanto-juvenil que incutem nas novas gerações um sentimento de pertença e de identificação à sua terra.
Sendo Alcobaça um concelho de forte empreendedorismo económico quais são os grandes anseios da câmara nesta matéria?
O concelho de Alcobaça tem o seu setor industrial e empresarial em pleno crescimento com total disponibilidade e cooperação por parte do Município, por via do intermunicipalismo e do apoio às associações empresariais da região. Acreditamos que é esse o verdadeiro papel de uma autarquia neste contexto: ser um parceiro privilegiado de quem quer investir no concelho com responsabilidade e sustentabilidade económica, ambiental e social. Os números oficiais abrem boas perspetivas para o futuro do concelho de Alcobaça. Temos uma balança comercial positiva, acima dos 150% e uma taxa de desemprego situada nos 6,4% ao passo que a média nacional é ligeiramente inferior a 10%. Registamos com agrado o crescente interesse de novas empresas em instalarem-se no concelho, nomeadamente em Pataias. E não podemos esquecer que a futura Área de Localização Empresarial da Benedita recebeu recentemente aprovação dos órgãos supra-municipais depois de anos de impasse.
O desporto, o Associativismo e a cultura são também hoje uma importante realidade no concelho de Alcobaça. Que tipo de apoio estas atividades têm da Câmara?
Alcobaça pratica uma política de incentivos às instituições desportivas e culturais bastante abrangente e é dos concelhos mais ativos e culturalmente relevantes do país, tendo em conta a projeção nacional e internacional de eventos como a Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais, o Cistermúsica, Aljubarrota Medieval, entre muitos outros. Tem em funcionamento há já alguns anos uma série de iniciativas de apoio à comunidade sénior do concelho, desde passeios por todo o país, atividades desportivas e culturais, assim como serviços de apoio ao domicílio.
Como é que a Câmara tem apoiado o trabalho das juntas de freguesia no seu trabalho em prol das populações?
O trabalho da Câmara Municipal de Alcobaça é feito em estreita colaboração com as Juntas de Freguesia, sendo estas responsáveis por reportar as suas prioridades em termos de melhoria da qualidade de vida dos seus habitantes. A política de reforço de autonomia das Juntas levada a cabo há alguns anos trouxe aos diversos territórios do concelho uma renovada capacidade de desenvolvimento.
Alcobaça é um bom sítio para se viver atualmente? Porquê?
O Município desenvolveu um incansável trabalho ao longo dos últimos anos e vários são os setores onde isso se comprova. Temos as nossas necessidades básicas plenamente garantidas: somos dos poucos municípios com qualidade de água a 100% e uma taxa de saneamento que serve mais de 80% da população. A Câmara Municipal lançou recentemente um dos maiores programas de alcatroamento de estradas e acessos de que há memória, investindo mais de um milhão de euros. Todo o concelho tem beneficiado de condições de circulação automóvel melhoradas. Destaco as obras feitas na Estrada Municipal 549, que liga Alcobaça a Pataias, uma reivindicação de longa data da comunidade que conseguimos resolver em estreita parceria com o Município da Nazaré. A recuperação da rede rodoviária será uma aposta a manter nos próximos anos. O nosso foco principal incide sobre as condições de vida dos munícipes apostando em políticas sociais sólidas e sustentáveis. Fomos pioneiros na implementação do programa de concessão de livros escolares a todos os alunos do 1º ciclo sem olhar a escalões. Aderimos ao IMI familiar que agora se encontra próximo dos patamares mínimos. A nossa rede de cuidados de saúde primários está quase concluída faltando apenas alguns trabalhos de melhoramentos nos centros de saúde de Turquel e Alcobaça. Temos uma rede de apoio social com IPSS dinâmicas e modernizadas. Conseguimos obter financiamento dos fundos comunitários para os centros escolares de Turquel, Alfeizerão, Pataias e Cela que serão construídos na exata medida das necessidades de cada freguesia.
quarta-feira, 21 de junho de 2017
Atividades de verão nas nossas praias
A notícia em:
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=3406103a-e9ad-4bb8-99ef-bb148519df8a&edition=200
Duas praias têm Bandeira Azul e cinco “Praia Ouro”
São Martinho do Porto abre época balnear nas praias galardoadas do concelho de Alcobaça
São Martinho do Porto Conhecida como a Concha Azul, São Martinho do Porto é considerada a Melhor Praia do País para a Família e tem honras de abertura da época balnear de toda a orla costeira concelhia.
Calendário das épocas balneares do concelho de Alcobaça: São Martinho do Porto - 17 de Junho a 17 de Setembro; Paredes de Vitória - 24 de Junho a 10 de Setembro; Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua - 1 de Julho a 3 de Setembro;
Em 2017, as praias de São Martinho do Porto e Paredes da Vitória foram uma vez mais galardoadas com a Bandeira Azul e com o estatuto de Praia Acessível – Praia para Todos, ao passo que Paredes da Vitória, Água de Madeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira obtiveram novamente o galardão “Praia de Ouro”, atribuído pela Quercus.
“Estas praias garantem todas as condições de usufruto e de segurança além de serem abençoadas pela sua bela paisagem natural. Ao todo temos uma vasta orla costeira com nove praias, cada uma com características que satisfazem diferentes perfis de veraneantes, sejam eles mais familiares ou aventureiros”, destaca o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio.
Atividades de Educação Ambiental
O Município de Alcobaça tem vindo a promover um conjunto de atividades de educação ambiental como forma de sensibilizar a comunidade escolar e o público em geral para a preservação do património natural do concelho. Estas iniciativas destinam-se a cumprir os objetivos da programação definida pela Associação Bandeira Azul, que determina a atribuição anual do respetivo galardão. Confira as próximas atividades a decorrer nas praias da orla costeira alcobacense:
• Exposição “Da Nossa Terra e Do Nosso Mar” – 1 de julho a 1 de agosto | Biblioteca Municipal de Alcobaça o Exposição de fotografias das Eco-Escolas no âmbito de saídas de praia realizadas no Inverno e na Primavera
Visitas guiadas das 14h00 – 16h00
• 3 de julho
• 10 de julho
• 28 de julho
• 1 de agosto
• Percursos Interpretativos
o 21 de junho - “Conhecer melhor o Litoral Norte de Alcobaça” (Praia Paredes da Vitória, Pataias)
o 28 de julho - “No sopé da Serra dos Candeeiros”
• Hora dos Livros do Mar – Sessões de Leitura nas Bibliotecas de Praia
o 5 de julho | 14h00 – 15h00 | São Martinho do Porto
o 2 de agosto | 14h00 – 15h00 | São Martinho do Porto
o 4 de agosto | 14h00 – 15h00 | Paredes da Vitória
o 8 de agosto | 14h00 – 15h00 | São Martinho do Porto
o 11 de agosto | 14h00 – 15h00 | Paredes da Vitória
A SUMA, em parceria com a Câmara Municipal de Alcobaça, irá também desenvolver atividades de educação ambiental nas praias de Paredes da Vitória e São Martinho do Porto:
• Ecospot (ação de sensibilização ambiental sobre a importância de respeitar regras de urbanidade em contexto balnear)
o 3 e 5 de Julho | São Martinho do Porto
o 4 de Julho | Paredes da Vitória
• Procuro Não Sujar
o 11 de Agosto | São Martinho do Porto
o 12 de Agosto | Paredes da Vitória
• EKO KIOSKO (equipamento de informação ambiental)
o 1 a 13 de agosto | junto à Biblioteca de Praia de Paredes da Vitória
Atividades Desportivas
Serão também dinamizadas diversas atividades desportivas nas praias do concelho de Alcobaça, as quais poderá assistir ou participar. Confira o calendário:
• Paddle - Beach SUP Race | São Martinho do Porto | 1 de julho | Informações – clique aqui
• 24H de Beach Spinning | São Martinho do Porto | 22h00 de 28 de julho – 22h00 de 29 de Julho
• Aeróbica de Praia | São Martinho do Porto | Paredes da Vitória | Julho-Agosto
Bibliotecas de Praia
• São Martinho do Porto
o 1 de julho a 3 de setembro
o 10h00 às 18h00
o Serviços: Internet, Jornais e registas online, Tablets, Empréstimo de Jornais e revistas, Desenhos para pintar e jogos didáticos; Atividades, Hora do Conto
o Organização: Câmara Municipal de Alcobaça
• Paredes da Vitória
o 2 de julho a 31 de agosto
o 09h00-12h30 e 13h30-17h00
o Serviços: Internet, empréstimos domiciliários, literatura geral, infantil e juvenil, jogos infantis e juvenis
o Organização: União de Freguesias de Pataias e Martingança
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=3406103a-e9ad-4bb8-99ef-bb148519df8a&edition=200
Duas praias têm Bandeira Azul e cinco “Praia Ouro”
São Martinho do Porto abre época balnear nas praias galardoadas do concelho de Alcobaça
São Martinho do Porto Conhecida como a Concha Azul, São Martinho do Porto é considerada a Melhor Praia do País para a Família e tem honras de abertura da época balnear de toda a orla costeira concelhia.
Calendário das épocas balneares do concelho de Alcobaça: São Martinho do Porto - 17 de Junho a 17 de Setembro; Paredes de Vitória - 24 de Junho a 10 de Setembro; Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua - 1 de Julho a 3 de Setembro;
Em 2017, as praias de São Martinho do Porto e Paredes da Vitória foram uma vez mais galardoadas com a Bandeira Azul e com o estatuto de Praia Acessível – Praia para Todos, ao passo que Paredes da Vitória, Água de Madeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira obtiveram novamente o galardão “Praia de Ouro”, atribuído pela Quercus.
“Estas praias garantem todas as condições de usufruto e de segurança além de serem abençoadas pela sua bela paisagem natural. Ao todo temos uma vasta orla costeira com nove praias, cada uma com características que satisfazem diferentes perfis de veraneantes, sejam eles mais familiares ou aventureiros”, destaca o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio.
Atividades de Educação Ambiental
O Município de Alcobaça tem vindo a promover um conjunto de atividades de educação ambiental como forma de sensibilizar a comunidade escolar e o público em geral para a preservação do património natural do concelho. Estas iniciativas destinam-se a cumprir os objetivos da programação definida pela Associação Bandeira Azul, que determina a atribuição anual do respetivo galardão. Confira as próximas atividades a decorrer nas praias da orla costeira alcobacense:
• Exposição “Da Nossa Terra e Do Nosso Mar” – 1 de julho a 1 de agosto | Biblioteca Municipal de Alcobaça o Exposição de fotografias das Eco-Escolas no âmbito de saídas de praia realizadas no Inverno e na Primavera
Visitas guiadas das 14h00 – 16h00
• 3 de julho
• 10 de julho
• 28 de julho
• 1 de agosto
• Percursos Interpretativos
o 21 de junho - “Conhecer melhor o Litoral Norte de Alcobaça” (Praia Paredes da Vitória, Pataias)
o 28 de julho - “No sopé da Serra dos Candeeiros”
• Hora dos Livros do Mar – Sessões de Leitura nas Bibliotecas de Praia
o 5 de julho | 14h00 – 15h00 | São Martinho do Porto
o 2 de agosto | 14h00 – 15h00 | São Martinho do Porto
o 4 de agosto | 14h00 – 15h00 | Paredes da Vitória
o 8 de agosto | 14h00 – 15h00 | São Martinho do Porto
o 11 de agosto | 14h00 – 15h00 | Paredes da Vitória
A SUMA, em parceria com a Câmara Municipal de Alcobaça, irá também desenvolver atividades de educação ambiental nas praias de Paredes da Vitória e São Martinho do Porto:
• Ecospot (ação de sensibilização ambiental sobre a importância de respeitar regras de urbanidade em contexto balnear)
o 3 e 5 de Julho | São Martinho do Porto
o 4 de Julho | Paredes da Vitória
• Procuro Não Sujar
o 11 de Agosto | São Martinho do Porto
o 12 de Agosto | Paredes da Vitória
• EKO KIOSKO (equipamento de informação ambiental)
o 1 a 13 de agosto | junto à Biblioteca de Praia de Paredes da Vitória
Atividades Desportivas
Serão também dinamizadas diversas atividades desportivas nas praias do concelho de Alcobaça, as quais poderá assistir ou participar. Confira o calendário:
• Paddle - Beach SUP Race | São Martinho do Porto | 1 de julho | Informações – clique aqui
• 24H de Beach Spinning | São Martinho do Porto | 22h00 de 28 de julho – 22h00 de 29 de Julho
• Aeróbica de Praia | São Martinho do Porto | Paredes da Vitória | Julho-Agosto
Bibliotecas de Praia
• São Martinho do Porto
o 1 de julho a 3 de setembro
o 10h00 às 18h00
o Serviços: Internet, Jornais e registas online, Tablets, Empréstimo de Jornais e revistas, Desenhos para pintar e jogos didáticos; Atividades, Hora do Conto
o Organização: Câmara Municipal de Alcobaça
• Paredes da Vitória
o 2 de julho a 31 de agosto
o 09h00-12h30 e 13h30-17h00
o Serviços: Internet, empréstimos domiciliários, literatura geral, infantil e juvenil, jogos infantis e juvenis
o Organização: União de Freguesias de Pataias e Martingança
terça-feira, 20 de junho de 2017
Cinema regressa ao Cineteatro de Alcobaça
A notícia em:
http://www.regiaodecister.pt/noticias/cinema-regressa-ao-cine-teatro-de-alcobaca-em-setembro
Cinema regressa ao Cine-teatro de Alcobaça em setembro
As sessões de cinema vão regressar ao Cine-teatro João d’Oliva Monteiro, em Alcobaça, a partir do próximo mês de setembro.
As exibições estão previstas para as quartas-feiras à noite e domingos de manhã haverá cinema para as crianças. “A extensa programação do Cine-teatro não permite reservar o equipamento para cinema ao fim de semana, mas penso que será um bom hábito ir ao cinema às quartas-feiras à noite”, justificou a vereadora da Cultura da Câmara de Alcobaça, Inês Silva. A sala cultural está agora preparada com equipamento de projeção para cinema digital, tendo as mesas de som e de luz sido também susbtituídas.
O cinema estava suspenso no Cine-teatro desde 2015 pela falta de películas para a máquina existente.
http://www.regiaodecister.pt/noticias/cinema-regressa-ao-cine-teatro-de-alcobaca-em-setembro
Cinema regressa ao Cine-teatro de Alcobaça em setembro
As sessões de cinema vão regressar ao Cine-teatro João d’Oliva Monteiro, em Alcobaça, a partir do próximo mês de setembro.
As exibições estão previstas para as quartas-feiras à noite e domingos de manhã haverá cinema para as crianças. “A extensa programação do Cine-teatro não permite reservar o equipamento para cinema ao fim de semana, mas penso que será um bom hábito ir ao cinema às quartas-feiras à noite”, justificou a vereadora da Cultura da Câmara de Alcobaça, Inês Silva. A sala cultural está agora preparada com equipamento de projeção para cinema digital, tendo as mesas de som e de luz sido também susbtituídas.
O cinema estava suspenso no Cine-teatro desde 2015 pela falta de películas para a máquina existente.
segunda-feira, 19 de junho de 2017
Eixos estratégicos do CDS para a Câmara Municipal
A notícia em:
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=0f9e3e0e-66fc-4eee-b49b-fc5a3f98c8c8&edition=200
Candidato independente nas listas do CDS/PP à Câmara Municipal de Alcobaça
Carlos Bonifácio apresenta eixos estratégicos da candidatura à Câmara de Alcobaça
Carlos Bonifácio, candidato independente nas listas do CDS/PP à Câmara Municipal de Alcobaça, apresentou, no dia 9 de Junho, os eixos estratégicos da sua candidatura. Estiveram presentes cerca de três dezenas de apoiantes, incluindo o presidente da Concelhia do CDS, Luís Querido, e o director de campanha, Eduardo Nogueira. O actual vereador do CDS e ex-vice-presidente da Câmara Municipal de Alcobaça de 2o01 a 2009 garante que concorre para ganhar e que é a alternativa ao que considera imobilismo da actual gestão autárquica. O compromisso eleitoral já está a partir disponível na página oficial da candidatura no facebook e será fechado definitivamente no final deste mês, podendo ainda receber contributos por parte dos munícipes. Presentes estiveram ainda o o mandatário da candidatura, António Guerra, e o mandatário da Juventude, João Matias.
Os eixos estratégicos da candidatura do CDS passam por reposicionar Alcobaça no contexto regional e nacional, afirmando o Concelho como um local propício à instalação de negócios e que oferece qualidade de vida aos seus habitantes e a aposta nos domínios da cultura, do turismo cultural e das indústrias criativas como factores de dinamização da economia local.
Carlos Bonifácio referiu que o compromisso eleitoral ainda não está fechado, pelo que apenas adianta 10 medidas prioritárias calendarizadas, que o CDS executará de imediato, no caso de ganhar estas eleições, que considera estarem ao seu alcance, alicerçado no argumento de que “nunca desistimos de lutar pelos projectos em que acreditamos e porque fazemos uma política diferente, apoiando as propostas positivas e apresentando alternativas quando discordamos.”
O actual vereador do CDS admite que “nem sempre nestes 4 anos fomos escutados, algumas vezes até fomos desprezados pelo poder, mas nunca “baixámos os braços”. Nalgumas áreas as nossas propostas acabaram por vingar e ser aprovadas, como foi o caso da descida do IMI para todos os proprietários e agregados familiares, privilegiando as famílias com mais filhos, algo que os munícipes já sentiram no passado mês de abril.”
Eixos estratégicos da candidatura do CDS à Câmara Municipal de Alcobaça
1ª Medida
A nossa primeira intenção vai dirigida para Alcobaça e para a Praça do Mosteiro.
Depois das obras de requalificação, as Praças 25 de Abril, e Afonso Henriques nos últimos 7 anos, têm sido votadas ao abandono, traduzido por um desmazelo e pela falta de respeito pelos profissionais que ali desenvolvem as suas actividades, nomeadamente no comércio e na restauração.
A nossa intenção é proceder a trabalhos de manutenção do piso e eventual substituição do saibro onde se justifique, repondo a dignidade merecida e acabando com o estado de desleixo em que se encontra, minorando a poeira que tanto prejudica moradores, comerciantes e turistas e, assim, embelezando o nosso melhor cartão de visita.
Independentemente de gostarmos mais, ou menos, da intervenção, a verdade é que ela está feita e compete-nos não a deixar em tão lamentável estado. Apontamos o ano de 2018 para a resolução deste problema.
2ª Medida
Pretendemos criar com caracter de urgência o Balcão Único Municipal, tendo como objectivo, servir melhor e eficazmente os munícipes, centralizando os serviços num mesmo espaço e reduzindo os tempos de respostas. Alcobaça está na reduzida lista de municípios que ainda não têm este tipo de infraestrutura, comprometemo-nos a concretizar esta medida no 1º semestre de 2018.
3ª Medida
Pretendemos uma remodelação profunda do Centro de Negócios – transformando-o num centro de inovação virado para as startups e para a juventude com (parcerias com universidades e Associações empresariais) e não aquilo que hoje temos: um centro de negócios só de nome, de atendimento básico, que não responde às solicitações dos munícipes e dos jovens, tendo apenas criado 3 ou 4 empresas e reduzidos postos de trabalho. Assim, será feita uma reformulação deste equipamento no 2º trimestre de 2018, procurando desta forma contribuir para evitar a fuga de jovens qualificados do concelho.
4ª Medida
Assumimos o compromisso de reabilitar o Largo Frederico Ulrich em S. Martinho do Porto. Não é aceitável que durante 7 anos aquele espaço central na marginal esteja ao abandono. Comprometemo-nos a devolver a relva e recuperar os equipamentos de lazer, dando a dignidade que o espaço merece até ao verão de 2018.
5ª Medida
Avançaremos após as eleições com o processo da Regeneração e modernização do Mercado Municipal não perdendo a sua função originária, valorizando a produção agrícola local, e introduzindo uma nova componente vocacionada para turismo, com a criação de infraestruturas para autocarros de turismo, lojas de produtos regionais, posto de atendimento de turismo, restaurante/cafetaria, sanitários. Há anos que este projecto anda a ser protelado tendo-se desviado milhões de euros de fundos europeus afectos a esta intervenção para jardins.
6ª Medida
Daremos início logo a seguir às eleições às negociações dos terrenos e elaboração dos respectivos projectos, para a requalificação da área ribeirinha do Mercado Semanal até à Fervença, criando uma zona de lazer que possibilite outras utilizações do Rio Alcoa, nomeadamente como zona balnear, actividades de canoagem e reabilitando a mini-hídrica. Esta é a obra mais consensual no concelho de Alcobaça e a que mais mobiliza os munícipes, valorizando aquela importante porta de entrada da cidade de Alcobaça.
7ª Medida
Iniciaremos após a eleições as negociações com os proprietários dos barracões da Rua D. Pedro V. A situação tem que ter uma solução célere se queremos uma cidade virada para o turismo. Não é aceitável termos um acesso ao mosteiro tão degradado como actualmente se encontra, privilegiaremos sempre e em 1º lugar o diálogo. Como é possível concretizar um hotel de luxo no Mosteiro com um cenário tão degradante como aquele? O processo deve estar concluído até finais de 2018.
8ª Medida
Reverteremos o processo de cedência das antigas escolas primárias de Alcobaça, fazendo-as regressar à gestão do município por ser um espaço vital para os serviços municipais e da União das freguesias, garantindo uma solução alternativa e eficaz para a instalação do Tribunal de Família. Assumimos a reversão deste processo até finais de 2017.
9ª Medida
Daremos total prioridade ao Plano de Pormenor da zona industrial da Alva de Pataias. Não é possível que uma decisão desta importância se arraste há tantos anos, tendo recentemente caducado a desafectação do regime florestal dos terrenos, por se terem ultrapassados todos os prazos para a elaboração deste plano. Desta, vai ser de vez. Apontamos o final de 2018 para a conclusão deste processo.
10ª Medida
Construiremos uma via pedonal com um piso adequado para peões com as respectivas rampas de acesso, na Av. Padre Inácio, na Benedita, garantindo condições ideais para caminhadas e prática do desporto e de vida saudável. Durante o ano de 2018, queremos esta obra concluída.
Carlos Bonifácio sublinhou que estas são propostas prioritárias e não meras promessas e funcionarão como exame de avaliação do seu desempenho em 2018. “Não tememos as palavras, nem os desafios e muito menos da acção política. A credibilidade e a liderança têm que regressar à vida pública e ao Município de Alcobaça. Recusamos a descrença, o fatalismo e a resignação. É tempo de mudança. A palavra pertence aos munícipes. Alcobaça não pode esperar mais. A diferença começa em nós”, concluiu.
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=0f9e3e0e-66fc-4eee-b49b-fc5a3f98c8c8&edition=200
Candidato independente nas listas do CDS/PP à Câmara Municipal de Alcobaça
Carlos Bonifácio apresenta eixos estratégicos da candidatura à Câmara de Alcobaça
Carlos Bonifácio, candidato independente nas listas do CDS/PP à Câmara Municipal de Alcobaça, apresentou, no dia 9 de Junho, os eixos estratégicos da sua candidatura. Estiveram presentes cerca de três dezenas de apoiantes, incluindo o presidente da Concelhia do CDS, Luís Querido, e o director de campanha, Eduardo Nogueira. O actual vereador do CDS e ex-vice-presidente da Câmara Municipal de Alcobaça de 2o01 a 2009 garante que concorre para ganhar e que é a alternativa ao que considera imobilismo da actual gestão autárquica. O compromisso eleitoral já está a partir disponível na página oficial da candidatura no facebook e será fechado definitivamente no final deste mês, podendo ainda receber contributos por parte dos munícipes. Presentes estiveram ainda o o mandatário da candidatura, António Guerra, e o mandatário da Juventude, João Matias.
Os eixos estratégicos da candidatura do CDS passam por reposicionar Alcobaça no contexto regional e nacional, afirmando o Concelho como um local propício à instalação de negócios e que oferece qualidade de vida aos seus habitantes e a aposta nos domínios da cultura, do turismo cultural e das indústrias criativas como factores de dinamização da economia local.
Carlos Bonifácio referiu que o compromisso eleitoral ainda não está fechado, pelo que apenas adianta 10 medidas prioritárias calendarizadas, que o CDS executará de imediato, no caso de ganhar estas eleições, que considera estarem ao seu alcance, alicerçado no argumento de que “nunca desistimos de lutar pelos projectos em que acreditamos e porque fazemos uma política diferente, apoiando as propostas positivas e apresentando alternativas quando discordamos.”
O actual vereador do CDS admite que “nem sempre nestes 4 anos fomos escutados, algumas vezes até fomos desprezados pelo poder, mas nunca “baixámos os braços”. Nalgumas áreas as nossas propostas acabaram por vingar e ser aprovadas, como foi o caso da descida do IMI para todos os proprietários e agregados familiares, privilegiando as famílias com mais filhos, algo que os munícipes já sentiram no passado mês de abril.”
Eixos estratégicos da candidatura do CDS à Câmara Municipal de Alcobaça
1ª Medida
A nossa primeira intenção vai dirigida para Alcobaça e para a Praça do Mosteiro.
Depois das obras de requalificação, as Praças 25 de Abril, e Afonso Henriques nos últimos 7 anos, têm sido votadas ao abandono, traduzido por um desmazelo e pela falta de respeito pelos profissionais que ali desenvolvem as suas actividades, nomeadamente no comércio e na restauração.
A nossa intenção é proceder a trabalhos de manutenção do piso e eventual substituição do saibro onde se justifique, repondo a dignidade merecida e acabando com o estado de desleixo em que se encontra, minorando a poeira que tanto prejudica moradores, comerciantes e turistas e, assim, embelezando o nosso melhor cartão de visita.
Independentemente de gostarmos mais, ou menos, da intervenção, a verdade é que ela está feita e compete-nos não a deixar em tão lamentável estado. Apontamos o ano de 2018 para a resolução deste problema.
2ª Medida
Pretendemos criar com caracter de urgência o Balcão Único Municipal, tendo como objectivo, servir melhor e eficazmente os munícipes, centralizando os serviços num mesmo espaço e reduzindo os tempos de respostas. Alcobaça está na reduzida lista de municípios que ainda não têm este tipo de infraestrutura, comprometemo-nos a concretizar esta medida no 1º semestre de 2018.
3ª Medida
Pretendemos uma remodelação profunda do Centro de Negócios – transformando-o num centro de inovação virado para as startups e para a juventude com (parcerias com universidades e Associações empresariais) e não aquilo que hoje temos: um centro de negócios só de nome, de atendimento básico, que não responde às solicitações dos munícipes e dos jovens, tendo apenas criado 3 ou 4 empresas e reduzidos postos de trabalho. Assim, será feita uma reformulação deste equipamento no 2º trimestre de 2018, procurando desta forma contribuir para evitar a fuga de jovens qualificados do concelho.
4ª Medida
Assumimos o compromisso de reabilitar o Largo Frederico Ulrich em S. Martinho do Porto. Não é aceitável que durante 7 anos aquele espaço central na marginal esteja ao abandono. Comprometemo-nos a devolver a relva e recuperar os equipamentos de lazer, dando a dignidade que o espaço merece até ao verão de 2018.
5ª Medida
Avançaremos após as eleições com o processo da Regeneração e modernização do Mercado Municipal não perdendo a sua função originária, valorizando a produção agrícola local, e introduzindo uma nova componente vocacionada para turismo, com a criação de infraestruturas para autocarros de turismo, lojas de produtos regionais, posto de atendimento de turismo, restaurante/cafetaria, sanitários. Há anos que este projecto anda a ser protelado tendo-se desviado milhões de euros de fundos europeus afectos a esta intervenção para jardins.
6ª Medida
Daremos início logo a seguir às eleições às negociações dos terrenos e elaboração dos respectivos projectos, para a requalificação da área ribeirinha do Mercado Semanal até à Fervença, criando uma zona de lazer que possibilite outras utilizações do Rio Alcoa, nomeadamente como zona balnear, actividades de canoagem e reabilitando a mini-hídrica. Esta é a obra mais consensual no concelho de Alcobaça e a que mais mobiliza os munícipes, valorizando aquela importante porta de entrada da cidade de Alcobaça.
7ª Medida
Iniciaremos após a eleições as negociações com os proprietários dos barracões da Rua D. Pedro V. A situação tem que ter uma solução célere se queremos uma cidade virada para o turismo. Não é aceitável termos um acesso ao mosteiro tão degradado como actualmente se encontra, privilegiaremos sempre e em 1º lugar o diálogo. Como é possível concretizar um hotel de luxo no Mosteiro com um cenário tão degradante como aquele? O processo deve estar concluído até finais de 2018.
8ª Medida
Reverteremos o processo de cedência das antigas escolas primárias de Alcobaça, fazendo-as regressar à gestão do município por ser um espaço vital para os serviços municipais e da União das freguesias, garantindo uma solução alternativa e eficaz para a instalação do Tribunal de Família. Assumimos a reversão deste processo até finais de 2017.
9ª Medida
Daremos total prioridade ao Plano de Pormenor da zona industrial da Alva de Pataias. Não é possível que uma decisão desta importância se arraste há tantos anos, tendo recentemente caducado a desafectação do regime florestal dos terrenos, por se terem ultrapassados todos os prazos para a elaboração deste plano. Desta, vai ser de vez. Apontamos o final de 2018 para a conclusão deste processo.
10ª Medida
Construiremos uma via pedonal com um piso adequado para peões com as respectivas rampas de acesso, na Av. Padre Inácio, na Benedita, garantindo condições ideais para caminhadas e prática do desporto e de vida saudável. Durante o ano de 2018, queremos esta obra concluída.
Carlos Bonifácio sublinhou que estas são propostas prioritárias e não meras promessas e funcionarão como exame de avaliação do seu desempenho em 2018. “Não tememos as palavras, nem os desafios e muito menos da acção política. A credibilidade e a liderança têm que regressar à vida pública e ao Município de Alcobaça. Recusamos a descrença, o fatalismo e a resignação. É tempo de mudança. A palavra pertence aos munícipes. Alcobaça não pode esperar mais. A diferença começa em nós”, concluiu.
sábado, 17 de junho de 2017
Atletas e coletividades da freguesia homenageadas pela Câmara
A notícia em:
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=e45c7ca1-6570-40c4-b323-9b68588667fa&edition=200
Com recepção no Salão Nobre dos Paços do Concelho
Município de Alcobaça homenageia clubes e atletas do concelho
Esta segunda-feira, 12 de junho, a Câmara Municipal de Alcobaça acolheu no Salão Nobre dos Paços do Concelho um conjunto de atletas e associações desportivas do concelho não só pelos resultados que obtiveram recentemente, mas também pelo “continuo e árduo trabalho ao longo dos anos que muito orgulha os alcobacenses. Vocês são embaixadores do concelho e como tal este reconhecimento de todo o executivo camarário é vos devido”, afirmou o presidente da Câmara Municipal, Paulo Inácio.
Para a vereadora do Desporto, Inês Silva, “a Câmara Municipal de Alcobaça procura estar sempre informada sobre todos os atletas e clubes do concelho que mais se destacam, mas reconhecemos as nossas limitações. Como tal pedimos que todos os feitos desportivos sejam comunicados à Câmara Municipal para que ninguém fique esquecido. O desporto cumpre um papel social importantíssimo nas comunidades locais e merece todo o nosso reconhecimento.”
Confira a lista de clubes e atletas que marcaram presença no Salão Nobre dos Paços do Concelho:
Ana Mafalda Ferreira (Atletismo | Sporting CP)
• Campeã Nacional por Equipas Corta Mato Longo
• Campeã Nacional por Equipas Pista Coberta
• Vice-campeã Nacional 3000m Pista Coberta
• Campeã Nacional por Equipas
• Campeã Nacional dos 5.000m
Concha Azul (Futsal)
• Campeão da Divisão de Honra distrital de futsal
• Vencedor da Supertaça Distrital
GD Martingança (Futsal)
• subida à Divisão de Honra, sagrou-se campeão da zona sul da 1.ª Divisão Distrital
GD Martingança (Voleibol)
• Campeão Nacional da 3ª Divisão, subida ao 2º escalão do Voleibol Nacional
União Desportiva de Turquel (Futebol)
• Vencedor da Taça Inatel
Ginásio Clube de Alcobaça (Futebol, Juniores)
• Campeões da Divisão de Honra Distrital
• Vencedores da Taça Distrital da AFL
Rute Lopes, Rita Lopes e Sandra Coelho (SL Benfica)
• Pentacampeãs de Hóquei em Patins Feminino
Inês Carreira
• Campeã nacional de Desporto Escolar no lançamento do peso
• Campeã Nacional de lançamento do peso e Campeã Nacional do Lançamento do Dardo
Melanie Santos
• Campeã Nacional Individual de Triatlo (convidada, mas ausente)
Academia de Artes Marciais Hugo Matos
• José Semedo
o campeão do mundo de MMA (Mixed Martial Arts) da WUFC (World Ultimate Full-Contact)
o categoria -60kg
• Miguel Alexandre
o campeão do mundo juvenil de MMA da WUFC
o categoria - 65kg
• Sebastião Matos
o Vice-Campeão do mundo de Jujitsu na WPC (World Peace CUP)
o Categoria de Iniciados
Alcobaça Clube de Ciclismo
• Julian Madrigal Espinosa
o Vencedor da Taça Nacional de Cadetes
Cister Sport Alcobaça / CEERIA
• Campeões Nacionais de Andebol 5 de Deficiência Intelectual Nível 2
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=e45c7ca1-6570-40c4-b323-9b68588667fa&edition=200
Com recepção no Salão Nobre dos Paços do Concelho
Município de Alcobaça homenageia clubes e atletas do concelho
Esta segunda-feira, 12 de junho, a Câmara Municipal de Alcobaça acolheu no Salão Nobre dos Paços do Concelho um conjunto de atletas e associações desportivas do concelho não só pelos resultados que obtiveram recentemente, mas também pelo “continuo e árduo trabalho ao longo dos anos que muito orgulha os alcobacenses. Vocês são embaixadores do concelho e como tal este reconhecimento de todo o executivo camarário é vos devido”, afirmou o presidente da Câmara Municipal, Paulo Inácio.
Para a vereadora do Desporto, Inês Silva, “a Câmara Municipal de Alcobaça procura estar sempre informada sobre todos os atletas e clubes do concelho que mais se destacam, mas reconhecemos as nossas limitações. Como tal pedimos que todos os feitos desportivos sejam comunicados à Câmara Municipal para que ninguém fique esquecido. O desporto cumpre um papel social importantíssimo nas comunidades locais e merece todo o nosso reconhecimento.”
Confira a lista de clubes e atletas que marcaram presença no Salão Nobre dos Paços do Concelho:
Ana Mafalda Ferreira (Atletismo | Sporting CP)
• Campeã Nacional por Equipas Corta Mato Longo
• Campeã Nacional por Equipas Pista Coberta
• Vice-campeã Nacional 3000m Pista Coberta
• Campeã Nacional por Equipas
• Campeã Nacional dos 5.000m
Concha Azul (Futsal)
• Campeão da Divisão de Honra distrital de futsal
• Vencedor da Supertaça Distrital
GD Martingança (Futsal)
• subida à Divisão de Honra, sagrou-se campeão da zona sul da 1.ª Divisão Distrital
GD Martingança (Voleibol)
• Campeão Nacional da 3ª Divisão, subida ao 2º escalão do Voleibol Nacional
União Desportiva de Turquel (Futebol)
• Vencedor da Taça Inatel
Ginásio Clube de Alcobaça (Futebol, Juniores)
• Campeões da Divisão de Honra Distrital
• Vencedores da Taça Distrital da AFL
Rute Lopes, Rita Lopes e Sandra Coelho (SL Benfica)
• Pentacampeãs de Hóquei em Patins Feminino
Inês Carreira
• Campeã nacional de Desporto Escolar no lançamento do peso
• Campeã Nacional de lançamento do peso e Campeã Nacional do Lançamento do Dardo
Melanie Santos
• Campeã Nacional Individual de Triatlo (convidada, mas ausente)
Academia de Artes Marciais Hugo Matos
• José Semedo
o campeão do mundo de MMA (Mixed Martial Arts) da WUFC (World Ultimate Full-Contact)
o categoria -60kg
• Miguel Alexandre
o campeão do mundo juvenil de MMA da WUFC
o categoria - 65kg
• Sebastião Matos
o Vice-Campeão do mundo de Jujitsu na WPC (World Peace CUP)
o Categoria de Iniciados
Alcobaça Clube de Ciclismo
• Julian Madrigal Espinosa
o Vencedor da Taça Nacional de Cadetes
Cister Sport Alcobaça / CEERIA
• Campeões Nacionais de Andebol 5 de Deficiência Intelectual Nível 2
sexta-feira, 16 de junho de 2017
Festival de acordeão de Alcobaça deixou Pataias de fora
A notícia em:
http://gazetacaldas.com/cultura/alcobaca-seis-concertos-acordeao/
Alcobaça recebeu seis concertos de acordeão
Alcobaça foi a capital do acordeão entre 27 de Maio e 4 de Junho. Na semana internacional do acordeão, além do 22º troféu nacional e do 3º concurso internacional, que bateram o recorde de participantes, realizaram-se seis concertos e duas masterclasses (onde se incluiu uma sobre “yoga para músicos”).
O festival passou pelo Cine-teatro de Alcobaça, Mosteiro e Centro Cultural Gonçalves Sapinho.
http://gazetacaldas.com/cultura/alcobaca-seis-concertos-acordeao/
Alcobaça recebeu seis concertos de acordeão
Alcobaça foi a capital do acordeão entre 27 de Maio e 4 de Junho. Na semana internacional do acordeão, além do 22º troféu nacional e do 3º concurso internacional, que bateram o recorde de participantes, realizaram-se seis concertos e duas masterclasses (onde se incluiu uma sobre “yoga para músicos”).
O festival passou pelo Cine-teatro de Alcobaça, Mosteiro e Centro Cultural Gonçalves Sapinho.
quinta-feira, 8 de junho de 2017
Plano Geral de Urbanização de Alcobaça e outras estórias
A entrevista em:
http://www.regiaodecister.pt/noticias/carlos-gil-moreira-em-entrevista
Carlos Gil Moreira em entrevista
Um dos autores do Plano Geral de Urbanização (PGU) de Alcobaça, de 1979, revisita, em entrevista ao Região de Cister, o processo que levou ao afastamento por parte da Câmara do gabinete onde trabalhou e critica alguns aspetos do projeto de requalificação da zona envolvente do Mosteiro, inaugurada em 2005 pelo executivo de Gonçalves Sapinho.
REGIÃO DE CISTER (RC) > “Alcobaça é cada vez mais dos donos do Mosteiro e menos dos alcobacenses”. Escreveu isto há 20 anos, num trabalho para o mestrado em desenho urbano. Esta afirmação ainda se mantém válida?
CARLOS GIL MOREIRA (CGM) > Creio que sim, sobretudo porque os alcobacenses não fazem sentir a sua voz em nada do que foi feito naquilo que é importante. Temos representantes autárquicos, mas há muita coisa que é feita com base em interesses políticos e de clientelas. E isso é altamente prejudicial para Alcobaça. É uma tendência que, infelizmente, se tem vindo a agravar nos últimos anos, sem que vejamos melhorias da intervenção dos cidadãos de Alcobaça naquilo que interessa verdadeiramente à cidade.
RC > Como analisa o processo de requalificação urbana da envolvente do Mosteiro, inaugurada em 2005 e que tanta polémica ainda continua a gerar?
CGM > Entendo que, no geral, a concepção e o trabalho estão bem feitos, mas o cuidado de execução nem tanto (vide o lamentável saibro). A obra em causa pretende valorizar a intervenção em termos estéticos, mas esqueceu-se dos interesses do público. O que foi desastroso – e a culpa não foi exclusiva do arquitecto Gonçalo Byrne. A culpa foi da eliminação do parque de estacionamento subterrâneo, que constava do projecto inicial e que foi deixado de lado. Aquilo que seria enriquecedor para a cidade deixou de constar do projecto. Dou um exemplo: as esplanadas estão atractivas, mas é lamentável que tenham feito desaparecer as siglas da calçada, que tinham sido desenhadas pelo escultor José Aurélio. Pura e simplesmente arrancaram aquilo. Este tipo de atitudes é completamente irracional. O parque de estacionamento subterrâneo junto ao Mosteiro teria sido fundamental para o comércio. Quem vem de autocarro é visitante, quem vem de carro traz a sua carteira e pode gastar.
RC > A justificação dada para abdicar do parque de estacionamento foi o custo da obra...
CGM > Não foi verdade. Quem se vangloriou publicamente do sucesso que foi não ter sido feito o parque foi Daniel Adrião, que era assessor no Poder Central, e que alegava que a construção do parque subterrâneo colocava em causa a segurança do Mosteiro. Mas é bom que se saiba que foram feitos todos os estudos necessários para garantir a segurança da intervenção. Entretanto, a não construção do parque foi saudada como um sucesso do PS. Devo dizer que se estivesse no lugar do Gonçalo Byrne não teria assumido a autoria do projecto se ele não tivesse sido executado integralmente.
Fomos “corridos” por termos contestado a construção na Quinta do Telheiro...
RC > Foi um dos técnicos envolvidos no PGU de Alcobaça. O que significou fazer esse trabalho sendo alcobacense? E o que ficou desse documento?
CGM > Trabalhei com o arquitecto Manuel Tainha durante vários anos e quando tomei conhecimento do concurso para a realização do PGU de Alcobaça entendi que deveríamos concorrer. Vencemos o concurso, trabalhámos muito e, digo isto com alguma mágoa, não gostei da maneira como fomos tratados no processo. Mais uma vez tenho de lamentar que a política interfira com os interesses da terra. Começámos o trabalho com Miguel Guerra (PS) à frente da Câmara, prosseguimos com João Raposo de Magalhães (PSD) e acabámos por ser afastados pelo executivo liderado pelo meu amigo Rui Coelho (PSD). Recordo-me que tivemos de fazer um conjunto de entrevistas, inquéritos e recolha de dados, com uma equipa exclusivamente destinada a esse fim, porque a Câmara não tinha quaisquer dados sobre o número de habitantes na vila. E esse trabalho saiu de borla ao município. Lamento nunca ter chamado os bois pelos nomes. Fomos “corridos” por termos contestado a construção na Quinta do Telheiro... Achámos sempre muito coerente a ideia de Gonçalves Sapinho, que fora deputado na Constituinte e era então presidente da Assembleia Municipal, de trazer o ensino superior para Alcobaça e demarcámos a Quinta do Telheiro como reserva, precisamente para esse efeito. Entendíamos que havia zonas alternativas para a construção, como a Quinta da Gafa ou a Quinta da Conceição, que tinham disponibilidade de construção para as gerações seguintes. A Quinta do Telheiro permitia encarar a possibilidade de ali se instalar uma escola superior ligada à agronomia. Não víamos necessidade de ali serem construídas moradias. Houve um conjunto de pessoas que levaram avante os seus intuitos. E os contestários das nossas opções levaram a melhor, satisfazendo os interesses de alguns.
RC > Essa é a principal mágoa que guarda desse processo?
CGM > Isso acabou por ditar a nossa expulsão do processo pelo meu amigo Rui Coelho (PSD), que assumiu a presidência da Câmara após a demissão de João Raposo de Magalhães. Estávamos a ser conduzidos a uma solução que não era do interesse público. Alertámos diversas vezes que poderíamos encontrar uma alternativa que pudesse contentar os interesses privados, mas de nada valeu. É preciso recordar que aqueles terrenos pertenciam aos boers, à família de Darius Klerk, que chegaram refugiados a Alcobaça em 1901. Os terrenos acabaram por ser retalhados em quintinhas e vendidos a pessoas com algum poder económico, para a construção de moradias unifamiliares. Para mim foi uma derrota muito grande, sobretudo por se ter justificado, mais tarde, a nossa saída, com o argumento, por parte do executivo de Rui Coelho, do incumprimento dos prazos de dois planos de pormenor, cuja execução nunca nos foi dada como urgente.
RC > Como comenta o processo de revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) de Alcobaça, de que se ouve falar há tantos anos? Há justificação para uma revisão que se iniciou há 15 anos ainda estar por ser terminada?
CGM > Devo dizer que o PDM é algo que me transcende bastante, porque nunca foi a área de intervenção em que me especializei. Ao longo da minha atividade profissional de arquitecto sempre estive mais direccionado para outro tipo de intervenção no espaço urbano, nomeadamente na elaboração de PGU e planos de pormenor. Confesso que esta realidade do PDM, porque trata de um concelho, ou seja, um território muito extenso, nunca foi a minha realidade. Ainda assim, também considero que a aprovação da nova geração do PDM do concelho tem demorado muito tempo. Mas apetece dizer que neste país isto é normal. Não acontece apenas em Alcobaça, acontece em inúmeros municípios do País. Por outro lado, basta ver a quantidade de estudos que foram feitos desde que fizemos o PGU de Alcobaça e que não serviram para nada para se perceber melhor o alcance das coisas.
RC > E o que resta do PGU que assinou há quase 40 anos?
CGM > Na elaboração do Plano Geral de Urbanização da vila de Alcobaça o que interessava era apresentar um plano que tivesse normas e que fosse respeitado. O que fizemos foi um manual de consulta, que não era propriamente uma receita. A nossa resposta em termos de plano foi dada em versões: uma realista, perante o que existia; e uma optimista, para o caso de Alcobaça crescer muito. Entre as poucas coisas que sobram do que propusemos está o jardim do Palácio da Justiça e a iluminação daquela zona. Tenho uma pena enorme de se ter extraviado o esquisso original, um saboroso desenho pelo punho do próprio Manuel Tainha, para esse jardim, com o seu anfiteatro e espelho de água, mais tarde implementado pelo membro da equipa do PGU, arquitecto paisagista Júlio Moreira.
RC > Foi um dos intervenientes da célebre exposição “Alcobaça - as pedras e as gentes”, quando integrava o Grupo de Fotografia da ADEPA. Foi um momento marcante?
CGM > Foi, sem dúvida, porque conseguimos reunir um acervo de largas centenas de imagens fotográficas, tendo como tema a vila e as suas gentes. E foi um trabalho que só foi possível de concretizar devido à colaboração de muitos alcobacenses, que nos cederam fotografias originais. Conseguimos recolher imagens desde os primórdios da fotografia no nosso País, a partir de 1860, e reconstituir aquilo que foi a vila e o Rossio ao longo de mais de um século. Ainda hoje se fala dessa exposição.
Tenho pena que a ADEPA tenha abandonado a sua vocação de raiz.
RC > Como olha para a Associação de Defesa e Valorização do Património Cultural da Região de Alcobaça (ADEPA) de hoje?
CGM > Nunca deixei de ser sócio da ADEPA, mas deixaram de me cobrar quotas. Sem desprimor, a partir do momento em que aquela entidade, para sobreviver, se tornou num grupo excursionista deixou de ter tanto interesse para mim. Tenho pena que a ADEPA tenha abandonado a sua vocação de raiz. Até ao 25 de Abril as pessoas tinham noção daquilo que era efectivamente importante para Alcobaça, mas depois a realidade de Alcobaça foi dividida em fatias, com a criação de muitos grupos e grupinhos. A ADEPA surgira em muito boa hora, beneficiando do levantar da consciência sobre o património cultural, com Rui Rasquilho a ter um papel preponderante. Apesar de ele já ser, à época, um vulto local, o tempo demonstrou que ele também já era uma pessoa relevante a nível nacional, nomeadamente aquando da Expo’98, num trabalho que permitiu também projectar o fotógrafo Jorge Barros. A ADEPA começou por unir as grandes forças culturais de Alcobaça e hoje, infelizmente, perdeu essa capacidade. Houve diversas clivagens na associação, novamente por causa da política, e outros factores.
RC > Quer especificar?
CGM > Recordo, em concreto, umas eleições (anos 1980), em que se ficaram a conhecer movimentações para a constituição de uma lista quase exclusiva para elementos do PS. Não gostámos daquilo que estava a acontecer e, juntamente com outros sócios alcobacenses, avançámos com outra lista, mais alargada, que logrou vencer essas eleições. Foi um momento marcante, até por ter propiciado a reconciliação de dois irmãos no dia da tomada de posse. Lamento o estado a que a ADEPA chegou nos últimos anos, pois, em meu entender, não cumpre o papel para que foi criada, que era o de salvaguarda do nosso património cultural e de uma intervenção mais enérgica na defesa dos interesses dos alcobacenses.
http://www.regiaodecister.pt/noticias/carlos-gil-moreira-em-entrevista
Carlos Gil Moreira em entrevista
Um dos autores do Plano Geral de Urbanização (PGU) de Alcobaça, de 1979, revisita, em entrevista ao Região de Cister, o processo que levou ao afastamento por parte da Câmara do gabinete onde trabalhou e critica alguns aspetos do projeto de requalificação da zona envolvente do Mosteiro, inaugurada em 2005 pelo executivo de Gonçalves Sapinho.
REGIÃO DE CISTER (RC) > “Alcobaça é cada vez mais dos donos do Mosteiro e menos dos alcobacenses”. Escreveu isto há 20 anos, num trabalho para o mestrado em desenho urbano. Esta afirmação ainda se mantém válida?
CARLOS GIL MOREIRA (CGM) > Creio que sim, sobretudo porque os alcobacenses não fazem sentir a sua voz em nada do que foi feito naquilo que é importante. Temos representantes autárquicos, mas há muita coisa que é feita com base em interesses políticos e de clientelas. E isso é altamente prejudicial para Alcobaça. É uma tendência que, infelizmente, se tem vindo a agravar nos últimos anos, sem que vejamos melhorias da intervenção dos cidadãos de Alcobaça naquilo que interessa verdadeiramente à cidade.
RC > Como analisa o processo de requalificação urbana da envolvente do Mosteiro, inaugurada em 2005 e que tanta polémica ainda continua a gerar?
CGM > Entendo que, no geral, a concepção e o trabalho estão bem feitos, mas o cuidado de execução nem tanto (vide o lamentável saibro). A obra em causa pretende valorizar a intervenção em termos estéticos, mas esqueceu-se dos interesses do público. O que foi desastroso – e a culpa não foi exclusiva do arquitecto Gonçalo Byrne. A culpa foi da eliminação do parque de estacionamento subterrâneo, que constava do projecto inicial e que foi deixado de lado. Aquilo que seria enriquecedor para a cidade deixou de constar do projecto. Dou um exemplo: as esplanadas estão atractivas, mas é lamentável que tenham feito desaparecer as siglas da calçada, que tinham sido desenhadas pelo escultor José Aurélio. Pura e simplesmente arrancaram aquilo. Este tipo de atitudes é completamente irracional. O parque de estacionamento subterrâneo junto ao Mosteiro teria sido fundamental para o comércio. Quem vem de autocarro é visitante, quem vem de carro traz a sua carteira e pode gastar.
RC > A justificação dada para abdicar do parque de estacionamento foi o custo da obra...
CGM > Não foi verdade. Quem se vangloriou publicamente do sucesso que foi não ter sido feito o parque foi Daniel Adrião, que era assessor no Poder Central, e que alegava que a construção do parque subterrâneo colocava em causa a segurança do Mosteiro. Mas é bom que se saiba que foram feitos todos os estudos necessários para garantir a segurança da intervenção. Entretanto, a não construção do parque foi saudada como um sucesso do PS. Devo dizer que se estivesse no lugar do Gonçalo Byrne não teria assumido a autoria do projecto se ele não tivesse sido executado integralmente.
Fomos “corridos” por termos contestado a construção na Quinta do Telheiro...
RC > Foi um dos técnicos envolvidos no PGU de Alcobaça. O que significou fazer esse trabalho sendo alcobacense? E o que ficou desse documento?
CGM > Trabalhei com o arquitecto Manuel Tainha durante vários anos e quando tomei conhecimento do concurso para a realização do PGU de Alcobaça entendi que deveríamos concorrer. Vencemos o concurso, trabalhámos muito e, digo isto com alguma mágoa, não gostei da maneira como fomos tratados no processo. Mais uma vez tenho de lamentar que a política interfira com os interesses da terra. Começámos o trabalho com Miguel Guerra (PS) à frente da Câmara, prosseguimos com João Raposo de Magalhães (PSD) e acabámos por ser afastados pelo executivo liderado pelo meu amigo Rui Coelho (PSD). Recordo-me que tivemos de fazer um conjunto de entrevistas, inquéritos e recolha de dados, com uma equipa exclusivamente destinada a esse fim, porque a Câmara não tinha quaisquer dados sobre o número de habitantes na vila. E esse trabalho saiu de borla ao município. Lamento nunca ter chamado os bois pelos nomes. Fomos “corridos” por termos contestado a construção na Quinta do Telheiro... Achámos sempre muito coerente a ideia de Gonçalves Sapinho, que fora deputado na Constituinte e era então presidente da Assembleia Municipal, de trazer o ensino superior para Alcobaça e demarcámos a Quinta do Telheiro como reserva, precisamente para esse efeito. Entendíamos que havia zonas alternativas para a construção, como a Quinta da Gafa ou a Quinta da Conceição, que tinham disponibilidade de construção para as gerações seguintes. A Quinta do Telheiro permitia encarar a possibilidade de ali se instalar uma escola superior ligada à agronomia. Não víamos necessidade de ali serem construídas moradias. Houve um conjunto de pessoas que levaram avante os seus intuitos. E os contestários das nossas opções levaram a melhor, satisfazendo os interesses de alguns.
RC > Essa é a principal mágoa que guarda desse processo?
CGM > Isso acabou por ditar a nossa expulsão do processo pelo meu amigo Rui Coelho (PSD), que assumiu a presidência da Câmara após a demissão de João Raposo de Magalhães. Estávamos a ser conduzidos a uma solução que não era do interesse público. Alertámos diversas vezes que poderíamos encontrar uma alternativa que pudesse contentar os interesses privados, mas de nada valeu. É preciso recordar que aqueles terrenos pertenciam aos boers, à família de Darius Klerk, que chegaram refugiados a Alcobaça em 1901. Os terrenos acabaram por ser retalhados em quintinhas e vendidos a pessoas com algum poder económico, para a construção de moradias unifamiliares. Para mim foi uma derrota muito grande, sobretudo por se ter justificado, mais tarde, a nossa saída, com o argumento, por parte do executivo de Rui Coelho, do incumprimento dos prazos de dois planos de pormenor, cuja execução nunca nos foi dada como urgente.
RC > Como comenta o processo de revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) de Alcobaça, de que se ouve falar há tantos anos? Há justificação para uma revisão que se iniciou há 15 anos ainda estar por ser terminada?
CGM > Devo dizer que o PDM é algo que me transcende bastante, porque nunca foi a área de intervenção em que me especializei. Ao longo da minha atividade profissional de arquitecto sempre estive mais direccionado para outro tipo de intervenção no espaço urbano, nomeadamente na elaboração de PGU e planos de pormenor. Confesso que esta realidade do PDM, porque trata de um concelho, ou seja, um território muito extenso, nunca foi a minha realidade. Ainda assim, também considero que a aprovação da nova geração do PDM do concelho tem demorado muito tempo. Mas apetece dizer que neste país isto é normal. Não acontece apenas em Alcobaça, acontece em inúmeros municípios do País. Por outro lado, basta ver a quantidade de estudos que foram feitos desde que fizemos o PGU de Alcobaça e que não serviram para nada para se perceber melhor o alcance das coisas.
RC > E o que resta do PGU que assinou há quase 40 anos?
CGM > Na elaboração do Plano Geral de Urbanização da vila de Alcobaça o que interessava era apresentar um plano que tivesse normas e que fosse respeitado. O que fizemos foi um manual de consulta, que não era propriamente uma receita. A nossa resposta em termos de plano foi dada em versões: uma realista, perante o que existia; e uma optimista, para o caso de Alcobaça crescer muito. Entre as poucas coisas que sobram do que propusemos está o jardim do Palácio da Justiça e a iluminação daquela zona. Tenho uma pena enorme de se ter extraviado o esquisso original, um saboroso desenho pelo punho do próprio Manuel Tainha, para esse jardim, com o seu anfiteatro e espelho de água, mais tarde implementado pelo membro da equipa do PGU, arquitecto paisagista Júlio Moreira.
RC > Foi um dos intervenientes da célebre exposição “Alcobaça - as pedras e as gentes”, quando integrava o Grupo de Fotografia da ADEPA. Foi um momento marcante?
CGM > Foi, sem dúvida, porque conseguimos reunir um acervo de largas centenas de imagens fotográficas, tendo como tema a vila e as suas gentes. E foi um trabalho que só foi possível de concretizar devido à colaboração de muitos alcobacenses, que nos cederam fotografias originais. Conseguimos recolher imagens desde os primórdios da fotografia no nosso País, a partir de 1860, e reconstituir aquilo que foi a vila e o Rossio ao longo de mais de um século. Ainda hoje se fala dessa exposição.
Tenho pena que a ADEPA tenha abandonado a sua vocação de raiz.
RC > Como olha para a Associação de Defesa e Valorização do Património Cultural da Região de Alcobaça (ADEPA) de hoje?
CGM > Nunca deixei de ser sócio da ADEPA, mas deixaram de me cobrar quotas. Sem desprimor, a partir do momento em que aquela entidade, para sobreviver, se tornou num grupo excursionista deixou de ter tanto interesse para mim. Tenho pena que a ADEPA tenha abandonado a sua vocação de raiz. Até ao 25 de Abril as pessoas tinham noção daquilo que era efectivamente importante para Alcobaça, mas depois a realidade de Alcobaça foi dividida em fatias, com a criação de muitos grupos e grupinhos. A ADEPA surgira em muito boa hora, beneficiando do levantar da consciência sobre o património cultural, com Rui Rasquilho a ter um papel preponderante. Apesar de ele já ser, à época, um vulto local, o tempo demonstrou que ele também já era uma pessoa relevante a nível nacional, nomeadamente aquando da Expo’98, num trabalho que permitiu também projectar o fotógrafo Jorge Barros. A ADEPA começou por unir as grandes forças culturais de Alcobaça e hoje, infelizmente, perdeu essa capacidade. Houve diversas clivagens na associação, novamente por causa da política, e outros factores.
RC > Quer especificar?
CGM > Recordo, em concreto, umas eleições (anos 1980), em que se ficaram a conhecer movimentações para a constituição de uma lista quase exclusiva para elementos do PS. Não gostámos daquilo que estava a acontecer e, juntamente com outros sócios alcobacenses, avançámos com outra lista, mais alargada, que logrou vencer essas eleições. Foi um momento marcante, até por ter propiciado a reconciliação de dois irmãos no dia da tomada de posse. Lamento o estado a que a ADEPA chegou nos últimos anos, pois, em meu entender, não cumpre o papel para que foi criada, que era o de salvaguarda do nosso património cultural e de uma intervenção mais enérgica na defesa dos interesses dos alcobacenses.
segunda-feira, 5 de junho de 2017
Alcobaça vai ter Julgado de Paz
A notícia em:
http://www.dn.pt/lusa/interior/julgado-de-paz-do-oeste-e-inaugurado-a-06-de-junho-8502474.html
Julgado de Paz do Oeste é inaugurado a 06 de junho
O Ministério da justiça e os municípios da região Oeste inauguram a 06 de junho o respetivo Julgado de Paz para ajudar a população a resolver pequenos litígios, disse hoje o presidente da Comunidade Intermunicipal.
"Estamos na expectativa de que o Julgado de Paz vá resolver muitos diferendos que muitas vezes nem iam parar a tribunal ou que, quando iam, demoravam muito tempo a ser resolvidos pelos tribunais, por isso esperamos dar uma ajuda à população", afirmou Pedro Folgado à agência Lusa.
Os Julgados de Paz são instâncias alternativas na resolução de litígios que tornam mais rápido, barato e eficaz o acesso à justiça, permitindo aos cidadãos resolver litígios sem recorrer aos tribunais e sem terem de se deslocar.
O Julgado de Paz vai ter sede no Bombarral e vai dispor de delegações em cada um dos municípios de Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras, abrangendo 360 mil habitantes, 3,4% da população nacional.
Este será o primeiro Julgado de Paz do país a abranger todo o território de uma Comunidade Intermunicipal.
Com a criação deste Julgado de Paz, é extinto o antigo Julgado de Paz dos concelhos de Alcobaça, Caldas da Rainha, Nazaré e Óbidos, refere o diploma promulgado pelo Presidente da República em março e aprovado pelo Governo em fevereiro.
Os processos pendentes em Alcobaça e Nazaré são transferidos para a delegação de Alcobaça do novo Julgado de Paz e os de Caldas da Rainha e Óbidos para a sede do Julgado de Paz, no Bombarral.
Os municípios vão assegurar o pagamento das despesas associadas ao funcionamento do Julgado de Paz, entre as quais os custos com instalações e imóveis, energia, água e comunicações, enquanto o Governo garante as despesas com juízes e mediadores.
Trata-se de um novo modelo de organização que, segundo o Governo, usa de forma "mais eficiente" os meios existentes.
Ainda de acordo com a proposta, as receitas provenientes das taxas de justiça cobradas deverão ser repartidas entre municípios e Governo.
Em 2014, a Comunidade Intermunicipal do Oeste propôs a criação de Julgados de Paz na região, onde tinham encerrado os tribunais do Bombarral e do Cadaval, entretanto reabertos no início deste ano.
http://www.dn.pt/lusa/interior/julgado-de-paz-do-oeste-e-inaugurado-a-06-de-junho-8502474.html
Julgado de Paz do Oeste é inaugurado a 06 de junho
O Ministério da justiça e os municípios da região Oeste inauguram a 06 de junho o respetivo Julgado de Paz para ajudar a população a resolver pequenos litígios, disse hoje o presidente da Comunidade Intermunicipal.
"Estamos na expectativa de que o Julgado de Paz vá resolver muitos diferendos que muitas vezes nem iam parar a tribunal ou que, quando iam, demoravam muito tempo a ser resolvidos pelos tribunais, por isso esperamos dar uma ajuda à população", afirmou Pedro Folgado à agência Lusa.
Os Julgados de Paz são instâncias alternativas na resolução de litígios que tornam mais rápido, barato e eficaz o acesso à justiça, permitindo aos cidadãos resolver litígios sem recorrer aos tribunais e sem terem de se deslocar.
O Julgado de Paz vai ter sede no Bombarral e vai dispor de delegações em cada um dos municípios de Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras, abrangendo 360 mil habitantes, 3,4% da população nacional.
Este será o primeiro Julgado de Paz do país a abranger todo o território de uma Comunidade Intermunicipal.
Com a criação deste Julgado de Paz, é extinto o antigo Julgado de Paz dos concelhos de Alcobaça, Caldas da Rainha, Nazaré e Óbidos, refere o diploma promulgado pelo Presidente da República em março e aprovado pelo Governo em fevereiro.
Os processos pendentes em Alcobaça e Nazaré são transferidos para a delegação de Alcobaça do novo Julgado de Paz e os de Caldas da Rainha e Óbidos para a sede do Julgado de Paz, no Bombarral.
Os municípios vão assegurar o pagamento das despesas associadas ao funcionamento do Julgado de Paz, entre as quais os custos com instalações e imóveis, energia, água e comunicações, enquanto o Governo garante as despesas com juízes e mediadores.
Trata-se de um novo modelo de organização que, segundo o Governo, usa de forma "mais eficiente" os meios existentes.
Ainda de acordo com a proposta, as receitas provenientes das taxas de justiça cobradas deverão ser repartidas entre municípios e Governo.
Em 2014, a Comunidade Intermunicipal do Oeste propôs a criação de Julgados de Paz na região, onde tinham encerrado os tribunais do Bombarral e do Cadaval, entretanto reabertos no início deste ano.
domingo, 4 de junho de 2017
Candidato do BE à Câmara de Alcobaça
A notícia em:
https://jornaldascaldas.com/Professor_da_ESADCR_e_candidato_a_Camara_de_Alcobaca
Professor da ESAD.CR é candidato à Câmara de Alcobaça
Um professor na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha é candidato do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Alcobaça.
António Delgado, nascido em 1958 em Turquel, Alcobaça, afirma que o combate à pobreza e à exclusão, o apoio aos desempregados, aos jovens, aos idosos e suas famílias, será a sua prioridade.
“Queremos construir oportunidades para todos, os que nasceram em Alcobaça e os que nos deram o privilégio de escolher o nosso concelho para viver e trabalhar, não podemos tolerar que os cidadãos deste concelho tenham de abandoná-lo para encontrar emprego ou casa”, manifestou.
“Queremos apostar em políticas activas que dotem o concelho de um ambiente atractivo para o investimento”, adiantou.
O candidato quer também apostar na cultura.
https://jornaldascaldas.com/Professor_da_ESADCR_e_candidato_a_Camara_de_Alcobaca
Professor da ESAD.CR é candidato à Câmara de Alcobaça
Um professor na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha é candidato do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Alcobaça.
António Delgado, nascido em 1958 em Turquel, Alcobaça, afirma que o combate à pobreza e à exclusão, o apoio aos desempregados, aos jovens, aos idosos e suas famílias, será a sua prioridade.
“Queremos construir oportunidades para todos, os que nasceram em Alcobaça e os que nos deram o privilégio de escolher o nosso concelho para viver e trabalhar, não podemos tolerar que os cidadãos deste concelho tenham de abandoná-lo para encontrar emprego ou casa”, manifestou.
“Queremos apostar em políticas activas que dotem o concelho de um ambiente atractivo para o investimento”, adiantou.
O candidato quer também apostar na cultura.
sábado, 3 de junho de 2017
Cláudia Vicente è a nova candidata do PS à Câmara
A notícia em:
http://www.regiaodecister.pt/noticias/ps-indica-claudia-vicente-camara-de-alcobaca
PS indica Cláudia Vicente à Câmara de Alcobaça
A Federação Distrital de Leiria do PS ratificou, esta terça-feira, o nome de Cláudia Vicente como candidata à Câmara de Alcobaça.
O nome da atual presidente da Assembleia de Freguesia da Benedita tinha sido aprovado por “unanimidade e aclamação” pela comissão política do PS/Alcobaça no final da semana passada e foi ratificado pela distrital numa reunião que também ratificou os candidatos socialistas da Marinha Grande, Leiria, Pedrógão Grande e Ansião. Leonel Fadigos é o nome escolhido pelos socialistas para liderar a lista para a Assembleia Municipal de Alcobaça.
Depois de Isabel Fonseca, presidente da União de Freguesias de Alcobaça e Vestiaria, ter desistido da candidatura à Câmara de Alcobaça, os socialistas foram obrigados a encontrar nova solução.
http://www.regiaodecister.pt/noticias/ps-indica-claudia-vicente-camara-de-alcobaca
PS indica Cláudia Vicente à Câmara de Alcobaça
A Federação Distrital de Leiria do PS ratificou, esta terça-feira, o nome de Cláudia Vicente como candidata à Câmara de Alcobaça.
O nome da atual presidente da Assembleia de Freguesia da Benedita tinha sido aprovado por “unanimidade e aclamação” pela comissão política do PS/Alcobaça no final da semana passada e foi ratificado pela distrital numa reunião que também ratificou os candidatos socialistas da Marinha Grande, Leiria, Pedrógão Grande e Ansião. Leonel Fadigos é o nome escolhido pelos socialistas para liderar a lista para a Assembleia Municipal de Alcobaça.
Depois de Isabel Fonseca, presidente da União de Freguesias de Alcobaça e Vestiaria, ter desistido da candidatura à Câmara de Alcobaça, os socialistas foram obrigados a encontrar nova solução.
sexta-feira, 2 de junho de 2017
quinta-feira, 1 de junho de 2017
Bloco de Esquerda apresenta candidato à Câmara
A notícia em:
http://www.regiaodecister.pt/noticias/be-candidata-antonio-delgado-camara-de-alcobaca
BE candidata António Delgado à Câmara de Alcobaça
António Delgado é o candidato do Bloco de Esquerda (BE) à Câmara de Alcobaça nas próximas eleições autárquicas, agendadas para outubro.
O candidato independente defendeu, durante a apresentação pública, que decorreu esta segunda-feira numa esplanada no rossio da cidade, que a candidatura assenta em três pontos "fundamentais": "a coesão social, a economia e a cultura".
O deputado Heitor de Sousa frisou que o objetivo do BE é "conseguir eleger pessoas em todos os órgãos" a que se candidata. Além disso, os bloquistas não fecharam a porta a candidaturas a juntas do concelho.
Natural de Turquel, António Delgado foi militante do PS, é escultor e professor coordenador na Escola Superior de Arte e Design, em Caldas da Rainha. Em 2008, chegou a receber apoio formal por parte do BE após a Câmara de Alcobaça ter impedido a sua participação no evento Apple Parade, do Mundo da Maçã. O diferendo do escultor com o ex-presidente da Câmara Gonçalves Sapinho (PSD), foi motivado pelas críticas contundentes que fazia ao chefe do executivo num blogue, sendo, à época, dirigente do PS/Alcobaça.
O alcobacense Adelino Granja é o cabeça de lista para a Assembleia Municipal de Alcobaça.
http://www.regiaodecister.pt/noticias/be-candidata-antonio-delgado-camara-de-alcobaca
BE candidata António Delgado à Câmara de Alcobaça
António Delgado é o candidato do Bloco de Esquerda (BE) à Câmara de Alcobaça nas próximas eleições autárquicas, agendadas para outubro.
O candidato independente defendeu, durante a apresentação pública, que decorreu esta segunda-feira numa esplanada no rossio da cidade, que a candidatura assenta em três pontos "fundamentais": "a coesão social, a economia e a cultura".
O deputado Heitor de Sousa frisou que o objetivo do BE é "conseguir eleger pessoas em todos os órgãos" a que se candidata. Além disso, os bloquistas não fecharam a porta a candidaturas a juntas do concelho.
Natural de Turquel, António Delgado foi militante do PS, é escultor e professor coordenador na Escola Superior de Arte e Design, em Caldas da Rainha. Em 2008, chegou a receber apoio formal por parte do BE após a Câmara de Alcobaça ter impedido a sua participação no evento Apple Parade, do Mundo da Maçã. O diferendo do escultor com o ex-presidente da Câmara Gonçalves Sapinho (PSD), foi motivado pelas críticas contundentes que fazia ao chefe do executivo num blogue, sendo, à época, dirigente do PS/Alcobaça.
O alcobacense Adelino Granja é o cabeça de lista para a Assembleia Municipal de Alcobaça.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





