Para sugestões, comentários, críticas e afins: sapinhogelasio@gmail.com

quinta-feira, 27 de outubro de 2022

Deslocalização do centro de vacinação da Covid-19

A informação em:

https://www.cm-alcobaca.pt/pt/noticias/28487/deslocalizacao-do-centro-de-vacinacao-da-covid-19.aspx


Informam-se os munícipes da deslocalização do Centro de Vacinação da COVID-19 para o Pavilhão 6 da Cooperativa Agrícola de Alcobaça (conhecida como Sala da Debulhadora). As novas instalações entrarão em funcionamento a partir do dia 26 de outubro (quarta-feira) com o seguinte horário:

Terça a Sábado

09h30-17h00

segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Centro Escolar de Pataias

A notícia em:

https://www.regiaodeleiria.pt/2022/10/futuro-centro-escolar-de-pataias-esta-aprovado-e-vai-custar-5-milhoes/


ALCOBAÇA

Futuro Centro Escolar de Pataias está aprovado e vai custar 5 milhões de euros

Presidente da Câmara de Alcobaça considera aprovação do projeto “um momento histórico para todo o concelho”



A requalificação e ampliação da Escola Básica 2/3 de Pataias, no concelho de Alcobaça, foi aprovada em reunião de câmara, num projeto que dará origem ao futuro Centro Escolar de Pataias, que implica um investimento de cerca de 5 milhões euros, anunciou o município.

O projeto foi votado favoravelmente na reunião do executivo de 18 de outubro e prevê a requalificação dos quatro corpos existentes, segundo nota divulgada pela Câmara de Alcobaça. Está prevista a construção de um novo edifício para servir funções administrativas e um auditório.

O Centro Escolar de Pataias contempla três salas para a Pré-escola, 12 para o 1º Ciclo, oito para o 2ª ciclo (três delas partilhadas com o 1ª Ciclo) e 12 para o 3ª Ciclo de ensino.

Entre as alterações, destaque para as que dizem respeito à acessibilidade, nomeadamente preparando a instalação para alunos e professores com dificuldades motoras. A nível da entrada, está prevista uma alteração, propondo-se que a mesma aconteça pelo lado norte, num espaço coberto.

“Esta obra representa um passo importante e significativo para a conclusão da Carta Escolar assim como a garantia que os jovens de Pataias terão condições de ensino de excelência, as mesmas que os alunos das freguesias dotadas de centros escolares já beneficiam”, justifica o presidente da Câmara de Alcobaça, Hermínio Rodrigues, citado na nota difundida pelo município.

O autarca considera a aprovação do projeto “um momento histórico para todo o concelho de Alcobaça, em particular para a União de Freguesias de Pataias e Martinganças” pelo que significa em termos de “igualdade de oportunidades, neste caso a nível da educação”.

sábado, 15 de outubro de 2022

À pata aias

 Crónica no Pataias à Letra, edição nº 21, outubro 2022


O regresso

 

De acordo com os dados ainda provisórios do INE para os Censos de 2021, a população jovem residente na União de Freguesias de Pataias e Martingança regista 749 habitantes até aos 14 anos. Este número representa uma diminuição de 13,2% relativamente aos valores de 2011 e de 19,2% para o ano de 2001. Por outras palavras, a UFPM perdeu 1 em cada 5 jovens com menos de 14 anos desde o início do século.

Estes dados são especialmente importantes quando se discute novamente o hipotético Centro Escolar de Pataias que. alegadamente, transformará a EB2,3 de Pataias num estabelecimento que integrará alunos do pré-escolar ao 9º ano. O desafio que se coloca para a próxima década no ensino em Pataias, será, a este ritmo, assegurar o número de alunos suficientes para que não haja a tentação de fechar ciclos de ensino por falta de “clientes”.

As atuais instalações da EB2,3 de Pataias padecem de 40 anos de uso intensivo. Eles eram os estores partidos e que não abriam; eles são os bocados de teto que caem nos átrios dos blocos; eles são as salas de aula geladas no inverno e muito quentes no verão; eles são as casas de banho degradadas; eles são a rede de saneamento obsoleta e a falta de pressão de água nas canalizações; eles são os projetores que trabalham dia-sim dia-não; eles são os computadores com 15 anos; eles são as redes informáticas e de internet e o acesso wi-fi que funcionam maravilhosamente numa noite seca de sábado para domingo; eles são os balneários do pavilhão e a falta recorrente de água quente; eles são a falta constante de funcionários. E poderia continuar.

As novas instalações, espera-se, darão resposta a grande parte dos problemas estruturais agora existentes. Mas a reabilitação das atuais instalações para os próximos 40 anos terá também de ser sinónimo de novas valências agora em falta: sala específica para aprendizagem de música, laboratórios funcionais e anfiteatro com capacidade para 200 pessoas (o atual número máximo de alunos por ciclo de ensino). A eficiência energética das novas instalações e o aproveitamento das águas pluviais para rega são também dois importantes aspetos a considerar.

Como sempre, as obras que são feitas em Pataias são “segredo de estado”. Dizer que ninguém conhece o projeto é um exagero. Mas referir que quem será diretamente afetado por ele (professores, alunos, funcionários, encarregados de educação) o desconhece, é uma certeza. Entretanto, o presidente da Câmara anunciou em Assembleia Municipal que o concurso público será levado a reunião até ao final do mês de outubro.

Em contraciclo, a população com mais de 65 anos registou um acréscimo de 22,7% deste 2011 e 41,2% desde 2001. Quando preocupados com o futuro não podemos esquecer o presente, e o presente, atualmente, são os idosos.

Setembro é também a data de regresso às aulas na Universidade Sénior de Pataias. Quase uma centena de alunos, quase trinta disciplinas. Os impactos na vida dos alunos e das suas famílias são inquantificáveis. Pena é que o mérito, o trabalho e os resultados não sejam reconhecidos devidamente e que a cultura e a educação continuem a ser encarados como uma filha (bastarda) menor.

quinta-feira, 15 de setembro de 2022

À pata aias

 Crónica no Pataias à Letra, edição nº 20, setembro 2022


A valorização da floresta

 

Ao contrário de outros países, a floresta nacional assume caraterísticas distintas: regime de monocultura (eucaliptais, pinhais – bravo ou manso –, montado de sobro ou azinho); grande número de propriedade privada; pequeno tamanho da propriedade florestal; ausência de cadastro. Por outras palavras, os terrenos são pequenos, muitos deles não se sabe a quem pertencem e são ocupados por uma única espécie arbórea, quase sempre em grandes manchas contínuas.

Uma proposta para resolução do problema dos incêndios será intervir nestes domínios.

O primeiro passo será a elaboração do cadastro florestal (identificação e georreferenciação da propriedade), ou seja, saber «de quem é este terreno?».

Determinada a propriedade, será estabelecer uma política de emparcelamento, agregando os pequenos terrenos florestais em terrenos únicos, pois as novas propriedade florestais daí resultantes, pela sua dimensão, permitirão uma gestão florestal mais eficaz. Quer coletiva, quer individualmente.

De seguida, a elaboração de planos de gestão florestal que contemplem áreas de produção florestal, áreas de proteção de biodiversidade e áreas “tampão” para prevenção e combate aos incêndios. Esta gestão florestal poderia ser agregada em grandes áreas através do que hoje se conhece como ZIF – Zonas de Intervenção Florestal. Nestas ZIF, que agregariam os diversos proprietários, a gestão florestal e os resultados da mesma obedeceriam ao princípio da perequação, ou seja, uma receita total a ser distribuída equitativamente pelos diversos proprietários em função da área respetiva.

Este princípio da perequação, adotado em grandes operações urbanísticas, permitiria que numa vasta área territorial pudessem coexistir diversas manchas arbóreas (homogéneas ou heterogéneas), com diferentes ritmos de crescimento e «zonas tampão». Por exemplo, os proprietários das «zonas tampão» apesar de não terem árvores, receberiam a sua parte do rendimento florestal pois os seus terrenos são usados para proteger a restante floresta.

Só desta forma, através do ordenamento territorial e da gestão florestal integrada, podem ser criados mecanismos de defesa da floresta. Isso acabará com os incêndios? Não.

A profissionalização dos bombeiros, a existência estatal de meios aéreos suficientes, a reorganização dos “guardas florestais” são outras das necessidades prementes. O reconhecimento pelo Estado que a época dos incêndios, dadas as nossas caraterísticas climáticas é, atualmente, de 1 de janeiro a 31 de dezembro. À semelhança da educação e da saúde, não basta dizer que são importantes: é preciso investir, reequipar, requalificar, aumentar salários.

Finalmente, valorizar a floresta. A indústria de base florestal e a produção silvícola valem cerca de 10 mil milhões de euros/ano, em média (2016-2021), equivalente até 4% do PIB e até 7% das exportações. Há dados que nos indicam que a área florestal tem diminuído cerca de 600 ha/ano. Mas a grande questão coloca-se: destes milhões, quantos chegam às centenas de  milhar de pequenos proprietários, responsáveis pela produção florestal?

Para reflexão: durante grande parte do século XX, os fornos da cal foram alimentados com mato e motano dos pinhais. Os pinhais, desde a sua plantação até ao corte, significavam rendimento: no corte do mato, no motano, na resina. A biomassa era gerida e o excesso retirado. Os proprietários florestais recebiam por ter os pinhais. Atualmente, como é que é?

Durante esse período, quantos grandes incêndios florestais houve em Pataias?


quarta-feira, 7 de setembro de 2022

Igualdade de Género e Violência

 A notícia em: https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/projecto-inespedro-sensibiliza-comunidade-escolar-sobre-igualdade-de-genero-e-violencia


SOCIEDADE

Projecto Inês=Pedro? sensibiliza comunidade escolar sobre igualdade de género e violência


Iniciativa, que decorre em Alcobaça, já se materializou em cerca de 160 sessões se sensibilização

O projecto Inês=Pedro?, que decorre no concelho de Alcobaça, já se materializou num conjunto de cerca de 160 sessões de sensibilização, realizadas em 2021 e 2022, no Agrupamento de Escolas de São Martinho do Porto, na Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Cister e na Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Alcobaça.

Numa nota emitida na página de Facebook do Município de Alcobaça, Hermínio Rodrigues, presidente da autarquia, informa que esta iniciativa teve impacto em "cerca de 700 membros da comunidade (pais, alunos, professores e auxiliares), tendo como objectivo primordial a mitigação dos preconceitos em torno das questões da igualdade de género e da violência das relações interpessoais/violência doméstica".

"As sessões nas escolas foram levadas a cabo por técnicos e artistas locais, que de uma forma inovadora e criativa, transmitiram uma mensagem de grande responsabilidade e de alerta para as problemáticas em questão", expõe o autarca.

No próximo dia 22 de Setembro será lançado o vídeo final deste projecto, adianta ainda Hermínio Rodrigues.

terça-feira, 6 de setembro de 2022

Alocbaça - quebra da produção agrícola

 A notícia em: https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/maca-de-alcobaca-horticolas-e-vinho-com-quebras-de-producao-devido-a-seca


Maçã de Alcobaça, hortícolas e vinho com quebras de produção devido à seca


A campanha da Maçã de Alcobaça vai ficar marcada por uma descida de 20% na produção. Também os produtores de vinho estão a sofrer devido à seca, prevendo uma quebra entre 10 a 15%

Por estes dias, os pomares começam a encher-se de gente para a colheita da Maçã de Alcobaça.

Mas este ano a campanha vai saldar-se por uma redução na quantidade, que o presidente da associação de produtores estima que ronde os 20%. A culpa é da seca e das temperaturas “extremamente altas” que se têm feito sentir na região.

Já em Abril se previa “um ano de recursos hídricos deficientes devido à ausência chuva no Inverno”, recorda Jorge Soares, adiantando que se implementaram “inúmeras medidas restritivas e de poupança de água”.

“Foi um milagre para muitos fruticultores terem conseguido manter vivas as plantas e as maçãs até a colheita”, sublinha.

segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Água de Madeiros - Limpeza da praia

 A notícia em: https://www.jn.pt/local/noticias/leiria/marinha-grande/500-voluntarios-limpam-praias-da-marinha-grande-15135975.html

"500 Magalhães com Pé n"Areia"

500 voluntários limpam praias da Marinha Grande

A Câmara da Marinha Grande quer mobilizar 500 voluntários para limparem as nove praias do concelho, no dia 11 de setembro, entre as 9 às 12 horas. A iniciativa "500 Magalhães com Pé n"Areia" pretende associar-se às comemorações do V Centenário da Primeira Viagem de Circum-Navegação de Fernão de Magalhães.

Aurélio Ferreira, presidente da Autarquia, explica ao JN que conheceu elementos da Estrutura de Missão do V Centenário Fernão de Magalhães, quando tomaram a iniciativa de plantar 500 pinheiros no Pinhal de Leiria, que perdeu 86% da área nos incêndios de outubro de 2017. "Perguntei-lhes por que não fazer um evento no verão, que tivesse uma relação com o mar", conta o autarca.

O repto foi aceite e foi assim que surgiu a ideia de fazer uma ação de limpeza na Praia Norte da Vieira, Praia da Vieira, Praia do Samouco, Praia das Pedras Negras, Praia Velha (ponto de encontro), Praia da Concha, Praia São Pedro de Moel, Praia das Valeiras e Praia Água de Madeiros.

Embora não saiba precisar quantas inscrições têm até ao momento, Aurélio Ferreira garante que "as pessoas estão muito entusiasmadas", pelo que acredita que conseguirão reunir 500 voluntários, até porque foram mobilizadas escolas e associações. "O Motoclube da Marinha Grande disponibilizou-se para limpar a praia da Concha", adianta.

Partida da Praia Velha.

domingo, 4 de setembro de 2022

Bombeiros de Pataias: Equipas de Intervenção Permanente

 A notícia em: https://jornaldascaldas.pt/2022/09/04/bombeiros-de-pataias-reforcam-intervencao/


Bombeiros de Pataias reforçam intervenção


Entrou em funções no dia 1 de setembro a segunda equipa de intervenção permanente (EIP) dos Bombeiros Voluntários de Pataias que vê assim reforçada a resposta operacional.


Composta por cinco elementos, trata-se, segundo a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Pataias, de “uma aposta assente na profissionalização dos operacionais, em parceria com Câmara Municipal de Alcobaça e a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil”.

As EIP são equipas que se destinam ao cumprimento de missões no âmbito da Proteção Civil. Os bombeiros que integram estas equipas são caraterizados pela elevada especialização, com competências em valências diferenciadas para atuarem em diferentes cenários.

sábado, 3 de setembro de 2022

Coreia do Sul visita município

A notícia em: https://www.comercioenoticias.pt/post/comitiva-pol%C3%ADtica-sul-coreana-visitou-a-cidade-de-alcoba%C3%A7a


COMITIVA POLÍTICA SUL-COREANA VISITOU A CIDADE DE ALCOBAÇA

Uma delegação política da cidade metropolitana Ulsan, Coreia do Sul, situada na costa sudeste do país, esteve de visita a Alcobaça na manhã desta segunda-feira, 29 de agosto.

A comitiva foi recebida oficialmente pela vice-presidente, Inês Silva, nos Paços do Concelho e no Museu do Vinho, onde foram abordadas as potencialidades do concelho de Alcobaça a nível de indústria, agricultura e turismo.

O programa de visita da delegação incluiu uma visita ao Museu do Vinho, ao Mercado Municipal, ao Percurso Camoniano, à loja Made In (Chitas de Alcobaça) e ao Mosteiro de Alcobaça.

O intuito da visita, incluída numa digressão Europeia, foi conhecer um pouco da história dos produtos tradicionais e da economia local, avaliando assim medidas de revitalização dos seus mercados tradicionais.

"Foi com muito orgulho que recebemos esta comitiva da Coreia do Sul, que nos procurou como um bom exemplo de oferta das marcas tradicionais, com grande peso económico, ligadas à agricultura, à cerâmica à gastronomia, entre outros setores. São bons contactos que a autarquia deve preservar para futuros intercâmbios”, afirmou o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Hermínio Rodrigues.


sexta-feira, 2 de setembro de 2022

Novo hospital no Oeste

 A notícia completa em: https://jornaldeleiria.pt/noticia/alcobaca-pondera-encaminhar-todos-os-utentes-para-o-centro-hospitalar-de-leiria

Alcobaça pondera encaminhar todos os utentes para o Centro Hospitalar de Leiria

Caso se confirme a construção do hospital do Oeste no Bombarral

Não foi feita nenhuma comunicação final, mas caso se confirme que Bombarral irá receber o futuro hospital do Oeste - como revelou este mês o presidente daquele concelho durante a abertura 37.º Festival do Vinho Português, que terá recebido a informação em reunião com a ministra da Saúde, na presença de outros autarcas - então Alcobaça pondera encaminhar a totalidade da sua população para o Centro Hospitalar de Leiria.

A intenção foi partilhada por Hermínio Rodrigues, presidente do Município de Alcobaça, na passada sexta-feira, à margem da reunião de câmara. O autarca disse ter estranhado a posição tomada por Bombarral, porque não houve ainda uma decisão final sobre a localização do futuro hospital do Oeste.

Considerou ainda que a decisão deve ser tomada pelo Governo, sob pena de os municípios, por si mesmos, não chegarem a um entendimento. Mas reconheceu que, para garantir a “centralidade” da nova infra- estrutura, é mais provável que esta seja criada naquela zona, seja em Bombarral ou em Óbidos [...]

quinta-feira, 1 de setembro de 2022

Maçã de Alcobaça consome menos água

 A notícia em: https://www.agrolink.com.br/noticias/maca-alcobaca-consome-menos-agua_469755.html

Maçã Alcobaça consome menos água

Produtores portugueses afirmam que a variedade Alcobaça usa menos água no cultivo

A maçã é uma excelente fruta para a nossa saúde. Você já ouviu falar sobre a maça de Alcobaça? O produto de origem portuguesa com Indicação Geográfica Protegida pela União Europeia. Sua cor, sabor e textura se diferem das demais variedades. Produtores portugueses afirmam que a variedade Alcobaça usa menos água no cultivo.

De acordo com a Associação de produtores de maçã Alcobaça (APMA), hoje em dia a mesma maçã é produzida com cerca de um quarto de água que era utilizado antigamente”. Sistemas de irrigação são colocados no subsolo das plantações, ligadas as estações meteorológicas. Esse tipo de irrigação permite fornecer a quantidade exata de litros por árvore, sem desperdício”, explica o presidente da APMA Jorge Soares. 

Sessenta litros de água, são usados para o cultivo atualmente, já na Espanha, por exemplo, para produzir um quilo do mesmo fruto, são necessários 250 litros de água. O objetivo dos produtos da APMA é produzir sabor, com as maçãs ecológicas, reduzindo o uso de água para evitar desperdício. Recentemente a  associação de produtores criou um fórum para troca de conhecimentos entre os produtores.

quarta-feira, 31 de agosto de 2022

Vacinação COVID

A notícia em: https://www.regiaodeleiria.pt/2022/08/centros-vao-reabrir-para-campanha-de-vacinacao-covid-19-gripe-sazonal/


Centros vão reabrir para “Campanha de vacinação Covid-19 & Gripe sazonal”

Os utentes devem “verificar a receção do agendamento, confirmando a sua presença”


O Agrupamento de Centros de Saúde Oeste Norte (ACES Oeste Norte) anunciou a “reinstalação dos centros de vacinação Covid -19” em seis concelhos da região, a partir de cinco de setembro.

A medida surge no âmbito da “Campanha de vacinação Covid-19 & Gripe sazonal” e “todos os cidadãos elegíveis irão receber por telefone ou SMS [mensagem] a convocatória para a sua vacina”, informou esta terça-feira, dia 30, a ACES Oeste Norte.

Os utentes devem “verificar a receção do agendamento, confirmando a sua presença”. “Caso não receba qualquer contacto, dirija- se à sua unidade de saúde”, aconselha.


Centros de Vacinação Covid-19


CVC Alcobaça

Mercado Municipal

3ª a sábado, das 9h30 às 17h00


CVC Bombarral

Centro de Saúde

4ª a sábado, das 9h30 às 17h00


CVC Caldas da Rainha/Óbidos

Pavilhão Arneirense - Bairro dos Arneiros

3ª a sábado, das 9h30 às 17h00


CVC Nazaré

Pavilhão. Gimnodesportivo - Associação R. Planalto

4ª a sábado, das 9h30 às 17h00


CVC Peniche

R. d’Azeredo Perdigão

3ª a sábado, das 9h30 às 17h00

terça-feira, 30 de agosto de 2022

 A notícia em: https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/no-proximo-domingo-ha-limpeza-de-praia-em-paredes-da-vitoria


No próximo domingo há limpeza de praia em Paredes da Vitória

No próximo domingo, dia 4 de Setembro, a Praia de Paredes da Vitória, no concelho de Alcobaça, volta a ser percorrida pelos voluntários do grupo One Piece After Another. Desta vez, o grupo irá desenvolver uma acção de limpeza no areal integrada no evento Vitória Surf Challenge.

"Vamos estar presentes no Vitória Surf Challenge e efectuar uma limpeza de praia e também tentar sensibilizar os presentes para o problema do lixo e na urgência de mudanças de hábitos", informa o Grupo One Piece After Another através da sua página de Facebook, onde estende o convite a todos aqueles que queiram participar nesta iniciativa, a realizar a partir das 15 horas de domingo.

Recorde-se que, desde que arrancou com as iniciativas de limpeza nas praias e no pinhal, em 2019, sobretudo nos concelhos de Marinha Grande, Alcobaça e Leiria, este grupo já recolheu mais de quatro toneladas de resíduos.

segunda-feira, 29 de agosto de 2022

 A notícia completa em: https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/chita-electrica-a-nova-aposta-na-mobilidade-de-alcobaca


Chita eléctrica, a nova aposta na mobilidade de Alcobaça

Município quer aumentar número transportes e de circuitos

A Chita eléctrica, veículo com autonomia para 300 quilómetros, é a mais recente aposta da Câmara Municipal de Alcobaça em mobilidade. A última aquisição, “mais amiga do ambiente”, juntou-se à frota urbana do município e teve a sua apresentação pública na passada sexta-feira.

Entre os ilustres passageiros desta viagem inaugural contou-se o presidente da autarquia, Hermínio Rodrigues, vereadores, presidentes de juntas e responsáveis pela Rodoviária do Oeste.

Durante a reunião de câmara, que antecedeu a viagem no novo veículo, Hermínio Rodrigues explicava que é intenção do município continuar a apostar na mobilidade, com mais meios de transporte e com mais circuitos [...]

domingo, 28 de agosto de 2022

 A notícia completa em: https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/vereador-socialista-propoe-gabinete-para-emigrantes-e-imigrantes


Vereador socialista propõe gabinete para emigrantes e imigrantes

António Henriques sugere serviço a adoptar na Câmara de Alcobaça

António Henriques, vereador socialista do Município de Alcobaça, propôs na última reunião de câmara, de sexta-feira, que a autarquia crie um gabinete destinado a apoiar os cidadãos emigrantes e imigrantes, que pretendem residir, trabalhar e investir no concelho.

O autarca alertou para o facto de, findos dois anos de constrangimentos impostos pela pandemia, muitos emigrantes estarem a regressar a Alcobaça, com o objectivo de recuperar as suas habitações e de investir no concelho.[...]

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

À pata aias

 Crónica no Pataias à Letra, edição nº19, agosto 2022


O verão do nosso descontentamento

 

1 – A situação geográfica de Portugal continental, entre outras particularidades, é responsável pelas caraterísticas climáticas do nosso território: clima subtropical seco ou temperado mediterrânico. Por outras palavras, usufruímos de invernos amenos e chuvosos e verões quentes e secos. Neste particular, a estação seca carateriza-se por uma extensão entre os dois e os seis meses. Outra particularidade deste clima é a irregularidade dos regimes pluviométricos (a variação da precipitação ao longo do ano), sendo normal a sucessão de invernos de chuvas abundantes e excessivas, seguidos de verões anormalmente secos. Por outras palavras, as secas são normais, frequentes e cíclicas.

Outro aspeto a considerar são as alterações climáticas. Estas, não são algo para o futuro mas são uma realidade atual. Considerando as normais climatológicas de 1960-1990 com as 1990-2020, constatam-se alterações significativas nos regimes térmicos e pluviométricos. Resumindo: ao longo dos últimos 30 anos o total da precipitação anual é menor; a precipitação ocorre concentrada em curtos períodos temporais, muitas vezes de forma “excessiva”; os períodos de seca são cada vez maiores e mais intensos; a temperatura média é maior; os máximos e mínimos de temperatura mais extremados; as ondas de calor e de frio ocorrem cada vez mais com maior frequência.

Ou seja, na realidade os critérios que levam à definição de “Clima Subtropical Seco ou Temperado Mediterrânico” começam a não se verificar.

2 – A primeira consequência prática destas alterações climáticas são o aumento e frequência dos fenómenos de seca (meteorológica, hídrica e agrícola). A falta de água, quer para a agricultura, quer para o consumo humano, é já uma realidade.

O primeiro passo para enfrentar este problema está relacionado com a gestão da água, nomeadamente com a forma como a gastamos. Cerca de 80% da água captada (barragens, furos, poços) destina-se à agricultura. Dados oficiais indicam que cerca de 45% da água recolhida é desperdiçada, muitas vezes no transporte entre a origem de armazenamento e os pontos de consumo, ou seja, perde-se em fugas. Quarenta e cinco por cento!

É evidente que jardins com tapetes de relva, sistemas agrícolas de regadio intensivo, a concentração de campos de golfe e o mau uso individual deste recurso, contribuem para o agravamento da situação.

3 – Outro flagelo dos nossos verões são os incêndios florestais. E aqui temos três fatores: o clima, com a existência regular de uma estação seca muitas vezes prolongada no tempo e as ondas de calor cada vez mais frequentes; as caraterísticas da floresta, extensamente dominada por regimes de monocultura (nomeadamente o eucalipto e o pinheiro bravo); o fator humano (comportamentos, cadastro, exploração).

As caraterísticas do clima potenciam e tornam inevitáveis a ocorrência cíclica dos incêndios e dificilmente as poderemos controlar. A solução será a adaptação às mesmas.

Essa adaptação passa, necessariamente, pela gestão do território e isso implica: o combate à monocultura florestal e a necessária diversificação de espécies; a identificação cadastral, associada a medidas como o emparcelamento; mecanismos de gestão florestal integrada e associativa que garantam ao mesmo tempo rendimento aos proprietários e mecanismos de proteção da floresta (com sistemas de perequação); os recursos humanos (profissionalização dos bombeiros).

Mas a este tema voltaremos mais tarde.

sexta-feira, 15 de julho de 2022

À pata aias

 Crónica no Pataias à Letra, edição nº 18, julho 2022


Litoral. Que turismo?

Litoral de Pataias. Algo que tem sido falado de forma recorrente é a aposta no turismo, ou a falta dela. Ora, o que falta em primeiro lugar é uma definição estratégica do que será o desenvolvimento socioeconómico para esta faixa de território, partindo como base na atratividade turística. E para isso, é também necessário fazer a divisão do território em duas realidades distintas: Paredes da Vitória e as “outras praias”.

Paredes da Vitória, atualmente, não tem capacidade para fazer uma concorrência direta à Nazaré ou S. Pedro de Moel (as praias mais próximas). No entanto, as suas caraterísticas únicas podem transformá-la numa alternativa: o enquadramento paisagístico, a memória do verde do pinhal, o extenso areal, o ribeiro. Paredes da Vitória é “invadida” sempre na primeira quinzena de julho por centenas de crianças em idade pré-escolar. O fácil acesso à praia, o extenso areal e o pequeno rio a cortar o areal é um apelo irresistível. Por estes motivos, é também (sempre foi) uma praia de famílias com crianças pequenas. Ora, qual é a oferta para estes veraneantes? Que oferta de atividades desenvolvemos neste período especificamente para este público. Cativando as crianças, os pais virão. Ambos desenvolverão o hábito de vir às Paredes e daqui a 10, 15, 20 anos teremos jovens e adultos cuja praia será esta. E isso significa mais comércio, mais dinamismo económico, mais vida.

Concretizar a praia de Paredes numa praia de famílias, calma, tranquila, segura para todos e em especial para as crianças. Não é uma ideia de glamour, charmosa, vistosa. Mas, sinceramente, quando queremos agitação e rebuliço a Nazaré está apenas a 10 minutos de distância. Se calhar, este nicho de mercado, as crianças e as famílias, são a “onda” das Paredes à espera de ser descoberta e explorada.

A época balnear este ano vai de 18 de junho a 11 de setembro. No entanto, à semelhança de outros anos, desde finais de abril que as Paredes, pelo menos ao fim de semana e especialmente aquando de tempo quente e seco, regista forte afluência de banhistas. Este ano um deles desapareceu nas ondas do mar. Ora, pensar o turismo balnear é também pensar na segurança. O problema dos nadadores salvadores não é novo. São poucos, muitas vezes inexperientes e pagam-se cada vez melhor, em quase autêntico leilão. De acordo com a Lei, onde existem concessionários, são estes os responsáveis pela sua existência (apenas no período balnear).

Ora, fora da época balnear, as praias estão entregues à existência de surfistas para poder haver socorro de alguém. Paredes da Vitória e S. Martinho do Porto, especialmente, registam forte afluência desde muito cedo. Uma forma de minimizar a situação seria a Câmara Municipal, que até tem 3 piscinais municipais, abrir concurso para trabalho anual de nadador-salvador. Estes garantiriam parte da vigilância às praias entre abril e outubro e no resto do ano, com certeza, poderiam ser instrutores numa das piscinas municipais. E a situação de praias sem vigilância em períodos de grande afluência de banhistas, e fora da época balnear, seria minimizada. E também seria uma mais valia em termos de oferta turística.


quarta-feira, 15 de junho de 2022

À pata aias

 Crónica no Pataias à Letra, edição 17, junho 2022


Feliz aniversário?

1 – Cumpriram-se neste mês 38 anos sobre a elevação de Pataias a vila. Sonho de muitos anos, acompanhou durante muito tempo o sonho de elevação a concelho.

Nestes 38 anos, Pataias conheceu apenas dois presidentes de junta. Poderemos sempre falar numa estabilidade governativa, num desempenho positivo para que não tenha existido alternância no poder.

Outra visão, será considerar o imobilismo, a estagnação, a acomodação. Quase quatro décadas depois, em que é que Pataias está diferente?

É claro que poderemos sempre falar das obras públicas e das infraestruturas: a EB 2,3 de Pataias, o pavilhão gimnodesportivo, as piscinas municipais, o saneamento básico, a ETAR e requalificação urbana nas Paredes, o Parque de Campismo, as igrejas e centros paroquiais na Martingança, na Burinhosa, nos Pisões. Tudo isto foi tornado realidade nas últimas quatro décadas.

Mas a grande questão é: quase quarenta anos depois, para onde queremos que Pataias vá? Continua a faltar uma visão estratégica para a vila, para a freguesia, para a vida dos fregueses. O que foi feito corresponde a uma gestão corrente e as melhorias são “naturais”. Ou seja, o que foi feito em Pataias resultou da evolução normal dos tempos, da alteração dos padrões de qualidade de vida que todo o Portugal sentiu desde a nossa adesão à União Europeia. Por outras palavras, era (quase) inevitável que assim tivesse sido.

Mas o que queremos para Pataias nos próximos 40 anos? O que estamos dispostos a fazer, a idealizar, a lutar, para assegurar dinamismo demográfico, qualidade dos espaços públicos, ofertas culturais, emprego, comércio e serviços com alguma qualificação? O que queremos para os próximos 40 anos, diferenciador (para melhor) da natural evolução dos tempos?

2 – Arrancaram finalmente as obras no rossio. Pela segunda vez, o coreto veio abaixo. Há trinta anos fui uma das vozes contestatárias do facto, hoje, confesso, aplaudo a atual decisão. O coreto mais recente era uma obra que surgiu da necessidade de justificar a destruição de memórias. Era pobre em termos estéticos e espartano nos materiais. A sua utilidade, resumia-se, nos anos bons, a um concerto por ano da nossa Filarmónica. E apesar de muito maior que o “original”, mesmo assim era pequeno para a logística de cadeiras, músicos, estantes, instrumentos, maestro. Não me deixa saudades.

Mas à boa maneira das Juntas e Câmaras dos últimos 38 anos, o desenho final da obra do rossio é desconhecido. É regra. Qualquer obra feita em Pataias (com a honrosa exceção da recém reabilitação da EN242) é escondida e sonegada ao escrutínio da população.

Das duas uma: ou somos (população) uns imberbes imbecis, pacóvios matarroanos que não sabemos o que queremos ou os decisores dos projetos são uns espíritos iluminados com toque de Midas que tudo o que fazem em Pataias é imediatamente copiado pelos deuses no Olimpo. Sistematicamente, as decisões sobre Pataias são escondidas da sua população.

3 – Nesta última semana de maio a grande obra social invisível de Pataias esteve efervescente depois de dois anos de pandemia muito difíceis. Falo da Universidade Sénior. Primeiro, um espetáculo excecional com a Filarmónica e a Arquitetuna. Depois, a participação no festival de teatro das Universidades Séniores do Oeste. Finalmente, a Gala de encerramento do ano letivo. Para quem está no projeto desde a primeira hora, alguns dos alunos são os mesmos. Mas estão muito mais jovens!


terça-feira, 14 de junho de 2022

Desaparecimento no mar das Paredes

 A notícia em:

https://recordeuropa.com/noticias/portugal/retomadas-buscas-por-desaparecido-na-praia-de-paredes-da-vitoria-14-06-2022-61117


Retomadas buscas por desaparecido na praia de Paredes da Vitória


Jovem terá sido apanhado por agueiro e desapareceu no mar.

As buscas pelo jovem que desapareceu na segunda-feira no mar na praia de Paredes da Vitória, concelho de Alcobaça, foram retomadas cerca das 06:00, informou o capitão do porto e comandante local da Polícia Marítima da Nazaré.

Segundo disse à agência Lusa o comandante José Zeferino Henriques, as buscas, por mar, ar e terra, envolvem meios da Autoridade Marítima Nacional, Marinha e Força Aérea.

De acordo com o responsável, pelas 07:20 as buscas pelo jovem de 23 anos decorriam no mar, com os meios da Estação Salva-Vidas da Nazaré, e em terra, com meios dos projetos Seawatch e Praia Segura.

O responsável disse ainda que a marinha irá envolver também a corveta João Roby e, a partir das 11:00, deverá igualmente participar nas buscas um helicóptero da Força Aérea.

Pelas 07:20, segundo o capitão do porto da Nazaré, as condições de visibilidade na zona não eram as melhores, por causa da precipitação.

O jovem, que se encontrava na praia com um grupo de amigos, desapareceu no mar quando foi tomar banho cerca das 17:40.

De acordo com o capitão do porto da Nazaré o jovem terá sido “apanhado num agueiro e levado pelo mar”.

A época balnear na praia de Paredes da Vitória, no concelho de Alcobaça, distrito de Leiria, só terá início no dia 18, encontrando-se atualmente sem nadadores-salvadores.