A notícia no Região de Cister nº1184 de 28 de abril de 2016
Autarquia quer limpar praias de São Martinho e Paredes
“Vamos limpar o Litoral de Alcobaça!”, no dia 7 do próximo mês, das 9:30 às 12:30 horas, nas praias de São Martinho do Porto e de Paredes da Vitória.
É este o desafio do município de Alcobaça, que se associou à 3.ª edição da iniciativa “Vamos Limpar a Europa!”, que terá lugar entre os dias 6 e 8 de maio em toda a Europa e que pretende sensibilizar os cidadãos para o problema da produção de resíduos, através da realização de ações de limpeza em espaços naturais.
Para sugestões, comentários, críticas e afins: sapinhogelasio@gmail.com
sábado, 30 de abril de 2016
sexta-feira, 29 de abril de 2016
CD Pataiense tem nova direção
A notícia no Região de Cister nº1184 de 28 de abril de 2016
Pataias - Wilson Vieira lidera novos órgãos sociais da associação
Clube Desportivo Pataiense resolve impasse diretivo que durava há um ano
Chegou ao fim o impasse diretivo do Clube Desportivo Pataiense (CDP). Wilson Vieira é o novo presidente da Direção do clube que, desde a saída de Nuno Ricardo, há cerca de dois anos, vivia uma prolongada crise diretiva.
A eleição dos novos órgãos sociais decorreu na passada sexta-feira, tendo sido uma das reuniões da Assembleia Geral mais concorridas dos últimos anos.
Carlos Castanheiro é o vice-presidente da Direção e Telmo Moleiro o presidente da Assembleia Geral. Dois dos sócios que, aliás, se comprometeram a arranjar uma lista candidata aos órgãos sociais do clube azul e branco na anterior assembleia geral.
“Os órgãos sociais vão conduzir os destinos do clube no próximo mandato como um todo. Os nomes e os cargos servem mais para preencher os papéis, porque a ideia é trabalharmos sempre em grupo, em prol da mesma causa“, explicou Abílio Filipe, secretário da Assembleia Geral. “A título de exemplo as reuniões da Direção vão ser participadas pela Assembleia Geral e pelos seus membros“, acrescentou.
Até à data, foi a comissão de gestão, composta por João Vieira, Joaquim Neves e Fernando Monteiro, assumiu a gestão corrente da associação.
O Clube Desportivo Pataiense é uma das agremiações históricas mais importantes do concelho de Alcobaça. Devido ao impasse diretivo, o clube abandonou, esta época, a prática do futebol.
Pataias - Wilson Vieira lidera novos órgãos sociais da associação
Clube Desportivo Pataiense resolve impasse diretivo que durava há um ano
Chegou ao fim o impasse diretivo do Clube Desportivo Pataiense (CDP). Wilson Vieira é o novo presidente da Direção do clube que, desde a saída de Nuno Ricardo, há cerca de dois anos, vivia uma prolongada crise diretiva.
A eleição dos novos órgãos sociais decorreu na passada sexta-feira, tendo sido uma das reuniões da Assembleia Geral mais concorridas dos últimos anos.
Carlos Castanheiro é o vice-presidente da Direção e Telmo Moleiro o presidente da Assembleia Geral. Dois dos sócios que, aliás, se comprometeram a arranjar uma lista candidata aos órgãos sociais do clube azul e branco na anterior assembleia geral.
“Os órgãos sociais vão conduzir os destinos do clube no próximo mandato como um todo. Os nomes e os cargos servem mais para preencher os papéis, porque a ideia é trabalharmos sempre em grupo, em prol da mesma causa“, explicou Abílio Filipe, secretário da Assembleia Geral. “A título de exemplo as reuniões da Direção vão ser participadas pela Assembleia Geral e pelos seus membros“, acrescentou.
Até à data, foi a comissão de gestão, composta por João Vieira, Joaquim Neves e Fernando Monteiro, assumiu a gestão corrente da associação.
O Clube Desportivo Pataiense é uma das agremiações históricas mais importantes do concelho de Alcobaça. Devido ao impasse diretivo, o clube abandonou, esta época, a prática do futebol.
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Observatório Social - Câmara Municipal de Alcobaça
Observatório Social
http://redesocialalcobaca.wix.com/observatoriosocial
Concelho de Alcobaça
Observatório Social retrata estatisticamente a realidade do concelho de Alcobaça
A Câmara Municipal de Alcobaça lançou na terça-feira, 26 de abril, o Observatório Social, uma página de Internet que recolhe, trata e divulga toda a informação estatística e oficial disponível sobre o concelho, extraída de fontes como o Instituto Nacional de Estatística (Censos), Instituto do Emprego e Formação Profissional, Instituto da Segurança Social, Carta Social - Gabinete de Estratégia e Planeamento – MSESS e a Rede Social - Concelho de Alcobaça.
O Observatório Social pode ser acedido a partir da página de Internet do Município de Alcobaça – www.cm-alcobaca.pt ou diretamente através do link - http://redesocialalcobaca.wix.com/observatoriosocial. A informação será periodicamente atualizada em consonância com as fontes oficiais.
Os cerca de 150 indicadores estatísticos apresentados neste microsite encontram-se divididos da seguinte forma:
· Território:
Território
Proteção Civil
· Pessoas
Demografia
Educação e formação
Famílias
Comportamentos de Risco
Proteção Social
· Atividade Económica:
Emprego
Desemprego
Empresas
Turismo
· Rede Social
IPSS
Juntas de Freguesia
Agrupamentos de Escolas | Escolas Não-Agrupadas
A página contempla ainda uma secção dedicada a Estudos onde atualmente constam os resultados preliminares de trabalho, efetuado pelo Gabinete Municipal de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica, que se debruça sobre as crenças associadas à violência conjugal. Em breve serão realizados novos estudos que serão incluídos nesta secção.
Durante a apresentação foram destacados dados concretos que demonstram, por exemplo, uma evolução demográfica positiva do concelho entre 1941 e 2011, uma diminuição do desemprego (registado no Instituto de Emprego e Formação Profissional) entre 2012 e 2015, um saldo positivo (mais de 7 milhões de euros) da Balança Comercial do concelho de Alcobaça em dezembro de 2015, ou ainda um saldo positivo entre a constituição e dissolução de empresas no ano transato.
“Esta ferramenta serve dois propósitos essenciais: analisar a evolução entre o passado o presente e, com base nessa análise, projetar estrategicamente o futuro do concelho. Quando se discutem questões como o emprego ou demografia, é importante não cairmos nos chamados mitos urbanos que se foram criando em torno de estas e de outras matérias. O rigor estatístico com que trabalhamos os dados recolhidos permite-nos enquadrar a realidade do concelho de uma forma fidedigna e sustentável, desmistificando ideias pré-concebidas. Não queremos mostrar apenas o lado positivo, queremos apenas mostrar a realidade tal como ela é estudada oficialmente”, explicou o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio.
O autarca traçou ainda novos objetivos para o Observatório Social: “em 2017 estará disponível informação sobre a atividade da própria Câmara Municipal, na perspetiva de demonstrar e garantir total transparência do trabalho desenvolvido pela autarquia”.
http://redesocialalcobaca.wix.com/observatoriosocial
Concelho de Alcobaça
Observatório Social retrata estatisticamente a realidade do concelho de Alcobaça
A Câmara Municipal de Alcobaça lançou na terça-feira, 26 de abril, o Observatório Social, uma página de Internet que recolhe, trata e divulga toda a informação estatística e oficial disponível sobre o concelho, extraída de fontes como o Instituto Nacional de Estatística (Censos), Instituto do Emprego e Formação Profissional, Instituto da Segurança Social, Carta Social - Gabinete de Estratégia e Planeamento – MSESS e a Rede Social - Concelho de Alcobaça.
O Observatório Social pode ser acedido a partir da página de Internet do Município de Alcobaça – www.cm-alcobaca.pt ou diretamente através do link - http://redesocialalcobaca.wix.com/observatoriosocial. A informação será periodicamente atualizada em consonância com as fontes oficiais.
Os cerca de 150 indicadores estatísticos apresentados neste microsite encontram-se divididos da seguinte forma:
· Território:
Território
Proteção Civil
· Pessoas
Demografia
Educação e formação
Famílias
Comportamentos de Risco
Proteção Social
· Atividade Económica:
Emprego
Desemprego
Empresas
Turismo
· Rede Social
IPSS
Juntas de Freguesia
Agrupamentos de Escolas | Escolas Não-Agrupadas
A página contempla ainda uma secção dedicada a Estudos onde atualmente constam os resultados preliminares de trabalho, efetuado pelo Gabinete Municipal de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica, que se debruça sobre as crenças associadas à violência conjugal. Em breve serão realizados novos estudos que serão incluídos nesta secção.
Durante a apresentação foram destacados dados concretos que demonstram, por exemplo, uma evolução demográfica positiva do concelho entre 1941 e 2011, uma diminuição do desemprego (registado no Instituto de Emprego e Formação Profissional) entre 2012 e 2015, um saldo positivo (mais de 7 milhões de euros) da Balança Comercial do concelho de Alcobaça em dezembro de 2015, ou ainda um saldo positivo entre a constituição e dissolução de empresas no ano transato.
“Esta ferramenta serve dois propósitos essenciais: analisar a evolução entre o passado o presente e, com base nessa análise, projetar estrategicamente o futuro do concelho. Quando se discutem questões como o emprego ou demografia, é importante não cairmos nos chamados mitos urbanos que se foram criando em torno de estas e de outras matérias. O rigor estatístico com que trabalhamos os dados recolhidos permite-nos enquadrar a realidade do concelho de uma forma fidedigna e sustentável, desmistificando ideias pré-concebidas. Não queremos mostrar apenas o lado positivo, queremos apenas mostrar a realidade tal como ela é estudada oficialmente”, explicou o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio.
O autarca traçou ainda novos objetivos para o Observatório Social: “em 2017 estará disponível informação sobre a atividade da própria Câmara Municipal, na perspetiva de demonstrar e garantir total transparência do trabalho desenvolvido pela autarquia”.
quarta-feira, 27 de abril de 2016
terça-feira, 26 de abril de 2016
Assembleia de Freguesia de Pataias
Assembleia de Freguesia de Pataias, na próxima quinta-feira dia 28, com a apresentação do novo projeto da Av. Rainha Santa Isabel.
segunda-feira, 25 de abril de 2016
Burinhosa vence
O CCRD Burinhosa venceu por 3-0 o Gualtar na jornada 25 da Liga Sportzone em futsal.
Com este resultado, a equipa assegurou um lugar entre os 4 primeiros, somando 45 pontos (25J;13V6E6D;76-75).
Mais informações em: http://www.zerozero.pt/edicao.php?id_edicao=88276
Com este resultado, a equipa assegurou um lugar entre os 4 primeiros, somando 45 pontos (25J;13V6E6D;76-75).
Mais informações em: http://www.zerozero.pt/edicao.php?id_edicao=88276
domingo, 24 de abril de 2016
sábado, 23 de abril de 2016
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Observatório Municipal
A notícia no jornal on-line Tinta Fresca
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=da328e96-1693-4c9e-855e-f5e04754008b&edition=186
Alcobaça
Câmara apresenta Observatório Municipal e Canil Municipal no dia 26 de abril
Paulo Inácio afirma estar a “acompanhar” as alterações no Ministério da Cultura, tendo em conta os processos de instalação de um hotel de 5 estrelas no Claustro do Rachadouro do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça e de classificação, como Monumento Nacional, do Convento Cisterciense de Cós. Foi desta forma que o presidente do Executivo municipal de Alcobaça iniciou o Período Antes da Ordem do Dia na reunião de Câmara de 12 de abril. O autarca diz não esperar grandes alterações, apesar do agora ex-ministro João Soares ter sido inteirado pessoalmente por Paulo Inácio sobre estes dois dossiês, aquando da sua visita a Alcobaça.
Foi uma reunião de Câmara onde as informações mais relevantes ocorreram precisamente antes da Ordem do Dia, tendo em conta que a ordem de trabalhos era mais de caráter técnico do que político. Daí que todos os 10 pontos tenham sido também aprovados pelos vereadores da oposição, PS e CDU.
O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) informou também que irá ser apresentado, no próximo dia 26 de Abril, às 15h00, o Observatório Municipal. O Objetivo é saber-se como está o concelho em diferentes áreas, nomeadamente do ponto de vista económico, demográfico, turístico, etc..
Paulo Inácio defende a inclusão do maior número possível de indicadores no Observatório Municipal, inclusive os referentes à própria Câmara Municipal, a partir de 2017, uma vez que serão ferramentas que permitirão aos futuros executivos camarários hierarquizar da melhor forma possível as prioridades para o concelho. Um segundo passo será apresentar essa mesma informação à Comunidade Intermunicipal do Oeste (Oeste CIM), criando-se assim uma base de dados a nível regional.
No mesmo dia 26 de abril, após a apresentação do Observatório Municipal, o Executivo camarário irá inaugurar o Canil Municipal, equipamento que, de resto, já se encontra em funcionamento. Esta inauguração do Centro Oficial de Recolha de Animais deverá ocorrer a partir das 16h30, disse ainda Paulo Inácio.
O autarca informou também os restantes vereadores que, no dia 28, o Tribunal de Alcobaça será visitado, entre as 15h00 e as 16h00, pela Secretária de Estado Adjunta e da Justiça, Helena Ribeiro.
Nesse mesmo dia, mas às 18h00, a autarquia fará a apresentação da edição de 2016 do evento “Books & Movies”, pela mão da vereadora Inês Silva.
Concluídas as informações da maioria PSD, foi a vez dos vereadores eleitos pelo PS apresentarem as suas questões ao Executivo camarário.
José Canha começou por alertar para a “falta de qualidade” da água do Rio da Areia, no Casal da Areia, e que é utilizada na agricultura. Para além de poluírem a água, as descargas poluentes também entopem os tubos de rega, causando prejuízos aos agricultores. Sobre esta matéria, a maioria garantiu que irá atuar em conformidade e lembrou que a GNR está já a investigar este caso. O vereador socialista exortou o Executivo a resolver o problema antes do inicio da próxima época de rega, em junho.
Eugénia Rodrigues, também do PS, perguntou quais as “medidas concretas” de apoio à natalidade, tendo em conta que a autarquia de Alcobaça irá passar a poupar mais de uma centena de milhar de euros quando o Governo de António Costa começar a custear os manuais escolares para o 1º ciclo. A vereadora entende que Alcobaça poderia canalizar essas verbas num apoio concreto à natalidade.
Depois de esclarecer que a medida da administração central é progressiva, ou seja apenas irá apoiar, em setembro, os alunos do primeiro ano do 1º ciclo, a maioria PSD respondeu que irá estudar um modelo a adotar nesta área a que Paulo Inácio garante estar na sua agenda.
A vereadora questionou igualmente a maioria social democrata sobre a data de conclusão das obras do passeio pedonal, junto ao Rio Alcoa, na cidade de Alcobaça e também sobre o “caso Luís Peças”.
Paulo Inácio respondeu que ainda esta semana o Mosteiro fará uma nova proposta ao cantor lírico e que a proposta inicial foi recusada (previa que se atuasse agora na sala das Conclusões, a mesma que no futuro passará a receber os turistas. Por esse motivo, terá, antes, de entrar em obras). O presidente mostrou-se também disponível para suportar os custos das atuações.
Sobre o passeio pedonal, Hermínio Rodrigues afirmou que o “contrato está feito” e que as obras demorarão “dois meses”. Paulo Inácio acrescentou que pretende reabrir o espaço em julho deste ano.
Sobre o prédio Dr. Manuel Almeida, o PS perguntou o que é que se irá fazer ao edifício, entretanto desocupado pelo Centro de Estudos Superiores da Universidade de Coimbra em Alcobaça. Contudo, o prédio, onde se lecionou formação pós-graduada, ainda tem em funcionamento um Gabinete de informação universitária, de Coimbra. Como resposta a esta questão, que também foi levantada pelo vereador Carlos Bonifácio, eleito pelo CDS, a maioria referiu que, antes de tudo, é necessário atualizar-se o plano de intervenção para o imóvel.
Carlos Bonifácio perguntou também “pelo ponto da situação” do processo de iluminação do Mosteiro de Alcobaça. Paulo Inácio respondeu que a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) recebeu, esta semana, um e-mail da CMA a informar que pretende “começar a colocar iluminação no chão da Praça D. Afonso Henriques” e que terá mais informações a prestar no dia 15.
Rogério Raimundo, vereador da CDU, apresentou um conjunto de questões, tendo começado por perguntar à maioria se a demissão de João Soares iria atrasar a candidatura do Convento de Cós – o objetivo é obter a classificação de Monumento Nacional. O presidente espera que não haja atrasos, mas lembrou que a responsabilidade pelo processo está agora nas mãos da DGPC.
O vereador questionou também sobre o regresso do cinema a Alcobaça, tendo o Executivo respondido que foi agora aberto um novo concurso público, uma vez que o primeiro ficou deserto.
Sobre a ponte de Chiqueda, Rogério Raimundo foi informado, pelo presidente da CMA, que está prevista uma intervenção para lhe retirar o cimento e colocar à vista a estrutura em pedra, de forma a que fique com um aspeto mais “medieval”.
Quanto à questão da calçada de São Martinho do Porto, o eleito pela CDU escutou Hermínio Rodrigues explicar que o projeto “entrará em obra” no próximo mês de maio.
Rogério Raimundo quis também esclarecimentos sobre o Armazém das Artes, um espaço fechado ao público, mas que tem recebido vários eventos pontuais. Paulo Inácio garantiu que a autarquia também deseja que o processo se resolva. Recorde-se que a Lei que extinguiu as fundações havia retirado esse mesmo estatuto à Fundação, criada por José Aurélio, sendo esse o motivo do seu fecho ao público.
Por sua vez, a vereadora Inês Silva informou os restantes vereadores que a autarquia irá realizar, no próximo dia 3 de junho a Gala do Desporto. O evento, que terá um júri composto por jornalistas dos órgãos de comunicação local, irá distinguir os melhores atletas e clubes do concelho.
Inês Silva divulgou também que dia 18 estará na Alemanha a participar num congresso da Carta Europeia de Abadias e Sítios Cistercienses onde irá defender a entrada neste grupo restrito do Convento de Cós.
Ainda na área do desporto, a vereadora do PSD lembrou que no dia 25 de Abril, decorrerá mais uma edição do “Caminhar em Liberdade” e que no Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que terá, este ano, como tema o Desporto, a autarquia irá promover um conjunto de iniciativas alusivas, nomeadamente uma caminhada noturna, de sete quilómetros, assim como disponibilizar uma pista de karts para crianças.
Estas informações deram por concluído o período antes da ordem do dia.Todos os pontos foram aprovados pelo conjunto dos vereadores do PSD, PS e CDU, assim como pelo presidente do executivo alcobacense.
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=da328e96-1693-4c9e-855e-f5e04754008b&edition=186
Alcobaça
Câmara apresenta Observatório Municipal e Canil Municipal no dia 26 de abril
Paulo Inácio afirma estar a “acompanhar” as alterações no Ministério da Cultura, tendo em conta os processos de instalação de um hotel de 5 estrelas no Claustro do Rachadouro do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça e de classificação, como Monumento Nacional, do Convento Cisterciense de Cós. Foi desta forma que o presidente do Executivo municipal de Alcobaça iniciou o Período Antes da Ordem do Dia na reunião de Câmara de 12 de abril. O autarca diz não esperar grandes alterações, apesar do agora ex-ministro João Soares ter sido inteirado pessoalmente por Paulo Inácio sobre estes dois dossiês, aquando da sua visita a Alcobaça.
Foi uma reunião de Câmara onde as informações mais relevantes ocorreram precisamente antes da Ordem do Dia, tendo em conta que a ordem de trabalhos era mais de caráter técnico do que político. Daí que todos os 10 pontos tenham sido também aprovados pelos vereadores da oposição, PS e CDU.
O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) informou também que irá ser apresentado, no próximo dia 26 de Abril, às 15h00, o Observatório Municipal. O Objetivo é saber-se como está o concelho em diferentes áreas, nomeadamente do ponto de vista económico, demográfico, turístico, etc..
Paulo Inácio defende a inclusão do maior número possível de indicadores no Observatório Municipal, inclusive os referentes à própria Câmara Municipal, a partir de 2017, uma vez que serão ferramentas que permitirão aos futuros executivos camarários hierarquizar da melhor forma possível as prioridades para o concelho. Um segundo passo será apresentar essa mesma informação à Comunidade Intermunicipal do Oeste (Oeste CIM), criando-se assim uma base de dados a nível regional.
No mesmo dia 26 de abril, após a apresentação do Observatório Municipal, o Executivo camarário irá inaugurar o Canil Municipal, equipamento que, de resto, já se encontra em funcionamento. Esta inauguração do Centro Oficial de Recolha de Animais deverá ocorrer a partir das 16h30, disse ainda Paulo Inácio.
O autarca informou também os restantes vereadores que, no dia 28, o Tribunal de Alcobaça será visitado, entre as 15h00 e as 16h00, pela Secretária de Estado Adjunta e da Justiça, Helena Ribeiro.
Nesse mesmo dia, mas às 18h00, a autarquia fará a apresentação da edição de 2016 do evento “Books & Movies”, pela mão da vereadora Inês Silva.
Concluídas as informações da maioria PSD, foi a vez dos vereadores eleitos pelo PS apresentarem as suas questões ao Executivo camarário.
José Canha começou por alertar para a “falta de qualidade” da água do Rio da Areia, no Casal da Areia, e que é utilizada na agricultura. Para além de poluírem a água, as descargas poluentes também entopem os tubos de rega, causando prejuízos aos agricultores. Sobre esta matéria, a maioria garantiu que irá atuar em conformidade e lembrou que a GNR está já a investigar este caso. O vereador socialista exortou o Executivo a resolver o problema antes do inicio da próxima época de rega, em junho.
Eugénia Rodrigues, também do PS, perguntou quais as “medidas concretas” de apoio à natalidade, tendo em conta que a autarquia de Alcobaça irá passar a poupar mais de uma centena de milhar de euros quando o Governo de António Costa começar a custear os manuais escolares para o 1º ciclo. A vereadora entende que Alcobaça poderia canalizar essas verbas num apoio concreto à natalidade.
Depois de esclarecer que a medida da administração central é progressiva, ou seja apenas irá apoiar, em setembro, os alunos do primeiro ano do 1º ciclo, a maioria PSD respondeu que irá estudar um modelo a adotar nesta área a que Paulo Inácio garante estar na sua agenda.
A vereadora questionou igualmente a maioria social democrata sobre a data de conclusão das obras do passeio pedonal, junto ao Rio Alcoa, na cidade de Alcobaça e também sobre o “caso Luís Peças”.
Paulo Inácio respondeu que ainda esta semana o Mosteiro fará uma nova proposta ao cantor lírico e que a proposta inicial foi recusada (previa que se atuasse agora na sala das Conclusões, a mesma que no futuro passará a receber os turistas. Por esse motivo, terá, antes, de entrar em obras). O presidente mostrou-se também disponível para suportar os custos das atuações.
Sobre o passeio pedonal, Hermínio Rodrigues afirmou que o “contrato está feito” e que as obras demorarão “dois meses”. Paulo Inácio acrescentou que pretende reabrir o espaço em julho deste ano.
Sobre o prédio Dr. Manuel Almeida, o PS perguntou o que é que se irá fazer ao edifício, entretanto desocupado pelo Centro de Estudos Superiores da Universidade de Coimbra em Alcobaça. Contudo, o prédio, onde se lecionou formação pós-graduada, ainda tem em funcionamento um Gabinete de informação universitária, de Coimbra. Como resposta a esta questão, que também foi levantada pelo vereador Carlos Bonifácio, eleito pelo CDS, a maioria referiu que, antes de tudo, é necessário atualizar-se o plano de intervenção para o imóvel.
Carlos Bonifácio perguntou também “pelo ponto da situação” do processo de iluminação do Mosteiro de Alcobaça. Paulo Inácio respondeu que a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) recebeu, esta semana, um e-mail da CMA a informar que pretende “começar a colocar iluminação no chão da Praça D. Afonso Henriques” e que terá mais informações a prestar no dia 15.
Rogério Raimundo, vereador da CDU, apresentou um conjunto de questões, tendo começado por perguntar à maioria se a demissão de João Soares iria atrasar a candidatura do Convento de Cós – o objetivo é obter a classificação de Monumento Nacional. O presidente espera que não haja atrasos, mas lembrou que a responsabilidade pelo processo está agora nas mãos da DGPC.
O vereador questionou também sobre o regresso do cinema a Alcobaça, tendo o Executivo respondido que foi agora aberto um novo concurso público, uma vez que o primeiro ficou deserto.
Sobre a ponte de Chiqueda, Rogério Raimundo foi informado, pelo presidente da CMA, que está prevista uma intervenção para lhe retirar o cimento e colocar à vista a estrutura em pedra, de forma a que fique com um aspeto mais “medieval”.
Quanto à questão da calçada de São Martinho do Porto, o eleito pela CDU escutou Hermínio Rodrigues explicar que o projeto “entrará em obra” no próximo mês de maio.
Rogério Raimundo quis também esclarecimentos sobre o Armazém das Artes, um espaço fechado ao público, mas que tem recebido vários eventos pontuais. Paulo Inácio garantiu que a autarquia também deseja que o processo se resolva. Recorde-se que a Lei que extinguiu as fundações havia retirado esse mesmo estatuto à Fundação, criada por José Aurélio, sendo esse o motivo do seu fecho ao público.
Por sua vez, a vereadora Inês Silva informou os restantes vereadores que a autarquia irá realizar, no próximo dia 3 de junho a Gala do Desporto. O evento, que terá um júri composto por jornalistas dos órgãos de comunicação local, irá distinguir os melhores atletas e clubes do concelho.
Inês Silva divulgou também que dia 18 estará na Alemanha a participar num congresso da Carta Europeia de Abadias e Sítios Cistercienses onde irá defender a entrada neste grupo restrito do Convento de Cós.
Ainda na área do desporto, a vereadora do PSD lembrou que no dia 25 de Abril, decorrerá mais uma edição do “Caminhar em Liberdade” e que no Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que terá, este ano, como tema o Desporto, a autarquia irá promover um conjunto de iniciativas alusivas, nomeadamente uma caminhada noturna, de sete quilómetros, assim como disponibilizar uma pista de karts para crianças.
Estas informações deram por concluído o período antes da ordem do dia.Todos os pontos foram aprovados pelo conjunto dos vereadores do PSD, PS e CDU, assim como pelo presidente do executivo alcobacense.
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Uma nova forma de Orçamento Participativo
A notícia no jornal Público
https://www.publico.pt/local/noticia/na-freguesia-da-estrela-o-orcamento-participativo-acontece-a-toda-a-hora-1729643?page=-1
Na Estrela, propor ideias para a junta executar não tem dia nem hora marcadas
Nesta junta lisboeta, os cidadãos podem apresentar propostas a qualquer momento, através da Internet. Os votos nos projectos podem ser a favor ou contra e valem mais quando forem de moradores da freguesia.
A Junta de Freguesia da Estrela, em Lisboa, lançou um Orçamento Participativo que promete revolucionar o modelo de funcionamento destes instrumentos de democracia participativa. Através de uma plataforma criada para o efeito, os cidadãos podem apresentar a qualquer momento as suas propostas, que serão analisadas pela junta assim que atinjam um determinado número de votos.
Na plataforma electrónica Estrela Participa, que entrou em funcionamento na segunda-feira, os interessados podem, “todos os dias da semana, todas as semanas do ano”, sugerir projectos que gostassem de ver concretizados e votar em ideias apresentadas por outros. Para tal é preciso fazer um registo prévio no site da junta de freguesia.
O presidente da autarquia fala numa “revolução”. “O orçamento participativo é uma ideia da década de 90. Estamos em 2016”, salientou Luís Newton em declarações ao PÚBLICO, defendendo que é tempo de disponibilizar “ferramentas que não limitem a comunidade” e que permitam que as pessoas “possam de facto intervir”.
Nesse sentido, no Orçamento Participativo da Estrela não há prazos definidos para a apresentação de propostas, para a sua apreciação técnica ou para a votação. “Acontece a toda a hora, as pessoas não têm que esperar por uma altura do ano. Está aberto o tempo todo”, frisa o autarca social-democrata.
Mas afinal como é que funciona este orçamento participativo? É simples: a partir do momento em que as pessoas inscrevam no Estrela Participa as suas propostas elas passam a poder receber os votos de outras pessoas. Esses votos podem ser a favor ou contra e valem por três se forem feitos por um morador da freguesia e por um nas restantes situações.
Quando uma determinada proposta atingir os mil votos a favor (ou “um diferencial” de mil votos entre as pronúncias favoráveis e as desfavoráveis) ela passa, como explica Luís Newton, para a fase seguinte: a de avaliação e orçamentação da ideia, passo que compreende também uma reunião com o proponente.
O presidente da junta nota que, ao contrário do que acontece nos outros processos de orçamento participativo, na Estrela não foi estabelecido qualquer valor monetário a dedicar a esta iniciativa. “No limite todo o orçamento da junta podia estar alocado às propostas dos cidadãos”, resume.
Esta quarta-feira eram três os projectos já submetidos. Um deles sugere a promoção da Tapada das Necessidades “como espaço livre de eleição em Lisboa para a realização de diversos tipos de eventos, tanto ao ar livre como nos espaços interiores disponíveis”. Outro pede que seja criada na Praça da Estrela, junto ao jardim e à basílica, "um espaço" para "deixar as bicicletas dos miúdos guardadas", a troco de "um pagamento mensal ou anual".
Uma terceira proposta defende a criação de uma estação de metro na Avenida Infante Santo. “Os transportes são débeis e o trânsito em horas de ponta torna-se muito complicado”, argumenta o proponente, acrescentando que está em causa “uma alternativa ecológica que aumentaria a mobilidade dos residentes e reduziria muitos carros”.
Luís Newton reconhece que uma eventual expansão do Metropolitano de Lisboa para que chegue a esta zona da capital extravasa as competências do órgão autárquico a que preside mas garante que caso a proposta conquiste mil votos lutará pela sua concretização junto das entidades competentes. O mesmo promete fazer com projectos que dependam da câmara.
Além da Estrela, há outras juntas de freguesia da capital que também têm orçamentos participativos. São exemplo disso Arroios, Olivais, Benfica, Misericórdia e Penha de França.
No caso da Misericórdia, o vencedor da primeira edição, que se realizou em 2016, foi um projecto intitulado “Xixi na rua, não!”. A ideia foi apresentada pela Associação de Moradores Aqui Mora Gente e, como se explica no site da junta de freguesia, passa pela “pintura de locais estratégicos com tinta super hidrofóbica”, “um revestimento repelente de qualquer tipo de líquido”. Além disso, está prevista “a elaboração de sinalética anti urina” num conjunto de artérias: Largo de Camões, Rua das Flores, Beco dos Apóstolos, Largo dos Stephens, Travessa do Alecrim, Largo de São Paulo, Rua dos Remolares e Rua da Ribeira Nova.
Quanto a Benfica, a quarta edição terminou em Outubro passado e contou com a participação de 463 pessoas. A proposta mais votada foi a instalação de um telheiro na Escola Básica Jorge Barradas, “para protecção das crianças nos dias de chuva”.
Tanto no caso da Misericórdia como no de Benfica o regulamento dos orçamentos participativos estabelece um calendário para as diferentes fases do processo e uma verba pré-definida para a concretização das ideias que conquistem mais votos.
https://www.publico.pt/local/noticia/na-freguesia-da-estrela-o-orcamento-participativo-acontece-a-toda-a-hora-1729643?page=-1
Na Estrela, propor ideias para a junta executar não tem dia nem hora marcadas
Nesta junta lisboeta, os cidadãos podem apresentar propostas a qualquer momento, através da Internet. Os votos nos projectos podem ser a favor ou contra e valem mais quando forem de moradores da freguesia.
A Junta de Freguesia da Estrela, em Lisboa, lançou um Orçamento Participativo que promete revolucionar o modelo de funcionamento destes instrumentos de democracia participativa. Através de uma plataforma criada para o efeito, os cidadãos podem apresentar a qualquer momento as suas propostas, que serão analisadas pela junta assim que atinjam um determinado número de votos.
Na plataforma electrónica Estrela Participa, que entrou em funcionamento na segunda-feira, os interessados podem, “todos os dias da semana, todas as semanas do ano”, sugerir projectos que gostassem de ver concretizados e votar em ideias apresentadas por outros. Para tal é preciso fazer um registo prévio no site da junta de freguesia.
O presidente da autarquia fala numa “revolução”. “O orçamento participativo é uma ideia da década de 90. Estamos em 2016”, salientou Luís Newton em declarações ao PÚBLICO, defendendo que é tempo de disponibilizar “ferramentas que não limitem a comunidade” e que permitam que as pessoas “possam de facto intervir”.
Nesse sentido, no Orçamento Participativo da Estrela não há prazos definidos para a apresentação de propostas, para a sua apreciação técnica ou para a votação. “Acontece a toda a hora, as pessoas não têm que esperar por uma altura do ano. Está aberto o tempo todo”, frisa o autarca social-democrata.
Mas afinal como é que funciona este orçamento participativo? É simples: a partir do momento em que as pessoas inscrevam no Estrela Participa as suas propostas elas passam a poder receber os votos de outras pessoas. Esses votos podem ser a favor ou contra e valem por três se forem feitos por um morador da freguesia e por um nas restantes situações.
Quando uma determinada proposta atingir os mil votos a favor (ou “um diferencial” de mil votos entre as pronúncias favoráveis e as desfavoráveis) ela passa, como explica Luís Newton, para a fase seguinte: a de avaliação e orçamentação da ideia, passo que compreende também uma reunião com o proponente.
O presidente da junta nota que, ao contrário do que acontece nos outros processos de orçamento participativo, na Estrela não foi estabelecido qualquer valor monetário a dedicar a esta iniciativa. “No limite todo o orçamento da junta podia estar alocado às propostas dos cidadãos”, resume.
Esta quarta-feira eram três os projectos já submetidos. Um deles sugere a promoção da Tapada das Necessidades “como espaço livre de eleição em Lisboa para a realização de diversos tipos de eventos, tanto ao ar livre como nos espaços interiores disponíveis”. Outro pede que seja criada na Praça da Estrela, junto ao jardim e à basílica, "um espaço" para "deixar as bicicletas dos miúdos guardadas", a troco de "um pagamento mensal ou anual".
Uma terceira proposta defende a criação de uma estação de metro na Avenida Infante Santo. “Os transportes são débeis e o trânsito em horas de ponta torna-se muito complicado”, argumenta o proponente, acrescentando que está em causa “uma alternativa ecológica que aumentaria a mobilidade dos residentes e reduziria muitos carros”.
Luís Newton reconhece que uma eventual expansão do Metropolitano de Lisboa para que chegue a esta zona da capital extravasa as competências do órgão autárquico a que preside mas garante que caso a proposta conquiste mil votos lutará pela sua concretização junto das entidades competentes. O mesmo promete fazer com projectos que dependam da câmara.
Além da Estrela, há outras juntas de freguesia da capital que também têm orçamentos participativos. São exemplo disso Arroios, Olivais, Benfica, Misericórdia e Penha de França.
No caso da Misericórdia, o vencedor da primeira edição, que se realizou em 2016, foi um projecto intitulado “Xixi na rua, não!”. A ideia foi apresentada pela Associação de Moradores Aqui Mora Gente e, como se explica no site da junta de freguesia, passa pela “pintura de locais estratégicos com tinta super hidrofóbica”, “um revestimento repelente de qualquer tipo de líquido”. Além disso, está prevista “a elaboração de sinalética anti urina” num conjunto de artérias: Largo de Camões, Rua das Flores, Beco dos Apóstolos, Largo dos Stephens, Travessa do Alecrim, Largo de São Paulo, Rua dos Remolares e Rua da Ribeira Nova.
Quanto a Benfica, a quarta edição terminou em Outubro passado e contou com a participação de 463 pessoas. A proposta mais votada foi a instalação de um telheiro na Escola Básica Jorge Barradas, “para protecção das crianças nos dias de chuva”.
Tanto no caso da Misericórdia como no de Benfica o regulamento dos orçamentos participativos estabelece um calendário para as diferentes fases do processo e uma verba pré-definida para a concretização das ideias que conquistem mais votos.
quarta-feira, 20 de abril de 2016
Pataieira nomeada diretora de Centro de Emperego
A notícia em: https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/paula-vaz-e-nova-directora-do-centro-de-emprego-de-leiria-3745
Paula Vaz é a nova directora do Centro de Emprego de Leiria
Ana Elisa Santos, de Leiria, e Alzira Henriques, de Alcobaça, foram nomeadas para directoras dos Centros de Emprego de Lisboa e do Médio Tejo (Tomar), respectivamente.
Antiga directora do Centro de Emprego de Alcobaça, Paula Cristina da Silva Vaz é a nova directora do Centro de Emprego e Formação (CEFP) de Leiria, substituindo no cargo Lídia Matos Almeida. O despacho de nomeação foi publicado na semana passada, em Diário da República.
Por seu lado, Alzira Henriques, de Alcobaça, iniciou recentemente funções como directora do CEFP do Médio Tejo, que tem sede em Tomar. Além da ligação a Alcobaça, as duas dirigentes têm em comum a proximidade ao PS, sendo que Alzira Henriques ainda se mantém em funções como presidente do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas de Leiria.
A também socialista Ana Elisa Santos, de Leiria, foi nomeada para a liderança do Centro de Emprego de Lisboa.
Licenciada em Gestão de Recursos Humanos, Paula Vaz, 42 anos, iniciou actividade profissional na Câmara de Alcobaça como técnica na sua área de formação. Em 2001, iniciou funções como técnica superior de emprego, primeiro no Centro de Emprego de Leiria e depois no de Alcobaça. Neste último, exerceu o cargo de directora entre 2005 e 2012. Actualmente, integrava a unidade de formação do CEFP de Leiria.
Paula Vaz é a nova directora do Centro de Emprego de Leiria
Ana Elisa Santos, de Leiria, e Alzira Henriques, de Alcobaça, foram nomeadas para directoras dos Centros de Emprego de Lisboa e do Médio Tejo (Tomar), respectivamente.
Antiga directora do Centro de Emprego de Alcobaça, Paula Cristina da Silva Vaz é a nova directora do Centro de Emprego e Formação (CEFP) de Leiria, substituindo no cargo Lídia Matos Almeida. O despacho de nomeação foi publicado na semana passada, em Diário da República.
Por seu lado, Alzira Henriques, de Alcobaça, iniciou recentemente funções como directora do CEFP do Médio Tejo, que tem sede em Tomar. Além da ligação a Alcobaça, as duas dirigentes têm em comum a proximidade ao PS, sendo que Alzira Henriques ainda se mantém em funções como presidente do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas de Leiria.
A também socialista Ana Elisa Santos, de Leiria, foi nomeada para a liderança do Centro de Emprego de Lisboa.
Licenciada em Gestão de Recursos Humanos, Paula Vaz, 42 anos, iniciou actividade profissional na Câmara de Alcobaça como técnica na sua área de formação. Em 2001, iniciou funções como técnica superior de emprego, primeiro no Centro de Emprego de Leiria e depois no de Alcobaça. Neste último, exerceu o cargo de directora entre 2005 e 2012. Actualmente, integrava a unidade de formação do CEFP de Leiria.
terça-feira, 19 de abril de 2016
ABEOTL Pataias - "Aldeia Nova" apresentada a deputada
A notícia na edição 1182 do Região de Cister de 14 de abril de 2016
Pataias - na passada terça-feira
Deputada Odete João visita ABEOTL e conhece desafios da instituição
A deputada Odete João, eleita pelo Partido Socialista no círculo de Leiria, visitou as instalações da Associação de Bem Estar e Ocupação de Tempos Livres de Pataias (ABEOTL) na passada terça-feira para conhecer de perto os desafios e os projetos da instituição.
Em declarações ao REGIÃO DE CISTER, Odete João enalteceu o trabalho da Direção e dos funcionários da instituição, que resultou “numa evolução bem estruturada da evolução da resposta social” aos membros da comunidade. A socialista tinha estado nas instalações da ABEOTL há “cerca de cinco anos”, quando a instituição ainda não operava a valência de lar de terceira idade. Razão que levou a deputada a reconhecer o “crescimento” da ABEOTL, encarando com otimismo a lista de desafios da associação, apresentada por vários membros da Direção.
Por sua vez, os dirigentes da IPSS aproveitaram a visita para apresentar à deputada o projeto de construção de residências assistidas, apelidada de “Aldeia Nova”. O projeto contempla duas fases: a primeira em que serão construídas 14 moradias unifamiliares, dois edifícios com oito apartamentos T1, um restaurante, uma capela e um pavilhão multiusos. Na segunda fase serão construídas 18 moradias unifamiliares. Trata-se de um complexo, que deverá nascer num terreno com mais de 36 hectares nas traseiras da instituição.
Comentário
«36 hectares nas traseiras da instituição», isto é, em terrenos públicos de Reserva Ecológica, sitos na Alva de Pataias (regime florestal parcial), junto à lagoa.
Quanto mais ouço falar neste projeto, mais dúvidas tenho.
Qual é a contrapartida para Pataias, para a freguesia e para a sua população, pela cedência de 36 hectares de terrenos públicos a uma entidade privada?
Em que condições serão cedidos esses 36 hectares?
Por quanto tempo? Definitivamente? Por um conjunto de anos?
Se é temporário, em que condições se fará a reversão da propriedade dos terrenos?
Porque desconheço, a ABEOTL Pataias é uma instituição privada sem fins lucrativos?
Porque desconheço, está reconhecido à ABEOTL Pataias o estatuto de "utilidade pública"?
Mas principalmente, que contrapartidas oferece a ABEOTL Pataias, à freguesia e à população, pela apropriação e uso em proveito próprio desses 36 hectares?
No fim de respondidas estas questões, pode iniciar-se a discussão da cedência, ou não, dos terrenos.
Até lá, NÃO.
Pataias - na passada terça-feira
Deputada Odete João visita ABEOTL e conhece desafios da instituição
A deputada Odete João, eleita pelo Partido Socialista no círculo de Leiria, visitou as instalações da Associação de Bem Estar e Ocupação de Tempos Livres de Pataias (ABEOTL) na passada terça-feira para conhecer de perto os desafios e os projetos da instituição.
Em declarações ao REGIÃO DE CISTER, Odete João enalteceu o trabalho da Direção e dos funcionários da instituição, que resultou “numa evolução bem estruturada da evolução da resposta social” aos membros da comunidade. A socialista tinha estado nas instalações da ABEOTL há “cerca de cinco anos”, quando a instituição ainda não operava a valência de lar de terceira idade. Razão que levou a deputada a reconhecer o “crescimento” da ABEOTL, encarando com otimismo a lista de desafios da associação, apresentada por vários membros da Direção.
Por sua vez, os dirigentes da IPSS aproveitaram a visita para apresentar à deputada o projeto de construção de residências assistidas, apelidada de “Aldeia Nova”. O projeto contempla duas fases: a primeira em que serão construídas 14 moradias unifamiliares, dois edifícios com oito apartamentos T1, um restaurante, uma capela e um pavilhão multiusos. Na segunda fase serão construídas 18 moradias unifamiliares. Trata-se de um complexo, que deverá nascer num terreno com mais de 36 hectares nas traseiras da instituição.
Comentário
«36 hectares nas traseiras da instituição», isto é, em terrenos públicos de Reserva Ecológica, sitos na Alva de Pataias (regime florestal parcial), junto à lagoa.
Quanto mais ouço falar neste projeto, mais dúvidas tenho.
Qual é a contrapartida para Pataias, para a freguesia e para a sua população, pela cedência de 36 hectares de terrenos públicos a uma entidade privada?
Em que condições serão cedidos esses 36 hectares?
Por quanto tempo? Definitivamente? Por um conjunto de anos?
Se é temporário, em que condições se fará a reversão da propriedade dos terrenos?
Porque desconheço, a ABEOTL Pataias é uma instituição privada sem fins lucrativos?
Porque desconheço, está reconhecido à ABEOTL Pataias o estatuto de "utilidade pública"?
Mas principalmente, que contrapartidas oferece a ABEOTL Pataias, à freguesia e à população, pela apropriação e uso em proveito próprio desses 36 hectares?
No fim de respondidas estas questões, pode iniciar-se a discussão da cedência, ou não, dos terrenos.
Até lá, NÃO.
Incêndio na Zona Industrial de Pataias
A notícia na edição 1182 do Região de Cister de 14 de abril de 2016
Pataias - trabalhos no local prolongaram-se durante mais de dez horas
Incêndio industrial mobiliza 37 bombeiros de nove corporações
Um incêndio deflagrou, ao fim da tarde da passada segunda-feira, numa empresa de recolha e tratamento de resíduos, na Zona Industrial de Pataias, obrigando à mobilização de 37 bombeiros de nove corporações da região.
O alerta foi dado por volta das 16 horas, devido à presença de chamas no parque da empresa. “Chegámos ao local e deparámo-nos com um monte de resíduos em fim de vida, nomeadamente latas, telhas sanduiche, entre outros materiais que estavam ao monte à espera de seguir para a reciclagem”, adiantou o comandante dos Bombeiros Voluntários de Pataias ao REGIÃO DE CISTER. “Foi um combate difícil e demorado devido ao tipo de matéria em chamas”, acrescentou Nélio Gomes.
Apesar de não terem estado outras empresas em risco, nem quaisquer feridos a registar, o trabalho dos bombeiros foi prolongado durante várias horas, por se tratar de uma área com “toneladas de resíduos e dada a natureza inflamável dos resíduos com que a fábrica opera”. Segundo o comandante dos Bombeiros da vila, as operações terminaram por volta das 2:30 da manhã.
Os elementos deslocaram-se ao local apoiados por 13 viaturas das corporações de Pataias, Alcobaça, Marinha Grande, São Martinho do Porto, Nazaré, Batalha, Maceira, Benedita e Juncal.
A equipa de combate ao incêndio industrial, cujas causas são ainda desconhecidas, foi também apoiada, durante a tarde, por uma viatura de espumífero, ativada depois de ter sido afastado o perigo de utilização daquele produto, dada a quantidade e diversidade de materiais depositados na sucata.
Os bombeiros foram ainda apoiados por duas máquinas da empresa na remoção dos resíduos, para que os soldados da paz pudessem fazer o arrefecimento do material ardido.
Pataias - trabalhos no local prolongaram-se durante mais de dez horas
Incêndio industrial mobiliza 37 bombeiros de nove corporações
Um incêndio deflagrou, ao fim da tarde da passada segunda-feira, numa empresa de recolha e tratamento de resíduos, na Zona Industrial de Pataias, obrigando à mobilização de 37 bombeiros de nove corporações da região.
O alerta foi dado por volta das 16 horas, devido à presença de chamas no parque da empresa. “Chegámos ao local e deparámo-nos com um monte de resíduos em fim de vida, nomeadamente latas, telhas sanduiche, entre outros materiais que estavam ao monte à espera de seguir para a reciclagem”, adiantou o comandante dos Bombeiros Voluntários de Pataias ao REGIÃO DE CISTER. “Foi um combate difícil e demorado devido ao tipo de matéria em chamas”, acrescentou Nélio Gomes.
Apesar de não terem estado outras empresas em risco, nem quaisquer feridos a registar, o trabalho dos bombeiros foi prolongado durante várias horas, por se tratar de uma área com “toneladas de resíduos e dada a natureza inflamável dos resíduos com que a fábrica opera”. Segundo o comandante dos Bombeiros da vila, as operações terminaram por volta das 2:30 da manhã.
Os elementos deslocaram-se ao local apoiados por 13 viaturas das corporações de Pataias, Alcobaça, Marinha Grande, São Martinho do Porto, Nazaré, Batalha, Maceira, Benedita e Juncal.
A equipa de combate ao incêndio industrial, cujas causas são ainda desconhecidas, foi também apoiada, durante a tarde, por uma viatura de espumífero, ativada depois de ter sido afastado o perigo de utilização daquele produto, dada a quantidade e diversidade de materiais depositados na sucata.
Os bombeiros foram ainda apoiados por duas máquinas da empresa na remoção dos resíduos, para que os soldados da paz pudessem fazer o arrefecimento do material ardido.
Reunião de Câmara - Assuntos sobre a freguesia
Do blogue de Rogério Raimundo, as informações relativas à União de Freguesias de Pataias e Martingança, na reunião (extraordinária) da Câmara Municipal de 15 de abril de 2016
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2016/04/55665abril2016722-12rc2016extraordinari.html
Av Rainha Santa Isabel
Apresentado novo projeto de intervenção na Av. Rainha Santa Isabel, feito pela empresa Aquavia
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2016/04/55665abril2016722-12rc2016extraordinari.html
Av Rainha Santa Isabel
Apresentado novo projeto de intervenção na Av. Rainha Santa Isabel, feito pela empresa Aquavia
segunda-feira, 18 de abril de 2016
domingo, 17 de abril de 2016
Burinhosa vence
O CCRD Burinhosa regressou às vitórias ao vencer fora o SL Olivais por 2-1.
Com esta vitória, a equipa burinhosense cimentou o 4º lugar com 42 pontos (24J;12V6E6D;73-75), quando faltam apenas duas jornadas para o fim da fase regular do play-off.
A equipa tem assegurada a presença no play-off, onde deverá defrontar o Modicus (0-5;6-2) ou o Fundão (3-3;0-0).
Mais informações em: http://www.zerozero.pt/edition.php?jornada_in=24&id_edicao=88276&fase=83368
Com esta vitória, a equipa burinhosense cimentou o 4º lugar com 42 pontos (24J;12V6E6D;73-75), quando faltam apenas duas jornadas para o fim da fase regular do play-off.
A equipa tem assegurada a presença no play-off, onde deverá defrontar o Modicus (0-5;6-2) ou o Fundão (3-3;0-0).
Mais informações em: http://www.zerozero.pt/edition.php?jornada_in=24&id_edicao=88276&fase=83368
sábado, 16 de abril de 2016
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