No regresso do campeonato, a equipa de futsal da Burinhosa voltou a vencer a CB Caldas por 2-0.
A equipa continua em segundo lugar, somando agora 17 pontos (8J; 5V2E1D; 31-18 em golos).
Mais informações em www.burinhosafutsal.blogspot.com.
Para sugestões, comentários, críticas e afins: sapinhogelasio@gmail.com
sábado, 12 de dezembro de 2009
Festa de Natal

A Junta de Freguesia de Pataias vai promover uma festa de Natal dia 20 de Dezembro (domingo) na sede do Clube Desportivo Pataiense a partir das 15 horas.
Programa
15h - Celebração da Palavra
15h30 - Coro de S. Bernardo (Alcobaça)
16h - Ballet Academia Annarella
16h45 - Teatro - Pais da Pré-primária de Pataias "Pimpona, a galinha tonta"
17h15 - Dança, crianças e adultos - Hip-pop e Dança do ventre
17h30 - Coro de S. Bernardo (Alcobaça)
Distribuição de presentes pelas crianças
Colectividades da freguesia recebem apoios da Câmara
Colectividades da freguesia recebem apoios da Câmara
26529,50 euros foi o total recebido pelas quatro colectividades da freguesia de Pataias, referente à atribuição dos subsídios relativos ao Plano de Incentivos Desportivos, da Câmara Municipal de Alcobaça.
CD Pataiense – 20901 euros
CCRD Burinhosa – 2123 euros
Casa do Benfica de Pataias – 1914 euros
AD Ferraria – 1591,50 euros
Notícia do site da Câmara Municipal de Alcobaça
A entrega dos subsídios estipulados no Plano de Incentivos Desportivos (P.I.D) para 2008/2009 decorreu ontem, dia 9 de Dezembro, na Biblioteca Municipal de Alcobaça.
Os subsídios anuais foram entregues a 26 colectividades federadas e a uma atleta individual, que se haviam candidatado ao financiamento em Fevereiro de 2009. Subsídios referentes a 20 modalidades diferentes praticadas por 1799 atletas.
Para o ano de 2008/2009, o executivo municipal decidiu aumentar as verbas em 10%, perfazendo um total de 228.341,00 Euro. Uma decisão política com o intuito de “promover o progresso desportivo no Concelho”, afirmou o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio. Porém, o aumento não foi extensível às colectividades protocoladas com o município como o Ginásio Clube de Alcobaça, o Hóquei Clube de Turquel, Associação Beneditense C. D. e o Alcobaça Clube de Ciclismo, pelo facto de já receberem verbas mensais.
O Presidente da CMA anunciou que é objectivo deste executivo construir uma rede de trabalho com as colectividades desportivas, para que seja delineado um plano estratégico uníssono para as actividades desportivas do Concelho.
Para as próximas candidaturas ao P.I.D as inscrições estão abertas até 26 de Fevereiro.
Lista de subsídios
CD Pataiense – 20901,00 euros
C Natação Alcobaça – 12772,50 euros
União D. Turquel – 11452,50 euros
C Ténis Alcobaça – 9188,75 euros
CRP Ribafria – 7799,00 euros
Benedita SC Natação – 7117,66 euros
AACD – 5547,00 euros
CRSM Porto – 4507,00 euros
GD Martingança – 3998,00 euros
Externato Benedita – 3927,00 euros
GD Concha Azul – 3258,00 euros
Centro CD Casal Velho – 3016,50 euros
CBES Maiorga – 2732,00 euros
CCRD Burinhosa – 2123,00 euros
Casa Benfica Pataias – 1914,00 euros
ARDCS Casal Pardo – 1782,00 euros
AD Ferraria – 1591,50 euros
Casa Benfica Alcobaça – 1538,50 euros
União R Bárrio – 1248,00 euros
Academia Xadrez da Benedita – 1145,00 euros
Ass. Karaté Luso-Francesa – 716,00 euros
Ana Mafalda Ferreira – 535,50 euros
Centro Social Paroquial Benedita – 211,50 euros
Total das Colectividades sem protocolos – 115467,16 euros
Colectividades com protocolos
Ginásio Clube de Alcobaça – 28540,00 euros
ABCD – 22078,25 euros
Hóquei Clube de Turquel – 20256,00 euros
Alcobaça Clube de Ciclismo – 42000,00 euros
Total dos protocolos – 112874,00 euros
TOTAL – 228341 euros
26529,50 euros foi o total recebido pelas quatro colectividades da freguesia de Pataias, referente à atribuição dos subsídios relativos ao Plano de Incentivos Desportivos, da Câmara Municipal de Alcobaça.
CD Pataiense – 20901 euros
CCRD Burinhosa – 2123 euros
Casa do Benfica de Pataias – 1914 euros
AD Ferraria – 1591,50 euros
Notícia do site da Câmara Municipal de Alcobaça
A entrega dos subsídios estipulados no Plano de Incentivos Desportivos (P.I.D) para 2008/2009 decorreu ontem, dia 9 de Dezembro, na Biblioteca Municipal de Alcobaça.
Os subsídios anuais foram entregues a 26 colectividades federadas e a uma atleta individual, que se haviam candidatado ao financiamento em Fevereiro de 2009. Subsídios referentes a 20 modalidades diferentes praticadas por 1799 atletas.
Para o ano de 2008/2009, o executivo municipal decidiu aumentar as verbas em 10%, perfazendo um total de 228.341,00 Euro. Uma decisão política com o intuito de “promover o progresso desportivo no Concelho”, afirmou o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio. Porém, o aumento não foi extensível às colectividades protocoladas com o município como o Ginásio Clube de Alcobaça, o Hóquei Clube de Turquel, Associação Beneditense C. D. e o Alcobaça Clube de Ciclismo, pelo facto de já receberem verbas mensais.
O Presidente da CMA anunciou que é objectivo deste executivo construir uma rede de trabalho com as colectividades desportivas, para que seja delineado um plano estratégico uníssono para as actividades desportivas do Concelho.
Para as próximas candidaturas ao P.I.D as inscrições estão abertas até 26 de Fevereiro.
Lista de subsídios
CD Pataiense – 20901,00 euros
C Natação Alcobaça – 12772,50 euros
União D. Turquel – 11452,50 euros
C Ténis Alcobaça – 9188,75 euros
CRP Ribafria – 7799,00 euros
Benedita SC Natação – 7117,66 euros
AACD – 5547,00 euros
CRSM Porto – 4507,00 euros
GD Martingança – 3998,00 euros
Externato Benedita – 3927,00 euros
GD Concha Azul – 3258,00 euros
Centro CD Casal Velho – 3016,50 euros
CBES Maiorga – 2732,00 euros
CCRD Burinhosa – 2123,00 euros
Casa Benfica Pataias – 1914,00 euros
ARDCS Casal Pardo – 1782,00 euros
AD Ferraria – 1591,50 euros
Casa Benfica Alcobaça – 1538,50 euros
União R Bárrio – 1248,00 euros
Academia Xadrez da Benedita – 1145,00 euros
Ass. Karaté Luso-Francesa – 716,00 euros
Ana Mafalda Ferreira – 535,50 euros
Centro Social Paroquial Benedita – 211,50 euros
Total das Colectividades sem protocolos – 115467,16 euros
Colectividades com protocolos
Ginásio Clube de Alcobaça – 28540,00 euros
ABCD – 22078,25 euros
Hóquei Clube de Turquel – 20256,00 euros
Alcobaça Clube de Ciclismo – 42000,00 euros
Total dos protocolos – 112874,00 euros
TOTAL – 228341 euros
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Festa de Natal na Filarmónica
A Sociedade Filarmónica de Pataias vai realizar uma festa de Natal no próximo dia 13 de Dezembro (domingo), pelas 16h30.
O programa inclui uma peça de teatro (os actores serão crianças), fados e canções e um mini-concerto da filarmónica com os alunos da escola de música.
O programa inclui uma peça de teatro (os actores serão crianças), fados e canções e um mini-concerto da filarmónica com os alunos da escola de música.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Os poços de Pataias
Hoje, passam despercebidos.
Escondidos entre carros, debaixo de uma tampa de saneamento, algures num largo esquecido. Os poços de Pataias, fundamentais antes da água canalizada, são hoje marcos esquecidos da nossa história.
Mas eles ali estão.
Impávidos. Serenos. Alguns ainda cheios de água límpida e transparente.
A requalificação da Av. Rainha Santa Isabel vai mexer com 4 deles.
Que destino lhes propomos?
Poço da Beiçuda.
Na Avenida Rainha Santa Isabel, perto do Largo do Cruzeiro.
O Poção do Rossio (já não existe - foi tapado)
Escondidos entre carros, debaixo de uma tampa de saneamento, algures num largo esquecido. Os poços de Pataias, fundamentais antes da água canalizada, são hoje marcos esquecidos da nossa história.
Mas eles ali estão.
Impávidos. Serenos. Alguns ainda cheios de água límpida e transparente.
A requalificação da Av. Rainha Santa Isabel vai mexer com 4 deles.
Que destino lhes propomos?
Poço da Beiçuda.Na Avenida Rainha Santa Isabel, perto do Largo do Cruzeiro.
O Poção do Rossio (já não existe - foi tapado)quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Sessão de esclarecimento sobre a Gripe-A
A Junta de Freguesia de Pataias irá realizar no próximo dia 13 de Dezembro, no Auditório dos Bombeiros Voluntários de Pataias, pelas 16 horas, uma sessão de esclarecimento sobre a Gripe-A.A sessão contará com a presença da Dra. Dina Ruivaco, Coordenadora da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) Alcobaça Norte.
Pretende-se com esta iniciativa que sejam esclarecidas junto da população todo um conjunto de dúvidas que diariamente surgem.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
A iluminação de Natal
Não é fácil iluminar decorativamente uma avenida longa, larga, e já agora, relativamente bem iluminada, como é a Av. Rainha Santa Isabel.A iluminação de Natal em Pataias, é, por isso, um esforço inglório.
Está em crescendo, ano após ano, está bem intencionada, mas é óbvio que não resulta. A opção de espalhar, pelos diversos candeeiros, enfeites luminosos e pais natais dá um arzinho simpático, mas despido.
A solução?
A solução poderia passar por fazer iluminações espalhafatosas, que para além de dispendiosas, são, hoje em dia, “politicamente incorrectas”, devido ao elevado consumo energético das mesmas. Seria bonito, caro e pouco original.
E acima de tudo não envolveria a população.
Uma outra hipótese poderia passar por algumas coisas simples:
1 – Concentrar as decorações de Natal ao Largo do Cruzeiro e Largo Comendador Joaquim Matias. Por exemplo, através de duas grandes árvores de Natal, semelhantes às que se vêem na Moita (junto à Capela) e na Marinha Grande (junto à Câmara);
2 – Convidar as diversas entidades e instituições da vila (As várias escolas do Agrupamento de Escolas de Pataias; os Bombeiros Voluntários de Pataias; o Centro de Dia e Lar de Terceira Idade; o Jardim Infantil, a Filarmónica, o Clube, as empresas) a construírem também uma árvore de Natal (que poderiam, ou não, ser expostas num dos largos);
3 – Promover um concurso de montras de Natal, entre os comerciantes;
4 – Promover um concurso de decorações de Natal nos edifícios particulares da vila.
Desta forma, concentrar-se-iam as decorações “oficiais” (da responsabilidade da autarquia) em dois locais, podendo aumentar a sua qualidade e intensidade (provavelmente com custos menores). Ao mesmo tempo, as ruas ficariam ainda mais decoradas (e de certeza de forma muito criativa) por iniciativa privada dos comerciantes e moradores.
Quem sabe se não resultaria?
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
CCRD Burinhosa e AD Ferraria vencem para a Taça
A equipa de futsal do CCRD Burinhosa voltou a afirmar-se como uma das mais fortes equipas de futsal do distrito.
Em jogo da primeira eliminatória da Taça do Distrito, deslocou-se até às Caldas da Rainha onde bateu o CB Caldas por expressivos 6-2.
Já a equipa da AD Ferraria, recebeu o Avelarense, e não querendo ficar pior, também despachou o adversário pela mesma marca confortável de 6-2.
Mais informações em http://burinhosafutsal.blogspot.com.
Em jogo da primeira eliminatória da Taça do Distrito, deslocou-se até às Caldas da Rainha onde bateu o CB Caldas por expressivos 6-2.
Já a equipa da AD Ferraria, recebeu o Avelarense, e não querendo ficar pior, também despachou o adversário pela mesma marca confortável de 6-2.
Mais informações em http://burinhosafutsal.blogspot.com.
CD Pataiense goleado
Depois de vergar os adversários a goleadas por duas vezes consecutivas, a equipa de Pataias sentiu o seu próprio remédio.
A deslocação à Nazaré resultou numa derrota pesada por 1-4.
Assim , à décima jornada o CD Pataiense tem 15 pontos (5V5D; 16-17 em golos).
O Bombarralense é primeiro com 30 pontos (10J; 10V), o Guiense segundo com 22 pontos.
A deslocação à Nazaré resultou numa derrota pesada por 1-4.
Assim , à décima jornada o CD Pataiense tem 15 pontos (5V5D; 16-17 em golos).
O Bombarralense é primeiro com 30 pontos (10J; 10V), o Guiense segundo com 22 pontos.
domingo, 6 de dezembro de 2009
sábado, 5 de dezembro de 2009
«Freguesia de Pataias esteve parada no tempo»
Extracto da entrevista de Ricardo Santos, Presidente da Direcção dos Bombeiros Voluntários de Pataias, ao Região de Cister (Nº830 de 3/12/2009)
Os sublinhados (a vermelho) são da minha responsabilidade.
Região de Cister – Existe a noção de que se passa pouca coisa em Pataias. Concorda?
Ricardo Santos – Pataias esteve muitos anos bastante parada no tempo. Recordo-me de ser jovem e ouvir dizer que faltava muita coisa na vila. Sinto que houve um grande desenvolvimento nos últimos anos, muitas melhorias foram feitas, em termos de acessibilidades e equipamentos, mas continuo a dizer que faltam obras estruturantes. Não foi feita nenhuma grande obra de relevo, nota-se pouco investimento municipal na freguesia, ao contrário do que, porventura, foi feito noutros locais, nomeadamente na Benedita. Faltam serviços. Por exemplo: o lar de idosos ainda não existe, apesar de haver soluções apontadas. Faz falta porque as pessoas quando têm de colocar os idosos têm de ir para Fanhais… Fala-se do projecto de requalificação da avenida, de um centro escolar que está em curso, mas a zona industrial também não avançou e ela tinha sido projectada há vários anos. Isto sem falar das necessidades de termos um centro cultural, que há muito tempo se fala. Chegou-se a pensar no antigo quartel dos bombeiros com um espaço cultural, mas o assunto não avançou. Precisamos também, de um complexo desportivo, que me parece que acabou por morrer num sintético. Isto apesar de haver tanto espaço para desenvolver um complexo desportivo moderno, num terreno da periferia de Pataias. O desporto é cada vez mais importante no crescimento dos nossos jovens e nalgumas modalidades Pataias já obtém bons resultados.
Região de Cister – Nota-se alguma desilusão com a autarquia. Na Benedita chegou a falar-se de um novo concelho, em São Martinho pensa-se na mudança para Caldas. E Pataias, não teria a ganhar se mudasse para a Marinha Grande ou Nazaré?
Ricardo Santos – Penso que as pessoas de Pataias não têm esse tipo de pretensão, até porque o relacionamento de Pataias com Alcobaça nunca esteve tão bom. Em termos estratégicos, contudo, não sei até que ponto Pataias perde por fazer parte de um concelho tão grande e por estarmos no extremo desse mesmo concelho. Pataias tem de impulsionar o seu desenvolvimento e isso passa também pelos autarcas do nosso concelho e freguesia, que devem alterar a estratégia e a forma como vêem o desenvolvimento da vila. Os nossos políticos devem procurar ser mais objectivos em relação às dificuldades e necessidades e lacunas que se notam nas populações.
Comentário
Ricardo Santos é militante do PSD e secretário da Assembleia de Freguesia de Pataias, pelo segundo mandato consecutivo.
Os sublinhados (a vermelho) são da minha responsabilidade.
Região de Cister – Existe a noção de que se passa pouca coisa em Pataias. Concorda?
Ricardo Santos – Pataias esteve muitos anos bastante parada no tempo. Recordo-me de ser jovem e ouvir dizer que faltava muita coisa na vila. Sinto que houve um grande desenvolvimento nos últimos anos, muitas melhorias foram feitas, em termos de acessibilidades e equipamentos, mas continuo a dizer que faltam obras estruturantes. Não foi feita nenhuma grande obra de relevo, nota-se pouco investimento municipal na freguesia, ao contrário do que, porventura, foi feito noutros locais, nomeadamente na Benedita. Faltam serviços. Por exemplo: o lar de idosos ainda não existe, apesar de haver soluções apontadas. Faz falta porque as pessoas quando têm de colocar os idosos têm de ir para Fanhais… Fala-se do projecto de requalificação da avenida, de um centro escolar que está em curso, mas a zona industrial também não avançou e ela tinha sido projectada há vários anos. Isto sem falar das necessidades de termos um centro cultural, que há muito tempo se fala. Chegou-se a pensar no antigo quartel dos bombeiros com um espaço cultural, mas o assunto não avançou. Precisamos também, de um complexo desportivo, que me parece que acabou por morrer num sintético. Isto apesar de haver tanto espaço para desenvolver um complexo desportivo moderno, num terreno da periferia de Pataias. O desporto é cada vez mais importante no crescimento dos nossos jovens e nalgumas modalidades Pataias já obtém bons resultados.
Região de Cister – Nota-se alguma desilusão com a autarquia. Na Benedita chegou a falar-se de um novo concelho, em São Martinho pensa-se na mudança para Caldas. E Pataias, não teria a ganhar se mudasse para a Marinha Grande ou Nazaré?
Ricardo Santos – Penso que as pessoas de Pataias não têm esse tipo de pretensão, até porque o relacionamento de Pataias com Alcobaça nunca esteve tão bom. Em termos estratégicos, contudo, não sei até que ponto Pataias perde por fazer parte de um concelho tão grande e por estarmos no extremo desse mesmo concelho. Pataias tem de impulsionar o seu desenvolvimento e isso passa também pelos autarcas do nosso concelho e freguesia, que devem alterar a estratégia e a forma como vêem o desenvolvimento da vila. Os nossos políticos devem procurar ser mais objectivos em relação às dificuldades e necessidades e lacunas que se notam nas populações.
Comentário
Ricardo Santos é militante do PSD e secretário da Assembleia de Freguesia de Pataias, pelo segundo mandato consecutivo.
Empresa despede trabalhadores
A notícia é da edição impressa (Nº850 de 3/12/2009) do Região de Cister.
Gerência justifica-se com “adaptação às tendências do mercado”
Grupo JAP despede mais dez trabalhadores
A JAP, empresa de fabrico de mobiliário, com duas unidades fabris na freguesia de Pataias, despediu mais dez trabalhadores. A medida faz parte de um processo de resposta à crise e de adaptação às novas tendências de mercado, explica gerência que acreditar estar, agora, com os meios humanos adaptados às necessidades de produção e não precisar de dispensar mais ninguém.
À semelhança do que o REGIÃO DE CISTER noticiou, em Agosto passado, os despedimentos da JAP, que acontecem desde o início do ano, devem-se à queda de produção de mobiliário maciço, que requer mais mão-de-obra.
Mas a adaptação da empresa à transformação de outros materiais em afirmação “tem permitido que continue a ser uma das maiores do sector da região, embora com outra dinâmica de produção, que infelizmente não justifica tantos postos de trabalho”, explica Roberto Pereira.
Sem capacidade de pagar indemnizações correspondentes a mais de trinta anos de serviço, no caso de alguns funcionários, a gerência estabeleceu acordos de forma a assegurar parcialmente os seus direitos. “Toda a vida houve uma relação de entreajuda entre esta empresa e os seus trabalhadores, por isso tudo foi resolvido a bem”, garante Roberto Pereira.
A JAP tem em marcha uma parceria com os comerciantes de mobiliário que fornece. Trata-se de um folheto publicitário, distribuído na região, com a imagem de todos os clientes associada a campanhas de promoção de mobiliário, “com preços competitivos”, assegura a gerência.
Notícias relacionadas
http://sapinhogelasio.blogspot.com/2009/11/empresas-da-freguesia-ponderam.html
Gerência justifica-se com “adaptação às tendências do mercado”
Grupo JAP despede mais dez trabalhadores
A JAP, empresa de fabrico de mobiliário, com duas unidades fabris na freguesia de Pataias, despediu mais dez trabalhadores. A medida faz parte de um processo de resposta à crise e de adaptação às novas tendências de mercado, explica gerência que acreditar estar, agora, com os meios humanos adaptados às necessidades de produção e não precisar de dispensar mais ninguém.
À semelhança do que o REGIÃO DE CISTER noticiou, em Agosto passado, os despedimentos da JAP, que acontecem desde o início do ano, devem-se à queda de produção de mobiliário maciço, que requer mais mão-de-obra.
Mas a adaptação da empresa à transformação de outros materiais em afirmação “tem permitido que continue a ser uma das maiores do sector da região, embora com outra dinâmica de produção, que infelizmente não justifica tantos postos de trabalho”, explica Roberto Pereira.
Sem capacidade de pagar indemnizações correspondentes a mais de trinta anos de serviço, no caso de alguns funcionários, a gerência estabeleceu acordos de forma a assegurar parcialmente os seus direitos. “Toda a vida houve uma relação de entreajuda entre esta empresa e os seus trabalhadores, por isso tudo foi resolvido a bem”, garante Roberto Pereira.
A JAP tem em marcha uma parceria com os comerciantes de mobiliário que fornece. Trata-se de um folheto publicitário, distribuído na região, com a imagem de todos os clientes associada a campanhas de promoção de mobiliário, “com preços competitivos”, assegura a gerência.
Texto Paula Lagoa
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Pataias à Letra Nº2
Já está na rua o "Pataias à Letra" nº2.A edição, de 16 páginas, dá destaque à nova vereação da Câmara Municipal de Alcobaça e o regresso das provas de motocross à Póvoa.
Nas páginas interiores, as notícias dos últimos 30 dias: Acção conjunta da Junta de Freguesia de Pataias e GNR; lançamento do livro de Fleming d'Oliveira «No tempo de Salazar, Caetano e outros - Alcobaça e Portugal» realizado nos Montes; Tasquinhas da Burinhosa; Exposição fotográfica de Joaquim Pesqueira na Filarmónica (ainda a decorrer), assim como notícias relacionadas com diversas empresas e com o desporto.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Paredes da Vitória - Letra e Música
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Secil Pataias ganha prémio EEP - Environmental Innovation for Europe 2009
Notícia do Portal do Ambiente Online.
Projecto de biotecnologia da Secil e Algafuel distinguido na Pollutec 2009
2009-12-02
O projecto de captação de dióxido de carbono (CO2) e produção de biomassa através da produção industrial de microalgas que as empresas Secil e a AlgaFuel desenvolvem em parceria, na Fábrica Cibra-Pataias, foi esta quarta-feira distinguido com o Prémio EEP – Environmental Innovation for Europe 2009, tendo alcançado o Prémio de Prata entre os vários projectos concorrentes apresentados por 17 países europeus.
O prémio foi entregue em Paris, no decurso da Feira Internacional Pollutec 2009. O projecto Secil-AlgaFuel estava entre os dez nomeados ao EEP Award 2009, sendo a primeira vez que um projecto português é distinguido com esta classificação.
Este projecto de biotecnologia, já galardoado com o Prémio Nacional de Inovação Ambiental 2009, está a ser desenvolvido há cerca de dois anos pela AlgaFuel e a Secil. O objectivo é reduzir significativamente as emissões de CO2 para a atmosfera numa instalação protótipo de produção de microalgas situada na fábrica de cimento Cibra Pataias, em Alcobaça.
Em comunicado, a Secil sublinha que o prémio conseguido na Pollutec 2009 «constitui um motivo de grande satisfação, porquanto traduz o reconhecimento, por peritos internacionais, da validade do elevado investimento já efectuado pela empresa na pesquisa de soluções tecnologicamente avançadas que permitam o desenvolvimento sustentável da indústria cimenteira portuguesa».
Para a AlgaFuel, o prémio representa mais um passo na sua projecção internacional, valorizando o modelo de integração da tecnologia de produção de microalgas com a unidade industrial em que se insere.
Projecto de biotecnologia da Secil e Algafuel distinguido na Pollutec 2009
2009-12-02
O projecto de captação de dióxido de carbono (CO2) e produção de biomassa através da produção industrial de microalgas que as empresas Secil e a AlgaFuel desenvolvem em parceria, na Fábrica Cibra-Pataias, foi esta quarta-feira distinguido com o Prémio EEP – Environmental Innovation for Europe 2009, tendo alcançado o Prémio de Prata entre os vários projectos concorrentes apresentados por 17 países europeus.
O prémio foi entregue em Paris, no decurso da Feira Internacional Pollutec 2009. O projecto Secil-AlgaFuel estava entre os dez nomeados ao EEP Award 2009, sendo a primeira vez que um projecto português é distinguido com esta classificação.
Este projecto de biotecnologia, já galardoado com o Prémio Nacional de Inovação Ambiental 2009, está a ser desenvolvido há cerca de dois anos pela AlgaFuel e a Secil. O objectivo é reduzir significativamente as emissões de CO2 para a atmosfera numa instalação protótipo de produção de microalgas situada na fábrica de cimento Cibra Pataias, em Alcobaça.
Em comunicado, a Secil sublinha que o prémio conseguido na Pollutec 2009 «constitui um motivo de grande satisfação, porquanto traduz o reconhecimento, por peritos internacionais, da validade do elevado investimento já efectuado pela empresa na pesquisa de soluções tecnologicamente avançadas que permitam o desenvolvimento sustentável da indústria cimenteira portuguesa».
Para a AlgaFuel, o prémio representa mais um passo na sua projecção internacional, valorizando o modelo de integração da tecnologia de produção de microalgas com a unidade industrial em que se insere.
A escola primária de Pataias - que futuro?
A escola primária de PataiasA construção do novo Centro Escolar de Pataias vem levantar uma outra questão: o que fazer com o actual edifício das escolas primárias?
O edifício é uma construção típica do Estado Novo. Igual a este edifício deve haver algumas dezenas de outros espalhados por este país. O interesse pelo mesmo (pela sua arquitectura, pela sua originalidade, pela sua concepção artística, pelo seu sentido inovador, pela sua raridade) é obviamente reduzido.
Ganham argumentos aqueles que o querem deitar abaixo (Câmara Municipal), de forma a construir um novo edifício, moderno, polivalente, ou, quem sabe, rentabilizar economicamente uma excelente área bem no centro de Pataias.
Quanto a mim, é a história de Pataias, e o seu património cultural, que estão em causa.
Há dias, consultava uma edição de livros turísticos, de aparente luxo e qualidade, quando deparei com a afirmação de «Pataias, terra recente e sem história». Sem história?
Em 1153, primeira referência à existência da Mata de Pataias.
Em 1374, Pataias é doada aos monges do Mosteiro de Alcobaça.
Em 1542, Pataias passa a sede de Paróquia.
Em 1721, havia uma contagem de «44 vizinhos» no lugar de Pataias.
Em 1942, instalação de uma central termoeléctrica em Pataias com 37 kW de potência.
Quando muito, Pataias será um lugar sem vestígios da sua (longa) história. Destruímos um coreto do início do século XX, evaporámos alegremente uma igreja do século XVI (e nem uma fotografia tirámos), rebocámos (!) o cruzeiro de Pataias, vendemos a Mata de Pataias que (segundo alguns autores) esteve na génese do Pinhal de Leiria, promovemos o abandono e degradação dos fornos da cal, eclipsámos os edifícios das antigas fábricas de vidro, reconvertemos as antigas escolas num descaracterizado quartel de bombeiros.
Somos por isso, uma «terra recente sem história».
Temos agora a oportunidade de, talvez pela última vez, preservar a NOSSA história, a NOSSA memória.
Quem nos últimos 50 anos, tendo nascido em Pataias, não frequentou aquele edifício? Vamos apagar 50 anos de memórias de toda uma população?É evidente que face às necessidades actuais – e futuras –, provavelmente o edifício não é capaz de servir nas melhores condições. Mas para isso há a REQUALIFICAÇÃO (forma de intervenção que consiste na adaptação da estrutura física dos imóveis a um uso diferente daquele para que foi concebido tendo em conta as necessidades do momento), que pode até significar a ampliação do edifício e/ou a construção de novos módulos acoplados. Não a sua destruição.
Um edifício onde possa funcionar a Junta de Freguesia, uma auditório/sala de espectáculos, salas de exposições, biblioteca/ centro documental da freguesia/ centro multimédia, tantas outras coisas. O prometido Centro Cultural. E porque não atribuir a algumas das (reconstruídas) salas os nomes de alguns professores que durante décadas ajudaram a construir as nossas memórias (Sala Professor Jaime Madeira, Sala Professora Ália “Botas”, dois exemplos entre outros)?
Manter o edifício das escolas primárias é um imperativo colectivo moral.
A bem da nossa memória histórico-cultural colectiva.
A bem de Pataias.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Pôr-do-Sol em Vale Furado
Mais uma magnífica fotografia do nosso litoral.
Desta feita, um lindo fim de dia em Vale Furado, captado pelo Gonçalo Lemos.
Desta feita, um lindo fim de dia em Vale Furado, captado pelo Gonçalo Lemos.
Orçamento Partticipativo
Notícia do dia 29 de Novembro do Jornal de Notícias, com referência no blogue do Rogério Raimundo.
Autarcas ainda receiam propostas dos cidadãos
Poucos municípios adoptam Orçamento Participativo como mecanismo
Ontem [29 de Novembro]
NUNO MIGUEL ROPIO
Só 25 autarquias contam com Orçamento Participativo (OP), um mecanismo que permite canalizar verbas do orçamento geral para a concretização de propostas dos cidadãos. Em Lisboa, termina hoje a primeira fase do OP, com 5 milhões de euros.
Vejamos a desporporcionalidade: dos 308 concelhos e das 4260 freguesias, menos de 1% do total das autarquias é que conta com um Orçamento Participativo (OP). Como a própria classificação refere, um orçamento em que são levadas em conta o peso, a influência e as sugestões do cidadão numa decisão final da gestão financeira e dos investimentos a realizar pela autarquia.
Apesar de estar a comemorar os 20 anos de existência - surgiu em Porto Alegre, Brasil -, o OP só há nove chegou a Portugal, com uma penetração essencialmente a Sul. A Norte, a Câmara Municipal de Braga e a Junta de Freguesia de Santa Leocádia de Geraz do Lima (Viana do Castelo), que destina 25% das suas verbas do investimento para um OP, são autênticas "lanças em África".
Em Lisboa, o processo online de recepção de propostas para a aplicação de 5 milhões de euros chega hoje ao fim. Equipamentos sociais e transportes são apenas duas das áreas em que recairam as 350 propostas, até ontem contabilizadas, que serão estudadas pelo município e colocadas a voto a 14 de Dezembro, com os devidos custos e prazos de execução.
Segundo Nélson Dias, da Associação "In Loco", que dinamiza o Orçamento Participativo Portugal, a baixa taxa de disseminação deve-se à forma como os autarcas encaram as sugestões dos cidadãos e a forma como essas mesmas podem inverter aquilo que o poder político estabeleceu como metas.
"Na verdade, um programa eleitoral, que não tem prioridades, se tiver em contas as propostas conta com maior eficácia", refere o sociólogo, realçando que, em 2010, o número de autarquias com OP poderá duplicar [ler detalhes na caixa ao lado]. "Os exemplos mais relevantes continuam a ser os das juntas de freguesia. Muitos autarcas, principalmente os que chegam agora ao Poder Local, percebem que o OP é umas das ferramentas para o combate à crise", explica Nelson Dias.
Além de ter sido o primeiro concelho a aplicar o OP, em 2000, Palmela é um caso singular em todo o mundo. Não destina somente uma fatia vinculativa do orçamento geral para o OP. Os 55 milhões de euros do Plano de Actividades anual são escrutinados pelos cidadãos, que acompanham ainda a aplicação das verbas.
Comentário
Já a 4 de Outubro, mesmo antes das eleições autárquicas, fiz o reparo e chamada de atenção.
O Orçamento Participativo é algo que TODOS os candidatos e autarcas deste concelho ignoraram. Até quando?
http://sapinhogelasio.blogspot.com/search/label/Or%C3%A7amento%20Participativo
Autarcas ainda receiam propostas dos cidadãos
Poucos municípios adoptam Orçamento Participativo como mecanismo
Ontem [29 de Novembro]
NUNO MIGUEL ROPIO
Só 25 autarquias contam com Orçamento Participativo (OP), um mecanismo que permite canalizar verbas do orçamento geral para a concretização de propostas dos cidadãos. Em Lisboa, termina hoje a primeira fase do OP, com 5 milhões de euros.
Vejamos a desporporcionalidade: dos 308 concelhos e das 4260 freguesias, menos de 1% do total das autarquias é que conta com um Orçamento Participativo (OP). Como a própria classificação refere, um orçamento em que são levadas em conta o peso, a influência e as sugestões do cidadão numa decisão final da gestão financeira e dos investimentos a realizar pela autarquia.
Apesar de estar a comemorar os 20 anos de existência - surgiu em Porto Alegre, Brasil -, o OP só há nove chegou a Portugal, com uma penetração essencialmente a Sul. A Norte, a Câmara Municipal de Braga e a Junta de Freguesia de Santa Leocádia de Geraz do Lima (Viana do Castelo), que destina 25% das suas verbas do investimento para um OP, são autênticas "lanças em África".
Em Lisboa, o processo online de recepção de propostas para a aplicação de 5 milhões de euros chega hoje ao fim. Equipamentos sociais e transportes são apenas duas das áreas em que recairam as 350 propostas, até ontem contabilizadas, que serão estudadas pelo município e colocadas a voto a 14 de Dezembro, com os devidos custos e prazos de execução.
Segundo Nélson Dias, da Associação "In Loco", que dinamiza o Orçamento Participativo Portugal, a baixa taxa de disseminação deve-se à forma como os autarcas encaram as sugestões dos cidadãos e a forma como essas mesmas podem inverter aquilo que o poder político estabeleceu como metas.
"Na verdade, um programa eleitoral, que não tem prioridades, se tiver em contas as propostas conta com maior eficácia", refere o sociólogo, realçando que, em 2010, o número de autarquias com OP poderá duplicar [ler detalhes na caixa ao lado]. "Os exemplos mais relevantes continuam a ser os das juntas de freguesia. Muitos autarcas, principalmente os que chegam agora ao Poder Local, percebem que o OP é umas das ferramentas para o combate à crise", explica Nelson Dias.
Além de ter sido o primeiro concelho a aplicar o OP, em 2000, Palmela é um caso singular em todo o mundo. Não destina somente uma fatia vinculativa do orçamento geral para o OP. Os 55 milhões de euros do Plano de Actividades anual são escrutinados pelos cidadãos, que acompanham ainda a aplicação das verbas.
Comentário
Já a 4 de Outubro, mesmo antes das eleições autárquicas, fiz o reparo e chamada de atenção.
O Orçamento Participativo é algo que TODOS os candidatos e autarcas deste concelho ignoraram. Até quando?
http://sapinhogelasio.blogspot.com/search/label/Or%C3%A7amento%20Participativo
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