O GD Martingança foi vencer o Condestável por 2-1.
Com este resultado, a equipa somou 12 pontos e manteve a invencibilidade (6J;3V3E;16-13), a um ponto do líder Concha Azul.
Também a AD Ferraria venceu por 2-1 na receção ao Boavista, conseguindo a 1ª vitória nesta fase do campeonato. A equipa da Ferraria soma agora 4 pontos (5J;1V1E3D;7-14), ocupando o 5º lugar da série.
Mais informações em: http://www.infutsal.com/1%C2%AA-divis%C3%A3o-2%C2%AA-fase/grupo-b-zona-centro/resultsranking/198/0/0/0
Para sugestões, comentários, críticas e afins: sapinhogelasio@gmail.com
terça-feira, 18 de março de 2014
segunda-feira, 17 de março de 2014
Memória curta
A notícia vem hoje no jornal Público e chama a atenção para que as situações de extremos climáticos se repetem quase de forma cíclica.
As tempestades de janeiro e fevereiro, foram apenas mais um episódio daquilo que ciclicamente se passa no litoral.
Nas Paredes da Vitória, era tradição o mar chegar ao Tonico Manel. Argumenta-se agora que o mar nunca havia destruído tanta coisa.
É verdade. Mas não podemos deixar de notar que no tempo em que o mar chegava ao Tonico Manel (até há 20 anos), não havia concessionários permanentes na praia, nem estruturas de proteção dunar, nem passadiços de madeira, nem escadas de acesso à praia. Por outras palavras, não havia nada para destruir.
Outra curiosidade é a praia estar agora com o mesmo nível de 2008, antes das intervenções, como é visível através do antigo paredão e das antigas escadas de acesso à praia, agora a descoberto.
No entanto, ambas as situações não são desculpa para a quantidade de asneiras que se fizeram, nomeadamente na não correção do leito do rio em tempo útil, ou no "crime de lesa pátria" de rebaixamento da praia em mais de um metro e meio, e que, na minha opinião, foram os grandes responsáveis pela dimensão da destruição ocorrida e feita pelas tempestades de janeiro e fevereiro.
Importante é notar que toda a faixa litoral é extremamente dinâmica e que qualquer ocupação e alteração do uso do solo deve ser devidamente equacionada e ponderada, o que, de facto, até ao momento e por quase todo o litoral do país, não tem acontecido.
A notícia no jornal Público
http://www.publico.pt/ciencia/noticia/estudo-contabiliza-quase-150-tempestades-fortes-em-portugal-no-seculo-xix-1628366
Estudo contabiliza 148 tempestades fortes em portugal no século XIX
Projeto envolvendo quatro universidades está a reconstituir o clima do país nos últimos 350 anos a partir do cruzamento de várias fontes de informação. Já há alguns resultados preliminares
O mau tempo não perdoa. As marés “produziram inundações desastrosas na foz do Douro e nas praias de Ovar”. A água avançou com “força espantosa” sobre a Ericeira, arrombando muros. “Há anos que não chega a tão grande altura”. Em Torres Vedras, “em algumas povoações marítimas têm havido sinistros”. Algumas pessoas foram arrastadas pelas ondas. Na Costa da Caparica, os pescadores ficaram mais de um mês sem sustento “porque o mau tempo não os tem deixado pescar”.
Quem lê estas linhas pensa que se referem a este Inverno de 2013-2014, marcado por sucessivas tempestades e um rasto de estragos pelo país. Mas não: são relatos e notícias do século XIX. Houve pelo menos 148 episódios associados a tempestades de vento, segundo um levantamento realizado por investigadores do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa.
E, em grande medida, são uma cópia do que se continua a assistir no país: inundações nas zonas costeiras, casas destruídas pelo mar, ondas que varrem pessoas, árvores caídas nas cidades, construções afectadas. “As consequências é que podem ser piores, porque a pressão humana agora é maior”, diz Maria João Alcoforado, co-autora do estudo, juntamente com David Marques e António Lopes.
Olhar para as tempestades do século XIX é uma das várias linhas do KlimHist, um projecto envolvendo quatro universidades – de Lisboa, do Porto, de Évora e de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) – que pretende reconstituir o clima em Portugal nos últimos 350 anos. O projecto vai a meio e alguns resultados preliminares são apresentados esta segunda-feira na UTAD.
O ponto de partida é 1645, o ano em que começa um período de actividade solar muito baixa, conhecido como Mínimo de Maunder. Para um passado tão distante, não há senão registos meteorológicos indirectos. Os anéis de crescimento de centenários carvalhos-alvarinhos (Quercus rubor) da Mata Nacional do Buçaco estão a ser analisados para estudar a precipitação desde o século XVII. Descrições feitas por um mercador holandês do século XVIII, Inácio António Henkell, estão a ajudar na reconstituição das cheias do Douro. Há também estudos sobre a evolução da temperatura a partir de furos no solo ou sobre a aplicação de modelos climáticos para simular eventos meteorológicos extremos no passado.
A escala de Franzini
As informações sobre as tempestades de vento no século XIX vêm sobretudo de uma fonte: os registos sistemáticos de Marino Miguel Franzini (1779-1861), um dos pioneiros da estatística e da meteorologia em Portugal. Em 1815, Franzini começou a fazer anotações sobre o clima, a pedido do médico Bernardino Gomes, intrigado com a mortalidade elevada durante os verões. Deixou duas séries de dados, de 1815 a 1826 e de 1836 a 1859, com informações sobre o estado do tempo, a temperatura, o vento, as tempestades.
Os investigadores do projecto KlimHist traçam um paralelo da escala utilizada por Franzini para medir a força do vento com a desenvolvida pelo almirante britânico Francis Beaufort mais ou menos na mesma altura. Beaufort baseou a sua escala no estado “visível” do mar – o tipo e tamanho de vagas, se formavam “carneirinhos” ou se rebentavam, a concentração de aerossóis no ar ou de espuma sobre a água, a visibilidade. Para cada combinação de sinais era atribuído um grau – de 1 a 12 – associado a uma velocidade estimada do vento.
A escala de Beaufort tornou-se muito popular, mas Franzini, embora também servisse na Marinha, não a utilizou. “É estranho que não a conhecesse”, afirma António Lopes, um dos co-autores do estudo. Desenvolveu antes a sua, primeiro com quatro níveis, posteriormente com seis.
As tempestades de janeiro e fevereiro, foram apenas mais um episódio daquilo que ciclicamente se passa no litoral.
Nas Paredes da Vitória, era tradição o mar chegar ao Tonico Manel. Argumenta-se agora que o mar nunca havia destruído tanta coisa.
É verdade. Mas não podemos deixar de notar que no tempo em que o mar chegava ao Tonico Manel (até há 20 anos), não havia concessionários permanentes na praia, nem estruturas de proteção dunar, nem passadiços de madeira, nem escadas de acesso à praia. Por outras palavras, não havia nada para destruir.
Outra curiosidade é a praia estar agora com o mesmo nível de 2008, antes das intervenções, como é visível através do antigo paredão e das antigas escadas de acesso à praia, agora a descoberto.
No entanto, ambas as situações não são desculpa para a quantidade de asneiras que se fizeram, nomeadamente na não correção do leito do rio em tempo útil, ou no "crime de lesa pátria" de rebaixamento da praia em mais de um metro e meio, e que, na minha opinião, foram os grandes responsáveis pela dimensão da destruição ocorrida e feita pelas tempestades de janeiro e fevereiro.
Importante é notar que toda a faixa litoral é extremamente dinâmica e que qualquer ocupação e alteração do uso do solo deve ser devidamente equacionada e ponderada, o que, de facto, até ao momento e por quase todo o litoral do país, não tem acontecido.
A notícia no jornal Público
http://www.publico.pt/ciencia/noticia/estudo-contabiliza-quase-150-tempestades-fortes-em-portugal-no-seculo-xix-1628366
Estudo contabiliza 148 tempestades fortes em portugal no século XIX
Projeto envolvendo quatro universidades está a reconstituir o clima do país nos últimos 350 anos a partir do cruzamento de várias fontes de informação. Já há alguns resultados preliminares
O mau tempo não perdoa. As marés “produziram inundações desastrosas na foz do Douro e nas praias de Ovar”. A água avançou com “força espantosa” sobre a Ericeira, arrombando muros. “Há anos que não chega a tão grande altura”. Em Torres Vedras, “em algumas povoações marítimas têm havido sinistros”. Algumas pessoas foram arrastadas pelas ondas. Na Costa da Caparica, os pescadores ficaram mais de um mês sem sustento “porque o mau tempo não os tem deixado pescar”.
Quem lê estas linhas pensa que se referem a este Inverno de 2013-2014, marcado por sucessivas tempestades e um rasto de estragos pelo país. Mas não: são relatos e notícias do século XIX. Houve pelo menos 148 episódios associados a tempestades de vento, segundo um levantamento realizado por investigadores do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa.
E, em grande medida, são uma cópia do que se continua a assistir no país: inundações nas zonas costeiras, casas destruídas pelo mar, ondas que varrem pessoas, árvores caídas nas cidades, construções afectadas. “As consequências é que podem ser piores, porque a pressão humana agora é maior”, diz Maria João Alcoforado, co-autora do estudo, juntamente com David Marques e António Lopes.
Olhar para as tempestades do século XIX é uma das várias linhas do KlimHist, um projecto envolvendo quatro universidades – de Lisboa, do Porto, de Évora e de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) – que pretende reconstituir o clima em Portugal nos últimos 350 anos. O projecto vai a meio e alguns resultados preliminares são apresentados esta segunda-feira na UTAD.
O ponto de partida é 1645, o ano em que começa um período de actividade solar muito baixa, conhecido como Mínimo de Maunder. Para um passado tão distante, não há senão registos meteorológicos indirectos. Os anéis de crescimento de centenários carvalhos-alvarinhos (Quercus rubor) da Mata Nacional do Buçaco estão a ser analisados para estudar a precipitação desde o século XVII. Descrições feitas por um mercador holandês do século XVIII, Inácio António Henkell, estão a ajudar na reconstituição das cheias do Douro. Há também estudos sobre a evolução da temperatura a partir de furos no solo ou sobre a aplicação de modelos climáticos para simular eventos meteorológicos extremos no passado.
A escala de Franzini
As informações sobre as tempestades de vento no século XIX vêm sobretudo de uma fonte: os registos sistemáticos de Marino Miguel Franzini (1779-1861), um dos pioneiros da estatística e da meteorologia em Portugal. Em 1815, Franzini começou a fazer anotações sobre o clima, a pedido do médico Bernardino Gomes, intrigado com a mortalidade elevada durante os verões. Deixou duas séries de dados, de 1815 a 1826 e de 1836 a 1859, com informações sobre o estado do tempo, a temperatura, o vento, as tempestades.
Os investigadores do projecto KlimHist traçam um paralelo da escala utilizada por Franzini para medir a força do vento com a desenvolvida pelo almirante britânico Francis Beaufort mais ou menos na mesma altura. Beaufort baseou a sua escala no estado “visível” do mar – o tipo e tamanho de vagas, se formavam “carneirinhos” ou se rebentavam, a concentração de aerossóis no ar ou de espuma sobre a água, a visibilidade. Para cada combinação de sinais era atribuído um grau – de 1 a 12 – associado a uma velocidade estimada do vento.
A escala de Beaufort tornou-se muito popular, mas Franzini, embora também servisse na Marinha, não a utilizou. “É estranho que não a conhecesse”, afirma António Lopes, um dos co-autores do estudo. Desenvolveu antes a sua, primeiro com quatro níveis, posteriormente com seis.
Burinhosa mantém liderança
O CCRD Burinhosa venceu por 2-0 na deslocação ao Fonsecas da Calçada.
Este resultado permitiu à equipa manter a liderança da prova com 43 pontos (19J;14V1E4D;100-55), mais um que o segundo classificado.
Mais informações em: http://www.infutsal.com/2-divisao-b/resultsranking/160/0/0/0
Este resultado permitiu à equipa manter a liderança da prova com 43 pontos (19J;14V1E4D;100-55), mais um que o segundo classificado.
Mais informações em: http://www.infutsal.com/2-divisao-b/resultsranking/160/0/0/0
domingo, 16 de março de 2014
Pataiense sofre derrota
O CD Pataiense sofreu a segunda derrota da época ao perder no GRAP Pousos por 0-2.
Apesar deste desaire, a equipa manteve o 3º lugar com 43 pontos (21J;12V7E2D;36-19).
O líder é o Sporting de Pombal com 48 pontos.
http://futeboldistritaldeleiria.blogspot.pt/2013/03/21jornada-divisao-de-honra-20132014.html
Apesar deste desaire, a equipa manteve o 3º lugar com 43 pontos (21J;12V7E2D;36-19).
O líder é o Sporting de Pombal com 48 pontos.
http://futeboldistritaldeleiria.blogspot.pt/2013/03/21jornada-divisao-de-honra-20132014.html
sábado, 15 de março de 2014
Recuperação da Orla Costeira
A notícia na edição on-line do Tinta Fresca
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=da0b355a-19c8-45c7-9d61-49e958ec3987&edition=161
Programa Operacional Temático Valorização do Território
Município de Alcobaça prepara candidatura para recuperação da orla costeira
O Município de Alcobaça está a ultimar uma candidatura ao abrigo do POTVT – Programa Operacional Temático Valorização do Território, no sentido de efetuar obras na orla costeira do concelho, que foi bastante danificada pelo mau tempo que assolou a região nos meses de janeiro e fevereiro. O município tem até 17 de março para formalizar a candidatura, que deverá ser financiada a 100% pelo Estado Português, e que pode atingir os 2 milhões de euros. A informação foi avançada por Paulo Inácio, autarca local, durante a reunião de Câmara de 10 de março.
Segundo Paulo Inácio, “já temos o levantamento das diversas situações” e “estamos a preparar um caderno de encargos”, pelo que “iremos tentar obter o máximo de apoio possível”, que poderá “atingir os 100%”. Segundo o edil, as prioridades de intervenção vão para as Praias de São Martinho do Porto, Paredes da Vitória e Água de Madeiros. Paulo Inácio adiantou ainda que o município tem reunido com a Agência Portuguesa do Ambiente e com o Ministro do Ambiente, no sentido de ultimar a candidatura.
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=da0b355a-19c8-45c7-9d61-49e958ec3987&edition=161
Programa Operacional Temático Valorização do Território
Município de Alcobaça prepara candidatura para recuperação da orla costeira
O Município de Alcobaça está a ultimar uma candidatura ao abrigo do POTVT – Programa Operacional Temático Valorização do Território, no sentido de efetuar obras na orla costeira do concelho, que foi bastante danificada pelo mau tempo que assolou a região nos meses de janeiro e fevereiro. O município tem até 17 de março para formalizar a candidatura, que deverá ser financiada a 100% pelo Estado Português, e que pode atingir os 2 milhões de euros. A informação foi avançada por Paulo Inácio, autarca local, durante a reunião de Câmara de 10 de março.
Segundo Paulo Inácio, “já temos o levantamento das diversas situações” e “estamos a preparar um caderno de encargos”, pelo que “iremos tentar obter o máximo de apoio possível”, que poderá “atingir os 100%”. Segundo o edil, as prioridades de intervenção vão para as Praias de São Martinho do Porto, Paredes da Vitória e Água de Madeiros. Paulo Inácio adiantou ainda que o município tem reunido com a Agência Portuguesa do Ambiente e com o Ministro do Ambiente, no sentido de ultimar a candidatura.
sexta-feira, 14 de março de 2014
Jardim botânico na Burinhosa
A notícia na edição 1073 do Região de Cister de 13 de março de 2014
Burinhosa - Joaquim Coutinho Duarte Investe 300 mil euros
Benemérito oferece jardim botânico à aldeia
Depois de ter surpreendido o contexto local, regional e, mesmo, nacional com a projeção de um parque temático de esculturas intitulado “Portas da Burinhosa”, um investimento que ronda os 300 mil euros, Joaquim Coutinho Duarte decidiu agora oferecer um jardim botânico à sua aldeia.
A construção de lagos já foi iniciada, com o objetivo de fixar aves e servir de casa temporária a outras espécies migratórias. O jardim botânico vai receber também árvores de vários pontos do Mundo. O empresário natural da Burinhosa, radicado há 28 anos em Angola, avança que está a ser realizado um levantamento das espécies que poderão vir a figurar num dos seus terrenos, da Quinta da Valinha.
Os jovens da Burinhosa continuam a ser um dos principais conselheiros do benemérito. “Propus aos mais novos a descoberta de algumas aves e árvores que gostassem de ver no parque. O trabalho está nas mãos deles”, diz o empresário, que neste momento já tem autorização para colocar veados e zebras na extensa área. A totalidade dos seus terrenos ultrapassa os sete hectares.
É num desses terrenos, com 6 mil metros quadrados - que passará, em breve, para 7 - que será erguido o pórtico de grandes dimensões e as sete esculturas que contarão a história da aldeia e das suas gentes, desde a infância à fase adulta, da autoria do escultor Carlos Oliveira. As imagens, que oscilam entre 1,80 e os 7 metros de altura e que deverão estar concluídas, na totalidade, nos próximos dois anos e meio, “brotam da própria terra”, explica o artista. Este conjunto, salienta, nasce com base nas vivências ancestrais do povo da Burinhosa. Durante o processo, o escultor tem estado sempre próximo das gentes da aldeia, com o objetivo de preservar, no seu trabalho, as memórias de um povo.
Através desta dinâmica o benemérito pretende “voltar a colocar a Burinhosa no mapa, para que ali se invista e projete, no sentido de tornar a aldeia, novamente, auto suficiente”. Todos os espaços são oferecidos, “sem querer nada em troca. É para as pessoas usarem e visitarem”.
Burinhosa - Joaquim Coutinho Duarte Investe 300 mil euros
Benemérito oferece jardim botânico à aldeia
Depois de ter surpreendido o contexto local, regional e, mesmo, nacional com a projeção de um parque temático de esculturas intitulado “Portas da Burinhosa”, um investimento que ronda os 300 mil euros, Joaquim Coutinho Duarte decidiu agora oferecer um jardim botânico à sua aldeia.
A construção de lagos já foi iniciada, com o objetivo de fixar aves e servir de casa temporária a outras espécies migratórias. O jardim botânico vai receber também árvores de vários pontos do Mundo. O empresário natural da Burinhosa, radicado há 28 anos em Angola, avança que está a ser realizado um levantamento das espécies que poderão vir a figurar num dos seus terrenos, da Quinta da Valinha.
Os jovens da Burinhosa continuam a ser um dos principais conselheiros do benemérito. “Propus aos mais novos a descoberta de algumas aves e árvores que gostassem de ver no parque. O trabalho está nas mãos deles”, diz o empresário, que neste momento já tem autorização para colocar veados e zebras na extensa área. A totalidade dos seus terrenos ultrapassa os sete hectares.
É num desses terrenos, com 6 mil metros quadrados - que passará, em breve, para 7 - que será erguido o pórtico de grandes dimensões e as sete esculturas que contarão a história da aldeia e das suas gentes, desde a infância à fase adulta, da autoria do escultor Carlos Oliveira. As imagens, que oscilam entre 1,80 e os 7 metros de altura e que deverão estar concluídas, na totalidade, nos próximos dois anos e meio, “brotam da própria terra”, explica o artista. Este conjunto, salienta, nasce com base nas vivências ancestrais do povo da Burinhosa. Durante o processo, o escultor tem estado sempre próximo das gentes da aldeia, com o objetivo de preservar, no seu trabalho, as memórias de um povo.
Através desta dinâmica o benemérito pretende “voltar a colocar a Burinhosa no mapa, para que ali se invista e projete, no sentido de tornar a aldeia, novamente, auto suficiente”. Todos os espaços são oferecidos, “sem querer nada em troca. É para as pessoas usarem e visitarem”.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Pedra do Ouro - Câmara licenciou em desconformidade com PDM
A notícia na edição 1073 do Região de Cister de 13 de março de 2014
Pataias - Urbanização nas arribas
Tribunal dá razão a moradores da Pedra do Ouro
Um grupo de moradores da Pedra do Ouro que, em 2010, se constituiu num associação cívica, luta há quase dez anos para travar a construção de uma urbanização, com 32 moradias em banda, a cerca de 50 metros do limite da arriba daquela praia, numa zona definida pelo POO C (Plano de Ordenamento da Orla Costeira) Alcobaça-Mafra como “áreas de protecção integral”. O empreendimento foi licenciado em 2004 pela Câmara de Alcobaça, mas o caso tem-se arrastado em tribunal. Na primeira instância houve uma decisão favorável ao promotor e o processo encontra-se agora nas mãos do Supremo Tribunal Administrativo.
Entretanto, há uma nova peça a juntar ao puzzle: um parecer emitido no ano passado pela Inspecção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT), que vem dar razão aos queixosos, reconhecendo que a informação prévia e o licenciamento da Câmara, com base num parecer favorável da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT), “terão sido emitidos em desconformidade com o POO C e com a REN”.
“Dez anos depois as entidades reconhecem que os pressupostos invocados em 2004 estavam correctos: há ocupação da REN e violação do POO C”, nota Ana Vigarinho, advogada dos moradores, escusando-se, no entanto, a antever os efeitos da nova informação no processo de recurso que está a decorrer.
Entretanto, os queixosos interpuseram novas acções em tribunal para impugnar deliberações da Câmara e da CCDR.
Pataias - Urbanização nas arribas
Tribunal dá razão a moradores da Pedra do Ouro
Um grupo de moradores da Pedra do Ouro que, em 2010, se constituiu num associação cívica, luta há quase dez anos para travar a construção de uma urbanização, com 32 moradias em banda, a cerca de 50 metros do limite da arriba daquela praia, numa zona definida pelo POO C (Plano de Ordenamento da Orla Costeira) Alcobaça-Mafra como “áreas de protecção integral”. O empreendimento foi licenciado em 2004 pela Câmara de Alcobaça, mas o caso tem-se arrastado em tribunal. Na primeira instância houve uma decisão favorável ao promotor e o processo encontra-se agora nas mãos do Supremo Tribunal Administrativo.
Entretanto, há uma nova peça a juntar ao puzzle: um parecer emitido no ano passado pela Inspecção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT), que vem dar razão aos queixosos, reconhecendo que a informação prévia e o licenciamento da Câmara, com base num parecer favorável da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT), “terão sido emitidos em desconformidade com o POO C e com a REN”.
“Dez anos depois as entidades reconhecem que os pressupostos invocados em 2004 estavam correctos: há ocupação da REN e violação do POO C”, nota Ana Vigarinho, advogada dos moradores, escusando-se, no entanto, a antever os efeitos da nova informação no processo de recurso que está a decorrer.
Entretanto, os queixosos interpuseram novas acções em tribunal para impugnar deliberações da Câmara e da CCDR.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Conferência: Transparência autárquica e orçamento participativo
Sessão de Esclarecimento
Cidadania e participação cívica: transparência autárquica e orçamento participativo
Realizar-se-á no próximo dia 4 de abril, sexta-feira, pelas 21 horas no auditório dos Bombeiros Voluntários de Pataias, uma sessão informativa relacionada com questões sobre a transparência autárquica e o acesso dos cidadãos à informação municipal e ainda sobre a prática e experiência dos Orçamentos Participativos.
A sessão contará com as presenças do Prof. Dr. Luís Pinto de Sousa, presidente da direção da Transparência e Integridade Associação Cívica (TIAC) e do Dr. Paulo Batista Santos, presidente da Câmara Municipal da Batalha.
O Prof. Dr. Luís Pinto de Sousa, professor auxiliar da Universidade de Aveiro, politólogo, é fundador e coordenador de uma rede europeia de agencias anti-corrupção (ANCORAGE NET) e presta serviços de consultoria a várias organizações governamentais e não governamentais, em matérias de combate à corrupção e financiamento político. A TIAC tem feito trabalhos sobre a transparência e má gestão da administração pública, tendo lançado nos finais de 2013 o Índice de Transparência Municipal.
O Dr. Paulo Batista Santos, foi deputado à Assembleia da República entre 2002 e 2013, atualmente é presidente da Câmara Municipal da Batalha e irá apresentar a experiência do município que dirige, quanto à execução e aplicação do orçamento participativo.
As entradas são livres.
A iniciativa é de um grupo de cidadãos.
Cidadania e participação cívica: transparência autárquica e orçamento participativo
Realizar-se-á no próximo dia 4 de abril, sexta-feira, pelas 21 horas no auditório dos Bombeiros Voluntários de Pataias, uma sessão informativa relacionada com questões sobre a transparência autárquica e o acesso dos cidadãos à informação municipal e ainda sobre a prática e experiência dos Orçamentos Participativos.
A sessão contará com as presenças do Prof. Dr. Luís Pinto de Sousa, presidente da direção da Transparência e Integridade Associação Cívica (TIAC) e do Dr. Paulo Batista Santos, presidente da Câmara Municipal da Batalha.
O Prof. Dr. Luís Pinto de Sousa, professor auxiliar da Universidade de Aveiro, politólogo, é fundador e coordenador de uma rede europeia de agencias anti-corrupção (ANCORAGE NET) e presta serviços de consultoria a várias organizações governamentais e não governamentais, em matérias de combate à corrupção e financiamento político. A TIAC tem feito trabalhos sobre a transparência e má gestão da administração pública, tendo lançado nos finais de 2013 o Índice de Transparência Municipal.
O Dr. Paulo Batista Santos, foi deputado à Assembleia da República entre 2002 e 2013, atualmente é presidente da Câmara Municipal da Batalha e irá apresentar a experiência do município que dirige, quanto à execução e aplicação do orçamento participativo.
As entradas são livres.
A iniciativa é de um grupo de cidadãos.
Redefinição dos limites dos concelhos de Alcobaça e Nazaré
A notícia na edição 1072 do Região de Cister de 6 de março de 2013
Proposta da Câmara de Alcobaça por causa da estrada maiorga-pataias em causa
Nazaré estuda proposta para redefinir fronteiras do concelho
O presidente da Câmara da Nazaré confirmou ao REGIÃO DE CISTER ter recebido uma proposta formal por parte do município de Alcobaça para decidir o que fazer na estrada Maiorga-Pataias. Em causa está a possibilidade de redefinição das fronteiras entre os dois concelhos, por forma a permitir que Alcobaça realize as obras necessárias para melhorar a estrada, que apresenta um elevado estado de degradação.
“Estamos em reflexão sobre a proposta apresentada e vamo solicitar uma reunião ao presidente da Câmara de Alcobaça para discutir o assunto”, afirmou Walter Chicharro.
O autarca está disponível para ouvir os argumentos do concelho vizinho, mas frisa que fará “a defesa intransigente dos superiores interesses da Nazaré” neste processo.
Em discussão está como resolver a necessidade premente de uma intervenção de fundo na estrada que liga Maiorga a Pataias, uma vez que o troço em piores condições está maioritariamente na área do concelho da Nazaré, mas a esmagadora maioria dos condutores que utilizam a via são residentes no concelho de Alcobaça.
Paulo Inácio apresentou duas alternativas para solucionar a questão: uma partilha de custos entre os dois municípios tendo como base a área territorial dos dois concelhos ou a redefinição das fronteiras, por forma a que Alcobaça possa assegurar, integralmente, a obra.
Proposta da Câmara de Alcobaça por causa da estrada maiorga-pataias em causa
Nazaré estuda proposta para redefinir fronteiras do concelho
O presidente da Câmara da Nazaré confirmou ao REGIÃO DE CISTER ter recebido uma proposta formal por parte do município de Alcobaça para decidir o que fazer na estrada Maiorga-Pataias. Em causa está a possibilidade de redefinição das fronteiras entre os dois concelhos, por forma a permitir que Alcobaça realize as obras necessárias para melhorar a estrada, que apresenta um elevado estado de degradação.
“Estamos em reflexão sobre a proposta apresentada e vamo solicitar uma reunião ao presidente da Câmara de Alcobaça para discutir o assunto”, afirmou Walter Chicharro.
O autarca está disponível para ouvir os argumentos do concelho vizinho, mas frisa que fará “a defesa intransigente dos superiores interesses da Nazaré” neste processo.
Em discussão está como resolver a necessidade premente de uma intervenção de fundo na estrada que liga Maiorga a Pataias, uma vez que o troço em piores condições está maioritariamente na área do concelho da Nazaré, mas a esmagadora maioria dos condutores que utilizam a via são residentes no concelho de Alcobaça.
Paulo Inácio apresentou duas alternativas para solucionar a questão: uma partilha de custos entre os dois municípios tendo como base a área territorial dos dois concelhos ou a redefinição das fronteiras, por forma a que Alcobaça possa assegurar, integralmente, a obra.
A notícia no site da Rádio Cister
POPULAÇÃO RECLAMA OBRAS NA ESTRADA DE PATAIAS
As Câmaras de Alcobaça e Nazaré estarão já à procura da melhor solução para ultrapassar os problemas da estrada que liga Pataias à Maiorga, cujo mau estado de conservação já levou os automobilistas a encetar algumas formas de protesto, como a manifestação que realizaram até à porta da autarquia alcobacense.
Meia centena de carros participou na manifestação organizada pelo Movimento de Utentes, realizada em finais de fevereiro, destinada a reivindicar o arranjo daquela via, cuja degradação se tem vindo a intensificar ao longo de vários anos.
Paulo Grilo, informou que o movimento serviu para “reivindicamos o arranjo das estradas que ligam Pataias a Alcobaça, fortemente danificadas há, pelo menos, duas décadas”.
“É complicado, em termos de segurança, tendo em conta que são milhares de pessoas que por aqui passam diariamente”, vincou.
O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio, diz-se sensível aos argumentos e compreensivo relativamente às reivindicações, admitindo que a solução se tem vindo a arrastar.
Grande parte da via está no concelho da Nazaré, mas são do concelho de Alcobaça a grande maioria dos utentes que por ali passa diariamente. Esta realidade poderá forçar as duas autarquias a um entendimento com vista à reparação conjunta desta estrada ou, como admite Paulo Inácio, “à redefinição dos limites geográficos dos concelhos”.
“Compreendo a situação. Já falei com o presidente da Câmara da Nazaré, no sentido de encontramos um plano para a resolução do caso, e tenho uma reunião agendada com o responsável pela Estradas de Portugal, destinada a abordar este assunto”, informou o autarca, adiantando que se “trata de uma estrada intermunicipal de Alcobaça e Nazaré, pelo que tem estado a ser articulado, entre os dois Municípios, uma solução urgente nesta matéria”.
A revisão dos limites do concelho pode ser uma das soluções para arranjar esta estrada, mas Paulo Inácio fala ainda na possibilidade de um protocolo entre as duas autarquias.
“A Câmara de Alcobaça está recetiva a receber a estrada por inteiro, se a Nazaré concordar, e a assumir integralmente esse custo”, assegura Paulo Inácio, adiantando que “só o podemos fazer com aceitação da Nazaré e com a revisão dos limites do concelho”.
Paulo Inácio afirmou ainda que “o Município de Alcobaça declara que se for essa a solução está disposto a receber aquela parte do território, com o intuito de servir a nossa população”.
Em causa está uma via que no troço entre o Casal da Areia (Cós) e a passagem aérea sobre a A8, faz fronteira entre os dois concelhos, sendo metade da Nazaré e outra metade de Alcobaça; e entre a passagem aérea da A8 e a entrada em Pataias-Gare é “integralmente do concelho da Nazaré”.
Comentário
Há um claro erro na notícia. Onde se refere "Paulo Grilo", penso que será Paulo Rodrigues...
Embora solidário com a iniciativa, nada tive a haver com a organização da mesma, não tendo mesmo podido estar presente aquando a realização da "marcha lenta".
terça-feira, 11 de março de 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
Limpeza da praia da Polvoeira
Decorreu no passado sábado, dia 8 de março, uma ação de limpeza da praia da Polvoeira.
A ação, que contou com cerca de duas dezenas de participantes, teve a presença de alguns voluntários, de formandos de uma ação de formação do projeto Coastwatch e ainda de elementos da Junta de Freguesia da União de Freguesias de Pataias e Martingança.
A ação, que contou com cerca de duas dezenas de participantes, teve a presença de alguns voluntários, de formandos de uma ação de formação do projeto Coastwatch e ainda de elementos da Junta de Freguesia da União de Freguesias de Pataias e Martingança.
Ferraria derrotada
A AD Ferraria foi derrotada por 2-6 na deslocação até ao CCR D. Fuas/Fonte Oleiro.
Com esta derrota, a equipa manteve-se nos últimos lugares da Zona Centro do Grupo B, da 1ª divisão distrital em futsal (4J;1E3D;5-13; 1 ponto).
Mais informações em: http://www.infutsal.com/1%C2%AA-divis%C3%A3o-2%C2%AA-fase/grupo-b-zona-centro/resultsranking/198/0/0/0
Com esta derrota, a equipa manteve-se nos últimos lugares da Zona Centro do Grupo B, da 1ª divisão distrital em futsal (4J;1E3D;5-13; 1 ponto).
Mais informações em: http://www.infutsal.com/1%C2%AA-divis%C3%A3o-2%C2%AA-fase/grupo-b-zona-centro/resultsranking/198/0/0/0
Burinhosa recupera liderança
Depois do inesperado desaire da última jornada, o CCRD Burinhosa recuperou a liderança da zona B da 2ª divisão nacional, ao receber e vencer o Mendiga por 4-2 e aproveitando a derrota do Portela frente ao Quinta dos Lombos por 3-4.
A equipa burinhosense lidera agora o campeonato com 40 pontos (18J;13V1E4D;98-55), mais 1 que o Portela e mais 3 que Quinta dos Lombos e Vinhais.
Mais informações em: http://www.infutsal.com/2-divisao-b/resultsranking/160-2o-divisao-serie-b/2195/0/0/0/0
A equipa burinhosense lidera agora o campeonato com 40 pontos (18J;13V1E4D;98-55), mais 1 que o Portela e mais 3 que Quinta dos Lombos e Vinhais.
Mais informações em: http://www.infutsal.com/2-divisao-b/resultsranking/160-2o-divisao-serie-b/2195/0/0/0/0
domingo, 9 de março de 2014
Pataiense empata com último classificado
Um surpreendente empate em casa a 0-0 com o último classificado, a AD Figueiró dos Vinhos, atrasou o CD Pataiense na luta pelo primeiro lugar.
Após este empate na 20ª jornada, o CD Pataiense é agora 3º classificado (43 pontos;12V7E1D;36-17), a 3 pontos do líder GD Peniche.
Mais informações em: http://futeboldistritaldeleiria.blogspot.pt/2014/03/20jornada-divisao-de-honra-20132014.html
Após este empate na 20ª jornada, o CD Pataiense é agora 3º classificado (43 pontos;12V7E1D;36-17), a 3 pontos do líder GD Peniche.
Mais informações em: http://futeboldistritaldeleiria.blogspot.pt/2014/03/20jornada-divisao-de-honra-20132014.html
sábado, 8 de março de 2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
quarta-feira, 5 de março de 2014
Pataiense chega às meias finais
O CD Pataiense venceu sábado passado por 2-0 na deslocação a Óbidos, conseguindo assim a passagem para as meias finais da Taça Distrital de Leiria.
Outros resultados:
Vieirense - Guiense 2-0
Marinhense - Moita do Boi 4-0
Pombal - Pelariga 1-0
Mais informações em:
http://futeboldistritaldeleiria.blogspot.pt/2014/03/seniores-resultados-dos-quartos-de.html
Outros resultados:
Vieirense - Guiense 2-0
Marinhense - Moita do Boi 4-0
Pombal - Pelariga 1-0
Mais informações em:
http://futeboldistritaldeleiria.blogspot.pt/2014/03/seniores-resultados-dos-quartos-de.html
terça-feira, 4 de março de 2014
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