Para sugestões, comentários, críticas e afins: sapinhogelasio@gmail.com
quinta-feira, 11 de junho de 2015
CisterMúsica 2015 - Voluntariado
Recebido via e-mail
O Cistermúsica é um dos mais marcantes festivais de música do país, cuja qualidade foi este ano reconhecida internacionalmente através da atribuição, pela União Europeia, do selo EFFE – Europe for Festivals, Festivals for Europe.
Para além disso, o Cistermúsica tem tido um crescimento significativo, quer em audiência quer em número e espaços de concertos, esperando-se que nesta edição continue a crescer. Para tal é fundamental a colaboração de todos os que queiram fazer parte da nossa equipa. Por isso mesmo contamos convosco, com a vossa colaboração que faz toda a diferença no sucesso do Festival que é de todos nós.
As tarefas a desenvolver no âmbito do voluntariado estão relacionadas com:
- Apoio na divulgação - distribuição de panfletos e cartazes;
- Apoio aos espetáculos - bilheteira, controlo de entradas, encaminhamento do público e controlo do acesso aos locais de espetáculo e cadeiras, assistência de sala;
- Apoio ao palco - eventual ajuda na montagem e desmontagem, limpezas ligeiras, fornecimento de águas ao backstage, entrega de flores;
- Apoio à produção - montagens e desmontagens de espaços, colocação e retirada de cadeiras, eventual apoio não especializado aos técnicos.
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As inscrições podem ser efetuadas acedendo aqui »
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A produção do festival entrará em contacto com os voluntários inscritos, por e-mail ou telefone, para organização prévia do calendário e das tarefas a distribuir, consoante a disponibilidade apresentada.
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Cistermúsica – Festival de Música de Alcobaça
Organizado pela Academia de Música de Alcobaça e o Município de Alcobaça, o Cistermúsica – Festival de Música de Alcobaça não é apenas um dos mais relevantes acontecimentos artísticos na zona Oeste, onde o crescimento e a afirmação têm sido uma constante, constituindo hoje, na sua 23ª edição e graças à qualidade indesmentível da sua programação, uma verdadeira instituição cultural em toda a região e um dos eventos com maior destaque no plano nacional e internacional.
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www.cistermusica.com
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Comunicação
Academia de Música de Alcobaça
Rua Frei António Brandão
38/44, R/C, Loja Direita
2460-047 Alcobaça
Tel: 262 597 611
Fax: 262 597 613
Tlm: 96 254 35 44 / 42
quarta-feira, 10 de junho de 2015
terça-feira, 9 de junho de 2015
Análise das águas balneares 2015
Iniciam-se esta semana as análises às águas balneares nas praias da freguesia.
No ano de 2014, as praias da freguesia de Pataias obtiveram a classificação de excelente, tendo sido Água de Madeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira reconhecidas pela qualidade das suas águas com o galardão "Praias de Qualidade de Ouro 2015".
Os perfis das águas balneares podem ser consultados aqui:
http://www.apambiente.pt/index.php?ref=19&subref=906&sub2ref=919&sub3ref=920
No ano de 2014, as praias da freguesia de Pataias obtiveram a classificação de excelente, tendo sido Água de Madeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira reconhecidas pela qualidade das suas águas com o galardão "Praias de Qualidade de Ouro 2015".
Os perfis das águas balneares podem ser consultados aqui:
http://www.apambiente.pt/index.php?ref=19&subref=906&sub2ref=919&sub3ref=920
segunda-feira, 8 de junho de 2015
A indústria vidreira em Pataias
A notícia na edição do Jornal de Leiria do início de junho de 2015.
Para saber mais clicar aqui:
http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2010/01/pataias-o-estrangeiro.html
Para saber mais clicar aqui:
http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2010/01/pataias-o-estrangeiro.html
domingo, 7 de junho de 2015
Demolição dos fornos da cal
A notícia em:
http://regiaodecister.pt/pt/noticias/forno-de-cal-demolido-para-construir-pavilhao-em-pataias
Forno de cal demolido para construir pavilhão em Pataias
Um dos fornos de cal existentes em Pataias-Gare foi destruído para dar lugar a um pavilhão industrial. A destruição do forno, cuja construção remonta à decada de 60, tem levantado alguma polémica.
No entanto, João Metódio, construtor do pavilhão, assegura que “nunca” foi contactado por “nenhum representante das autarquias”, deixando ainda um conselho às autarquias: “Acho que seria importante preservarem os fornos que ainda se encontram de pé”. A celeuma começou na rede social Facebook com uma postagem do historiador Tiago Inácio. “Quem passar hoje por Pataias-Gare é possível que fique surpreendido, revoltado ou desiludido com a demolição de um dos únicos dois fornos ainda em bom estado de conservação”, escreveu (ver página 15, nas cartas ao diretor esta semana).
De acordo com pesquisa levada a cabo por Tiago Inácio, a última fornada realizou-se no início de 1991. Na viragem do século, foram feitas tentativas de negociação com o município para a aquisição do património industrial, acabando por não haver resposta por parte da Câmara.
Contactado pelo REGIÃO DE CISTER, Paulo Inácio assegura não ter conhecimento de qualquer tentativa de negociação, tendo em conta que ainda não tinha assumido a presidência da autarquia. No entanto, o presidente da Câmara garante que, relativamente aos fornos de particulares, poderá avançar-se com a classificação como patromónio de interesse municipal. Assim, “mesmo que se verifique a alienação, o património deverá ser mantido”. Paulo Inácio garante ainda que tem sensibilizado a Secil para a preservação dos fornos da empresa.
Comentário
«Paulo Inácio assegura não ter conhecimento de qualquer tentativa de negociação, tendo em conta que ainda não tinha assumido a presidência da autarquia.» - Só é presidente da Câmara Municipal há quase 6 anos...
«relativamente aos fornos de particulares, poderá avançar-se com a classificação como património de interesse municipal» - Poderá. Não quer dizer que se avance...
«tem sensibilizado a Secil para a preservação dos fornos da empresa.» - A Secil que preserve, porque da Câmara parece que não há interesse.
http://regiaodecister.pt/pt/noticias/forno-de-cal-demolido-para-construir-pavilhao-em-pataias
Forno de cal demolido para construir pavilhão em Pataias
Um dos fornos de cal existentes em Pataias-Gare foi destruído para dar lugar a um pavilhão industrial. A destruição do forno, cuja construção remonta à decada de 60, tem levantado alguma polémica.
No entanto, João Metódio, construtor do pavilhão, assegura que “nunca” foi contactado por “nenhum representante das autarquias”, deixando ainda um conselho às autarquias: “Acho que seria importante preservarem os fornos que ainda se encontram de pé”. A celeuma começou na rede social Facebook com uma postagem do historiador Tiago Inácio. “Quem passar hoje por Pataias-Gare é possível que fique surpreendido, revoltado ou desiludido com a demolição de um dos únicos dois fornos ainda em bom estado de conservação”, escreveu (ver página 15, nas cartas ao diretor esta semana).
De acordo com pesquisa levada a cabo por Tiago Inácio, a última fornada realizou-se no início de 1991. Na viragem do século, foram feitas tentativas de negociação com o município para a aquisição do património industrial, acabando por não haver resposta por parte da Câmara.
Contactado pelo REGIÃO DE CISTER, Paulo Inácio assegura não ter conhecimento de qualquer tentativa de negociação, tendo em conta que ainda não tinha assumido a presidência da autarquia. No entanto, o presidente da Câmara garante que, relativamente aos fornos de particulares, poderá avançar-se com a classificação como patromónio de interesse municipal. Assim, “mesmo que se verifique a alienação, o património deverá ser mantido”. Paulo Inácio garante ainda que tem sensibilizado a Secil para a preservação dos fornos da empresa.
Comentário
«Paulo Inácio assegura não ter conhecimento de qualquer tentativa de negociação, tendo em conta que ainda não tinha assumido a presidência da autarquia.» - Só é presidente da Câmara Municipal há quase 6 anos...
«relativamente aos fornos de particulares, poderá avançar-se com a classificação como património de interesse municipal» - Poderá. Não quer dizer que se avance...
«tem sensibilizado a Secil para a preservação dos fornos da empresa.» - A Secil que preserve, porque da Câmara parece que não há interesse.
sábado, 6 de junho de 2015
Praias de Qualidade de Ouro
A notícia em:
http://regiaodecister.pt/pt/noticias/regiao-tem-quatro-praias-de-ouro
Região tem quatro praias de ouro
As praias da Nazaré, Salgado, Polvoeira e Légua foram distinguidas pela Quercus com o galardão de praias de "Qualidade de Ouro". São Martinho do Porto foi excluída da lista, tal como já tinha sucedido com a Bandeira Azul.
A associação ambientalista atribui, no início de cada época balnear, a classificação de “Praias com Qualidade de Ouro” aos destinos balneares do país cujas águas balneares apresentem os melhores resultados em termos de qualidade. Este ano foram destacadas 314 praias de todo o País.
O galardão da Quercus é atribuído de acordo com critérios estabelecidos pela própria entidade e com base na informação pública oficial, disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente.
No distrito, além das duas praias do concelho da Nazaré e as duas praias do concelho de Alcobaça, foram distinguidas ainda as praias do Osso da Baleia (Pombal), Pedrogão Sul (Leiria), Velha (Marinha Grande), Foz do Arelho, Mar (Caldas da Rainha), Baleal-Norte, Baleal-Sul, Gambôa, Peniche de Cima e São Bernardino (Peniche),
Comentário
Mais uma notícia descuidada do Região de Cister.
Por um lado, refere incorretamente as praias de qualidade de ouro no concelho de Alcobaça: são quatro e não apenas duas - Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua.
Depois, não faz referência à saída da "pérola do concelho", S. Martinho do Porto e à perda de qualidade das suas águas balneares.
http://regiaodecister.pt/pt/noticias/regiao-tem-quatro-praias-de-ouro
Região tem quatro praias de ouro
As praias da Nazaré, Salgado, Polvoeira e Légua foram distinguidas pela Quercus com o galardão de praias de "Qualidade de Ouro". São Martinho do Porto foi excluída da lista, tal como já tinha sucedido com a Bandeira Azul.
A associação ambientalista atribui, no início de cada época balnear, a classificação de “Praias com Qualidade de Ouro” aos destinos balneares do país cujas águas balneares apresentem os melhores resultados em termos de qualidade. Este ano foram destacadas 314 praias de todo o País.
O galardão da Quercus é atribuído de acordo com critérios estabelecidos pela própria entidade e com base na informação pública oficial, disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente.
No distrito, além das duas praias do concelho da Nazaré e as duas praias do concelho de Alcobaça, foram distinguidas ainda as praias do Osso da Baleia (Pombal), Pedrogão Sul (Leiria), Velha (Marinha Grande), Foz do Arelho, Mar (Caldas da Rainha), Baleal-Norte, Baleal-Sul, Gambôa, Peniche de Cima e São Bernardino (Peniche),
Comentário
Mais uma notícia descuidada do Região de Cister.
Por um lado, refere incorretamente as praias de qualidade de ouro no concelho de Alcobaça: são quatro e não apenas duas - Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua.
Depois, não faz referência à saída da "pérola do concelho", S. Martinho do Porto e à perda de qualidade das suas águas balneares.
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Resultados escolares nos exames do Agrupamento de Cister 2013 e 2014
Resultados escolares nos exames nacionais do 4º, 6º, 9º e Ensino Secundário do Agrupamento de Escolas de Cister referentes aos anos letivos 2012/2013 e 2013/2014.
Para consultar aqui:
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLUlRUemJ5emJtU2c/view?=sharing
Para consultar aqui:
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLUlRUemJ5emJtU2c/view?=sharing
quinta-feira, 4 de junho de 2015
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Passeios Séniores
A informação em:
http://cister.fm/cister/noticias/sociedade-e-ambiente/inscricoes-abertas-para-passeios-seniores/#prettyPhoto
Inscrições abertas para passeios seniores
Estão abertas a inscrições para a 15.ª edição dos Passeios Seniores, uma das iniciativas da Autarquia com maior sucesso na área da ação social.
A viagem terá como destino, as regiões de Coruche e Mora, onde os participantes terão a oportunidade de visitar o Museu Municipal de Coruche e de desfrutar de uma visita ao primeiro grande aquário de água doce da Europa o Fluviário de Mora.
Os passeios são destinados a pessoas com mais de 65 anos de idade, residentes no Concelho de Alcobaça, e para além do seu papel lúdico, desempenham uma ferramenta crucial no trabalho da Autarquia contra o isolamento social e na promoção do bem-estar dos participantes.
Os interessados em participar deverão inscrever-se a partir do dia 1 de junho nas Instalações da Escola Adães Bermudes (em frente à Repartição de Finanças de Alcobaça) ou na Instituição de Apoio ao Idoso da sua área de residência.
As inscrições são limitadas aos lugares existentes. Os passeios decorrerão no período compreendido de 1 de setembro a 2 de outubro de 2015 (dias úteis).
Quaisquer dúvidas poderão contactar para a Escola Adães Bermudes: 262 580 899. Inscreva-se e participe!
http://cister.fm/cister/noticias/sociedade-e-ambiente/inscricoes-abertas-para-passeios-seniores/#prettyPhoto
Inscrições abertas para passeios seniores
Estão abertas a inscrições para a 15.ª edição dos Passeios Seniores, uma das iniciativas da Autarquia com maior sucesso na área da ação social.
A viagem terá como destino, as regiões de Coruche e Mora, onde os participantes terão a oportunidade de visitar o Museu Municipal de Coruche e de desfrutar de uma visita ao primeiro grande aquário de água doce da Europa o Fluviário de Mora.
Os passeios são destinados a pessoas com mais de 65 anos de idade, residentes no Concelho de Alcobaça, e para além do seu papel lúdico, desempenham uma ferramenta crucial no trabalho da Autarquia contra o isolamento social e na promoção do bem-estar dos participantes.
Os interessados em participar deverão inscrever-se a partir do dia 1 de junho nas Instalações da Escola Adães Bermudes (em frente à Repartição de Finanças de Alcobaça) ou na Instituição de Apoio ao Idoso da sua área de residência.
As inscrições são limitadas aos lugares existentes. Os passeios decorrerão no período compreendido de 1 de setembro a 2 de outubro de 2015 (dias úteis).
Quaisquer dúvidas poderão contactar para a Escola Adães Bermudes: 262 580 899. Inscreva-se e participe!
terça-feira, 2 de junho de 2015
Pataiense despede-se sofrendo goleada
O CD Pataiense despediu-se da divisão de honra com uma pesada derrota em casa por 0-5 frente ao Ginásio de Alcobaça.
Com este resultado, a equipa ficou no 16º e último lugar, somando 19 pontos (30J;4V7E19D;21-67).
O GD Peniche venceu o campeonato, assegurando a subida ao Campeonato Nacional de Séniores.
Mais informações em: http://futeboldistritaldeleiria.pt/resultados/divisao-honra/
Com este resultado, a equipa ficou no 16º e último lugar, somando 19 pontos (30J;4V7E19D;21-67).
O GD Peniche venceu o campeonato, assegurando a subida ao Campeonato Nacional de Séniores.
Mais informações em: http://futeboldistritaldeleiria.pt/resultados/divisao-honra/
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Praias de Ouro 2015 na freguesia de Pataias
Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira e Légua repetiram a designação de praias com qualidade de ouro em 2015. Esta designação atribuída pela Quercus às praias portuguesas reconhece a excelente qualidade da água nos últimos 5 anos.
Pode consultar a lista de 2015 aqui:
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLbHB3Z2RHVTIzNlE/view?usp=sharing
A notícia em:
http://expresso.sapo.pt/sociedade/2015-06-01-Ha-314-praias-com-Qualidade-de-Ouro.-Fique-a-saber-quais-sao
Há 314 praias com Qualidade de Ouro. Fique a saber quais são
A Quercus pegou nas análises oficiais às águas balneares e concluiu que há 314 praias de Ouro em 2015. São menos 41 do que no ano passado, mas mais 15 do que aquelas que exibem a Bandeira Azul na época balnear que arrancou esta segunda-feira. Veja uma a uma onde estão localizadas.
Entre esta segunda-feira e 15 de junho, a maioria das praias portuguesas abre oficialmente a época balnear. E mais uma vez a associação ambientalista Quercus pegou nas análises feitas pela Agência Portuguesa do Ambiente e concluiu que mais de metade - 314 em 569 zonas balneares oficiais - têm água de excelente qualidade. Destas, 26 são praias interiores e cinco de transição.
Porém, pela primeira vez numa década de atribuição do galardão de Ouro, a lista entrou em curva descendente, já que 41 praias perderam a "medalha". Entre estas constam sete da Costa da Caparica (CDS/Sto. António, Tarquínio-Paraíso, Nova Praia, Mata, Riviera, Saúde e Rainha); Poça, em Cascais; S. Martinho do Porto, em Alcobaça; S. Jacinto, em Aveiro; Molhe Norte e Murtinheira, na Figueira da Foz; Cova Redonda e Senhora da Rocha, em Lagoa (Algarve), ou Areeiro, Praia Nova e Formosa, no Funchal (Madeira).
Algumas destas praias tiveram obras de alimentação artificial de areia, o que poderá ter contribuído para baixar a qualidade da água. Noutros casos, descargas ilegais de esgotos em ribeiras que desaguam no areal podem ser a causa da desclassificação.
"Haverá uma conjugação de duas coisas, por um lado, um maior àvontade para poluir e, por outro, um refrear na fiscalização", aponta Francisco Ferreira, responsável da Quercus pelo projeto ‘Praias com Qualidade de Ouro’. Certo é que "algo de errado se passou e estes resultados devem ser um sinal de aviso para os municípios, para a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e para a Inspeção Geral do Ambiente", alerta o ambientalista.
A Quercus tem em conta as análises recolhidas pela APA durante a última época balnear e nos cinco anos anteriores, e define parâmteros limite para as concentrações de Enterococos intestinais e de Escherichia coli por 100 mililitros de água.
Por seu lado, a lista de excelência da APA só tem em conta as análises do último ano e por isso define que, em 2015, 84,5% das zonas balneares portuguesas são de excelente qualidade. Porém, lembra Francisco Ferreira, "também este ano a lista da APA caiu 6,5 pontos, de 91% de águas balneares excelentes, em 2014, para 84,5% este ano".
A lista da Quercus também nem sempre coincide com a da Associação Bandeira Azul, pois este galardão tem em contra outros critérios além da qualidade da água das praias, tais como as acessibilidades, a limpeza do areal, as condições oferecidas pelos apoios de praias, a vigiância ou as atividades de educação ambiental propostas pelas praias que se candidatam.
Pode consultar a lista de 2015 aqui:
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLbHB3Z2RHVTIzNlE/view?usp=sharing
A notícia em:
http://expresso.sapo.pt/sociedade/2015-06-01-Ha-314-praias-com-Qualidade-de-Ouro.-Fique-a-saber-quais-sao
Há 314 praias com Qualidade de Ouro. Fique a saber quais são
A Quercus pegou nas análises oficiais às águas balneares e concluiu que há 314 praias de Ouro em 2015. São menos 41 do que no ano passado, mas mais 15 do que aquelas que exibem a Bandeira Azul na época balnear que arrancou esta segunda-feira. Veja uma a uma onde estão localizadas.
Entre esta segunda-feira e 15 de junho, a maioria das praias portuguesas abre oficialmente a época balnear. E mais uma vez a associação ambientalista Quercus pegou nas análises feitas pela Agência Portuguesa do Ambiente e concluiu que mais de metade - 314 em 569 zonas balneares oficiais - têm água de excelente qualidade. Destas, 26 são praias interiores e cinco de transição.
Porém, pela primeira vez numa década de atribuição do galardão de Ouro, a lista entrou em curva descendente, já que 41 praias perderam a "medalha". Entre estas constam sete da Costa da Caparica (CDS/Sto. António, Tarquínio-Paraíso, Nova Praia, Mata, Riviera, Saúde e Rainha); Poça, em Cascais; S. Martinho do Porto, em Alcobaça; S. Jacinto, em Aveiro; Molhe Norte e Murtinheira, na Figueira da Foz; Cova Redonda e Senhora da Rocha, em Lagoa (Algarve), ou Areeiro, Praia Nova e Formosa, no Funchal (Madeira).
Algumas destas praias tiveram obras de alimentação artificial de areia, o que poderá ter contribuído para baixar a qualidade da água. Noutros casos, descargas ilegais de esgotos em ribeiras que desaguam no areal podem ser a causa da desclassificação.
"Haverá uma conjugação de duas coisas, por um lado, um maior àvontade para poluir e, por outro, um refrear na fiscalização", aponta Francisco Ferreira, responsável da Quercus pelo projeto ‘Praias com Qualidade de Ouro’. Certo é que "algo de errado se passou e estes resultados devem ser um sinal de aviso para os municípios, para a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e para a Inspeção Geral do Ambiente", alerta o ambientalista.
A Quercus tem em conta as análises recolhidas pela APA durante a última época balnear e nos cinco anos anteriores, e define parâmteros limite para as concentrações de Enterococos intestinais e de Escherichia coli por 100 mililitros de água.
Por seu lado, a lista de excelência da APA só tem em conta as análises do último ano e por isso define que, em 2015, 84,5% das zonas balneares portuguesas são de excelente qualidade. Porém, lembra Francisco Ferreira, "também este ano a lista da APA caiu 6,5 pontos, de 91% de águas balneares excelentes, em 2014, para 84,5% este ano".
A lista da Quercus também nem sempre coincide com a da Associação Bandeira Azul, pois este galardão tem em contra outros critérios além da qualidade da água das praias, tais como as acessibilidades, a limpeza do areal, as condições oferecidas pelos apoios de praias, a vigiância ou as atividades de educação ambiental propostas pelas praias que se candidatam.
domingo, 31 de maio de 2015
sábado, 30 de maio de 2015
sexta-feira, 29 de maio de 2015
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Nós queremos saber
Foi lançado o portal Nosqueremossaber.org através do qual o cidadão pode submeter a qualquer instituição pública um pedido de informação.
Refira-se que o acesso à informação por parte das instituições e organismos estatais é gratuito, um direito dos cidadãos e um dever por parte do Estado.
Citando o blogue Má Despesa Pública
http://madespesapublica.blogspot.pt/2015/05/nos-queremos-saber.html
Já está disponível a plataforma online "Nós Queremos Saber" que permite a qualquer cidadão submeter pedidos de acesso à informação das entidades públicas, de forma simples, gratuita e transparente. O Má Despesa foi falar com o Luís Bernardo, um dos autores de tão útil iniciativa.
MDP:Quem criou a plataforma?
LB: Por enquanto, somos só dois. Um engenheiro informático e um historiador, preocupados com o direito e acesso à informação, interessados em promover a transparência na vida pública portuguesa e, acima de tudo, em dar força às pessoas para que possam informar-se acerca das decisões que transformam as suas vidas. Mas este projecto só viu a luz do dia porque tivemos a ajuda de muita gente: colegas no movimento do Direito à Informação que nos ajudaram a adaptar o software à realidade portuguesa, amigos que nos ajudaram a traduzir materiais e, por antecipação, todas as pessoas que vierem a usar o portal.
MDP: Porque razão decidiram criar a plataforma?
LB: Pensámos em criar uma plataforma como o Nós Queremos Saber porque o acesso à informação é uma causa importante para nós; a nossa relação com o Estado só pode melhorar se tivermos mais e melhor acesso à informação. A nossa experiência com a administração pública, no que diz respeito ao direito à informação, tem sido complicada: é difícil obter respostas dentro dos prazos, os trabalhadores responsáveis pela gestão dos pedidos não parecem devidamente formados para responder adequadamente e também se inventam disposições legais para impedir a libertação da informação. O Nós Queremos Saber é uma plataforma que serve para fazer e seguir pedidos, mas também é importante referir que esses pedidos serão sempre públicos, as respostas serão sempre públicas e os documentos enviados com as respostas ficarão sempre à disposição de todos.
Refira-se que o acesso à informação por parte das instituições e organismos estatais é gratuito, um direito dos cidadãos e um dever por parte do Estado.
Citando o blogue Má Despesa Pública
http://madespesapublica.blogspot.pt/2015/05/nos-queremos-saber.html
Já está disponível a plataforma online "Nós Queremos Saber" que permite a qualquer cidadão submeter pedidos de acesso à informação das entidades públicas, de forma simples, gratuita e transparente. O Má Despesa foi falar com o Luís Bernardo, um dos autores de tão útil iniciativa.
MDP:Quem criou a plataforma?
LB: Por enquanto, somos só dois. Um engenheiro informático e um historiador, preocupados com o direito e acesso à informação, interessados em promover a transparência na vida pública portuguesa e, acima de tudo, em dar força às pessoas para que possam informar-se acerca das decisões que transformam as suas vidas. Mas este projecto só viu a luz do dia porque tivemos a ajuda de muita gente: colegas no movimento do Direito à Informação que nos ajudaram a adaptar o software à realidade portuguesa, amigos que nos ajudaram a traduzir materiais e, por antecipação, todas as pessoas que vierem a usar o portal.
MDP: Porque razão decidiram criar a plataforma?
LB: Pensámos em criar uma plataforma como o Nós Queremos Saber porque o acesso à informação é uma causa importante para nós; a nossa relação com o Estado só pode melhorar se tivermos mais e melhor acesso à informação. A nossa experiência com a administração pública, no que diz respeito ao direito à informação, tem sido complicada: é difícil obter respostas dentro dos prazos, os trabalhadores responsáveis pela gestão dos pedidos não parecem devidamente formados para responder adequadamente e também se inventam disposições legais para impedir a libertação da informação. O Nós Queremos Saber é uma plataforma que serve para fazer e seguir pedidos, mas também é importante referir que esses pedidos serão sempre públicos, as respostas serão sempre públicas e os documentos enviados com as respostas ficarão sempre à disposição de todos.
quarta-feira, 27 de maio de 2015
terça-feira, 26 de maio de 2015
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