Depois do brilhante resultado no último fim-de-semana que permitiu a chegada à final da Taça do Distrito, o Pataiense foi derrotado em casa pelo Valcovense (0-1), descendo à sétima posição. Esta foi segunda derrota consecutiva no campeonato.
O CD Pataiense soma agora 34 pontos (22J; 11V1E10D; 31-31 em golos).
O Bomabarralense venceu o Pilado e mantém os 11 pontos de avanço face ao Guiense.
Mais informações em http://futeboldistritaldeleiria.blogspot.com/.
Para sugestões, comentários, críticas e afins: sapinhogelasio@gmail.com
segunda-feira, 12 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
Burinhosa a quatro pontos da subida.
A três jornadas do fim, a equipa de futsal da Burinhosa mantém seis pontos de avanço sobre o 2º classificado, o Caldas SC.
Na deslocação às Caldas da Rainha, bateu o CB Caldas da Rainha por 2-0, somando assim 47 pontos (19J; 15V2E2D; 67-32 em golos).
Na próxima jornada, dia 16 de Abril, é a recepção ao Igreja Velha, pelas 21h30.
Na deslocação às Caldas da Rainha, bateu o CB Caldas da Rainha por 2-0, somando assim 47 pontos (19J; 15V2E2D; 67-32 em golos).
Na próxima jornada, dia 16 de Abril, é a recepção ao Igreja Velha, pelas 21h30.
sábado, 10 de abril de 2010
Naufrágio nas Paredes da Vitória
Uma pequena embarcação de pesca naufragou hoje na praia das Paredes da Vitória. Não houve vítimas a registar, apenas danos materiais e mais uma história para contar.
O calmo estado do mar fez com que a embarcação chegasse muito à borda, tendo embatido nas rochas existentes. O pequeno rombo aberto obrigou a tripulação a trazer o barco para a praia, de onde foi retirado com a ajuda de uma máquina.
Este é um episódio que apesar de raro não é de todo inesperado. Com a acalmia do mar é frequente os pequenos barcos de pesca da Nazaré lançarem as redes quase sobre a praia, sujeitando-se às muitas rochas existentes na zona do Castelo.
Apesar dos apelos da Polícia Marítima e da Capitania, e das coimas, os pescadores continuam a ignorar os perigos de pescar junto à zona de rebentação, não respeitando os limites de segurança de 200 metros da praia, nem respeitando os banhistas e surfistas, que muitas vezes se deparam com as bóias e redes mesmo junto à praia.
O último naufrágio na costa de Pataias foi em Dezembro de 2006, quando o “Luz do Sameiro” adornou a 50 metros da praia da Légua, tendo resultado na morte de seis pescadores.
O calmo estado do mar fez com que a embarcação chegasse muito à borda, tendo embatido nas rochas existentes. O pequeno rombo aberto obrigou a tripulação a trazer o barco para a praia, de onde foi retirado com a ajuda de uma máquina.
Este é um episódio que apesar de raro não é de todo inesperado. Com a acalmia do mar é frequente os pequenos barcos de pesca da Nazaré lançarem as redes quase sobre a praia, sujeitando-se às muitas rochas existentes na zona do Castelo.
Apesar dos apelos da Polícia Marítima e da Capitania, e das coimas, os pescadores continuam a ignorar os perigos de pescar junto à zona de rebentação, não respeitando os limites de segurança de 200 metros da praia, nem respeitando os banhistas e surfistas, que muitas vezes se deparam com as bóias e redes mesmo junto à praia.
O último naufrágio na costa de Pataias foi em Dezembro de 2006, quando o “Luz do Sameiro” adornou a 50 metros da praia da Légua, tendo resultado na morte de seis pescadores.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Ferraria na luta pela subida
Recebido via e-mail da Associação Desportiva da Ferraria, com o pedido de divulgação
Viva,
Continuamos na luta pela subida de divisão na liderança do Campeonato Distrital de Futsal 2ª Divisão, aproveitamos para divulgar e pedir todo o apoio nos próximos jogos.
CONTAMOS COM A VOSSA PRESENÇA.
Obrigado.
Cumprimentos,
A Direcção
Viva,
Continuamos na luta pela subida de divisão na liderança do Campeonato Distrital de Futsal 2ª Divisão, aproveitamos para divulgar e pedir todo o apoio nos próximos jogos.
CONTAMOS COM A VOSSA PRESENÇA.
Obrigado.
Cumprimentos,
A Direcção
I Festival de Sopas
Dia 25 de Abril, I Festival de Sopas na Martingança.
A Organização é conjunta:
Igreja de S. João Baptista de Martingança
Associação de Bem-estar e Tempos-livres de Martingança
Grupo de Trabalho do Jardim-de-infância e Escola Básica 1 de Martingança
Grupo Desportivo de Martingança
A Organização é conjunta:
Igreja de S. João Baptista de Martingança
Associação de Bem-estar e Tempos-livres de Martingança
Grupo de Trabalho do Jardim-de-infância e Escola Básica 1 de Martingança
Grupo Desportivo de Martingança
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Troféu Nacional Pitbikes em Pataias-Gare
Irá realizar-se em Pataias-Gare a 2 de Maio a 1ª prova de Mini Motocross. O Troféu Nacional de Pitbikes é uma organização Faviamotorsport com o apoio da Associação Portuguesa de Pitbikes, Federação de Motociclismo de Portugal, Câmara Municipal de Alcobaça e Junta de Freguesia de Pataias.
Hospital Oeste Norte vai para as Caldas da Rainha
A notícia é da Rádio Cister.
Hospital Oeste Norte vai ficar localizado na Tornada
O novo Hospital do Oeste-Norte irá ficar localizado na Tornada, em Caldas da Rainha.
A Ministra da Saúde apresentou, na terça-feira, as conclusões de um estudo que apontam o nó da Tornada de acesso a A8 como a localização do futuro hospital Oeste Norte, e ainda para a ampliação do Centro hospitalar das Caldas da Rainha.
O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio, já criticou o estudo que «tomou em conta um critério inaceitável para a localização do Hospital nas Caldas da Rainha, no caso a portagem de Alfeizerão».
Segundo as conclusões do estudo, a portagem do troço entre Alfeizerão e Valado dos Frades (Nazaré), segundo Paulo Inácio «Um dos mais caros do País», desvalorizou significativamente a candidatura apresentada pelo concelho de Alcobaça para a instalação da unidade de saúde na freguesia de Alfeizerão.
O presidente da Câmara Municipal falou de « Uma dupla discriminação negativa aos alcobacences e nazarenos, os únicos que têm pago portagens ao longo dos últimos 10 anos, na região oeste».
“Para nós, esta questão não está encerrada e vamos lutar até ao último minuto”, avisou o presidente da autarquia, esperançado de que, “se for feita uma análise objetiva, o estudo que vai vingar será o de Daniel Bessa, que aponta claramente para Alfeizerão”.
A localização do Hospital não ficou, ao que tudo indica, definitivamente assente por causa dos argumentos contra apresentados por Alcobaça.
Apesar de ser pouco provável que o Ministério da Saúde volte atrás na decisão, a titular da pasta, Ana Jorge, prometeu voltar ao assunto no final deste mês. Em cima da mesa, nesse encontro, poderá estar a supressão de portagens na auto-estrada do Oeste para o concelho de Alcobaça. Esta possibilidade não foi, contudo, comentada publicamente por nenhuma das partes envolvidas.
Com base num estudo liderado por Daniel Bessa, que apontava Alfeizerão como a localização ideal para o novo hospital, a Câmara de Alcobaça adquiriu (no mandato anterior) um terreno por 3,5 milhões de euros.
A câmara das Caldas da Rainha apontou várias localizações possíveis no concelho, mas aguarda a decisão da tutela para formalizar a compra.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Prova de vinhos na Filarmónica de Pataias
A Filarmónica de Pataias vai promover no próximo dia 24 de Abril uma prova de vinhos.
O evento, que inclui um jantar-convívio, contará com a presença de um enólogo e com os vinhos regionais “Monte Capucho” e “Memória”.
As inscrições estão disponíveis pelos contactos 964 215 904 e 962 488 445.
O evento, que inclui um jantar-convívio, contará com a presença de um enólogo e com os vinhos regionais “Monte Capucho” e “Memória”.
As inscrições estão disponíveis pelos contactos 964 215 904 e 962 488 445.
terça-feira, 6 de abril de 2010
CD Pataiense na final da Taça - crónica do jogo
A crónica do jogo disponível em:
http://www.diarioleiria.pt/20973.htmhttp://futebolleiria.blogspot.com/2010/04/pataiense-na-final-da-taca.html
Dois ‘golões’ ofereceram passaporte para a final
Outeirense 0
Treinador: Sérgio Lavos.
Costinha; Chedas, Ângelo, Joel e Serginho; Nuno Neto (Tuiuy, 55 m) e Luís Simões (Renato, 35 m); Brunito (cap.) e Telmo Alves; Hugo Neto e Ricardo Lavos.
Não utilizados: Gonçalo, Gomes, Baroso e Telmo.
Pataiense 2
Treinador: Walter Estrela.
Estrelinha; Kikó, Rui Macedo, Telmo (cap.) e Diogo; Picamilho e Pedro Morais; Chanoca (João Costa, 82 m) e Nascimento (França, 90+3 m); Hugo e Bruno Novo.
Não utilizados: José Pereira, Pedro Gandaio, Rui Codinha, Duarte e Bruno.
Jogo no Campo das Camarneiras, em Outeiro da Fonte.
Árbitro: Marco Gomes (AF Leiria).
Assistentes: João Ruivo e João Branco.
Ao intervalo: 0-1.
Golos: 0-1, por Bruno Novo, aos 20 minutos; 0-2, por França, aos 90+5 minutos.
Acção disciplinar: cartão amarelo a Hugo Neto (15 m), Telmo Alves (42 m), Kikó (70 m), Joel (80 m), Chedas (81 m), Ricardo Lavos (85 m), Ângelo (90+2 m), Estrelinha (90+4 m e França (90+6 m).
Vermelho directo a Kikó (77 m).
O Pataiense obteve uma vitória preciosa no difícil campo sintético do Outeirense, equipa agora dirigida pelo conhecido Sérgio Lavos que substituiu a dupla Gato/Sapatão.
Cedo deu para perceber que os anfitriões estavam muito tensos e não conseguiam explanar o bom futebol que já mostraram noutras ocasiões.
Já o Pataiense, mais na expectativa fazia correr a bola, onde Hugo, Bruno Novo e Nascimento davam nas vistas e também a defesa bem orientada pelo veterano Telmo oferecia confiança à equipa.
Os primeiros minutos de jogo foram mal jogados, com um futebol aos repelões, viajando muito a bola pelo ar, com alguns passes transviados, embora todos os jogadores revelassem grande aplicação.
As duas áreas foram assediadas, inclusive no seguimento de alguns cantos, mas sem grande perigo.
Até que Bruno Novo, famoso internacional de futebol de praia, num livre directo superiormente executado, inaugurou o marcador com um golo que deixou Continha ‘pregado’ ao sintético.
O Outeirense reagiu, teve algumas jogadas na área dos visitantes, mas foram estes que no contra-ataque mais perigo criaram, designadamente, Pedro Morais, Nascimento e Rui Macedo, onde o golo esteve iminente.
No segundo tempo, aos 46 minutos, Joel num livre fez tremer o guarda-redes Estrelinha e pareceu que os comandados de Sérgio Lavos estavam no bom caminho para a reviravolta do resultado.
O Pataiense privilegiava o contra-ataque, mas era a equipa da casa que mais tempo estava instalada no meio-campo adversário, mas encontrava pela frente uma defesa coesa.
Os visitantes beneficiaram de três cantos consecutivos, o perigo rondou a baliza de Costinha e numa jogada de contragolpe, Chanoca isolou-se, tentou dilatar o resultado mas o remate saiu fraco e em rosca, embora o número 18 forasteiro tivesse sido estorvado por um defesa local.
Kikó, que estava a ser um dos melhores jogadores em campo foi expulso, por ter tocado com a mão na cara de um jogador adversário e todos os cenários pairaram no ar para os visitados, mas a vantagem de terem um jogador a mais não foi notório.
Porém, Ricardo Lavos, já em período de descontos, teve tudo para de cabeça igualar o marcador e provocar o prolongamento, mas a bola passou ao lado do poste esquerdo de Estrelinha.
No último minuto dos seis dados pelo árbitro como compensação, França, que tinha entrado dois minutos antes, num chapéu primoroso fez o segundo golo e sentenciou o jogo.
Excelente arbitragem.
Os treinadores
Sérgio Lavos (Outeirense): “Foi um jogo difícil para nós porque o Pataiense é uma equipa experiente. Na primeira parte não estivemos bem, melhorámos no segundo tempo e podíamos ter obtido outro resultado. Mas estou satisfeito com o comportamento dos meus jogadores”, declara.
Walter Estrela (Pataiense): “Não foi um jogo muito bem jogado. Mas fomos a equipa que melhor soube controlar as emoções, daí temos sido melhores e vencido com justiça”, remata.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
O projecto imobilário e de golfe da Pedra do Ouro
A notícia é assinada pela Ana Ferraz, na edição nº867 do Região de Cister de 1 de Abril
Falta luz verde da CCDR
Empresários aguardam golfe e equipa,mentos públicos colectivos
Investimentos na Pedra do Ouro à espera de melhores dias
Investimentos na Pedra do Ouro à espera de melhores dias
Dos 592 fogos previstos para a Pedra do Ouro, no âmbito do projecto imobiliário Pinhal Atlântico Golfe, apenas se venderam 57. O mercado está estagnado, situação que os investidores atribuem à crise, ao atraso dos campos de golfe e à ausência de equipamentos públicos colectivos.
Quando foi anunciada, em 2005, a intenção de construir um mega-projecto de golfe naquela praia da freguesia de Pataias, o interesse imobiliário por aquela praia cresceu de tal forma que surgiu no mercado um empreendimento com 200 lotes (num total de 592 fogos) junto à Estrada Atlântica. Hoje, há apenas 20 lotes e 146 casas construídos. Dessas, apenas 57 foram vendidas.
Os investidores, que avançaram inicialmente com cautela, estão agora parados, à espera de escoar os imóveis existentes. “Quando comecei a trabalhar na área das vendas, imaginei que em Março de 2010 não tivéssemos 20 lotes construídos, mas 20 lotes por construir”. A confissão é de Luís Rodrigues, agente imobiliário do Pinhal Atlântico Golfe, que não arrisca cenários futuros, num panorama em que há actualmente disponíveis para venda 89 fogos. “No Verão pode não haver casas para vender, já que há muitos lotes comprados mas não construídos”, o que significa que o investimento nos terrenos está feito, mas quem os comprou prefere esperar para construir moradias.
José Jesus Carreira é cauteloso no investimento. Construiu oito moradias T2, de dois pisos, e tem metade por vender. Está conformado com a especulação imobiliária, que ditou que o terreno de 2 mil metros quadrados custasse 250 mil euros. Tem outro pronto para um projecto vanguardista, com moradias suspensas num primeiro piso, espaços comerciais na zona inferior e piscina no terraço. Por enquanto, prefere olhar o projecto apenas em 3D.
Para além da crise, que é conjuntural, os investidores e imobiliários apontam o dedo ao atraso dos campos de golfe (ver caixa). “Se começassem a mexer em alguma coisa, no terreno, vendia-se melhor”, crê José Jesus Carreira. O projecto poderá igualmente mudar o tipo de cliente. “Deixaremos de ter a pessoa que compra, porque quer ter uma casa na praia e passaremos a ter o cliente que joga golfe”, considera Luís Rodrigues, que explica que os compradores da Pedra do Ouro se dividem entre portugueses, ingleses, irlandeses, holandeses e até cidadãos dos Emiratos Árabes Unidos.
O investimento (ou a falta dele) por parte da Câmara de Alcobaça também está na lista de “culpados” pela estagnação do mercado. Num empreendimento onde há moradias T2 à venda por 230 mil euros não há saneamento, como não existe na zona mais antiga da Pedra do Ouro. Os esgotos são enviados para fossas. “Vamos tentar fazer o saneamento este ano”, refere o presidente da Câmara, que diz que essas obras avançarão mesmo antes da construção da nova ETAR por parte da Águas do Oeste.
Os investidores do novo empreendimento não reclamam melhores acessos viários à praia, sob pena de aquela estância balnear perder qualidade. “Não queremos aqui uma Vieira de Leiria ou outra Nazaré”, sublinha Luís Rodrigues, que fala, antes, de melhores acessos pedonais, bem como da criação de mais um apoio de praia. Na Pedra do Ouro há dois cafés, um restaurante, um mini-mercado e uma residencial. Paulo Inácio concorda com as reivindicações dos empresários e anuncia que a Câmara está em negociações com a Administração da Região Hidrográfica no sentido de resolver a situação.
Na calha poderá ainda estar uma melhor harmonização entre a zona nova e a antiga. “Achamos fundamental preservar e manter, mas dando qualidade. Não podemos esquecer que as coisas simples são as mais importantes para o turista”, defende Luís Rodrigues, para quem a ciclovia da Estrada Atlântica é um exemplo a seguir.
Falta luz verde da CCDR
Os campos de golfe, que foram anunciados em 2005, continuam em projecto e aguardam o aval de entidades estatais, já que parte dos terrenos onde se prevê a sua construção integram a Reserva Ecológica Nacional.
A Câmara já tem em sua posse vários pareceres positivos. “O que interessa agora é a posição definitiva da CCDR [Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional]”, disse ao REGIÃO DE CISTER Paulo Inácio, que refere que há ainda questões de ordem ambiental por resolver, nomeadamente no que se refere à protecção dos recursos hídricos. O trabalho de levantamento desses recursos está a ser efectuado em parceria com aquele organismo e os promotores do projecto, adiantou ainda o chefe do município.
O projecto, como explicou há cinco anos o arquitecto que o assina, Leonel Fadigas, distingue-se por “princípios de sustentabilidade ambiental”. Está prevista a utilização de materiais recicláveis e painéis solares e fotovoltaicos. Para além dos campos de golfe e dos hotéis, o empreendimento prevê ainda um centro desportivo, com piscinas, campos de ténis e um clube infantil, e um centro equestre, estando prevista a instalação de um campo de pólo.
domingo, 4 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
CD Pataiense na final da Taça
O CD Pataiense chegou à final da Taça do Distrito de Leiria ao bater fora o Outeirense por 2-0.
Os golos da equipa foram apontados por Bruno Novo e França, tendo ainda jogado os últimos 25 minutos reduzido a 10 por expulsão de Kikó.
É a primeira vez que o CD Pataiense chega à final da Taça, onde irá encontrar o Ginásio de Alcobaça que foi à Nazaré vencer por 1-0.
A final será disputada, em princípio, no Estádio Municipal de Leiria, em data ainda a definir.
Actuação da Filarmónica de Pataias
Actuação da Filarmónica de Pataias
Cursos 2010-2011 da Escola Profissional de Alcobaça
Notícia na Gazeta das Caldas
Escola Profissional de Alcobaça vai ter novos cursos
Já é conhecida a oferta educativa da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Cister (EPADRC), em Alcobaça, para o ano lectivo de 2010/2011e as novidades prendem-se com as áreas da cozinha, sistemas informáticos, organização de eventos, gestão e construção civil.
Nos Cursos de Educação e Formação de nível II, que dão equivalência ao 9º ano, os cursos de Cozinha e Instalação e Operação de Sistemas Informáticos vêm este ano juntar-se aos já disponíveis de Acompanhante de Crianças, Empregado de Bar, Operador de Máquinas Agrícolas e Tratador e Desbastador de Cavalos.
No que diz respeito aos Cursos Profissionais de nível III, que dão equivalência ao 12º ano, têm início os cursos de Técnico de Construção Civil (nas variantes de Condução de Obra e Medições e Orçamentos), Técnico de Gestão e Técnico de Organização de Eventos. Mantêm-se os cursos de Técnico de Apoio à Infância, Técnico de Produção Agrária, Técnico de Protecção Civil, Técnico de Restauração (variantes de Cozinha/Pastelaria e Restaurante/Bar) e Técnico de Turismo.
Todas as informações sobre a oferta educativa da escola profissional alcobacense podem ser consultadas em www.epadrc.pt.
Comentário
Escola Profissional de Alcobaça vai ter novos cursos
Já é conhecida a oferta educativa da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Cister (EPADRC), em Alcobaça, para o ano lectivo de 2010/2011e as novidades prendem-se com as áreas da cozinha, sistemas informáticos, organização de eventos, gestão e construção civil.
Nos Cursos de Educação e Formação de nível II, que dão equivalência ao 9º ano, os cursos de Cozinha e Instalação e Operação de Sistemas Informáticos vêm este ano juntar-se aos já disponíveis de Acompanhante de Crianças, Empregado de Bar, Operador de Máquinas Agrícolas e Tratador e Desbastador de Cavalos.
No que diz respeito aos Cursos Profissionais de nível III, que dão equivalência ao 12º ano, têm início os cursos de Técnico de Construção Civil (nas variantes de Condução de Obra e Medições e Orçamentos), Técnico de Gestão e Técnico de Organização de Eventos. Mantêm-se os cursos de Técnico de Apoio à Infância, Técnico de Produção Agrária, Técnico de Protecção Civil, Técnico de Restauração (variantes de Cozinha/Pastelaria e Restaurante/Bar) e Técnico de Turismo.
Todas as informações sobre a oferta educativa da escola profissional alcobacense podem ser consultadas em www.epadrc.pt.
Comentário
Só falta que a Câmara garanta transportes com horários decentes para que os alunos das freguesias de Pataia e Martingança possam usufruir destas ofertas.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Alteração do regulamento do PDM de Alcobaça
Publicado em Diário da República, a alteração do Regulamento do PDM de Alcobaça
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas
Resolução do Conselho de Ministros n.º 24/2010 de 1 de Abril
Aprova a Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas
Aprova a Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas
quarta-feira, 31 de março de 2010
Elementos justificativos da venda da Alva de Pataias (14)
CIBRA
Companhia Portuguesa de Cimentos Brancos
PATAIAS-GARE
Nº2.431
Ex.mo Senhor
Em 13 de Agosto p.º p.º, pela nossa carta nº2.122, expusemos a V. Ex.a, em prosseguimento de negociações anteriores, o nosso ponto de vista sobra a aquisição de parte do baldio «Alva de Pataias».
Esta propriedade podia interessar-nos por duas razões:
a) Pretendemos adquirir novas pedreiras;
b) Desejamos iniciar a construção de um bairro operário e outras obras de carácter social.
Quando iniciámos as primeiras negociações com essa Câmara, solicitámos a avaliação de um perito florestal. Os termos gerais dessa avaliação foram transmitidos a V. Ex.a pela nossa citada carta e concluíam por um número: 1.050 contos.
Mais tarde, a Direcção Geral da Assistência mandou fazer outra avaliação. Foi-nos transmitido o bem elaborado relatório dos peritos oficiais.
Este relatório chegou a um número muito mais elevado: 2.058 contos.
Esta Companhia, apesar de um aumento de 1.008 contos, quase o dobro, aceitou a avaliação oficial, sem a discutir, pois estava baseada em avaliação minuciosa feita por técnicos indicados por Direcção-Geral competente.
A Câmara Municipal, baseada em avaliação a que mandou proceder por intermédio de outra Direcção-Geral competente solicitou 2.920 contos e agora 2.720 contos.
Não conhecemos os termos dessa outra avaliação oficial invocada por essa Câmara, mas não podemos, infelizmente, aceitar o seu cômputo.
Continuamos firmes na nossa oferta de 2.058 contos, de acordo com a avaliação oficial que conhecemos e aceitámos.
Aproveitamos este ensejo para apresentar a V. Ex.a os nossos cumprimentos de muita consideração e subscrevemo-nos
De V. Ex.a
Muito Atenciosamente
Companhia Portuguesa de Cimentos Brancos
O ADMINISTRADOR-DELEGADO
a) Joaquim Matias
Assim termina a primeira parte do livro “Elementos Justificativos da Venda da Alva de Pataias”, edição da Câmara Municipal de Alcobaça, Dezembro de 1961.
O primeiro período, de 1948 a 1953, aborda as conversas iniciais e as divergências quanto ao montante da venda, tendo o negócio ficado num impasse por 200 contos: a Cãmara pedia 2920 contos, a Cibra oferecia 2720.
A segunda parte do livro corresponde ao período de 1959-1961 e aborda os contornos finais do negócio.
Continuarei a publicação dos excertos do livro, conforme a disponibilidade.
Companhia Portuguesa de Cimentos Brancos
PATAIAS-GARE
Nº2.431
21 de Setembro de 1953
Ex.mo Senhor
Em 13 de Agosto p.º p.º, pela nossa carta nº2.122, expusemos a V. Ex.a, em prosseguimento de negociações anteriores, o nosso ponto de vista sobra a aquisição de parte do baldio «Alva de Pataias».
Esta propriedade podia interessar-nos por duas razões:
a) Pretendemos adquirir novas pedreiras;
b) Desejamos iniciar a construção de um bairro operário e outras obras de carácter social.
Quando iniciámos as primeiras negociações com essa Câmara, solicitámos a avaliação de um perito florestal. Os termos gerais dessa avaliação foram transmitidos a V. Ex.a pela nossa citada carta e concluíam por um número: 1.050 contos.
Mais tarde, a Direcção Geral da Assistência mandou fazer outra avaliação. Foi-nos transmitido o bem elaborado relatório dos peritos oficiais.
Este relatório chegou a um número muito mais elevado: 2.058 contos.
Esta Companhia, apesar de um aumento de 1.008 contos, quase o dobro, aceitou a avaliação oficial, sem a discutir, pois estava baseada em avaliação minuciosa feita por técnicos indicados por Direcção-Geral competente.
A Câmara Municipal, baseada em avaliação a que mandou proceder por intermédio de outra Direcção-Geral competente solicitou 2.920 contos e agora 2.720 contos.
Não conhecemos os termos dessa outra avaliação oficial invocada por essa Câmara, mas não podemos, infelizmente, aceitar o seu cômputo.
Continuamos firmes na nossa oferta de 2.058 contos, de acordo com a avaliação oficial que conhecemos e aceitámos.
Aproveitamos este ensejo para apresentar a V. Ex.a os nossos cumprimentos de muita consideração e subscrevemo-nos
De V. Ex.a
Muito Atenciosamente
Companhia Portuguesa de Cimentos Brancos
O ADMINISTRADOR-DELEGADO
a) Joaquim Matias
Assim termina a primeira parte do livro “Elementos Justificativos da Venda da Alva de Pataias”, edição da Câmara Municipal de Alcobaça, Dezembro de 1961.
O primeiro período, de 1948 a 1953, aborda as conversas iniciais e as divergências quanto ao montante da venda, tendo o negócio ficado num impasse por 200 contos: a Cãmara pedia 2920 contos, a Cibra oferecia 2720.
A segunda parte do livro corresponde ao período de 1959-1961 e aborda os contornos finais do negócio.
Continuarei a publicação dos excertos do livro, conforme a disponibilidade.
terça-feira, 30 de março de 2010
Pataias recolhe 620 Kg de papel
A notícia é da Rádio Cister.
4627 kg de papel em troca de árvores em dois dias
O Município de Alcobaça assinalou o Dia Mundial da Árvore e da Floresta, dinamizando diversas actividades no Concelho. A iniciativa da Divisão de Ambiente e Espaços Verdes da Câmara Municipal de Alcobaça, que teve início em 2005, contou mais uma vez com o apoio das Juntas de Freguesia do Concelho.
Na totalidade, participaram na acção 17 das 18 Freguesias, e foram recolhidos (troca) 4627 kg de papel (falta a contagem de uma freguesia). O objectivo deste projecto “sensibilizar os munícipes para as vantagens da reciclagem de papel, alertando para a menor necessidade de árvores a abater, através da campanha “Cada tonelada de papel reciclado evita o abate de 15 árvores”, foi cumprido. Nas actividades desenvolvidas com as escolas participaram 12 turmas e mais de 200 alunos que visitaram os stands expostos no passeio pedonal da cidade de Alcobaça.
FREGUESIAS
Alcobaça
1125 kg
Alfeizerão
70 kg
Alpedriz
127 kg
Bárrio
150 kg
Benedita
113 kg
Cela
157 kg
Cós
183 kg
Évora de Alcobaça
82 kg
Maiorga
194 kg
Martingança
467 kg
Montes
261 kg
Pataias
620 kg
Prazeres
50 kg
S. Martinho
132 kg
S. Vicente
40 kg
Turquel
588 kg
Vestiaria
268 kg
Vimeiro
Não aderiu
TOTAL
4627 Kg
O Município de Alcobaça assinalou o Dia Mundial da Árvore e da Floresta, dinamizando diversas actividades no Concelho. A iniciativa da Divisão de Ambiente e Espaços Verdes da Câmara Municipal de Alcobaça, que teve início em 2005, contou mais uma vez com o apoio das Juntas de Freguesia do Concelho.
Na totalidade, participaram na acção 17 das 18 Freguesias, e foram recolhidos (troca) 4627 kg de papel (falta a contagem de uma freguesia). O objectivo deste projecto “sensibilizar os munícipes para as vantagens da reciclagem de papel, alertando para a menor necessidade de árvores a abater, através da campanha “Cada tonelada de papel reciclado evita o abate de 15 árvores”, foi cumprido. Nas actividades desenvolvidas com as escolas participaram 12 turmas e mais de 200 alunos que visitaram os stands expostos no passeio pedonal da cidade de Alcobaça.
FREGUESIAS
Alcobaça
1125 kg
Alfeizerão
70 kg
Alpedriz
127 kg
Bárrio
150 kg
Benedita
113 kg
Cela
157 kg
Cós
183 kg
Évora de Alcobaça
82 kg
Maiorga
194 kg
Martingança
467 kg
Montes
261 kg
Pataias
620 kg
Prazeres
50 kg
S. Martinho
132 kg
S. Vicente
40 kg
Turquel
588 kg
Vestiaria
268 kg
Vimeiro
Não aderiu
TOTAL
4627 Kg
Subscrever:
Mensagens (Atom)








