Da actualização diária do site do Região de Cister, retirei a seguinte notícia:
Tartaruga de 1,97 metros dá à costa na praia da Mina
Deu à costa esta sexta-feira, na Praia da Mina, Paredes, freguesia de Pataias, concelho de Alcobaça, uma Tartaruga de Couro, a maior tartaruga oceânica, com 1,97 m.
Trata-se de um exemplar raro que irá ser recolhido pelo Museu de História Natural de Lisboa para fins de coleccionismo.
Para sugestões, comentários, críticas e afins: sapinhogelasio@gmail.com
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Região de Cister - Actualização diária de notícias
Recebi da Ana Ferraz, via e-mail, a informação de que o site do Região de Cister tem actualização diária de notícias.
Ora aí está uma excelente notícia para a informação local.
Os parabéns ao Região de Cister por esta iniciativa.
Ora aí está uma excelente notícia para a informação local.
Os parabéns ao Região de Cister por esta iniciativa.
Magnífica entrevista de Turíbio Machado
Turíbio Machado, antigo presidente da Junta de Freguesia de Pataias, falou ao Região de Cister para o seu caderno especial sobre Pataias, que acompanha a edição nº858 do jornal, saído ontem para a rua.
Uma entrevista esclarecida e esclarecedora, de leitura obrigatória.
Faz uma leitura pertinente daquelas que têm sido as relações entre Pataias e Alcobaça.
E que recorda o nome de alguém, esquecido por muitos, que não tendo nascido em Pataias, é sem dúvida um dos seus filhos mais ilustres: Emídio de Sousa.
Os sublinhados a vermelho são da minha responsabilidade.
Turíbio Machado, autor e antigo presidente da junta de pataias
Perfil
Turíbio da Encarnação Machado, de 62 anos, foi presidente da Junta de Pataias, no mandato autárquico entre 1982-85, eleito como independente nas listas do PS. Foi a única experiência autárquica e política, finda a qual se afastou, manifestando-se “desiludido” com a forma como funcionam a política e as máquinas partidárias. “Cansei-me de andar a lutar contra moinhos de vento”, justifica.
Figura respeitada pela população local, começou a trabalhar aos 10 anos e assegura que teve muitas profissões ao longo da vida. Foi barbeiro, escriturário, guarda-livros e Técnico Oficial de Contas, que exerceu até 2009. Sempre ligado à sua terra, fez parte da Direcção de várias associações culturais, entre as quais a Casa da Cultura e o “Jornal de Pataias”. Há oito anos lançou um livro, de título “Deserdados”, retratando a década de 60 na freguesia. Actualmente, para espanto de muitos, dado ser um sexagenário, é estudante de Arqueologia e História na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, cidade onde passa a maior parte do tempo. A vida de estudante impõe-lhe que permaneça em Coimbra a semana inteira, regressando à vila apenas aos fins-de-semana. Esta alteração na sua rotina levou-o a afastar-se, ainda mais, da vida da sua terra.
“Servimos para dar receitas à Câmara mas pouco recebemos”
É muito crítico em relação ao que tem sido o papel da Câmara de Alcobaça no desenvolvimento daquela que é a sua freguesia, Pataias. Turíbio Machado, que foi presidente da Junta na década de 80, até escreveu um romance, num misto de humor e drama, que decorre em cenários da freguesia. Hoje em dia, assume-se como observador da vida da vila e aconselha a “uma maior união em nome dos interesses da terra”.
REGIÃO DE CISTER (RC) > Como era Pataias quando foi presidente da Junta?
TURÍBIO MACHADO (TM) > Economicamente, estava bem nessa altura. Havia uma actividade empresarial diversificada. Socialmente, penso que as pessoas estavam razoavelmente bem. Na época, o País passava por uma grave crise económica e havia, a nível governamental, aquela necessidade de os portugueses ‘apertarem o cinto’. Mário Soares tentava resolver os problemas da economia. Na Junta, padeci um bocado com isso, porque não havia verbas disponíveis para avançar com projectos que considerava, então, fundamentais. A somar a isso, tive a fatalidade de encontrar uma Câmara de Alcobaça que, por razões políticas, não investia nesta freguesia. A prioridade do executivo era, e sempre foi, o investimento em São Martinho do Porto.
RC > Quais foram, na época, as suas prioridades e os principais projectos?
TM > Uma das prioridades foi o abastecimento de água a Pataias, vinda das Paredes. Era uma água de qualidade e esse abastecimento ainda se mantém nos dias de hoje. Foi, também, inaugurado o parque de campismo da praia das Paredes, que era uma necessidade e hoje está em funcionamento, com bons rendimentos.
RC > Quantos habitantes tinha, então, a freguesia?
TM > Devia ter à volta de oito a dez mil habitantes porque também tínhamos a Moita e a Martingança. Mas apesar de sermos a freguesia mais populosa do concelho, nunca fomos tratados com o respeito que merecíamos.
RC > Há oito anos lançou um livro, que intitulou de ‘Deserdados’. É um retrato da freguesia?
TM > Em parte, sim. É um romance, um misto de humor e drama. A história passa-se na freguesia, nos lugares limítrofes, e retrata a forma de viver na época desde o final da segunda guerra mundial até à década de 60. A primeira edição, de 500 exemplares, foi muito bem aceite e tenho andado para fazer uma segunda edição. Mas ainda não tive oportunidade.
RC > E porque escolheu o título ‘Deserdados’?
TM > Porque a história desta freguesia conta-nos que a população sempre teve que se desenrascar sozinha. Nunca houve interesse de entidades ou governantes, Santa Casa da Misericórdia, e sobretudo da Câmara, em olhar para esta terra. Mas foi pena porque havia pessoas muito carenciadas que nunca foram ajudadas. Sempre servimos para dar receitas à Câmara mas pouco recebemos em troca. O título do meu livro, ‘Deserdados’, reflecte um pouco isso.
RC > Continua a acompanhar a vida de Pataias?
TM > Ultimamente, já nem tanto. Houve várias situações que me foram desgostando, ao longo dos anos, e acabei por me ir afastando um pouco. E também não vejo, da parte do povo, um interesse pela política local, nem empenho na resolução dos problemas da terra. Mas vou observando...
RC > E há questões que o preocupem mais?
TM > Há algumas situações que não me agradam muito. As piscinas foram construídas devido à venda de um terreno à Cibra, terreno esse que foi o ganha-pão de muita gente e durante muitos anos. Era desse terreno que era extraída a pedra para os fornos da cal, indústria muito antiga na freguesia. Lamentavelmente, vejo lá inscrito o nome de piscinas municipais, quando, ao que me consta, a Câmara nada lá gastou. O dinheiro foi proveniente daquilo que era nosso. Logo, se eu fosse presidente da Junta, não permitiria que alguém colocasse ali o ‘municipal’. É por questões como esta que prefiro alhear-me do que se passa. Outra das minhas desilusões é o parque de campismo. Eu empenhei-me e esperava ver o projecto desenvolvido, com bungalows, restaurantes e outras soluções de qualidade. E hoje vejo, com desgosto, que as barracas dos Mijaretes, lamentavelmente, se passaram para dentro do parque.
RC > Mas, apesar de tudo, continua a acompanhar o progresso da freguesia. O crescimento tem correspondido às expectativas que tinha?
TM > Até determinada altura, houve um crescimento grande. Mas de há algum tempo a esta parte, com a crise, as coisas regrediram e não tem havido grande desenvolvimento em Pataias. Muitas empresas fecharam, infelizmente. Já fomos uma referência, a nível nacional, na indústria do mobiliário, mas as coisas decaíram drasticamente. E se calhar foi porque os empresários não souberam unir-se, nem criar uma estratégia no sentido de obter apoios estatais, de forma a desenvolver o sector.
RC > E os equipamentos e as respostas sociais que existem actualmente... Satisfazem-no?
TM > A nível de saúde, por exemplo, o Centro de Saúde deixa muito a desejar. E na Cultura, somos carentes. Tivemos uma Casa da Cultura e um Jornal de Pataias. Tive o privilégio de estar na Direcção de ambos e acho que fizemos um bom trabalho. Havia uma pessoa, o Emídio de Sousa, que foi notável na luta pela defesa da Cultura nesta terra. Fizemos colóquios, concertos, espectáculos, criámos um grupo musical e um Rancho Folclórico... Hoje, não resta nada.
RC > Como é que vê o futuro de Pataias?
TM > Gostaria que fosse um futuro risonho. Gostava de ver mais união em defesa dos interesses da terra e menos divisões em nome da política.
Uma entrevista esclarecida e esclarecedora, de leitura obrigatória.
Faz uma leitura pertinente daquelas que têm sido as relações entre Pataias e Alcobaça.
E que recorda o nome de alguém, esquecido por muitos, que não tendo nascido em Pataias, é sem dúvida um dos seus filhos mais ilustres: Emídio de Sousa.
Os sublinhados a vermelho são da minha responsabilidade.
Turíbio Machado, autor e antigo presidente da junta de pataias
Perfil
Turíbio da Encarnação Machado, de 62 anos, foi presidente da Junta de Pataias, no mandato autárquico entre 1982-85, eleito como independente nas listas do PS. Foi a única experiência autárquica e política, finda a qual se afastou, manifestando-se “desiludido” com a forma como funcionam a política e as máquinas partidárias. “Cansei-me de andar a lutar contra moinhos de vento”, justifica.
Figura respeitada pela população local, começou a trabalhar aos 10 anos e assegura que teve muitas profissões ao longo da vida. Foi barbeiro, escriturário, guarda-livros e Técnico Oficial de Contas, que exerceu até 2009. Sempre ligado à sua terra, fez parte da Direcção de várias associações culturais, entre as quais a Casa da Cultura e o “Jornal de Pataias”. Há oito anos lançou um livro, de título “Deserdados”, retratando a década de 60 na freguesia. Actualmente, para espanto de muitos, dado ser um sexagenário, é estudante de Arqueologia e História na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, cidade onde passa a maior parte do tempo. A vida de estudante impõe-lhe que permaneça em Coimbra a semana inteira, regressando à vila apenas aos fins-de-semana. Esta alteração na sua rotina levou-o a afastar-se, ainda mais, da vida da sua terra.
“Servimos para dar receitas à Câmara mas pouco recebemos”
É muito crítico em relação ao que tem sido o papel da Câmara de Alcobaça no desenvolvimento daquela que é a sua freguesia, Pataias. Turíbio Machado, que foi presidente da Junta na década de 80, até escreveu um romance, num misto de humor e drama, que decorre em cenários da freguesia. Hoje em dia, assume-se como observador da vida da vila e aconselha a “uma maior união em nome dos interesses da terra”.
REGIÃO DE CISTER (RC) > Como era Pataias quando foi presidente da Junta?
TURÍBIO MACHADO (TM) > Economicamente, estava bem nessa altura. Havia uma actividade empresarial diversificada. Socialmente, penso que as pessoas estavam razoavelmente bem. Na época, o País passava por uma grave crise económica e havia, a nível governamental, aquela necessidade de os portugueses ‘apertarem o cinto’. Mário Soares tentava resolver os problemas da economia. Na Junta, padeci um bocado com isso, porque não havia verbas disponíveis para avançar com projectos que considerava, então, fundamentais. A somar a isso, tive a fatalidade de encontrar uma Câmara de Alcobaça que, por razões políticas, não investia nesta freguesia. A prioridade do executivo era, e sempre foi, o investimento em São Martinho do Porto.
RC > Quais foram, na época, as suas prioridades e os principais projectos?
TM > Uma das prioridades foi o abastecimento de água a Pataias, vinda das Paredes. Era uma água de qualidade e esse abastecimento ainda se mantém nos dias de hoje. Foi, também, inaugurado o parque de campismo da praia das Paredes, que era uma necessidade e hoje está em funcionamento, com bons rendimentos.
RC > Quantos habitantes tinha, então, a freguesia?
TM > Devia ter à volta de oito a dez mil habitantes porque também tínhamos a Moita e a Martingança. Mas apesar de sermos a freguesia mais populosa do concelho, nunca fomos tratados com o respeito que merecíamos.
RC > Há oito anos lançou um livro, que intitulou de ‘Deserdados’. É um retrato da freguesia?
TM > Em parte, sim. É um romance, um misto de humor e drama. A história passa-se na freguesia, nos lugares limítrofes, e retrata a forma de viver na época desde o final da segunda guerra mundial até à década de 60. A primeira edição, de 500 exemplares, foi muito bem aceite e tenho andado para fazer uma segunda edição. Mas ainda não tive oportunidade.
RC > E porque escolheu o título ‘Deserdados’?
TM > Porque a história desta freguesia conta-nos que a população sempre teve que se desenrascar sozinha. Nunca houve interesse de entidades ou governantes, Santa Casa da Misericórdia, e sobretudo da Câmara, em olhar para esta terra. Mas foi pena porque havia pessoas muito carenciadas que nunca foram ajudadas. Sempre servimos para dar receitas à Câmara mas pouco recebemos em troca. O título do meu livro, ‘Deserdados’, reflecte um pouco isso.
RC > Continua a acompanhar a vida de Pataias?
TM > Ultimamente, já nem tanto. Houve várias situações que me foram desgostando, ao longo dos anos, e acabei por me ir afastando um pouco. E também não vejo, da parte do povo, um interesse pela política local, nem empenho na resolução dos problemas da terra. Mas vou observando...
RC > E há questões que o preocupem mais?
TM > Há algumas situações que não me agradam muito. As piscinas foram construídas devido à venda de um terreno à Cibra, terreno esse que foi o ganha-pão de muita gente e durante muitos anos. Era desse terreno que era extraída a pedra para os fornos da cal, indústria muito antiga na freguesia. Lamentavelmente, vejo lá inscrito o nome de piscinas municipais, quando, ao que me consta, a Câmara nada lá gastou. O dinheiro foi proveniente daquilo que era nosso. Logo, se eu fosse presidente da Junta, não permitiria que alguém colocasse ali o ‘municipal’. É por questões como esta que prefiro alhear-me do que se passa. Outra das minhas desilusões é o parque de campismo. Eu empenhei-me e esperava ver o projecto desenvolvido, com bungalows, restaurantes e outras soluções de qualidade. E hoje vejo, com desgosto, que as barracas dos Mijaretes, lamentavelmente, se passaram para dentro do parque.
RC > Mas, apesar de tudo, continua a acompanhar o progresso da freguesia. O crescimento tem correspondido às expectativas que tinha?
TM > Até determinada altura, houve um crescimento grande. Mas de há algum tempo a esta parte, com a crise, as coisas regrediram e não tem havido grande desenvolvimento em Pataias. Muitas empresas fecharam, infelizmente. Já fomos uma referência, a nível nacional, na indústria do mobiliário, mas as coisas decaíram drasticamente. E se calhar foi porque os empresários não souberam unir-se, nem criar uma estratégia no sentido de obter apoios estatais, de forma a desenvolver o sector.
RC > E os equipamentos e as respostas sociais que existem actualmente... Satisfazem-no?
TM > A nível de saúde, por exemplo, o Centro de Saúde deixa muito a desejar. E na Cultura, somos carentes. Tivemos uma Casa da Cultura e um Jornal de Pataias. Tive o privilégio de estar na Direcção de ambos e acho que fizemos um bom trabalho. Havia uma pessoa, o Emídio de Sousa, que foi notável na luta pela defesa da Cultura nesta terra. Fizemos colóquios, concertos, espectáculos, criámos um grupo musical e um Rancho Folclórico... Hoje, não resta nada.
RC > Como é que vê o futuro de Pataias?
TM > Gostaria que fosse um futuro risonho. Gostava de ver mais união em defesa dos interesses da terra e menos divisões em nome da política.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Carnaval de Pataias
A notícia é da edição impressa nº858 de 28 de Janeiro de 2010 do Região de Cister
Estão inscritos 750 foliões no maior carnaval do concelho de alcobaça
Cantora e actriz Vanda Stuart é a rainha do Carnaval de Pataias
Vanda Stuart, cantora e actriz portuguesa, é a rainha do Carnaval de Pataias, que tem o ponto alto nos desfiles dos dias 14 e 16 de Fevereiro.
Falta ainda escolher o rei, que será eleito pela Comissão Organizadora do Carnaval de Pataias, Cocapa, entre um dos foliões dos vários grupos participantes. O nome será tornado público ainda esta semana, disse ao REGIÃO DE CISTER Arménio Vieira, da organização, que este ano vestirá trajes em homenagem à civilização Maia.
Por conhecer está também a marcha de 2010, que acompanhará os corsos onde deverão participar cerca de 15 grupos e 750 foliões de vários pontos do distrito de Leiria, mas sobretudo da freguesia de Pataias.
O orçamento deste ano deverá rondar os 65 mil euros, mais cinco mil que em 2009, sendo que a comparticipação da Câmara de Alcobaça deverá ser similar à do ano passado: 4.750 euros. A restante verba provém de receitas próprias, das bilheteiras e bares, mas sobretudo dos grupos, que se autofinanciam.
O valor da entrada naquele que é o maior Carnaval do concelho de Alcobaça mantém-se inalterado há vários anos, ao preço de três euros.
A Cocapa espera ter o sucesso de 2009 no que diz respeito ao número de pessoas que assistiram aos desfiles, mas Arménio Vieira lembra que tudo dependerá das condições meteorológicas.
Estão inscritos 750 foliões no maior carnaval do concelho de alcobaça
Cantora e actriz Vanda Stuart é a rainha do Carnaval de Pataias
Vanda Stuart, cantora e actriz portuguesa, é a rainha do Carnaval de Pataias, que tem o ponto alto nos desfiles dos dias 14 e 16 de Fevereiro.
Falta ainda escolher o rei, que será eleito pela Comissão Organizadora do Carnaval de Pataias, Cocapa, entre um dos foliões dos vários grupos participantes. O nome será tornado público ainda esta semana, disse ao REGIÃO DE CISTER Arménio Vieira, da organização, que este ano vestirá trajes em homenagem à civilização Maia.
Por conhecer está também a marcha de 2010, que acompanhará os corsos onde deverão participar cerca de 15 grupos e 750 foliões de vários pontos do distrito de Leiria, mas sobretudo da freguesia de Pataias.
O orçamento deste ano deverá rondar os 65 mil euros, mais cinco mil que em 2009, sendo que a comparticipação da Câmara de Alcobaça deverá ser similar à do ano passado: 4.750 euros. A restante verba provém de receitas próprias, das bilheteiras e bares, mas sobretudo dos grupos, que se autofinanciam.
O valor da entrada naquele que é o maior Carnaval do concelho de Alcobaça mantém-se inalterado há vários anos, ao preço de três euros.
A Cocapa espera ter o sucesso de 2009 no que diz respeito ao número de pessoas que assistiram aos desfiles, mas Arménio Vieira lembra que tudo dependerá das condições meteorológicas.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
O sistema de saneamento da freguesia de Pataias
Sistema de Saneamento de Pataias/ Alpedriz
Início de exploração por parte da Águas do Oeste (ano): 2005
População a servir em horizonte de projecto: 12 300 hab.eqv.
Infra-estruturas: 1 ETAR (transferida do Município de Alcobaça)
Caudal de dimensionamento: 1 909 m3/dia
Sistema Interceptor: não tem
Lugares servidos: parte das freguesias de Alpedriz, Pataias, Moita, Martingança e Montes
Sistema de Saneamento de Vale Paredes
Início de exploração (ano): 2008
População a servir em horizonte de projecto: 3 700 hab.eqv.
Infra-estruturas: 1 ETAR
Sistema Interceptor: 2 EE
Lugares servidos: parte da freguesia de Pataias (lugares de Mina e Vale Paredes)
Intervenções: construção de nova ETAR com tratamento terciário e desinfecção
Sistema de Saneamento de Pedra do Ouro
Início de exploração (ano): previsto para 2009
População a servir em horizonte de projecto: 4 600 hab.eqv.
Infra-estruturas: 1 ETAR nova
Sistema Interceptor: 2 EE
Lugares servidos: parte da freguesia de Pataias
Intervenções: construção de nova ETAR com tratamento terciário e desinfecção
Fonte (a 27/01/2010): http://www.aguasdooeste.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=321&Itemid=182
Início de exploração por parte da Águas do Oeste (ano): 2005
População a servir em horizonte de projecto: 12 300 hab.eqv.
Infra-estruturas: 1 ETAR (transferida do Município de Alcobaça)
Caudal de dimensionamento: 1 909 m3/dia
Sistema Interceptor: não tem
Lugares servidos: parte das freguesias de Alpedriz, Pataias, Moita, Martingança e Montes
Sistema de Saneamento de Vale Paredes
Início de exploração (ano): 2008
População a servir em horizonte de projecto: 3 700 hab.eqv.
Infra-estruturas: 1 ETAR
Sistema Interceptor: 2 EE
Lugares servidos: parte da freguesia de Pataias (lugares de Mina e Vale Paredes)
Intervenções: construção de nova ETAR com tratamento terciário e desinfecção
Sistema de Saneamento de Pedra do Ouro
Início de exploração (ano): previsto para 2009
População a servir em horizonte de projecto: 4 600 hab.eqv.
Infra-estruturas: 1 ETAR nova
Sistema Interceptor: 2 EE
Lugares servidos: parte da freguesia de Pataias
Intervenções: construção de nova ETAR com tratamento terciário e desinfecção
Fonte (a 27/01/2010): http://www.aguasdooeste.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=321&Itemid=182
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Carnaval de Pataias tem subsídio da Câmara
A Câmara Municipal atribuiu um subsídio de 4750 euros à COCAPA para a realização do Carnaval de Pataias. A decisão foi tomada ontem em reunião de Câmara e mantém o mesmo apoio de 2009.
Mais informações no blogue do Rogério Raimundo.
Mais informações no blogue do Rogério Raimundo.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Burinhosa é novamente líder
Ao vencer por 3-2 na deslocação ao Ribeirense por 3-2, e aproveitando a derrota do SC Caldas em casa frente ao S. Bento (3-4), a equipa da Burinhosa voltou à liderança do campeonato.
A equipa soma agora 26 pontos (11J; 8V2E1D; 42-21 em golos), mais um que o SC Caldas.
Mais informações em http://burinhosafutsal.blogspot.com.
A equipa soma agora 26 pontos (11J; 8V2E1D; 42-21 em golos), mais um que o SC Caldas.
Mais informações em http://burinhosafutsal.blogspot.com.
Pataiense perde no Bombarral
O CD Pataiense perdeu ontem na deslocação ao líder Bombarralense por 2-4.
Este resultado fez com que a equipa de Pataias, que tem um jogo em atraso, descesse à 8ª posição (21 pontos, 14J; 7V7D; 24-24 em golos).
O Bombarralense continua em primeiro (43 pontos), mais 8 que o Guiense.
Mais informações em http://futeboldistritaldeleiria.blogspot.com.
Este resultado fez com que a equipa de Pataias, que tem um jogo em atraso, descesse à 8ª posição (21 pontos, 14J; 7V7D; 24-24 em golos).
O Bombarralense continua em primeiro (43 pontos), mais 8 que o Guiense.
Mais informações em http://futeboldistritaldeleiria.blogspot.com.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Pataias em discussão na Rádio Cister
A notícia está no site da Rádio Cister.
Valter Ribeiro: «1 Euro na freguesia vale mais do que 10 euros na câmara»
No passado domingo no Programa Potencialidades tivemos como convidados os dois representantes da Assembleia da Junta de Freguesia de Pataias: pelo PS, Vítor Pereira (1ª vez candidato à Junta de Freguesia de Pataias) e pelo PPD/PSD, Valter Ribeiro (que vai cumprir o seu 3º mandato à frente da Junta de Freguesia de Pataias).
1) Valter Ribeiro entende que um executivo quer camarário, quer da junta, quando ganha, ainda que por um voto, deve ter apenas um único partido. «Não se trabalha tão bem quando há mais do que uma força política. Passados 4 anos somos julgados por isso!»
Das eleições anteriores para estas o PSD perdeu um deputado (7-6), o Presidente da Junta admite que o PS trabalhou melhor nestas eleições do que há 4 anos, seleccionou melhor as pessoas e aceita algum desgaste dentro do próprio partido. «Não significa uma grande vitória socialista».
Aos ataques e críticas que foi sujeito ao longo da campanha pela oposição, nomeadamente, de falta de honestidade e envolvência em negócios escuros, responde prontamente «eu sou sempre a mesma pessoa antes e após as eleições».
Uma questão que ficou sujeita a um pedido de esclarecimento ao executivo camarário numa próxima Assembleia Municipal prende-se com a titularidade e a propriedade dos terrenos da lagoa de Pataias. Segundo Valter Ribeiro a CMA registou aqueles terrenos por usucapião com o intuito de pedir ao Ministério da Agricultura essa desafectação de terrenos.
Aliás, todas as desafectações que foram sendo feitas em Pataias aconteceram sempre a pedido da CMA (nomeadamente, desafectação de terrenos para o mercado municipal, para as piscinas e para o alargamento da zona industrial). «Estão com receio que a CMA traga a lagoa para o Mosteiro de Alcobaça? A lagoa continua lá e a ser melhorada», referiu o autarca.
Satisfeito com a vontade por parte do Presidente da Câmara de Alcobaça Paulo Inácio em querer descentralizar determinadas situações para a Junta, pede à própria CMA que dê às Juntas mais autonomia e mais meios financeiros para poder fazer pequenas obras, alcatroar mais estradas, resolver situações particulares (por ex, fiscalizar qualidade de construção de imóveis…). À Junta, por sua vez, teria que caber a apresentação dos projectos à CMA.
«1 Euro na freguesia vale mais do que 10 euros na câmara e do que 100 euros no governo central. Somos nós que estamos mais próximos e ouvimos as populações!»
Define-se como exigente e optimista, e reafirma, que «nos últimos 8 anos, foram feitas grandes obras: fez da Burinhosa «uma pequena cidade», alcatroou a estrada dos Pisões, construiu-se as piscinas municipais, requalificou-se a Praia da Vitória das Paredes, a própria Lagoa e o quartel de Bombeiros de Pataias que tem agora um auditório. Não descurando as necessidades sociais, tem para este mandato um sonho que quer ver pelo menos iniciado: quer requalificar a Av. Rainha Santa Isabel, o centro escolar e ainda alargar a zona Industrial.
2) Vítor Pereira entende que o PS ganhou algo nestas eleições (de 2 assentos passou para 3), sente que o PS se começou a estruturar de uma forma mais credível, mais organizada, está mais preparado para fazer oposição. «A campanha para as próximas eleições pode já ter começado!»
O PS tem convivido cordialmente com o PSD. Já houve propostas em cujas votações o PS se absteve por desconhecimento e também por entender que há outras decisões estruturantes para o futuro da freguesia de Pataias, nomeadamente a questão da requalificação da Lagoa de Pataias que é candidata a uma das maravilhas naturais de Portugal.
Incomodado e preocupado com a falta de esclarecimentos relativos à titularidade/propriedade dos terrenos da Lagoa de Pataias, quer ver aquele espaço melhorado.
Também é a favor da descentralização, «há serviços que podem ser cedidos às juntas», muito embora considere que esta vontade da CMA possa ser um «presente envenenado» porque poderá estar relacionado com as enormes dificuldades financeiras da CMA, aproveitando dessa forma para passar “batatas quentes” para outras mãos.
Considera o Parque de Campismo das Paredes uma mais-valia para a Junta enquanto fonte de receita, mas não o toma como ideal de Parque de Campismo por não ter o aspecto que considera o mais adequado na zona Norte «quem passa na Estrada Atlântida vê obras e tijolos, uma perfeita vergonha!».
Para ele o orçamento aprovado fica aquém daquilo que se pretende fazer, continua a haver pouca disponibilidade financeira para aplicar em determinadas situações como a requalificação do Parque de Campismo. Pataias continua a ser aquilo que era há 15 anos atrás; caracterizando-a como a 3ª maior freguesia do concelho de Alcobaça e a maior em termos de área (tem 78 km2) entende que Alcobaça não olha para Pataias da melhor forma, da forma mais adequada. «A CMA, dialogando com a Junta, deveria investir mais na nossa terra.»
Terminou a sua intervenção reafirmando as suas preocupações e motivações: «há questões estruturantes a resolver nos próximos tempos nomeadamente requalificar a Lagoa de Pataias como já foi referido anteriormente, a questão da Étar nas Paredes da Vitória, a requalificação da Av. Rainha Santa Isabel, criar um centro cultural (falta uma sala de espectáculos), alargar a zona industrial e ainda resolver questões de saneamento básico nomeadamente na Burinhosa e rever o PDM.
sábado, 23 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Sessão de esclarecimento - Unidade de Saúde
“Conversas Públicas” – Educação
Ontem decorreram mais umas "conversas públicas", dinamizadas pela CDU, desta feita subordinadas à temática da educação. Rogério Raimundo reafirmou as posições que tem assumido na Câmara e no seu blogue. Na conversa mantida com os presentes, e de uma forma muito geral, foram abordadas:
- a construção dos centros escolares de Alcobaça, Benedita, Pataias e Cela;
- a manutenção das escolas da Burinhosa e Martingança;
- o possível encerramento da escola dos Pisões;
- o encerramento previsto para as escolas de Alpedriz, Montes e Cós;
- a articulação das actividades extra-currículares (no 1º ciclo) com as colectividades;
- a necessidade de uma melhoria urgente dos transportes escolares;
- o desconhecimento efectivo do número de jovens em idade escolar no concelho;
- a necessidade de rever a Carta Educativa e o Conselho Municipal de Educação.
Na verdade, e para quem vai tendo acesso ao blogue do Rogério e da CDU, não houve grandes novidades no seu discurso.
Ficou a excelente iniciativa e tentativa de trazer até aos munícipes a discussão de questões de importância vital para o desenvolvimento do concelho.
Foi pena que poucos tivessem comparecido. Ausências notadas foram as dos candidatos e eleitos do PSD e do PS às últimas eleições autárquicas. Nem um se viu por lá.
Ficam a dúvidas: a educação é tema que não interessa à freguesia? Não tem problemas a resolver? Ou porque a iniciativa é de um outro partido, não é boa ideia dar-lhe visibilidade?
Afinal de contas, aquelas dezenas de candidatos e apoiantes foram a votos para servir Pataias ou os partidos?
- a construção dos centros escolares de Alcobaça, Benedita, Pataias e Cela;
- a manutenção das escolas da Burinhosa e Martingança;
- o possível encerramento da escola dos Pisões;
- o encerramento previsto para as escolas de Alpedriz, Montes e Cós;
- a articulação das actividades extra-currículares (no 1º ciclo) com as colectividades;
- a necessidade de uma melhoria urgente dos transportes escolares;
- o desconhecimento efectivo do número de jovens em idade escolar no concelho;
- a necessidade de rever a Carta Educativa e o Conselho Municipal de Educação.
Na verdade, e para quem vai tendo acesso ao blogue do Rogério e da CDU, não houve grandes novidades no seu discurso.
Ficou a excelente iniciativa e tentativa de trazer até aos munícipes a discussão de questões de importância vital para o desenvolvimento do concelho.
Foi pena que poucos tivessem comparecido. Ausências notadas foram as dos candidatos e eleitos do PSD e do PS às últimas eleições autárquicas. Nem um se viu por lá.
Ficam a dúvidas: a educação é tema que não interessa à freguesia? Não tem problemas a resolver? Ou porque a iniciativa é de um outro partido, não é boa ideia dar-lhe visibilidade?
Afinal de contas, aquelas dezenas de candidatos e apoiantes foram a votos para servir Pataias ou os partidos?
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Site útil
Recebi o seguinte comentário da Eunice Pereira
Gostaria de informar os leitores sobre um projecto relacionado com as localidades de Portugal. Trata-se de uma Enciclopédia on-line, escrita em colaboração pelos seus leitores. O site, que se intitula Memória Portuguesa, usa o conceito Wiki, que permite a qualquer pessoa criar ou editar artigos existentes, melhorando a informação neles contida.
Além disso, é possível introduzir comentários em cada artigo, promovendo assim o debate entre os utilizadores.
http://terrasdeportugal.wikidot.com
É dada especial relevância às memórias dos cidadãos, para que sejam preservadas tradições antigas, recordações de infância, ofícios, cantares, folclore e outras manifestações culturais.
Assim, seria bom contar com o vosso apoio, permitindo usar eventual informação pertinente e sugerir que divulguem esta iniciativa junto dos familiares, amigos e conterrâneos da vossa localidade. [...]
Ficaremos a aguardar a vossa visita!
Cumprimentos,
Wikinet
www.memoriaportuguesa.com
Gostaria de informar os leitores sobre um projecto relacionado com as localidades de Portugal. Trata-se de uma Enciclopédia on-line, escrita em colaboração pelos seus leitores. O site, que se intitula Memória Portuguesa, usa o conceito Wiki, que permite a qualquer pessoa criar ou editar artigos existentes, melhorando a informação neles contida.
Além disso, é possível introduzir comentários em cada artigo, promovendo assim o debate entre os utilizadores.
http://terrasdeportugal.wikidot.com
É dada especial relevância às memórias dos cidadãos, para que sejam preservadas tradições antigas, recordações de infância, ofícios, cantares, folclore e outras manifestações culturais.
Assim, seria bom contar com o vosso apoio, permitindo usar eventual informação pertinente e sugerir que divulguem esta iniciativa junto dos familiares, amigos e conterrâneos da vossa localidade. [...]
Ficaremos a aguardar a vossa visita!
Cumprimentos,
Wikinet
www.memoriaportuguesa.com
Junta de Freguesia dinamiza antigas escolas primárias
A notícia é do Região de Cister, edição impressa nº854 de 21 de Janeiro de 2010
Antigo estabelecimento de ensino da Mélvoa recebe aulas de fitness
Associação de Produtores Florestais ocupa primária de Pataias-Gare
A Associação de Produtores Florestais dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré (APFCAN), com sede no Complexo dos Serviços Públicos de Pataias, vai ocupar o edifício da antiga escola primária de Pataias-Gare, disse ao REGIÃO DE CISTER o presidente da Junta.
Com a saída da APFCAN do actual edifício, onde funcionam ainda a Junta, o centro de saúde e a GNR, a Junta deverá mudar para as instalações da associação, libertando espaço para a Unidade de Saúde Familiar, que começou a funcionar esta segunda-feira em substituição do centro de saúde.
Entretanto, na passada semana, autarcas da freguesia estiveram reunidos com a população da Mélvoa para decidir o que fazer do edifício da antiga escola primária. O espaço será ocupado por actividades de uma associação a criar entre os habitantes da Mélvoa e a Junta. Até lá, funcionarão ali aulas de fitness, ministradas pela equipa que dá aulas de natação nas Piscinas Municipais em Pataias.
Antigo estabelecimento de ensino da Mélvoa recebe aulas de fitness
Associação de Produtores Florestais ocupa primária de Pataias-Gare
A Associação de Produtores Florestais dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré (APFCAN), com sede no Complexo dos Serviços Públicos de Pataias, vai ocupar o edifício da antiga escola primária de Pataias-Gare, disse ao REGIÃO DE CISTER o presidente da Junta.
Com a saída da APFCAN do actual edifício, onde funcionam ainda a Junta, o centro de saúde e a GNR, a Junta deverá mudar para as instalações da associação, libertando espaço para a Unidade de Saúde Familiar, que começou a funcionar esta segunda-feira em substituição do centro de saúde.
Entretanto, na passada semana, autarcas da freguesia estiveram reunidos com a população da Mélvoa para decidir o que fazer do edifício da antiga escola primária. O espaço será ocupado por actividades de uma associação a criar entre os habitantes da Mélvoa e a Junta. Até lá, funcionarão ali aulas de fitness, ministradas pela equipa que dá aulas de natação nas Piscinas Municipais em Pataias.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Maravilhas naturais de Pataias
Ao contrário de outras fotografias que aqui tenho colocado, esta é uma simples fotografia, tirada no momento, sem preocupações artísticas.
Dedicada àqueles que em Alcobaça não percebem a nomeação das arribas e praias da freguesia de Pataias como uma das maravilhas naturais do concelho.
Deviam sair da sombra do mosteiro mais vezes.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Conversa pública sobre Educação
Na próxima 5ª feira, dia 21, vai decorrer na sede da Junta de Freguesia, uma "Conversa Pública" dedicada ao tema da Educação.
A iniciativa aberta à participação de toda a população, é da responsabilidade de Rogério Raimundo (e da CDU) que assim continuam as suas iniciativas de conversas e debates de temas de importância para o município.
Uma excelente oportunidade para falar da política de educação para Pataias (e não só), desde os apoios às actividades extra-lectivas do 1º ciclo; o ensino articulado e ensino artístico; o ensino secundário e a oferta formativa das escolas do concelho; o apoio nos transportes escolares a quem estuda fora do concelho; os novos centros escolares e o futuro das actuais escolas primárias; as condições da EB 2,3 de Pataias.
5ª feira, 21 de Janeiro, pelas 21h21, na sala de reuniões da Junta de Freguesia de Pataias.
A iniciativa aberta à participação de toda a população, é da responsabilidade de Rogério Raimundo (e da CDU) que assim continuam as suas iniciativas de conversas e debates de temas de importância para o município.
Uma excelente oportunidade para falar da política de educação para Pataias (e não só), desde os apoios às actividades extra-lectivas do 1º ciclo; o ensino articulado e ensino artístico; o ensino secundário e a oferta formativa das escolas do concelho; o apoio nos transportes escolares a quem estuda fora do concelho; os novos centros escolares e o futuro das actuais escolas primárias; as condições da EB 2,3 de Pataias.
5ª feira, 21 de Janeiro, pelas 21h21, na sala de reuniões da Junta de Freguesia de Pataias.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Unidade de Saúde Familiar arrancou hoje
Paredes - vereador promete fim de obras em Maio
A notícia é da Rádio Cister.
Requalificação em Paredes de Vitória concluída até Maio
A requalificação da frente do mar em Paredes de Vitória, Pataias, deverá ficar concluída até Maio.
A garantia foi dada pelo vereador das Obras Públicas da Câmara Municipal de Alcobaça, Herminio Rodrigues.
O responsável adiantou, contudo, que esta garantia é apenas relativa à intervenção do município. Segundo o autarca, a empresa Águas do Oeste, que também anda no local por causa do sistema do saneamento, «espera terminar a sua empreitada dentro de 4 meses».
A intervenção da autarquia e da empresa já deveria ter terminado, de acordo com os prazos iniciais. Contudo, ainda decorre, devendo, pelas novas datas apontadas, ficar concluída quase em cima da abertura de uma nova época balnear.
De acordo com Herminio Rodrigues, «os atrasos na conclusão do saneamento básico aconteceu devido a um problema relacionado com uma adjudicação, relacionado com a falência do empreiteiro".
«Ultrapassados os problemas, tudo se encaminha para a conclusão da obras de saneamento de Paredes de Vitória, cuja requalificação também estará pronta em Maio próximo», concluiu.
Comentário
Maio próximo?
Próximo de quê? 2011? 2025? Dia de S. Nunca à tarde?
Com esta Câmara a prometer, não é de fiar.
Depois de tantas datas e promessas: VER PARA CRER.
Requalificação em Paredes de Vitória concluída até Maio
A requalificação da frente do mar em Paredes de Vitória, Pataias, deverá ficar concluída até Maio.
A garantia foi dada pelo vereador das Obras Públicas da Câmara Municipal de Alcobaça, Herminio Rodrigues.
O responsável adiantou, contudo, que esta garantia é apenas relativa à intervenção do município. Segundo o autarca, a empresa Águas do Oeste, que também anda no local por causa do sistema do saneamento, «espera terminar a sua empreitada dentro de 4 meses».
A intervenção da autarquia e da empresa já deveria ter terminado, de acordo com os prazos iniciais. Contudo, ainda decorre, devendo, pelas novas datas apontadas, ficar concluída quase em cima da abertura de uma nova época balnear.
De acordo com Herminio Rodrigues, «os atrasos na conclusão do saneamento básico aconteceu devido a um problema relacionado com uma adjudicação, relacionado com a falência do empreiteiro".
«Ultrapassados os problemas, tudo se encaminha para a conclusão da obras de saneamento de Paredes de Vitória, cuja requalificação também estará pronta em Maio próximo», concluiu.
Comentário
Maio próximo?
Próximo de quê? 2011? 2025? Dia de S. Nunca à tarde?
Com esta Câmara a prometer, não é de fiar.
Depois de tantas datas e promessas: VER PARA CRER.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





